sexta-feira, 14 de agosto de 2026

NEM  SEI  BEM  PORQUE  VIM
Começo por recordar esta frase que ouvi na TV há uns dias quando da primeira horda que desembocou em Ceuta.
Um dos milhares que afirmou não saber bem porque estava ali.

Agora esta notícia espanhola já com vários dias.

Informes de inteligencia alertaron al Gobierno de una crisis en Ceuta los días previos al asalto 
Los servicios secretos lamentan que el Gobierno no activase al Ejército en la frontera desde un primer momento

Informes de inteligencia alertaron al Gobierno de una posible avalancha migratoria en las ciudades autónomas de Ceuta y Melilla en fechas próximas a la fiesta del Trono de Marruecos. Según revelan a THE OBJECTIVE diversas fuentes de la inteligencia militar y civil, el Ejecutivo ignoró sistemáticamente los avisos. Incluso días antes de la oleada masiva, cuando se advirtió de la llegada inusual de un gran número de autobuses a la localidad marroquí de Castillejos, la más próxima a la frontera ceutí, a donde se habían desplazado miles de ciudadanos. Poco después cruzaron en masa a Ceuta, según la previsión. Las estimaciones de la Policía y de la Guardia Civil cifran en 60.000 las personas que cruzaron el paso fronterizo a pie y a nado en menos de 24 horas, desencadenando la mayor crisis migratoria en la ciudad autónoma. Casi la totalidad (53.000) ya ha regresado a su país de origen, según los cálculos de Interior.

Estas mismas fuentes explican que, coincidiendo con la festividad de la monarquía, los servicios de inteligencia advirtieron de la «probabilidad» de un «gesto de magnanimidad» por parte del rey Mohamed VI. A estos primeros avisos, no obstante, se sumaron poco después todos los cruces a nado que se estaban realizando previamente desde Castillejos y la llegada masiva de autocares procedentes de distintos puntos del país vecino. En cuestión de diez días, alrededor de 1.000 inmigrantes habían logrado llegar a la ciudad autónoma tras una travesía por el mar. La inteligencia interpretó esos flujos como «tanteos» por parte de Marruecos y volvió a advertir al Ejecutivo.

La oleada de inmigrantes desbordó en cuestión de segundos a las fuerzas de seguridad desplegadas en la frontera del Tarajal. La Guardia Civil y la Policía Nacional no pudieron hacer nada para frenar el avance de estos ciudadanos, solo atender a los heridos. Fuentes de la inteligencia militar y civil lamentan que el Gobierno no activase al Ejército en la frontera desde un primer momento, habida cuenta de que había varias guarniciones preparadas para actuar tanto en Ceuta como en Melilla. «Se podría haber movilizado sin reuniones previas, simplemente tras la decisión política y la orden del mando de operaciones», explican.

Estas fuentes advierten características muy similares entre esta crisis y la que se desató en mayo de 2021, cuando Marruecos relajó la vigilancia en la frontera y 8.000 personas cruzaron a España, como respuesta al Gobierno por atender al líder del Frente Polisario, Brahim Ghali, en un hospital de Logroño. «Está claro que esta operación no se prepara en cuatro días», advierten a este periódico.

En la misma línea, fuentes de la Guardia Civil advierten de que la situación es mucho peor que hace cinco años. No solo por las cifras. La crisis de 2021, explican, fue repentina y puntual. Sin embargo, prosiguen, lo que ocurrió este jueves solo fue el resultado final de un fenómeno del que el instituto armado viene advirtiendo desde hace tiempo. El goteo de nadadores, como se conoce a este fenómeno migratorio, es constante en Ceuta y en los últimos días había alcanzado nuevos picos por una reciente sentencia del Tribunal Supremo que prohíbe las devoluciones en caliente de los inmigrantes que llegan nadando. La llegada masiva de inmigrantes no se explica solo por ese fallo judicial, sino también por la «inacción total» por parte de Marruecos en la frontera terrestre
.

Agora, a notícia desta tarde de 6ª Feira 14 de Agosto, com a indicação de continuarem em Ceuta 5 a 8 mil dos invasores de outro dia.
Afinal não tinham sido devolvidos quase todos, apenas restavam cerca de mil. POIS!

Depois,
- há quem refira que o que se passou em Ceuta há dias pode ter três tipos de razões, circunstanciais, estruturais e geopolíticas.

Ah, e que terá pesado uma questão jurídica, uma decisão do Supremo Tribunal espanhol, mas que não é de há duas semanas, tem muito mais tempo.

As redes sociais e as máfias terão trabalhado como de costume sendo certo que a miséria abunda em Marrocos, Sudão (são dois), Argélia, Líbia, e os vários países abaixo do Saara e Sahel. A miséria abunda mas não entre as monarquias e os senhores da guerra.

Depois há quem defenda que se fossem diferentes, para bem melhor, as condições sociais nesses Estados que basicamente são Estados falhados (opinião pessoal, naturalmente),  não haveria migrações, travessias a nado etc. RESPEITO. Mas tenho opinião contrária.

Por duas razões fundamentais:
- as oportunidades na Europa Continental são bem diferentes e serão sempre superiores ás do Norte de África e não só, por mais progresso que lá se verificasse.

- porque existem questões de geopolítica e há uma guerra de fé, que não parará. 
Turquia, Norte de África, Leste Europeu, Ásia. 
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, mas a minha é esta que refiro, não me iludo.

Todos esses países continuarão a fazer a sua pressão expulsando ou facilitando turbas e turbas e turbas.

Parece-me claro que Marrocos nunca invadirá militarmente Ceuta e Melila. 
Não precisa. 
Basta-lhe fazer o que vem fazendo e que aumentará.
Um bom facilitador! 
E, provavelmente, vai usar a ira do inarrável Trump contra o igualmente inarrável Sanchez.

Demorará, mas um dia Melila e Ceuta deverão regressar a Marrocos. 
E o Sahara Ocidental será mesmo independente, gostem Marrocos e Espanha ou não.

Por agora, talvez amanhã dia 15 surja nova invasão a Ceuta.
O Churchill da Ana Sá Lopes tratará do assunto!

AC

S E R Á ?

Será que o "faísca" não gosta de jogar à bola ?

AC

POTÊNCIAS,   SUPERPOTÊNCIAS . . . . . 
e  ASPIRANTES  a  POTÊNCIAS  NUCLEARES

Para muitos, por cá e lá por fora, o mundo vive . . . . como dizer, . . . um bocado amalucado?

Para que servem as armas nucleares?
Como refere alguém que conheço, até há pouco só serviam para nos sentarmos nelas. Para já continuamos assim!
É o que, por enquanto, os russos fazem pois ainda não empregaram armas nucleares tácticas na guerra na Ucrânia. 
Vontade não lhes deve faltar.

Mas lá está, a dissuasão nuclear serviu bem até agora. 
Nunca os EUA e URSS/ Rússia se agrediram com armas nucleares; têm-se combatido há décadas e ferozmente por interpostos "voluntários". É na Ucrânia, no Médio Oriente, e África, não?

Tal com a China e a Índia nunca se agrediram com NUCS, embora há décadas periodicamente se combatam em Caxemira.
Tal como a Índia e o Paquistão não se agridam com NUCS. 
E a Coreia do Norte? Vai fazendo uns disparos de testes muitas vezes passando por cima da Coreia do Sul e do Japão.

Ou seja a dissuasão nuclear tem persistido sossegada.
Foi assim na guerra fria. Há uns tempos que se anda na guerra . . . . como lhe . . . . . morna? Choca?

Nomeadamente nos últimos anos se vem falando da "revolução dos assuntos militares".
Será que a dissuasão nuclear está também em transformação?  
Para já parece manter-se tudo de acordo com o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares de 1970.

O que no presente está claro, creio eu, é que a posse de armas nucleares não protege o agressor de uma retaliação convencional,  como se vê na Ucrânia (para os dois lados da contenda), como se vai vendo no que o Irão vai fazendo. 

Recentemente EUA e Arábia Saudita parece terem estado a abordar o eventual desenvolver de um programa nuclear civil saudita. Claro que se fosse concretizado, haveria corrida aos armamentos. Para já, no imediato, Paquistão, Turquia e Arábia Saudita firmarem um acordo de proteção mútua, firmado em Meca. O que se seguirá?

Bem, o Egipto creio que tem programa nuclear civil. Andará nervoso? E Turquia? 

Certo certo, Líbano, Iémen, Irão, Gaza, Nigéria, Sahel, Saará, Mali, Norte de Moçambique, Afeganistão, Norte da América do Sul, Caraíbas, Congos, Sudões, Etiópia, Eritreia, o granel prossegue!

Onde vamos parar?

AC
NA  PRAIA
AC

RECORDAÇÕES  da  GUINÉ

Entre as recordações tangíveis do tempo da guerra na então Guiné para onde fui mandado para estar 21 meses guardo esta que um dia me ofereceram.

Bom dia, tenham uma boa 6ª Feira e início de fim de semana.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, e boas férias.

António Cabral

 Do PASSADO ainda mais ou menos recente republico texto antigo . . . 

quarta-feira, 7 de março de 2018

TANCOS, PRESIDENTE MARCELO, AZEREDO LOPES, DEPUTADOS e. . . . MURRINHOS no ESTÔMAGO
A telenovela mexicana teve recentemente umas "piquenas" (Manuela dixit) evoluções, pelas vozes do ministro da tutela e do Presidente da República há dias aquando da posse do novo CEMGFA.
Relembro duas frases:
...."tem que se apurar tudo, doa a quem doer".......(Presidente desta cada vez mais violentada República)
....falta aquilo a que me comprometi......(Azeredo Lopes),........ POIS...

António Cabral

ALGUMAS  VIRTUDES

Civismo, solidariedade, decência, liberdade.

Alguém que lhes explique. 

AC

O QUE ESTÁ DIFERENTE, HOJE ?
Depois de ouvir várias vacuidades, depois de ouvir pérolas do demagogo mor, depois de escutar "vários doutos" sobre defesa, Forças Armadas (FA) etc. lembrei-me deste meu texto antigo.

O que está diferente, hoje?

As Forças Armadas também são, ou não, uma prioridade?

PSD promoveu um debate sobre Defesa, Quinta-feira, 19 de Outubro de 2000.

O presidente social-democrata, Durão Barroso, e o deputado Carlos Encarnação, ministro-sombra do PSD para a Defesa, receberam ontem no Hotel Tivoli, em Lisboa, o general Loureiro dos Santos, assim como Joaquim Aguiar, antigo assessor presidencial, e ainda o ex-ministro da Defesa Figueiredo Lopes, para falar sobre "Política de Defesa Nacional". 

A assistir estava uma constelação de "estrelas" das Forças Armadas (FA) a quem muitas das coisas que ali foram ditas não deve ter agradado.

O que marcou o debate foi uma intervenção de Joaquim Aguiar, colunista do "Expresso" e ex-assessor dos Presidentes Ramalho Eanes e Mário Soares

Perante uma plateia de altas patentes, como os generais Espírito Santo, Loureiro dos Santos, Almeida Bruno ou Tomé Pinto, Aguiar fez questão de dizer claramente que havia prioridades mais importantes do que as FA em Portugal: "Estou completamente à vontade para vos dizer coisas extremamente graves.". 
E explicou o seu à vontade: "Não sou militar, não sou político."

Durante uma hora, Aguiar deu uma lição de economia aos nervosamente irrequietos militares presentes (e aos poucos deputados que assistiam), explicando que, para haver modernização, era necessário que Portugal fosse capaz de "dominar ciclos de evolução económica como condição para produzir capacidades efectivas militares". 
Como isso não acontecia, e ainda por cima os aparelhos estatais caminhavam para a falência, era uma precipitação falar-se em reestruturação militar.

Só depois Aguiar apontou baterias contra os políticos. 
Segundo o comentador, os partidos sabem muito bem que o "wellfare state" (expressão inglesa para Estado-Providência) tinha os dias contados
Mas, mesmo assim nada faziam para alterar o actual situação: "Todos os partidos prometem mais do mesmo, mas o mais do mesmo já não existe.

O ambiente ficou pesado quando Aguiar afirmou: "O dr. Durão Barroso sabe disto mas não faz nada."

Era por isso mesmo que as coisas não funcionavam em Portugal. 
"Não eram feitas para funcionar" porque os políticos queriam que tudo ficasse na mesma

Daí que o comentador acabasse por concordar com o general Loureiro dos Santos, ao caracterizar o "Conceito Estratégico de Defesa Nacional" como "mudo" e "inútil". 
Porque, concluiu, "só serve para disfarçar"

António Cabral (AC)
UNIVERSIDADES,  FACULDADES, 
LICENCIATURAS,  MESTRADOS,  DOUTORAMENTOS

Por cá tivemos a Moderna, a Independente e etc., e licenciaturas e exames e etc., . . . . . aos Domingos . . . . . . e . . . . 

Esse tipo de coisas terá acabado . . . . mesmo ?

Lá por fora também deve haver muita vigarice do mesmo género!

Não me admiraria nada que pelos EUA e na Europa existam licenciaturas e mestrados e doutoramentos facilitados com, por exemplo, estágios em férias,  conferências de Verão, ou com uma ou duas unidades curriculares frequentadas por aqui e por ali! Não deve ser depois muito difícil arranjar um canudo!

AC
14  AGOSTO  2026
> 1385 - Batalha de Aljubarrota
> 1433 - Faleceu D. João I
> 1578 - Expedição e derrota em Alcácer Quibir
> 1890 - Inauguração do Coliseu dos Recreios
> 1984 - Polónia, fortes protestos populares contra o aumento brutal do preço de bens alimentares
> 1984 - Portugal, publicada a Lei de Bases da Segurança Social
> 2007 - Publicada a Lei do Tabaco proibindo fumar em locais públicos fechados
AC

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

QUE  ENORME  SURPRESA,  NÃO  É ?
Marrocos entre as seis federações que manifestam apoio a Infantino.

AC

BIODIVERSIDADE  no  AREAL
AC

. . . . . . 
E porque recordar é viver e, amiúde, ficar extra-deprimido, quem se lembra de todos aqueles “não-socialistas” que garantiam, em vésperas de eleições presidenciais, que um futuro Presidente Seguro jamais faria fretes ao PS uma vez que até era inimigo de António Costa e tudo? Aí têm o vosso Tozé, tonhós
!

(Thiago Dores)

AC

COISAS  da  HISTÓRIA

28 Março 1939 - Hitler denuncia o tratado Germano-Polaco de 1934 

AC

Ouvi "doutos" a falar sobre assuntos militares.

Lembrei-me do que o meu melhor amigo militar que é almirante reformado sempre disse e, ao longo da carreira, sempre em conformidade procedeu. Como muitos mais militares.

Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde, Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades e boas férias.

António Cabral


O  MILITAR

O militar digno, com coluna vertebral verdadeira (óssea, e não de borracha), está subordinado, sabe o que é subordinação.
O militar digno, com coluna vertebral verdadeira, detesta a submissão, não aceita a submissão.

 

(Camilo Castelo Branco)

AC

Agora que se fala em novas fragatas e muita defesa, lembrei-me deste meu texto de 2020.

E agora que o director do "perdócio" afirma que Seguro anda a espalhar a sua agenda pelo país, interrogo-me se estará para breve inteirar-se de como estará o Arsenal do Alfeite? 

Alguém lhe lembra a sua qualidade de Comandante Supremo das Forças Armadas (CSFA) ? 

Há sempre o risco de, em vez disso, ser basicamente um CSFA (Conhecedor  Superficial das Forças Armadas).

AC

A  SAGA  do ARSENAL  do  ALFEITE

O Arsenal do Alfeite (AA) é um daqueles casos que merece estudo profundo, para se ter a noção rigorosa no que se refere a, incompetências várias, laxismo, degradação, clientelismo, soberba, mentira, desperdício de recursos, descapitalização, destruição, etc.

O AA tem sofrido tratos de polé desde sempre, mas mais particularmente nos últimos anos. O actual ocupante de gabinete no sétimo piso do edifício em frente ao estádio do Restelo é daqueles que mais se tem esmerado no que não deve ser feito.

Vem isto a propósito, não de tão lamentável criatura e dos seus desmandos, não de nunca mais a Marinha criar um trajecto privado para o nº1 do AA ir directo do portão verde ao AA sem ser maçado com cumprimentos militares e paragens (uma maçada para o senhor (??)), não por outras inúmeras possíveis e pertinentes razões, mas apenas porque calhou ver num jornaleco, "O Setubalente" de 18 de Dezembro na página 13, um artigo de uma das manas Mórtágua (JM) sobre o AA e com menção explícita a três arsenalistas.

JM recorda a 5ª administração do AA, chefiada por um homem do aparelho socialista, recorda promessas, e até que já existem ansiedades quanto a pagamentos de salários. A actual tutela do AA é pródiga em promessas, em novos modelos de gestão, em virar o Bojador mas, o que se vai observando é, descapitalização e destruição. Nada de espantar vindo de quem vem.

JM diz que o país e a região onde se insere o AA precisam do estaleiro, e termina o artigo dizendo - Portanto, Arsenal do Alfeite para quê? Para cumprir um interesse nacional estratégico. POIS!

António Cabral

COISAS  da  HISTÓRIA

Olhando aos regimes instalados um pouco por todo o mundo, parecendo evidente que "as esquerdas" no poder têm regredido um pouco por todo o lado, olhando para certos autoritarismos que grassam em várias partes do mundo, lembrei-me de alguns regimes autoritários do passado.

Por exemplo: Grécia em 1936 com Metaxas, Polónia em 1935 com Pilsudski, Áustria em 1933 com Dollfuss, Roménia em 1930 com o rei Carol II, Itália em 1925 com Mussolini e por exemplo a famosa frase -  tudo no Estado, nada contra o Estado.

AC

13  AGOSTO  2026
DIA de SÃO HIPÓLITO
> 1648 - Salvador Correia de Sá desembarca em Luanda e expulsa os Holandeses
> 1846 - Mouzinho da Silveira extingue forais e bens da coroa
> 1862 - Finalizado o acordo diplomático entre o império Chinês e Portugal, sendo reconhecido que Macau é de Portugal
> 1899 - Nasce Alfred Hitchcock
> 1905 - Noruega, plebiscito nacional confirma a decisão de 7 de Junho dissolvendo a união com a Suécia
> 1923 - Rio de Janeiro, inauguração do Copacabana Palace
> 1961 - Ordem para construção do muro de Berlim
> 1992 - Manoel de Oliveira galardoado com o Leopardo de Honra do festival de Locarno
> 1996 - Faleceu António de Spínola
> 2006 - Naide Gomes ganha a medalha de prata do salto em comprimento nos Campeonatos Europeus de Atletismo em Gotemburgo
AC

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

ECLIPSE

Fotografia tirada na aldeia de Monsanto.
Autor - filho da nossa estimada vizinha lá na aldeia.
AC