VAI CHEGAR a ALTURA
Em que durante uma qualquer greve o patronato ou o governo declare adesão à greve de -35% e do lado dos sindicatos declarem 150%.
É Portugal, é o tal Portugal "do brigadeiro Chagas, um torrãozinho de açúcar"
Descarada ausência de vergonha na cara.
Entretanto, pelo que noticiam, Marcelo está ao leme da coisa!!!!!
Estou descansado, além de que o Cristo-Rei está também de olho na greve!!
AC
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019
sábado, 8 de junho de 2019
INJUSTIÇA dos JORNALISTAS e SINDICATOS
É muito injusto da parte dos sindicatos da GNR dizerem que os socialistas capitaneados por Costa estão a preparar um número político para ter efeitos na campanha eleitoral para as legislativas.
E é igualmente muito injusto os jornalistas darem cobertura a isso.
É muito injusto da parte dos sindicatos da GNR dizerem que os socialistas capitaneados por Costa estão a preparar um número político para ter efeitos na campanha eleitoral para as legislativas.
E é igualmente muito injusto os jornalistas darem cobertura a isso.
Claro que 100 viaturas novas precisam de ser avaliadas antes de entrarem ao serviço, ver se os faróis acendem, por exemplo.
Com certeza.
Com certeza.
E como estas coisas demoram, e metem-se daqui a nada as férias de Verão, as viaturas devem vir a ser mostradas ao público com pompa e circunstância lá para Setembro.
Só por causa do tempo que estas coisas levam a fazer.
Qual número político. Ingratos, injustos, botabaixistas.
Só por causa do tempo que estas coisas levam a fazer.
Qual número político. Ingratos, injustos, botabaixistas.
É apenas dedicação total ao serviço público, à sociedade, por parte de António Costa e do seu colaborador Eduardo Cabrita, pugnando sempre pela defesa dos cidadãos, e pelo adequado equipamento das forças de segurança para estas prestarem um bom serviço à população.
E sempre com contas certas.
E sempre com contas certas.
AC
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sábado, 9 de março de 2019
RACHA SINDICALISTAS
Racha-sindicalistas foi um cognome que, na I República, Afonso Costa ganhou. É um período curioso da nossa história.
Ao ler uma carta aberta de Santana Castilho a António Costa a propósito das questões dos professores lembrei-me disto.
Não é aliás a primeira vez que me interrogo se, no presente, António Costa não é, de certa maneira, o racha-sindicalistas de voz doce mas que só engana papalvos. Ele sabe que existem com fartura.
O apelido é o mesmo.
A adjectivação de Santana Castilho é certeira.
E anda por aí tanta formiga branca, dissimulada.
Hilariante, sobretudo, observar o ar que António Costa afivela no rosto em certas ocasiões. Ver o que disse em 2015 e vê-lo agora abordar temas como se fosse a 1ª vez, e não tivesse andado sempre a disfarçar. Como no caso da violência doméstica.
Cheira tudo mal, tresanda.
AC
Racha-sindicalistas foi um cognome que, na I República, Afonso Costa ganhou. É um período curioso da nossa história.
Ao ler uma carta aberta de Santana Castilho a António Costa a propósito das questões dos professores lembrei-me disto.
Não é aliás a primeira vez que me interrogo se, no presente, António Costa não é, de certa maneira, o racha-sindicalistas de voz doce mas que só engana papalvos. Ele sabe que existem com fartura.
O apelido é o mesmo.
A adjectivação de Santana Castilho é certeira.
E anda por aí tanta formiga branca, dissimulada.
Hilariante, sobretudo, observar o ar que António Costa afivela no rosto em certas ocasiões. Ver o que disse em 2015 e vê-lo agora abordar temas como se fosse a 1ª vez, e não tivesse andado sempre a disfarçar. Como no caso da violência doméstica.
Cheira tudo mal, tresanda.
AC
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quarta-feira, 6 de março de 2019
terça-feira, 5 de março de 2019
NOVAS RONDAS de NEGOCIAÇÕES
Geringonça-sindicatos, muito diálogo, muita conversa.
SEMPRE, naturalmente.
Geringonça-sindicatos, muito diálogo, muita conversa.
SEMPRE, naturalmente.
Quanto aos professores a coisa parou agora, pararam as teóricas conversações.
Mas a agitação vai continuar.
O novo (que é o anterior) DL do governo reconhecendo 2 anos e tal, vai ser remetido ao homem dos beijinhos que, contentinho, já anunciou que sim, este é melhor que nada.
Assim continuamos felizes e contentes, com várias distrações para nos entreter, como a senhora ministra da dita justiça a pensar em presidência da república, os casos envolvendo o juiz da relação do Porto, os dinheiros que o sr Cravinho já arranjou a mais para a sua inefável comissão, ou o Novo Banco que os aldrabões políticos chamados Costa e Centeno anunciaram antes que era sem custos para nós.
Esta dos sem custos para nós é das melhores.
Disseram, nem directa nem indirectamente.
Claro que não referiram "ricochete".
AC
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
AINDA sobre AUTOEUROPA
Não me regozijo NADA sobre o descalabro, sobre os vários descalabros no meu País. NADA, NADA.
Quanto ao que está a acontecer, só se espanta quem anda na lua, preocupado por exemplo com o gato, os provérbios, e outras prioridades MUITO IMPORTANTES.
Com a necessidade de tornar Portugal um País bem estruturado, equilibrado, com diário e real combate ás desigualdades, com reais políticas de acesso à formação e à educação e aos cuidados de saúde, isso é que não.
Atitudes na AR num sentido, a seguir correr para a rua gritando e defendendo outro sentido, berrando contra o governo e depois apoiá-lo até nas coisas quase contra natura.
Pilares de coerência.
Aguardemos, que o estouro vai ser tonitruante.
O que me preocupa nisto da Autoeuropa, matéria que me parece vir a transformar-se na questão mais grave para Portugal nos meses mais próximos, é que a coisa possa fazer grande mossa a António Costa.
E preocupa-me porque desejo, ARDENTEMENTE, que ele ganhe as próximas legislativas em 6 de Outubro 2019, e com maioria relativa quase absoluta ou mesmo absoluta.
Quero que beba bastante da sua descarada ausência de vergonha na cara, da sua demagogia, da sua intrujice sistemática.
E digo isto não por ter saudades do patético Passos Coelho e muito menos ainda de alguns dos que lhe fizeram companhia, tipo Relvas.
Não perco tempo a explicar, há muito e por mais de uma vez que escrevi sobre Passos Coelho e o seu governo, sobre o que me pareceu ter que ser feito e foi bem executado, e sobre as sucessivas tonteiras e burrices levadas a cabo nessa altura.
Irrita-me imenso que um governo faça porcaria e depois venha outro para limpar.
Se a M**** é feita por governo de direita que venha depois outro da mesma cor para a engolir.
Se a M**** é feita por governo de esquerda que venha depois outro da mesma cor para a engolir.
Uma coisa é e sempre foi para mim evidente: sem luta, as pessoas não conseguem melhorar as suas condições de vida. E os princípios consagrados na CRP são para estar em cima da mesa.
Mas evidente para mim é, também, que os exageros dão para o torto e os mais fracos é que se tramam. SEMPRE.
E nisto os sucessivos governos têm todos culpa.
Governar para as sondagens, para as paixões patéticas enquanto no fundo, no seu âmago, só pensam como ganhar crédito para a sua vida pessoal e internacional, dá o resultado que está à vista.
E para isto, muito têm contribuído certos patrões alarves, e com a preciosa ajuda da CGTP, do PCP, do BE, e mais alguns palhaços.
Grundig, MAGUE, Opel, Lisnave, etc. BUM, PUM.
Agora perfila-se a Autoeuropa.
Quanto à comunicação social, é elucidativo o ensurdecedor silêncio sobre isto, sobre o fundo da questão Autoeuropa. Sobre os detalhes, sobre as várias empresas nacionais fornecedoras de material para a fábrica, e informação séria fruto de investigação a fundo sobre as movimentações da CGTP e do BE e das suas guerras, e desde quando começaram e agudizaram.
Deve ser porque a comunicação social está completamente dominada por direitolas.
Como a prima de António Costa.
Aguardemos. (despacho típico de director-geral há anos no mesmo lugar).
AC
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
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sábado, 8 de setembro de 2018
A telenovela "educação"
Com os conhecidos actores António Costa, Tiago Brandão Rodrigues e a sua querida secretária de Estado, e o chefão da FENPROF Mário Nogueira nos principais papéis, a telenovela prossegue a muito bom ritmo.
Os sindicatos e designadamente a FENPROF reclama o descongelamento de quase 9 anos de carreira.
No dia 7 de Setembro, sexta-feira, parece que teve lugar uma reunião alargada entre os principais actores e, parece também, aquilo lá dentro terá sido uma lamentável cena.
Mal acabou a reunião o ministro Tiago informou os OCS que irá ser produzida rapidamente legislação descongelando em Janeiro próximo cerca de 3 anos de carreira.
Pelos OCS, sabe-se que Mário Nogueira já se revoltou e acusou o ministro de quase tudo e mais alguma coisa.
Não aprecio o sindicalista, mas cheira-me que Tiago não é florzinha que se cheire.
Pelos OCS, sabe-se que Mário Nogueira já se revoltou e acusou o ministro de quase tudo e mais alguma coisa.
Não aprecio o sindicalista, mas cheira-me que Tiago não é florzinha que se cheire.
O desacordo é total, o primeiro-ministro quase injuria os sindicatos e estes não se ficam atrás.
Mas o Professor Marcelo já veio dizer rapidamente que - pois não estão de acordo, uma maçada, vamos esperar.....etc.
Para início de fim‑de‑semana temos uma palhaçada catita.
A juntar a muitas mais palhaçadas, onde não faltam artigos de jornais, em que alguns se mostram muito mas muito interessantes, por exemplo, onde num deles se pode ver a gratidão sabuja aos amigos da loja.
A juntar a muitas mais palhaçadas, onde não faltam artigos de jornais, em que alguns se mostram muito mas muito interessantes, por exemplo, onde num deles se pode ver a gratidão sabuja aos amigos da loja.
Um pormenor, oh sr PM, ministro, e sindicatos, afinal parece que a coisa no plano do dinheiro não dá, como há vários anos se vê, será assim?
Claro que se pode argumentar e com alguma razão - mas existem sempre €€€ para acorrer a bancos!!! .......Pois é!!!!
Mas não era este anafado PM e correligionários que antes dizia mundos e fundos e acicatava à revolta, e agora a cada passo a coisa dá para o torto, e a palavra dada fica desonrada ?
Interessante, este e os restantes aldrabões políticos.
Interessante, este e os restantes aldrabões políticos.
AC
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quarta-feira, 11 de julho de 2018
MAVIOSOS e BEM FALANTES, mas NÃO me ENCANTAM
O título do post é a propósito do actual ministro da saúde, o pequenino e bem falante ministro e as suas mais recentes declarações, mas sobretudo a sua irritada declaração ainda que com sorriso sobre os alarmistas, sobre a campanha alarmista de 3 anos, que quer esconder diz ele os resultados positivos do SNS. A sua revolta, portanto, contra os empolamentos.
Será que o pequenino Adalberto tinha / tem o falecido António Arnaut como um alarmista, um homem de empolar as coisas?
É que se bem recordo, Arnaut falou e escreveu que era preciso salvar o SNS.
Mas o post também é a propósito, da ordem dos médicos, da ordem dos enfermeiros, dos auxiliares, das administrações hospitalares, das coordenações regionais e, naturalmente, de todos os partidos políticos.
E, claro, sem esquecer o PR que continua a tudo branquear - vamos aguardar, só passaram uns dias, vamos aguardar pelo próximo orçamento........
SNS! É o centro da questão mas, sobretudo, o direito dos cidadãos à saúde, a terem a tempo e horas e adequadamente o atendimento e o tratamento para os seus problemas de saúde.
E o que se vê por aí?
Tal como por outras bandas, por cá também muitos ZOMBIES (Theresa May, Britain’s zombie prime minister).
Quando se apontam casos concretos de grandes deficiências em consultas, em serviços, isso é campanha, é denegrir, é querer esconder os resultados positivos do SNS?
Adalberto Adalberto, o senhor saiu-me um bom pantomineiro.
Desde logo quando diz que em S.José foram dois ou três médicos que escreveram uma carta. Olhe que não!!!
O título do post é a propósito do actual ministro da saúde, o pequenino e bem falante ministro e as suas mais recentes declarações, mas sobretudo a sua irritada declaração ainda que com sorriso sobre os alarmistas, sobre a campanha alarmista de 3 anos, que quer esconder diz ele os resultados positivos do SNS. A sua revolta, portanto, contra os empolamentos.
Será que o pequenino Adalberto tinha / tem o falecido António Arnaut como um alarmista, um homem de empolar as coisas?
É que se bem recordo, Arnaut falou e escreveu que era preciso salvar o SNS.
Mas o post também é a propósito, da ordem dos médicos, da ordem dos enfermeiros, dos auxiliares, das administrações hospitalares, das coordenações regionais e, naturalmente, de todos os partidos políticos.
E, claro, sem esquecer o PR que continua a tudo branquear - vamos aguardar, só passaram uns dias, vamos aguardar pelo próximo orçamento........
SNS! É o centro da questão mas, sobretudo, o direito dos cidadãos à saúde, a terem a tempo e horas e adequadamente o atendimento e o tratamento para os seus problemas de saúde.
E o que se vê por aí?
Tal como por outras bandas, por cá também muitos ZOMBIES (Theresa May, Britain’s zombie prime minister).
Quando se apontam casos concretos de grandes deficiências em consultas, em serviços, isso é campanha, é denegrir, é querer esconder os resultados positivos do SNS?
Adalberto Adalberto, o senhor saiu-me um bom pantomineiro.
Desde logo quando diz que em S.José foram dois ou três médicos que escreveram uma carta. Olhe que não!!!
Olhe, por exemplo, precisar de marcar uma mamografia e ter vaga para daqui a 15 meses é o quê?
Olhe, precisar de ser operada às cataratas e receber a informação de que poderá ter consulta para verificar isso primeiro para quase dois anos depois, é o quê?
Olhe Adalberto, sei do que falo e estou muito à vontade.
Porque também já o escrevi neste bloque, no passado, por exemplo sobre, as experiências que testemunhei entre 2003 e 2010, envolvendo o magnífico trabalho do INEM em várias ocasiões, o bom atendimento / acompanhamento e os tratamentos no IPO ao longo de anos.
Mas Adalberto, se visitasse sem avisar, as urgências do hospital S. José, ou particularmente algumas unidades de saúde na Beira Alta ou na Beira Baixa, e aí verificasse o caos, ou a falta do material mais básico, talvez caísse em si e tivesse mais tento na língua.
Naturalmente, as ordens e os corporativismos, mais o BE, PCP, PSD, CDS, andam a exagerar em algumas coisas.
Mas, oh Adalberto, há realidades indesmentíveis e acima só apontei dois casos dos que conheço muito bem e, claro, quanto a investimento a sério no SNS................ Sei que em parte a coisa já vinha coxa lá de trás, mas vocês não iam resolver tudo?
E por isso me interrogo, sendo pequenino de estatura física, saberá dançar?
António Cabral (AC)
Olhe, precisar de ser operada às cataratas e receber a informação de que poderá ter consulta para verificar isso primeiro para quase dois anos depois, é o quê?
Olhe Adalberto, sei do que falo e estou muito à vontade.
Porque também já o escrevi neste bloque, no passado, por exemplo sobre, as experiências que testemunhei entre 2003 e 2010, envolvendo o magnífico trabalho do INEM em várias ocasiões, o bom atendimento / acompanhamento e os tratamentos no IPO ao longo de anos.
Mas Adalberto, se visitasse sem avisar, as urgências do hospital S. José, ou particularmente algumas unidades de saúde na Beira Alta ou na Beira Baixa, e aí verificasse o caos, ou a falta do material mais básico, talvez caísse em si e tivesse mais tento na língua.
Naturalmente, as ordens e os corporativismos, mais o BE, PCP, PSD, CDS, andam a exagerar em algumas coisas.
Mas, oh Adalberto, há realidades indesmentíveis e acima só apontei dois casos dos que conheço muito bem e, claro, quanto a investimento a sério no SNS................ Sei que em parte a coisa já vinha coxa lá de trás, mas vocês não iam resolver tudo?
E por isso me interrogo, sendo pequenino de estatura física, saberá dançar?
António Cabral (AC)
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terça-feira, 5 de junho de 2018
PORTUGUESES, dos mais SATISFEITOS (?) com o GOVERNO
Esta pérola do Público veio-me à cabeça outra vez, quando vinha no carro a chegar a casa e ouvia notícias pelo rádio.
Um grupo satisfeitíssimo com o Governo actual é o dos ferroviários.
Mais há mais.
De certeza que vou falhar e esquecer-me de vários dos "muito contentinhos" (???) com este governo, mas de imediato estou a lembrar-me de:
José Sócrates e apaniguados como a família Campos, professores, investigadores, taxistas, agentes da PSP, agentes do SEF, agentes da GNR, agentes da Polícia Marítima, militares das Forças Armadas, precários, funcionários do fisco, bombeiros, enfermeiros, médicos, funcionários auxiliares de escolas e de hospitais, arquitectos, funcionários dos museus.......uma grande parte de sindicatos,...........ai, já estou cansadinho!!!
Ah, e já para não referir familiares e amigos e conhecidos vários, que votaram neles porque agora é que se ia viver bem. Esqueceram-se de perguntar onde está o saco com dinheiro!
AC
Ps: não vou discutir a questão dos ferroviários. Tudo me parece estranho. Estranho que alguém aceite que um monstro de ferro com centenas de pessoas ou toneladas de carga tenha apenas uma pessoa responsável lá dentro, um só homem. Estranho, também, que o patético governante que apela a uma norma legal .....................de..........................................................1999. Enfim, Portugal sempre no seu melhor.
Esta pérola do Público veio-me à cabeça outra vez, quando vinha no carro a chegar a casa e ouvia notícias pelo rádio.
Um grupo satisfeitíssimo com o Governo actual é o dos ferroviários.
Mais há mais.
De certeza que vou falhar e esquecer-me de vários dos "muito contentinhos" (???) com este governo, mas de imediato estou a lembrar-me de:
José Sócrates e apaniguados como a família Campos, professores, investigadores, taxistas, agentes da PSP, agentes do SEF, agentes da GNR, agentes da Polícia Marítima, militares das Forças Armadas, precários, funcionários do fisco, bombeiros, enfermeiros, médicos, funcionários auxiliares de escolas e de hospitais, arquitectos, funcionários dos museus.......uma grande parte de sindicatos,...........ai, já estou cansadinho!!!
Ah, e já para não referir familiares e amigos e conhecidos vários, que votaram neles porque agora é que se ia viver bem. Esqueceram-se de perguntar onde está o saco com dinheiro!
AC
Ps: não vou discutir a questão dos ferroviários. Tudo me parece estranho. Estranho que alguém aceite que um monstro de ferro com centenas de pessoas ou toneladas de carga tenha apenas uma pessoa responsável lá dentro, um só homem. Estranho, também, que o patético governante que apela a uma norma legal .....................de..........................................................1999. Enfim, Portugal sempre no seu melhor.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
FORÇAS ARMADAS, POLÍCIA MARÍTIMA, BE e PCP
Sobretudo o BE, no parlamento e em Lisboa, anda sempre muito entretido com coisas muito prementes para a sociedade, para os portugueses em geral. Muito prementes, urgentes.
Tenho-me dado ao trabalho de procurar o que ao longo dos últimos tempos o BE e o PCP, cada um á sua maneira, têm procurado exigir à geringonça, sendo claro que existem áreas/ temas/ assuntos mais queridos de um ou do outro.
É um trabalho misto de interessante e vomitante, dada a natureza e demagogia de alguns temas.
Salvo melhor opinião, o PCP está mais à vontade com os assuntos respeitantes a Defesa Nacional, Forças Armadas (FA), Forças de Segurança (FS), e não é de estranhar dado o "curriculum" nessas matérias. Então no que respeita a FA sempre procuraram ser cautelosos, e creio que assim mais ou menos ainda continuam.
Isto dito, não deixa de ser para mim interessante que, gradualmente e dada a luta por zonas de influência, BE e PCP (i.e. Autoeuropa) apareçam com mais frequência com mais ou menos as mesmas reivindicações e protestos.
Parece-me ser o caso quanto aos estatutos dos militares das FA e ao desejo que têm em conseguir a separação/ corte definitivo da Polícia Marítima (PM) da Marinha de Guerra. E quanto a forças de segurança a luta prossegue também.
Num passado não muito longínquo, exigiram (exigem sempre) ao governo clarificações quanto à lei orgânica da Polícia Marítima. Posso estar enganado, mas creio que mais ou menos o Governo se tem estado nas tintas para essas pressões.
Pessoalmente, penso que bem no que respeita à Polícia Marítima, pois num País com tão escassos recursos não me parece ajuizado não aproveitar sinergias, não aproveitar recursos que podem ser utilizados em diferentes vertentes, de natureza civil e outras de natureza militar. E nem quero olhar para as duplicações formais entre a GNR com as suas "pomposas/ ridículas" lanchas (a maioria paradas e sem capacidade para mar aberto) e a Polícia Marítima.
Do que fui lendo ao longo dos anos penso que relativamente à Polícia Marítima muita postura errada do passado foi grandemente corrigida.
Portugal é um País pobre, muito pobre, e isso não deve ser perdido de vista.
Pelo que me fui interessando pelo assunto, e de que sei pouco, penso no entanto que a Marinha tem colaborado cada vez mais, dentro dos seus recursos, em missões e tarefas em que o papel predominante é de outros, como da Polícia Marítima em alguns casos, da Força Aérea, da Polícia Judiciária, ou do SEF em outros casos/ situações/ operações.
Operações, portanto, cuja responsabilidade principal não incumbe à Marinha, que faculta meios oceânicos e colabora. E isto parece-me adequado.
Do que me apercebo e particularmente nos últimos anos, os estatutos dos militares das FA têm andado em bolandas. Procurei aprofundar alguma coisa mas, para quem não é jurista nem versado nesta matérias e particularmente em questões de carreiras e quadros sejam militares ou de outras profissões, a investigação não é fácil.
Até porque não é preciso ser jurista nem especialista destas matérias de recursos humanos para ficar com a noção clara de que mexer em quadros e carreiras tem que ser com pinças.
Uma coisa tenho como certa, houve muita contestação por parte de militares e de associações de militares ao estatuto gizado pela equipa do ex-ministro Aguiar hífen Branco.
Creio que vários dos protestos terão alguma razão de ser.
Parece-me que a questão dos estatutos dos militares continua em bolandas.
De entre os protestos que julgo encontrei por parte do PCP à questão estatutos, um prendia-se com a questão - isenção política - a que os militares estão obrigados. Defendem uma isenção partidária.
Bem, não tenho a menor dúvida que militares e militarizados não podem ter filiação partidária enquanto estiverem no activo, enquanto não passarem à reserva/ reforma.
É para mim evidente que isso não impede que cada militar e cada militarizado (que não deixam de ser cidadãos) tenham as suas opiniões, os seus entendimentos sobre a sociedade e a envolvente, até porque votam como qualquer outro dos seus concidadãos no quadro das leis em vigor.
Mas enfim, tema a seguir com atenção.
Um dos imensos temas a que a comunicação social nada dedica tempo de investigação, séria, isenta, profunda. E por isso muita falácia, muita demagogia, muitos aproveitamentos por certas pessoas.
É o que temos, mas poucos merecemos.
António Cabral
Sobretudo o BE, no parlamento e em Lisboa, anda sempre muito entretido com coisas muito prementes para a sociedade, para os portugueses em geral. Muito prementes, urgentes.
Tenho-me dado ao trabalho de procurar o que ao longo dos últimos tempos o BE e o PCP, cada um á sua maneira, têm procurado exigir à geringonça, sendo claro que existem áreas/ temas/ assuntos mais queridos de um ou do outro.
É um trabalho misto de interessante e vomitante, dada a natureza e demagogia de alguns temas.
Salvo melhor opinião, o PCP está mais à vontade com os assuntos respeitantes a Defesa Nacional, Forças Armadas (FA), Forças de Segurança (FS), e não é de estranhar dado o "curriculum" nessas matérias. Então no que respeita a FA sempre procuraram ser cautelosos, e creio que assim mais ou menos ainda continuam.
Isto dito, não deixa de ser para mim interessante que, gradualmente e dada a luta por zonas de influência, BE e PCP (i.e. Autoeuropa) apareçam com mais frequência com mais ou menos as mesmas reivindicações e protestos.
Parece-me ser o caso quanto aos estatutos dos militares das FA e ao desejo que têm em conseguir a separação/ corte definitivo da Polícia Marítima (PM) da Marinha de Guerra. E quanto a forças de segurança a luta prossegue também.
Num passado não muito longínquo, exigiram (exigem sempre) ao governo clarificações quanto à lei orgânica da Polícia Marítima. Posso estar enganado, mas creio que mais ou menos o Governo se tem estado nas tintas para essas pressões.
Pessoalmente, penso que bem no que respeita à Polícia Marítima, pois num País com tão escassos recursos não me parece ajuizado não aproveitar sinergias, não aproveitar recursos que podem ser utilizados em diferentes vertentes, de natureza civil e outras de natureza militar. E nem quero olhar para as duplicações formais entre a GNR com as suas "pomposas/ ridículas" lanchas (a maioria paradas e sem capacidade para mar aberto) e a Polícia Marítima.
Do que fui lendo ao longo dos anos penso que relativamente à Polícia Marítima muita postura errada do passado foi grandemente corrigida.
Portugal é um País pobre, muito pobre, e isso não deve ser perdido de vista.
Pelo que me fui interessando pelo assunto, e de que sei pouco, penso no entanto que a Marinha tem colaborado cada vez mais, dentro dos seus recursos, em missões e tarefas em que o papel predominante é de outros, como da Polícia Marítima em alguns casos, da Força Aérea, da Polícia Judiciária, ou do SEF em outros casos/ situações/ operações.
Operações, portanto, cuja responsabilidade principal não incumbe à Marinha, que faculta meios oceânicos e colabora. E isto parece-me adequado.
Do que me apercebo e particularmente nos últimos anos, os estatutos dos militares das FA têm andado em bolandas. Procurei aprofundar alguma coisa mas, para quem não é jurista nem versado nesta matérias e particularmente em questões de carreiras e quadros sejam militares ou de outras profissões, a investigação não é fácil.
Até porque não é preciso ser jurista nem especialista destas matérias de recursos humanos para ficar com a noção clara de que mexer em quadros e carreiras tem que ser com pinças.
Uma coisa tenho como certa, houve muita contestação por parte de militares e de associações de militares ao estatuto gizado pela equipa do ex-ministro Aguiar hífen Branco.
Creio que vários dos protestos terão alguma razão de ser.
Parece-me que a questão dos estatutos dos militares continua em bolandas.
De entre os protestos que julgo encontrei por parte do PCP à questão estatutos, um prendia-se com a questão - isenção política - a que os militares estão obrigados. Defendem uma isenção partidária.
Bem, não tenho a menor dúvida que militares e militarizados não podem ter filiação partidária enquanto estiverem no activo, enquanto não passarem à reserva/ reforma.
É para mim evidente que isso não impede que cada militar e cada militarizado (que não deixam de ser cidadãos) tenham as suas opiniões, os seus entendimentos sobre a sociedade e a envolvente, até porque votam como qualquer outro dos seus concidadãos no quadro das leis em vigor.
Mas enfim, tema a seguir com atenção.
Um dos imensos temas a que a comunicação social nada dedica tempo de investigação, séria, isenta, profunda. E por isso muita falácia, muita demagogia, muitos aproveitamentos por certas pessoas.
É o que temos, mas poucos merecemos.
António Cabral
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
ZARA
A Zara, é um conhecido potentado espanhol particularmente na área do vestuário, têxtil, adereços, etc.
Vem isto a propósito de uma conversa deste fim de tarde com uma grande amiga que, para lá de falarmos das nossas famílias e particularmente netos dos dois lados, se conversou um pouco sobre a nossa envolvente e sobre a sociedade portuguesa do presente.
Porque nortenha, falou-me das fábricas que vão sendo encerradas.
Disse-me ela, que não tem sido surpresa alguma certos encerramentos.
E mais, que a Zara, que teve contractos com diversas PME nacionais, terá já acabado com tudo. Tudo, no que respeita a por cá laborarem para a grande Zara.
Devo estar cego, mas creio não me ter apercebido de nada nos media nacionais nem restolhada por parte de arménio Carlos ou o colega da UGT. Uma coisa é certa, esta minha amiga, ao longo dos anos nunca me deu informações erradas.
Como por exemplo, o engraçado que é verificar que em certas auto-estradas sobretudo lá para cima, alguma saídas irem dar tão pertinho de residências de certas elites. Na A23 também há disso.
AC
A Zara, é um conhecido potentado espanhol particularmente na área do vestuário, têxtil, adereços, etc.
Vem isto a propósito de uma conversa deste fim de tarde com uma grande amiga que, para lá de falarmos das nossas famílias e particularmente netos dos dois lados, se conversou um pouco sobre a nossa envolvente e sobre a sociedade portuguesa do presente.
Porque nortenha, falou-me das fábricas que vão sendo encerradas.
Disse-me ela, que não tem sido surpresa alguma certos encerramentos.
E mais, que a Zara, que teve contractos com diversas PME nacionais, terá já acabado com tudo. Tudo, no que respeita a por cá laborarem para a grande Zara.
Devo estar cego, mas creio não me ter apercebido de nada nos media nacionais nem restolhada por parte de arménio Carlos ou o colega da UGT. Uma coisa é certa, esta minha amiga, ao longo dos anos nunca me deu informações erradas.
Como por exemplo, o engraçado que é verificar que em certas auto-estradas sobretudo lá para cima, alguma saídas irem dar tão pertinho de residências de certas elites. Na A23 também há disso.
AC
sexta-feira, 9 de junho de 2017
OS JUÍZES em PORTUGAL
Os juízes constituíram em tempos que lá vão um sindicato. Dada a realidade desde aí, posso concluir que ninguém achou mal, entendeu mal a situação e assim continua dados os magníficos silêncios da gentinha do costume.
Eu achei péssimo, e sintomático daquilo em que, gradualmente, aqueles titulares de um órgão de soberania se vão transformando. Os vão deixando transformar.
Hoje, uma das boas leituras que fiz foi a do artigo de Jorge Miranda no Público, em que, com profundidade, demonstra a vergonhosa coisa, designadamente a história da greve.
Diz ele - "Os juízes não têm direito à greveOs juízes não são empregados do Estado. Eles são — como o Presidente da República, os deputados e os ministros — o Estado a agir".
Depois escalpeliza em límpido português, o que na CRP respeita ao órgão de soberania, explica de forma cristalina porque não têm aquelas senhoras e aqueles senhores direito à greve.
Diz ainda - os juízes não são trabalhadores subordinados. Não se acham em qualquer situação aproximável da dos trabalhadores das empresas privadas ou da Administração Pública. Investidos na titularidade de órgãos de soberania, encontram-se perante o Estado numa relação de identificação. Não são empregados do Estado. Eles são — como o Presidente da República, os deputados e os ministros — o Estado a agir"......
E ainda....."Uma greve dos juízes traria o risco de deslegitimar a tarefa essencial do Estado de administração da justiça e, desde logo, de deslegitimar os juízes perante a comunidade".
O que é deplorável é ver o agachamento dos outros titulares de órgãos de soberania, perante uma ameaça de greve que me parece ter, talvez, NADA de base constitucional e legal.
Esgotam-se, como é costume, em viagens, inaugurações, em assobiar para o lado, ou em má criações ou em afectos.
Portugal merecia bem melhor.
Mas se calhar sou eu que estou profundamente enganado.
AC
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sábado, 29 de abril de 2017
FORÇAS de SEGURANÇA e SINDICALISMO
Há pouco tempo a ministra da Administração Interna foi à AR e terá causado (??) algum escândalo.
Disse ela, e até agora não reparei que isso tenha sido refutado pelos inúmeros e inefáveis sindicatos da PSP, - 88 polícias faltam todos os dias ao trabalho para funções sindicais e num ano houve 31 mil faltas sindicais.
Os números são eloquentes, assustadores.
Eu digo mesmo, são pornográficos, mas a isto, o próprio PM António Costa nada diz, os geringonças todos pouco ou nada dizem.
O comentador mor nada diz, também!
Estão todos irmanados na pouca vergonha, os comentadores encartados com avenças nos OCS, os comentadores mais assanhados da AR, o intrujão - mor e o comentador - mor que diariamente fala mais que uma vez caladinho ficou.
Sobre este último, porque consequência da estrita separação de poderes, TÁ CLARO.
E assim segue Portugal, cantando e rindo.
A propósito de rir, já dei uma gargalhada mal abri o computador: o sr Crato, ex da Educação, diz que Passos é herói nacional.
Panteão JÁ, para ele, para o afectuoso, para Catarina e Mortágua, para Costa, Jerónimo, Heloísa, ETC. LINDO
AC
Há pouco tempo a ministra da Administração Interna foi à AR e terá causado (??) algum escândalo.
Disse ela, e até agora não reparei que isso tenha sido refutado pelos inúmeros e inefáveis sindicatos da PSP, - 88 polícias faltam todos os dias ao trabalho para funções sindicais e num ano houve 31 mil faltas sindicais.
Os números são eloquentes, assustadores.
Eu digo mesmo, são pornográficos, mas a isto, o próprio PM António Costa nada diz, os geringonças todos pouco ou nada dizem.
O comentador mor nada diz, também!
Estão todos irmanados na pouca vergonha, os comentadores encartados com avenças nos OCS, os comentadores mais assanhados da AR, o intrujão - mor e o comentador - mor que diariamente fala mais que uma vez caladinho ficou.
Sobre este último, porque consequência da estrita separação de poderes, TÁ CLARO.
E assim segue Portugal, cantando e rindo.
A propósito de rir, já dei uma gargalhada mal abri o computador: o sr Crato, ex da Educação, diz que Passos é herói nacional.
Panteão JÁ, para ele, para o afectuoso, para Catarina e Mortágua, para Costa, Jerónimo, Heloísa, ETC. LINDO
AC
domingo, 19 de março de 2017
Sinal de vida
O chefe determinou para 18 de Abril próximo, em Lisboa, uma concentração nacional de professores e educadores para reivindicar a resolução de vários problemas no setor.
Ainda bem, eu já andava preocupado com o silêncio.
Atenção, é uma concentração, porque com a geringonça não se fazem greves! Prontosss!
AC
O chefe determinou para 18 de Abril próximo, em Lisboa, uma concentração nacional de professores e educadores para reivindicar a resolução de vários problemas no setor.
Ainda bem, eu já andava preocupado com o silêncio.
Atenção, é uma concentração, porque com a geringonça não se fazem greves! Prontosss!
AC
terça-feira, 2 de agosto de 2016
APROPÓSITO da ESCOLA PÚBLICA e ESCOLA PRIVADA:
- A INDEPENDÊNCIA DOS PODERES
- OS JUÍZES
- OS GERINGONÇOS E GERINGONÇAS
Em tempo oportuno escrevi algumas palavras acerca deste tema. Espero ter deixado clara a minha posição que se poderá resumir de uma forma brutal no seguinte:
- apesar do que estipula a CRP, e até por razões históricas, o País ainda hoje tem uma cobertura deficiente no que se refere a escolas públicas;
- uma das áreas onde a CGTP e PCP continuam a ter muito poder e querem mantê-lo é exactamente no seio dos sindicatos dos professores;
- também por razões históricas mas também fruto das últimas 40 décadas, muitos foram criando escolas privadas, e dessas, muitas não terão vivido à conta da teta do Estado mas muitas foram fruindo o negócio e mamando;
- por fim, a coberto da CRP, uma boa parte da geringonça anda a aplicar os métodos da I República.
O resultado disto só pode ser mau.
Claro que depois das várias manifestações de um e outro lado, recorrendo a crianças e jovens em ambos os lados, partiram para a justiça.
Resultado, parece-me que a balbúrdia é e será grande.
Mas uma das coisas interessantes, é ver agora, segundo os jornais, o ministro e outros a gritarem que os juízes são parciais. Porquê? Porque estão a aparecer decisões contrárias às decisões do ministro e da sua inefável secretária de estado, e da CGTP e Mário Nogueira.
Antes de mais e para que fique claro, conheço dois juízes.
Sendo duas árvores não são a floresta.
Mas, juntando estas árvores, melhor, o que fui verificando ao longo dos anos, com o que se foi sabendo depois do 25 de Abril acerca das magistraturas, e vendo o resultado prático da justiça portuguesa, tenho uma péssima impressão dos juízes, e sobretudo dos juristas que ao longo dos últimos 35 anos foram construindo a teia nojenta legislativa cheia de alçapões que hoje permite a banditagem andar aí descarada e impune.
Isto dito, cada vez acho mais graça aos meninos e meninas que quando a coisa não lhes corre bem gritam contra a parcialidade dos juízes.
Quando é a favor deles, aí está a funcionar a independência de poderes, como é próprio do estado de direito.
Ou seja, ora está direito ora está torto.
Isto está cada vez melhor.
Talvez a solução esteja naquelas reuniões fabulosas de Verão promovidas pelo BE e anunciadas pelos OCS de referência!!!!!!!!!!!!!
ACunal decide a favor de duas escolas com contrato de
- A INDEPENDÊNCIA DOS PODERES
- OS JUÍZES
- OS GERINGONÇOS E GERINGONÇAS
Em tempo oportuno escrevi algumas palavras acerca deste tema. Espero ter deixado clara a minha posição que se poderá resumir de uma forma brutal no seguinte:
- apesar do que estipula a CRP, e até por razões históricas, o País ainda hoje tem uma cobertura deficiente no que se refere a escolas públicas;
- uma das áreas onde a CGTP e PCP continuam a ter muito poder e querem mantê-lo é exactamente no seio dos sindicatos dos professores;
- também por razões históricas mas também fruto das últimas 40 décadas, muitos foram criando escolas privadas, e dessas, muitas não terão vivido à conta da teta do Estado mas muitas foram fruindo o negócio e mamando;
- por fim, a coberto da CRP, uma boa parte da geringonça anda a aplicar os métodos da I República.
O resultado disto só pode ser mau.
Claro que depois das várias manifestações de um e outro lado, recorrendo a crianças e jovens em ambos os lados, partiram para a justiça.
Resultado, parece-me que a balbúrdia é e será grande.
Mas uma das coisas interessantes, é ver agora, segundo os jornais, o ministro e outros a gritarem que os juízes são parciais. Porquê? Porque estão a aparecer decisões contrárias às decisões do ministro e da sua inefável secretária de estado, e da CGTP e Mário Nogueira.
Antes de mais e para que fique claro, conheço dois juízes.
Sendo duas árvores não são a floresta.
Mas, juntando estas árvores, melhor, o que fui verificando ao longo dos anos, com o que se foi sabendo depois do 25 de Abril acerca das magistraturas, e vendo o resultado prático da justiça portuguesa, tenho uma péssima impressão dos juízes, e sobretudo dos juristas que ao longo dos últimos 35 anos foram construindo a teia nojenta legislativa cheia de alçapões que hoje permite a banditagem andar aí descarada e impune.
Isto dito, cada vez acho mais graça aos meninos e meninas que quando a coisa não lhes corre bem gritam contra a parcialidade dos juízes.
Quando é a favor deles, aí está a funcionar a independência de poderes, como é próprio do estado de direito.
Ou seja, ora está direito ora está torto.
Isto está cada vez melhor.
Talvez a solução esteja naquelas reuniões fabulosas de Verão promovidas pelo BE e anunciadas pelos OCS de referência!!!!!!!!!!!!!
ACunal decide a favor de duas escolas com contrato de
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sexta-feira, 13 de maio de 2016
Escola pública, Escola privada
1. Repetindo-me, tento sempre nunca esquecer que comentar sem conhecer todas as vertentes de um dado assunto é sempre arriscado. Como estou numa sociedade em que, de todos os lados das várias barricadas que erguem, nunca contam as verdades todas, mais uma vez vou arriscar. Como se pode retirar do que se ouve e lê desde há várias semanas, uns ocultam partes das questões e dos antecedentes, outros disfarçam ou mesmo escondem vigarices, outros mentem mesmo. Com ideologia, sem ideologia, sem inocência nenhuma. E total ausência de vergonha.
2. Estabelece a CRP, no seu Art. 9º, (Tarefas fundamentais do Estado), na alínea f) - Assegurar o ensino e valorização permanente, defender o uso e promover a difusão internacional da língua portuguesa; Mais à frente, no Art. 43º, nos nºs:
1º. É garantida a liberdade de aprender e ensinar.
2º. O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas, ou religiosas.
3º. O ensino público não será confessional.
4º. É garantido o direito de criação de escolas particulares e cooperativas.
No Art. 74º, nº 2, alínea a) - Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar; alínea f) - inserir as escolas nas comunidades que servem….......
3. Penso que se deve recordar, ter presente, para ponderar sobre o assunto:
a. Como era a rede escolar antes do 25 de Abril de 1974? No mínimo, deficiente, e com largas camadas da população sem acesso ao ensino.
b. O que se atingiu até ao presente.
c. O que a demografia, ou seja, o decrescente número de crianças, alterou no nosso País; menos alunos, e as inevitáveis consequências: menos turmas, necessidade de menos professores, necessidade de reafectar recursos.
d. Que foram fechando escolas ano após ano, como fizeram vários ministros incluindo socialistas, e particularmente Maria de Lurdes Rodrigues, que parece não pensar exactamente como o seu antecessor Marçal Grilo.
e. Que existem colégios em determinadas zonas do centro e sobretudo Norte do País Continental que datam de antes de 25 de Abril. E outros surgiram depois.
f. Que existem colégios particulares ligados à Igreja Católica, mas outros não.
g. Que existem colégios que prosseguem o seu caminho naquilo que eu designaria pelo campo da decência.
h. Que parece existir negociatas escandalosas neste âmbito, como já foi desmascarado por exemplo na TVI acerca do grupo GPS e, de acordo com o que me recordo, envolvendo gentinha ligada a vários partidos, inclusive notáveis do PS.
i. Que foram construindo escolas públicas onde não as havia e só havia escolas privadas.
j. Que algumas privadas terão sido construídas por quem provavelmente tinha tido responsabilidades no Ministério da Educação ou por alguém ligado a essas pessoas. Descobriram um furo!!
k. Que existem escolas públicas com bons resultados, outras com fracos. Idem para as escolas privadas.
l. Que nos professores, a CGTP sempre teve um dos seus bastiões. Presumo que a influência deve ser muito menor em relação aos docentes que ensinam no privado, o que muito deve irritar a CGTP, e o que acumula com a irritação resultante de menor sindicalização e de menos professores no activo.
m. Apesar de calada no início deste “tumulto”, a Igreja Católica começa a posicionar-se.
n. Parece-me verdadeiro o argumento de que o contribuinte paga a escola pública e também a privada, pois existindo os tais contratos de associação, sai dinheiro do OE. Mas o inverso parece-me igualmente verdadeiro, pois quem tem os filhos na privada paga na mesma as escolas públicas através dos impostos.
o. O PM garantiu ontem na TV que os contratos serão mantidos. Não vi, mas parece que disse qualquer coisa como, por exemplo, se uma criança está no 7º ano, vai manter-se o contrato e ela acabará o 8º e o 9º! E então, não acaba nessa privada o 9º, 10º, 11º, 12º?
Pois é!!!!
p. Há os que sonham, muito, e por ideologia defendem a escola pública mas,.........entretanto, pagam escolas privadas aos filhos. Mas sonham! Tal como no passado, os governantes que gritavam aos ventos a favor da escola pública mas metiam os filhos nas escolas privadas!
q. Parece-me claro que, se não houvesse contratos de associação, as mensalidades nos privados seriam ainda mais elevadas e, nesse caso, só os abastados lá podiam colocar os filhos.
r. Há liberdade de escolha apenas entre escolas públicas? Não há, o sistema não permite.
s. Há liberdade de escolha apenas entre escolas privadas? Há.
t. Será de apoiar uma escola privada com longa história e enraizamento comunitário?
u. Que pensar das contas, dos custos por turma, que em cada lado da barricada se avançam para confundir o cidadão comum?
v. Que escolhas criteriosas como alguns defendem, para eleger a melhor escola, em locais onde comprovadamente não existem alunos suficientes para as infra-estruturas todas entretanto edificadas?
x. Não foi erigido na escola pública um sistema que entre muitas outras coisas consagra os horários zero, e onde sindicalistas o são por anos e anos consecutivos, não dando se calhar aulas porque andam sempre em trabalho político?
y. O que permite a Concordata quanto a estabelecimentos de ensino?
w. A concorrência é salutar ou não?
4. As opiniões são para se respeitar, eu respeito as outras. Que concluir? Concluo que:
a. Em primeiro lugar que todos defendem o seu campo. BE, PCP, PEV, PS, dizendo defender a CRP (??) mas defendem sobretudo as suas posições sindicais e, parece-me, do que li em documentação relativa aos trabalhos da Constituinte, que agora estão a procurar levar à prática o que nessa altura pouco ou não conseguiram. O BE então anda numa campanha demagógica radical.
Por exemplo, a CRP estabeleceu em 1976 apenas - que o Estado fiscaliza o ensino particular supletivo do ensino público. Ora actualmente o normativo é diferente (ver o parágrafo 2 supra).
E é conhecida a angústia do PCP e do BE quanto às alterações efectuadas depois de 1976.
b. É aliás interessante verificar posições de certos Constituintes, em que se degladiaram quanto ao termo supletivo, e em afirmações noutras discussões como - o fim último da revolução, a construção de uma sociedade socialista ........em que a garantia dos direitos fundamentais deve ser assegurada da forma mais compatível com os interesses da sociedade.......não concordamos com a consagração de um direito fundamental à criação de escolas privadas.
c. Conhecendo alguma coisa dos portugueses, conhecendo muitos burocratas, tendo alguma noção do que tem sido o Ministério da Educação designadamente de 1991 para cá, não acredito que o Ministério tenha apurado com rigor/conheça o que custa, cada escola secundária do País, cada escola primária, cada faculdade. Até porque, à boa maneira de certos senhores, não contabilizam ou contabilizam mal certos parâmetros.
Em todo o lado se tem de levar em conta: os salários dos professores, os dos restantes funcionários, a electricidade, a água consumida, as lâmpadas e sobressalentes mais diversos consumidos, o papel, os consumíveis das mais variadas máquinas, as horas extraordinárias mensais, o aluguer de viaturas, a manutenção dos mais diversos equipamentos e das instalações, a substituição de material escolar e de material desportivo, etc. Em síntese, tenho as maiores dúvidas sobre as contas relativas à escola pública, mostradas tão abaixo das contas/ custos das escolas privadas.
d. Ainda quanto a custos, creio andar perto da falácia esta coisa dos custos. O que quero dizer é que, se de há anos o ME estabeleceu um custo por turma de 20/22 alunos para atribuir o subsídio no âmbito do contrato, aliás ajustado ao longo do tempo, então não é de esperar que ao fechar hipoteticamente turmas/escolas privadas e passar os alunos para a pública, o custo na privada passa automaticamente para a pública, não há portanto poupança nenhuma?
e. Creio que uma parte dos colégios, particularmente aqueles como os que foram denunciados estarem numa rede/ grupo muito questionável, está a movimentar-se em todos os níveis, até porque tem imensas ligações, ao que parece, pelo menos aos partidos do antigo arco da governação.
f. Parece-me, por outro lado, que existem em várias partes do País Continental situações anacrónicas no que respeita à concentração de escolas em zonas de cidades e não só muito restritas. Como foi possível? Uma resposta pertinente será porque os interesses de construtores, certos interesses privados ligados ao ensino, a isso levaram.
Mas talvez não só. Pode ter havido quem laboriosamente teceu uma malha no passado e que agora está prestes a dar frutos: construir mesmo não havendo gente para lá meter. E por isso foram fechando escolas. Agora, toca de fechar privados. Será?
g. Por outro lado ainda, creio muito razoável que o governo comece a acabar com certas negociatas. Porém, acabar com essas negociatas, não devia significar fechar tudo o que for privado.
h. Qual vai ser o resultado disto? Não sei, não sou adivinho.
Mas desde já acho curioso, no mínimo, este ataque cerrado a escolas privadas quando, aparentemente, existem cerca de 500 em todo o País e apenas 79, repito, 79, têm contratos de associação. Não é estranho tudo isto?
i. Bem, se calhar não é nada estranho, quando se lê atentamente certos constituintes que raivosamente se opuseram a que ficasse consagrado na CRP 1976 o direito efectivo de pessoas famílias e grupos quanto a ensino privado.
Ensino privado que, obviamente para mim, não pode nunca deixar de ser rigorosamente fiscalizado e proceder integralmente de acordo com as várias normas definidas pelo Ministério de Educação. Mas vale a pena continuar a construir escolas públicas em certas zonas, só porque a CRP estabelece o que estabelece? Tenho dúvidas que num País com as dificuldades do nosso isso deva prosseguir.
j. Conclusão final: mais uma geringonçada, ainda que se deva (já devia ter sido) corrigir as pouca vergonhas que estejam no terreno. Mas deixem-se de ataques à igreja católica e a privados que cumpram escrupulosamente com as normas que o Estado, constitucionalmente, tem o dever de impor. E ainda quanto aos contratos, andam por aí os do costume com a sua habitual superioridade intelectual a dizer que têm base ostensivamente ilegal. Ilegal? Se me disserem que prosseguem linha diferente do PCP, do BE, aí percebo o argumento. Se forem ilegais, rapidamente os tribunais o confirmarão. Mas parece que o ME não quer ir por aí, porque será?
AC
1º. É garantida a liberdade de aprender e ensinar.
2º. O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas, ou religiosas.
3º. O ensino público não será confessional.
4º. É garantido o direito de criação de escolas particulares e cooperativas.
No Art. 74º, nº 2, alínea a) - Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar; alínea f) - inserir as escolas nas comunidades que servem….......
No Art. 75º nº 1 - O Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população, e no nº 2 - O Estado reconhece e fiscaliza o ensino particular e cooperativo nos termos da lei.
3. Penso que se deve recordar, ter presente, para ponderar sobre o assunto:
a. Como era a rede escolar antes do 25 de Abril de 1974? No mínimo, deficiente, e com largas camadas da população sem acesso ao ensino.
b. O que se atingiu até ao presente.
c. O que a demografia, ou seja, o decrescente número de crianças, alterou no nosso País; menos alunos, e as inevitáveis consequências: menos turmas, necessidade de menos professores, necessidade de reafectar recursos.
d. Que foram fechando escolas ano após ano, como fizeram vários ministros incluindo socialistas, e particularmente Maria de Lurdes Rodrigues, que parece não pensar exactamente como o seu antecessor Marçal Grilo.
e. Que existem colégios em determinadas zonas do centro e sobretudo Norte do País Continental que datam de antes de 25 de Abril. E outros surgiram depois.
f. Que existem colégios particulares ligados à Igreja Católica, mas outros não.
g. Que existem colégios que prosseguem o seu caminho naquilo que eu designaria pelo campo da decência.
h. Que parece existir negociatas escandalosas neste âmbito, como já foi desmascarado por exemplo na TVI acerca do grupo GPS e, de acordo com o que me recordo, envolvendo gentinha ligada a vários partidos, inclusive notáveis do PS.
i. Que foram construindo escolas públicas onde não as havia e só havia escolas privadas.
j. Que algumas privadas terão sido construídas por quem provavelmente tinha tido responsabilidades no Ministério da Educação ou por alguém ligado a essas pessoas. Descobriram um furo!!
k. Que existem escolas públicas com bons resultados, outras com fracos. Idem para as escolas privadas.
l. Que nos professores, a CGTP sempre teve um dos seus bastiões. Presumo que a influência deve ser muito menor em relação aos docentes que ensinam no privado, o que muito deve irritar a CGTP, e o que acumula com a irritação resultante de menor sindicalização e de menos professores no activo.
m. Apesar de calada no início deste “tumulto”, a Igreja Católica começa a posicionar-se.
n. Parece-me verdadeiro o argumento de que o contribuinte paga a escola pública e também a privada, pois existindo os tais contratos de associação, sai dinheiro do OE. Mas o inverso parece-me igualmente verdadeiro, pois quem tem os filhos na privada paga na mesma as escolas públicas através dos impostos.
o. O PM garantiu ontem na TV que os contratos serão mantidos. Não vi, mas parece que disse qualquer coisa como, por exemplo, se uma criança está no 7º ano, vai manter-se o contrato e ela acabará o 8º e o 9º! E então, não acaba nessa privada o 9º, 10º, 11º, 12º?
Pois é!!!!
p. Há os que sonham, muito, e por ideologia defendem a escola pública mas,.........entretanto, pagam escolas privadas aos filhos. Mas sonham! Tal como no passado, os governantes que gritavam aos ventos a favor da escola pública mas metiam os filhos nas escolas privadas!
q. Parece-me claro que, se não houvesse contratos de associação, as mensalidades nos privados seriam ainda mais elevadas e, nesse caso, só os abastados lá podiam colocar os filhos.
r. Há liberdade de escolha apenas entre escolas públicas? Não há, o sistema não permite.
s. Há liberdade de escolha apenas entre escolas privadas? Há.
t. Será de apoiar uma escola privada com longa história e enraizamento comunitário?
u. Que pensar das contas, dos custos por turma, que em cada lado da barricada se avançam para confundir o cidadão comum?
v. Que escolhas criteriosas como alguns defendem, para eleger a melhor escola, em locais onde comprovadamente não existem alunos suficientes para as infra-estruturas todas entretanto edificadas?
x. Não foi erigido na escola pública um sistema que entre muitas outras coisas consagra os horários zero, e onde sindicalistas o são por anos e anos consecutivos, não dando se calhar aulas porque andam sempre em trabalho político?
y. O que permite a Concordata quanto a estabelecimentos de ensino?
w. A concorrência é salutar ou não?
4. As opiniões são para se respeitar, eu respeito as outras. Que concluir? Concluo que:
a. Em primeiro lugar que todos defendem o seu campo. BE, PCP, PEV, PS, dizendo defender a CRP (??) mas defendem sobretudo as suas posições sindicais e, parece-me, do que li em documentação relativa aos trabalhos da Constituinte, que agora estão a procurar levar à prática o que nessa altura pouco ou não conseguiram. O BE então anda numa campanha demagógica radical.
Por exemplo, a CRP estabeleceu em 1976 apenas - que o Estado fiscaliza o ensino particular supletivo do ensino público. Ora actualmente o normativo é diferente (ver o parágrafo 2 supra).
E é conhecida a angústia do PCP e do BE quanto às alterações efectuadas depois de 1976.
b. É aliás interessante verificar posições de certos Constituintes, em que se degladiaram quanto ao termo supletivo, e em afirmações noutras discussões como - o fim último da revolução, a construção de uma sociedade socialista ........em que a garantia dos direitos fundamentais deve ser assegurada da forma mais compatível com os interesses da sociedade.......não concordamos com a consagração de um direito fundamental à criação de escolas privadas.
c. Conhecendo alguma coisa dos portugueses, conhecendo muitos burocratas, tendo alguma noção do que tem sido o Ministério da Educação designadamente de 1991 para cá, não acredito que o Ministério tenha apurado com rigor/conheça o que custa, cada escola secundária do País, cada escola primária, cada faculdade. Até porque, à boa maneira de certos senhores, não contabilizam ou contabilizam mal certos parâmetros.
Em todo o lado se tem de levar em conta: os salários dos professores, os dos restantes funcionários, a electricidade, a água consumida, as lâmpadas e sobressalentes mais diversos consumidos, o papel, os consumíveis das mais variadas máquinas, as horas extraordinárias mensais, o aluguer de viaturas, a manutenção dos mais diversos equipamentos e das instalações, a substituição de material escolar e de material desportivo, etc. Em síntese, tenho as maiores dúvidas sobre as contas relativas à escola pública, mostradas tão abaixo das contas/ custos das escolas privadas.
d. Ainda quanto a custos, creio andar perto da falácia esta coisa dos custos. O que quero dizer é que, se de há anos o ME estabeleceu um custo por turma de 20/22 alunos para atribuir o subsídio no âmbito do contrato, aliás ajustado ao longo do tempo, então não é de esperar que ao fechar hipoteticamente turmas/escolas privadas e passar os alunos para a pública, o custo na privada passa automaticamente para a pública, não há portanto poupança nenhuma?
e. Creio que uma parte dos colégios, particularmente aqueles como os que foram denunciados estarem numa rede/ grupo muito questionável, está a movimentar-se em todos os níveis, até porque tem imensas ligações, ao que parece, pelo menos aos partidos do antigo arco da governação.
f. Parece-me, por outro lado, que existem em várias partes do País Continental situações anacrónicas no que respeita à concentração de escolas em zonas de cidades e não só muito restritas. Como foi possível? Uma resposta pertinente será porque os interesses de construtores, certos interesses privados ligados ao ensino, a isso levaram.
Mas talvez não só. Pode ter havido quem laboriosamente teceu uma malha no passado e que agora está prestes a dar frutos: construir mesmo não havendo gente para lá meter. E por isso foram fechando escolas. Agora, toca de fechar privados. Será?
g. Por outro lado ainda, creio muito razoável que o governo comece a acabar com certas negociatas. Porém, acabar com essas negociatas, não devia significar fechar tudo o que for privado.
h. Qual vai ser o resultado disto? Não sei, não sou adivinho.
Mas desde já acho curioso, no mínimo, este ataque cerrado a escolas privadas quando, aparentemente, existem cerca de 500 em todo o País e apenas 79, repito, 79, têm contratos de associação. Não é estranho tudo isto?
i. Bem, se calhar não é nada estranho, quando se lê atentamente certos constituintes que raivosamente se opuseram a que ficasse consagrado na CRP 1976 o direito efectivo de pessoas famílias e grupos quanto a ensino privado.
Ensino privado que, obviamente para mim, não pode nunca deixar de ser rigorosamente fiscalizado e proceder integralmente de acordo com as várias normas definidas pelo Ministério de Educação. Mas vale a pena continuar a construir escolas públicas em certas zonas, só porque a CRP estabelece o que estabelece? Tenho dúvidas que num País com as dificuldades do nosso isso deva prosseguir.
j. Conclusão final: mais uma geringonçada, ainda que se deva (já devia ter sido) corrigir as pouca vergonhas que estejam no terreno. Mas deixem-se de ataques à igreja católica e a privados que cumpram escrupulosamente com as normas que o Estado, constitucionalmente, tem o dever de impor. E ainda quanto aos contratos, andam por aí os do costume com a sua habitual superioridade intelectual a dizer que têm base ostensivamente ilegal. Ilegal? Se me disserem que prosseguem linha diferente do PCP, do BE, aí percebo o argumento. Se forem ilegais, rapidamente os tribunais o confirmarão. Mas parece que o ME não quer ir por aí, porque será?
AC
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
A divergência de opiniões é legítima, não é?
Cá vai a minha, acerca do poder negocial, das condições de trabalho, da greve, dos sindicatos, sobretudo da CGTP. As 35 horas!
O que está em causa?
> Más condições de trabalho em certos sectores da vida nacional? Certamente que haverá.
> Salários baixos? Certamente que existem.
> Problemas com as despesas do Estado? Obviamente.
> Isto preocupa a CGTP? NADA.
> O que a preocupa então?
> É arranjar um sistema em que vários aufiram mais à custa das horas extraordinárias.
> Ah, mas nas empresas privadas trabalham muitas vezes fora do horário normal, etc!!
> Porque são burros, estivessem sindicalizados, ora essa!
> Mas, então, e o brutal aumento da despesa pública?
> Quero lá saber, eles emprestam!!!!!!
> Toca mas é a introduzir soluções, e atender apenas a datas indicativas!!!!!!!
AC
PS: antes de me chamarem nomes, deixem dizer-vos porque no essencial afirmo o supra mencionado.
Conheço bem três Câmaras Municipais na região da grande Lisboa, e uma na Beira-Baixa. Em todas existem funcionários decentes. Mas uma grande parte não quer fazer as 35 horas para ir para casa ao fim da tarde, e dizer, "se for preciso arranjem mais funcionários".
"NÃO, eu fico cá para ganhar mais dinheiro com as horas extraordinários".
O Correio da Manhã esqueceu-se que a data indicada pelo PS para entrada em vigor era apenas INDICATIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cá vai a minha, acerca do poder negocial, das condições de trabalho, da greve, dos sindicatos, sobretudo da CGTP. As 35 horas!
O que está em causa?
> Más condições de trabalho em certos sectores da vida nacional? Certamente que haverá.
> Salários baixos? Certamente que existem.
> Problemas com as despesas do Estado? Obviamente.
> Isto preocupa a CGTP? NADA.
> O que a preocupa então?
> É arranjar um sistema em que vários aufiram mais à custa das horas extraordinárias.
> Ah, mas nas empresas privadas trabalham muitas vezes fora do horário normal, etc!!
> Porque são burros, estivessem sindicalizados, ora essa!
> Mas, então, e o brutal aumento da despesa pública?
> Quero lá saber, eles emprestam!!!!!!
> Toca mas é a introduzir soluções, e atender apenas a datas indicativas!!!!!!!
AC
PS: antes de me chamarem nomes, deixem dizer-vos porque no essencial afirmo o supra mencionado.
Conheço bem três Câmaras Municipais na região da grande Lisboa, e uma na Beira-Baixa. Em todas existem funcionários decentes. Mas uma grande parte não quer fazer as 35 horas para ir para casa ao fim da tarde, e dizer, "se for preciso arranjem mais funcionários".
"NÃO, eu fico cá para ganhar mais dinheiro com as horas extraordinários".
O Correio da Manhã esqueceu-se que a data indicada pelo PS para entrada em vigor era apenas INDICATIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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