dos portugueses,
de certos portugueses em particular,
de mitos,
de organização,
de poderes,
de prevenção,
de decisões e da falta delas,
de responsabilidades e do assobiar para o lado,
de fenómenos extremos climáticos e outros,
de catástrofes e emergências,
de servir a sociedade ou servirem-se dos cargos!
A propósito disto como sociedade aconteceu-nos uma tragédia brutal.
A propósito do que tragicamente aconteceu em concreto a centenas de milhares de portugueses, e enquanto acontece alguns outros fizeram e assim continuam a fazer vídeos demagógico, a vomitar demagogia, a vomitarem vacuidades, a mostrarem que não dominam os assuntos da sua área de responsabilidade, a berrarem o costume, e vários de todos os quadrantes a tratarem de fingir que não sabem porque ficou demonstrada a colossal fragilidade do país em praticamente todas as áreas.
Pior, a quererem convencer o pagode que isto é apenas fruto da natureza, aconteceu!
Não, não é bem assim e a essa gentalha convém lembrar pelo menos quatro coisas: honestidade, dignidade, verdade, vontade.
A primeira coisa é tratar dos milhares de pessoas atingidas.
Infelizmente há mortes trágicas a lamentar profundamente.
Nisto, apenas lugar a, simplesmente, manifestar SENTIDAS CONDOLÊNCIAS pelos concidadãos que repentinamente nos deixaram.
Não me recordo de no passado ter ouvido NADA tão despropositado como o que ouvi ao PM há dias. Simplesmente DEPLORÁVEL!
Registo que na conferência de hoje ao final da tarde corrigiu o tiro.
O tempo é, obviamente, o de responder a quem precisa, não é o tempo de apurar responsabilidades para depois tomar decisões que nos permitam lidar melhor e diferente com o próximo desastre natural.
Que acontecerá.
Esta é a frase longa que se costuma dizer em ocasiões destas.
Já foi dita no passado, foi dita no presente. E eu aqui a repito.
Avaliar a acção dos governantes, dos autarcas, da protecção civil, das diversas e diferentes entidades, e também das populações, falarei disso em texto a seguir.
AC
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