LÊ - SE e . . . . .
Lê-se, cada vez se pode ler mais sobre o que aconteceu há poucos anos, pois aconteceram coisas: contactos, correio electrónico, conversas, pedidos, interferências, atropelamento de procedimentos e normas.
Aconteceram coisas, várias coisas, e conseguiram o que pretendiam.
Agora, uns são acusados enquanto outros, como se previa, saltaram fora, como se não tivessem tido influência decisiva, como se não tivessem sido determinantes.
A náusea assoma nisto tudo, o mau cheiro, a pusilanimidade, a arrogância, o desprezo pelo cidadão comum, a descarada ausência de vergonha na cara.
Um nojo de criaturas. Não estamos como estamos por acaso.
AC
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