Eleições no Brasil: Lula venceu em Lisboa e no Porto
Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Disse há dias o PR que George Marshall afirmava que o mais elevado propósito do um oficial consistia em colocar os interesses da Nação acima das suas conveniências pessoais.
Que não recebiam um direito mas um dever, um compromisso em servir o respectivo país em qualquer circunstância.
Lembrou que os militares são a última barreira, a defesa da nossa liberdade, da nossa soberania, num mundo de incerteza e conflitos.
O PR enfatizou que nada substitui o carácter, a coragem, a responsabilidade moral de um líder, a capacidade de decidir, os princípios, e que os valores humanos são determinantes.
O PR apontou aos militares algo muito importante - a promessa de que nunca colocareis a vossa conveniência acima do dever, liderareis pelo exemplo, honrareis aqueles que vos antecederam e preparareis aqueles que vos sucederão, e que os valores permanecem, como o exemplo, o serviço e a honra.
LÊ - SE e . . . . .
Lê-se, cada vez se pode ler mais sobre o que aconteceu há poucos anos, pois aconteceram coisas: contactos, correio electrónico, conversas, pedidos, interferências, atropelamento de procedimentos e normas.
Aconteceram coisas, várias coisas, e conseguiram o que pretendiam.
Agora, uns são acusados enquanto outros, como se previa, saltaram fora, como se não tivessem tido influência decisiva, como se não tivessem sido determinantes.
A náusea assoma nisto tudo, o mau cheiro, a pusilanimidade, a arrogância, o desprezo pelo cidadão comum, a descarada ausência de vergonha na cara.
Um nojo de criaturas. Não estamos como estamos por acaso.
AC
P A R A F R A S E A N D O
Parafraseando o que corre por aí sobre uma insuportável (para mim naturalmente) criatura internacional, o que de facto é lamentável não é chamar nomes feios a certas criaturas que temporariamente ocupam certos cargos; o que é lamentável deplorável e insuportável é ver referir pelos títulos de cargos que deveriam merecer a maior consideração e respeito uma cambada de vigaristas e f***** ** **** que temporariamente os ocupam.
AC
domingo, 4 de outubro de 2026
A INDIGÊNCIA
Há, certamente, outras palavras, outras adjectivações para caracterizar uma grande parte dos OCS e uma grande parte dos jornalistas e das redações.
Eu uso agora esta que titula este texto.
Há dias que em Portugal apenas se fala de futebolês e muito em particular nas birras de "Cris" na "desenvoltura" verbal de Jesus selecionador e na "proficiência" de Proença.
Diz bem do estado a que chegámos.
Quando um PM diz o que diz e faz o que fez quanto a este tormentoso assunto (eu não consigo dormir já há 3 dias), quando certas criaturas que estão em ministérios fazem e dizem o que fizeram e disseram sobre o "Cris" creio que é bem ilustrativo da categoria disto tudo.
Enquanto,
- França está a ferro fogo em Paris, Lyon, Marselha, Toulouse e outras cidades, e a destruição grassa por todo o lado,
- o preço dos combustíveis em França está igualmente exorbitante,
- há movimentações militares e policiais em várias partes de França,
- a guerra na Ucrânia está numa grande escalada e atinge patamares que me parecem muito perigosos,
- no Médio Oriente a situação agrava dia para dia,
- as intempéries aparecem por vários lados na Europa,
em Portugal discutem o "Cris" e as suas birras, a verborreia de Jesus e a proficiência de Proença, as tiradas de governantes e deputados e Ventura presidir à CPI sobre Neves.
Como sempre admito estar a ver tudo mal mas, sinceramente, usar o termo indigência creio que até é bem polido!
AC
OLHARAM PARA O PAÍS . . . .
Desde há muito que vários dos nossos antepassados olharam para o país e teceram comentários, análises, vaticínios, formularam ideias e soluções.
Uns com sugestões concretas como melhorar a sociedade portuguesa.
Outros, foram mordazes.
Destes, alguns foram certeiros e o tempo vem mostrando que já nessa longínqua época acertaram em cheio, pois a Tugolândia não muda mesmo.
Um desses, bem conhecido, famoso, vaticinou o seguinte:
"O grande cão é a finança.
A galinha choca, é a economia de rastos.
O grande papagaio, é a retórica parlamentar.
A grande porca, é a política".
Sinceramente, olhando a realidade dos últimos 35 anos, pode dizer-se, com rigor e isenção, o que se passa na nossa sociedade já não encaixa nisto?
Os grandes e maravilhosos números da macroeconomia, as patéticas discursatas de Marcelo e agora de Seguro.
Aquilo que constantemente nos dão muitos dos sucessivos parlamentares, mais as sucessivas pouca vergonhas em muitas autarquias sejam do PS ou PSD ou de coligações.
O estado desgraçado:
- dos serviços públicos que resultaram das cativações desde 2016 a que se soma a inépcia do governo actual,
- das forças armadas e as forças de segurança,
- e de colapso evidente no SNS "brilhantemente acautelado" por Costa/ Temido/ geringonça designadamente ao estoirarem com a lei de bases do SNS e não terem tratado das carreiras médicas e dos enfermeiros,
- do turismo de saúde e a imigração descontrolada assoberbando ainda mais o SNS nomeadamente na grande Lisboa,
- da habitação com as sucessivas e não cumpridas promessas de Costa,
NADA DISTO ENCAIXA NAQUELE ENTENDIMENTO ?
Tenham um bom Domingo
AC
sábado, 3 de outubro de 2026
CHATEIA-ME . . . . que é que querem, chateia-me . . . . i feito há mais de 200 anos? E
Se me apetecer escrevo sobre isso.
Neste momento não há escravatura, escravidão ? Bom. . . .
Marcelo, estão recordados, foi um dos que na forma patética e no momento mais desadequado falou nas reparações. Depois calou-se.
Ele até é capaz de se arriscar que lá de Moçambique lhe venham a pedir um destes dias que pague por exemplo o que ele e família bebeu e comeu enquanto jovem de férias em Moçambique quando os pais por lá estavam (pai era governador da então chamada província ultramarina). Há fotografias deliciosas sobre isso.
Sim sim, eu conheço uma fotografia que um bom amigo me enviou um dia em que se vê os Sousa num beberete, numa qualquer cerimónia. Uma verdadeira afronta vista com os olhos de hoje (wokistas, da superioridade moral, do politicamente correcto, dos contos de fadas, da ingenuidade).
A ONU sabe-se o que é, ao que chegou, e não é de espantar que tenha sido aprovada uma resolução daquele areópago em que, entre outras coisas, Portugal/ os portugueses foram (seremos ainda ?) os maiores criminosos da história mundial, verdadeiros campeões do maior crime da história.
Claro que eu e sobretudo todos aqueles que, sendo conhecedores, cientistas, investigadores, historiadores etc afirmem "que aquela resolução padece de desconformidades várias, de um teor intelectual enviesado e politicamente direccionado, e que esquece ou amputa a diversidade e complexidade histórica do esclavagismo", não passo / não passamos de uns fascistas, de uns retrógrados, de uns colonialistas, de uns racistas, de uns xenófobos, de uns criminosos.
Fascinante (????), que um dos principais se não o principal proponente daquilo que veio a ser aplaudido é exactamente um dos lugares da terra que mais vergonha devia ter em vir falar de escravatura, esclavagismo.
As nossas colónias/ províncias ultramarinas tornaram-se países independentes há já mais de 50 anos.
Alguns dirão Ahh, é muito pouco tempo para eles conseguirem apagar todas as consequências do colonialismo português !
Hum . . . . ok, passo à frente.
Ah, então será por isso ou melhor, que se agarram a esses exemplos mais recentes para justificarem que a situação interna continua como continua.
Pobreza? Miséria?
Considero errado esta treta do pagamento de reparações.
Pagamento? Pagar em dinheiro?
Eu sei que por exemplo houve as cruzadas, eu sei que à pala disso houve atrocidades e horrores diversos.
Desde há séculos que existe uma guerra da fé.
É a minha opinião.
Teve, tem e terá.
Na minha opinião, o que se passa na Europa, o que se passa na ONU, é apenas um sem número de batalhas.
Reparações, pagar em dinheiro?
Quantos a quem pagar, quais os que se acham com mais direitos?
O Gana por exemplo? Só para rir!
Claro que há certas capitais Europeias que estão danadinhas (e certos offshores) para que certos países entreguem dinheiros a certos governos africanos.
Países na Europa com um historial trágico e triste (opinião pessoal, naturalmente) de acoitar facínoras, ditadores, bandidos da pior espécie de África Médio Oriente e Ásia a troco de riquezas na banca desses países estão daninhos por isso. Lembram-se por exemplo do Bokassa?
É que os dinheiros entregues aos Bokassas deste mundo não vão desenvolver os países, vão para as contas bancárias dos facínoras, em França, Suíça, etc e offshores.
A história bem demonstra que vários países, dos muitos que se babaram ao apoiar a resolução da ONU, mais não têm feito desde que há muitas décadas se tornaram formalmente independentes, do que manter injustiças sociais, trágica miséria/ pobreza das populações, violências várias, subdesenvolvimento.
E na fase da vida nacional e internacional em que nos encontramos, arranjar montanhas de dinheiro seja para o que for SIGNIFICA SEMPRE, cortes noutras despesas designadamente sociais, MAIS IMPOSTOS, mais pressão sobre as populações.
Só nos falta mesmo saltarem para a praça pública mais Marcelos, sejam titulares de órgãos de soberania, sejam ex-titulares, sejam pessoas da academia etc. virem arvorar-se em salvadores e moralistas e que paguemos reparações. Nem dinheiro há para construir habitação social e ter mais centros de saúde e creches etc.
Necessariamente sempre á espera de serem depois convidados para isto e para a quilo, de serem publicamente elogiados na sua coragem, por serem muito humanos e não retrógrados como eu!
Talvez devessem estudar com profundidade o assunto.
Sim, os portugueses de então, como acima já escrevi, fizeram muito no comércio de escravos. Mas convém não esquecer outras coisas. Não é para dourar a nossa pílula, é para ser o mais rigoroso possível. E, portanto, olhar às questões de escravidão, de escravatura, em África, no Médio Oriente, na Ásia. É só para tentar ser rigoroso.
Detesto enviesamentos políticos, politiquices direcionadas, deturpações, invectivas de inconfessados projectos políticos. Detesto espertalhaços.
Escravatura. Esclavagismo. Escravidão.
Ou eu e outros sonhámos por exemplo com, captura humana, comercialização de mão-de-obra escravizada, ocorrendo por exemplo na África sub-Sariana, nas paragens longínquas do Índico, no Mediterrâneo Islâmico, que sonhámos enfim, que o sistema de tráfico transatlântico assentou muito na existência concreta de fornecimentos locais de escravos designadamente em muitas costas de África ?
Que querem, estas coisas chateiam-me!
Aguardemos.
António Cabral (AC)
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
OBRIGADINHOSSSSS
Agradeço por esta via à CGTP e aos vários sindicatos por me terem proporcionado estar esta sexta-feira com um dos meus vários netos, o que tem 8 anos e está no 3º ano.
Foi um dia óptimo, desde manhã cedo quando a mãe/ minha nora o veio trazer até á hora do jantar quando o entreguei em casa juntamente com o irmão depois de o ir buscar às 1800 horas ao infantário privado.
Foi um dia bem passado, passeámos, conversámos, tomámos refeições juntos, fomos à Bertrand comprar livros para ele e para nós.
Obrigadinho malta.
Ah, por favor não esqueçam, marquem mais greves sempre à 6ª ou à 2ª Feira, não corta a semana, têm um bom e mais longo fim de semana, e assim é garantida muita adesão. Não esqueçam!
AC
A investigação revela que Lacerda Sales encaminhava para Santa Maria pedidos de figuras do PS e as perícias ao telemóvel trouxeram outro dado: a PJ suspeita que o ex-secretário de Estado apagou mensagens “relevantes” trocadas com Nuno Rebelo de Sousa.







