sábado, 4 de julho de 2026

CENTENAS


Além das casas e prédios e fábricas e outras infra-estruturas desgraçadas por sucessivos temporais e incêndios e cheias, são centenas as situações em aldeias, vilas e cidades à vista de toda a gente e em particular dos autarcas como o da fotografia.

Situações que se arrastam anos e anos, em alguns casos por décadas.
E há legislação que possibilita minimizar esta deplorável situação. 

Em cima disto e para lá de certas propagandas de certos autarcas e incompetência de certos autarcas (de todas as cores) ainda vem o demagogo Carneiro apontar casas de refúgio acabando com o anonimato de que precisam.

Como diria o outro - Nã abia nexexidade! Digo eu, um TOLINHO!
AC
ESCOLHAS,    ESCOLHAS   REVELADORAS
No nosso começo não escolhemos, nem pais, nem local de nascimento, nem cor dos olhos, nem sexo, nem pigmentação da pele, etc.

A nossa vida tem diversas fases e em todas elas temos de fazer escolhas.
Escolhemos de mútuo acordo parceiro para casar (no meu caso parceira, a minha querida mulher).

Antes disso, escolhemos mais ou menos a meio do ensino secundário a área de ensino que queremos prosseguir e daí futura licenciatura, e para esta escolhe-se estabelecimento de ensino público ou privado. 
Ou não se escolhe e vai-se trabalhar.
Com alguma sorte escolhe-se emprego.

Escolhem-se amigos, escolhem-se lugares no comboio, autocarro, avião, no cinema, no pavilhão desportivo.
Escolhe-se restaurante e mesa onde sentar, supermercado, farmácia, pastelaria, papelaria, oficina para reparar carro, loja de electrodomésticos, sapataria, sapateiro, biblioteca, padaria, relojoeiro, lugar da praça, peixeiro, fornecedor de energia, telefones, etc.

Nas férias escolhe-se sair ou ficar em casa, onde ir, onde ficar, o que ver, o que ler, o que gastar, as estradas a percorrer, etc.

Na vida profissional escolhem-se ou não colaboradores, assessores, subordinados, chefias intermédias, etc.
Na vida política o mesmo se passa.

No nosso caso temos políticos que arrotam constantemente postas de pescada quanto à necessidade de transparência na vida pública, no serviço à República, mas depois . . . . . 

Por exemplo, o actual inquilino em Belém batalhou imenso nesta tecla da transparência bem antes de ganhar a eleição e depois tomar posse como Presidente da República.

Quanto a transparência eu gostava que o Presidente da República fosse bem transparente quanto à sua casa militar e casa civil.
Não me refiro ao quadro de pessoal que existe no Palácio de Belém, e em que a esmagadora maioria transita de PR para PR, como os funcionários administrativos, informáticos, jardineiros, condutores, pessoal de segurança, pessoal de manutenção do palácio, etc.

Não, refiro-me ao pessoal que é determinante.

Salvo melhor opinião, tal como sabemos quem são todos os deputados, todos os membros dos governos, e depois podemos perceber melhor certas coisas, devia estar no sítio da Presidência a identificação de quem é o chefe da Casa Civil (parece que finalmente é uma senhora), e quem são os diversos assessores. 

Chefe de protocolo de Estado e secretária geral da Presidência parece manterem-se.
Quanto à Casa Militar devia estar identificado o chefe da Casa Militar (sim já apareceu na TV) e quem são os assessores militares e outros e a sua origem.

E tal como para a Presidência da República, devia estar claro e listado quem integra o Conselho de Estado, e quem integra o Conselho Superior de Defesa Nacional. E não me venham com a treta de que a lei já define a maior parte das personalidades integrantes.

Pode parecer uma chinesice.

Mas, por exemplo, se o assessor económico do Presidente for um conhecido economista que escreva periodicamente em jornais ou comente nas TV, eu posso formar uma opinião sobre o que Belém possa provavelmente vir a defender em termos de políticas económicas, etc.

Por exemplo quem é o assessor para a defesa nacional? Presumo que não se fique pelo general que actualmente chefia a Casa Militar.

Quanto a defesa nacional, e como creio que o PR escolheu por exemplo Nuno Severiano Teixeira para o Conselho de Estado, bom, pela minha parte não tenho ilusões sobre o que por aí virá.
Muito provavelmente virá mais do mesmo das últimas décadas, apesar de certas e muito longas discursatas e, claro, envolvo no linguajar da moda!
Mudam, mudarão a conversa mas o sumo sempre o mesmo.
Só que o mundo é outro.

E o assessor para a comunicação social?
E para a cultura?
E para as relações internacionais?
E para pensar no ordenamento do território?
E . . . . . 
E . . . . .

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Cuidado com o Sol, apesar de hoje estar muito mais fresco (menos 1º C ?)
Boa sorte, felicidades-

António Cabral (AC)
LIDO  por  AÍ

Luís Pato não quer o espumante da Bairrada à sombra do champanhe

O produtor de Anadia defende que a região tem identidade bastante para andar pelo seu próprio pé e que é composta pelas castas locais, noites frias, influência do mar, solos argilo-calcários e acidez natural.

Luís Pato reage quase antes de a pergunta acabar. Quando ouve chamar champanhe ao espumante da Bairrada, fica "com os cabelos em pé". Não é embirração de produtor, ou talvez seja também, mas daquelas embirrações boas, nascidas de quem passou a vida a defender uma identidade.
A Bairrada não precisa de ser cópia de Champagne. "Nós somos nós próprios", diz o viticultor, e a frase fica no ar como uma rolha que salta sem fazer barulho.

O produtor de Anadia, um dos nomes maiores da viticultura portuguesa, começa pelas castas. As castas locais, "as tradicionais", e vê na Baga uma das grandes expressões da região.

A Baga, no seu vocabulário, é "superplástica". Dá tinto, rosé, espumante, o que lhe pedirem, desde que a saibam tratar. E, sobretudo, é "boa amiga da comida". A acidez ajuda a domar o sal, os taninos "cortam a gordura", e a mesa agradece. O vinho, como a comida, tem "aromas, sabores e texturas".

O espumante da Bairrada continua, para Luís Pato, abaixo do reconhecimento que merece. A proximidade ao mar ajuda a construir a personalidade do vinho. As noites frias conservam a acidez das uvas, e no espumante a acidez é quase destino. "O segredo do espumante e dos brancos é uma boa acidez natural", lembra, com a desconfiança de quem prefere o que vem da vinha ao que se corrige depois na adega.

A segunda razão está no solo argilo-calcário, capaz de dar profundidade, textura e essa nota que, noutros lugares, se descreve como "brioche, pão torrado, manteiga boa, vegetal, nascida do tempo sobre as borras". Luís Pato fala disto sem complicar, como quem transforma ciência em conversa de mesa.

Para ele, o espumante não pertence apenas aos brindes solenes, aos casamentos, às passagens de ano ou às fotografias com copos erguidos. É "o vinho do encanto", "o vinho do amor","o vinho do tête-à-tête". 
Um vinho para tornar as pessoas mais sociáveis, para acompanhar as coisas grandes da vida, que às vezes são apenas estar bem à mesa com alguém.

Há, ainda, a questão dos jovens. Como pô-los a beber vinho, sobretudo espumante, mais fresco, mais leve, talvez mais próximo das novas formas de consumo. 
Luís Pato acredita que é preciso desafiá-los através de experiências e admite vinhos com menos álcool, desde que a lei, "essa senhora tantas vezes lenta e desconfiada, permita alguma liberdade para experimentar".

Mas a novidade, para ele, não pode destruir a origem. 
A tradição está nas castas e no carácter do local. 
E, se fosse possível, até as leveduras da segunda fermentação deviam ser da região. 
Luís Pato chama-se a si próprio "um fundamentalista da natureza", não como quem pede desculpa, mas como quem encontrou uma regra para trabalhar.

Diz que a natureza "é muito mais sábia" do que se imagina. O segredo talvez esteja em escutá-la antes de a corrigir.

 CANSADO. . . . . .  

AC

Estou  Muito  Enganado ?

A história de Portugal teve sempre mais traidores que homens de bem. Os segundos foram sempre desprezados por quem faz da mediocridade e inveja o seu lema de vida. 

Vivemos há décadas governados por tiranos oriundos de uma sociedade rural essa que sempre detestaram. 

O solo português é propício mais a ervas daninhas que a frutos de qualidade. 

Vivemos num país de invejas e água turva. 
Mistura mortal essa com a qual vamos alimentando o ego de quem vai a votos. . . . . .

Estou muito enganado ?
AC

PERGUNTA  PARA  1  MILHÃO  €€€

A pergunta para 1 milhão de Euros é esta : 

Quem é o ""artista"" que fez uma chamada telefónica em 21 de Maio de 2003 e começou a conversa assim  - Já fiz o contacto!

AC

4  JULHO  2026
DIA do VINHO
Feriado Municipal COIMBRA
> 1137 - D.Afonso Henriques assina o acordo de Tui
> 1776 - Declaração de Independência dos EUA
> 1821 - D. João VI regressa a Portugal
> 1865 - Publicada a primeira edição de "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carroll
> 1937 - Atentado falhado a Oliveira Salazar
> 1942 - Japão ataca as ilhas Midway
> 1992 - Faleceu Astor Piazzolla
AC

sexta-feira, 3 de julho de 2026

LIDO no SAPO, esta "OPINIÃO" de Joana Petiz -A grande mentira de Costa.

Sublinhados da minha responsabilidade

AC

Os números do INE revelaram enfim a realidade ignorada ou deliberadamente escondida, mas afinal bem percebida: em três anos, os imigrantes duplicaram e todos empobrecemos. Imigrantes incluídos.

E agora, já se pode falar da grande mentira de António Costa? Não é fácil escolher uma só, claro. A herança é gorda, entre os repetidos anúncios de "médicos de família a chegar a todos os agregados", o milagre do hidrogénio verde e do canal ibérico que atravessaria os Pirenéus para levar energia limpa e nova a toda a Europa, a ferrovia que ligaria o país por dentro e para fora, a "habitação digna para todos" em meia dúzia de anos... é à escolha do freguês.

É reconhecida a capacidade desse ex-primeiro-ministro, promovido a presidente do Conselho Europeu depois de abandonar um governo entalado num vergonhoso caso de corrupção, de anunciar o que nunca fez por cumprir e escapar ileso à revolta dos carecas a quem o elixir cabeludo falhou, enquanto o seu séquito lhe alisa os incumprimentos pela medida da narrativa que melhor serve a ocasião.

Há porém um vencedor destacado nesse rol de engodos: a negação do efeito de chamada, mais vezes do que Pedro negou Jesus, e as consequências trágicas de uma lei que escancarou as portas do país, fazendo o total de imigrantes duplicar para os atuais 1,6 milhões e levando até a União Europeia a castigar Portugal por pôr em risco a segurança do Espaço Schengen.

Nos anos em que vigorou, a manifestação de interesse trouxe a Portugal mais de 1 milhão de estrangeiros, a maioria deles a chegar entre 2021 e 2024. Precisamente, enquanto se rebentava com um Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que era caso de estudo internacional, com o único objetivo de salvar a pele a António Costa e a um ministro que, no seu governo, colecionou casos e casinhos, do familygate às golas antifumo —agradeçamos aos céus que já não nos governassem quando se descobriu o caso da esquadra do Rato, ou teriam decerto acabado com a Polícia no seu todo.

Em três aninhos apenas, entraram e ficaram por cá mais de 700 mil estrangeiros — o único critério, terem a passagem de avião (quantos a conseguiram à boleia de máfias ainda estamos para saber...). Muitos chegaram do Brasil, de Angola, de Cabo Verde,países que partilham connosco a língua, as raízes culturais e em muitos casos até são família. Mas nestes três anos houve uma mudança fundamental nos fluxos: os que vieram da Índia, meros 35 mil em 2022, são agora tantos quantos os angolanos com quem partilhamos séculos de história; os nepaleses tornaram-se no quinto povo mais representado. Se alargarmos ao Indostão (juntando a estes dois países os cidadãos que chegaram do Bangladesh e do Paquistão), esta tornou-se, em três anos, na segunda maior comunidade imigrante. Reino Unido, Itália ou França deixaram de figurar no top 5.

Como agora confirma o INE, nesse período chegaram a Portugal 334 mil brasileiros (mais que duplicando a presença, para os atuais 574 mil) e os nem 90 mil indostânicos registados triplicaram para os atuais quase 250 mil, sendo maioritariamente homens (cerca de 60%) e a viver sobretudo na Grande Lisboa.

Não é um desvio, não são perceções. É a prova cabal de que a legislação apadrinhada por António Costa foi um absoluto desastre, responsável por sobrecarregar infraestruturas sem apelo nem agravo, estilhaçar a coesão social, agravar sarilhos que já eram grandes com a habitação à cabeça. São estes imigrantes (quantas vezes a viver em condições sub-humanas) que competem com os jovens e a classe média por casas na cidade; porque quem as tem disponíveis demasiadas vezes cede à tentação pouco escrupulosa de quadruplicar a renda, cobrando não pelo apartamento mas por cama.

Os números da imigração que resultam do consulado de Costa & companhia — deliberadamente escondidos ou desconhecidos por absoluto desinteresse — põem finalmente a nu a total irresponsabilidade de quem nos governava e a absoluta indiferença quanto ao estado em que deixou o país e quanto aos imigrantes que aqui chegaram de rajada, à procura de uma vida melhor. Nunca houve a menor preocupação com a capacidade de receber e integrar estas mais de 700 mil pessoas; todos os avisos foram descartados como "alarmismo" e "xenofobia", todos os sinais atirados para o cesto das "perceções sem ligação à realidade".

Agora que a verdade se tornou inegável, os discípulos de Costa encetaram as manobras de circo habituais, entre o esgotado argumento de que sem estas pessoas não tínhamos quem trabalhasse e contribuísse para o Estado Social e o vergonhoso desprezo pela necessidade de ensinar-lhes língua, costumes, hábitos e regras. Uma integração impossível de fazer de sopetão, que compromete, desde logo, as possibilidades de melhores perspetivas de vida dos próprios imigrantes.

Nesta fuga para a frente de que o PS fez modalidade olímpica, tirando bom partido da falta de memória e da contaminação ideológica da bolha comentadeira, há um campeão destacado: Miguel Prata Roque, que conseguiu dizer e repetir, sem nunca se rir, que foi o governo de Passos Coelho que acabou com o SEF.

Mas voltemos à vaca fria (sem ofensa a animalistas e wokes) e aos argumentos com que ainda tentam vender-nos que é normal e até desejável esta transformação social. Dizem-nos que se não tivessemos recebido estas pessoas, não teríamos quem trabalhasse os nossos campos, fizesse as obras de que o país precisa e nos entregasse a comida em casa — mas quantas colheitas ficaram por fazer em 2021, quando tínhamos metade dos imigrantes? E quantas entregas ficaram por fazer. Há assim tanta gente que não pode levantar o rabo da cadeira e ir fazer as compras ou buscar o seu jantar... Mais, quem pode garantir que se não houvesse tantos imigrantes a agarrar estes serviços nao haveria tantos jovens estudantes a agarrá-los como forma de ganhar uns trocos? E por que razão, com este boost de trabalhadores, se fala em escassez de mão-de-obra na construção, a ponto de o custo desse fator subir a uma média de 8% ao ano desde 2022?

O país precisa de imigrantes, claro que sim. Mas não a qualquer custo. E certamente não para perpetuar o trabalho pouco qualificado e pior remunerado que só quem está desesperado aceita fazer.

Depois vem o inevitável grito das contribuições: se não fossem estes imigrantes. os nossos velhinhos não tinham reforma! É verdade que os estrangeiros que aqui chegaram ajudaram a Segurança Social a pagar as despesas sociais com os 4 mil milhões a mais que entregaram à Previdência no último ano (numa receita total de 46 mil milhões); mas também é bastante óbvio que não resolvem o mais que anunciado colapso das contas de um país em que já há menos de dois trabalhadores a sustentar cada pensionista e a curva demográfica continua vergada ao envelhecimento, com 30% dos poucos jovens que temos a desistir de viver em Portugal (e não, a culpa não é do Passos, a troika já foi há mais de uma década!). Nada resolverá senão a diversificação de formas de garantir rendimentos futuros em convivência com o depauperado sistema de pensões.

Quanto ao IRS, bem, por alguma razão nunca é trazido à baila neste tema. Com baixas qualificações ou impossibilitados de fazer valer as suas competências porque nada conhecem do país e da língua, nove em cada dez imigrantes não chegam a receber mil euros por mês, uma miséria que os isenta de imposto mas também contribui para manter a média salarial esmagada sob a necessidade de subir os salários mais baixos, em nome da dignidade mínima do cada vez maior número de pessoas que vive nesta fasquia de rendimentos. E se fizermos bem as contas, agora que temos números reais, em breve vamos perceber que o se somou à riqueza do país, depois de dividido por todos, se traduz num PIB per capita mais baixo do que tínhamos antes de duplicar a imigração. Estamos todos pior, imigrantes incluídos.

À boleia das políticas ditas socialistas de António Costa, vendidas como baluarte da bonomia e da evolução europeia, promoveu-se os baixos salários e os trabalhos de pouco valor acrescentado, comprometeu-se o desenvolvimento económico e a atração de investimento diferenciado, desprezou-se o talento e empurrou-se os jovens para paragens mais florescentes, deitou-se gasolina sobre a fogueira da radicalização (que Costa sempre alimentou por a saber garantia da sua sobrevivência), desprezou-se a fundamental integração e gerou-se na sociedade uma hostilidade que nunca tivemos para com os nossos imigrantes.

A grande mentira está a nu
. O preço que iremos pagar por ela, ainda mal começámos a descobri-lo.

Em Portugal, cada vez mais nos impingem mentiras.
Não minto. 

Aqui na aldeia está-se muito bem. Um sossego, nada de "stress".

Bom, neste momento não estou lá, se estivesse estava a assar como aqui ou mais. E a minha casa está na cota dos 525 metros.
AC

 EDP

Num dos seus últimos textos para a revista do Expresso Clara Ferreira Alves "destilou amor" pela EDP.

Pessoalmente creio que com imensa razão.

Já não é a primeira vez que falo nisto mas volto à carga, ciente de que na EDP e nas câmaras municipais e nas juntas de freguesia se estão a borrifar para mim e milhões de outros portugueses, mas sempre a favor da EDP.
Cabos da EDP e etc a tapar tudo e mais alguma coisa.
E desfeitear fachadas.
Claro que enterrar cablagens saía muito caro.
É Portugal.

Mas, concedo, às vezes na EDP são mesmo uns queridos.
Notem o desvelo evidenciado na fotografia de cima, em contornarem as bases da varanda. 
Puro, notável e enternecido desvelo.

AC

 GARÇA  BRANCA

AC

INE,  IMIGRAÇÃO,  o COSTUME
Uns escrevem que é preciso o INE dar explicações sobre os números populacionais agora apresentados.
Don Mário Centeno quer que o INE revejo os métodos de cálculo para avaliar muitos mais anos.

Outros e bem, recordam a irresponsabilidade de uma cambada de malandros cujos resultados cada vez estão mais à mostra.
Outros são mais cáusticos e chamam nomes que me parecem igualmente adequados - FRAUDE, FRAUDE, FRAUDE.


A "coisa" tem números - já seremos 11,4 milhões e teremos pelo menos uma percentagem de 14% de estrangeiros e pelo menos bem mais de 600 000,00 de gente a mais da que se pensava andar por aí.

E digo mais, temos muito provavelmente 1 milhão e 600 000 de gente TODA ELA A AJUDAR A ECONOMIA NACIONAL e assim acalmar as angústias de muitos - ai se a imigração pára 

Claro que o inarrável Centeno diz que ele e o patrão sabiam exactamente tudo, quantos, onde, em que trabalhavam.
Será que tinham uma base de dados com as moradas de todos?

Como consequência do que andava a ser-nos vendido - nível de vida,  desemprego, dívida, habitação - estão provavelmente erradas. 

Digo eu - as calamidades no SNS não tem nada a ver com as "portas abertas" de Costa e ministros da administração interna (Carneiro, um deles) ?

Cada vez mais evidentes as vigarices, as narrativas, as mentiras, as irresponsabilidade, os falsos dados e os falsos resultados das políticas  de educação, saúde e habitação do passado recente.

Convergência com o rendimento médio da União Europeia?
Pelotão da frente?

Mas ainda há dúvidas de que convergimos menos para a União Europeia do que pensávamos?
Aparentemente até já a Roménia nos está a passar ou passou! 

Estamos excelentes na agricultura, na hotelaria, na restauração, na construção civil, nos serviços de limpeza (é ver centros de saúde, hospitais etc), não é verdade? Todos a ajudar a nossa economia.

Ah, mas os imigrantes é que salvam a sustentabilidade da segurança social, do sistema de pensões!
Será mesmo assim?

Não temos problema nenhum na nossa sociedadepois não?

Depois espantam-se que o execrável Chega cresça.

Aguardemos pelos próximo capítulos desta triste e deplorável telenovela.

Bom dia
Boa 6ª Feira, bom início de fim de semana.
Cuidado com o calor.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
3  JULHO  2026
Dia Internacional sem Sacos de Plástico
> 1418 - Bula Papal "Super regem dominicum" 
> 1766 - Alvará determina a forma de proceder aos "aforamentos", para assim evitar aforamentos feitos por pensões diminutas
> 1834 - Criação da Guarda Municipal de Lisboa
> 1844 - Representantes americanos e chineses assinam um acordo comercial
> 1850 - Nasce Alfredo Keil
> 1863 - EUA, último dia da batalha de Gettysburg
> 1898 - Cuba, baía de Santiago, guerra Hispano-Americana, EUA vencem batalha naval contra opositores espanhóis
> 1915 - Afonso Costa sofre um acidente, o carro eléctrico onde segue tem um curto-circuito e, com medo, atira-se pela janela
> 1969 - Faleceu Brian Jones dos Rolling Stones
> 1971 - Faleceu Jim Morrison dos Doors
> 2025 - Início do julgamento do pantomineiro Sócrates e outros 
AC

quinta-feira, 2 de julho de 2026

REGULAÇÃO   INDEPENDENTE
A regulação independente, para as actividades económicas, comunicação social, para as chamadas "commodities" etc é característica das sociedade democráticas, sejam mais ou menos liberais.

Quando se fala em independente / independência isso refere-se a uma certa imunidade face aos poderes executivo e legislativo ou mesmo presidentes com poderes executivos como é o caso da França e dos EUA por exemplo.

Estou a lembrar-me disto agora que se noticia que a ministra Graça Carvalho terá formalmente pedido esclarecimentos sobre o preço dos combustíveis.

Ao que parece, a ministra gostava de ser informada sobre o "porquê" dos combustíveis em Portugal subirem consoante os preços do petróleo nos mercados sobem, e quanto a descidas . . . . bem quanto a descidas como estamos no país da ladroagem claro que não descem ao mesmo ritmo das subidas. Nem pouco mais ou menos.

Esta senhora ministra, que tem um ar simpático e fala calmamente, devia ir verificar o significado de algumas palavras como já referi num outro texto.

As agências de regulação em Portugal são das coisas para mim mais anedóticas. Ou execráveis? Insolentes? Arrogantes?
Veja-se o preço da electricidade e do gás, veja-se o preço da água, veja-se o estado da comunicação social, veja-se as operadoras de comunicações, etc.

Adaptando uma frase dos tempos de Carnaval podemos dizer por exemplo assim - É Portugal, não faz mal.
AC 

DEVE  TER  SIDO  DO  CALOR

"BUGALHO É O MELHOR POLÍTICO DA SUA GERAÇÃO"

O ar condicionado no gabinete de Caros Moedas deve ter avariado

AC 

Esta senhora faz-me lembrar um certo País. . . . . . . 

. . . . . a ver passar navios. . . . . neste caso, barcos à vela.

AC

DAQUI  A  5  ANOS . . . . 

Se hoje, aqui e agora (1600 h) onde estou já estão 38º C lá fora sendo que a previsão para as próximas 4 horas é manter-se a temperatura, por este andar presumo que daqui a 5 anos andaremos nos 40/41/ 42.


Daqui a 5 anos gostava então de poder estar assim, e que o iate fosse meu, para me atirar à água e acalmar a caloraça!

AC

COMPLETAMENTE DE ACORDO

Estou completamente de acordo com esta afirmação - famílias estruturadas e razoavelmente estáveis em prazos relativamente longos representam um grande activo social.

E esta realidade, para mim evidentemente, não tem nada a ver com outras coisas ou críticas a outras coisas.

AC

RELENDO   NOTÍCIAS . . . . .

Relendo notícias de há dias ou semanas, reparo com mais atenção para aspectos a que pouco liguei na primeira leitura, umas vezes apressado, outras cheio enojado pelo fedor que exalam.

Uma delas agora relida foi à volta dos aviões de combate da nossa Força Aérea (FAP), os F-16, que estão velhinhos e sobre os quais, há anos, um conhecido meu e elemento desse ramo das Forças Armadas (FA) me dizia com tristeza - "nem os rebites para eles fabricamos"
À volta sobretudo dos substitutos dos F-16!

Antes de continuar, e ainda que não fosse preciso, esclareço que não percebo nada do assunto. 

Mas penso pela minha cabeça e, além disso, tenho umas ténues luzes sobre Defesa Nacional (DN) e FA (que não são a DN, apenas um dos seus pilares, concretamente o militar) que advém do que ao longo do tempo fui absorvendo do meu melhor amigo militar (almirante reformado, que por seu lado tinha amigos em políticos e militares).

Uma coisa é certa, existe um documento que é o Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN) que data de há 13 anos e continua sem ser actualizado.
A par disto e como se não bastasse, o mundo está virado de pernas para o ar.

A nossa Constituição é clara (creio eu, mas há quem a interpreta de forma diversa) ao entregar a responsabilidade de política de defesa nacional aos governos.

Portanto, a compra ou substituição (por compra ou eventual empréstimo) de meios militares aos governos cabe definir. 

Estou a recordar-me da telenovela da compra/ substituição dos submarinos e lembrar-me: 

* que inicialmente deveriam comprados ser três (3 eram os então existentes) e acabaram por ser só dois tal o brutal encargo financeiro, 

* do degladiar por baixo da mesa e publicamente entre dois estaleiros (um francês, e um alemão que acabou por ganhar), 

* do feroz combate jurídico, de marketing, de assessoria, e de captação de apoiantes entre dois dos mais poderosos consórcios de advocacia nacionais, 

* que o processo se iniciou no final de governo socialista (PM Guterres, MDN Pena) mas que o assunto acabou por ser decidido estando no 7º andar do edifico ao Restelo Don Portas.

E recordando-me desta telenovela da qual desapareceram documentos, de onde muitos terão sido escondidos e/ ou destruídos (parece que as máquinas de triturar papel naquele famoso 7º andar quase estoiraram de tanto triturar) e outros levados para casa, a substituição dos F-16 tem trazido a Lisboa representantes e decisores muito importantes dos diferentes fabricantes de aviões de combate, americanos e vários europeus.

Como aconteceu na altura com os submarinos, é evidentemente natural que numa primeira fase os futuros utilizadores de armas sejam os primeiros a olhar para o assunto, neste caso dos aviões é a FAP. 

Creio que, quer agora quer como aconteceu com os submarinos, a decisão/ substituição já vem tarde. 
Tipicamente português, tipicamente de quem não tem dinheiro.

Andam por aí os importantes representantes dos vários fabricantes de aeronaves. Presumo que esses fabricantes andem já em companhia de poderosas sociedades de advogados, como é usual.

Mover-se-ão junto da FAP e dentro dela junto de determinados oficiais. Mover-se-ão junto do governo, particularmente junto do gabinete do PM, do MDN Melo, do homem das finanças. 

E no MDN andarão de certeza nos corredores do edifício de 7 andares ao Restelo, e junto dos principais conselheiros do MDN Melo, civis e militares, de que destes o actual Chefe do Estado -Maior General das Forças Armadas e ex chefe da FAP é o mais importante.

Uma das coisas para mim mais curiosas é, para além dos vários critérios para avaliação / comparação dos caças existentes  a questão do dinheiro, do encargo financeiro. Do brutal custo destes brinquedos e de como os pagaremos.

E na área do encargo brutal para o país as semânticas são deliciosas.

Estou convencido de que, para a esmagadora maioria dos portugueses é igual ao litro falar-lhes em LPM (lei de programação militar, raramente cumprida), orçamento próprio da FAP, etc. 

Face às notícias, às declarações de Nuno Melo, estou até convencido de que para a maioria pode ficar a ideia de que haverá maneiras diversas de pagar o brinquedo fora do OE ou melhor, que haverá vários sacos de dinheiro.

NÃO HÁ, HÁ SÓ O NOSSO DINHEIRO, O ESMIFRADO /COHIDO EM IMPOSTOS. 
DEPOIS INVENTAM ENGENHARIAS FINANCEIRAS.  
NÃO HÁ MILAGRES.

Vamos aguardar.

Bom dia, cuidado com o calor.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC
FESTAS de S.PEDRO
Acabaram

AC