quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

 CULTURA

AC

À Atenção do Presidente eleito

Senhor Presidente, lembre-se pelo menos disto:

* FOI ELEITO PARA  SERVIR

* O SEU PODER É A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, ASSOCIADA À SUA MENTE E À SUA CANETA 

* NÃO ABUSE DAS SUAS COMPETÊNCIAS CONSTITUCIONAIS, NÃO FAÇA INTERPRETAÇÕES 

* DURANTE O MANDATO DEIXE-SE DE EXTRAVAGÂNCIAS PRÓPRIAS DE FIDALGUIA ARRUINADA, DEIXE-SE DE  VIAGENS DISPENSÁVEIS

* LIDERE PELO EXEMPLO E NÃO POR PALHAÇADAS E SELFIES

* UM BOM CÓDIGO DE CONDUTA É MANTER A INDEPENDÊNCIA 

* TENHA SEMPRE PRESENTE QUE A FUNÇÃO DO ESTADO É SERVIR OS CIDADÃOS

* O PODER LEVA À CORRUPÇÃO

* O PODER ABSOLUTO CORROMPE DEFINITIVAMENTE

* É PRECISO PRESTAR JUSTIÇA E NÃO CARIDADE

* TENHA A NOÇÃO DE QUE PORTUGAL É UM PAÍS POBRE

* FALE BAIXO E COM CALMA PARA SER OUVIDO

* OUÇA OS CIDADÃOS

* SÓ A INTELIGÊNCIA SE EXAMINA A SI PRÓPRIA

* CONDENE PRECONCEITOS BASEADOS NA RAÇA, SEXO, FÉ, OU IDADE

* SE USAR A CABEÇA NÃO VAI CANSAR OS PÉS

FALAR COM OS OUTROS EM MANDARIM É A PIOR DAS SOLUÇÕES

* FOMENTE A CULTURA DA EXIGÊNCIA

FOMENTE A CULTURA DA TRANSPARÊNCIA

* FOMETE A CULTURA DO RIGOR E DA VERDADE

* O DIÁLOGO É A PONTE QUE LIGA DUAS MARGENS

* TENHA PRESENTE QUE PELO VOO SE CONHECE A AVE

* ARROGÂNCIA NÃO É RESPOSTA PARA NADA

* NUNCA TENHA VERGONHA DE SENTIMENTOS PATRIÓTICOS, MAS NADA DE NACIONALISMOS BACOCOS

O SEGREDO DA SABEDORIA, DO PODER, E DO CONHECIMENTO, É A HUMILDADE

*A PRUDÊNCIA É A VIRTUDE SUPREMA DA ACÇÃO POLÍTICA

* SIRVA A SOCIEDADE, NÃO SE SIRVA DO CARGO

António Cabral (AC)


Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde e boa sorte
AC
A PROPÓSITO de MARCELO . . . .

RECORDANDO


1. FRANCISCO PINTO BALSEMÃO: “Marcelo, como o escorpião da lenda, não resiste a matar a rã (…) Algumas pessoas amigas que consultei avisaram-me e tentaram evitar que o convidasse para o Governo: ‘Estás a meter o veneno em casa’ – dizia um. ‘Estás a aproximar-te do escorpião da fábula, e tu serás a rã’ – dizia outro”.

2. PACHECO PEREIRA: “Marcelo é o criador e principal fautor de um jornalismo dos cenários que nunca se realizam, jornalismo apenas especulativo que não leva a lado nenhum e que tem o condão de falsear toda a atividade política”.

3. BELMIRO DE AZEVEDO (1998): “Marcelo Rebelo de Sousa deveria ser eliminado. Não tem categoria. Que retirem a cadeira a esse senhor".

4. PASSOS COELHO: ““Catavento de opiniões erráticas, em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno político.”

5. PAULO PORTAS: "Marcelo é filho de Deus e do diabo, Deus deu-lhe a inteligência, o diabo deu-lhe a maldade.”

6. MARIA JOÃO AVILEZ: “Marcelo tem tomado o espaço da oposição ao governo. E para cúmulo é ele próprio que manda colocar nos jornais conversas a propósito. Toda a gente sabe dos telefonemas e das intrigas. É demasiado interventivo e não percebe que não pode ser ele o líder da oposição, mas comporta-se como tal.”

7. HENRIQUE RAPOSO: “Um presidente que já é sem qualquer dúvida o presidente mais fraco desde 74.”

8. MIGUEL MONJARDINO: O comentador Marcelo Rebelo de Sousa (M.R.S.) constitui, pelo seu recente comportamento, uma ameaça à credibilidade da instituição da Presidência da República e ao futuro de Portugal (…) Em vez de um Presidente da República, elegemos um comentador com urgência pessoal e compulsão para se pronunciar, instantaneamente, sobre tudo.”

9. ANTÓNIO RIBEIRO (jornalista): “É falso como as cobras. Tem ar de avô bondoso, é beato, não tem vida própria. Mas cospe veneno. Parece que apoia, mas é exímio a puxar tapetes a quem detesta, embora finja apoiar. Olha para as tendências da opinião pública, dia a dia, como oportunidade de negócio (…) Essencialmente, ele não presta (….) Que ninguém confie nele, porque ele é do Antigo e não do Novo.

10. CINTRA TORRES: Marcelo comenta de manhã, à tarde, à noite e de madrugada. Comenta à porta do Coliseu, na rua, nos jardins, na escadaria da Gulbenkian, comenta em Portugal e no estrangeiro, comenta no adro e na praia, no palácio e na feira, no café e no congresso, comenta futebol e o tempo, comenta vivos e mortos, acidentes e festivais – e comenta há 50 anos, desde que entrou para o “Expresso”, onde permanece até hoje, por via de corneta alheia, o principal alimentador e protagonista do diz-que-disse político nacional.”

11. CARLOS ESPERANÇA: «Marcelo é um neto legítimo do 28 de Maio e um dedicado enteado do 25 de Abril, não se pode exigir-lhe mais do que a sua natureza consente.»

12. JOSÉ CID (cantor): “O homem não tem tempo para nada, está sempre em qualquer lado, que não é parte nenhuma.”

13. PAULA FERREIRA (jornalista): “Marcelo fala de tudo e, por esse motivo, poucas são as vezes em que fala de alguma coisa.”

14. VÍTOR MATOS NO LIVRO (BIOGRAFIA) “MARCELO REBELO DE SOUSA” – 2012: “Poucas coisas dão mais prazer a Marcelo do que realçar os pontos fracos dos outros, em privado, em público ou no jornal (…) Marcelo é capaz de qualquer patifaria inconsequente (…) Por uma boa piada, Marcelo não se importa de perder um amigo.”

15. VASSALO DE ABREU: “O Dr. Marcelo desfaz-se em muitos e cai no goto do povão! Ele é como o ”Preço Certo”: Não tem ponta por onde se lhe pegue, mas o povão gosta… Que fazer.”

16. LUÍS PAIXÃO MARTINS: “Marcelo é o chefe General do Estado Maior das forças mediáticas.”

17. J-m NOBRE-CORREIA: “Temos uma personagem que há cinquenta anos instrumentaliza compulsivamente os média. Com a “criação de factos”. Com pseudoanálises da atualidade política. Com constantes declarações a propósito de tudo e de nada.”

18. AMADEU HOMEM: “Eu acho o Presidente da República um oligofrénico e um trambolho democrático.”

19. PAULO QUERIDO: “Temos um Presidente da República sibilino e sinistro — o agente político mais perigoso para uma sociedade decente, tolerante, progressista e bem sucedida depois de Oliveira Salazar, capaz de driblar todas as instituições democráticas, a começar por uma das suas especialidades, a Constituição.”

20. TELMO AZEVEDO FERNANDES: "É sabido que temos um Presidente da República que não lida maravilhosamente com a verdade. Tal como um menino traquinas que ainda faz chichi na cama, Marcelo é invariavelmente um palrador fingido, trapaceiro e dissimulado, que não hesita em inventar tretas e tramas, para manipular a opinião pública e tentar intervir de forma desleal e traiçoeira na política nacional."

21. MARINA COSTA LOBO (politóloga): “Marcelo pensando no seu lugar na história, quer usar os poderes que tem para deixar Belém com outro inquilino em São Bento, um primeiro-ministro do seu partido, o PSD.”

22. ARTUR VAZ (que também tenho direito!): “Em tantos anos das conversas de Marcelo, alguém se recorda de uma ideia ou proposta minimamente razoável e consistente que tenha sido da lavra de inteligência tão brilhante?”

Só para recordar!
AC

OS  PÊ  ESSES  e  o  PASSADO

Lembrou o Expresso que, em 2014, quando Seguro e Costa disputavam a liderança do PS, Jaime Gama recusou subscrever uma carta de apoio de fundadores do partido a António Costa

Mário Soares foi um dos apoiantes.

Agora Jaime Gama apoia Carneiro, porque o considera tenaz, não arrogante, discreto, perseverante.

Creio que andam por aí PÊ  ESSES a tentar arranjar alguém que combata e desejavelmente consiga que Carneiro deixe de ser secretário-geral do PS.

Aguardemos

AC

 SELOS  de  PORTUGAL
AC
CATÁSTROFE. PROTECÇÃO CIVIL. EMERGÊNCIA
Enquanto lhe cortam na casaca, enquanto no PS nenhum dirigente das primeiras linhas se pronunciará publicamente sobre si pois foi por eles nomeado director da PJ em 2018 e por lá se manteve, enquanto gradualmente os PS vão mandar os jornalistas e pés de microfone (desculpem o pleonasmo) e certos arrogantes do Komentariado atirar-lhe umas pedradas, convinha senhor Ministro da Administração Interna que logo que olhe para o seu pelouro da protecção civil (não demore, chegarão mais chuvadas e os incêndios) não se esqueça pelo menos do seguinte:

* tem que ter tudo preparado na perspectiva de acontecer o pior, e cheira-me que a actual legislação e as "prima donas" sentadas na discutível hierarquia na protecção civil precisam de limpeza,

* tem que actuar logo sem estar a pensar - ah, talvez seja pouco . . .

* e não venha com a cena de que está a aprender,

* tem que haver coordenação e actuação com todos os meios e acabar com os caricatos níveis de cadeias hierárquicas da actual estrutura,

* não se esqueça que têm de entrar logo em acção, ao mesmo tempo, forças armadas e sistema de saúde, pois em situações de emergência e catástrofe haverá pessoas desamparadas inclusivamente no plano da saúde.

Respeitosamente, é só para lhe lembrar.
Cumprimentos.

António Cabral (AC)
Fui ao Arquivo dos Tesourinhos Deprimentes

NOTÍCIAS AO MINUTO Marcelo quer mais para as Forças Armadas. "Se não é agora, quando será?"
O presidente da república defendeu hoje que não serão os contratados no estrangeiro que poderão substituir o essencial das forças armadas portuguesas, num discurso em que voltou a apelar ao seu fortalecimento, com mais efetivos.

© Lusa
05/09/23 13:17 ‧ HÁ 4 HORAS POR LUSA
https://www.noticiasaominuto.com/pais/2393466/marcelo-quer-mais-para-as-forcas-armadas-se-nao-e-agora-quando-sera?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=2393466
Marcelo Rebelo de Sousa discursava numa cerimónia militar comemorativa do 49.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, junto à estátua de D. Nuno Álvares Pereira no Jardim Ducla Soares, em Lisboa.
"Não acreditemos que serão outros, contratados no estrangeiro, que poderão substituir o essencial do nosso corpo militar. Mesmo em setores sociais, são soluções de emergência, transitórias e de muito limitada expressão numérica", afirmou o chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas.
Na sua intervenção, Marcelo Rebelo de Sousa sustentou que na conjuntura atual "importa ainda mais" que as Forças Armadas Portuguesas "sejam fortes, para que Portugal seja forte", e devem ter "sempre efetivos e capacidades à medida das suas missões".
"Se não é agora, em tempos de guerra, em tempos de relevância maior do papel das nossas Forças Armadas no mundo, se não é agora, quando será que vamos atualizar capacidades - algumas delas fora do tempo - e, mais do que isso, ter homens e mulheres em número e formação para lhes darem o devido emprego?", interrogou.
"Sem mulheres e homens militares, poderemos sonhar com navios, blindados, aeronaves, mas não teremos quem os possam tornar úteis", acrescentou.
Foi neste contexto que, em seguida, o Presidente da República abordou a questão do recrutamento de estrangeiros para as Forças Armadas -- uma possibilidade em relação à qual já se manifestou favorável -- para defender que não poderão substituir o essencial do corpo militar português.
Sobre este assunto, em 28 de junho do ano passado, num fórum sobre recrutamento militar, no Teatro Thalia, em Lisboa, o chefe de Estado declarou: "Temos de nos habituar à ideia de incluir os imigrantes numa fonte de recrutamento para as Forças Armadas".
Marcelo Rebelo de Sousa tem insistido na necessidade de mais investimento nos meios militares e na valorização das carreiras.
Hoje, retomou esse apelo, referindo-se à guerra na Ucrânia e à sua recente visita a Kiev, em agosto: "É tempo de lembrar o que verdadeiramente importa, e importa mais do que nunca ao vermos a coragem do povo ucraniano, como eu vi, ao lutar pelo que é seu, pela soberania que lhe foi negada, pelo território que lhe foi sonegado, por causas que são nossas, são da União Europeia, são da NATO, são das Nações Unidas".
"Para nós, coerentes com a pertença às Nações Unidas, à NATO e à União Europeia, as suas fronteiras são as nossas fronteiras. A paz com princípios que cumpre construir é a nossa paz", disse.
Neste quadro, segundo o chefe de Estado, "o que verdadeiramente importa" é que as Forças Armadas Portuguesas "tenham sempre efetivos e capacidades à medida das suas missões", que "atraiam sempre mais e melhores efetivos, e que eles não saiam ao ritmo a que têm saído".
"Importa que o estatuto militar esteja à altura das legítimas aspirações dos candidatos e dos militares. Importa que que as novas leis da programação militar e das infraestruturais militares, que dão inegáveis passos positivos, sejam efetivamente cumpridas -- e, se possível, não deixando o que seja mais premente para daqui a oito a doze anos", apontou.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, é importante também "que os sinais dados na criação de praças do Exército ou da Força Aérea ou na normalização de prazos das promoções -- louváveis -- signifiquem um clima geral de motivação acrescida" e há que "ajustar e aprofundar as medidas de apoio aplicando o estatuto do ex-combatente".
Na presença da ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, e do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Nunes da Fonseca, o Presidente da República considerou que há "visível empenho conjunto" de ministra e chefias militares, mas que é preciso que "prossiga e se acelere", com "maior compreensão política" e "adesão comunitária".
"Se queremos Portugal forte, teremos de permanentemente garantir Forças Armadas fortes -- porque mundialmente conhecidas e admiradas já o são há muito tempo", reforçou.
"Esse é o empenho da senhora ministra da Defesa Nacional, e com ela do senhor primeiro-ministro e de todo o Governo. Esse é o empenho da Assembleia da República e, nela, da Comissão Parlamentar de Defesa. Esse é o empenho do Presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas. Esse é o empenho dos portugueses. Resta agora apenas o essencial: converter esse empenho sempre, dia após dia, em crescente realidade", concluiu o chefe de Estado.

Oh professor Marcelo Rebelo de Sousa, lembra-se destas suas palavras? Creio que era ainda no tempo do seu grande amigo Costa.

Pois é . . . . 
AC
26  FEVEREIRO  2026
> 1605 - Publicada a versão portuguesa de "O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha"
> 1802 - Nasce Vitor Hugo
> 1846 - Nasce Bufalo Bill
> 1848 - Manifesto comunista de Marx e Engels
> 1848 - França, proclamada a Segunda República
> 1919 - Lisboa, Teatro República, estreia da peça "A Maluquinha de Arroios"
> 1975 - Portugal, aprovada a lei de imprensa
> 1993 - EUA, ataque terrorista  no parque das Twin Towers, WTC
> 2001 - Assinatura do Tratado de Nice
> 2009 - 1ª emissão da TVI
> 2021 - Faleceu Hannu Miikkola
AC

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

ATÃO, 

oh sr José Luís carneiro, essa do seu 5.0 tem algumas minudências curiosas . . . . 

Casa comum dos democratas, diz vocelência!

Atão, por exemplo no PSD ou no PCP, não há democratas?

É só no seu PÊ ESSE ?

Cumprimentos

AC


CATÁSTROFE.  RECONSTRUÇÃO.

Um "comboio" atmosférico tratou de mostrar e com violência aos das bolhas de Lisboa, Cascais, Porto, Coimbra aquilo que Portugal é: um país pobre, desorganizado, sem rumo, e passam as décadas e não se toma juízo.

Não me interessam as estatísticas MACRO.

Não me interessam as vacuidades de MarceloRebelo de Sousa, Cavaco Silva, António Costa, Sócrates, Carlos César, Carneiro, Rui Moreira, Raimundo, as Leitão ou as Mortágua, Louçã, Tavares, Montenegro, Cotrim, os e as Mendes e um infindável etc.

As televisões encarregaram-se de nos mostrar duras realidades.

Realidades que nos estoiraram em casa, e me faz pensar se os tais desgraçados dos meus concidadãos que não vivem SOBREVIVEM não serão infelizmente mais dos sempre anunciados 2 milhões a estar num limbo trágico de pobreza.

Cheio de boas intenções está o inferno cheio.

Montenegro foi ontem cumprimentar em Queluz o presidente eleito e segundo se diz por aí mostrar-lhe o plano de intenções para acorrer a desgraças várias, que não se reduzem apenas à zona centro do país continental.

Como é habitual e é compreensível, os jornalistas tentam ouvir pessoas credenciadas tendo em vista a dita reconstrução. Também tentam ouvir muitos do Komentariado das bolhas.

Passando à frente dos conhecidos e arrogantes e vaidosos do Komentariado, há pessoas que se atrevem a recordar o que ao longo dos tempos foi sendo (mal) feito na construção de infra-estruturas as mais diversas, empresas e habitação. 

E lá vem a realidade: o (des) ordenamento do território, o despovoamento, a retração de tudo e mais alguma coisa (agências bancárias, farmácias, centros de saúde, creches, hospitais, escolas, postos da GNR e esquadras da PSP, etc.), progressivo fim de rádios locais e pequena imprensa, a desindustrialização, a falta de barragens, ausência de política florestal, ETC.

Na sequência das catástrofes que atingiram o país creio que pouco se falou nos governos e nas autarquias quanto aos famosos PDM. Salvo, melhor opinião, está aqui um dos grandes nossos males. O que se deixa construir no plano da qualidade de materiais, o que se deixa construir onde não se devia deixar construir e, sobretudo, a pouca vergonha de sempre - terrenos rústicos > terrenos urbanos.

Que considerar?

Inventariação rigorosa das necessidades

Plano, definição de prioridades

Burocracia, leis, normas, regulamentos 

Atribuição de meios materiais, humanos e financeiros

POIS!


Apenas alguns insignificantes e simples exemplos:

* telhados: todas (milhares) as estruturas de telhados em madeira vão ser subtraídas por exemplo por alumínio (material leve e resistente, para não esforçar a pressão sobre as paredes das casas)?

* as chaminés tombadas vão ser reerguidas com o mesmo tipo de construção?

* as (milhares) de casas (??) existentes em leitos de cheias e imensas muito danificadas vão ser abandonadas, e as pessoas movidas para habitação social pre-fabricada mas condigna a erigir rapidamente em locais próximos mas fora de leitos de cheias?

* a legislação sobre edificação diversa está já (URGENTE) a ser revista POR TODOS OS PARTIDOS com assento parlamentar e em colaboração com o LNEC e a associação de municípios, para não mais se deixar de construir sem todas as resistências anti-sísmicas, não mais se deixarem construir prédios em fileira todos encostados uns aos outros, para não mais se construir em leitos de cheias?

* que plano traçado para gradualmente substituir os postes de madeira por todo o país? 

* que planeamento está a ser ponderado para gradualmente retirar todas as populações com habitação em leitos de cheias?

* eliminaram boa parte da burocracia para se poder reconstruir com rapidez? Não há um ministro para essa coisa que até se vangloriou com umas "boutades" e platitudes e vacuidades num fórum internacional recente?

Bom, fico por aqui. . . . a esperar . . . . . sentado, . . . . enquanto na Assembleia da República discutem coisas muito importantes, como questões fracturantes, ou as tiradas de Passos Coelho, ou enquanto no PS uns quantos andam a tratar de arranjar oponente a Carneiro e aos seus balidos 5.0, ou se Luís Neves deve ser já chamado à AR para se explicar porque aceitou ser MAI e se, sim ou não, já telefonou à família e gritou como aquele que gosta muito de andar por Cabo Verde - já sou ministro!

António Cabral (AC)

Na  BACIA  do  TEJO, zona de Alcochete 
Um breve exemplo menor de consequências de cheias e grande praia-mar.
AC
 

 CONSTRUÇÃO,  RECONSTRUÇÃO

Porque raio me terei recordado disto?

AC

PERDOAR  A   QUEM   NOS   OFENDEU

Frase, conceito conhecido, de origem religiosa.

Houve quem se vangloriava que perdoava mas não esquecia. Houve consequências disso!

Há quem defenda que se deve perdoar mas nunca esquecer os nomes dos fdp!

E desses, há quem refira que os fdp estão vivos apenas porque é ilegal dar-lhes um tiro.

Pessoalmente, apesar de católico (pouco praticante quando a celebrações, tirando não só mas designadamente Páscoa e missa do galo no Natal), não me esqueço nem perdoo aos raros e muito indecentes e velhacos e invejosos que me quiseram lixar na vida. 
Mas tiveram azar, não conseguiram, houve acima deles quem não lhes aturou a perfídia.

Tenham uma boa 4ª Feira
Bom dia, continuação de boa semana.
Saúde e boa sorte.

AC

CESÁRIO  VERDE
Nasceu em Lisboa em 1855. Morreu jovem (1886).
Deixou por inúmeros jornais e revistas e noutros locais as suas poesias que viriam a ser coligidas por um amigo - "O Livro de Cesário verde".
AC
Dos Meus TEMPOS nos EUA (1998-2001)
AC
A  PAZ
1989 marcou o início de uma nova Era. Uma Nova Ordem!
A partir daí tudo sucedeu rapidamente, e o bloco opositor do bloco NATO desintegrou-se.
Uns pândegos acharam que até a Rússia se poderia juntar aos "Bons".
Havia os bons e os maus, e a paz conseguida em 1945 ia finalmente reconfirmar-se.

Mas não foi bem assim. 
Passou muito pouco tempo e porque não se vislumbrava a tal Paz, em Junho de 1992, o secretário-geral da ONU apresentou uma "Agenda para a Paz", muito celebrada por esse mundo fora.
Acções racionais de prevenção de conflitos, resolução de conflitos, manutenção de paz, e reconstrução das condições de manutenção de paz.
Mas faltou decretar, simultaneamente, uns quantos milagres!

Bom, o tempo foi correndo e aparece 1995, sendo evidente que, como não tinham sido decretados milagres, a paz . . . . 
5 de Janeiro de 1995 Butros-Gali resolve apresentar um "Suplemento a uma Agenda para a Paz", tipo vitaminas, mas sem ainda decretar milagres.

Uns dias depois, 18 de Janeiro, a super activa e decidida ONU pela voz do famoso "Conselho de Segurança" decreta que a primeira missão da ONU no futuro deve ser de desenvolvimento dos melhores meios de eliminar as causas fundamentais dos conflitos. Lindo!
Mesmo Lindoooooooo!

A realidade?
Terminada a guerra fria não muitos anos antes, sucederam-se conflitos por toda a parte. Conflitos étnicos, estados desintegrando-se, intolerância diversa, crescentes zonas do globo com fome, disparidades alarmantes.

E surgiu uma coisa das mais curiosas (opinião pessoal, naturalmente) para não dizer caricata, a ONU proclama 1995 ano da Tolerância, ao ponto da UNESCO ter sido mandatada para preparar uma declaração de tolerância, assim se esperando uma mobilização geral da sociedade civil mundial. Ora aí estava decretado o milagre!
Até o Vaticano II modificou a teologia da guerra justa!

Entretanto Crimeia. Entretanto algumas convulsões na Ucrânia e em outras esferas a Sul da Rússia.
Entretanto, 24FEV2022.
Entretanto há que rearmar e estado social que se lixe.

Violência sistémica, desprezo por valores, muita semântica com os direitos humanos sempre na boca, aspectos morais e espirituais da vida postos sempre de lado, os interesses acima de tudo.
Como estamos e continuamos.

Hoje começa a contar o 5º ano de guerra na Ucrânia. 
Na realidade não é na Ucrânia, é uma guerra EUA/ NATO/ UE versus Rússia por interposta Ucrânia.

Na Tugolândia discute-se, casas de banho, o polícia agora ministro, a casa do PM, as despedidas de Marcelo, e tantas outras coisas que preocupam e entretêm os das bolhas como seja a tesura de Ana Abrunhosa ou as conferências de Passos Coelho, mas que duvido muito preocupem a esmagadora maioria dos concidadãos comuns.
AC
25  FEVEREIRO  2026
> 1603 - Nau Santa Catarina é capturada pela Companhia das Índias Holandesas
> 1836 - Samuel Colt patenteia o seu primeiro revólver
> 1855 - Nasce Cesário Verde
> 1891 - Nasce Alfredo Marceneiro
> 1948 - Golpe de Praga
> 2026 - Presidente eleito José Seguro reuniu com o PM
> 2026 - Início do 5º ano de guerra na Ucrânia
AC

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026


 Onde chega a tolice e incompetência, porta-aviões a sobrevoarem

AC

PORTUGUÊS  -  INGLÊS
Não, não estou a pensar em retroversões. Nada disso.

Apercebi-me que há por aí um certo sururu porque o reitor da Universidade Nova de Lisboa fez um despacho que tem gerado inúmeras críticas negativas.

Confesso que não dei conta do início da coisa, e só ontem me apercebi  do dito sururu.
Dei-me conta disso ontem um pouco antes de me deitar, pois ainda não tinha olhado para vários artigos de jornais que tencionava consultar e ainda não o fizera.

Concretamente, li à pressa a notícia da página 20 do Diário Económico de 20 de Fevereiro do corrente. E interroguei hoje quem pudesses estar mais dentro do folhetim. E há bocado reli a notícia.

Em síntese, do que me contaram, a ideia que me passaram era de que o dito reitor "despachou" no sentido da SBE passar a ter nome em língua materna. 
Ora lida a notícia que já referi e se entendi bem, do que li as coisas não são exactamente assim isto é, não é para passar a ter nome português mas é para, além da designação em inglês, a Nova SBE ter cumulativamente a designação em língua portuguesa.

Ou seja e repito, se li bem, o tal reitor não pretende nem acabar com as aulas em inglês, nem destruir o histórico que elevou a Nova SBE ao lugar cimeiro que hoje tem.
O reitor quer apenas que seja cumprido o tal de Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior que impõe num tal art. 10º que as universidades têm de adoptar uma designação inequívoca em língua portuguesa.

Bem, não é coisa que me vá tirar o sono.

Burro velho como sou, aposto que além de tudo o mais, deve haver ódiozinhos entre vários "importantes" (???).
Adicionalmente, aposto que o despacho foi feito sem ter havido diálogos.

Finalmente, e eloquente exemplo do Portugal em que vivemos, o tal Regime Jurídico acima referido é de 2007 e, segundo a notícia, estará agora em fase de revisão na Assembleia da República. 
Revisão em que, de acordo ainda com o jornal, a perspectiva é de que os deputados quase todos irão manter a formulação - título/ nome em inglês mas também em português.

É Portugal, não levem a mal!

António Cabral (AC)

Ps: aparentemente o reitor estar a olhar para questões de eficácia e eficiência quanto a custos, despesas, sinergias e, naturalmente, aposto que em algumas coisas é capaz de ter razão em outras não deve ter. 
E, é quase certo, há-de haver guerrinhas de capelinhas. Aposto!
MANUTENÇÃO  de  INFRA-ESTRUTURAS
Este exemplo é do pontão de Alcochete
Esta fotografia é da parte final
Está assim há bem mais de um ano.

Entretanto os danos vão-se sucedendo, como se vê na fotografia em
baixo

Em épocas anteriores foi sempre possível observar os bons préstimos da Administração do Porto de Lisboa que, creio, é responsável por esta infra-estrutura.

Eloquente exemplo de certas instituições públicas!
AC