Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 25 de abril de 2026
25 ABRIL 1974 - MUSEU
Não sei a data e/ ou momento em que nasceu a ideia de construir um Museu que registasse para memória futura esta inesquecível data que mudou a história de Portugal, que mudou para bem melhor a sociedade portuguesa.
Do que tenho lido, e não sei nem me interessa saber de quem partiu a ideia, parece ter havido uma pré decisão de localizar o futuro Museu no Terreiro do Paço e concretamente nas instalações que estão actualmente ocupadas pelo ministério da administração interna (MAI).
Por razões eventualmente pertinentes, o governo terá manifestado a impossibilidade de retirar o MAI das actuais instalações, pelo que não haverá ali Museu.
Pessoalmente não se me colocam os pelos eriçados por esta decisão recente do governo.
Mas já fico irritadíssimo com outras coisas.
Um governo (este, como os anteriores de esquerda, pródigos em coisas similares) que esbanja dinheiro para a Ucrânia, que esbanja dinheiro para apoios diversos mais que discutíveis em países diversos como recentemente noticiado pelo sr Rangel, NÃO TEM DINHEIRO PARA MANDAR CONSTRUIR UM MUSEU DO 25 DE ABRIL?
NÃO TEM DINHEIRO PARA ADAPTAR ADEQUADAMENTE UM QUALQUER PALÁCIO OU EDIFÍCIO DO ESTADO MAIS OU MENOS AO ABANDONO COMO ESTÃO QUASE TODOS?
CAMBADA DE MALANDROS, ESTES E OS ANTERIORES IDOLATRADOS PELA ESQUERDA MAS QUE TAMBÉM NADA FIZERAM.
A propósito, é recordar as acções de Soares (PM e depois PR) e sucessores para com os militares.
António Cabral (AC)
Salgueiro Maia (á esquerda na fotografia) sempre preferiu cumprir Abril, e não grandes festas, que se cumprisse o que na Revolução dos Cravos se prometeu aos portugueses.
"O 25 de Abril é uma data fundadora da democracia. Depois houve aquela perturbação terrível a que chamaram PREC. Houve ameaças significativas à intenção inicial do 25 de Abril, que era a intenção democrática. O 25 de Novembro reassumiu esse compromisso original e completou o 25 de Abril. Quem quer separar as duas datas está a cometer um erro histórico."
(António Ramalho Eanes, 21 de Abril de 2024, SIC)
HISTÓRIA
Sempre me fascinou a história, a nossa e a universal.
E procuro manter-me informado, lendo, lendo bastante.
Por vezes vou reler.
Aconteceu há dias, fui reler vários aspectos sobre a II GG.
E contrariamente ao que ouvi na TV a uma conhecida criatura confirmei que, diferentemente do que se passa às vezes noutras ciências, na guerra entre o Japão e os EUA a ordem dos factores não é/foi arbitrária.
Primeiro o Japão atacou Pearl Harbour.
Depois, anos mais tarde, 1945, 6 e 9 de Agosto, viu destruídas duas cidades, Hiroshima e Nagasaki por meio de bombardeamento com arma nuclear.
Enfim
AC
sexta-feira, 24 de abril de 2026
NÃO ME CANSO DE REPETIR, MAS ELES NÃO OUVEM
DEMOCRACIA
Em Democracia é importante, senão mesmo decisivo, aceitar,
- o valor inultrapassável que é a liberdade,
- as não unanimidades,
- pluralidade de ideias,
- divergência de pontos de vista,
- o imprescindível que é, ter respeito pelos outros.
- NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM LIBERDADE
- NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM PARTIDOS POLÍTICOS.
- NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM ELEIÇÕES PERIÓDICAS
- NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM LIBERDADE DE EXPRESSÃO
- NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM LIBERDADE DE OPINIÃO
- NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM SEPARAÇÃO DE PODERES
- NÃO HÁ DEMOCRACIA SEM SISTEMA DE JUSTIÇA INDEPENDENTE, CÉLERE, SEM FAVORECIMENTO DOS PODEROSOS
Em Democracia, todos os titulares de órgãos de soberania devem ter bem interiorizado que o são temporariamente e, assim, devem cumprir escrupulosamente a Constituição da República Portuguesa, e ter sempre presente os seus valores e SERVIREM a sociedade e os seus concidadãos que os elegeram e não, SERVIREM-SE dos cargos.
António Cabral
Leio por aí que a ex braço direito de António Costa a deputada Mariana Vieira da Silva se afastou das críticas feitas por Pedro Nuno Santos na sua aterragem à Assembleia da República, dizendo que as críticas não são para ela e que se fosse estava convencida que o Pedrinho lho diria cara a cara.
Ela sempre trabalhou com todos os chefes do partido para engrandecimento do PS. E pareceu-me discordar claramente das rotulagens definidas agora pelo Pedrinho.




