segunda-feira, 6 de julho de 2026

RECORDAÇÕES


AC 
RECORDAÇÕES

AC 

JÁ  EM  1998 . . . .


Já em 1998 se sabia o que andava a ser urdido n
o Médio Oriente 

O mundo Ocidental estava e esteve e ficou . . . . como de costume, chicotadas várias nas costas e pedidos de perdão múltiplos!

AC

PREVISÃO  METEOROLÓGICA

Tem batido certinho, a pedra sempre a ferver, muito Sol, tempo tórrido e seco.
AC
RELEMBRANDO

Oração pelos amigos 

Obrigado, Senhor, pelos amigos que nos deste. 
Os amigos que nos fazem sentir amados sem porquê. 
Que têm o jeito especial de nos fazer sorrir. 
Que sabem tudo de nós, perguntando pouco. 
Que conhecem o segredo das pequenas coisas que nos deixam felizes. 
Obrigado, Senhor, por essas e esses, sem os quais, caminhar pela vida não seria o mesmo. 

Que nos aguentam quando o mundo parece um sítio incerto. 
Que nos incitam à coragem só com a sua presença. 
Que nos surpreendem, de propósito, porque acham mal tanta rotina. Que nos dão a ver um outro lado das coisas, um lado fantástico, diga-se.

Obrigado pelos amigos incondicionais. 
Que discordam de nós permanecendo connosco. 
Que esperam o tempo que for preciso. 
Que perdoam antes das desculpas. 
Essas e esses são os irmãos que escolhemos. 
Os que colocas a nosso lado para nos devolverem a luz aérea da alegria. 
Os que trazem, até nós, o imprevisível do teu coração, Senhor.

Cardeal José Tolentino de Mendonça


Bom dia, boa 2ª Feira, bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)

CULTURA 

(Teoria da Fronteira, José Tolentino Mendonça)

AC

A  GUERRA  na  UCRÂNIA
A   EURÁSIA
URSS, RÚSSIA, CIS, UCRÂNIA, os vários TÃOS, EUA 

Estive a reler este livro. 

Face ao presente, algumas coisas poderão estar um pouco desfasadas mas creio que o essencial continua a fazer todo o sentido. Posso estar a ver completamente mal as coisas, mas os últimos dez anos da política externa dos EUA creio que não tiveram em conta muito do que  aqui se defende. Talvez também por isso os EUA estejam a claudicar e a não perceber que o rumo que seguem vai destrona-los de primeira potência mundial. Falta pouco!


Em 30 de Abril de 1999, a conselho insistente de um quase oficial general das FA americanas com quem me relacionei e muito abordei a geopolítica durante cerca dois anos, comprei este livro, em Norfolk, no estado da Virgínia, EUA. Edição de finais de 1997.
Zbigniew Brzezinski (ZB), político e pensador americano foi um homem importante e, entre outras coisas, foi um conselheiro nacional decisivo na Casa Branca.

Está lá tudo bem explicadinho, como os EUA deviam tratar do mundo e manter a sua posição de super-potência.
Entre muitas perspectivas e orientações ZB junta mapas diversos, muito interessantes na minha opinião, de onde se percebe claramente o que se foi passando desde 1989.

Mas há quem acredite em histórias da carochinha, e do cinema e do entretenimento designadamente nos e sobre os EUA, sendo que sobre a URSS/ Rússia e China também há várias pitorescas.
AC
FOTOGRAFIA TIRADA NUMA NOITE FRESCA

AC 
6  JULHO  2026
Dia Mundial da Cooperação
> 1147 - Batalha de Sacavém, e início do cerco a Lisboa 
> 1484 - Diogo Cão descobre a foz do rio Congo
> 1885 - Louis Pasteur descobre a vacina anti-rábica
> 1907 - Nasce Frida Kahlo 
> 1928 - EUA, estreia do filme "Lights of New York"
> 1930 - Faleceu Sir Arthur Conan Doyle
> 1932 - Primeira edição do festival de Veneza
> 1962 - Faleceu William Faulkner
> 1971 - Faleceu Louis "Satchmo" Armstrong
> 1978 - Primeiro dia da reunião para a criação de um sistema Monetário Europeu (SME), que se prolongou até ao dia seguinte
> 2005 - Teolinda Gersão recebe o prémio de Teatro Marele de Bucareste
> 2011 - Faleceu Maria José Nogueira Pinto
AC

domingo, 5 de julho de 2026

CALORRRRRRR
AC
MONTAGENS  GENIAIS

AC 
Um bom amigo enviou-me este artigo de opinião.
Sublinhados são da minha responsabilidade.
AC

Negócio fechado
(Tiago Proença)

Moreira da Silva também pagou pelo bilhete de entrada, é a linguagem que o denuncia. Como denuncia Guterres, ao contrário do que ele pensa. É por isso que o seu silêncio não surpreende

O direito romano consagrou a forma do contraditório na fórmula: que seja ouvida a outra parte (audiatur et altera pars). Deu-se mesmo mais um passo e afirmou-se que era necessário ouvir o representante do mal, o diabo, etiam diabolus audiatur. Se o próprio príncipe das trevas deve ser escutado, o passo lógico impõe-se: é preciso dar a palavra ao Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres
E que diz ele? Nada.

Em 12 de Maio de 2026 foi publicado o relatório independente e exaustivo sobre a violência sexual praticada pelo Hamas no ataque de 7 de Outubro de 2023. As conclusões não deixam margens para dúvidas quando ao carácter deliberado, sistemático da selvajaria. Sempre compungidamente preocupado com a paz no mundo e em especial, muito em especial, no Médio Oriente, António Guterres refugia-se num silêncio de chumbo

Desde de 12 de Maio até 30 de Junho, o Secretário-Geral das Nações Unidas pronunciou-se em 109 ocasiões
Não há nelas uma palavra de condenação, uma expressão de repúdio ou um leve sussurro de compaixão pelas vítimas. 
Nem sequer há uma breve referência ao relatório, que, por mera tramitação burocrática, reconhecesse a sua existência. Nada. Numa agenda que se advinha febril, não faltou, porém, tempo para uma declaração do Secretário-Geral a assinalar o Dia Mundial do Ioga.

Não se trata de um acaso. 
As prioridades de António Guterres são claras. 
Já há muito tempo que o anti-semitismo das Nações Unidas – quanto a isso, basta lembrar a Resolução 3379 de 10 de Novembro de 1975 que equiparava o sionismo ao racismo – se rendeu à eficácia do silêncio e da comunicação indirecta. 

O primeiro controla a agenda noticiosa, impondo as ausências pretendidas; a segunda manipula pela sugestão, recorrendo a todas as formas insidiosas de informação – das falsas equivalências à adjectivação, passando em larga medida pela descontextualização, dados sonegados, etc. 

Naturalmente, põe-se a questão de saber se António Guterres é um anti-semita convicto, indignado, capaz de explodir em violências várias, ou se é um anti-semita frio, cerebral, que tem como finalidade última da sua acção a destruição do Estado de Israel ou enforcar o último judeu com as tripas do último rabino. Provavelmente, nem uma coisa nem outra. 

António Guterres terá talvez absorvido algum anti-semitismo cristão na sua infância e juventude. Talvez, mas nunca um anti-semitismo virulento pelo qual conduzisse a sua vida. As Nações Unidas, o hortus conclusus do antiocidentalismo, cobram bilhete de entrada para os seus lugares de topo. 
O preço é alto: decidir sistematicamente contra o ocidente e, em especial, contra Israel, para tantos em tantas paragens a súmula do ocidente; o bilhete, claro está, inclui também a omertà. Quem não estiver disposto a pagar não entra. Quem fechar o negócio pode subir. 

Não se trata de anti-semitismo pessoal, a esse nível trata-se antes de carreirismo. Claro que quando se fizer a pergunta: cui bono? a resposta já será outra. 
À primeira vista, poder-se-ia pensar que o carreirismo é inofensivo em comparação com o ódio visceral, arraigado, ancestral ao judeu. Pelo contrário, o ódio reconhece o outro, negativamente mas reconhece, não vive sem ele; o carreirismo obsequeia todos os senhores, sem escrúpulos específicos – para ele tudo é matéria indiferente. 

E é por isso que presta tão bons serviços ao anti-semitismo e ao antiocidentalismo: a sua acção é avaliada exclusivamente de um ponto de vista técnico e neutro. Os fins nunca entram na equação. Por uma boa razão, o único fim do carreirista é o seu ego, que dissolve numa estrutura exterior, objectiva; desresponsabilizando-se em absoluto, vê-se como a cog in the machine.

O caso insigne foi o de Eichmann, a propósito de quem Hannah Arendt cunhou o conceito de banalidade do mal. No mesmo texto, Eichmann em Jerusalém – Uma reportagem sobre a banalidade do mal, Arendt chama a atenção para a relação de Eichamann com a linguagem. 
A despersonalização consuma-se quando os meios de expressão abolem a interioridade. O chavão, a palavra de ordem, a frase feita são os meios a que Eichmann deita mão para se despersonalizar e, dessa forma, subtrair-se ao juízo de outrem e também ao seu próprio juízo. A linguagem estereotipada é o opiáceo da consciência. 

E, no entanto, o estereótipo não apresenta uma faceta meramente objectiva, funcional. Há nele uma vertente subjectiva. Tal como no caso de Eichmann, há na linguagem dos altos funcionários das Nações Unidas uma euforia associada ao lugar-comum, mas sobretudo, ao estilo empolado, pocho, postiça e programaticamente lamechas da sua linguagem. 

No caso de Guterres exibe-se infalivelmente, seja qual for o assunto. No tema das alterações climáticas, o Secretário-Geral porfia no tremendismo. E no caso de Israel também. Quanto maior a mentira, mais a linguagem é falsa, de uma parolice poética a toda a prova. Que se trata de uma lógica da instituição, pode-se ver noutro exemplo.

Tome-se o caso de Jorge Moreira da Silva, um ratoneiro político que segue o exército de Guterres para arrebanhar o que puder do saque por vil preço. 
Entrevistado num podcast "O que fazer quando tudo arde"  de 27 de Abril – era uma questão de tempo até surgir a frase bombástica, o estilo de poetastro, o catastrofismo irrealista imposto pela selectividade anti-semita – o actual subsecretário-geral das Nações Unidas e director da agência da ONU UNOPS, não hesita: «Vamos ser todos julgados pelo que fizemos ou não fizemos em Gaza. Gaza é um conflito que não tem paralelo.» À imagem e semelhança de Guterres e da ONU, Moreira da Silva consegue debitar mentiras e alarvidades uma atrás das outras

Sobretudo e sempre em hipérboles morais. 
Ninguém será julgado pelos outros conflitos? 
Não tem paralelo, como assim? 
Em comparação com o número de mortos da guerra da Rússia contra a Ucrânia? 
Em comparação com o número de mortos do genocídio no Ruanda? 

Por aí fora e por aí adiante ao longo da história. 
Moreira da Silva também pagou pelo bilhete de entrada, é a linguagem que o denuncia. 
Como denuncia Guterres, ao contrário do que ele pensa. 
É por isso que o seu silêncio não surpreende – é um silêncio que já tinha sido dito em todas as palavras que disse.

NÃO  SÃO  ESTES  POIS  NÃO ?
Os problemas com os exames não são estes pois não ?
AC

Ooops

Oh Sanchez, atão, estava distraído, saltou-lhe a boca para alguma realidade, ou quê ?

Olhe que lhe saltam em cima!

A C

AS  BRONCAS  COM  EXAMES  RECORDA-ME . . .
Recorda-me também muitas coisas na vida e no ensino. 
Uma delas é esta
Bom dia, Bom Domingo
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades

AC

"MELHOR  VIDA  É  A  VIDA  QUE  DURA  SEM  MEDIR-SE"

(Ricardo Reis)

AC

PORTUGAL
Ao passar os olhos pelas gordas via NET apercebi-me que o governo iniciou o processo para as comemorações dos 900 anos da fundação de Portugal, centrando a data na batalha de S. Mamede, ocorrida em 24 de Junho de 1128. 
A tal pancadaria basicamente o filho a bater na mãe! 
Eis o país resultante 😎😎😎😎

Aparentemente, parece que não esquecerão duas datas igualmente importantes do início da nossa história, e evocarão ao que agora se diz por aí a Batalha de Ourique acontecida em 1139 e o que designam por Tratado de Zamora de 1143.

A este propósito vou a seguir reproduzir um texto com algum tempo e já aqui publicado. 
Depois escreverei umas palavras breves acerca da posição do PCP sobre o assunto e sobre a nomeação governamental de Paulo Portas para coordenador da dita comissão das comemorações dos 900 anos.

O meu texto sobre datas históricas.

A  PROPÓSITO  de  NACIONALIDADE 

A minha muito idosa e muito fragilizada mãe (nasceu a 8 JUL 1925, continua com excelente cabeça e memória, 101 no próximo 8 JUL) conversava outro dia comigo sobre a nacionalidade e conexos, nomeadamente a data da fundação da nossa nacionalidade.

Grande ignorante que sou a respeito de quase tudo eu disse-lhe que para mim 1143 continuava a ser a data da fundação da nacionalidade.

A minha mãe avançou dizendo que em 1940 celebraram 8 séculos de história. Ela referia-se à exposição do mundo português.

Repetindo-me, grande ignorante que sou tenho a ideia que Afonso Henriques usava o título de rei desde 1140, atitude que o rei castelhano veio a reconhecer mais tarde também na presença do representante do Papa. 
Aquilo que muitos dizem ser o tratado de Zamora, mas eu sabia de fonte segura/ amiga que não houve tratado nenhum, foi uma conferência, importante.
E portanto eu e a mãe andámos com a fundação à baila em pingue-pongue entre 1140 e 1143.

Encerrámos o assunto dizendo eu à mãe - espera aí, vou maçar um amigo e conceituado historiador e havemos de deslindar isto.

Deixo aqui a resposta dele.

António não és nada ignorante. 
Pelo contrário, colocas até uma questão muito interessante, sobre as origens de Portugal. Vou tentar responder dando a minha interpretação de forma sintética, mas tocando alguns dos pontos que focas.

As referências a acontecimentos que são muitas vezes apresentados como "actos fundadores da Nacionalidade" (Batalha de São Mamede em 1128, Batalha de Ourique em 1139 , Conferência de Zamora em 1143, bula papal Manifestis Probatum em 1179...) são sem dúvida relevantes. 

Já houve até quem chamasse a 24 de Junho de 1128 "A Primeira Tarde Portuguesa", referindo-se à vitória de Afonso Henriques sobre a mãe e o "partido" galego dos Trava na batalha de São Mamede. Mas a questão é, quanto a mim, mais complexa. 

De facto, não há um dia da "inauguração de Portugal". 

Há um processo longo que passa por vários factos e por várias datas. Se o "corte" político com a Galiza foi em 1128 e Afonso Henriques passou a governar o Condado Portucalense, só em 1139-1140 começou a intitular-se rei, no seguimento da vitória em Ourique. 

A partir desta data temos, portanto, um auto-intitulado rei de Portugal, mas que só seria reconhecido como tal em 1143 pelo rei de Leão Afonso VII (o Condado era parte do reino leonês), e o Papa, autoridade religiosa, espiritual e diplomática suprema da cristandade ocidental, só reconheceria o título de rei a Afonso Henriques em 1179. 

Mas, mesmo assim, o território português ainda não estava definido, pois a Reconquista portuguesa só terminaria em 1249, com a conquista das últimas praças algarvias, no reinado de Afonso III. 

Além de que a fixação da fronteira com Castela apenas seria estabelecida em 1297, no tratado de Alcanizes, sendo rei D. Dinis. Foi também com este monarca que o Português substituiu o Latim como língua "oficial" da Chancelaria régia, por volta de 1295-96.

Enfim, podemos considerar que a partir de 1139-1140 há um reino de Portugal como entidade política independente, mas que está e estará ainda muito tempo em construção. 

A questão da nacionalidade é ainda mais complexa, pois enquanto sentimento relativamente generalizado de pertença a uma comunidade própria, distinta de todas as outras, a sua estabilização será ainda mais prolongada no tempo. 
Terá, no final da Idade Média, um ponto alto com a chamada crise ou revolução de 1383-1385, quando se recusa a integração em Castela e se "refunda" o reino com a nova dinastia de Avis.

A tua Mãe tem toda a razão, pois 1940 foi oficialmente considerado "Ano dos Centenários". 

A Grande Exposição do Mundo Português pretendia celebrar 800 anos de "fundação da nacionalidade" e 300 anos de Restauração da Independência. 

Num mundo em plena II Guerra Mundial, a exposição organizada pelo governo celebrava um "Mundo Português" antigo de oito séculos, em paz e capaz de grandes realizações. 
A História foi mobilizada para essa operação de que os contemporâneos ainda hoje têm memória. 

E, apesar dos seus quase 101 anos, a tua Mãe tem, sem dúvida, uma grande memória.

Espero ter respondido à questão que colocavas e peço desculpa pela extensão deste email. 
Mas o problema é mais complexo e multifacetado do que o de uma simples e única data. 
E teremos ocasião de voltar a isto, em amena conversa Monsantina.

António Cabral (AC)

Voltando ao assunto.

Parece-me legítimo haver interpretações diversas. 
Parece-me legítimo os historiadores terem divergências, convicções.
O que me custa a compreender é alguns falarem em Tratado de Zamora quando não existe nenhum tratado escrito, assinado pelas partes; mas existe sim uma referência á conferência acontecida em Zamora, que foi importante, e onde a presença do representante do Papa acrescentou importância.

O actual governo também entende que 11 de Junho de 1128 é a primeira tarde portuguesa. Legitimamente, não perco tempo com isso.

Indo à posição do PCP sobre a decisão governamental, entendo que se centra em dois aspectos:
1º - que o governo / a AD se aproveitarão do assunto para créditos políticos (palavras minhas),

2º - a escolha de Paulo Portas

Quanto ao primeiro aspecto, creio que o PCP tem alguma razão; todos os governos aproveitam tudo para se vangloriar, para se auto-elogiar

Quanto ao segundo aspecto (Portas) creio que tem razão também quando diz que a escolha não é consensual. Acrescenta que não é adequada.
Muitos outros possíveis nomes seriam considerados da mesma forma pelo PCP e não só - não consensual.

Se é adequado ou não não tenho competências para me pronunciar.
Pessoalmente nunca gostei de Portas. Não invalida que lhe reconheça cultura, e qualidades a par de imensos defeitos.

Já o PCP referir que as comemorações poderão - ocultar o posicionamento de quem executa uma política que põe em causa a soberania e independência nacionais”- já me cheira a "cassete".

Aguardemos pelos próximos capítulos.

AC
O QUE ANDA POR AÍ LEVA-ME AOS MEUS ARQUIVOS

AC
5  JULHO  2026 
DIA DO BIQUINI
> 1416 - Concílio de Constança recebe delegação portuguesa
> 1687 - Publicação de "Princípios Matemáticos de Filosofia Natural", de Isaac Newton
> 1792 - Rei da Prússia declara guerra à França
> 1833 - Batalha naval do Cabo de S. Vicente
> 1852 - Portugal, abolida a pena de morte para crimes políticos
> 1852 - Aprovado o Acto Adicional à Carta Constitucional
> 1853 - Nasce Cecil J. Rhodes
> 1911 - Nasce Georges Pompidou
> 1932 - Salazar toma posse como presidente do concelho
> 1946 - Paris, exibido pela primeira vez o biquini
> 1979 - Fundação da AD (PSD, CDS, PPM)
> 1993 - Faleceu Maria Teresa de Noronha
AC