Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
DE VEZ EM QUANDO . . .
De vez em quando vou ao arquivo dos tesourinhos deprimentes.
Hoje tirei de lá esta . . . . coisa . . . . nem sei o que lhe chamar.
Mais mulheres nas Forças Armadas tornam "mais difícil" incompetência, diz ministra da Defesa
MadreMedia / Lusa
1 jul 2022 14:34
Atualidade
A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, manifestou-se hoje esperançada de que, com mais mulheres em cargos de decisão nas Forças Armadas, seja “mais difícil” haver “pessoas incompetentes”
nesses lugares.
Questionada pela agência Lusa, em Beja, sobre declarações recentes do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acerca da igualdade de género nas Forças Armadas, a governante disse que entendeu a mensagem do Chefe de Estado.
Na terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que só haverá verdadeira igualdade entre homens e mulheres nas Forças Armadas “quando chegar aos mais altos postos uma mulher tão incompetente como chega, em vários casos, um homem”.
Logo na altura me questionei quanto à competência de certa mulher e de certo homem em tão altos cargos.
Creio que o passar do tempo se encarregou de mostrar que as minhas dúvidas tinham fundamento.
Portugal não está como está por puro acaso.
Será que para Marcelo, tal como há dias classificou Ana Abrunhosa, esta também era "TESA"?
Bom dia, tenham uma boa 2º Feira. Bom início de semana.
Saúde e boa sorte.
AC
Ler, ouvir música, procurar perceber o que nos rodeia.
Ser curioso.
RENAULT CLIO, MAI, e o COSTUME
1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.
Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.
A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5.
Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.
Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!
Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.
Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.
Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?
Um paralelismo no âmbito das reações à nomeação de Luís Neves para MAI e publicamente conhecidas.
Luís Neves, MAI, remete directamente para GNR, PSP, Protecção Civil, Bombeiros, e orgãos de comunicação social.
A síntese mais espremida de tudo o que me apercebi diz-me que, da parte dos sindicados e associações (ou pelo menos alguns) da GNR e PSP avançaram com a formulação - nomeação ATÍPICA - e referências a algumas reservas mas também um singelo optimismo.
Afirmou que o PM teima em escolhas esdrúxulas para o MAI.
Haverá quem questione a passagem de um "polícia" para MAI, coisa que, defenderão alguns, não é próprio de uma democracia madura, consolidada.
Adicionalmente há certamente quem avance com a teoria de que o PM com esta escolha quis ver se conseguia travar a nova investigação sobre a sua casa.
Luís Neves conhece certamente razoavelmente bem várias questões no âmbito da segurança interna.
Em síntese, por mim, é uma escolha/ nomeação curiosa.
DIA DA PAZ E DA COMPREENSÃO MUNDIAL
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver.
Com as nossas preocupações domésticas, não nos sobra o tempo para pensar em coisas muito mais sérias como o expansionismo da Rússia.
Tudo isto para uma população relativamente pequena de 140 milhões de habitantes. Qualquer pessoa de senso compreenderá que, segundo um velho hábito do século XVIII, chamamos Rússia a um Império que só pode ser governado autocraticamente e onde a democracia está para sempre condenada.
O autocrata de hoje já não é o czar Nicolau II, nem Lenine, nem Estaline, nem Khruschev, nem Brejnev. É um antigo membro da polícia secreta e, por consequência, um dissimulador, um mentiroso, um torcionário e um assassino, que dá pelo nome de Putin e que preside a uma cleptocracia, largamente caótica, a que só a violência e o seu arbítrio garantem uma vaga coesão e uma aparência de Estado.
Além disso, na falta de uma legitimidade dinástica como a dos Romanov, ou ideológica como a URSS, Putin precisa, para se ir aguentando, de invocar a legitimidade imperial, principalmente depois da maior derrota que o Império sofreu desde 1613. O que não seria importante, se depois da implosão do comunismo, a Rússia não permanecesse a segunda potência militar do mundo.
E se a Europa não se tivesse desarmado, como desarmou, para pagar o Estado social. A Inglaterra, por exemplo, gasta em defesa menos do que 2 por cento do PIB, no momento em que Putin (de resto, provocado pela França e pela Alemanha) embarcou numa política claramente agressiva e revanchista. A Crimeia foi o primeiro objectivo, como já o fora para Catarina, porque o Império fica fechado ao exterior sem um porto de água quente; e o segundo foi parte da bacia do Donetsk, porque a Crimeia não serve de nada sem uma ligação fácil e segura ao coração do Império.
Estaline e Hitler perceberam este ponto essencial. Putin também; e não há a sombra de uma dúvida de que não recuará. Como, tarde ou cedo, vai acabar por querer que as repúblicas bálticas voltem ao seu domínio e que a Ásia Central aceite obedientemente a sua ordem. Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver."”
(Vasco Pulido Valente em 2015)
TENHO de IR VER . . .
Tenho de ver se consigo verificar da veracidade disto:Manuel Soares: “Parece que toda a gente se esquece do crime de ocultação de riqueza”
A despedir-se da presidência da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Manuel Soares afasta novos cargos com protagonismo público e confessa não ter ficado surpreendido com os programas dos partidos para a Justiça, cheios de ‘propostas vagas e redondas’.
ORA IMAGINEM LÁ
O Papa respondeu-lhe , .…………finge!
> Que não se visse tanta extravagância mais própria de fidalguia arruinada.
> Que, como já vi escrito, documentos envolvendo certas pessoas não tinham ficado anos por investigar.
> Que, como já vi escrito, se tinha começado a ter mais cuidado e analisado a documentação que, cá pelo burgo, muito convenientemente para colarinhos brancos, dizem que é normalmente carimbada com a célebre frase – “arquive-se por não estar directamente relacionado”.
> Que em vez de se anunciar que se vai acabar com fundações, se lhes acabava com as isenções fiscais, sobretudo para certas delas.
> Que o aeroporto de Beja tinha de facto a quantidade de utentes tal como publicamente divulgado há uns tempos.
> Que a dívida pública era apenas de 70% do PIB.
> Que todos os partidos esmiuçavam na Assembleia da República os resultados do plano de barragens anunciado no início da chamada era Sócrates, para todos os portugueses ficarem a saber dos dinheiros envolvidos (e esfumados?).
> Que muitos dos que se passeiam lá por fora à conta do erário público revertiam para proveito interno/nacional as experiências assim obtidas.
> Que todos os partidos, sem excepção, debatiam na Assembleia da República as verdadeiras consequências técnicas e financeiras resultantes de cada vez que as eólicas não produzem energia, o que se diz ser frequente.
> Que os ministros não mediam o seu sucesso e/ou influência pelo dinheiro que gastam ou pela retórica balofa.
> Que “não havia tanta gente de tão fraca memória, capaz de alijar até as mais entranhadas responsabilidades e culpas, e sempre dispostos a explicar-nos como é, afinal, nossa culpa terem eles torrado o dinheiro que nos tiraram”.
> Que os acidentes graves comprovadamente causados por veículos pesados tinham efectivas e violentas consequências para esses condutores.
> Que não tinha havido tanta promoção de negócios de favor em certos bastidores.
> Que, pelo menos desde 1991, todos os sucessivos governos tinham de facto controlado as finanças públicas.
> Que a lei do financiamento partidário não era a vergonha que é.
> Que por cá a definição de governos de esquerda ou direita não estivesse a parecer-se com o que se diz lá pelo Brasil, em que a questão tem apenas a ver com a mão com que abusam, e que os do centro são ambidextros.
> Que havia uma real e efectiva estratégia de combate á corrupção designadamente no domínio preventivo.
> Que, como vi escrito ter acontecido, em três décadas o sistema judicial tinha sido incapaz de concluir investigações manifestamente letais para alguns políticos, de incomodar lideranças partidárias com inquéritos que soubessem enquadrar os factos na sua manifesta relação com o financiamento ilegal dos partidos e o mais grave dos crimes que lhe é adjacente, a corrupção. Com o actual PM parece quererem mostrar serviço.
> Que a maioria dos decisores políticos não tinha andado sempre a empurrar com a barriga quase tudo e mais alguma coisa. Veja-se o caso das bacias do Mondego e Sado.
> Que muito menos chefes e decisores emprenhavam pelo ouvido.
> Que não havia tanta falta de gestos de decência.
> Que os chefes escutassem também os que, em privado deles muitas vezes discordando, lhes eram profissionalmente leais.
> Que se atentava à realidade para a qual já alguém chamou á atenção e que é - “os poderes enlouquecem, e os que ficam à solta enlouquecem absolutamente”.
> Que nenhuma faculdade emitia diplomas ao Domingo.
> Que o Estado, ou seja os sucessivos governos, não tolerava atrasos nos pagamentos a empresas e fornecedores superiores a 60 dias.
> Que os sucessivos governos já tinham olhado com rigor ao que se passa na central nuclear espanhola de Almaraz II, onde de vez em quando surgem problemas.
> Que ao longo dos anos, sobretudo desde 1991 e mais particularmente desde 2002, os governos não tivessem inscrito nos OE’s verbas sempre inferiores às efectivamente necessárias para as despesas com pessoal nas Forças Armadas, ou para o SNS.
> Que não havia pândegos que, para terem a consciência limpa, não lhe dão uso.
> Que contrariamente ao que parece ser a realidade, as inúmeras sociedades anónimas de capitais públicos tinham registos globais e eram de facto controladas com rigor.
> Que não havia tantos a não sentir vergonha, “pois quem não sente vergonha, não tem vergonha”.
> Que as nossas águas fossem menos ricas em robalos.
> Que os nossos OCS mostrassem mais trabalhos de verdadeira investigação.
Ora imaginem lá tudo isto e muito mais. MUITO MAIS.
Bem, Portugal continuava geograficamente localizado onde sempre esteve mas, provavelmente, não era tão “torrãozinho de açúcar” ao gosto do “Brigadeiro Chagas” do velho e sempre actual Eça de Queiroz, e bem poderíamos estar num País verdadeiramente com menos das tão gritantes desigualdades sociais, com menos iniquidades, num país menos frágil realmente respaldado na CRP.
Infelizmente ao Camões de “mudam-se os tempos mudam-se as vontades”, tem-se sucedido a “mudança mudada em permanente mudança”.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
A vida ensina que há sempre melhor, que há sempre pior.
Certos jornalistas acharão uma muito boa escolha, outros assim assim etc. Idem com políticos.
Alguns opinadores acharão que Luís Neves meterá na ordem quem disso estiver precisado.
Esta nomeação, presumo, não merecerá qualquer dúvida a Carneiro mas talvez nem todos dentro do PS tenham a mesma opinião. O que dirá o execrável Ventura?
AS NULIDADES
Peguem em várias nulidades.
Apenas porque têm a cor do partido, apenas porque começaram como "jotinhas", coloquem-nas em certos cargos, certos gabinetes, certas delegações, certos postos chaves da máquina do Estado, ou façam as nulidades rodar por junta de freguesia, depois câmara municipal, novamente assessoria, e rapidamente por uma distrital do partido, ou mesmo colocar as nulidades como deputados/as, e………………. esperem pelos resultados.
Os resultados?
Maus?
Não é de admirar, mas a culpa dos maus resultados, das broncas, dos lapsos, das vigarices, etc., nunca é das nulidades, é dos serviços e dos porteiros.
Só diz o contrário quem é do contra, como eu, certo ?
Saúde e boa sorte.
AC








