Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dou com várias fotografias saídas nos OCS e redes sociais ao longo dos anos.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Foram acompanhadas por salada e cerejas da zona do Fundão (Alcongosta) compradas hoje, aqui na praça, e ainda este bem simpático vinho da Adega de Pinhel.
Atenção, não caiam no pecado da inveja 😎😎😎😎
AC
10 JUNHO - LUXEMBURGO
Se percebi correctamente, o actual Presidente da República durante a sua visita ao Luxemburgo no âmbito do programa das comemorações do 10 de Junho, falou sobre a questão da imigração e creio que, se percebi bem, equiparou os portugueses que nos anos 50 e 60 do século passado sairam do país para França, Alemanha, Suíça, etc. á imigração que tem inundado Portugal.
Eu creio perceber o espírito, mas também creio que o PR está a ver as coisas de forma simplista para não dizer bem pior.
Fazia-lhe bem e era bom para a República, deixar-me de patetices, vacuidades, platitudes, e olhar a fundo a realidade, e ouvir por exemplo algumas coisas que o seu antecessor Jorge Sampaio foi dizendo, pessoa que tinha defeitos e qualidades como todos nós, pessoa de quem discordei em várias áreas, mas um concidadão DECENTE. Atento.
AC
INDÍCIOS
Por todo o lado, e não é de agora, já era assim na monarquia, na I República, na II República/ Estado Novo, e continua no regime em que felizmente vivo, por todo o lado há indícios de desleixo, do deixa andar, do quero lá saber, do quem vier atrás que feche a porta, etc.
Indícios da degradação, da falta de zelo, de degradação, de desinteresse, do tratar apenas do politicamente correcto e do que for necessário para parecer bem, que está tudo bem.
É no cais de Alcochete, e que se não erro é da responsabilidade da Administração do Porto de Lisboa.
A degradação prossegue, e é a câmara municipal de Alcochete que vai colocando umas defesas para . . . . que as pessoas não caiam à água.
O interessante disto, entre outras coisas, é que se os meus estimados amigos e os meus estimados visitantes e leitores tentassem descobrir a estrutura do pessoal dirigente na APL provavelmente não conseguiam saber muita coisa.
Mas acreditem numa coisa, é bem capaz de haver pelo menos um personagem que tem cargo na APL e na Administração do Porto de Setúbal.
Ai é bem capaz é!
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
Para O Que Me Havia De Dar
Em vez de tomar atenção à bola, ou ao execrável Ventura e sequazes, ou às parvoíces de Costa, Macron, Trump, Leitão, Ursula, Marcelo, Putin, Bibi, Moedas, e outros, andar a reler por exemplo coisas do Eça e do Quental, e a olhar para isto e comparar.
Para o que me havia de dar.
Estarei doente?
AC
“Têm armas e matam”. Para Luís Neves, a extrema direita apresenta uma ameaça “muito maior” que a extrema esquerda em Portugal, apesar de este último estar em “ascensão” num contexto europeu.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
17 JUNHO 2017
Nesta data começaram os trágicos incêndios de Pedrogão Grande.
A maioria dos meus concidadãos liga pouco ou nada a muitas das realidades da nossa sociedade, a designada vertente interna.
Estou convencido que a esmagadora maioria dos meus concidadãos estará mais interessada na bola do que ponderar este dia e o que daí para cá aconteceu e o que foi modificado.
Aconteceu, por exemplo, que os incêndios continuaram nesse e nos anos seguintes.
Aconteceu que nesse primeiro e trágico incêndio perderam a vida dezenas de concidadãos, dezenas de famílias ficaram destroçadas e, se não estou errado, a culpa voltou a morrer solteira.
Aconteceu a mudança forçada da patética MAI que existia em 2017.
Aconteceu que Marcelo então PR tirou muitas fotografias e foi muito fotografado com pessoas que sofreram perdas irreparáveis.
Aconteceu que Marcelo e Costa continuaram amicíssimos e daí segundo mandato de Marcelo.
Aconteceu que houve muitas promessas e criação de pelo menos uma comissão para estudar a coisa.
Aconteceram várias coisas, com os meios aéreos, a contratação e a sua fiabilidade.
Aconteceu que, SURPREENDENTEMENTE, o SIRESP falhou rotundamente.
Aconteceu que o SIRESP nunca mais falhou . . . perdão, parece que voltou a falhar variadas vezes. Parece até que não pára de falhar.
Aconteceu que Marcelo cumpriu o 2º mandato sem se demitir, como a dada altura se temeu (???).
Aconteceu que o chefão dos bombeiros durante anos a fio saiu, e o ex -ASAE tomou o seu lugar.
Aconteceu que o SIRESP . . . ah, já tinha escrito.
Aconteceu que quanto a meio aéreos nunca mais até hoje . . . . não, afinal parece que subsistem problemas, dívidas, dúvidas, processos etc.
Aconteceu que Costa continuou a tratar da vidinha como sempre fez.
Aconteceu . . . ACONTECE que o presente é completamente diferente, do de 2017, NÉ ?
POIS . . . .
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
A PROPÓSITO . . . . .
A propósito dos dislates (respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, registo, depois concordo, discordo, comento se me apetecer) de que me apercebi nas últimas semanas veio-me à mente o espelho, aquela coisa que muita gente não tem em casa ou, se tem, não cuida de nele se olhar e meditar.
O comentador mor via-se ao espelho o qual sempre lhe murmurou - sois Rei, sois Rei, sois Rei, sois amado, sois amado!
E a propósito da vida nacional e também disto, os espelhos, veio-me à mente não só os que não se olham ao espelho, como os que se olham e não percebem que melhor faziam ficar em casa e de boca fechada (Ferro, ring a Bell?) ou os que se julgam bons actores.
Refiro actores sem querer ofender os nossos actores de teatro e de cinema porque, de facto, no Parlamento, no governo, em certas instituições (que em vez de se centrarem no seu ofício/ cargo e área de responsabilidade fazem política, para o que não têm mandato) etc, vejo muitos que não se observam por dentro do espelho nem em frente dele.
Muitos que por aí nos azucrinam a vida não têm consciência do seu papel / do que deveriam fazer no campo do serviço público/ no serviço à República, e muitos até não têm consciência de nada.
Parafraseando uma coisa que um bom amigo me endereçou (umas boas tiradas de Ascenso Simões) não têm consciência de que deviam ficar em casa, definitivamente, e CALADOS, para bem da sociedade portuguesa.
AC
Estava aqui a pensar com os meus botões nas hipóteses seguintes:
Entre as muitas voltas que a vida deu e dá, por exemplo quando à estrutura na igreja católica nacional, Monsanto depende da diocese de Portalegre, mas já pertenceu à da Guarda e à de Castelo Branco, antes da sua extinção. Coisas da história, das sociedades.
terça-feira, 16 de junho de 2026
Esta a pergunta que a mim próprio venho colocando a propósito do actual inquilino em Belém, o Presidente da República António José Seguro.
Não repetiu a patética frase Marcelista - somos os melhores dos melhores - mas andou perto, sonha, e pediu que façam sonhar os portugueses cá e lá fora. Recordou a fibra e alma portuguesas.
Contrariamente a Marcelo, Seguro não se afigura maquiavélico, matreiro, astuto, velhaco, alguns andam a dizer que não passa de uma banalidade, que não é moderado mas apenas banal sem interesse, que acaba por não ser nada. De facto, a ver pelos discursos até aqui parece querer contentar tudo e todos, coisa que não existe na vida real.
E volto à minha pergunta: estou a ser injusto?
SERÁ ?
Será que um dia destes o SMN vai decretar uma greve não por causa das urgências, ou do INEM, ou porque Joana Bordalo e Sá está irritada como de costume porque nunca mais volta uma geringonça, ou porque a rede informática do SNS foi abaixo, ou porque Seguro não pára de nos adormecer com discursos bíblicos, mas porque o safado do estetoscópio afastou o método que a figura recorda?
AC
Li com interesse a crónica de Anselmo Crespo sobre a greve geral (Uma greve geral que sabe a férias) de 3 de junho.
Permita-me, por isso, um convite à reflexão.
Quando se discutem horários, descanso, trabalho suplementar ou direitos laborais dos médicos, não estamos apenas a discutir condições de trabalho. Estamos também a discutir a segurança dos doentes. Um médico exausto toma decisões complexas em condições cada vez mais adversas, com consequências que podem atingir qualquer cidadão. É por isso que esta discussão diz respeito a todos.
O argumento central da crónica assenta numa perplexidade repetida ao longo de vários parágrafos: se a maioria das alterações ao Código do Trabalho não se aplica aos funcionários públicos, quais são as razões para tantos trabalhadores do Estado aderirem à greve geral?
A resposta é simples: porque a premissa está errada.
A chamada Reforma Laboral corresponde a um conjunto vasto de alterações ao Código do Trabalho que o governo pretende introduzir e cujos efeitos extravasam largamente o setor privado. Desde logo porque milhares de médicos trabalham com Contrato Individual de Trabalho no Serviço Nacional de Saúde.
Talvez por isso a questão relevante não seja perceber porque fizeram greve os médicos, mas antes perguntar se alguém considera aceitáveis algumas das mudanças propostas.
Considera razoável que um empregador possa opor-se à reintegração de um trabalhador ilicitamente despedido, substituindo esse direito por uma indemnização?
Considera adequado alargar a subcontratação, permitindo substituir postos de trabalho permanentes por empresas externas, frequentemente associadas a vínculos mais frágeis, salários inferiores e menor proteção laboral?
Considera aceitável eliminar o luto gestacional, apagando da lei o reconhecimento de uma perda profundamente dolorosa para as famílias? Saberá o autor da crónica o que significa perder um filho antes mesmo de o poder conhecer?
Considera normal restringir o acesso ao horário flexível e permitir que profissionais com filhos menores de 12 anos possam ser obrigados a trabalhar à noite, aos fins de semana e em feriados? Conhecerá a realidade de uma médica que, depois de uma noite inteira de urgência, regressa a casa para cuidar e amamentar um bebé?
E, no caso concreto dos médicos, considera compatível com a segurança dos doentes a desregulação dos horários de trabalho?
Na sua crónica, Anselmo Crespo refere que o banco de horas obrigaria os médicos a trabalhar mais duas horas por semana.
A diferença entre duas horas por semana e duas horas por dia não é um detalhe.
Quando um médico termina uma noite de urgência, toma decisões clínicas complexas após muitas horas de trabalho consecutivo. Quando o mesmo médico regressa ao serviço no dia seguinte, acumulando fadiga física e desgaste emocional, a discussão sobre horários deixa de ser uma abstração ideológica para passar a ser uma questão de segurança clínica.
É por isso que os médicos aderiram à greve geral.
Fizeram greve porque sabem que a qualidade dos cuidados de saúde depende também das condições de trabalho de quem os presta.
Anselmo Crespo termina a sua crónica lamentando a falta de capacidade reformista do país.
Talvez seja precisamente isso que esta discussão mereça: menos perplexidade e mais análise.
Oncologista médica, presidente da Comissão Executiva do SMN
> 1723 - Nasce Adam Smith
> 1912 - I República, Duarte Leite torna-se o 4º presidente do Ministério, vai aguentar-se no cargo 207 dias
AC
segunda-feira, 15 de junho de 2026
BEM LEMBRADO
Como bem lembrado por uma pessoa que muito respeito, Timothy Garton Ash entende que o continente europeu está sob ataque militar da Rússia, económico da China e político dos Estados Unidos.
Concordo com Timothy Garton Ash.
Mas, respeitosamente, Timothy esqueceu-se de referir outra importante decisiva e lamentável coisa: que a Europa está há décadas e décadas sob constante ataque por parte de imbecis e incompetentes que têm estado à frente dos governos e parlamentos europeus.
Muitos só se têm servido dos cargos que ocuparam.
AC
A propósito de várias aspectos do Portugal actual começo com esta fotografia por mim tirada com telemóvel na tarde deste Sábado 13 de Junho, na R. do Ouro em Lisboa, pouco passava das 15 horas.
domingo, 14 de junho de 2026
Juristas ouvidos pelo SOL admitem que Paulo Pinto de Albuquerque, o professor de Direito que recebeu 500 mil euros do primo de José Sócrates por um parecer para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem pode ter cometido um crime de branqueamento de capitais.
12 JUNHO
12 de Junho é uma data importante a todos os títulos, até na história nacional.
Mas 12 de Junho é muito mais que tudo o resto, é importante para mim e para a minha querida mulher pois foi quando nasceu o nosso primeiro rebento, uma miúda, linda de morrer desde que nasceu e assim continua já com décadas em cima e o filho mais velho a semanas de ser jurista.
Ela convidou-nos para irmos jantar com eles e lá fomos.
Não vou maçar os meus estimados leitores/ visitantes e os meus amigos com detalhes familiares e menos ainda sobre o lauto jantar. Poderia levar-vos ao pecado da inveja 😎😎😎
Não, é outra coisa, dizer que atravessei a ponte Vasco da Gama (com uma ventania filha da mãe) e segui em frente para depois do túnel do Grilo apanhar a A 8.
E na A 8 as maravilhas do costume.
Por exemplo camiões TIR a tentar ultrapassar outros e , CLARO, as faixas bloqueadas pelas bestas, pois tentar ullllltrapassarrrr ainda por cima a subirrrrrrrrrr
Ou a maravilha de motards loucos de velocidade pela esquerda pelo meio pela direita . . . . .
Ou a maravilha de uma besta num Ford Escort velhíssimo que iria a 90/ 100 e seria facilmente ultrapassado por mim pois eu ia passar nos meus 120 rigorosos (cruise control) e eis que desata a acelerar deixando uma boa fumarada para trás, mas pouco mais deu, ficou muito para trás.
Ou a maravilha de uma furgoneta me começar a ultrapassar no início de subida (eu ia nos automáticos 120 na faixa da direita), e quando estava a traseira da caixa da furgoneta mais ao menos paralela à frente da minha Seat . . . . . começou devagarinho a ficar para trás (os meus 120 automáticos sempre ligados) pois era uma das subidas grandes na A8.
Enfim, não é por acaso que vão contra separadores, ou de frente uns contra outros, ou se viram numa curva, ou contra uma árvore, etc.
Podem fazer o código da estrada que quiserem, e alterarem penalizações que pouco vão solucionar.
Quando lhes tirarem a carta meses a fio, e em casos comprovados pelo tacómetro que iam em excesso de velocidade e lhes dêem também cadeia com pena suspensa, e andarem em cima das escolas (???) de condução, aí as coisas vão melhorar um pouco.
Ah, a filhota estava linda, o nosso genro e os nossos netos estavam óptimos e o jantar foi magnífico. Bom Domingo.
AC
sábado, 13 de junho de 2026
Refiro-me, EVIDENTEMENTE, à famosa, profunda, inultrapassável e indestrutível AMIZADE EUROPEIA, à AMIZADE entre todos os países da UE e destes e desta com todos os da Europa que ainda não estão na UE.


































