A C P N
Portugal está cada vez mais prenhe de ACPN 's (*)
Isto não está como está por puro acaso.
AC
(*) - ACPN - autoridade competente de porra nenhuma
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
VENDAVAL
O comboio de tempestades do Inverno passado deixou um rasto de destruição brutal por todo o país.
Destruiu pequenas e médias empresas.
Destruiu lares, destroçou famílias.
Destruiu casas, estradas e caminhos.
Deixou muitos portugueses sem energia, sem comunicações, alguns ficaram isolados vários dias. Na zona de Coimbra a A 1 colapsou pois o Mondego "irritou-se"! Isto foi logo arranjado, era a BRISA.
A fotografia supra pretende significar a destruição. Uma coisa é certa, no presente, caminha-se por muitos locais, junto de estradas várias e vilas e aldeias, e coisas com a da fotografia continuam por corrigir, arranjar.
Mais grave, preocupante, vi vários locais à beira de estradas e caminhos que, APOSTO, nas próximas chuvadas vai dar enxurradas outras vez e colapsos vários. Muita coisa por corrigir.
Oxalá eu esteja enganado.
AC
"EU CONHEÇO o meu PAÍS..... "
ALMOCINHO
O actual inquilino em Belém convidou para almoçar o seu antecessor.
Não antevejo nada de relevante ou mesmo bom para o país.
Mas, como sempre, admito poder estar completamente enganado, e deste almocinho e conversinha saírem boas orientações para a sociedade portuguesa e daqui em diante é que vai ser.
Com eles todos a falar, com Montenegro a trabalhar para nós, com Carneiro acicatado pelo Instituto Progresso, com a renovada energia do Livre agora que um emissário esteve em Kiev, PAN, BE, Chega, PCP, CDS e IL, com o esforçado trabalho dos deputados, agora é que vamos entrar definitivamente na senda do progresso, do desenvolvimento, no acabar com os dois Portugal - interior litoral - que Seguro descobriu agora.
Agora é que finalmente vamos em frente.
AC
L I X O
Não sei que já estaria assim há mais tempo.Mas está assim há 11 dias.
É bem no centro de Altura, concelho de Castro Marim, bem pertinho da chamada rua das lojas.
É Castro Marim, é Alcochete, é Almada, é Montijo, é Lisboa, é Costa da Caparica, é . . . . . não é preciso continuar, pois não?
AC
Leio por aí que Nuno Palma e o Nobel James Robinson vieram a Portugal perorar sobre o estado disto e como modificar isto.
Se percebi bem, o resumo do que esses dois homens disseram/ recomendaram é que a grande prioridade, mesmo a prioridade única, é pôr o Estado a trabalhar como devia fazer.
Ora isso é coisa que já antes de 25 de Abril de 1974 não acontecia e que, como a nossa história democrática eloquentemente demonstra, há décadas que continua a não fazer.
E o Estado está principalmente materializado nos titulares dos órgãos de soberania e na pesada máquina administrativa que nos consome e não ajuda.
O Estado a cumprir prazos em todas as áreas, justiça incluída? 😱
Actuar de acordo com o Código do Procedimento Administrativo?
E que dizer de muitas outras coisas que, não sendo propriamente Estado, contribuem para a organização da sociedade, como por exemplo autarquias, ordens profissionais, etc?
A ordem dos médicos é um caso paradigmático.
Há mais de um ano fiz-lhe uma pergunta sobre as equipas nas urgências hospitalares. Vou colocar a seguir a primeira resposta recebida, daquelas automáticas.
Exmo.(a) Sr.(a)
Acusamos a receção do e-mail de V. Exa. que merecerá da nossa parte a melhor atenção.
Encontramo-nos ao dispor.
Com os melhores Cumprimentos
Claro que não me ligaram nenhuma.
Há poucos dias enviei-lhes este mail, e lá veio a mesma resposta automática. Vai passar mais um ano e silêncio certamente. Responder a um idiota cidadão comum? Não estamos cá para isso!
À
Ordem dos Médicos
Muito boa noite.
Passado mais de um ano de ensurdecedor silêncio cumpre-me agradecer a gentileza e o não esclarecimento.
Cumprimentos
António Cabral
Cumprir prazos?
Respeitar as leis? Respeitar os cidadãos? Na tugolândia?
Pois
AC
ELITES
Em todas as sociedades existem elites.
Elites, o que se costuma designar por - o que há de melhor numa sociedade - ou - membros da sociedade que detém poder e influência.
Na comunicação social indígena muitas loas se evocam constantemente sobre várias das nossas elites.
Ele é fotografias, entrevistas, fóruns, encontros, conferências, recepções, condecorações, jantares em casa de, entregar e receber prémios, ou assistir à entrega de prémios, etc.
Algumas elites quase não tem tempo para se coçar. Mesmo jubilados não param as conferências, as confraternizações, as entrevistas concedidas, as apresentações, as deslocações. Uma lufa lufa quase não têm tempo para escrever nas suas redes sociais tal o turbo-conferencismo, o turbo administradorismo pro bono, o apoio ao seu partido (mas sem ter cartão de militante).
E jornalistas, que vão jantar a casa deles, que jogam golfe com eles, que passam férias com eles, pertencem também ás elites?
Jornalistas que colocam inverdades nos jornais porque, CONFESSAM, acreditaram na informação de fonte de governo, pertencem ás elites?
Pelo que se vai vendo (desde 1700? 1900? 2000?) será de facto o que de melhor temos por cá?
No meu entendimento, e de leituras retroactivas que vou fazendo à nossa história, incluindo algumas obras estrangeiras, a sensação que me fica é de que, basicamente, as elites sempre trataram de se governar.
Mas, tal como no direito, haverá muita gente que discordará disto. A doutrina diverge. Respeito.
Anoto apenas o estado miserável do País, agora, antes, e muito antes.
É ver, só por exemplo, a história das bancarrotas, as dívidas, incluindo a "mansa" e os pedidos de empréstimo nos séculos XVIII, e XIX.
Será por isto, que periodicamente em certos OCS aparecem classificações acerca de "poderosos"? PODEROSOS? Salvo melhor opinião raia o obsceno.
Olhando por exemplo aos poderes havidos e casos e polémicas desde 1945, o que encontramos como nomes sonantes, sem discriminar seja o que ou quem for, sem qualquer especial intenção, e sem ordem alfabética ou cronológica, e sem imputação de ideologia?
Apenas alguns exemplos de uma lista sem fim (hoje só civis; militares também dão uma linda lista, começando por Ribeiros e indo lá muito atrás):
> Oliveira Salazar, Duarte Pacheco, Américo Thomaz, António Costa, Quintanilha Mendonça Dias, Vitor Constâncio, Cupertino de Miranda, António Ferro, Narciso de Miranda, Adriano Moreira, Franco Nogueira, Diogo Freitas do Amaral, António de Spínola, Jorge Sampaio, Marçal Grilo, Norton de Matos, Zeinal Bava, Ângelo Correia, Ricardo Espírito Santo, Pinto Monteiro, Alberto João Jardim, António Champalimaud, Duarte Lima, Correia de Oliveira, Vasco Gonçalves, José Manuel de Melo, Silva Pereira, António Arnaut (o pai do SNS e o advogado), Paulo Portas, Costa Gomes, Valentim Loureiro, Francisco Louçã, Manuel Alegre, José Sócrates, Ilídio Pinho, Mário Soares, Durão Barroso, António Guterres, Cavaco Silva, Mesquita Machado, Eurico de Melo, Vitor Alves, Marcelo Rebelo de Sousa, Melo Antunes, Proença de Carvalho, Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa, Pinto Balsemão, Jorge Coelho, Inês Medeiros, Miguel Horta e Costa, Pedro Mexia, Adelino Palma Carlos, Sanches Osório, Vasco Vieira de Almeida, Rui Vilar, Valente de Oliveira, Vitor Crespo, Miguel Cadilhe, Almeida Santos, Salgado Zenha, Álvaro Cunhal, Oliveira e Costa, João Cravinho, Pereira de Moura, António Costa (governador BdP), Diogo Lacerda Machado, António Sousa,......um rosário extenso.