A PROPÓSITO da GUERRA
Antes de prosseguir, recordar que por decisão de há anos não tenho qualquer rede social para além deste modesto blogue que vai a caminho do 13º de vida. Não estimo alterações nisto pelo menos a curto ou médio prazo.
E mesmo WhatsApp é coisa que uso mas com muita parcimónia. Já saí de vários grupos onde amigos e amigas nossos me tinham incluído logo que verifiquei que não passavam de futilidades.
Como por aqui referi por mais de uma vez, antes do nascimento do "marrevoltado.blogspot.pt" participei num blogue de um homem da minha profissão e que muito estimo.
Depois de ele ter tido problemas subsequentes a opiniões de outros colaboradores publicadas no seu blogue não quis arriscar que por minha causa ele pudesse ter novos contratempos.
Depois, por convite, participei durante algum tempo num outro blogue também de homens da minha profissão.
Mas há algum tempo que abandonei essa participação, pois não quero estar demasiado tempo no computador e centro-me portanto apenas no meu "marrevoltado".
Feitas estas observações, apesar de grande ignorante mas porque alguma sensibilidade e interesse tenho (por força do que sabe o meu melhor amigo militar, almirante reformado) quanto a crises, conflitos, guerras, estratégia, geoestratégia, geopolítica, continuarei com algumas observações e pequenos texto relativos a estes assuntos.
Como já por aqui referi por diversas vezes, escrevo para mim, relei-o-me mais tarde, corrijo-me se necessário.
Errarei.
Nesses casos, farei como o grande cidadão e matemático Bento de Jesus Caraça.
Numa palavra, não pretendo convencer ninguém.
Não pretendo aliciar ninguém.
Passando aos temas, A guerra é a continuação da política por outros meios.
Este é um dos grandes princípios Clausewitzianos.
Os anos mais recentes, o presente, parecem demonstrar claramente um princípio substituto daquele: A força é indistinguível da política.
Por agora termino com Sun Tzu: "Conhece o inimigo e conhece-te a ti próprio e em cem batalhas nunca estarás em perigos".
António Cabral (AC)