segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Prazo para candidaturas ao Tribunal Constitucional, Conselho de Estado e provedor de Justiça novamente adiado.

Ora aqui está a confirmação do que já se anunciava há dias e aqui referi.
E aqui referi então o excelente e regular funcionamento das instituições, o que hoje reforço: o célebre REGULAR FUNCIONAMENTO das INSTITUIÇÕES.

Tal como a CRP estipula, o PR é o garante disso.

Pois!

AC

DE  VEZ  EM  QUANDO . . .  

De vez em quando vou ao arquivo dos tesourinhos deprimentes.

Hoje tirei de lá esta . . . . coisa . . . . nem sei o que lhe chamar.


Mais mulheres nas Forças Armadas tornam "mais difícil" incompetência, diz ministra da Defesa
MadreMedia / Lusa
1 jul 2022 14:34
Atualidade

A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, manifestou-se hoje esperançada de que, com mais mulheres em cargos de decisão nas Forças Armadas, seja “mais difícil” haver “pessoas incompetentes”
nesses lugares.
Questionada pela agência Lusa, em Beja, sobre declarações recentes do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acerca da igualdade de género nas Forças Armadas, a governante disse que entendeu a mensagem do Chefe de Estado.
Na terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que só haverá verdadeira igualdade entre homens e mulheres nas Forças Armadas “quando chegar aos mais altos postos uma mulher tão incompetente como chega, em vários casos, um homem”.


Logo na altura me questionei quanto à competência de certa mulher e de certo homem em tão altos cargos.

Creio que o passar do tempo se encarregou de mostrar que as minhas dúvidas tinham fundamento.

Portugal não está como está por puro acaso.


Será que para Marcelo, tal como há dias classificou Ana Abrunhosa, esta também era "TESA"?

Bom dia, tenham uma boa 2º Feira. Bom início de semana.

Saúde e boa sorte.

AC

 

AC

SER  CURIOSO,  INTERESSADO

Ler, ouvir música, procurar perceber o que nos rodeia.
Ser curioso, querer aprender. 
Aprendendo vamos corrigindo.

Não enfileirar por modas porque sim.
Não enfileirar pelo execrável politicamente correcto.
Diversificar, rotinas, hábitos, livros, temas, passeios, alimentação.
Viajar sempre que possível, caminhar, observar, fotografar.

Vestir normalmente, vestir bem umas vezes, trajes mais formais, alternar comoutros mais ligeiros.
Viver com respeito pelo outro, mas sempre respeito por si próprio.

Ser curioso.

Nunca ir atrás da bovinidade. Nada de carneirada.
Pensar pela própria cabeça.
Quando infelizmente se erra, reconhecer, corrigir, emendar, como sempre fez Bento de Jesus Caraça.

Ser assertivo, não ser do contra porque sim, não ter ilusões.
Nunca ser indiferente, nem à vida, nem à dor dos outros.

Tentar sempre perceber a vertente interna e a vertente externa. 
É a vida.

António Cabral (AC)

RENAULT CLIO,  MAI,  e  o  COSTUME

1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.

Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.

A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5

Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.

Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!

Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.

Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de  outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.

Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?

2. Eu explico um certo paralelismo que fiz/ faço.
Um paralelismo no âmbito das reações à nomeação de Luís Neves para MAI e publicamente conhecidas. 
Muito provavelmente desconheço ou não me apercebi de algumas.

Luís Neves, MAI, remete directamente para GNR, PSP, Protecção Civil, Bombeiros, e orgãos de comunicação social.
E remete ainda para os sindicatos e associações da GNR e da PSP que são vários, e remete para o ex-ASAE actual "patrão" dos bombeiros.

A síntese mais espremida de tudo o que me apercebi diz-me que, da parte dos sindicados e associações (ou pelo menos alguns) da GNR e PSP avançaram com a formulação - nomeação ATÍ
PICA - e referências a algumas reservas mas também um singelo optimismo.

Há quem aponte a Luís Neves ausência de força política. 

Apercebi-me que houve uma referência bastante crítica por parte de Fernando Negrão, homem do PSD de Setúbal, que agora não é deputado (o que o aborreceu?), antigo diretor-geral da PJ, e que também já foi ministro da Justiça do PSD.
Afirmou que o PM teima em escolhas esdrúxulas para o MAI.
Eu, como sou mauzinho, vejo nas críticas de Negrão recordações que terá de outros tempos. Será?

Haverá quem questione a passagem de um "polícia" para MAI, coisa que, defenderão alguns, não é próprio de uma democracia madura, consolidada.

O ex-director nacional da PJ é um homem licenciado em direito, com grande experiência profissional (desde 1995), conhece prioridades estratégicas, investigações sensíveis, tensões e guerras em vários departamento da pesada máquina do Estado, conhece certamente muitos podres de muita gente, sobretudo muitos dos que há anos andam na política ou seja, à mesa do OE.

Adicionalmente há certamente quem avance com a teoria de que o PM com esta escolha quis ver se conseguia travar a nova investigação sobre a sua casa. 

Haverá quem se interrogue porque aceitou Luís Neves ser nomeado (amanhã de manhã) MAI.

Haverá quem afirme que esta nomeação é mais uma confirmação de que a democracia está doente.

Haverá quem afiance que Montenegro fez uma escolha genial.

Haverá quem defenda que uma das razões porque o PM escolheu Luís Neves para MAI é que o ex-homem forte da PJ sabe gerir  informação, tem excelente relacionamento com muitos jornalistas.
De certeza que não vai dizer - estou a aprender!
Adicionalmente, porque Luís Neves tem profundos conhecimentos de muitos processos.

3. Deixando agora o campo das opiniões que de momento conheço sobre a nomeação que se concretizará às 1000 horas de 23 de Fevereiro, passo a uma meia dúzia de aspectos que me parecem relevantes.

Luís Neves conhece certamente razoavelmente bem várias questões no âmbito da segurança interna.
Tem certamente noção das questões salariais quer na PSP, GNR, Bombeiros.
Poderá não estar dentro dos vários temas e imbróglios da protecção civil mas é capaz de ter uma percepção global dos problemas mais agudos.
Por outro lado, se parece certo que sempre se movimentou bem no mundo da informação e da comunicação social, presumo que estará bem ciente de que o cargo que aceitou tem nesses domínios um dos seus grandes espinhos.
Em síntese, por mim, é uma escolha/ nomeação curiosa. 
Demonstra que nenhum político esteve disponível.
Aguardemos.

4. Mas, oh senhor António Cabral (não é - oh shor António), espere lá, não se vá embora.
Atão, o que é que tudo isto tem a ver com a história da sua mini-telenovela com o Clio que conseguiu "in extremis" comprar nos anos 80 do século passado??

Tem razão, peço que me perdoe, ia esquecendo.
Com o Clio que apareceu pela primeira vez em Portugal há muitas décadas (e não tem nada a ver com o Clio que hoje anda por aí)  houve até uns "outdoor" a anunciar a vinda do carro, sem o mencionar, e salvo erro era uma boneco gordo encarnado, mais ou menos do tipo do boneco da Michelin.

Portanto, fiquei com o Clio novo, a gasolina. Um carro utilitário, banalíssimo ainda que novo, dava para levar os dois miúdos, era engraçado, andava, não lhe chovia dentro, não gastava muito. Era obviamente um carro de classe média baixota, o que sempre mais ou menos fui.

Mas nas revistas dos automóveis, já não me lembro em qual, nas críticas menos simpáticas, poucas, uma das referências era que os espelhos retrovisores eram muito pequenos!

É um bocado isto, um certo paralelismo com o meu Clio de 80, que me ocorreu quando li observações de vários à nomeação de Luís Neves para MAI.

Não faço ideia se vai ter um desempenho, bom, razoável, médio ou mau. Mas vários dizem como aconteceu com o Clio de então, tem espelhos retrovisores pequeninos!

Como digo, aguardemos.

António Cabral (AC)
23  FEVEREIRO  2026
DIA DA PAZ E DA COMPREENSÃO MUNDIAL
> 1797 - Portugal, os detentores de bens da coroa e os herdeiros de morgados ou capelas passam a ter de servir no Exército ou na Marinha; o seu não cumprimento implica devolução dos bens
> 1869 - Fim formal da escravatura em todos os territórios portugueses
> 1903 - Cuba arrenda aos EUA a baía de Guantanamo
> 1911 - Bispos portugueses muito revoltados com a lei do divórcio e o fim do juramento religioso nos tribunais
> 1919 - Mussolini funda o partido Fascista Italiano
> 1944 - Criado o Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo
> 1981 - Espanha, Tenente-coronel Tejero Molina assalta o parlamento espanhol
> 1987 - Faleceu Zeca Afonso
> 1991 - Iraque, início da operação terrestre "Desert Storm"
AC

domingo, 22 de fevereiro de 2026

RECORDANDO

VER  OU  NÃO  VER

Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver.

Com as nossas preocupações domésticas, não nos sobra o tempo para pensar em coisas muito mais sérias como o expansionismo da Rússia.

Vem na Wikipédia, mas convém repetir, que a Rússia é uma federação de 22 repúblicas, 46 regiões autónomas (como a da Madeira) e nove territórios. Pior ainda, tem 160 etnias diferentes, 100 línguas diferentes, quatro grandes religiões diferentes (a ortodoxa, a islamita, a judaica e a budista) e uma enorme variedade de seitas, que constantemente varia e se multiplica.

Tudo isto para uma população relativamente pequena de 140 milhões de habitantes. Qualquer pessoa de senso compreenderá que, segundo um velho hábito do século XVIII, chamamos Rússia a um Império que só pode ser governado autocraticamente e onde a democracia está para sempre condenada.

O autocrata de hoje já não é o czar Nicolau II, nem Lenine, nem Estaline, nem Khruschev, nem Brejnev. É um antigo membro da polícia secreta e, por consequência, um dissimulador, um mentiroso, um torcionário e um assassino, que dá pelo nome de Putin e que preside a uma cleptocracia, largamente caótica, a que só a violência e o seu arbítrio garantem uma vaga coesão e uma aparência de Estado.

Além disso, na falta de uma legitimidade dinástica como a dos Romanov, ou ideológica como a URSS, Putin precisa, para se ir aguentando, de invocar a legitimidade imperial, principalmente depois da maior derrota que o Império sofreu desde 1613. O que não seria importante, se depois da implosão do comunismo, a Rússia não permanecesse a segunda potência militar do mundo.

E se a Europa não se tivesse desarmado, como desarmou, para pagar o Estado social. A Inglaterra, por exemplo, gasta em defesa menos do que 2 por cento do PIB, no momento em que Putin (de resto, provocado pela França e pela Alemanha) embarcou numa política claramente agressiva e revanchista. A Crimeia foi o primeiro objectivo, como já o fora para Catarina, porque o Império fica fechado ao exterior sem um porto de água quente; e o segundo foi parte da bacia do Donetsk, porque a Crimeia não serve de nada sem uma ligação fácil e segura ao coração do Império.

Estaline e Hitler perceberam este ponto essencial. Putin também; e não há a sombra de uma dúvida de que não recuará. Como, tarde ou cedo, vai acabar por querer que as repúblicas bálticas voltem ao seu domínio e que a Ásia Central aceite obedientemente a sua ordem. Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver."”

(Vasco Pulido Valente em 2015)

Daqui a dois dias completam-se quatro anos de guerra, quatro anos sobre a invasão da Ucrânia.
Continuação de bom Domingo
Saúde e boa sorte

AC

DOMINGO

"Colhamos flores.

Molhemos leves

As nossa mãos

Nos rios calmos,

Para aprendermos

Calma também."


AC

POR  AÍ

AC

TENHO  de  IR  VER . . . 

Tenho de ver se consigo verificar da veracidade disto:

- Na ONU Guterriana foi nomeado um iraniano como vice-presidente para liderar a Comissão para a aplicação da Carta das Nações Unidas, à qual cabe zelar pelos seus princípios e cumprimento, alertar e condenar violações, bem como proteger a Democracia e os Direitos das Mulheres.

Tenham um bom Domingo
Saúde e boa sorte.

AC

 SELOS  de  PORTUGAL

AC

RECORDANDO

Manuel Soares: “Parece que toda a gente se esquece do crime de ocultação de riqueza”
A despedir-se da presidência da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Manuel Soares afasta novos cargos com protagonismo público e confessa não ter ficado surpreendido com os programas dos partidos para a Justiça, cheios de ‘propostas vagas e redondas’
.

AC

Nota de 22 de Fevereiro de 2026
Que melhorias? Que alterações?
EXACTAMENTE

"BE  YOURSELF,  NO  MATTER  WHAT  THEY  SAY"

(STING) 

pouco mudo,  corrijo-me em algumas coisas.

AC

ORA   IMAGINEM   LÁ

Nota - Num filme policial, com Al Pacino, há uma cena em que a certa altura, para tentar explicar o seu ponto de vista, o actor conta a história de um padre que um dia ajoelhou aos pés do Papa, chorando copiosamente e dizendo, -eu já não acredito, já não tenho fé, que hei-de fazer senhor? 
O Papa respondeu-lhe , .…………finge!

Ora, olhando a muito do que se passou nos últimos 35 anos, então imaginem lá:

> Que não se visse tanta extravagância mais própria de fidalguia arruinada.
> Que, como já vi escrito, documentos envolvendo certas pessoas não tinham ficado anos por investigar.
> Que, como já vi escrito, se tinha começado a ter mais cuidado e analisado a documentação que, cá pelo burgo, muito convenientemente para colarinhos brancos, dizem que é normalmente carimbada com a célebre frase – “arquive-se por não estar directamente relacionado”.

> Que tinha havido de facto certas investigações a fundo, e não apenas propaladas intenções de quem passa anos manso e quedo no gabinete ou passeando nas recepções.
> Que em vez de se anunciar que se vai acabar com fundações, se lhes acabava com as isenções fiscais, sobretudo para certas delas.
> Que o aeroporto de Beja tinha de facto a quantidade de utentes tal como publicamente divulgado há uns tempos.

> Que a dívida pública era apenas de 70% do PIB.
> Que todos os partidos esmiuçavam na Assembleia da República os resultados do plano de barragens anunciado no início da chamada era Sócrates, para todos os portugueses ficarem a saber dos dinheiros envolvidos (e esfumados?). 
> Que muitos dos que se passeiam lá por fora à conta do erário público revertiam para proveito interno/nacional as experiências assim obtidas.

> Que se tinham investigado certos casos com a colaboração que importava, como por exemplo com a colaboração das Finanças.
> Que todos os partidos, sem excepção, debatiam na Assembleia da República as verdadeiras consequências técnicas e financeiras resultantes de cada vez que as eólicas não produzem energia, o que se diz ser frequente.
> Que os ministros não mediam o seu sucesso e/ou influência pelo dinheiro que gastam ou pela retórica balofa.

> Que as oligarquias dos partidos não se auto perpetuavam.
> Que “não havia tanta gente de tão fraca memória, capaz de alijar até as mais entranhadas responsabilidades e culpas, e sempre dispostos a explicar-nos como é, afinal, nossa culpa terem eles torrado o dinheiro que nos tiraram”.
> Que os acidentes graves comprovadamente causados por veículos pesados tinham efectivas e violentas consequências para esses condutores.

> Que os políticos passavam a não falar em estratégia até que aprendessem o que isso é, e o que lhe subjaz.
> Que não tinha havido tanta promoção de negócios de favor em certos  bastidores.
> Que, pelo menos desde 1991, todos os sucessivos governos tinham de facto controlado as finanças públicas.

> Que os exemplares de um certo livro descrevendo minuciosamente mecanismos tortuosos de financiamento por baixo da mesa não teriam sido quase todos comprados a mando de uma certa e poderosa pessoa. 
> Que a lei do financiamento partidário não era a vergonha que é.
> Que por cá a definição de governos de esquerda ou direita não estivesse a parecer-se com o que se diz lá pelo Brasil, em que a questão tem apenas a ver com a mão com que abusam, e que os do centro são ambidextros.

> Que não havia tanta ou mesmo nenhuma gelatina política ainda por cima a maioria das vezes vaidosa e pesporrente.
> Que havia uma real e efectiva estratégia de combate á corrupção designadamente no domínio preventivo.
> Que, como vi escrito ter acontecido, em três décadas o sistema judicial tinha sido incapaz de concluir investigações manifestamente letais para alguns políticos, de incomodar lideranças partidárias com inquéritos que soubessem enquadrar os factos na sua manifesta relação com o financiamento ilegal dos partidos e o mais grave dos crimes que lhe é adjacente, a corrupção. Com o actual PM parece quererem mostrar serviço.

> Que ao longo dos anos tinha havido uma actividade política muito menos retórica e ociosa.
> Que a maioria dos decisores políticos não tinha andado sempre a empurrar com a barriga quase tudo e mais alguma coisa. Veja-se o caso das bacias do Mondego e Sado.
> Que muitos municípios não parecessem às vezes quase comportar-se como um Estado dentro do Estado.

> Que nunca tinha havia violações ao princípio da não retroactividade da lei fiscal.
> Que muito menos chefes e decisores emprenhavam pelo ouvido.
> Que não havia tanta falta de gestos de decência.
> Que os chefes escutassem também os que, em privado deles muitas vezes discordando, lhes eram profissionalmente leais. 

> Que a legitimação da mediocridade não era uma triste realidade.
> Que se atentava à realidade para a qual já alguém chamou á atenção e que é - “os poderes enlouquecem, e os que ficam à solta enlouquecem absolutamente”.
> Que nenhuma faculdade emitia diplomas ao Domingo.
> Que o Estado, ou seja os sucessivos governos, não tolerava atrasos nos pagamentos a empresas e fornecedores superiores a 60 dias.

> Que da consulta de, discursos (a todos os níveis e pelo menos desde 1986), de programas de governo, de grandes opções do plano, de leis, de orçamentos do estado, não tivesse sido tão fácil ilustrar a mentira típica que nos ofende há décadas.
> Que os sucessivos governos já tinham olhado com rigor ao que se passa na central nuclear espanhola de Almaraz II, onde de vez em quando surgem problemas. 
> Que ao longo dos anos, sobretudo desde 1991 e mais particularmente desde 2002, os governos não tivessem inscrito nos OE’s verbas sempre inferiores às efectivamente necessárias para as despesas com pessoal nas Forças Armadas, ou para o SNS. 
> Que não havia pândegos que, para terem a consciência limpa, não lhe dão uso.

> Que se olhava a sério para a estrutura Concelhos e Freguesias completamente desgraçada tendo em conta por exemplo o despovoamento, existindo freguesias em cidades com mais população que muitas cidades. 
> Que contrariamente ao que parece ser a realidade, as inúmeras sociedades anónimas de capitais públicos tinham registos globais e eram de facto controladas com rigor.
> Que não havia tantos a não sentir vergonha, “pois quem não sente vergonha, não tem vergonha”.
> Que as nossas águas fossem menos ricas em robalos.
> Que os nossos OCS mostrassem mais trabalhos de verdadeira investigação.

Ora imaginem lá tudo isto e muito mais. MUITO MAIS. 

Bem, Portugal continuava geograficamente localizado onde sempre esteve mas, provavelmente, não era tão “torrãozinho de açúcar” ao gosto do “Brigadeiro Chagas” do velho e sempre actual Eça de Queiroz, e bem poderíamos estar num País verdadeiramente com menos das tão gritantes desigualdades sociais, com menos iniquidades, num país menos frágil realmente respaldado na CRP.
Num país - efectivamente Estado de Direito Democrático, com bem-estar e qualidade de vida e igualdade REAL entre os portugueses, e com um território desenvolvido e harmonioso! (CRP)

Infelizmente ao Camões de “mudam-se os tempos mudam-se as vontades”, tem-se sucedido a “mudança mudada em permanente mudança”. 

Assim creio que não vamos lá, ou melhor, continuaremos neste horrível pântano lamacento. 
Todas as opiniões são legítimas, sobretudo se proferidas de forma civilizada. Tentei fazê-lo.
Eu respeito sempre as opiniões de outrem. 
Depois, concordo ou discordo, e se me apetecer comento, argumento.

Até porque “povo que dorme….tirania que desperta”.

António Cabral (AC)
22  FEVEREIRO  2026
> 1732 - Nasce George Washington
> 1797 - Nasce a Companhia de Seguros Tranquilidade Recíproca
> 1828 - D. Miguel regressa a Lisboa
> 1832 - D. Pedro IV (I do Brasil) desembarca nos Açores para liderar os liberais na guerra civil contra os absolutistas
> 1921 - Governo Português assina contracto com a Marconi  para introdução da telegrafia sem fios no país
> 1948 - Golpe de Praga
> 1956 - EUA, Martin Luther King e Rosa Parks são presos
> 1974 - Atentado bombista no comando militar em Bissau
> 1974 - Publicação do livro "Portugal e o futuro" de António de Spínola
> 1987 - Faleceu Andy Warhol
> 2002 - Jonas Savimbi é assassinado
AC

sábado, 21 de fevereiro de 2026

O  PÓS  LÚCIA  AMARAL

A vida ensina que há sempre melhor, que há sempre pior.
Isto dito, deve ser difícil ser pior ou melhor dito, vir a ter pior desempenho que a exonerada MAI.

Lê-se por aí que o ainda director nacional da PJ foi contactado pelo PM para o cargo de MAI, e aceitou.

Luís Neves está há muitos anos há frente da PJ, creio que conhece razoavelmente o mundo onde se vai mover.

A PJ desenvolve há anos e coordena certas acções para as quais necessita/ recebe a colaboração da Marinha, da Autoridade Marítima, da Polícia Marítima, da PSP e da GNR. Luís Neves conhece bem isto.

Dizem por aí que Luís Neves tem muitas ligações ao chamado universo do Partido Socialista. Esta escolha do PM terá apanhado muita gente de surpresa, em todos os partidos. Ainda bem.

Certos jornalistas acharão uma muito boa escolha, outros assim assim etc. Idem com políticos.
Alguns opinadores acharão que Luís Neves meterá na ordem quem disso estiver precisado.  

Esta nomeação, presumo, não merecerá qualquer dúvida a Carneiro mas talvez nem todos dentro do PS tenham a mesma opinião. O que dirá o execrável Ventura?

À pergunta - o país é um país globalmente seguro ? - encontramos as mais diversas opiniões.
Pessoalmente sei de experiência vivida que não posso ir a certas zonas.
Não me impressionam as estatísticas nem o debitado pelos chefes da PSP, GNR, Luís Neves ou Marcelo. Ponto final parágrafo. 

Não há criminalidade por aí além ??

Veremos se Luís Neves vai mandar que se acabem com guetos, e que a GNR e PSP passem a entrar rotineiramente em todo o lado. A começar por Lisboa e Porto e Setúbal.

A sua reconhecida capacidade para lidar com políticos e com a comunicação social devem ajudar a explicar as melhorias que legitimamente são de esperar.
Eu fico à espera.

Entretanto, mais um animal roubou um carro e na zona do Chiado embateu duas vezes contra o que não devia e provocou 5 feridos, creio.
Fugiu a correr, mas as câmaras de vigilância apanharam-no. Curiosamente, curiosamente repito, refugiou-se na zona do Martim Moniz, onde acabou por ser capturado.
Curiosamente.

António Cabral (AC)

 SELOS  de  PORTUGAL

AC

CURIOSIDADES     DAS     BOLHAS
De facto um Melão descomunal.

Agora, o efeito terá sido de tal forma que não volta a comentador?

Permanece só como facilitador?

AC

AC

AS  NULIDADES

Peguem em várias nulidades

Apenas porque têm a cor do partido, apenas porque começaram como "jotinhas", coloquem-nas em certos cargos, certos gabinetes, certas delegações, certos postos chaves da máquina do Estado, ou façam as nulidades rodar por junta de freguesia, depois câmara municipal, novamente assessoria, e rapidamente por uma distrital do partido, ou mesmo colocar as nulidades como deputados/as, e………………. esperem pelos resultados.

Os resultados? 

Maus? 

Não é de admirar, mas a culpa dos maus resultados, das broncas, dos lapsos, das vigarices, etc.,  nunca é das nulidades, é dos serviços e dos porteiros. 

Só diz o contrário quem é do contra, como eu, certo ?

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde e boa sorte.

AC