terça-feira, 6 de outubro de 2026

ESTOU  LIGEIRAMENTE  DOENTE . . . 

E por isso . . . . uma valente facada no meu procedimento habitual quanto a quase não ver TV. Como de quando em vez aqui confesso vejo muito pouca TV e quero referir-me concretamente aos canais 1 a 9, as ditas notícias.

Por sugestão de amigos, de vez em quando uso a tecnologia e ando para trás para visionar o que me recomendaram.

Acontece que me magoei na parte exterior do pé esquerdo e que me dói mesmo. 

E depois das 2000 horas de hoje estive um bocado esticado mum dos sofás da sala e a minha querida mulher estava a fazer uns zapings e às tantas fixou-se no canal 7. E durante bem mais de 25 minutos estive a ouvir sobre o futebolês com incidência no comunicado do "Cris" que vários dos comentadores foram dissecando.

Como eu sempre disse ligo muito pouco a futebol e pouco percebo da coisa, e confesso que normalmente assisto a jogos da selecção nacional pela TV. Foi o caso destes 4 jogos da era JJesus; e  não vi todo do primeiro. Quatro jogos, quatro vitórias claras, sem espinhas. Acho eu.

Ora depois de o país andar "preso pela telenovela "Cris" - "Jesus" terreno, eu estive três noites sem pregar olho tão angustiado tenho andado com esta crise nacional, e assisti portanto ao desenvolvimento da telenovela - o comunicado do "Cris". Sublinho nele o que me parece relevante e no fim junto uns comentários.

Repito, não percebo nada de futebolês e estou a marimbar-me para esta parvoíce toda. Parvoíce, é a minha opinião. O comunicado dos conselheiros do "Cris":

"Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.

Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.

No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.

Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.

Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa.

Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.

Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.

Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.

O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.

Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.

Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.

O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.

Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.

Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos.

Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.

À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.

Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.

O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado.

O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.

No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.

Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.

Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.

Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este "caso": que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.

O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.

Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.

A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos.

Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.

A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.

As notas que
validei eram as seguintes:

“Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:

1. Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.

2. Sei o quanto ele vive e ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.

3. O plano que propus ao Cristiano foi aceite.

4. Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.

5. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.

6. Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.

7. Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.

8. Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso."

Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.

Era a segunda vez, que me estava
a faltar à palavra dada.

Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim
a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.

Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.

Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.

Nunca,
em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.

Devo também um
pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.

Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.

A consequência deste meu ato deve ser avaliada e
punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.

A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.

Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém.

Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.

Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir.
Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.

Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.

Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.

Cristiano Ronaldo

6 de Outubro de 2026
"

Que penso desta parvoíce toda, eu que nada percebo de futebol, mas não sou completamente estúpido? Isto:

1. que JJesus tem uma forma de se expressar peculiar, é bruto a colocar as coisas. Facto conhecido.

2. que "Cris" se formou, cresceu futebolisticamente, tornou-se durante anos o melhor ou dos melhores do mundo, fez belíssimos jogos pela selecção nacional.

3. que, legitimamente, "Cris"construiu o seu mundo, é financeiramente muito rico, assegurou a sua vida e da família directa e alargada. Fez muito bem.

4. que "Cris" tem qualidades e defeitos como todas as pessoas.

5. que "Cris "tem há vários anos um ego insuportável 

6. que ao longo da vida pessoal e profissional "Cris" teve vários episódios deploráveis.

7. que "Cris" conhece perfeitamente a maneira de ser de JJesus pelo que me parece despropositado e inaceitável quero que o selecionador nacional lesse um documento forjado pelo assessores de "Cris". Forjado por assessores, que "Cris" validou. Está no comunicado.

8. que JJesus se espalhou ao comprido em estar a dialogar com "Cris"num quarto ou numa sala sobre um documento forjado por assessores do "Cris" para ele ler em conferência de imprensa.

9. Se percebi correctamente os comentadores, houve uma recente conferência de JJesus em que por palavras outras os tais pontos do patético documento do "Cris" forma abordados.

10. como acontece com idiotas de ego insuportável e sempre rodeados de assessores de imagem e etc acabaram por se espalhar ao comprido com este comunicado. Os assessores do "Cris" e o "Cris" que validou este triste comunicado.
Dando de barato que JJesus não andou bem com conversas da treta antes de vir a público falar, espalharam-se ao comprido pelas razões seguintes:

a. se preza tanto a verdade parece-me que deviam ter evitado referir que nunca houve interferências junto dos anteriores selecionadores; até eu que não ligo nada ao futebol conheço bem o nome de agentes e outros que andaram sempre em redor à conta dos negócios e de quem aconselhavam convocar e etc. Até conheço superficialmente gente influente desse tenebroso meio.

b. mas o mais relevante, decisivo, e que na minha opinião deita por terra o desprezível comportamento de "Cris" é recordar o que aconteceu aquando do falecimento do pai.

c. as parvoíces acontecidas agora, por maiores bacoradas que tenham existido por parte de JJesus e outrem, são superiores à tragédia do falecimento de um pai, superiores e mais importantes que o triste desenlace que mesmo assim não o fez abandonar a selecção, abandono que imediatamente teria ocorrido se fosse um clube?

Não me esqueço, NUNCA, do que em 24 anos fez por Portugal. Mas tenha vergonha "Cris".

AC

CAMINHADA  MATINAL


AC

VENDAVAL

O comboio de tempestades do Inverno passado deixou um rasto de destruição brutal por todo o país.

Destruiu pequenas e médias empresas. 

Destruiu lares, destroçou famílias.

Destruiu casas, estradas e caminhos.

Deixou muitos portugueses sem energia, sem comunicações, alguns ficaram isolados vários dias. Na zona de Coimbra a A 1 colapsou pois o Mondego "irritou-se"! Isto foi logo arranjado, era a BRISA.

A fotografia supra pretende significar a destruição. Uma coisa é certa, no presente, caminha-se por muitos locais, junto de estradas várias e vilas e aldeias, e coisas com a da fotografia continuam por corrigir, arranjar.

Mais grave, preocupante, vi vários locais à beira de estradas e caminhos que, APOSTO, nas próximas chuvadas vai dar enxurradas outras vez e colapsos vários. Muita coisa por corrigir.

Oxalá eu esteja enganado.

AC

GENIAL

AC 

SIMILITUDES

O inarrável Pedro Sanchez está há mais de 8 anos no poder.

A crise da habitação em Espanha é de há poucas semanas?

NÃO.

Que fez o tipo para que não se chegasse à situação actual?

Pelos vistos basicamente nada.

Surgiu a Dona Carmen e à pressa tentou arranjar uns remendos, fez umas leis e muitas promessas. Muitas promessas

Vai para eleições para ver se consegue manter o poder.

Onde já vi isto?

Não houve por aí um pantomineiro que esteve um pouco mais de 8 anos no poder?

Deixa pensar . . . . . Ah, já me lembro.

Pois é, muito parecidos, por isso também juntos em NY com Mandani!

Só há uma coisa, uma diferença relativamente aos dois, Sanchez, agora não parece haver tacho na estranja para seguires a vidinha como arranjou o habilidoso!

AC

ESPANHA,  29  NOVEMBRO  2026
AC
6  OUTUBRO  2026
> 1846 - Rainha D Maria II depõe o governo de Pedro de Sousa Holstein/ Duque de Palmela
> 1889 - Paris, inauguração do "Moulin Rouge"
> 1973 - Tropas Egípcias atacam o Sinai
> 1981 - Presidente Anwar Sadat assassinado
> 1985 - PSD /Cavaco Silva vence eleições legislativas com maioria relativa
> 1992 - TV SIC inicia emissões
> 1999 - Faleceu Amália Rodrigues

Bom dia, boa 3ª Feira.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

MONSANTO

AC
A  PROPÓSITO  de  CONVERSAS  da  TRETA
e  de  ESPANTADOS
Alguns dos bem instalados nas "bolhas", alguns dos que se espraiam por Komentariado, conferências e administrações "pro bono", parecem ter ficado um pouco espantados com o resultado obtido por Lula na 1ª volta das eleições no Brasil.

E logo se dispara que Trump ganhou, como se este cretino e actual presidente dos EUA tivesse a responsabilidade maior no que vai pelo Brasil. Não creio que seja assim.

Por via de eleições, presidentes parlamentos e governos tomam periódica e formalmente o poder, no Brasil e por todo o lado.
Em ditaduras com percentagens norte-coreanas.
O Brasil não vive em ditadura desde que os militares se afastaram.

Quando as esquerdas ganham há uma tendência (que maus resultados vem dando) de que foi com toda a justiça. 

Em Portugal, e em muitos países sobretudo europeus, esta mania de entender as coisas persiste.
Se a direita ganha lá pode vir o poder discricionário ou mesmo o fassismooooooo. Em certos casos aconteceu!

Voltando ao Brasil, alguns, muito apreensivos, querem agora perceber as  razões da mudança de ciclo que parece antever-se no resultado da 2º volta. Alguns não o explicitam ainda mas nas entranhas gritam - ai a democracia em perigo no Brasil.

Eu não percebo nada da política brasileira. Sou espectador, estive lá 9 dias em 1969, muitos dias em várias cidades em 2011.

Sem o poder demonstrar, o ex-presidente Bolsonaro sempre me pareceu desprezível, e isto para ser simpático.
Mas Lula nunca me pareceu e continua a não me parecer melhor.

Já o escrevi uma vez, da tralha toda que por lá tem passado, sempre me pareceu que Fernando Henrique Cardoso foi o único com categoria e com capacidade. Posso naturalmente estar enganado.

Com Lula, como continuou o Brasil? A economia, as injustiças sociais, o desenvolvimento, a harmonia estadual, a desmatação da Amazónia, etc etc etc etc ?

Razões da provável derrota de Lula?

Pois a estes espantados recomendo que, enquanto bebem o seu bom whisky, vão ler o que o "seu" Presidente da República disse no 5 de Outubro, hoje: 
- é preciso respostas concretas na vida das pessoas, é preciso soluções duradouras e capacidade para as aplicar. 
É preciso uma nova cultura política, focada na resolução concreta dos problemas das pessoas e numa visão estratégica para o país.
Aplica-se a Portugal, ao Brasil, a tantos. 

Quando não se trabalha politicamente assim dá mau resultado. 
E não trabalham assim imensas esquerdas e várias direitas por esse mundo fora e em particular na Europa.

E por isso se anda na maior parte dos países a empurrar quase tudo com a barriga, e a mentir e a aldrabar, e muitos apenas a tratar da vidinha para depois arranjar tachos nos países ou na estranja.

Termino com a previsão (admito poder estar enganado) de que não me parece serem os Bolsonaros gente capaz para enfrentar as dificuldades e incertezas e os graves problemas das populações/ sociedade brasileira.

AC
Não há República sem escolas. 
(PR António José Seguro)

No seu discurso o PR podia ter recordado que escolas significa também professores, e que não dá muito jeito no princípio de Setembro largas centenas de professores terem ficado de baixa!
Deve ter sido uma virose violenta.

Ou foi parte da valorização de que o PR falou?

Era razoável esperar que tantos magotes a ter baixa desse direito a investigação. Ou é tudo isto perfeitamente normal?

Mas não era a Tugolândia com problemas exacerbados na grande Lisboa, pois não?

AC

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

PATÉTICOS  OCS
Eleições no Brasil: Lula venceu em Lisboa e no Porto

E ?

AC

MAIS  UMA  NOITE,  CONSECUTIVA,  EM QUE  NÃO  CONSEGUI  PREGAR  OLHO,  À CONTA  DESTA  CRISE  COM  O  "CRIS".

AI  PROENÇA,  SALVA-ME!

Servir Portugal
A Nação acima das Conveniências Pessoais
Não um Direito mas um Dever

Disse há dias o PR que George Marshall afirmava que o mais elevado propósito do um oficial consistia em colocar os interesses da Nação acima das suas conveniências pessoais.

Que não recebiam um direito mas um dever, um compromisso em  servir o respectivo país em qualquer circunstância.

Lembrou que os militares são a última barreira, a defesa da nossa  liberdade, da nossa soberania, num mundo de incerteza e conflitos.

Lembrou o PR que Portugal necessita de líderes - que saibam decidir quando não existem respostas fáceis. Que saibam permanecer serenos quando todos os outros estão inquietos. Que saibam unir quando as circunstâncias tendem a dividir. (aplicável a muitos, não?)

O PR enfatizou que nada substitui o carácter, a coragem, a responsabilidade moral de um líder, a capacidade de decidir, os princípios, e que os valores humanos são determinantes.

O PR apontou aos militares algo muito importante - a promessa de que nunca colocareis a vossa conveniência acima do dever,
liderareis pelo exemplo, honrareis aqueles que vos antecederam e preparareis aqueles que vos sucederão, e que os valores permanecem, como o exemplo, o serviço e a honra. 

ELE bem prega, às vezes acertadamente (opinião pessoal, naturalmente) mas a rapaziada nas sedes partidárias e em SBento e em muitos outros locais e cargos prefere seguir uma adaptação do poeta - palavras? que as leve o vento, vou tratar da vidinha, servir-me disto!

António Cabral (AC)

LÊ - SE  e . . . . . 

Lê-se, cada vez se pode ler mais sobre o que aconteceu há poucos anos, pois aconteceram coisas: contactos, correio electrónico, conversas, pedidos, interferências, atropelamento de procedimentos e normas.

Aconteceram coisas, várias coisas, e conseguiram o que pretendiam.

Agora, uns são acusados enquanto outros, como se previa, saltaram fora, como se não tivessem tido influência decisiva, como se não tivessem sido determinantes.

A náusea assoma nisto tudo, o mau cheiro, a pusilanimidade, a arrogância, o desprezo pelo cidadão comum, a descarada ausência de vergonha na cara.

Um nojo de criaturas. Não estamos como estamos por acaso.

AC

5  OUTUBRO  2026
FERIADO da IMPLANTAÇÃO da REPÚBLICA
DIA MUNDIAL DO PROFESSOR
DIA NACIONAL DAS BANDAS FILÁRMÓNICAS
> 1143 - Não houve Tratado de Zamora, houve uma conferência em que o imperador Espanhol reconheceu como rei o nosso monarca
> 1908 - Independência da Bulgária
> 1910 - Implantação da República
> 1910 - Vidago Palace Hotel está pronto para ser inaugurado pelo rei
> 1916 - Porto, inauguração da estação ferroviária de S.Bento
> 1969 - Estreia da série cómica "Monty Python's Flying Circus"
> 1974 - Macau, inauguração da ponte Governador Nobre de Carvalho
> 1989 - Dalai Lama galardoado com o Prémio Nobel da Paz
> 2011 - Faleceu Steve Jobs

Bom dia, bom feriado.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

5  de OUTUBRO

A cerimónia do 5 de Outubro de 2025 foi a melhor dos últimos anos.

Não abriram a boca, FELIZMENTE.

AC

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O ano passado escrevi isto que está supra.


Com será a cerimónia deste 2026?

A bandeira estará na posição correcta?

Discursatas?

Aguardemos.

AC

MUITO  BEM  DITO
. . . . . . . 
acima dos caprichos ou dos interesses eleitorais, está a vida das populações, a vida das pessoas. 
Era bom que esta cultura se transpusesse também para o plano nacional.
. . . . . . .  (Presidente da República)

AC

P A R A F R A S E A N D O

Parafraseando o que corre por aí sobre uma insuportável (para mim naturalmente) criatura internacional, o que de facto é lamentável não é chamar nomes feios a certas criaturas que temporariamente ocupam certos cargos; o que é lamentável deplorável e insuportável é ver referir pelos títulos de cargos que deveriam merecer a maior consideração e respeito uma cambada de vigaristas e f*****  **  **** que temporariamente os ocupam.

AC

domingo, 4 de outubro de 2026

DOMINGO, Caminhada Matinal
AC

A  INDIGÊNCIA

Há, certamente, outras palavras, outras adjectivações para caracterizar uma grande parte dos OCS e uma grande parte dos jornalistas e das redações.

Eu uso agora esta que titula este texto.

Há dias que em Portugal apenas se fala de futebolês e muito em particular nas birras de "Cris" na "desenvoltura" verbal de Jesus selecionador e na "proficiência" de Proença.

Diz bem do estado a que chegámos. 

Quando um PM diz o que diz e faz o que fez quanto a este tormentoso assunto (eu não consigo dormir já há 3 dias), quando certas criaturas que estão em ministérios fazem e dizem o que fizeram e disseram sobre o "Cris" creio que é bem ilustrativo da categoria disto tudo.

Enquanto,

- França está a ferro fogo em Paris, Lyon, Marselha, Toulouse e outras cidades, e a destruição grassa por todo o lado,

- o preço dos combustíveis em França está igualmente exorbitante, 

- há movimentações militares e policiais em várias partes de França, 

- a guerra na Ucrânia está numa grande escalada e atinge patamares que me parecem muito perigosos,

- no Médio Oriente a situação agrava dia para dia, 

- as intempéries aparecem por vários lados na Europa, 

em Portugal discutem o "Cris" e as suas birras, a verborreia de Jesus e a proficiência de Proença, as tiradas de governantes e deputados e Ventura presidir à CPI sobre Neves.

Como sempre admito estar a ver tudo mal mas, sinceramente, usar o termo indigência creio que até é bem polido!

AC