terça-feira, 14 de julho de 2026

DEPUTADOS,  o COSTUME 
Deputados, os colocados na Europa e por cá 

Li num dos jornais online afectos às esquerdas que deputados Europeus tendo à cabeça um conhecido deputado do PCP reclamam acções para proteger crianças palestinianas. 

Reclamam acções eficazes e consistentes para proteger as crianças palestinianas e o povo palestiniano face à brutal violência de Israel.
Reclamam das instituições europeias a adopção de medidas urgentes e eficazes que contribuam para pôr fim à agressão israelita contra o povo palestiniano.

Pela minha parte não tenho dúvidas que em várias situações as forças armadas de Israel actuarão à margem de tudo.

É interessante verificar a (legítima e fundada) preocupação para com as crianças palestinianas.
Ainda mais interessante verificar ao mesmo tempo a preocupação para com as crianças israelitas mortas e feridas há décadas sob os projécteis do Hamas e do Hesbolath.
Um NÃO FACTO. 
Como dizia o Sócrates quando era PM - isso não interessa para nada!
Não devem ser crianças, se calhar vermes desprezíveis.

Como de costume para a esquerdalhada a selectividade é um dos seus  dogmas.

E já agora mais uns exemplos da coerência dessa gente.

Para a esquerdalhada portuguesa e europeia e outros, as mortes e violências no Norte de Moçambique e na Nigéria onde nas duas zonas prosseguem as operações terroristas de inspiração islâmica, aí as mulheres e as crianças devem ser coisas certamente desprezíveis, pois não parecem merecer o olhar das esquerdas, a mesma indignação desses democratas. 

O que são essas "coisas" nessas partes de África comparado com os palestinianos?
VERMES certamente!

E assim continuamos.

AC 

HÁ  MAIS  DE  3O  ANOS  QUE  DIGO  -  HEI-DE  TER  UM  PORSCHE!

ELES DIZEM  -  VAMOS  SER  GOVERNO!

AC


 Depois de vir da cimeira NATO em Ankara

AC

REFORMADOS

Ainda dizem uns quantos pândegos que os reformados não fazem nada, estão sempre de férias.

No que me respeita, o dia de ontem foi mais outro a comprovar quão errada está essa afirmação.

Hoje será o mesmo ou mais. Nomeadamente trabalho de avô com dois netos (8, 4) para manhã desportiva, e tarde cultural apropriada à idade (Aquário Vasco da Gama, Pavilhão do Conhecimento).

Bom dia, boa 3ª Feira.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

ENCANAMENTOS  . . . . 

Como a falta de água me fez lembrar certas coisas . . . .


AC

 CULTURA

AC

MAI

Nesta telenovela envolvendo o actual MAI, Luís Neves, há várias coisas para mim estranhas mas a maior de todas é verificar que nem Carneiro nem nenhum socialista esgana o homem.

N\ao é muito curioso? Cheira-me que não é só por ele ter sido nomeado por governo Costista, não pode ser só isso. Ná . . . aqui há coisa . . . 

CURIOSO

AC

Obviamente que o problema é meu, mas ainda não consegui perceber porque a seguir a "natureza" ter que estar "florestas".
Ah, já percebi, florestas não são . . . . natureza!

AC

 

AC

14  JULHO  2026
Dia Nacional da França
Dia Mundial da Liberdade de Pensamento
> 1498 - Nicolau Maquiavel é nomeado secretário da segunda Chancelaria da República de Florença
> 1789 - França, tomada da Bastilha
> 1790 - França, Luís XVI acaba por aceitar a Constituição redigida pela Assembleia Nacional Constituinte 
> 1867 - Alfred Nobel executa a primeira demonstração da dinamite
> 1881 - EUA, Pat Garrett mata Billy the Kid
> 1899 - Portugal, nasce a Lei do Trigo ou Lei da Fome, forma de protecionismo económico, de que resultou um brutal incremento do preço do pão
> 1912 - Francisco Lázaro morre na maratona de Estocolmo
> 1918 - Nasce Ingmar Bergman
AC

segunda-feira, 13 de julho de 2026

 


Sendo agora amigos e Luís Neves um membro do Governo, o governante admite que “hoje faria de maneira diferente”

POIS !

AC

Republico

Os AMIGOS,  a AMIZADE

Os amigos revelam-se

Pode ser esclarecedor recordar que o termo latino para a amizade, amicitia, deriva da raiz am, que no latim popular designa "mãe" (amma).

A etimologia da amizade reenvia-nos, assim, não para uma qualquer experiência casual, mas para a memória daquela afeição primeira que estrutura silenciosamente a existência.

Por isso, na sua espantosa leveza e sem alardes, a amizade dialoga com coisas muito fundas dentro de nós: faz-nos reviver o primeiro amor com que fomos (ou não fomos) amados; toca as nossas feridas, mesmo as que não conseguimos verbalizar; transmite-nos confiança para sermos o que somos e como somos; estimula-nos a progredir vida fora.

Nem todas as nossas amizades chegam a tomar consciência da extraordinária viagem interior que as mobiliza. 

Porém, mesmo quando a amizade parece simplesmente prosaica, é este programa que realiza, pois há sempre um instante em que os verdadeiros amigos se revelam como aqueles que estão dispostos a acompanhar-nos aconteça o que acontecer.

Não esperamos nada dos nossos amigos, e essa franqueza é fundamental. Mas, não esperando nada, esperamos tudo, na medida em que a sua existência nos permite existir.

A doçura da amizade é equivalente a esse seu rigor mais infrangível: o meu amigo é este próximo que não deixa de ser distante.

Mas é também o distante que sabe tornar-se próximo e intimo. Por isso, não é a posse que conta na amizade, mas a feição, a dádiva atuada no desprendimento.

(José Tolentino de Mendonça)

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Ao olhar a realidade da vida este texto dá que pensar.

Olho o presente, contabilizo o passado no que a amizades diz respeito.

Pessoas conhecidas tenho imensas.

No plano profissional conheço dezenas e dezenas, dos acima do curso de formação, e tenho também presente muitos dos 3 cursos abaixo do meu. É muita gente ou melhor, já menos pois a lei da vida tem ceifado muita gente, ainda que resistam uns quantos acima dos 90 anos.

No plano social conheço gente que nunca mais acaba. Só no âmbito da medicina e da enfermagem e como aqui por mais de uma vez referi conheço directamente muita gente e superficialmente uns quantos por intermédio daqueles.

Quando reflito seriamente quanto a amigos, quanto a amizades, e olhando os últimos parágrafos do texto do Cardeal, amigos amigos  tenho talvez uns quatro ou cinco civis pois já desapareceram três que me eram muito próximos.
Amigos amigos militares terei também 4 ou cinco.

Refiro-me portanto aqueles que nem "dou por eles", de quem nada espero e tudo espero.

Mas creio que posso dizer com segurança que para além destes tenho vários que além de a espaços me manifestarem estima e consideração são daqueles que estariam por mim se necessário.

Infelizmente, mas é a realidade da vida, e a começar pelos que se formaram comigo, amigos sérios de amizade profunda conto dois.
Não me comovo com palavreado oco que esporadicamente aparece.
As amizades não se medem em almocinhos.

E o mesmo se aplica no plano social como referi já, amizades profundas são poucas.

Há muito convívio, confraternização, almoços, telefonemas, mas . . . . . 
Quanto à família, primos, cunhados, sobrinhos, é o mesmo.
Firme, como rocha, os filhos e os netos, e a "trave mestra" que comigo os construiu.

Bom dia. 
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. 
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)
REPUBLICO

FRANCISCO de SÁ de MIRANDA (1485-1558)
....."O seu carácter, eminentemente honesto mas frio, faz dele mais um crítico social do que um verdadeiro poeta. A sua crítica dos costumes e da sociedade incide principalmente nos seguintes pontos (nas várias cartas que endereçou designadamente a D.João III: o absentismo (a fuga dos campos para a cidade), a corrupção da administração, a injustiça, a mentira e lisonja, o gosto excessivo do luxo e da riqueza.

Como definiu Sá de Miranda o verdadeiro homemAssim:

Homem dum só parecer
Dum só rosto, duma só fé,
De antes quebrar que torcer,
Ele tudo pode ser,
Mas da corte homem não é.

Isto no Século XVI,.........parecenças com a actualidade ?

António Cabral (AC)

(textos a azul retirados dos "Apontamentos de Literatura Portuguesa", Maria Leonor Carvalhão Buescu)

METER  ÁGUA ?
Pelo que se vem sabendo, no concelho de Almada e seus arredores (Almada freguesia, Caparica, etc.) os canos estão com muito pouca ou nenhuma água.
Há vários anos que, segundo se diz e provavelmente é mesmo a realidade, há imensas perdas de água por diversas razões: rotura de encanamentos (na rede de distribuição e depois na rede mais próxima das infra-estruturas i.e. casas, escolas, edifícios do Estado etc.), furos ilegais, piscinas ilegais, ligações ilegais à rede, etc.
Em cima disto some-se incompetência, arrogância e desprezo pelos cidadãos enquanto se arrota com os direitos e a CRP.

Também tem sido noticiado que há anos se sabe que na segunda quinzena de Julho o consumo de água sobe bastante. Há anos!

Não reparei (sou muito distraído), mas se ainda não aconteceu deve estar por minutos o actual inquilino em Belém vir aparecer nas TV com o seu habitual ar compungido/ confrangido/ condoído/ salvador do povo, adiantar - este problema das pessoas e das famílias tem que ser resolvido, !

Como a pressão da comunicação social subiu muito lá veio a socialista presidente da câmara debitar umas coisas.
Uma das coisas vomitadas é que havia uma grande culpa do governo por aligeirar as regras para construção de habitações!

Eu não percebo nada destas coisas mas tinha uma noção, assente em casos concretos de familiares e amigos e conhecidos, que as câmaras municipais em regra levavam eternidades para aprovar /autorizar novas construções, fossem prédios fossem vivendas.

Não percebo nada destas coisas, repito, mas creio que o que recentemente aconteceu é querer-se que os prazos para aprovar licenciamentos encurtem, deixem de ser a pouca vergonha de anos, a pedir agora um papel, ou à espera que se untem mãos!

Depois, lá está, surgem casos caricatos como aqui uma vez já contei e agora repito.

O falecimento de um idoso e depois, aquela cena da relação de bens de que é preciso tratar e que tratou a filha mais velha/cabeça de casal e que depois deu conhecimento à irmã, mais nova. Ambas naturalmente herdeiras do senhor.

E surgiu um pequeno problema, melhor dito, a mais nova, solteira, virou-se para a irmã - não sabia que o paizinho tinha tantas garagens e estes andares todos!

A irmã/ cabeça de casal - sabes, ao Quim não convinha que eles ficassem no nome dele, e foi assim, colocámos tudo no nome do paizinho.
A solteira - ah, então metade é meu . . . .

A irmã/ cabeça de casal - não, é do Quim . . . 
A solteira - se metade não passa para mim, coloco a boca no trombone.

Claro que tudo se resolveu a contento!

A pouca vergonha de décadas tem que acabar, mas é muito difícil acabar. 
Não será de acreditar que certos licenciamentos de processos para construção serão mais rapidamente despachados em algumas câmaras municipais consoante os conhecimentos (inside information) ou o untar as mãozinhas, ou uns almocinhos de trabalho?

É má língua ou . . . . ?

O colapso no abastecimento de água numa zona altamente urbanizada não acontece por acaso. Não é assim de certeza.
Falar verdade e falar do que foi eventualmente feito, do que não foi executado e devia ter sido, isso é que não.

Ficam-se todos pela chicana política.

Esta gente lembra-me a anedota do início dos anos 50 do século passado, do desgraçado de meia idade, humilde, lá no interior abandonado, que trabalhava no campo de Sol a Sol, quase sem dinheiro, mas que um dia lá conseguiu juntar uns cobres e foi à cidade. 

Pagou um quarto numa pensão rasca, e na primeira noite foi a uma casa de "meninas" que nesses tempos existiam. Hoje creio que existem ainda mais, mas é outra "finesse".

Voltando ao pobretanas, teve o azar de poucos minutos depois de entrar na "casinha" entrar a polícia para uma ruga, e ele assistiu a um canto ao interrogatório sumário que um dos polícias ia fazendo "às raparigas"
- Que é que tu fazes? . . . . Sou costureira!
- E tu? . . . . sou manicura!
- E tu? . . . . . sou cozinheira!
. . . . . .
Vendo o andar da carruagem, o pobre homem amargurado murmurou baixinho . . . querem ver que a puta afinal sou eu!

Responsabilidades?
Falar verdade?
Falar abertamente sem recorte ideológico?

Ná, sou eu que estou a ver tudo mal, e a culpa disto tudo em Almada  deve ser dos capitães de Abril, ou do Passos Coelho, ou do Trump, ou do Putin, ou do Xi, se calhar de todos, mas de certeza pelo menos do D. Sebastião e das alterações climáticas!

Haja democrática pachorra para aturar isto.

António Cabral (AC)

13  JULHO  2026

> 1491 - Faleceu o príncipe Afonso filho de D. João II
> 1647 - Criação da Aula de Fortificação e Arquitectura Militar
> 1782 - Tratado de aliança entre D. Maria I e Catarina II da Rússia
> 1793 - França, Marat é assassinado
> 1939 - Frank Sinatra grava o seu primeiro disco
> 1958 - D. António Ferreira Gomes escreveu a Salazar criticando o regime, o que lhe veio a custar o exílio
> 1973 - DL 353/ 73, permite a passagem dos oficiais do Exército do quadro especial ao quadro permanente das armas de, Infantaria, Artilharia e Cavalaria
> 1985 - Organizado o mega concerto Live Aid, que acabou na realidade por serem dois, em Wembley e Filadélfia
AC

domingo, 12 de julho de 2026

ELITES
Em todas as sociedades existem elites. 
Elites, o que se costuma designar por - o que há de melhor numa sociedade - ou - membros da sociedade que detém poder e influência.
Na comunicação social indígena muitas loas se evocam constantemente sobre várias das nossas elites. 

Ele é fotografias, entrevistas, fóruns, encontros, conferências, recepções, condecorações, jantares em casa de, entregar e receber prémios, ou assistir à entrega de prémios, etc. 

Algumas elites quase não tem tempo para se coçar. Mesmo jubilados não param as conferências, as confraternizações, as entrevistas concedidas, as apresentações, as deslocações. Uma lufa lufa quase não têm tempo para escrever nas suas redes sociais tal o turbo-conferencismo, o turbo administradorismo pro bono, o apoio ao seu partido (mas sem ter cartão de militante).

E jornalistas, que vão jantar a casa deles, que jogam golfe com eles, que passam férias com eles, pertencem também ás elites?
Jornalistas que colocam inverdades nos jornais porque, CONFESSAM, acreditaram na informação de fonte de governo, pertencem ás elites? 

Pelo que se vai vendo (desde 1700? 1900? 2000?) será de facto o que de melhor temos por cá?

No meu entendimento, e de leituras retroactivas que vou fazendo à nossa história, incluindo algumas obras estrangeiras, a sensação que me fica é de que, basicamente, as elites sempre trataram de se governar. 

Mas, tal como no direito, haverá muita gente que discordará disto. A doutrina diverge. Respeito.
Anoto apenas o estado miserável do País, agora, antes, e muito antes.

É ver, só por exemplo, a história das bancarrotas, as dívidas, incluindo a "mansa" e os pedidos de empréstimo nos séculos XVIII, e XIX.

Será por isto, que periodicamente em certos OCS aparecem classificações acerca de "poderosos"? PODEROSOS? Salvo melhor opinião raia o obsceno.

Olhando por exemplo aos poderes havidos e casos e polémicas desde 1945, o que encontramos como nomes sonantes, sem discriminar seja o que ou quem for, sem qualquer especial intenção, e sem ordem alfabética ou cronológica, e sem imputação de ideologia?

Apenas alguns exemplos de uma lista sem fim (hoje só civis; militares também dão uma linda lista, começando por Ribeiros e indo lá muito atrás):
> Oliveira Salazar, Duarte Pacheco, Américo Thomaz, António Costa, Quintanilha Mendonça Dias, Vitor Constâncio, Cupertino de Miranda, António Ferro, Narciso de Miranda, Adriano Moreira, Franco Nogueira, Diogo Freitas do Amaral, António de Spínola, Jorge Sampaio, Marçal Grilo, Norton de Matos, Zeinal Bava, Ângelo Correia, Ricardo Espírito Santo, Pinto Monteiro, Alberto João Jardim, António Champalimaud, Duarte Lima, Correia de Oliveira, Vasco Gonçalves, José Manuel de Melo, Silva Pereira, António Arnaut (o pai do SNS e o advogado), Paulo Portas, Costa Gomes, Valentim Loureiro, Francisco Louçã, Manuel Alegre, José Sócrates, Ilídio Pinho, Mário Soares, Durão Barroso, António Guterres, Cavaco Silva, Mesquita Machado, Eurico de Melo, Vitor Alves, Marcelo Rebelo de Sousa, Melo Antunes, Proença de Carvalho, Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa, Pinto Balsemão, Jorge Coelho, Inês Medeiros, Miguel Horta e Costa, Pedro Mexia, Adelino Palma Carlos, Sanches Osório, Vasco Vieira de Almeida, Rui Vilar, Valente de Oliveira, Vitor Crespo, Miguel Cadilhe, Almeida Santos, Salgado Zenha, Álvaro Cunhal, Oliveira e Costa, João Cravinho, Pereira de Moura, António Costa (governador BdP), Diogo Lacerda Machado, António Sousa,......um rosário extenso.

Segundo vi uma vez, do ex-PR salvo erro - "O povo sempre a lutar por Portugal mesmo que algumas elites, ou melhor, as que como tal se julgavam, nos falhara. Em troca de prebendas vantajosas, de título pomposos, altas contemplações deslumbradas, ou simplesmente tiveram medo de ver a realidade e decidir com visão e sem preconceitos".

As elites são, por norma e formalmente, o motor do mundo.
Pelo que a Portugal respeita e na minha opinião naturalmente, desde 1700 sempre a piorarmos.

Andamos no mundo dos acessíveis, dos fazedores, dos consultores estratégicos, dos convívios em jantares, festas, viagens à conta de alguém, de comissões por serviços, de cumplicidades. Com e sem contratos. E depois temos vários concidadãos que daqui se piraram e piram e lá fora se notabilizam.

Quem quiser que se dê ao trabalho de ver por onde passaram alguns senhores e senhoras e aonde chegaram hoje. 
A maioria terá começado nas jotas, por assessor ou chefe de gabinete. 
Releiam o postal - E é isto a Tugolândia.

Conheço um caso em que foi para secretário de um senhor amigo do papá, creio que ainda não tinha 19 anos. 
Entre outras coisas, deu em comentador! 
Elites!!!!!!!!!!!!!

Bom dia e bom Domingo.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)
Ao  Que  ISTO  Chegou.    Pode piorar?
Pode, com esta gente e esta gente claro que pode. Tal como no boneco.
AC

 RECORDAÇÕES

Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dou com várias fotografias saídas nos OCS e redes sociais ao longo dos anos.
Algumas, verdadeiros tesourinhos deprimentes.
AC
UM BOCADO PATÉTICO e RIDÍCULO, NÃO ?
Gosto particularmente da indicação - aproxime o copo da boca!

Já indiquei qual poderá ser o guia para "defecar".
Para urinar algo como isto:

COMO URINAR
- Quando estiver a sentir muita vontade de urinar, 

- Dirija-se calmamente à casa de banho mais próxima,

- Se andar pelo campo, escolha uma moita, ou uma árvore para se esconder e assegure-se que tem lenços de assoar consigo para depois se poder limpar,

- Baixe as calças /levante a saia abra a braguilha, baixe as cuecas

- Menina ou senhora, levante a tampa da sanita e sente-se com cuidado,

- Menino ou homem, em casa, levante a tampa da sanita para não a sujar; em casa de banho pública usar o urinol;
Se estiver no campo agache-se (senhora /menina) com cuidado tendo previamente observado o local atrás da moita assegurando-se que nada lhe possa vir a picar o rabo; homem ou menino deve assegurar-se que não urina contra o vento para que não fique com sapatos e calças molhados,

- Menina ou senhora, depois de urinar limpe-se cuidadosamente e em seguida vista-se e lave as mãos; se estiver no campo, lave as mãos logo que lhe seja possível.

- Menino ou homem, depois de urinar sacuda o pénis, feche a braguilha e lave as mãos logo que possível,

- Se notar alterações na periodicidade com que urina ou na urina (cheiro, cor, quantidade), consulte o seu médico. Se a urina atraiu por exemplo formigas pode ser sinal de diabetes!

AC