AC
Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 7 de abril de 2026
A PROPÓSITO de IMIGRAÇÃO
Precisamos muito de imigrantes, mas mesmo muito, senão a economia pára.
Os empresários precisam de muitos imigrantes!
Esta é a estafada frase que se houve a tantas "personalidades" (???), a tantos doutores, a tantos jornalistas, komentariado das bolhas, a tantos empresários (??), a tantos e tantos, incluindo o insuportável tagarela que se recolheu finalmente.
O habitual "mantra".
Julgo saber que no hospital de Vila Franca de Xira havia pelo menos uma médica cirurgiã oriunda de um país do Leste.
No Hospital da Luz em Setúbal, trabalha uma médica Ucraniana. Já fui por ela atendido quando lá fui à urgência há quase dois anos.
Dois exemplos, e vários outros certamente existem por aí. De registar, a sua competência, o seu serviço, a sua integração.
Posso acrescentar outro, marido e filho da D. Alexandra (Moldava, ela há 15 anos em Portugal, eles há um pouco mais) que trabalham no âmbito da construção civil em áreas especializadas como "pladur", isolamentos diversos, pinturas e impermeabilizações.
A D. Alexandra ajuda-nos cá em casa, como diria o "insuportável padreca", pois é feio dizer mulher a dias.
Posso ainda acrescentar o cozinheiro Nepalês no restaurante de um amigo em Alcochete. E o cozinheiro nepalês no bar & bistro em Monsanto, à entrada na aldeia, no Baluarte onde estão os dois canhões e o parqueamento para autocarros e meia dúzias de carros..
Estes casos, e muitos outros semelhantes haverá, são exemplos eloquentes e bem-vindos, de ajuda à economia nacional, aos serviços, são gente com certas qualificações. Qualificações técnicas, umas quantas qualificações superiores.
Como sempre admito poder estar a ver mal as coisas.
Mas por exemplo, se ao entrar num restaurante encontrar este aviso, que devo pensar?
Já aqui falei há bastante tempo do problema que se arrastou durante meses num conhecido restaurante em Alcochete que, durante esse tempo, não conseguiu arranjar um cozinheiro e mais um funcionário para a sala.
Mas as "estrelas" convidadas pelo "perdócio" avisam que para travar a imigração os Governos têm que travar a economia. NOTÁVEL!
Quando em tempos Jorge Miranda defendeu que quem quiser imigrar para Portugal tem de saber falar português saltaram-lhe logo em cima Catarina Mendes e outra gentalha que, muito perturbada e indignada fica, e COMO SE SABE denuncia a cada semana que passa a magnífica vivência de imigrantes legais e ilegais amontoados em contentores ou num quarto, etc.
AC
CULTURA
EPOPEIA DOS DESCOBRIMENTOS
Vi num livro antigo de que aqui reproduzo a capa uma série de referências ao nosso passado histórico.
Por onde andaram portugueses.
Basicamente por todo o lado.
Muito provavelmente chegámos primeiro que outros a vários sítios, mas outros ficaram para a história universal como os primeiros.
É a vida lá dizia o esponjoso que se espreme na ONU.
ACDIA MUNDIAL DA SAÚDE
DIA NACIONAL DOS MOÍNHOS
DIA MUNDIAL DA ACTIVIDADE FÍSICA
> 1506 - Nasce S. Francisco Xavier
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Dia Internacional do Desporto para o Desenvolvimento e Paz
domingo, 5 de abril de 2026
AINDA o 25 NOV 1975
Sobre esta data e acontecimentos da nossa história pós 25 de Abril de 1975 escrevi alguns textos e recordei acontecimentos e envolvimentos vários designadamente em Novembro passado.
É mais uma data, mais uns acontecimentos que nunca conhecerão a transparência completa.
Ainda estão vivos vários dos participantes mais envolvidos quer no 25ABR74 quer também no 25NOV75. Vários deles podiam clarificar definitivamente a realidade dos factos.
Até agora têm-se ficado por alguma nebulosidade, com algumas pessoas como Pacheco Pereira por exemplo a referir / lembrar algumas coisas que incomodam as diferentes facções.
Respeitosamente mas sinceramente, depois de mais umas elucubrações de Vasco Lourenço e outros como Pezarat Correia, mais convicto continuo da persistência de algumas nebulosidades sobre esses tempos mais distantes.
Ao andar entre casa e garagem em mais arrumações e revirar prateleiras de livros e revistas, dei com este número da revista "História.
É de Abril de 1984 e tem um texto de Varela Gomes, cujo passado e envolvimento políticos creio bem conhecidos de grande parte dos concidadãos com 60 ou mais anos. E sabe-se a quem estava ligado.
a GRANDE ESTRATÉGIA e os PAROLOS
Nos primeiros anos da democracia, nomeadamente uns tempos depois do PREC derrubado, CRP aprovada e em vigor, órgãos de soberania a funcionar, regime a estabilizar, normalidade democrática a andar, foi curioso ver tantos e algumas a acorrer aos cursos no Instituto de Defesa Nacional (IDN). Formaram-se vagas de auditores no IDN.
Uns trutas que durante alguns anos andaram pela AR, pela política, pelos governos mas, a pouco e pouco, foram para os negócios, para as sinecuras, fundações, etc.! TRATAR da VIDINHA.
Os tempos correram e, opinião pessoal naturalmente, o tipo de auditores mudou muito.
Como se verifica de há muito, há na Tugolândia uma proliferação enorme a aplicar o termo estratégia a tudo e mais qualquer coisa.
Estratégia não é bem sinónimo de importante.
De cada vez que ouço e ouvia certas personagens como Costa falar de estratégia para isto e para aquilo, até me doíam os ouvidos.
Séculos e séculos antes, o "estratego" liderava a condução geral da guerra, mas não era forçosamente militar.
Creio que Carl von Clausewitz pode ser considerado como o primeiro grande e consistente estudioso no plano estratégico, sem ofensa para Sun Tsu.
Há a sua famosa diferenciação entre os diferentes níveis de condução de uma guerra.
A grande estratégia, a estratégia superior.
E recordando Adriano Moreira que (opinião pessoal naturalmente) sempre pugnou para que houvesse um CONCEITO ESTRATÉGICO NACIONAL alternativo/superior ao super prolixo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN), sempre louvado por muitos e certos sectores, e onde só falta referir as horas a que os titulares dos órgãos de soberania se devem deitar (como se vê não é necessário), a realidade é que os "senhores e senhoras" continuam a não interiorizar que Portugal é pequenino na dimensão geográfica, mas com mar imenso sob sua jurisdição, com recursos relativamente escassos, e muito dependente em recursos a níveis vários.
E, portanto, nada se prepara, nada preparam.
Incompetência, complacência, corrupção, ausência de rumo, ingredientes na política nacional.
Prioridades na acção do Estado? Isso é que era bom!
Mas, claro, e como sempre, admito estar completamente enganado!
Aguardemos os próximos capítulos dos grandes estrategos.
AC
1614 - Na América, a índia Pocahontas casa com um importante colono inglês
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