quarta-feira, 4 de novembro de 2026

TERÇA-FEIRA, 3 DE NOVEMBRO DE 2026

Quando os tribunais erram (5): Uma decisão insustentável

[fonte: AQUI]
1. Entendo que a decisão do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa (que pode ser lida AQUI), que dá razão a uma manifestante pelo direito à habitação, autorizando-a a montar e a ocupar uma tenda durante várias semanas na Praça do Rossio em Lisboa, sob certas condições, constitui um erro judicial, sem adequada base constitucional. 

Além do entendimento incorreto de noções constitucionais básicas, como restrição de direitos fundamentais e interpretação conforme à Constituição, a sentença esvazia a noção constitucional de regulação geral e abstrata do exercício do direito de manifestação, incorre em violação flagrante e assumida do princípio da igualdade e usurpa o poder próprio da Administração de concretizar casuisticamente a margem de liberdade de ação que lhe seja deixada pela lei, em violação frontal do princípio da separação de poderes. 

São falhas demais para uma decisão judicial só. 

2. A minha 1ª objeção resulta de a sentença ignorar, de todo em todo, a distinção básica – que referi AQUI – entre a noção de restrições propriamente ditas de direitos fundamentais – que consistem em exclusões da sua titularidade ou do seu objeto – e a noção de limitações ao exercício de direitos fundamentais – que regulam o modo, o tempo, etc., da prática desses direitos. 

Ora, se as limitações legais em causa ao exercício do direito de manifestação – proibição de manifestações depois de certa hora e proibição de ocupação privativa do espaço público – fossem restrições em sentido próprio, elas seriam desde logo inconstitucionais, dado que a Constituição só admite restrições quando previstas nela própria (art. 18º, n.º 2), o que não é o caso. Por isso, é manifestamente contraditório que o tribunal gaste páginas e páginas num torturado exercício de “interpretação conforme à Constituição” de tais normas, que, afinal, na lógica da decisão, deveriam ser consideradas inconstitucionais à partida. 

3. A minha 2.ª objeção tem a ver com o facto de o tribunal considerar que a instalação duradoura de tendas está neste caso coberta pela liberdade de manifestação, quando parece evidente que tal manifestação não precisa de um ato de tal ilicitude, contra a fruição do espaço público pela coletividade, para veicular a sua mensagem (como argumentei AQUI). 

De resto, é fácil ver que, se os manifestantes pelo direito à habitação podem invadir o Rossio com tendas, uma manifestação de taxistas poderia invadi-lo com os seus veículos; uma manifestação de camionistas, com os seus camiões; uma manifestação de agricultores, com os seus tratores; ou uma manifestação de construtores civis, com os seus caterpillars. Não creio que isso possa fazer algum sentido.

4. A minha 3.ª objeção decorre da circunstância de a decisão judicial recorrer a uma alegada "interpretação conforme à Constituição" da lei de 1974, quanto ao limite horário das manifestações, para efetivamente acabar por recusar a sua aplicação, por alegada inconstitucionalidade, o que dispensava bem aquele inglório esforço. 

Quanto às tendas, a sentença recusa igualmente a aplicação das normas que proibem a ocupação selvagem do espaço público – que, aliás, não são as que o tribunal cita, como mostrei AQUI –, sem se dar a nenhum esforço para fundamentar essa abstrusa “interpretação conforme à Constituição”.  Lamentavelmente, a decisão final esquece-se de mencionar a recusa de aplicação dessas normas.

O que está em causa não é manifestamente nenhuma "interpretação conforme à Constituição" de tais normas, mas sim saber se elas respeitam — como entendo que respeitam — a regra da necessidade e da proporcionalidade na limitação legal do exercício de direitos fundamentais, que a Constituição prevê em relação às restrições por ela própria admitidas, mas que deve aplicar-se por analogia às limitações legais ao seu exercício.

7. A minha 4.ª objeção resulta do facto de o tribunal, seguindo acriticamente uma orientação jurisprudencial errada do TEDH, defender que as limitações ao exercício do direito de manifestação passam a depender de uma avaliação casuística da polícia e dos tribunais e não de uma norma geral e abstrata, como impõe a Constituição (art. 18º, n.º 3), abrindo caminho à insegurança jurídica e à judicialização das decisões policiais. 

A regulação por norma geral e abstrata, de aplicação a todos os manifestantes e todas as manifestações, é condição essencial do respeito pelo princípio da igualdade e pela previsibilidade da ação administrativa e policial.

8. A minha 5ª objeção contra a decisão judicial em causa decorre de ela reconhecer à manifestante que desencadeou o processo o privilégio de exercer o seu direito de manifestação em condições que, manifestamente, não poderiam ser estendidas a todos os demais manifestantes. 

Com efeito, sob pena de violação flagrante do princípio da igualdade, as condições de exercício do direito de manifestação não podem deixar de ser iguais para todos os manifestantes. 

9. Na minha derradeira objeção, mas não menos importante, considero que a decisão judicial em causa incorre numa frontal violação do princípio da separação de poderes, ao substituir-se à Administração e à polícia no preenchimento da eventual margem de concretização casuística que a lei deixe em aberto. 
 
Num Estado constitucional regido pela separação de poderes, os tribunais podem invalidar as decisões ilegais da Administração, ou proibir a sua prática, e também podem condenar a Administração por omissão de decisões legalmente devidas, ou determinar a sua prática, quando estritamente imposta por lei. O que os tribunais não podem é, depois de reconhecerem uma margem de concretização de certa lei, substituírem-se à Administração na sua aplicação em cada caso concreto, usurpando um poder que tem de permanecer sob reserva daquela. O poder discricionário da Administração está fora da alçada dos tribunais (salvo "desvio de poder").

Num Estado de direito constitucional, os tribunais não administram nem ditam normas de conduta administrativa, como é o caso desta sentença. 

10. Em suma, por todas estas razões, entendo que esta decisão não tem condições para passar o seu exame de recurso junto do Tribunal Constitucional. 
 
Considero que as referidas limitações legais ao exercício da liberdade de manifestação — diretas ou indiretas — não constituem restrições em sentido próprio e que devem ser consideradas justificadas pela necessidade de defesa de outros direitos e valores constitucionais, como o direito de todos à tranquilidade e à segurança noturna e o direito de todos à fruição do espaço público. 
 
O exercício do direito de manifestação de pequenas minorias não pode sobrepor-se a direitos universais de toda a coletividade, sobretudo quando tal não é de modo algum necessário para veicular eficazmente a mensagem dos manifestantes.
(Revisto)

Adenda.
Um leitor objeta que as normas legais em causa "mesmo que não sejam incompatíveis com a CRP, podem ser desconformes com a CEDH, na interpretação que lhe dá o TEDH, o que conduziria também à recusa da sua aplicação". Certo, mas, podendo ir por aí, a decisão judicial aqui em discussão não trilhou essa via, ao recusar a aplicação daquelas normas apenas por inconstitucionalidade, e não por "inconvencionalidade", pelo que a decisão do TC só pode incidir sobre o recurso de constitucionalidade.

A  CORAGEM

"A coragem não é ausência de medo, mas a capacidade de inspirar outros a superá-lo" (Atribuído a Nelson Mandela)

AC

Donald, se por aí não tiver comprimidos que cheguem, aqui de Portugal pelo DHL podemos remeter-lhe umas caixas de Kompensan e partilhas Rennie. Estamos sempre prontos a ajudar.

Não demore a pedir, é que por cá, em vários partidos e sectores da vida nacional, também andam muitas azias!

AC

RECORDAÇÕES

GUINÉ - GUERRA - AUTORITARISMO

Ao longo dos anos aqui vou recordando datas marcantes da minha vida.

Quero concretamente referir-me hoje a datas dos anos 70 do século passado, como a ida (29OUT1971) para a guerra do ultramar/ colonial, a do regresso do inferno (28JUL1973), a de um rápido (aquilo esgota-se antes de um minuto passar) combate na sequência de uma emboscada ao navio no rio Cacheu (19MAI1973), etc. E certos  episódios, começando por um bem peculiar.

Como era da praxe acontecer com todos os oficiais que chegavam a Bissau para irem para a guerra, fossem os milicianos (Reserva Naval) fossem os dos quadros de pessoal de carreira da então Marinha de Guerra, eram todos apresentados ao comodoro que comandava o então Comando da Defesa Marítima da Guiné (CDMG), e ao chefe de estado-maior desse comando.

Quando cheguei ao CDMG, na manhã de 30 de Outubro desse longínquo 1971, o comodoro era uma figura peculiar, para dizer o mínimo. Para nosso enorme espanto começou por nos dizer - então vão (éramos dois a apresentarmo-nos à chefia) regressar a Lisboa - ao que ripostámos atrapalhados - não senhor comodoro, acabámos de chegar.

E o inarrável discurso prosseguiu mais um pouco com um ponto alto, assim - bom, já vos devem ter dito que aqui há guerra, . . . . não é bem guerra, . . . lá morre um fuzileiro de vez em quando . . . . 

Ficámos esclarecidos sobre o ambiente onde tinhamos aterrado, sobre o profissionalismo daquela hierarquia, e etc.

O contacto com o tal chefe de estado-maior foi curtíssimo mas deu para ver a besta que tinhamos pela frente. Grosseiro, autoritário ao pior estilo daquela época.

Sim, porque havia vários oficiais superiores naquele CDMG que eram bem diferentes da besta, como por exemplo o então subchefe do estado-maior do CDMG. 

Meses mais tarde, com outro jovem como eu, fomos  intimados a ir ao gabinete dessa besta onde fomos insultados e, no fim, mimoseados com esta tirada - da próxima vez corro-os ao pontapé!

Razão para isto?

Porque na messe dos oficiais de Marinha tínhamos lá estado a tomar um  pequeno almoço, muitíssimo cedo, e sentámo-nos numa mesa das várias da sala de refeições. O grumete que nos foi servir era um rapazito guineense a cumprir tropa portanto na Marinha, e de nada nos alertou.

Estávamos já a mais que a meio do pequeno almoço apareceu na sala o sargento dispenseiro que se abeirou de nós e disse - essa mesa é a do sr chefe do estado-maior, os senhores oficiais têm que passar para outra mesa.

Nada havia marcado na mesa que nos tivesse alertado para tal coisa, e ali ficámos dizendo ao sargento dispenseiro - nós não demoramos, vamos acabar o pequeno almoço e saímos já. E nada aconteceu.

Não, aconteceu algo, o figurão do dispenseiro de quem se dizia ser "bufo" a vários níveis, informou (como viemos a saber) a besta do sucedido quando esta criatura se sentou para tomar o seu PA, que tinham lá estava dois jovens oficiais a tomar o PA e que não sairam da mesa mesmo informados sobre quem habitualmente ali se sentava.

Este é um eloquente exemplo da animalidade de certas criaturas de então, a par de muitas outras que tinham comportamentos dignos e correctos, comportamentos normais.

A nossa história democrática se encarregou de colocar bem em evidência quem era o traste que esporadicamente tive pela frente na Guiné.

AC 

Cerca de 200 depósitos de combustível apreendidos durante operação da GNR em Albufeira.

Não, não é verdade.

Mente descaradamente quem afirma (como eu) que Portugal há muito que é porta de entrada para a Europa quanto a droga e tráfico de ser humanos.

Mente descaradamente quem o afirmar!

AC
4  NOVEMBRO  2026
> 1877 - Inauguração da ponte ferroviária Maria Pia
> 1922 - Egipto, descoberto o túmulo de Tutankhamon
> 1946 - Fundação da UNESCO
> 1979 - Teerão, cerco e assalto à embaixada dos EUA e feitos 52 reféns; em cativeiro até 20 Janeiro de 1981
> 1995 - PM israelita Yitzhak Rabin assassinado por extremista judeu
> 2007 - Múmia de Tutankhamon retirada do seu túmulo e o seu rosto revelado

Bom dia, boa 4ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

terça-feira, 3 de novembro de 2026

 INSECTOS

Um bicho esquisito numa roseira, que nunca tinha visto. Pernas compridas e finas tipo aranhiço grande.
Castanho. Pareceu-me um parente afastado de louva-a-Deus.
AC
A ex-deputada Helena Roseta vê nas acampadas pelo direito à habitação "manifestações de inteligência coletiva", das quais participa "uma mistura" de gente, destacando-se "uma classe média entalada", e "está a nascer uma nova geração de liderança".

A ex-deputada Helena Roseta vê nas acampadas pelo direito à habitação "manifestações de inteligência coletiva", das quais participa "uma mistura" de gente, destacando-se "uma classe média entalada", e "está a nascer uma nova geração de liderança".

Deputada à Assembleia Constituinte, em 1975, Helena Roseta tem assistido com regularidade às assembleias populares que decorrem na Praça D. Pedro IV, em Lisboa
.

Inteligência 

Há quem defenda existirem vários tipos de inteligência, como por exemplo, lógico-matemática, linguística, musical, motora, espacial, interpessoal, existencial, naturalista, etc.

Pessoalmente, sempre me pareceu que a frequência de certos lugares como certas paragens na rua das Janelas Verdes em Lisboa espevitasse certo tipo de inteligência, poética por exemplo.

Registo agora que há inteligência colectiva que exala das assembleias populares instaladas em Lisboa e Porto.

Uma inteligência tal tão profunda, tão sublime e poderosa que, é minha convicção, vai levar uma boa parte de senhorios em Portugal a não colocar uma única casa a arrendar.

Aguardemos por mais manifestações super inteligentes, sempre apoiadas e freneticamente aplaudidas por vários dos bem instalados do costume.

AC


 Esta noite, madrugada de 3ª para 4ª Feira, estará assim ?

A propósito disto, ontem numa casual roda de conhecidos apercebi-me (mais uma vez) da ignorância de muita gente, a falta de cultura genérica sobre muita coisa, na nossa sociedade e sobre o estrangeiro.

Perguntava um - mas o Trump está para acabar o mandato?

Perguntava outro - se ele perder apoiantes tem que sair?

Muitas pessoas não sabem que o presidente americano é eleito para 4 anos e não sai a não ser com casos graves que levem a iniciar-se o célebre processo de destituição.

Creio que muitas pessoas não têm consciência que quanto ao Congresso (que tem Senado e Câmara de Representantes), a cada dois anos um terço dos lugares/ dos eleitos vai a votos.

A vida dos presidentes americanos é mais facilitada ou dificultada consoante tem ou não maioria no Senado e na Câmara dos Representantes.

Adicionalmente há também eleição de alguns governadores estaduais.

O regime político é diferente do nosso.

O boné do oxigenado ficará a arder? 

Não faço ideia, não sou de apostas e jogos de azar (jogo o Euromilhões). 

Isto dito, arrisco dizer que ele é capaz de perder a Câmara de Representantes ou seja, aí passar a haver mais democratas que republicanos. 

Quanto ao Senado, aí podendo haver surpresas, penso que as mexidas não serão tão grandes como as que imagino vão ocorrer nos Representantes. Aguardemos.

E aqui fica mais uma vez o meu livrinho.

Uma constituição com artigos de I a VII, e várias emendas, a última creio que é mesmo a que tenho neste meu exemplar, emenda de 1971.
Tal qual a prolixa portuguesa.

AC

 

AC
CAMINHADA   NOTURNA
Ontem, 3,8 Km

AC
LIVING  and  WORKING  in  LISBON

One of the clowns !

AC

A  PROPÓSITO
A propósito da França, a propósito das eleições presidenciais francesas progmamadas creio que para Maio de 2027, estive a ler algumas notícias sobre a sra Christine Lagarde que actualmete manda (???) no banco central Europeu.

A dita sra anunciou formalmente que no início de Fevereirto próximo se pira, deixa o BCE. E até já comunicou isso formalmente a quem deve comunicar incluindo, imaginem, ao inarrável Costa.

Independentemente de ela ter informado os cidadãos do mundo que quer sentir-se livre para se expressar seja sobre o que for neste conturbado mundo, e como sempre acontece, surgem as teorias mais diversas sobre as razões desta antecipada saída do BCE.

Parece-me legítimo pensar-se que com esta acção Lagarde anuncia que está disponível para se candidatar ao Eliseu.

Eu, que não percebo nada destas coisas, vejo nesta saída exactamente  o que disse atrás, Lagarde sem o expressar decidiu anunciar disponibilidade; não me parece que  de imediato se coloque na posição - sou candidata ao Eliseu! Mas creio que ela acha que o Eliseu fica bem com a sua pele e os seus lenços ao pescoço.

E, creio, esperará por onda de apoios. Por vaga de fundo.

E muitos em França vão ponderar - ora aqui temos uma MULHER, bem melhor que a execrável (opinião pessoal, naturalmente) Le Pen.

Vejo como bem possível, que lá para Março do próximo ano além do execrável candidato Melanchon, termos em França um combate democrático entre duas mulheres. Aguardemos

AC

SIM, A VIDA  ESTÁ  MUITO  COMPLICADA

Particularmente para as camadas populacionais mais desfavorecidas.

Sim, o custo de vida está basicamente insuportável para muitos.

Sim, a crise habitacional é enorme sobretudo nas grandes cidades, mas não começou em 2024.

Sim, o que a CRP estabelece quanto à igualdade real entre cidadãos, o nosso bem-estar, estão longe de ser realidade para muitos portugueses.

Sim, inquestionável o direito à manifestação, a par do respeito pela lei.

Sim, é no Parlamento e com o governo que estiver que se devem encontrar e definir as soluções para os problemas da sociedade portuguesa.

Sim, é assim que deve acontecer num Estado de Direito Democrático, num regime de liberdade e parlamentar.

Sim, as forças de segurança só devem ser recurso depois de muito esgotados os diálogos.

Mal que pergunte, no que vem acontecendo neste mês de Outubro, além da Cambra como estamos de Marat, Robespierre, Saint-Just e outros?

Já no passado o resultado foi muito mau!

AC 

3  NOVEMBRO  2026
> 1887 - Fundação da Associação Académica de Coimbra
> 1901 - Nasce André Malraux
> 1910 - Portugal, lei  do divórcio
> 1918 - I GG, império Austro Hungaro assina o armistício 
> 1954 - Faleceu Henri Matisse
> 1957 - Cadela Russa Laika torna-se o primeiro ser vivo a viajar no espaço
> 1994 - Comissão Europeia dá luz verde à construção da ponte Vasco da Gama
> 1998 - Faleceu Bob Kane
> 2024 - Faleceu Quincy Jones

Bom dia, boa 3ª Feira
Saúde, o Euromilhões da vida
boa sorte, felicidades

AC

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

 

SAUDADES

AC

A PROPÓSITO DAS ACAMPADAS (??)

Um bom amigo acaba de me telefonar para saber como vão as coisas do meu lado face a duras realidades da vida de que ele tem conhecimento.

Para mais ou menos me tentar pôr bem disposto disse-me - já viste esta cena das tendas no Rossio, aquilo é basicamente como aquele lamentável "espectáculo" do Big Brother, mas agora na versão ISCTE!

Bem apanhado (opinião pessoal naturalmente).

AC 

DIA  de  FINADOS

Este, 2 de Novembro, 2ª Feira, é o dia em que, AINDA MAIS, nos lembramos dos nossos (familiares e amigos) que já nos deixaram.

Este é o dia em que, pesarosa e tristemente, muitos se deslocam aos cemitérios.

E foi precisamente para facilitar isso que a greve nas escolas foi marcada para hoje.

Se tivesse sido marcada por exemplo para 4ª Feira não facilitava a vida a muitas pessoas. Em regra, os sindicatos nunca marcam greves de modo a providenciar bons e alargados fins de semana!

Obrigadinho malta !

AC

 

AC

Este garoto, aconselhado por quem patrocina a Cambra e por juristas bem conhecidos, pediu à juíza Ana Campos poder sentar-se naquele Fiat. Tem tentado, mas a mãe não permite, vem sempre dar-lhe umas pauladas!

Bom, falando agora a sério, o que está supra é o que me ocorre depois de ler a sentença da dita juíza. 
Segurança, jurídica, clareza etc BALHAMEDEUS.

Não sendo jurista (*) creio que esta sentença trouxe para cima da mesa uma série de complicações; veremos o labor do Tribunal Constitucional.

AC

(*) sempre me interessei pelo Direito, e no início dos 90 do século passado decidi á noite entra no Direito; nunca tencionei mudar de profissão, mas o 1º ano e o primeiro semestre do 2º serviram para o que eu queria; percebo melhor sistemas eleitorais, questões constitucionais, separação de poderes, leis.