Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 14 de março de 2026
A PROPÓSITO de MARCELO . . . .
Para Encerrar assunto, Recordar Algumas Opiniões
1. FRANCISCO PINTO BALSEMÃO: “Marcelo, como o escorpião da lenda, não resiste a matar a rã (…) Algumas pessoas amigas que consultei avisaram-me e tentaram evitar que o convidasse para o Governo: ‘Estás a meter o veneno em casa’ – dizia um. ‘Estás a aproximar-te do escorpião da fábula, e tu serás a rã’ – dizia outro”.
2. PACHECO PEREIRA: “Marcelo é o criador e principal fautor de um jornalismo dos cenários que nunca se realizam, jornalismo apenas especulativo que não leva a lado nenhum e que tem o condão de falsear toda a atividade política”.
3. BELMIRO DE AZEVEDO (1998): “Marcelo Rebelo de Sousa deveria ser eliminado. Não tem categoria. Que retirem a cadeira a esse senhor".
4. PASSOS COELHO: ““Catavento de opiniões erráticas, em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno político.”
5. PAULO PORTAS: "Marcelo é filho de Deus e do diabo, Deus deu-lhe a inteligência, o diabo deu-lhe a maldade.”
6. MARIA JOÃO AVILEZ: “Marcelo tem tomado o espaço da oposição ao governo. E para cúmulo é ele próprio que manda colocar nos jornais conversas a propósito. Toda a gente sabe dos telefonemas e das intrigas. É demasiado interventivo e não percebe que não pode ser ele o líder da oposição, mas comporta-se como tal.”
7. HENRIQUE RAPOSO: “Um presidente que já é sem qualquer dúvida o presidente mais fraco desde 74.”
8. MIGUEL MONJARDINO: O comentador Marcelo Rebelo de Sousa (M.R.S.) constitui, pelo seu recente comportamento, uma ameaça à credibilidade da instituição da Presidência da República e ao futuro de Portugal (…) Em vez de um Presidente da República, elegemos um comentador com urgência pessoal e compulsão para se pronunciar, instantaneamente, sobre tudo.”
9. ANTÓNIO RIBEIRO (jornalista): “É falso como as cobras. Tem ar de avô bondoso, é beato, não tem vida própria. Mas cospe veneno. Parece que apoia, mas é exímio a puxar tapetes a quem detesta, embora finja apoiar. Olha para as tendências da opinião pública, dia a dia, como oportunidade de negócio (…) Essencialmente, ele não presta (….) Que ninguém confie nele, porque ele é do Antigo e não do Novo.
10. CINTRA TORRES: Marcelo comenta de manhã, à tarde, à noite e de madrugada. Comenta à porta do Coliseu, na rua, nos jardins, na escadaria da Gulbenkian, comenta em Portugal e no estrangeiro, comenta no adro e na praia, no palácio e na feira, no café e no congresso, comenta futebol e o tempo, comenta vivos e mortos, acidentes e festivais – e comenta há 50 anos, desde que entrou para o “Expresso”, onde permanece até hoje, por via de corneta alheia, o principal alimentador e protagonista do diz-que-disse político nacional.”
11. CARLOS ESPERANÇA: «Marcelo é um neto legítimo do 28 de Maio e um dedicado enteado do 25 de Abril, não se pode exigir-lhe mais do que a sua natureza consente.»
12. JOSÉ CID (cantor): “O homem não tem tempo para nada, está sempre em qualquer lado, que não é parte nenhuma.”
13. PAULA FERREIRA (jornalista): “Marcelo fala de tudo e, por esse motivo, poucas são as vezes em que fala de alguma coisa.”
14. VÍTOR MATOS no livro (biografia) “MARCELO REBELO DE SOUSA” – 2012: “Poucas coisas dão mais prazer a Marcelo do que realçar os pontos fracos dos outros, em privado, em público ou no jornal (…) Marcelo é capaz de qualquer patifaria inconsequente (…) Por uma boa piada, Marcelo não se importa de perder um amigo.”
15. VASSALO DE ABREU: “O Dr. Marcelo desfaz-se em muitos e cai no goto do povão! Ele é como o ”Preço Certo”: Não tem ponta por onde se lhe pegue, mas o povão gosta… Que fazer.”
16. LUÍS PAIXÃO MARTINS: “Marcelo é o chefe General do Estado Maior das forças mediáticas.”
17. JM NOBRE-CORREIA: “Temos uma personagem que há cinquenta anos instrumentaliza compulsivamente os média. Com a “criação de factos”. Com pseudoanálises da atualidade política. Com constantes declarações a propósito de tudo e de nada.”
18. AMADEU HOMEM: “Eu acho o Presidente da República um oligofrénico e um trambolho democrático.”
19. PAULO QUERIDO: “Temos um Presidente da República sibilino e sinistro — o agente político mais perigoso para uma sociedade decente, tolerante, progressista e bem sucedida depois de Oliveira Salazar, capaz de driblar todas as instituições democráticas, a começar por uma das suas especialidades, a Constituição.”
20. TELMO AZEVEDO FERNANDES: "É sabido que temos um Presidente da República que não lida maravilhosamente com a verdade. Tal como um menino traquinas que ainda faz chichi na cama, Marcelo é invariavelmente um palrador fingido, trapaceiro e dissimulado, que não hesita em inventar tretas e tramas, para manipular a opinião pública e tentar intervir de forma desleal e traiçoeira na política nacional."
21. MARINA COSTA LOBO (politóloga): “Marcelo pensando no seu lugar na história, quer usar os poderes que tem para deixar Belém com outro inquilino em São Bento, um primeiro-ministro do seu partido, o PSD.”
22. ARTUR VAZ “Em tantos anos das conversas de Marcelo, alguém se recorda de uma ideia ou proposta minimamente razoável e consistente que tenha sido da lavra de inteligência tão brilhante?”
sexta-feira, 13 de março de 2026
A GUERRA NO MÉDIO ORIENTE
NÃO, não está a ser como alguns dizem, incluindo o bronco Trump.
Na próxima 2ª feira gasóleo e gasolina subirão mais um bom bocado.
Desenganem-se todos os que acreditam que isto acabará dentro de dias.
Desenganem-se os que acreditam que a tal libertação de uns milhões de barris das reservas de vários países incluindo a Tugolância vai aliviar a coisa, e que os preços nas bombas de combustíveis irão gradualmente baixar.
Desenganem-se os que pensam que as consequências não vão ser muitas. Vão, vai tudo subir brutalmente, combustíveis, carros, alimentação, medicamentos, empréstimos bancários, casas, . . . . tudo.
E consoante a parte do país podemos ter situações bem diferentes.
Aqui na aldeia, há muitos anos que o fornecedor de garrafas de gás é de uma pequena empresa em Penamacor, de onde é natural o actual Presidente da República.
Na última vez que estive aqui na aldeia, em Fevereiro, esgotei a última garrafa de gás, gás que fornece a caldeira, equipamento que funciona como esquentador habitual e me aquece a casa toda pelos diversos radiadores (Água).
Na 3ª Feira passada combinei que estaria hoje na aldeia e pedi três garrafas, quantidade que cabe no compartimento adequado lá fora.
Pois quando chegou vinham duas, e duas por especial favor e atenção para comigo (cliente há 26 anos), pois esteve para ser só uma.
Perguntei, então porquê?
Sabe sr António Cabral, está tudo com medo e quase toda a gente está a pedir mais garrafas e ainda não conseguimos que nos reabasteçam, dizem-nos que não há camiões !
Eloquente. Já estou mentalizado! Não vai ser bonito!
AC
Sentar, de frente para o Sol, com boné.
Chegada do primeiro acompanhamento
Ernâni Lopes defendeu o MAR como poucos.
Portugal é um país pobre. Exiguidade do nosso território terrestre, pobreza dos solos, ausência de uma exploração económica sustentável do imenso mar português, e a distribuição desequilibrada da população entre interior e litoral, mas também entre o Norte, com maior concentração de população, e o Sul onde, com a exceção da área metropolitana de Lisboa, a população é muito reduzida.
Temos desafios vários de natureza política, com o sistema político democrático a necessitar de se aperfeiçoar, decorridos que estão praticamente 52 anos de regime democrático.
E os desafios de natureza económica são crescentes, refere-se sempre a fraca produtividade e o baixo valor acrescentado da economia nacional.
O país enfrenta também os grandes desafios globais.
Enfim, teorias e teorias, mas proteger e fiscalizar a sério o mar imenso nosso (até às 12 milhas da costa) e as imensas ZEE sobre as quais temos jurisdição . . . . ah . . . . . pois . . . . temos um navio para toda a ZEE Açores e outro na Madeira!
quinta-feira, 12 de março de 2026
E ISSO TEM QUE TER CONSEQUÊNCIAS
Esta frase de António José Seguro foi pronunciada por mais de uma vez desde que iniciou a corrida para Belém, e já a verbalizou de novo agora como Presidente da República.
Foi na visita à aldeia que há meses foi cercada pelo fogo.
Há uma comissão para os incêndios ou coisa do género para avaliar o que aconteceu na passada época de incêndios, e tem gente ou deve ter e parece que ainda não tem todos, de vários quadrantes e instituições.
Não fui à procura nem me apetece mas aposto que a "coisa" terá alguém do âmbito governamental, alguém pela Assembleia da República, alguém pela protecção civil e pelos bombeiros, alguém pelas forças de segurança, alguém com conhecimentos técnicos específicos e, nesta medida, estou assim a imaginar a necessidade ou conveniência de incluir personalidades com determinada formação técnico científica. Das academias, naturalmente.
Quando SExa PR diz o que disse, e como o disse, o cidadão comum e como de costume ficará a pensar - cabrão do governo - quando, provavelmente, a culpa maior das ausências em causa talvez não seja do governo. Não é do governo.
Será da AR? Talvez também não sr Presidente.
Convinha pois sr Presidente que fosse rigoroso nas afirmações. Que apontasse o dedo identificando quem faltou, quem não actuou em tempo, etc. Convinha ter isto presente.
Repare neste começo de notícia:
Tiro de Seguro ao Parlamento saiu ao lado. Comissão dos incêndios não arrancou mas por causa de reitores e politécnicos
Parlamento e municípios já indicaram os seus peritos. São os reitores e os politécnicos que ainda não nomearam quatro nomes que faltam para a comissão arrancar, esclarece gabinete de Aguiar-Branco.
Ausência de Chefe da Casa Civil a tempo inteiro, ou de algum assessor não justificam. Precipitou-se, falou do que não sabia.
Começa mal.
E eu até imagino que houve alguém que lhe fez sugestões respeitosas sobre postura, proximidade, solidariedade, elevação, rigor, transparência, lembrando-se de alguns tristes episódios do seu antecessor.
Repito sr Presidente, começou mal, MAL.
AC




















