quinta-feira, 11 de junho de 2026

FLORES  NA  ALDEIA 
AC

 ALDEIA

AC

10  JUNHO  e  MAR

Disse Fernando Pessoa,

"Meu coração é um pórtico partido, dando excessivamente sobre o MAR"

Terá sido por erradamente interpretarem esta frase que, os sucessivos PR e sobretudo os sucessivos governantes e deputados do PS e do PSD sempre tanto (???) ligaram ao MAR durante décadas, e às nossas ZEE e à responsabilidade que decorre da jurisdição que sobre essa imensidão temos?

O tanto que há décadas essas criaturas ligaram/ ligam ao Mar / aos Oceanos pode ser avaliado olhando o estado da Marinha, da Força Aérea, da marinha mercante, da marinha de pesca, da marinha de recreio, dos portos, da fiscalização costeira e oceânica, da investigação no mar !

Não me estou a referir aos muitos e grandiloquentes discursos e promessas de décadas/ anos, mas sim às realidades, aos sucessivos OE, às coisas concretizadas.

Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

 



AC

 POUCO  PASSAMOS  DISTO

AC

 

Isto faz-me lembrar muitos figurões que por aí andam

AC

AÇORES, FA, SOBERANIA. . . a IMPORTÂNCIA 

O mundo está completamente do avesso.
Dizem alguns, está completamente maluco!

Assisti esta manhã pelo televisor às cerimónias na ilha Terceira, presididas pelo PR.

Uma militar da Força Aérea referiu (na resposta a jornalista sobre a importância dos Açores e se não devia haver mais militares das Forças Armadas (FA) nos Açores) haver ali cerca de 500 militares.

A esmagadora maioria dos portugueses foi habituada / mentalizada de que as Forças Armadas . . . . sim . . . . mas.
Passaram 52 anos sobre o 25 de Abril de 1974.
Passaram já 13 anos e continuamos a ter um super caduco CEDN (Conceito Estratégico de Defesa Nacional).
Passaram 50 anos sobre a estabilização da nossa Democracia, materializada com as várias eleições ocorridas em 1976.

Passaram décadas, passam anos, e continuamos a não ter em Portugal uma definição inequívoca sobre que FA Portugal deve ter.

O decrépito CEDN assistiu já, entre outras coisas, a acusações entre ministérios quanto à revisão do documento.
O decrépito CEDN assiste a projectados investimentos em material para as FA e a discussões sobre o substituto do velhinho F-16, como se não estivéssemos com guerras completamente diferentes do passado.

O decrépito CEDN assiste (provavelmente de olhos esbugalhados e estarrecidos) às loas do PR sobre as FA que em parte são mais do que justificáveis mas não passa muito de uma versão mais decente da patética frase do antecessor - "os melhores dos melhores"

Como sublinhou o primeiro orador nas cerimónias da manhã - o poder é importante.

E para ter alguma poder creio que era indispensável ponderar que decisões estratégicas devem ser tomadas.
E sim, quase nada do presente tem a ver com aquilo a que muitos generais e almirantes estavam habituados.
E sim, quase nada do presente tem a ver com aquilo a que muitos comentadores, muitos ditos especialistas e muitos políticos viam acontecer. 
Não digo habituados porque a maioria sempre se habituou a não olhar para o assunto.

O Improviso é um típico da tugolândia. A continuar-se assim o desastre há muito anunciado chegará mais rapidamente.

O professor Monjardino afirmou que é preciso coragem, capacidade para compreender e reconhecer que está tudo imensamente mudado.

Questiono-me: os actuais titulares dos órgãos de soberania estarão mesmo a entender o mundo, o que se passa, será que têm capacidade para compreender e, em consequência, olhar seriamente para os nossos problemas e que papel para Portugal? E decidirem?

Como posso ter confiança em relação ao futuro? Com esta gente?

Fico por aqui, pensarei mais seriamente nisto mais à frente.

Ah, já me esquecia de uma outra e rápida nota.

Quando ouço jornalistas (a maioria verdadeiros pés de microfone) colocar questões sobre os meios militares alocados aos Açores dada a importância das ilhas, fico sem saber se hei-de rir, chorar ou ir vomitar.

Quer os papagaios militares quer os jornalistas quer certos especialistas quer uns quantos inarráveis políticos podiam explicar aos cidadãos como se mede a importância dos Açores.

Podiam começar por dizer que, relativamente a FA, uma medida da importância que os sucessivos Presidentes da República e os sucessivos governos e os sucessivos deputados sempre atribuíram aos Açores assenta por exemplo no facto de, em permanência no arquipélago, a Marinha ter apenas um meio naval, embora normalmente dizendo que se for necessário outros acorrerão.
Quanto à Força Aérea a situação pouco mais é que equivalente.

Não é preciso ter mais que o 4º ano de escolaridade para, olhando à extensão das ZEE e à jurisdição que temos sobre elas e à cobiça internacional, poder meditar sobre a realidade apontada no parágrafo anterior. 
E ir depois ao dicionário procurar o significado das palavras patético e ridículo.

Mas os discursos grandiloquentes como o de hoje do PR ficam sempre bem. 
E no fim houve certamente em Angra do Heroísmo um bom almoço, com os do costume. 
Aposto que o "farol" Carneiro também papou.
AC
11  JUNHO  2026 
DIA DE SÃO BARNABÉ
DIA DA OSTEOPOROSE
> 1822 - Brasil, criada a Marinha do Brasil.
> 1864 - Nasce Richard Strauss
> 1899 - Nasce a Assistência Nacional aos Tuberculosos e a Liga Nacional Contra a Tuberculose
> 1910 - Nasce Jacques Cousteau
> 1951 - Uma lei converte as colónias em províncias ultramarinas
> 1959 - A eleição do Presidente da República deixa de ser por sufrágio directo
> 1963 - John Kennedy assina uma nova proposta de lei dos direitos civis
> 1979 - Faleceu John Wayne
> 1991 - Erupção do vulcão Filipino Pinatubo
> 1994 - Fim da ocupação militar Soviética na Alemanha de Leste
> 1999 - Sophia de Melo Breyner galardoada com o prémio Camões
> 2009 - Cristiano Ronaldo passa do Manchester United para o Real Madrid
> 2009 - Pandemia, gripe das aves, gripe A
AC

quarta-feira, 10 de junho de 2026

10  JUNHO

"O Português é, essencialmente, cosmopolita.
Nunca um verdadeiro português foi português: foi sempre TUDO"

(Fernando Pessoa)

António Cabral (AC)

. . . . . . . . 
Mas precisamente porque espero pouco da condição humana, os períodos de felicidade do homem, o seu progresso parcial, os seus esforços para recomeçar e continuar, tudo isso me parece muitos prodígios que quase compensam a massa monstruosa de males e defeitos, de indiferença e erro.
Virá catástrofe e ruína; triunfará a desordem, mas também a ordem, de vez em quando. 
. . . . . . .
(Marguerite Yourcenar)

Andamos há muito assim, ou não ?
E quantos períodos de desordem ?
Mais que os de ordem, certo?

AC
RECORDAÇÕES

Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dei com várias fotografias saídas nos OCS e redes sociais ao longo dos anos. 
Algumas, verdadeiros tesourinhos deprimentes.

Bom dia.
Bom feriado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades.
AC

VISTAS  da  VARANDA

AC
QUE  INJUSTIÇA
. . . . . .
Este embate entre José Sócrates e a Justiça não necessita só de um juiz, pede também um bate-chapas, pois envolve vários testas de ferro.
. . . . . . (José Diogo Quintela)

A criatura recorrer a testas de ferro ?
Que injustiça.

A herança da mãe tem dado para muita coisa e dará certamente para  pareceres de muitos €€€€.
E quando daqui a anos os €€€€ se acabarem lá estará a restante família para ajudar e nomeadamente um primo!

AC
Ao  FUNDO  a  GARDUNHA
Uma das minhas vistas
AC

NÃO É SÓ NAS CIDADES E VILAS

É TAMBÉM NAS ALDEIAS


Não há serviços camarários nem das juntas de freguesia que consigam suplantar o egoísmo e a falta de civismo de muita gente, o desprezo de muita gente pelo ambiente dos locais onde vivem.

Há imensa gente egoísta, preguiçosa, desleixada, que bem podia usar o telefone a combinar a recolha de monos, mas não, é assim que procedem. 

Desconfio que nem daqui a 100 anos muitos portugueses se tornem civilizados.

AC 

15.º Congresso Nacional das Misericórdias
Intervenção do Presidente da República

(MAIS UM EXTENSSÍSSIMO DISCURSO DE ANTÓNIO JOSÉ SEGURO)
(sublinhados da minha responsabilidade)

Começo com um testemunho pessoal.
Sei bem o vosso valor. Sei bem o que as Misericórdias representam, não em abstrato, mas na vida concreta de uma família.
A minha família é testemunha do apoio, do cuidado e do carinho que foi dado a um familiar nosso. E estamos eternamente gratos por isso.

Sei que este testemunho emocionado ecoa por todo o país.
Há milhares de vozes que expressam a mesma gratidão, com as mesmas palavras e com a mesma emoção.
E sei também que, em muitos casos, esse testemunho foi antecedido por um momento de aflição.
O desespero de quem procurou uma resposta para uma necessidade que nem a família nem o Estado conseguem assegurar.
A esse desespero junta-se, muitas vezes, a revolta.
A incompreensão de como o Estado, conhecendo os problemas, não preparou respostas adequadas.

E como o cidadão fica reduzido a duas alternativas: o apoio privado, inacessível para a maioria das famílias portuguesas, ou do setor social, onde as Misericórdias, há séculos, prestam essa ajuda.
É por isso que estou aqui. Com gratidão. Com respeito. E com a convicção de que este Congresso não é apenas um momento de celebração.
É igualmente um momento de responsabilidade partilhada.

Senhoras e Senhores,
A União das Misericórdias Portuguesas celebra este ano meio século de existência.
Cinquenta anos de coordenação, de representação, de defesa de uma causa que é, também, uma causa do Estado.

Ao Dr. Manuel de Lemos, presidente da União das Misericórdias, dirijo uma palavra de reconhecimento pelo trabalho que tem feito e pela coragem com que tem nomeado, sem eufemismos, os problemas que o setor enfrenta.
A sua voz tem sido insubstituível neste debate. O Pacto da Saúde precisa vivamente do seu contributo e do contributo das Misericórdias portuguesas. Não é apenas o Pacto, o país precisa verdadeiramente do vosso contributo e da vossa experiência.

Estamos aqui a assinalar os cinquenta anos da União das Misericórdias Portuguesas, mas as Misericórdias têm uma história muito maior.
São uma das mais antigas e mais resistentes redes de solidariedade deste país. Nasceram com uma grande proximidade religiosa, mas o movimento fortaleceu-se através da iniciativa de leigos, enraizado nas comunidades, próximo das pessoas. Muito antes de existir Estado Social, muito antes de existirem políticas públicas de proteção.
E continuam a estar onde, por vezes, o Estado chega tarde, chega pouco ou simplesmente não está presente.

Os números falam por si e precisam de ser ditos, porque raramente são referidos juntos.
Menciono apenas alguns:
388 Misericórdias.
158 mil pessoas apoiadas por dia.
52 mil trabalhadores.
21 hospitais.
508 estruturas residenciais para idosos.
399 creches e estabelecimentos de pré-escolar.
192 unidades de cuidados continuados.


Não é uma rede de apoio social. É uma espinha dorsal da solidariedade do nosso país.
É o país que funciona onde, com frequência, as Misericórdias são a única instituição que tem uma política de proximidade.
E é, em muitas localidades do interior, a principal fonte de emprego. Quem apoia os nossos idosos, quem cuida das nossas crianças, quem assegura os cuidados continuados.

Senhoras e Senhores,
Não posso estar nesta sala sem nomear o que todos sabemos e que é o tema deste Congresso, "a atualidade de uma evolução segura", convoca com urgência.
O Dr. Manuel de Lemos chama de “tsunami social”. Eu tenho utilizado a imagem de bomba-relógio, mas ambos chamamos a atenção para os efeitos dramáticos das alterações demográficas no nosso país e para o aumento da pressão sobre os setores da saúde e da segurança social.

Em duas áreas que já vivemos situações críticas.
Centremos o nosso olhar na questão das residências para idosos.
Segundo a OCDE, 
Portugal é o terceiro país da União Europeia com menos camas por idoso em lares. No setor privado, sem comparticipação, uma cama custa 2,5 vezes o valor de uma reforma média.
Com as mensalidades dos lares a subirem entre 200 e 250 euros num ano.
Esta, é uma conta que não bate certo com os rendimentos das pessoas.
É uma conta que milhares de famílias portuguesas tentam fazer todos os meses, com angústia.

Outro indicador, o 4.º Retrato das Residências Sénior em Portugal, acrescenta mais um dado preocupante: a falta de lares e o aumento do número de idosos, além da pressão sobre os preços, estão também a aumentar as listas de espera.
Segundo o mesmo estudo, 70% das unidades estão totalmente ocupadas e com listas de espera, sendo que em 36% dos casos o tempo de espera ultrapassa os seis meses.
Agora juntemos a estes dados o agravamento da questão demográfica com o significativo envelhecimento da população.

Somos dos países mais velhos da Europa, e a situação vai agravar-se nas próximas décadas.
Em 2050, seremos o quarto país do mundo com maior proporção de população acima dos 65 anos.
Saúde e Segurança Social são sectores que vão estar fortemente pressionados.
São duas das principais áreas de atividade das Misericórdias portuguesas e já estão a ter uma experiência dramática do que vem aí.
A pressão agrava-se igualmente pela falta de mão de obra.

É bom que muita gente repare que, em muitas localidades, quem trata dos nossos idosos são imigrantes.
Li uma entrevista do Dr. Manuel de Lemos onde refere “no Alentejo, todas as misericórdias têm seis, sete nacionalidades diferentes”.
São elas e eles que, muitas vezes em silêncio, sustentam o que seria um colapso social sem a sua presença.
São estas pessoas, nacionais e imigrantes, a quem devemos também uma palavra de agradecimento e reconhecimento. Pelo seu trabalho, muitas vezes pouco reconhecido socialmente, mas também pela sua dedicação, pelo seu cuidado, pelo seu amor, e compromisso com os utentes, que vai muito para além do que se pode exigir num emprego.

Outra situação tem a ver com a necessidade de se melhorarem estruturas que já têm várias décadas. Instalações de residência sénior e de prestação de cuidados de saúde. E, simultaneamente, de reforçar formas de apoio domiciliário.
Estas são realidades que o Estado conhece. Agora e no passado recente.
E é aqui que tenho de ser direto, sem dramatismo e sem ambiguidade: a solidariedade da sociedade civil não pode substituir a responsabilidade primeira do Estado.

Veja-se o último exemplo: a resposta ao internamento social nos hospitais só está a ser conseguida graças às camas disponibilizadas pelas Misericórdias.
É mais uma vez o setor social a suprir o que o Estado não tem.
E é uma situação que não pode ser aceite como um novo normal.
Eu sei que me repito, mas na verdade é a realidade que se repete, os mesmos problemas com o mesmo tipo de ausência de soluções.

É tempo, e já vamos tarde, para políticas estruturais que atenuem as consequências do envelhecimento populacional.
É tempo para se dar prioridade a iniciativas que permitam dar sustentabilidade às pressões que vamos sentindo na saúde e na segurança social.
Políticas que atravessem legislaturas, que não dependam do calendário eleitoral, que construam respostas para um problema que se vai agravar antes de melhorar.

Os problemas mais relevantes exigem planeamento que atravesse várias legislaturas. Precisam de estabilidade política e de convergência entre as principais forças políticas.
É tempo de olharmos com mais atenção para a qualidade de vida das pessoas com mais idade e para as suas famílias.
Hoje já é grave, e será muito pior quando chegar a nossa vez.

Senhoras e Senhores,
Quero terminar com duas notas que me parecem igualmente importantes.
Sabemos que as Misericórdias desenvolvem atividades com outros grupos etários, designadamente com os mais novos em creches e no pré-escolar, mas é sobre os idosos, que contam com o vosso apoio, que desejo continuar a falar-vos, porque, frequentemente, são esquecidos do discurso público.
E a referência deve-se ao facto de as Misericórdias, com a sua atividade, atenuarem de forma significativa algumas das mais graves diferenças sociais e económicas na sociedade portuguesa.

O principal grupo de beneficiários das Misericórdias são idosos com carreiras contributivas frágeis, reformas baixas, sem capacidade de pagar o mercado privado e sem retaguarda familiar suficiente.
São pessoas que trabalharam uma vida. Que contribuíram para o país que hoje somos. E que agora dependem de uma rede, a vossa rede, para viver com alguma dignidade.
A eles, e às suas famílias, Portugal deve uma resposta melhor do que aquela que tem sido dada.

A segunda nota é sobre o que as Misericórdias fazem, noutra área, e que não se conta nas estatísticas.
O património que preservam, mais de mil imóveis de interesse arquitetónico, oitenta e dois museus e núcleos museológicos.
É um tesouro cultural que, em muitos concelhos, só existe porque as Misericórdias o salvaram.
No património material, as práticas culturais e religiosas que mantêm vivas, muitas vezes através dos irmãos mais idosos, são outro fio de continuidade entre gerações, que políticas públicas não conseguiram replicar.
Estes contributos merecem ser reconhecidos e valorizados, porque, além do mais, têm potencial de promoção cultural e turística em muitos concelhos de escassos recursos.

Dr. Manuel de Lemos, Provedores, Irmãos das Misericórdias,
O tema deste Congresso é "a atualidade de uma evolução segura".
É uma formulação sábia. 
Porque reconhece que evoluir é necessário e que a segurança dessa evolução depende de todos: das Misericórdias, do Estado, das famílias, da sociedade.
Contem com o Presidente da República como aliado nesse caminho.
Como uma voz que amplifica as vossas causas, que nomeia as vossas dificuldades e lembra ao Estado o cumprimento das suas obrigações.
Há cinquenta anos, a União das Misericórdias nasceu para coordenar e representar o que a solidariedade portuguesa tinha de mais organizado e mais consistente.

Hoje, esse papel é mais necessário do que nunca.
O tsunami social que aí vem não se enfrenta com improvisação.
Enfrenta-se com o contributo e com a força de quem tem meio século de experiência e um enraizamento comunitário e de compromisso com as pessoas de vários séculos.
Essa força é a vossa. E Portugal precisa muito dela.
Muito obrigado
.
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Mais um discurso do actual Presidente da República de uma extensão que diria sonolenta para quem o escutou.

O PR toca em aspectos que serão cada vez mais dramáticos na sociedade portuguesa.
Portugal, lembrou, é um dos países mais envelhecidos e a tendência é para piorar.

Salvo melhor opinião o papel das Misericórdias é de muito aplaudir senão mesmo agradecer. Além das Misericórdias há outras instituições do género que prestam igualmente apoio a idosos. Não me refiro a lares manhosos que infelizmente, alguns, ainda não foram encerrados.

Mas quem ler este discurso e outros do género é capaz de ficar convencido que os custos/ encargos inerentes ao apoio inestimável que fornecem a muitos milhares de portugueses é exclusivamente suportado pelas Misericórdias.
Nem as Misericórdias nem outras instituições de apoio social suportam sozinhas os custos inerentes ao seu apoio.

Por cada utente o Estado via governos apoia num determinado montante em Euros, pelo menos isso.
Estou a falar disto apenas por uma questão de rigor.

O Lar em que a minha mãe está, com uma mensalidade bastante elevada, recebe uma certa quantia por cada utente ali residindo.

A terminar sei bem o que a CRP estabelece. Mas a realidade é que os sucessivos deputados e os sucessivos governos e os sucessivos inquilinos do Palácio de Belém, passam décadas com discursos comoventes como este, do OE e depois via ministério com a responsabilidade directa das questões sociais enviam uns Euros para subsidiar Misericórdias e outras instituições. E ficam contentinhos.

Fiscalizações a sério, a doer, às Misericórdias e outras instituições, não permitir um único lar com instalações e serviços degradantes como periodicamente aparece na comunicação social, ISSO É QUE É MAIS DIFÍCIL. Enfim.

AC
10  JUNHO  2026
DIA de PORTUGAL, de CAMÕES e das COMUNIDADES PORTUGUESAS
FEIRA MUNICIPAL ÁGUEDA
> 1692 - EUA, Salem, caça às bruxas, várias condenadas e enforcadas por acusação de bruxaria
> 1752 - Benjamin Franklin em plena trovoada sai à rua com um papagaio de papel de onde pendia uma chave ligada a uma espécie de bateria, e a bateria carregou, concluindo que o raio é electricidade
> 1829 - Primeira edição da regata Cambridge-Oxford
> 1880 - Republicanos aproveitam o tricentenário do falecimento de Camões e manifestam-se contra a monarquia
> 1882 - Lisboa, Chiado, inauguradas cabines públicas de telefones
> 1891 - Nasce a Sociedade Companhias Reunidas de Gás e Electricidade
> 1926 - Faleceu Antoni Gaudi
> 1944 - Inaugurado o Estádio Nacional no Jamor
> 1969 - Primeira reunião do Grupo de Estudos de História Marítima, que em 1970 passou a Centro de Estudos de Marinha e em 1978 a Academia de Marinha
> 1993 - CCB, acolheu a presidência portuguesa da CEE em 1992, abre nesta data, mas inauguração oficial ocorre apenas em 10 de Agosto de 1993
> 2011 - Última edição do "News of the World"
> 2026 - As cerimónias principais deste 10 de Junho decorrem na ilha Terceira, Açores, tendo em 6 e 7 de Junho passado havido cerimónias no Luxemburgo
AC

terça-feira, 9 de junho de 2026

AC

RESTAURAÇÃO

Restaurante "O Hespanhol", em Idanha-a-Nova, a que agora o António e irmão deitaram mãos à obra, comida simples, típica, caseira, preços mais que módicos.

Gente simples, muito afável, simpática.

Toalha de pano, toalha de papel por cima, guardanapo de papel, louça típica, não sei se aos das bolhas e "vernissages" agradaria. 


Começando do fim para o princípio:

Para o casal foi café, doce de bolacha, lagartinhos, batatas fritas (o sabor das batatas não tem nada a ver com as que se compram nos supermercados da grande Lisboa), sopa creme de courgete com ovo cozido, pão da região e bocados de "bica", azeitonas e manteiga, um jarro pequenino de vinho tinto da casa, uma imperial.

26,00 € pagou o casal.

 AC

E OS OUTROS FICAM COM AS PERNINHAS A TREMER

"Tragam a taça que nos falta." Seguro entrega bandeira de Portugal à seleção para ser usada na final do Mundial
9 de junho, 2026 às 08:25




António José Seguro com a seleção nacional de futebol antes da partida para o Mundial 2026

Créditos: António Cotrim/Lusa

Decididamente Seguro não absorveu bem a passagem de serviço.
Atão, sr Presidente, esqueceu a frase?
Somos os melhores dos melhores.
Mas não está lá o Eder!
Aguardemos
AC