quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

SISMOS/ TERRAMOTOS

Registaram-se pouco depois do meio dia de hoje dois abanões que marcaram 4,1 de intensidade.

Presumo que, felizmente, não houve registo de pessoas magoadas.

Presumo, também, que poucos ou nenhum danos físicos/ materiais existirão em consequência do abanão.

Não sou "sapiente" destas coisas mas arrisco dizer que estes abanões constituem um pequeno relaxar das tensões que se processam debaixo dos nossos pés, lá nas entranhas da terra.

Não sou "sapiente" destas coisas mas arrisco dizer que desde que não ultrapasse o valor de 5,0 não teremos problemas especiais.

Acima disso é que creio começa a ser complicado. 

Era simpático que a mãe natureza nos poupasse a coisas dessas. 

Bem basta o que tivemos nas últimas semanas, e atingiu centenas de milhares de concidadãos.

Bem basta ter de continuar a ouvir o Ventura e os centuriões, e mais uma série de palhaços em todos os partidos sem excepção.

AC

"PENSAR  INCOMODA  COMO  ANDAR  À  CHUVA"

(Fernando Pessoa/ Alberto Caeiro)

AC

Da   habitual   DESFAÇATEZ

O interior não é um fardo, é uma oportunidade para desenvolver o país. O PS é o partido do povo e para continuar a desenvolver o interior. Quando dizem que a democracia está ameaçada pelos extremismos também é porque o povo do interior se sente esquecido, enganado e relegado para segundo plano”.
Os maiores investimentos no interior foram feitos pelo PS

Estas foram declarações de um conhecido pantomineiro, feitas há uns bons tempos.

Seria por isso que nomeadamente em 2022 António Costa e associados trataram de legislar facilidades para, nomeadamente no distrito de Castelo Branco, BEM DESPOVOADO EM IMENSAS ZONAS, se poderem implantar milhares de painéis solares, ao arrepio de tudo?

É o habitual - O PS não fez nenhum favor ao interior”, quis mostrar “o profundo respeito por quem cá continua a viver e a trabalhar

Por exemplo no distrito de Castelo Branco e do Fundão é um fartar vilanagem de "plantações" de fotovoltaicas.

Tem andado por aí um certo burburinho e ligeira revolta a propósito das intenções de plantarem mais hectares sem fim de fotovoltaicas exactamente nesses distritos. 

Um dos dois mega projectos a que DE MOMENTO a APA tem dado parecer negativo é o tal SOPHIA no qual se diz estarem envolvidas várias empresas "testas de ferro" de poderosas multinacionais do petróleo.
Consta por aí, também, que essas empresas "testas de ferro" estarão "acolhidas" num deplorável famoso (????) escritório, e em que o negócio terá como parceiros facilitadores uns conhecidos figurões.

O interior não é um fardo atiram os do costume.
Deve ser por isso que ao longo da estrada nacional que sai de Penamacor em direcção a Leste, passando por exemplo por Capinha e Caria, se podem observar maravilhosas extensões de fotovoltaicas. que lá estão plantadas há anos.
Quase todas essas plantações nasceram naqueles famosos 8 anos e semanas.
E outra coisa também notável é ver que aquelas maravilhosas associações ambientais dirigidas por "Bolds" e outros nunca vociferam contra isso.
Porque será? E porque será que a APA nessa altura não piou?
E as plantações de fotovoltaicas se observam na viagem para Lisboa pela A1 depois da zona de Santarém?

Claro que a maioria destas plantações já existentes têm dedo rosa por trás, mas a realidade é que o dedo laranja não irá alterar este "status quo". 
Quando olhamos para a capacidade instalada e observamos que o pico do consumo de energia em Janeiro passado foi menos de metade dessa capacidade, o que devemos pensar disto tudo, destes negócios?

Tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde e boa sorte.

AC
C U L T U R A

AC

O   PENICO

Este penico é nosso, é de louça, e está em excelentes condições de conservação (nunca terá sido usado para os fins próprios).

Está na cantoneira de castanho (ou carvalho? já não estou certo) mais antiga que temos, construída em 1971 juntamente com outro mobiliário (*), em Estremoz, por um senhor marceneiro de elevada simplicidade, dignidade, humildade, disponibilidade, afabilidade e simpatia. Um ARTISTA extraordinário. 

A cantoneira está na casa da aldeia como aliás quase toda a restante mobília fabricada nesse tempo. Capeto era o apelido, Francisco Mantas Capeto, faleceu há décadas.

Mas lembrei-me do penico ao pensar no que por cá vai, e no que lá por fora se passa.

E vai daí fui procurar nos milhares de fotografias arquivadas no computador e encontrei.

Voltando portanto ao penico.

Como disse, está em óptimas condições, está a ajudar a decoração num canto da sala na casa na aldeia.

Tem uma história que eu conheço.

Era da casa da irmã (já falecida) mais velha da minha falecida sogra, que vivia em Penamacor, num casarão imenso a dois passos do edifício da câmara municipal. 

A senhora não tinha filhos e quando o tio Júlio faleceu (marido) várias coisas ela passou logo para as irmãs; a maior parte do espólio e do património reverteu para as irmãs no seu passamento cerca de dois anos depois. 

Em vida, depois do tio Júlio nos deixar, entre outras coisas "cacei-lhe" este penico. Ela garantiu nunca ter servido os "propósitos". Acredito, pois estava numa salinha de uma outra casa dos tios com outras coisas a decorar o compartimento. 

Terá sido de um avô do tio Júlio que, dizia-se na família, gostava  apenas daqueles "célebres" penicos altos, de esmalte ou de zinco, com tampa de madeira. Autênticos sofás privados de um só lugar! 

Conheci um desses, em Portalegre, em casa da irmã mais velha da minha avó materna (eram sete salvo erro, e um irmão); terá sido algures cerca de 1957, era eu pequenito mas impressionou-me.

Este nosso penico de louça terá portanto pelo menos qualquer coisa como 120/ 130 anos. 

Tem uma outra história/ faceta: está de lado como se pode ver na fotografia, para não deixar dúvidas quanto a que objecto será. 

Durante muito tempo eu colocava-o assim mas, periodicamente, havia quem em casa o rodasse para não se ver a asa - António, para não se perceber o que é! 
Luta de muitos e longos meses!😎

Uma coisa é certa, é uma bela peça de louça, tem inestimável valor sentimental, pessoal, familiar. Há já bastante tempo que mostra orgulhoso a asa!

António Cabral (AC)

(*) recordo-me como se fosse hoje: Capeto construiu a cantoneira, a nossa (mesmo nossa) primeira cama de casal com um desenho fantástico, as duas mesas de cabeceira extremamente originais, a mesa da sala de jantar (o tampo tem uma espessura de praticamente 4,5 cm, tem de diâmetro 120 cm sendo duas meias luas pois pode levar ao meio  uma tábua de 45 cm), seis cadeiras com fundo e costas em cabedal a sério, uma pequena cómoda e dois varões para cortinados. Tudo, custou uns na altura não exactamente baratos 17,5 contos. Está quase tudo na aldeia.

19  FEVEREIRO  2026
> 1473 - Nasce Nicolau Copérnico
> 1766 - Início de funcionamento do Colégio Real dos Nobres, um estabelecimento de ensino pré-universitário, em Lisboa, fundado por carta régia
> 1810 - Tratado de Aliança Portugal-Grã-Bretanha e Tratado de Comércio e estabelecimento de linhas de navegação regular entre a Grã-Bretanha e o Brasil
> 1878 - Thomas Edison patenteia o fonógrafo
> 1942 - Japão ocupa Timor
> 1945 - II GG, luta titânica em Iwo Jima
> 1975 - Faleceu Francisco Keil do Amaral, criador do aeroporto de Lisboa e da rede de metropolitano
> 1986 - URSS lança a estação espacial internacional Mir
AC
Republicando

29 de abril de 2018

AS (SETE ?) VIRTUDES
Depois das últimas semanas e dos discursos ouvidos na AR no passado 25 de Abril ocorreu-me, vá lá descobrir porquê, a questão das virtudes.
Virtudes, qualidades de carácter relevantes no plano ético.
E a aplicação da ética das virtudes a diferentes tipos de actividades.
Tradicional e antigamente, são sete as virtudes: castidade, a caridade, a temperança, a diligência, a paciência, a bondade, a humildade.

Mas há que considerar virtudes éticas, e intelectuais, e gerais. 
E temos a sabedoria prática, a liderança, a veracidade, a sinceridade. 
E não esquecer por exemplo ainda, a consistência das decisões, a coerência de medidas políticas. Virtudes. Éticas. 
E o lado técnico? E a moralidade? E a fiabilidade? 
Tudo coisas muito complexas.

Dito isto, e recordando mais uma vez os citados discursos, e as diversas novelas do nosso quotidiano político/ justiça /parlamentar/ económico/ jornalístico/ institucional/ ocorre-me que um passa-tempo curioso ou até, se quiserem, muito estimulante e interessante, é olhar para cada um dos titulares dos órgãos de soberania e para os titulares anteriores, TODOS, mais uma grande parte dos autarcas presentes e passados, mais outras figuras públicas muitas catalogadas como elites, mais os pândegos que andam nos "media" há anos por excelentes razões (???), e para cada uma dessas criaturas fazer um teste, quase tipo teste do algodão
Que virtudes considera cada uma dessas pessoas ter?

Passem o "algodão" por cada um, quanto a, moralidade, ética, liderança, fiabilidade, diligência, humildade, veracidade, consistência,..............
Aceitem a sugestãomas não esqueçama lista é infindável e aqui e ali dá náuseas.  
Constatem pela cor do algodão a categoria dessas pessoas, nos planos de integridade e de carácter.
AC

Ps: creio que nada devem recear ao encetarem esta experiência, a menos que "ele" ache que isto é ataque de carácter. Mas se for ele fará um despacho de resposta!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

TEM  a  CERTEZA ? 
No Expresso de 9 de Janeiro passado, uma senhora (Ana Casaca) afirmou que Portugal é um país com uma grande capacidade de execução.

Esta senhora trabalha há décadas na área da inovação. 
E claro que a sua afirmação se centrava na área dos projectos tecnológicos.

Eu recordo a frase da senhora não a pensar em coisas muito avançadas, tecnológicas, IA, etc. mas em coisas mais comezinhas, e em coisas muito concretas que agora a lote de especialistas tanto evoca.

Como por exemplo, 
- conseguir construir-se dentro e fora do PRR, 
- construir-se a baixo custo mas com cuidado em questões térmicas e de ambiente para as pessoas que vão habitar, 
- não se construir em leitos de cheias, 
- não se construir sem licenças camarárias, 
- não se construir ilegalmente e tentar depois aprovação, 
- demolir imediatamente construções ilegais etc.  etc.  etc.

Em noite de 4ª Feira de cinzas apetece dizer
não levem a mal, é Portugal.
AC
EM  FORMAÇÃO  PARA  9  MARÇO
AC

C U L T U R A

AC

PORTUGAL
O melhor país do mundo, disse pelo menos uma vez Marcelo Rebelo de Sousa.

Não, não é.
É um país muito pobre, e muito frágil. 
Com aspectos fantásticos, com aspectos terríveis. 
Os temporais e as catástrofes continuarão a expor as fragilidades terríveis de Portugal.

É um país que, felizmente, desde 25 de Abril de 1974 mudou de vida quanto ao regime. 
É formalmente uma República mas cheio de reizinhos.

Tragicamente faleceram concidadãos na sequência do que a depressão Kristin fez à sua passagem. Kristin e o terrível comboio que se lhe seguiu e, pelo que se vai sabendo, ainda podem surgir "mais composições".

Kristin, e "família", mais um fenómeno climático extremo. BRUTAL.

As notícias das primeiras horas seguintes à passagem da Kristin deram conta de grandes aflições sobretudo nas zonas da Figueira da Foz, Leiria, Alcobaça, Coimbra. 
Telhados voaram, dezenas ou centenas de árvores partidas ou arrancadas, vias intransitáveis, imensas áreas isoladas de electricidade água e comunicações, desespero por várias regiões. 

Hoje, em que a chuva já deu algumas tréguas, as inundações e as cheias têm baixado mas ainda há muitas zonas inundadas.

Há a certeza absoluta de que a devastação é brutal, e que dezenas de milhares de portugueses viveram e continuam a viver momentos dramáticos.
Conforme o tempo passa se apercebem de que a situação é muito pior do que fora imaginado, é muito pior em muitos distritos, concelhos. 

Muitas regiões inundadas por causa das chuvadas brutais, do transbordar de rios e ribeiras, e de descargas de barragens.
As águas estão a baixar, lentamente.

Centenas de milhares de pessoas atónitas, desamparadas, desesperadas.
E muita coisa a desmoronar-se, a desabar, a desaparecer, ainda hoje.

Estradas municipais, ruas em cidades vilas e aldeias, muitas habitações destruídas, centenas de casas muito danificadas ou pelo menos abaladas, empresas micro e médias destruídas ou parcialmente danificadas, agricultura e horticultura muito atingidas, A1 danificada, toda a infra-estrutura do Mondego severamente atingida, centenas de pessoas evacuadas, etc.

É já uma certeza, trágica. À vista o que é Portugal!

* Por causa das ventanias brutais, 
* por causa das chuvadas sem parar, 
* por causa das derrocadas, 
* por causa de desabamentos, 
* por causa das inundações, 
* por causa do desordenamento territorial, 
* por causa do que as autarquias ao longo dos anos permitem e acomodam, embora Isaltino diga que não,
* por causa da pouca vergonha dos cabos da EDP e de outros pendurados em postes frágeis de madeira, 
* por causa da fragilidade de torres da REN,
* por causa da ausência de  prevenção, 
* por causa da incompetência, e da inação de décadas dos sucessivos governos, veja-se o sistema na bacia do Mondego há anos sem manutenção,
* por causa da complacência cumplicidade e incompetência dos sucessivos deputados e Presidentes da República, 
etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc. etc.

Imagino, e infelizmente não devo estar enganado, que o impacto na economia será muito duro pois imensas empresas estarão perdidas ou perto disso. Além dos problemas na agricultura e habitacional, milhões serão necessários e que não caem do céu.

Um dos quadros mais elucidativos do que é responsabilidade (há décadas) de decisores/ responsáveis/ gestores/ chefes /dirigentes é o inacreditável hangar onde estavam abrigados e protegidos vários aviões F-16 da Força Aérea.
A fotografia é eloquente.

Sucessivos deputados, governos e gestões autárquicas e particularmente a partir de 1991 deram este "lindo" resultado.

Claro que a culpa é da mãe natureza, não é verdade? 
Sem ventanias os postezinhos de madeira não caíam.
Sem chuvadas brutais ininterruptas, os rios e ribeiras não transbordavam.

Décadas sem responsabilização. Como agora irá acontecer.
Passarão semanas e voltaremos ao mesmo, digam o que disserem, Carneiro, Seguro, Montenegro, Raimundo, as Leitão (PS e IL) etc.

Oxalá eu esteja enganado.

Bom dia, tenham uma 4º Feira o melhor possível.
Saúde e boa sorte.
AC
"GOSTO  DE  DIZER. 
DIREI  MELHOR:  GOSTO  DE  PALAVRAR"

(Fernando Pessoa)

Exactamente Fernando Pessoa, é como ando há muitos anos.
Não me calo, nem me calarão.

AC

RELÍQUIAS, RECORDAÇÕES, ANTIGUIDADES

AC
 
EFEITOS DAS CHUVADAS - MUSGO 
AC
18  FEVEREIRO  2026
> 1090 - Nasce São Teotónio
> 1162 - Faleceu São teotónio, fundador do mosteiro de Santa Cruz, homem próximo de D. Afonso Henriques
> 1834 - Batalha de Almoster
> 1869 - Nasce Gago Coutinho
> 1899 - Nasce António Aleixo
> 1952 - Grécia e Turquia aderem à OTAN
> 1969 - Violento incêndio destrói as principais dependências do Instituto Hidrográfico 
> 1986 - Acto Único Europeu (17, 18 FEV)
AC

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Subida noturna ao castelo

AC

 ÁS  0800 H Estava um CAPACETE  TERRÍVEL

Depois levantou, mas não passou disto.
As minhas chaminés (chapéus metálicos verde, telhado ao meio) bem perscrutavam o horizonte, mas foi o dia todo assim.

Há coisas incomensuravelmente bem piores, portanto esteve excelente.

AC

"BREVE  O  DIA,  BREVE  O  ANO,  BREVE  TUDO"

(Fernando Pessoa)

AC 

FIM . . . PRINCÍPIO . . . REORIENTAÇÃO . . . O  COSTUME !

1. Com o fim da guerra colonial/ do ultramar/ em África e o fim do sistema político então vigente/ regime do Estado Novo, seria de esperar o princípio de uma nova era e, nomeadamente, uma compreensível reorientação designadamente da política de defesa nacional com inerentes reflexos na defesa militar.

Desses reflexos sobre a defesa militar deveriam resultar consequências  diversas na organização militar, no seu funcionamento, nos sistemas de forças, no equipamento, na instrução, no ensino, no treino, na preparação para novas missões.
Curiosamente, a primeira lei que foi designada de "Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas" é de 29 de Dezembro 1982. 
Repito, 29 de Dezembro de 1982

1982 - 1974 = 8 anos !

2. Com o fim da chamada guerra fria e da base ideológica em que assentava, e o sucessivo desenvolvimento na Europa Ocidental (CEE /UE) seria de esperar uma nova definição da política de defesa nacional com inerentes reflexos na defesa militar.
Portanto, um repensar profundo sobre a defesa nacional e sobre um dos seus pilares, o pilar militar - Forças Armadas. 
Portanto, um repensar enorme e uma enorme reorganização.

E, em consequência, o decorrer dos anos viu passar: revisões do Conceito Estratégico de Defesa Nacional (por acaso o que vigora creio que é de 2013 !?!?!?), do conceito estratégico militar, a definição de novas missões para as Forças Armadas, novos sistemas de forças, e novo dispositivo militar.

Claro que, como sempre, a descolonização, o fim da guerra fria, a CEE primeiro a UE depois criaram como de costume a noção de um mundo idílico, e uma nova ordem internacional. Vê-se!

A defesa nacional é um direito e um dever fundamental.
De 1982 até ao presente tivemos várias produções legislativas.  
Mais recentemente, a Lei de Defesa Nacional /Lei Orgânica nº 3/2021 e a Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Amadas / Leu Orgânica nº2 de 2021, respeitantes à defesa militar do país, creio que são as que vigoram.

3. A realidade é que passaram 51 anos e o que no essencial os sucessivos governos têm feito é asfixiar financeiramente as Forças Armadas, e criar condições péssimas de atractividade para a vida militar, além de reduções de recursos humanos que muitos consideram ter atingido níveis críticos. Objectivo: sempre o que ter menos despesa.

Adicionalmente, trataram de politizar a nomeação das chefias militares. Foi em 1994. E o PS tratou de aperfeiçoar a coisa.

Sim pode dizer-se que vieram há poucos anos 2 novos submarinos etc.
Mas a realidade é que continua a não se enfrentar a questão para mim fulcral: QUE FORÇAS ARMADAS deve Portugal ter, tendo presente a geografia do país, tratados e acordos, as ZEE e a jurisdição que sobre elas temos. E já agora tendo presente a realidade observada nos "vários sítios calmos" à superfície da Terra.

4. Temos então,
FIM . . . PRINCÍPIO . . . REORIENTAÇÃO . . . O  COSTUME !

Método replicável em outros sectores. Voltarei ao "método"
AC

Um canto da minha Secretária

Com adereços muito mas muito antigos, do avô da minha mulher, excepto a minha Montblanc Meisterstuck 149, e o mata-borrão com punho de prata que era do meu pai.

Bom dia.
Tenham uma boa 3ª Feira. Saúde e boa sorte
AC