EDP
Num dos seus últimos textos para a revista do Expresso Clara Ferreira Alves "destilou amor" pela EDP.Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 3 de julho de 2026
Uns escrevem que é preciso o INE dar explicações sobre os números populacionais agora apresentados.

Estamos excelentes na agricultura, na hotelaria, na restauração, na construção civil, nos serviços de limpeza (é ver centros de saúde, hospitais etc), não é verdade? Todos a ajudar a nossa economia.
Ah, mas os imigrantes é que salvam a sustentabilidade da segurança social, do sistema de pensões!
Não temos problema nenhum na nossa sociedadepois não?
Depois espantam-se que o execrável Chega cresça.
Aguardemos pelos próximo capítulos desta triste e deplorável telenovela.
quinta-feira, 2 de julho de 2026
A regulação independente, para as actividades económicas, comunicação social, para as chamadas "commodities" etc é característica das sociedade democráticas, sejam mais ou menos liberais.
Quando se fala em independente / independência isso refere-se a uma certa imunidade face aos poderes executivo e legislativo ou mesmo presidentes com poderes executivos como é o caso da França e dos EUA por exemplo.
As agências de regulação em Portugal são das coisas para mim mais anedóticas. Ou execráveis? Insolentes? Arrogantes?
Adaptando uma frase dos tempos de Carnaval podemos dizer por exemplo assim - É Portugal, não faz mal.
DAQUI A 5 ANOS . . . .
Se hoje, aqui e agora (1600 h) onde estou já estão 38º C lá fora sendo que a previsão para as próximas 4 horas é manter-se a temperatura, por este andar presumo que daqui a 5 anos andaremos nos 40/41/ 42.
Daqui a 5 anos gostava então de poder estar assim, e que o iate fosse meu, para me atirar à água e acalmar a caloraça!
AC
RELENDO NOTÍCIAS . . . . .
Relendo notícias de há dias ou semanas, reparo com mais atenção para aspectos a que pouco liguei na primeira leitura, umas vezes apressado, outras cheio enojado pelo fedor que exalam.
À volta sobretudo dos substitutos dos F-16!
Antes de continuar, e ainda que não fosse preciso, esclareço que não percebo nada do assunto.
A par disto e como se não bastasse, o mundo está virado de pernas para o ar.
A nossa Constituição é clara (creio eu, mas há quem a interpreta de forma diversa) ao entregar a responsabilidade de política de defesa nacional aos governos.
Portanto, a compra ou substituição (por compra ou eventual empréstimo) de meios militares aos governos cabe definir.
Estou a recordar-me da telenovela da compra/ substituição dos submarinos e lembrar-me:
* que inicialmente deveriam comprados ser três (3 eram os então existentes) e acabaram por ser só dois tal o brutal encargo financeiro,
* do degladiar por baixo da mesa e publicamente entre dois estaleiros (um francês, e um alemão que acabou por ganhar),
* do feroz combate jurídico, de marketing, de assessoria, e de captação de apoiantes entre dois dos mais poderosos consórcios de advocacia nacionais,
* que o processo se iniciou no final de governo socialista (PM Guterres, MDN Pena) mas que o assunto acabou por ser decidido estando no 7º andar do edifico ao Restelo Don Portas.
E recordando-me desta telenovela da qual desapareceram documentos, de onde muitos terão sido escondidos e/ ou destruídos (parece que as máquinas de triturar papel naquele famoso 7º andar quase estoiraram de tanto triturar) e outros levados para casa, a substituição dos F-16 tem trazido a Lisboa representantes e decisores muito importantes dos diferentes fabricantes de aviões de combate, americanos e vários europeus.
Como aconteceu na altura com os submarinos, é evidentemente natural que numa primeira fase os futuros utilizadores de armas sejam os primeiros a olhar para o assunto, neste caso dos aviões é a FAP.
Tipicamente português, tipicamente de quem não tem dinheiro.
Andam por aí os importantes representantes dos vários fabricantes de aeronaves. Presumo que esses fabricantes andem já em companhia de poderosas sociedades de advogados, como é usual.
Mover-se-ão junto da FAP e dentro dela junto de determinados oficiais. Mover-se-ão junto do governo, particularmente junto do gabinete do PM, do MDN Melo, do homem das finanças.
E no MDN andarão de certeza nos corredores do edifício de 7 andares ao Restelo, e junto dos principais conselheiros do MDN Melo, civis e militares, de que destes o actual Chefe do Estado -Maior General das Forças Armadas e ex chefe da FAP é o mais importante.
Uma das coisas para mim mais curiosas é, para além dos vários critérios para avaliação / comparação dos caças existentes a questão do dinheiro, do encargo financeiro. Do brutal custo destes brinquedos e de como os pagaremos.
E na área do encargo brutal para o país as semânticas são deliciosas.
ESCREVER
Não, não sou escritor, nem tenho pretensões a tal.
Escrevo porque me apetece.
Por formação profissional cedo me habituei a observar, perscrutar, procurar perceber, inventariar, detectar problemas, dificuldades, caminhos. Procurar aprofundar, imaginar soluções. Estudar, ler, ouvir, ponderar, raciocinar, formar juízos.
Escrevo em cadernos e agendas as mais variadas há muito tempo, e aí discorro sobre mim, família, passado (pessoal, familiar, da sociedade), memórias, momentos felizes e infelizes, etc.
E aqui no blogue escrevo sobretudo porque me apetece.
Por vezes sou duro na linguagem.
Escrevo.
AC
Sem arrefecer continuam os preços dos combustíveis e a ministra do Ambiente e da Energia quer saber porquê. Maria da Graça Carvalho também não entende porque é que apesar das sucessivas descidas da cotação do petróleo nos mercados internacionais, os preços da gasolina e do gasóleo em Portugal continuam em valores elevados.
Por isso, pediu formalmente a Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) para analisar a evolução dos preços dos combustíveis em Portugal para explicar porque é que os valores em bomba não estão a descer ao mesmo ritmo da queda das cotações petrolíferas.
MAIS UM EMPURRÃO E VAI AO CHÃO
Esta frase é da autoria do PCP e CGTP (desculpem o pleonasmo) e profusamente utilizada em cartazes a propósito do inarrável pacote legislativo/ laboral do governo, e entretanto já chumbado na Assembleia da República.
Lembrei-me desta frase a propósito do insuportável (opinião pessoal naturalmente) PM espanhol.
Anda há anos embrulhado em coisas várias, desde irmão à mulher e a altos dirigentes do PSOE (e sabe-se lá que mais) só lhe faltando afirmar, com vigor, que nunca conheceu e trabalhou com esses altos dirigentes do PS espanhol. Gritou no parlamento espanhol que os corruptos têm de ser castigados (creio que foi assim).
Os casos são tantos . . . oxalá o sistema de justiça espanhola acelere e que para todos esses casos saiam pronúncias rápidas, de inocência ou de culpabilidade. E que o PM PS espanhol caia, finalmente.
Mas sinceramente, o "gajo" (termo carinhoso usado em Portugal para um certo PM) parece-me cada vez mais como aqueles bonecos sempre em pé, dê-se lhe um carolo ou empurrão balança mas volta sempre à vertical.
Há tipos assim, por cá também!
AC
Dia da PSP
Feriado Municipal Almeida
quarta-feira, 1 de julho de 2026
A PASSAGEM DE SERVIÇO
Presidente da República desloca-se a Paris
29 de junho de 2026O Presidente António José Seguro desloca-se a Paris no próximo dia 1 de julho, para um almoço de trabalho com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu.
Reunir-se-á de seguida, na Residência de Portugal, com cerca de duas dezenas de empresários portugueses em França.
A passagem de serviço foi muito bem feita.
As passeatas lá para fora não param.
AC
FUTEBOLÊS
Estou sentado no sofá na sala, depois de almoçarmos, são 1410 horas deste primeiro dia de Julho do ano em curso quando começo estas linhas.
Porque a minha querida mulher ligou o televisor.
SIC Notícias - e eis que falam de futebol/ futebolês /Federação Portuguesa de Futebol.
E de que falam? Broncas na arbitragem um árbitro demitiu-se.
Ai sim ?
Por isso estas breves linhas. O costume, portanto.
Vou ler.
AC





