As estatísticas são um factor de quantificação e análise interessante, importante, mas têm um problema: por vezes induzem em erro.
A velha cena "dos dois amigos que vão ao restaurante, um que já tinha almoçado mas por amizade faz companhia ao amigo e só bebe novo café", induz em erro.
O esfomeado mamou um frango assado inteiro, mas a estatística regista que cada cidadão come meio frango numa refeição.
Vem isto a propósito de mais um relatório nacional que indica, e para contentamento dos políticos moderados, que Portugal continua um país dos mais seguros em sociedade. A criatura Ventura deve vir fazer uns números à conta do tal RASI.
Um tal de "coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança" veio explicar várias coisas e entre elas que existe um factor a ter em conta e que é a "percepção de segurança" que as pessoas têm.
Pelo tal relatório, um tal de "RASI" fica a prova de que Portugal é dos "países mais seguros". Será !
Mas a realidade é que imensos concidadãos deixaram de fazer o que rotineiramente faziam há não muito anos, as pessoas "têm de se sentir seguras". Eu, por exemplo.
Vem isto a propósito de mais um relatório nacional que indica, e para contentamento dos políticos moderados, que Portugal continua um país dos mais seguros em sociedade. A criatura Ventura deve vir fazer uns números à conta do tal RASI.
Um tal de "coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança" veio explicar várias coisas e entre elas que existe um factor a ter em conta e que é a "percepção de segurança" que as pessoas têm.
Pelo tal relatório, um tal de "RASI" fica a prova de que Portugal é dos "países mais seguros". Será !
Mas a realidade é que imensos concidadãos deixaram de fazer o que rotineiramente faziam há não muito anos, as pessoas "têm de se sentir seguras". Eu, por exemplo.
Andar à noite como fiz durante décadas na cidade onde resido deixei de fazer desde há seis sete anos.
E muita coisa continua muito diferente.
Quer queiram quer não, sejam os execráveis do Chega sejam os dos outros partidos, a realidade da sociedade é um pouco diferente do que uns e outros apregoam.
Quer queiram quer não, sejam os execráveis do Chega sejam os dos outros partidos, a realidade da sociedade é um pouco diferente do que uns e outros apregoam.
O Chega nos números do costume.
Os outros negando tudo, quando algumas coisas não podem ser negadas.
Olhe-se para as escolas do ensino secundário. Para lá de agressões crescentes a funcionários e professores, para lá de "bulling" inaceitável, o papel concreto daquilo a que a PSP chama "Escola Segura" dá vontade de rir.
É passar uns dias a olhar para uma escola e verificar o que acontece quando de vez em quando um carro dos cívicos se aproxima dos gradeamentos, afasta-se e estaciona perto, por ali ficando algum tempo, MUITO ATENTOS. Fiz esta experiência mais de uma vez!
É o que se poderá designar por eficácia na acção!
E o resto?
É o que se poderá designar por eficácia na acção!
E o resto?
E sobretudo o discurso de ódio e violência por todo o lado, mais as violações de todo o género, mais a criminalidade vivendo à conta de imigração ilegal etc., na net e na vida dita real.
Dizem que as detenções por crime de auxílio à imigração ilegal cresceram em relação a 2024. Olha que novidade.
O RASI terá a sua importância.
Mas, e tudo aquilo que não é reportado?
Por exemplo:
- o assalto a idosos em pleno dia mesmo nas barbas de alguns transeuntes?
- as violências domésticas não participadas?
- a cena das 3 tipas na loja do cidadão a passar o mesmo bebé entre elas para ter prioridade?
Enfim.
Bom dia, tenham uma boa 6ª Santa, saúde e boa sorte.
AC
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