Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
LIDO POR AÍ
Japão extrai com sucesso terras raras em missão em águas profundas no Pacífico. Japão quer diminuir dependência face à China em matéria de terras raras, que são essenciais em vários setores da economia.
A que preço sai isto que o Japão levou agora a efeito? A tecnologia actual é já boa quanto baste para actuar em certas profundidades, com razoabilidade de custo? Desconheço, mas creio saber algumas coisas.
Terras raras, é coisa rara de facto.
Melhor, são poucos os países que dispõem destes recursos em grandes quantidades, em terra batida. China é líder.
Em Setembro e Outubro de 2010 (escassas centenas no mundo saberão) e na sequência das disputas marítimas (ilhas e ilhas) que se desenrolam há muito entre a China e o Japão, a China suspendeu por algum tempo a exportação de terras raras para o Japão.
Consequências?
Claro, graves, nomeadamente afectação dramática na indústria electrónica japonesa de alta precisão.
Não sei em concreto o que se combinou no plano diplomático para que as coisas voltassem ao normal quanto à exportação de terras raras para o Japão. A paragem creio que não chegou a dois meses, mas causou danos e algum pânico.
Uma coisa é certa, em 2011 o Japão já tinha demonstrado que em algumas áreas do Pacífico, os sedimentos no fundo oceânico se apresentavam enriquecidos em terras raras e também ítrio, com valores interessantes do ponto de vista económico.
Essa riqueza parece ser fácil de extrair dos sedimentos, por processo de "lixiviação" com ácidos fracos.
Interessante e a seguir.
Saúde e boa sorte.
AC
CÁ DENTRO E LÁ FORA.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
DE VEZ EM QUANDO . . .
De vez em quando vou ao arquivo dos tesourinhos deprimentes.
Hoje tirei de lá esta . . . . coisa . . . . nem sei o que lhe chamar.
Mais mulheres nas Forças Armadas tornam "mais difícil" incompetência, diz ministra da Defesa
MadreMedia / Lusa
1 jul 2022 14:34
Atualidade
A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, manifestou-se hoje esperançada de que, com mais mulheres em cargos de decisão nas Forças Armadas, seja “mais difícil” haver “pessoas incompetentes”
nesses lugares.
Questionada pela agência Lusa, em Beja, sobre declarações recentes do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acerca da igualdade de género nas Forças Armadas, a governante disse que entendeu a mensagem do Chefe de Estado.
Na terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que só haverá verdadeira igualdade entre homens e mulheres nas Forças Armadas “quando chegar aos mais altos postos uma mulher tão incompetente como chega, em vários casos, um homem”.
Logo na altura me questionei quanto à competência de certa mulher e de certo homem em tão altos cargos.
Creio que o passar do tempo se encarregou de mostrar que as minhas dúvidas tinham fundamento.
Portugal não está como está por puro acaso.
Será que para Marcelo, tal como há dias classificou Ana Abrunhosa, esta também era "TESA"?
Bom dia, tenham uma boa 2º Feira. Bom início de semana.
Saúde e boa sorte.
AC
Ler, ouvir música, procurar perceber o que nos rodeia.
Ser curioso.
DIA DA PAZ E DA COMPREENSÃO MUNDIAL
RENAULT CLIO, MAI, e o COSTUME
1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.
Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.
A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5.
Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.
Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!
Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.
Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.
Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?
Um paralelismo no âmbito das reações à nomeação de Luís Neves para MAI e publicamente conhecidas.
Luís Neves, MAI, remete directamente para GNR, PSP, Protecção Civil, Bombeiros, e orgãos de comunicação social.
A síntese mais espremida de tudo o que me apercebi diz-me que, da parte dos sindicados e associações (ou pelo menos alguns) da GNR e PSP avançaram com a formulação - nomeação ATÍPICA - e referências a algumas reservas mas também um singelo optimismo.
Afirmou que o PM teima em escolhas esdrúxulas para o MAI.
Haverá quem questione a passagem de um "polícia" para MAI, coisa que, defenderão alguns, não é próprio de uma democracia madura, consolidada.
Adicionalmente há certamente quem avance com a teoria de que o PM com esta escolha quis ver se conseguia travar a nova investigação sobre a sua casa.
Luís Neves conhece certamente razoavelmente bem várias questões no âmbito da segurança interna.
Em síntese, por mim, é uma escolha/ nomeação curiosa.
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver.
Com as nossas preocupações domésticas, não nos sobra o tempo para pensar em coisas muito mais sérias como o expansionismo da Rússia.
Tudo isto para uma população relativamente pequena de 140 milhões de habitantes. Qualquer pessoa de senso compreenderá que, segundo um velho hábito do século XVIII, chamamos Rússia a um Império que só pode ser governado autocraticamente e onde a democracia está para sempre condenada.
O autocrata de hoje já não é o czar Nicolau II, nem Lenine, nem Estaline, nem Khruschev, nem Brejnev. É um antigo membro da polícia secreta e, por consequência, um dissimulador, um mentiroso, um torcionário e um assassino, que dá pelo nome de Putin e que preside a uma cleptocracia, largamente caótica, a que só a violência e o seu arbítrio garantem uma vaga coesão e uma aparência de Estado.
Além disso, na falta de uma legitimidade dinástica como a dos Romanov, ou ideológica como a URSS, Putin precisa, para se ir aguentando, de invocar a legitimidade imperial, principalmente depois da maior derrota que o Império sofreu desde 1613. O que não seria importante, se depois da implosão do comunismo, a Rússia não permanecesse a segunda potência militar do mundo.
E se a Europa não se tivesse desarmado, como desarmou, para pagar o Estado social. A Inglaterra, por exemplo, gasta em defesa menos do que 2 por cento do PIB, no momento em que Putin (de resto, provocado pela França e pela Alemanha) embarcou numa política claramente agressiva e revanchista. A Crimeia foi o primeiro objectivo, como já o fora para Catarina, porque o Império fica fechado ao exterior sem um porto de água quente; e o segundo foi parte da bacia do Donetsk, porque a Crimeia não serve de nada sem uma ligação fácil e segura ao coração do Império.
Estaline e Hitler perceberam este ponto essencial. Putin também; e não há a sombra de uma dúvida de que não recuará. Como, tarde ou cedo, vai acabar por querer que as repúblicas bálticas voltem ao seu domínio e que a Ásia Central aceite obedientemente a sua ordem. Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver."”
(Vasco Pulido Valente em 2015)
TENHO de IR VER . . .
Tenho de ver se consigo verificar da veracidade disto:Manuel Soares: “Parece que toda a gente se esquece do crime de ocultação de riqueza”
A despedir-se da presidência da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Manuel Soares afasta novos cargos com protagonismo público e confessa não ter ficado surpreendido com os programas dos partidos para a Justiça, cheios de ‘propostas vagas e redondas’.






