Do FB de João Gonçalves
“Live by the press, die by the press”.
Estou a pensar em Luís Neves.
A direcção da PJ com melhor imprensa nos últimos anos. Coberturas antes, durante e depois garantidas. De bandidagem simples à complexa, de quilos a toneladas de materiais apreendidos. O inesquecível desembarque de centenas de agentes de polícia criminal na Madeira a lembrar 1415. A presença do próprio director nacional numa manif de apoio aos trabalhadores do grupo Global Media há coisa de três anos.
A jornalista, das mais credenciadas em matérias crime e respectivas agências de combate ao dito, transformada em adjunta “principal” do novo ministro.
Para dentro, para a casa, a negociação directa com António Costa dos aumentos salariais na PJ. Um herói português, de pulso e a pulso. Proximidades com o poder socialista que, ainda hoje, lhe valem ora elogios, ora críticas a ataques “ad hominem”.
Uma das razões pelas quais o MP, na altura, trocou a PJ pela PSP na intervenção “Influencer”.
Tinha de ser com surpresas e não sem surpresa.
Lealdade total ao novo poder por parte do alto e experimentado funcionário do Estado. Aparições conspícuas em eventos do PSD como nunca antes em algum do PS.
O erro mudou, no verso do Pessoa, ou mais prosaicamente, o que é que mudou sendo a fibra a mesma e o conhecimento do “terreno” inexcedível? Um charco? Não acredito.
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Um bom amigo enviou-me este interessante texto.
O que é que mudou, pergunta João Gonçalves?
Duvido muito que ele não saiba a resposta. A razão.
Eu que sei "poucachinho" (Costa dixit) de quase tudo, diria que nisto tudo há mãozinha reservada, discreta. Clube enorme!
Aliás, e além do que eu já escrevi noutro texto, as defesas de João Soares e Sérgio Sousa Pinto particularmente o primeiro, só confirmam que nisto tudo há forçosamente uma certa "clubite" discreta a funcionar, a proteger. Clubite a que não pertencerão a Cabrita e a Felgueiras. Aguardemos pelos próximos episódios
AC



















