CULTURA
ACChapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
RECORDANDO
1. FRANCISCO PINTO BALSEMÃO: “Marcelo, como o escorpião da lenda, não resiste a matar a rã (…) Algumas pessoas amigas que consultei avisaram-me e tentaram evitar que o convidasse para o Governo: ‘Estás a meter o veneno em casa’ – dizia um. ‘Estás a aproximar-te do escorpião da fábula, e tu serás a rã’ – dizia outro”.
2. PACHECO PEREIRA: “Marcelo é o criador e principal fautor de um jornalismo dos cenários que nunca se realizam, jornalismo apenas especulativo que não leva a lado nenhum e que tem o condão de falsear toda a atividade política”.
3. BELMIRO DE AZEVEDO (1998): “Marcelo Rebelo de Sousa deveria ser eliminado. Não tem categoria. Que retirem a cadeira a esse senhor".
4. PASSOS COELHO: ““Catavento de opiniões erráticas, em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno político.”
5. PAULO PORTAS: "Marcelo é filho de Deus e do diabo, Deus deu-lhe a inteligência, o diabo deu-lhe a maldade.”
6. MARIA JOÃO AVILEZ: “Marcelo tem tomado o espaço da oposição ao governo. E para cúmulo é ele próprio que manda colocar nos jornais conversas a propósito. Toda a gente sabe dos telefonemas e das intrigas. É demasiado interventivo e não percebe que não pode ser ele o líder da oposição, mas comporta-se como tal.”
7. HENRIQUE RAPOSO: “Um presidente que já é sem qualquer dúvida o presidente mais fraco desde 74.”
8. MIGUEL MONJARDINO: O comentador Marcelo Rebelo de Sousa (M.R.S.) constitui, pelo seu recente comportamento, uma ameaça à credibilidade da instituição da Presidência da República e ao futuro de Portugal (…) Em vez de um Presidente da República, elegemos um comentador com urgência pessoal e compulsão para se pronunciar, instantaneamente, sobre tudo.”
9. ANTÓNIO RIBEIRO (jornalista): “É falso como as cobras. Tem ar de avô bondoso, é beato, não tem vida própria. Mas cospe veneno. Parece que apoia, mas é exímio a puxar tapetes a quem detesta, embora finja apoiar. Olha para as tendências da opinião pública, dia a dia, como oportunidade de negócio (…) Essencialmente, ele não presta (….) Que ninguém confie nele, porque ele é do Antigo e não do Novo.
10. CINTRA TORRES: Marcelo comenta de manhã, à tarde, à noite e de madrugada. Comenta à porta do Coliseu, na rua, nos jardins, na escadaria da Gulbenkian, comenta em Portugal e no estrangeiro, comenta no adro e na praia, no palácio e na feira, no café e no congresso, comenta futebol e o tempo, comenta vivos e mortos, acidentes e festivais – e comenta há 50 anos, desde que entrou para o “Expresso”, onde permanece até hoje, por via de corneta alheia, o principal alimentador e protagonista do diz-que-disse político nacional.”
11. CARLOS ESPERANÇA: «Marcelo é um neto legítimo do 28 de Maio e um dedicado enteado do 25 de Abril, não se pode exigir-lhe mais do que a sua natureza consente.»
12. JOSÉ CID (cantor): “O homem não tem tempo para nada, está sempre em qualquer lado, que não é parte nenhuma.”
13. PAULA FERREIRA (jornalista): “Marcelo fala de tudo e, por esse motivo, poucas são as vezes em que fala de alguma coisa.”
14. VÍTOR MATOS NO LIVRO (BIOGRAFIA) “MARCELO REBELO DE SOUSA” – 2012: “Poucas coisas dão mais prazer a Marcelo do que realçar os pontos fracos dos outros, em privado, em público ou no jornal (…) Marcelo é capaz de qualquer patifaria inconsequente (…) Por uma boa piada, Marcelo não se importa de perder um amigo.”
15. VASSALO DE ABREU: “O Dr. Marcelo desfaz-se em muitos e cai no goto do povão! Ele é como o ”Preço Certo”: Não tem ponta por onde se lhe pegue, mas o povão gosta… Que fazer.”
16. LUÍS PAIXÃO MARTINS: “Marcelo é o chefe General do Estado Maior das forças mediáticas.”
17. J-m NOBRE-CORREIA: “Temos uma personagem que há cinquenta anos instrumentaliza compulsivamente os média. Com a “criação de factos”. Com pseudoanálises da atualidade política. Com constantes declarações a propósito de tudo e de nada.”
18. AMADEU HOMEM: “Eu acho o Presidente da República um oligofrénico e um trambolho democrático.”
19. PAULO QUERIDO: “Temos um Presidente da República sibilino e sinistro — o agente político mais perigoso para uma sociedade decente, tolerante, progressista e bem sucedida depois de Oliveira Salazar, capaz de driblar todas as instituições democráticas, a começar por uma das suas especialidades, a Constituição.”
20. TELMO AZEVEDO FERNANDES: "É sabido que temos um Presidente da República que não lida maravilhosamente com a verdade. Tal como um menino traquinas que ainda faz chichi na cama, Marcelo é invariavelmente um palrador fingido, trapaceiro e dissimulado, que não hesita em inventar tretas e tramas, para manipular a opinião pública e tentar intervir de forma desleal e traiçoeira na política nacional."
21. MARINA COSTA LOBO (politóloga): “Marcelo pensando no seu lugar na história, quer usar os poderes que tem para deixar Belém com outro inquilino em São Bento, um primeiro-ministro do seu partido, o PSD.”
22. ARTUR VAZ (que também tenho direito!): “Em tantos anos das conversas de Marcelo, alguém se recorda de uma ideia ou proposta minimamente razoável e consistente que tenha sido da lavra de inteligência tão brilhante?”
OS PÊ ESSES e o PASSADO
Lembrou o Expresso que, em 2014, quando Seguro e Costa disputavam a liderança do PS, Jaime Gama recusou subscrever uma carta de apoio de fundadores do partido a António Costa.
Mário Soares foi um dos apoiantes.
Agora Jaime Gama apoia Carneiro, porque o considera tenaz, não arrogante, discreto, perseverante.
Creio que andam por aí PÊ ESSES a tentar arranjar alguém que combata e desejavelmente consiga que Carneiro deixe de ser secretário-geral do PS.
Aguardemos
AC
O presidente da república defendeu hoje que não serão os contratados no estrangeiro que poderão substituir o essencial das forças armadas portuguesas, num discurso em que voltou a apelar ao seu fortalecimento, com mais efetivos.
© Lusa
05/09/23 13:17 ‧ HÁ 4 HORAS POR LUSA
https://www.noticiasaominuto.com/pais/2393466/marcelo-quer-mais-para-as-forcas-armadas-se-nao-e-agora-quando-sera?utm_source=notification&utm_medium=push&utm_campaign=2393466
Marcelo Rebelo de Sousa discursava numa cerimónia militar comemorativa do 49.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, junto à estátua de D. Nuno Álvares Pereira no Jardim Ducla Soares, em Lisboa.
"Não acreditemos que serão outros, contratados no estrangeiro, que poderão substituir o essencial do nosso corpo militar. Mesmo em setores sociais, são soluções de emergência, transitórias e de muito limitada expressão numérica", afirmou o chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas.
Na sua intervenção, Marcelo Rebelo de Sousa sustentou que na conjuntura atual "importa ainda mais" que as Forças Armadas Portuguesas "sejam fortes, para que Portugal seja forte", e devem ter "sempre efetivos e capacidades à medida das suas missões".
"Se não é agora, em tempos de guerra, em tempos de relevância maior do papel das nossas Forças Armadas no mundo, se não é agora, quando será que vamos atualizar capacidades - algumas delas fora do tempo - e, mais do que isso, ter homens e mulheres em número e formação para lhes darem o devido emprego?", interrogou.
"Sem mulheres e homens militares, poderemos sonhar com navios, blindados, aeronaves, mas não teremos quem os possam tornar úteis", acrescentou.
Foi neste contexto que, em seguida, o Presidente da República abordou a questão do recrutamento de estrangeiros para as Forças Armadas -- uma possibilidade em relação à qual já se manifestou favorável -- para defender que não poderão substituir o essencial do corpo militar português.
Sobre este assunto, em 28 de junho do ano passado, num fórum sobre recrutamento militar, no Teatro Thalia, em Lisboa, o chefe de Estado declarou: "Temos de nos habituar à ideia de incluir os imigrantes numa fonte de recrutamento para as Forças Armadas".
Marcelo Rebelo de Sousa tem insistido na necessidade de mais investimento nos meios militares e na valorização das carreiras.
Hoje, retomou esse apelo, referindo-se à guerra na Ucrânia e à sua recente visita a Kiev, em agosto: "É tempo de lembrar o que verdadeiramente importa, e importa mais do que nunca ao vermos a coragem do povo ucraniano, como eu vi, ao lutar pelo que é seu, pela soberania que lhe foi negada, pelo território que lhe foi sonegado, por causas que são nossas, são da União Europeia, são da NATO, são das Nações Unidas".
"Para nós, coerentes com a pertença às Nações Unidas, à NATO e à União Europeia, as suas fronteiras são as nossas fronteiras. A paz com princípios que cumpre construir é a nossa paz", disse.
Neste quadro, segundo o chefe de Estado, "o que verdadeiramente importa" é que as Forças Armadas Portuguesas "tenham sempre efetivos e capacidades à medida das suas missões", que "atraiam sempre mais e melhores efetivos, e que eles não saiam ao ritmo a que têm saído".
"Importa que o estatuto militar esteja à altura das legítimas aspirações dos candidatos e dos militares. Importa que que as novas leis da programação militar e das infraestruturais militares, que dão inegáveis passos positivos, sejam efetivamente cumpridas -- e, se possível, não deixando o que seja mais premente para daqui a oito a doze anos", apontou.
Para Marcelo Rebelo de Sousa, é importante também "que os sinais dados na criação de praças do Exército ou da Força Aérea ou na normalização de prazos das promoções -- louváveis -- signifiquem um clima geral de motivação acrescida" e há que "ajustar e aprofundar as medidas de apoio aplicando o estatuto do ex-combatente".
Na presença da ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, e do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Nunes da Fonseca, o Presidente da República considerou que há "visível empenho conjunto" de ministra e chefias militares, mas que é preciso que "prossiga e se acelere", com "maior compreensão política" e "adesão comunitária".
"Se queremos Portugal forte, teremos de permanentemente garantir Forças Armadas fortes -- porque mundialmente conhecidas e admiradas já o são há muito tempo", reforçou.
"Esse é o empenho da senhora ministra da Defesa Nacional, e com ela do senhor primeiro-ministro e de todo o Governo. Esse é o empenho da Assembleia da República e, nela, da Comissão Parlamentar de Defesa. Esse é o empenho do Presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas. Esse é o empenho dos portugueses. Resta agora apenas o essencial: converter esse empenho sempre, dia após dia, em crescente realidade", concluiu o chefe de Estado.
> 1605 - Publicada a versão portuguesa de "O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha"
> 1802 - Nasce Vitor Hugo
AC
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
CATÁSTROFE. RECONSTRUÇÃO.
Um "comboio" atmosférico tratou de mostrar e com violência aos das bolhas de Lisboa, Cascais, Porto, Coimbra aquilo que Portugal é: um país pobre, desorganizado, sem rumo, e passam as décadas e não se toma juízo.
Não me interessam as estatísticas MACRO.
Não me interessam as vacuidades de MarceloRebelo de Sousa, Cavaco Silva, António Costa, Sócrates, Carlos César, Carneiro, Rui Moreira, Raimundo, as Leitão ou as Mortágua, Louçã, Tavares, Montenegro, Cotrim, os e as Mendes e um infindável etc.
As televisões encarregaram-se de nos mostrar duras realidades.
Realidades que nos estoiraram em casa, e me faz pensar se os tais desgraçados dos meus concidadãos que não vivem SOBREVIVEM não serão infelizmente mais dos sempre anunciados 2 milhões a estar num limbo trágico de pobreza.
Cheio de boas intenções está o inferno cheio.
Montenegro foi ontem cumprimentar em Queluz o presidente eleito e segundo se diz por aí mostrar-lhe o plano de intenções para acorrer a desgraças várias, que não se reduzem apenas à zona centro do país continental.
Como é habitual e é compreensível, os jornalistas tentam ouvir pessoas credenciadas tendo em vista a dita reconstrução. Também tentam ouvir muitos do Komentariado das bolhas.
Passando à frente dos conhecidos e arrogantes e vaidosos do Komentariado, há pessoas que se atrevem a recordar o que ao longo dos tempos foi sendo (mal) feito na construção de infra-estruturas as mais diversas, empresas e habitação.
E lá vem a realidade: o (des) ordenamento do território, o despovoamento, a retração de tudo e mais alguma coisa (agências bancárias, farmácias, centros de saúde, creches, hospitais, escolas, postos da GNR e esquadras da PSP, etc.), progressivo fim de rádios locais e pequena imprensa, a desindustrialização, a falta de barragens, ausência de política florestal, ETC.
Na sequência das catástrofes que atingiram o país creio que pouco se falou nos governos e nas autarquias quanto aos famosos PDM. Salvo, melhor opinião, está aqui um dos grandes nossos males. O que se deixa construir no plano da qualidade de materiais, o que se deixa construir onde não se devia deixar construir e, sobretudo, a pouca vergonha de sempre - terrenos rústicos > terrenos urbanos.
Que considerar?
Inventariação rigorosa das necessidades
Plano, definição de prioridades
Burocracia, leis, normas, regulamentos
Atribuição de meios materiais, humanos e financeiros
POIS!
Apenas alguns insignificantes e simples exemplos:
* telhados: todas (milhares) as estruturas de telhados em madeira vão ser subtraídas por exemplo por alumínio (material leve e resistente, para não esforçar a pressão sobre as paredes das casas)?
* as chaminés tombadas vão ser reerguidas com o mesmo tipo de construção?
* as (milhares) de casas (??) existentes em leitos de cheias e imensas muito danificadas vão ser abandonadas, e as pessoas movidas para habitação social pre-fabricada mas condigna a erigir rapidamente em locais próximos mas fora de leitos de cheias?
* a legislação sobre edificação diversa está já (URGENTE) a ser revista POR TODOS OS PARTIDOS com assento parlamentar e em colaboração com o LNEC e a associação de municípios, para não mais se deixar de construir sem todas as resistências anti-sísmicas, não mais se deixarem construir prédios em fileira todos encostados uns aos outros, para não mais se construir em leitos de cheias?
* que plano traçado para gradualmente substituir os postes de madeira por todo o país?
* que planeamento está a ser ponderado para gradualmente retirar todas as populações com habitação em leitos de cheias?
* eliminaram boa parte da burocracia para se poder reconstruir com rapidez? Não há um ministro para essa coisa que até se vangloriou com umas "boutades" e platitudes e vacuidades num fórum internacional recente?
Bom, fico por aqui. . . . a esperar . . . . . sentado, . . . . enquanto na Assembleia da República discutem coisas muito importantes, como questões fracturantes, ou as tiradas de Passos Coelho, ou enquanto no PS uns quantos andam a tratar de arranjar oponente a Carneiro e aos seus balidos 5.0, ou se Luís Neves deve ser já chamado à AR para se explicar porque aceitou ser MAI e se, sim ou não, já telefonou à família e gritou como aquele que gosta muito de andar por Cabo Verde - já sou ministro!
António Cabral (AC)
> 1603 - Nau Santa Catarina é capturada pela Companhia das Índias Holandesas
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Não, não estou a pensar em retroversões. Nada disso.











