AC
Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 23 de maio de 2026
T. de CONTAS. VISTO PRÉVIO. CORRUPÇÃO
Até hoje tem existido aviso prévio.
O que tem acontecido quanto a corrupção ? Muita!
Parece pretenderem acabar com o visto prévio.
E mal que pergunte, e quanto ao reforço substancial de muitos meios humanos e tecnológicos para o MP mas mais ainda para o Tribunal de Contas para este fazer fiscalizações à posteriori À SÉRIA ?
Fiscalizações duras, à SÉRIA e depois MP em cima deles e depois julgamentos e sentenças rápidas . . . . . .
Hum . . . . . .
O que irá acontecer quanto à corrupção?
. . . . . . . . . . . POIS !
Olha, recordei-me desta piadola!
AC
PERSPECTIVAS
Uns olham para o barco, ficam com ar preocupado, asseguram que o momento é um pouco difícil mas que as decisões tomadas e as planeadas assegurarão boa recuperação.Já sem água exclamam - vêem, estamos no bom caminho
É isto, não passamos disto.
Tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.
AC
(meus comentários no final)
PS e PSD, durante o plenário de quarta-feira, 20 de maio, concordaram na ideia de que não se pode desclassificar os documentos relativos às Forças Populares 25 de Abril (FP-25) e à rede bombista de extrema-direita. O tema foi levado ao Parlamento pelo Chega, com uma iniciativa que recomendava a desclassificação de “todos os registos, documentos, dossiers e arquivos dos serviços de informações relativos à organização terrorista de extrema-esquerda FP-25”. No entanto, o debate foi alargado – com um projeto de lei do BE e com um projeto de resolução do Livre – a movimentos de extrema-direita, como o Exército de Libertação de Portugal (ELP), Movimento Maria da Fonte e Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP).
Em desacordo com a desclassificação destes documentos, o deputado socialista Pedro Delgado Alves, depois de atribuir ao debate um intuito "provocatório" por parte do Chega, assinalou um dever que todas as bancadas devem ter "perante todas as vítimas da violência política, da extrema-esquerda, da extrema-direita, de onde quer que ela venha, dos seus familiares e de todos aqueles que investigaram os crimes cometidos em vários momentos, e que foram, todos eles, objeto de repúdio e de condenação", de não instrumentalizar este debate "para abrir guerras culturais e para dividir aquilo que a democracia portuguesa teve a sabedoria de ser capaz de construir".
"A pergunta que devemos fazer é: 50 anos é tempo suficiente para não recearmos abrir os documentos?", perguntou, de forma retórica, o deputado do PS, respondendo: "Não sei. E na dúvida, perante as intenções declaradas de querer abrir uma guerra cultural, perante o momento de radicalização e de extremismo e de vontade de voltar a cavalgar estes temas, eu acho que não devemos fazer este exercício de viajar no tempo para fazer mal agora, em 2026, o que fizemos bem em 76, nos anos 80, nos anos 90. E, portanto, a razão, a primeira, pelas quais não acompanhamos os projetos é esta mesma: eles não são úteis à democracia em 2026. Mas mais do que isto, elas também oferecem problemas jurídicos", concluiu.
Com a justificação de que esta "desclassificação é muito mais complexa, muito mais grave e exige muito maior atenção que a própria classificação", o deputado do PSD António Rodrigues lançou dúvidas sobre a pertinência de se fazer este debate agora sugerindo que "alguns querem fazer contas com a história porque não estão satisfeitos com aquilo que aconteceu".
"Nós não estamos satisfeitos, mas temos a noção daquilo que aconteceu. Mas aquilo que está em discussão é verdadeiramente uma questão de Estado. Estamos disponíveis para pôr em causa o Estado naquilo que é mais sagrado, naquilo que é o segredo de Estado, naquilo que nós nos importamos no Parlamento, naquilo que é feito por órgãos próprios que foram escolhidos para esta Assembleia, ou queremos tornar isto uma chicana política, uns contra os outros, a reviver a história que está à volta, que está à revista e que está a tratada?", interrogou o deputado social-democrata, vincando que "o que se quer com estas propostas, com estes projetos de resolução ou com este projeto de lei é voltar a criar a confusão e o caos político em Portugal".
A premissa do documento do Chega, apresentado por Diogo Pacheco de Amorim, assenta numa notícia com um ano, do Expresso, que dá conta de que o Serviço de Informações de Segurança (SIS) "está a considerar a desclassificação de centenas de documentos do seu espólio de entre 1985 e 1990, contanto que não seja colocada em causa a Segurança Nacional", explicou o deputado.
De acordo com Pacheco de Amorim, o Chega entende que "não é apenas o período final das FP-25" que "importa conhecer, mas, isso sim, todo o período decorrido entre abril de 1980, data da sua fundação, e 1 de março de 1996, data da aprovação parlamentar da amnistia dos condenados da FP-25".
"Pelo que o acesso a todos os documentos e a todos os factos compreendidos dentro desse espaço de tempo se torna essencial. Quanto à Segurança Nacional, não se vislumbra qualquer interesse superior nesse campo a salvaguardar", afirmou, observando que BE e Livre "estão certos" nas inicitivas que apresentam para "tornar extensivo este pedido a todos os movimentos acusados de utilização de violência desde o 25 de Abril de 1974 até à aprovação da amnistia parlamentar".
Por seu turno, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, alertou para um "silêncio que dura há meio século" em Portugal "sobre quem pôs a bomba que matou o padre Max e a jovem de 19 anos, na Cumieira, sobre quem armou as Forças Populares 25 de Abril. Sobre a contabilidade do terror que, dos anos 70 aos anos 80, fez mais de duas dezenas de mortos, da extrema-direita bombista à extrema-esquerda armada".
Argumentando que "os documentos existem", mas "estão guardados", sem que ninguém possa consultá-los – como aconteceu , observou, com o jornalista Miguel Carvalho, quando escreveu o livro Quando Portugal Ardeu –, Fabian Figueiredo considerou que "as melhores obras sobre estes anos foram escritas por quem teve de procurar a verdade fora dos canais oficiais e há famílias que enterraram os seus sem nunca saberem por ordem de quem".
Tendo em conta que o projeto de lei do BE propõe uma comissão multidisciplinar afeta ao Parlamento para desclassificar os documentos em causa, o deputado bloquista explicou que "este projeto faz uma coisa simples e uma coisa difícil. A simples: cria uma comissão independente que abre tudo, as FP25 e a rede bombista, sem exceção, sem escolher metades. A difícil: pede a esta câmara a coragem que meio século de democracia nos exige, com toda a disponibilidade de melhorar a proposta na especialidade".
Para o líder do Livre Rui Tavares, "ser contra a violência política e que todos os partidos sejam é importante".
Com uma mensagem para o Chega, por só contemplar no projeto de resolução a desclassificação dos documentos relativos às FP-25, Rui Tavares considerou que "querer apenas dirigir os esforços da transparência para um lado é apenas utilizar a condenação da violência política para caricaturar adversários ou para fazer, digamos, gincanas políticas convenientes".
A líder parlamentar do PCP, Paula Santos, confirmou que a bancada comunista está "de acordo com a desclassificação dos documentos, quer quanto ao terrorismo bombista das forças reacionárias contra o 25 de Abril, quer quanto às FP-25", argumentando que "haverá certamente muitas informações que ajudarão a compreender quem é quem e que poderão surpreender os mais incautos, mas também deixará cair a máscara a muitos que compactuaram, direta ou indiretamente, com as ações bombistas e terroristas".
Para a deputada comunista, o Chega, com esta iniciativa de desclassificar os documentos, apresenta-se com o único propósito de "ocultar a ação terrorista bombista entre 1975 e 1977, desencadeada contra o processo de institucionalização do regime democrático".
"Sobre isto, nem uma palavra do Chega, mas já agora, também, nem uma palavra do CDS. O terrorismo bombista das organizações de extrema direita, que não se conformavam com Abril e que ambicionavam o regresso à ditadura, o MDLP, o ELP, o Movimento Maria da Fonte, a FLA [Frente de Libertação dos Açores], a FLAMA [Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira], elegeram o PCP como alvo político principal a liquidar", sustentou Paula Santos numa nota dirigida ao líder parlamentar do CDS, Paulo Núncio, que criticara numa intervenção PS e PCP por terem votado favoravelmente a amnistia às FP-25, afirmando que foi algo que "contribuiu para o branqueamento político e moral do terrorismo de extrema-esquerda".
Sobre a rede bombista, Paula Santos lembrou que "estas organizações terroristas foram responsáveis por 566 ações, de entre as quais 310 atentados bombistas, 136 assaltos, 58 incêndios, 36 espancamentos, 16 atentados a tiro, mais de 10 pessoas foram assassinadas".
sexta-feira, 22 de maio de 2026
28 de março de 2026
(comentários meus, sublinhados meus)
É para mim uma honra presidir a esta cerimónia, aqui na cidade de Santarém, berço de tantas tradições e palco de momentos históricos que moldaram Portugal. Santarém é, por excelência, uma cidade que acolhe, que abraça e que valoriza os seus acontecimentos cívicos e militares. Neste dia, como em tantos outros, demonstra a sua capacidade singular de unir património, memória e identidade nacional ao serviço das causas maiores do nosso país.
Santarém recebe por mérito próprio esta cerimónia, onde ecoa a lembrança de uma figura singular da nossa História recente: o Capitão Salgueiro Maia.
Daqui partiu uma força militar, comandada por este homem cuja determinação, coragem e liderança contribuíram decisivamente para mudar o rumo de Portugal.
Assim, recordar hoje Salgueiro Maia é celebrar a liderança virtuosa, a integridade sem concessões e o sentido de dever absoluto que caracteriza a excelência do nosso povo e das nossas Forças Armadas.
Dirijo por isso uma palavra de profundo agradecimento à família de Salgueiro Maia, na pessoa da Senhora Professora Natércia Maia, bem como à Associação Salgueiro Maia que continuam a avivar o legado daquele que é um dos maiores símbolos da liberdade.
Agradeço igualmente à Associação 25 de Abril, guardiã da memória daqueles que, com sacrifício e abnegação, devolveram ao povo português o direito de ser livre.
Quero também prestar homenagem aos Antigos Combatentes que em momentos difíceis da nossa história serviram Portugal com coragem, sacrifício e sentido de dever. A sua entrega, muitas vezes marcada por sofrimento e perda, permanece como um exemplo de dedicação à Pátria e serviço a Portugal.
Com este desígnio, expresso a profunda consideração pelas Forças Armadas Portuguesas, instituição que há quase nove séculos tem afirmado o seu espírito de bem servir o nosso país, dentro e fora das nossas fronteiras. É graças ao vosso profissionalismo, competência, dedicação e disciplina que Portugal continua a ser um exemplo de credibilidade internacional, de solidariedade, de capacidade de resposta e de cooperação multilateral.
E é a vós, aqui hoje, em Santarém, nesta cerimónia de apresentação das Forças Armadas, que, enquanto Comandante Supremo, vos dirijo as minhas próximas palavras de reconhecimento.
As nossas Forças Armadas representam um pilar (podia ter referido que é o pilar militar da defesa nacional mas que não é a defesa nacional) fundamental da nossa democracia e uma das instituições mais nobres enquanto comunidade nacional.
Numa sociedade livre, as Forças Armadas são, antes de mais, uma instituição ao serviço do povo, subordinada à Constituição da República e ao poder democrático legitimo. A vossa força não reside apenas na capacidade operacional.
Ser militar em democracia impõe, por isso, um equilíbrio exigente: cumprir com determinação todas as missões, mantendo sempre o respeito pelas instituições, pelos direitos fundamentais e pela vontade soberana dos cidadãos. Exige também uma consciência clara de que a vossa autoridade decorre da confiança do povo. Uma confiança que se constrói todos os dias, com profissionalismo, integridade e sentido de serviço.
Soldados de Portugal
Vivemos hoje um contexto internacional particularmente exigente, marcado por incertezas e novas ameaças. A comunidade internacional atravessa um período de mutações profundas, de uma potencial fragmentação política, de erosão do Direito Internacional, de tentativas de esvaziamento das organizações multilaterais e de uma preocupante reemergência de conflitos armados de alta intensidade, com expressão mais recente na Europa e no Próximo e Médio Oriente.
Desde o início do conflito na Ucrânia, a Europa despertou para uma realidade que muitos julgavam ultrapassada.
A perceção do valor inquestionável da segurança coletiva alterou-se de forma abrupta, obrigando os Estados a tomarem medidas compatíveis com a missão de defesa e salvaguarda da soberania nacional e do nosso Povo.
Os compromissos internacionais que assumimos bem como a evolução dos sistemas e a necessidade de maior interoperabilidade com os nossos Aliados na União Europeia e na NATO, exige-nos o investimento, a modernização e o reforço das capacidades militares. Não, exige-se em primeiro lugar ponderar com urgência (e já estamos atrasados) que Forças Armadas deve Portugal ter; continuamos com o modelo de sempre, sem atendermos ao que a nossa dimensão Oceãnica e inerente jurisdição que sobre ela temos impõe; não param para pensar, ponderar, fica/ ficam-se pelos chavões habituais)
A estes desafios somam-se outros de natureza global como: as alterações climáticas e as catástrofes naturais associadas, a emergência de tecnologias disruptivas, com impacto direto na economia e no domínio militar, as pressões demográficas e os fluxos migratórios significativos, bem como a crescente competição por recursos energéticos e naturais críticos.
Uma complexidade de temas que exige uma resposta refletida e coordenada. Foi com este objetivo que convoquei o Conselho de Estado para o próximo dia 17 de abril, exclusivamente para analisar Segurança e Defesa (a política de defesa cabe constitucionalmente aos governos, está a começar a seguir as más pisadas de Marcelo, só lhe falta dizer - são/ somos os melhores dos melhores).
Trata-se de um quadro complexo, dinâmico e de risco acrescido, que exige dos Estados uma atitude mais assertiva das Forças Armadas um nível de prontidão e modernização sem precedentes.
Por isso, quero deixar claro: as Forças Armadas podem contar com o meu total apoio num reforço que se pretende sério e equilibrado de modernização. Podem contar com o meu apoio, mas importa frisar que esta necessidade de modernização ocorre em simultâneo, num quadro de urgências nacionais em particular nas áreas sociais (e aqui lá começou a travar o entusiasmo!).
Este investimento tem de ser um investimento inteligente. (continuou a travar)
Nesta matéria, importa reconhecer que a indústria de defesa nacional e europeia, apesar das evoluções verificadas no passado recente, enfrenta ainda limitações. A velocidade de resposta industrial está a crescer, no sentido de uma resposta articulada às necessidades prementes de reequipamento, inovação e investigação. Esta realidade tem impactos, não apenas na modernização das Forças Armadas, mas também no processo da atratividade da profissão militar e na permanência de militares ao serviço de Portugal.
Modernizar não é apenas adquirir meios. É cuidar das nossas mulheres e homens ao serviço de Portugal.
É melhorar condições, valorizar carreiras, garantir previsibilidade e dignidade a quem serve o nosso país com tanta dedicação. É assegurar que cada militar tem os meios, a formação e o apoio necessários para cumprir a sua missão com segurança e com defesa.
Minhas senhoras e meus senhores
Hoje, mais do que nunca, precisamos de tornar a carreira militar atrativa para os nossos jovens (blá, blá, blá, blá).
O pleno reconhecimento da condição militar, distintiva e única no espetro nacional (não esteve em governo, não foi chefe de partido, não foi líder parlamentar, o que fez então para isto?), bem como das pensões e incentivos associados, a par da resposta na qualidade da formação técnica de alta qualidade e a ampliação de capacidades tecnológicas, constituem medidas essenciais, quer para o incremento de talentos nacionais, quer para garantir que os nossos quadros permaneçam motivados, empenhados e capacitados para enfrentar os desafios do presente e do futuro.
Não há Forças Armadas sem recursos humanos, e por esta razão é imperativo afirmar, com ações consequentes, que as “pessoas” continuam a ser o principal pilar das Forças Armadas.
A profissão militar continua a ser uma das mais nobres que um cidadão pode abraçar. Requer disciplina, sacrifício, disponibilidade permanente, lealdade e um profundo sentido de missão. Impõe um compromisso diário com Portugal, com o bem comum e com os valores que nos definem como nação. Cada militar, independentemente do seu posto ou função, é um exemplo vivo do serviço (pessimamente remunerado) a Portugal.
Militares de Portugal
Como vosso Comandante Supremo das Forças Armadas, assumo hoje perante vós, o compromisso de promover a valorização da cidadania nacional, essencial no reforço da coesão e prestígio das Forças Armadas. Desenvolver os esforços adequados no sentido de elevar a prontidão, a capacidade operacional e a interoperabilidade das Forças Armadas, que são um imperativo nacional.
Defendo uma modernização que não se limite aos equipamentos, mas que vá mais longe. Que integre os diferentes vetores de desenvolvimento nacionais e que fortaleça a cultura organizacional. (pois)
Esta transformação deve continuar a abranger outras dimensões, como o contributo das Forças Armadas para a inovação nacional. Hoje, mais do que nunca, a cooperação com a indústria, com os centros de investigação e com as universidades, é decisiva. É desta colaboração que nascem novas soluções, novas capacidades e novos conhecimentos que fortalecem o nosso país.
Este trabalho conjunto gera impacto real: impulsiona a economia, promove o desenvolvimento nacional e afirma Portugal como um país moderno, atrativo e referencial no quadro europeu e internacional.
É com esta visão integrada que continuaremos (continuaremos pressupõe que já vinha sendo feito, certo?) a construir Forças Armadas capazes de atuar com credibilidade em todo o território nacional e nos espaços interterritoriais, sempre harmonizadas com os nossos aliados e parceiros internacionais.
Quero ainda aproveitar este momento para dirigir uma palavra de sentido agradecimento aos nossos militares que integram missões fora das nossas fronteiras e respetivas famílias que constituem o seu apoio incondicional de retaguarda.
Como Comandante Supremo das Forças Armadas quero que saibam que valorizo o vosso papel único e essencial na promoção e desenvolvimento da segurança e estabilidade internacional. Enquanto vetor fundamental da política externa portuguesa, as nossas Forças Nacionais Destacadas, afirmam todos os dias os nossos compromissos internacionais cumprindo as mais variadas missões no âmbito da NATO, da União Europeia, da ONU e da CPLP. O vosso sentido de missão, amplamente apreciado pelos nossos parceiros internacionais, robustece, a fiabilidade, a credibilidade e a responsabilidade de Portugal na defesa coletiva e na promoção da paz e dos direitos humanos.
Sei que por detrás de cada missão há famílias, há ausências, há riscos assumidos com coragem. Sei o que significa partir sem saber exatamente quando se regressa, cumprir longe de casa, muitas das vezes em contextos difíceis, perigosos e exigentes. E sei também que, muitas das vezes, o vosso trabalho não é visível, mas é sempre essencial. Repito: essencial.
Além de tudo o que já referi, quero enaltecer, de forma muito clara, o contributo absolutamente determinante das Forças Armadas para a resposta nacional em situações de emergência. Os acontecimentos deste inverno demonstraram-no de forma inequívoca. Obrigado em nome de Portugal.
Marinha, Exército e Força Aérea atuaram lado a lado – mesmo enfrentando danos nas suas próprias infraestruturas – garantindo segurança, apoio humanitário e capacidade de resposta onde ela era mais urgente.
Fizeram-no, apesar de simultaneamente enfrentarem esses danos nas suas próprias infraestruturas.
Quer perante catástrofes naturais, quer em falhas nas infraestruturas críticas, ou ainda em ocorrências que continuam a afetar diversas regiões, a capacidade de comando e controlo, o treino especializado e os recursos de duplo uso revelam-se, sistematicamente, um valor inestimável para Portugal. As Forças Armadas estiveram – e continuam a estar – onde o país mais precisa delas: ao lado das populações, garantindo segurança, apoio e esperança nos momentos mais difíceis.
A vossa experiência, o vosso conhecimento, a vossa capacidade de organização e de planeamento são ativos nacionais que devem ser plenamente aproveitados.
Militares de Portugal
Apesar dos desafios, mantenho uma convicção profunda: a força de Portugal está assente na Segurança, na observância dos nossos compromissos, na afirmação e defesa da nossa soberania e no apoio permanente ao povo português.
Portugal tem todas as condições para garantir a segurança, o progresso e a liberdade das futuras gerações. Temos história, temos valores, temos instituições sólidas e temos mulheres e homens que, todos os dias, dão o melhor de si pela nossa bandeira.
Militares de Portugal
Como Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas e em nome do povo português, agradeço profundamente o vosso serviço, a vossa lealdade e a vossa dedicação a Portugal. Sei que o vosso empenho diário é feito de coragem, de dedicação e de sacrifício.
Portugal confia (confia mas através dos ex e actuais titulares de órgãos de soberania pouco vos tem ligado) em vós. Confia na vossa preparação, na vossa lealdade e na vossa dedicação a Portugal.
Enquanto Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, quero que saibam que estarei sempre ao vosso lado, com exigência, com respeito e com sentido de responsabilidade.
Conto convosco como sempre o país contou: com profissionalismo, com sentido de dever e com espírito de missão.
E quero que saibam que podem contar comigo.
Sempre por Portugal!
ISTO NUNCA EXISTIU, CERTO ?
REDES BOMBISTAS DE EXTREMA DIREITA TAMBÉM NÃO ?
REDES DE EXTREMA ESQUERDA TAMBÉM NÃO ?
FP 25 ABRIL TAMBÉM NÃO EXISTIRAM, CERTO ?
TUDO FAKE NEWS, TUDO INVENTADO PELA IA, CERTO ?
VÃO DAR BANHO AO CÃO, E DURMAM BEM!
AC
Presidente da Junta de Freguesia de Vila do Conde renuncia ao mandato depois de polémica com gastos pessoais com dinheiro público
Isaac Braga renunciou ao mandato depois de uma reportagem da RTP ter revelado que foram gastos 30 mil euros das contas da Junta de Freguesia em tabaco, restaurantes, perfumarias ou num hotel.



















