sábado, 28 de fevereiro de 2026

A  Bandeira  Nacional
O cromatismo verde-rubro, tal como veio a ser adoptado pelo governo republicano em 1910, remonta ao movimento do 31 de Janeiro de 1891.
verde significa o solo Pátrio e a esperança no futuro.
vermelho alude ao sangue derramado pelos portugueses na defesa da Pátria, da sua liberdade e independência, é a cor da luta, da vitória e da coragem.
A esfera armilar representa o mundo unificado pelos portugueses na epopeia da expansão.
No coração da bandeira vemos o escudo ancestral da nossa Pátria, com os sete castelos conquistados aos mouros, as cinco quinas de Ourique, os cinco besantes de prata em cada quina, representando as chagas de Cristo e o poder de cunhar moeda.

 O Pavilhão Presidencial
É semelhante à bandeira nacional, excepto por ter o pano de uma só cor, o verde-escuro, e o escudo está no centro.

Já agora, lembrar a CRP, a Bandeira Nacional é um dos três símbolos nacionais: Bandeia Nacional, Hino Nacional e o Português língua oficial. 

Outras representações:

Assembleia da República
 Ministro
ACAntónio Cabral  (AC)
OPINIÕES,  DIFERENTES,  a  RESPEITAR
AC
RECORDANDO   UM   TEXTO   ANTIGO

(sublinhados da minha responsabilidade)

O  “OTIMISTA”  na  MARINHA

Domingo à noite. O novo canal NOW anunciava ser dia de “Otimista, um programa de António Costa, a mostrar o que de bom e positivo existe no país”. No anúncio do programa mostrava António Costa e Pedro Mourinho a serem recebidos na entrada do Palácio do Alfeite pelo Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Almirante Gouveia e Melo, e a maquete do “Navio / Plataforma Naval Multifuncional” encomendado ao Grupo Damen.

Não podia perder tal programa, desde logo porque iam falar da Marinha que, para mim, continua a ser uma referência do que de bom e positivo existe em Portugal. Depois porque o “Otimista” António Costa, como Primeiro-Ministro, dirigiu o apressado Conselho de Ministros de 23 de dezembro de 2021 que exonerou o anterior CEMA sem a adequada explicação e nomeou Gouveia e Melo para o cargo, com a correspondente promoção a Almirante. O inusitado de assistir à conversa do agora Presidente do Conselho Europeu com o chefe militar que nomeou há menos de três anos em tais circunstâncias, aguçou ainda mais a minha curiosidade.

Assisti com atenção e confesso que fiquei surpreendido com uma parte substancial do que vi e ouvi. Refiro-me em particular às afirmações do actual CEMA sobre a indústria naval militar nacional. Claro que o cidadão Gouveia e Melo pode opinar sobre o tema e dizer o que entender, mas quando o faz na condição de CEMA, o caso muda de figura. Trata-se de um sector de actividade em que a o Estado, através da Marinha, tem um papel central. Do ponto de vista económico, é o principal, senão mesmo o único, cliente. Poucos países têm clientes externos para a sua indústria naval militar e Portugal não está certamente entre eles. E dada a relevância da Defesa Nacional e da Marinha nesse mercado monopsonista, responsáveis como o CEMA devem ter particular cuidado com as mensagens que transmitem.

Ao longo da carreira profissional, tive oportunidade de reflectir sobre a indústria naval militar nacional. Em 2010, quando participei no extinto Fórum Empresarial da Economia do Mar coordenado pelo saudoso camarada, amigo e colega Fernando Ribeiro e Castro, com ele e com outros profissionais do sector debati e delineei uma possível estratégia para a indústria naval militar nacional com o objectivo de evitar o colapso que todos adivinhávamos. Devo confessar que não tivemos sucesso, mas foi por ter consciência da complexidade e dificuldade da questão que fiquei surpreendido com algumas das afirmações do actual CEMA.

Embora o programa tenha passado num canal novo e provavelmente apenas tenha sido visto por alguns (poucos) interessados no tema, não tendo por isso impacto numa população entretida com o futebol, pode ter deixado a ideia de que é possível fazer com mil o que até agora muitos só foram capazes de fazer com um milhão!

O actual CEMA afirmou que olha “para o futuro da Marinha com muito mais otimismo do que olhávamos há uns anos atrás” e que a Marinha hoje “tem, com menos recursos, mais capacidade”. Não me quero meter nas questões operacionais nem na sua avaliação, mas não pude deixar de registar o optimismo do chefe da Marinha, que chegou mesmo a superar o do entrevistador. Em determinado momento, o actual CEMA afirmou: “Eu estive há muito pouco tempo no estrangeiro, num país de referência, em que os líderes da Marinha desse país me disseram, de forma muito clara, que nós conceptualmente, e o que estamos a desenvolver, está 10 anos à frente de tudo o que está a ser feito.” No meu caso, quando estava ao serviço, se os líderes de uma outra Marinha me dissessem que estávamos “10 anos à frente de tudo o que está a ser feito”, pensaria que estavam a tentar ser simpáticos com uma mentira bondosa. Aparentemente, o actual CEMA não pensou o mesmo…

Mas indo à matéria que conheci bem na Marinha, ou seja, a realização e aquisição de serviços para construir e manter os navios e os seus sistemas e equipamentos, não consigo deixar de me impressionar com o papel que o actual CEMA atribui aos drones, quase que os contrapondo aos navios militares. E mais impressionado fico com a facilidade com que, no caso dos drones, a Marinha parece ultrapassar as restrições administrativas que então condicionavam quem tinha responsabilidades na área do Material Naval.

Disse o actual CEMA que criou “uma pequena empresa dentro da Marinha para desenvolver estas coisas com 3 militares. Agora já são 40 e vamos tentar crescer para 100. 100 engenheiros e gente só dedicada à inovação.” Outro oficial disse que “funcionamos como uma start-up”. Qual será o quadro legal desta “pequena empresa”? Será um organismo fabril? Como está organizada? Como faz aquisições? A quem presta contas? Na Marinha que servi até 2000, a lei então em vigor inviabilizava qualquer actividade com os contornos descritos pelo actual CEMA, a não ser se fosse realizada por organismos fabris. E mesmo esses estavam sujeitos a regras administrativas muito restritivas.

Para perceber melhor o que se passa com a alegada produção de drones na e pela Marinha, fiz uma pequena pesquisa sobre os modelos referidos na reportagem. Concluí que não serão produtos totalmente concebidos e fabricados pela Marinha e alguns deles têm origem no estrangeiro. São comercializados por empresas portuguesas às quais, à semelhança do que se passa com todos os outros sistemas dos navios, a Marinha terá adquirido equipamentos, materiais e serviços segundo uma especificação técnica e, depois, procedido à sua recepção. Como acontece como muitos outros equipamentos, é provável que os requisitos da Marinha tenham influenciado o produto final, mas dizer que foram desenvolvidos pela Marinha parece ser exagerado.

Outra surpresa foi o actual CEMA contrapor a utilização dos drones ao que chamou “uma Marinha clássica”. Como engenheiro naval militar, não entendo o que é uma “uma Marinha clássica” nem sei qual é o modelo económico a que obedece. Sei sim que as Marinhas militares estão permanentemente a evoluir, a modificar os seus navios e a dotá-los de meios que optimizam a realização das missões que lhes são atribuídas. Foi assim com os radares, foi assim com os sonares, foi assim com o armamento, foi assim com os helicópteros, será certamente assim com os drones. O objectivo sempre foi cumprir as missões com menos recursos e maior eficácia. Em cada momento, as Marinhas militares são o que os requisitos operacionais exigem e as tecnologias permitem. Se neste momento as capacidades de vigilância dos navios militares podem ser alargadas e optimizadas com a utilização de drones, estou certo de que todas as Marinhas evoluirão rapidamente para a sua adopção generalizada.

Pareceu-me também estranho o conceito de construção de um navio militar do actual CEMA. Aparentemente, para ele, é “soldar chapa”. Talvez por falta de experiência nessa área, não saberá que o soldar da chapa é a actividade menos relevante da construção de um navio. O que é de facto relevante é “meter dentro dessa chapa depois de soldada” todos os sistemas e equipamentos, incluindo os “computadores, redes, software” que referiu. E essa actividade requer competências que se adquirem academicamente e com a prática e ajudam a identificar factores de risco como os que oportunamente apontei no programa de construção do “Navio / Plataforma Naval Multifuncional” (https://sites.google.com/view/ao-largo/bem-vindo-a-bordo/plataforma-naval-multifuncional), caracterizado pelo actual CEMA como “o primeiro conceito mundial de um navio que é um porta-drones”.

Duas notas finais:
• Por princípio desconfio dos que invocam o interesse do Estado para estabelecer relações privilegiadas e por vezes obscuras com determinados fornecedores de serviços e equipamentos. Não sei se é o caso das aquisições dos drones, mas detectei alguns sinais preocupantes na forma como alguns dos entrevistados descreveram a relação da tal “empresa dentro da Marinha” com empresas externas;

• Sou dos que defendem que o brincar é uma bonita forma de as crianças aprenderem e evoluírem. Mas receio os adultos que se recusam a crescer e continuam a brincar com brinquedos cada vez mais caros, pagos por todos nós.

(Jorge Bettencourt)

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde e boa sorte.

António Cabral (AC)

 CULTURA

AC

Durante a presidência de Perestrelo

AC 

P O R T U G A L

Portugal é o sexto país no mundo com melhor qualidade de vida 
Este ranking da Global Citizen Solutions, que avalia a qualidade de vida nos países, considera fatores como estabilidade económica, aceitação de migrantes e sistemas de bem-estar social, sendo especialmente relevante para expatriados, aposentados internacionais e nómadas digitais. 

Esta notícia assinada por Nuno Braga tem já certo tempo, e dá conta de que o país subiu para o sexto lugar no Quality of Life Passport Rankings.

Também há outras notícias sobre a Tugolândia como, entre outras, a continuada descida na escala da percepção de corrupção.

Voltando à notícia supra, é um estudo / um "ranking" (???), que avalia a qualidade de vida em diferentes países e tem por exemplo em conta, a estabilidade económica, aceitação de migrantes, sistemas de bem-estar social, com especial incidência em expatriados, aposentados internacionais e nómadas digitais. 

Fala, também, no sucesso do investimento estrangeiro direto e na abordagem acolhedora em relação aos migrantes e eventuais reflexos disso nos desafios associados ao envelhecimento da população e na promoção do crescimento económico. 

Portanto, Portugal é considerado um destino cada vez mais atrativo, pelo seu ambiente acolhedor e oportunidades que oferece! Um destino preferencial! Venham, nómadas digitais, etc.
Já dizia Marcelo, o melhor país do mundo.

O interessante desta coisa, para mim naturalmente, são os parâmetros tidos em conta: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,  Custo de Vida, Liberdade no Mundo, Índice de Felicidade, Desempenho Ambiental, Aceitação de Migrantes. 

Parece que por cá está mais que garantido o equilíbrio entre trabalho e lazer. Pois, perguntem à malta da aldeia de Ereira, ou de Leiria, ou de Arruda dos Vinhos . . . . 

Mas muito interessante, para mim naturalmente, o aparente "desprezo" por outros aspectos da vida de cada um, sem distinção de classes sociais.

Por exemplo: 
- assistência na saúde?
- limpeza urbana?
- buracos nas ruas semanas sem serem tapados? 
- tranquilidade urbana fora da Lapa, Quinta da Marinha, Av Boavista no Porto etc?
- tratamento de resíduos industriais e urbanos?
- liberdade de imprensa? Sim, eu sei que a formal /constitucional é clara, mas a realidade das redações de jornais revistas e canais de televisão é capaz de ser outra história!
- facilidades de atendimento nas lojas do cidadão, nas repartições fiscais, nas companhias de seguros, na banca nacional?
- transportes colectivos dentro das cidades todas, dentro das vilas, e entre os diferentes centros urbanos?
- na segurança colectiva, e não me estou a referir às parvoeiras racistas do execrável Ventura; basta ter atenção ao crescente número de crimes e que são perpetrados por diferentes cores de pele, incluindo muitos "branquelas", como se vem registando nos últimos semanas? Ou não se apercebem do que há anos, com maior ou menos dimensão acontece, como o de há dois dias junto de Alvalade?
- e os disparos para o ar a festejar isto ou aquilo ou a acertar contas?
- ferrovia?
- corrupção, com especial olhar às oportunidades de negócios? E fotovoltaicas?
- custo de vida com especial olhar ás chamadas "commodities"?
etc.!
- limpeza das sarjetas?

A qualidade de vida tem muito que se lhe diga.

Para os estrangeiros com a carteira recheada, e não falo apenas dos que se passam para cá pois aqui estão no bem bom (caso de conhecidos  franceses, com casas em Portugal, várias espalhadas por França,  facilidades de residência na Suíça, Argentina e nos Nórdicos) é muito bom terem um poiso na "Tugolândia" onde permanecem em cada dois meses um certo período de descanso. Temos aqui um certo tipo de qualidade de vida. Mas há outras, semelhantes e bem piores.

Mas para quem está na 10ª década de vida, partiu a perna/ fémur em Março passado, andou no hospital do Barreiro 3 dias até poder ser operada para desespero dos familiares, temos aqui uma outra qualidade de vida.

Falando do mesmo hospital, saber do que se passava com a minha mãe, belíssima de cabeça nos seus 100 anos, que teve o azar de fracturar o colo do fémur (fará um ano em 23 de Março) , foi facílimo para mim acompanhar a situação, pois com um cunhado ortopedista, mais um amigo altamente colocado no sistema, as informações lá chegaram! Temos aqui outro REAL tipo de qualidade de vida.

O marido da cabeleireira da minha mulher, ter rebentado um pneu, pois não conseguiu safar-se de um buraco enorme numa das rotundas da cidade, e como não apareceu a polícia, lixou-se. Temos aqui outro tipo de qualidade de vida. 

E não digo mais . . . isso mesmo, pintassilgos não são pardais!

Tenham um bom início de fim de semana
Saúde e boa sorte.

António Cabral (AC)
28  FEVEREIRO  2026
DIA MUNDIAL DAS DOENÇAS RARAS
> 1525 - Cuauhtémoc executado por Hernán Cortés, assim acabando o império Azteca
> 1859 - Nasce Alfredo da Costa
> 1885 - Assinatura da Convenção de Berlim
> 1904 - Fundação do Sport Lisboa, mais tarde renomeado Sport Lisboa e Benfica
> 1975 - Lomé, assinatura de Convenção entre a CEE e 46 países de África, Caraíbas e Pacífico
> 1986 - Assassinado Olof Palme
AC
Vejo por isso o apelo aos pactos como um modo ardiloso de ignorar os problemas mais difíceis, que assim se diz querer resolver, mas que na verdade apenas se vão – utilizando uma expressão popular – “empurrando com a barriga”
(Manuel Maria Carrilho)

(sublinhados da minha responsabilidade9
AC

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Depois de os verem e ouvirem Tão felizes
Nunca   mais   chega   9   de   Março
AC
 

PEIXES

Temos muitos.

Robalo, tainha, sardinha, cavala, espada, corvina, chicharro, cherne, dourada, salmonete, safio, linguado, rodovalho, pargo, carapau, sargo, cantarolo, congro, pescada, peixe-galo, goraz, tamboril, moreia, etc.

Mas também temos por aí e cada vez mais vários carapaus de corrida, peixe de águas profundas, piranhas, galarotes a pensar que são peixe-galo. E imensas e ordinárias enguias!

Como não haver crescentes preocupações com a poluição das águas ? 

Bom dia, tenham uma boa 6ª Feira, um bom início de fim de semana.
Saúde e boa sorte.

António Cabral (AC)


 AC

-   REPETINDO - ME   -


TODOS  IGUAIS.   TODOS  IGUAIS  ??

Todos iguais. Somos todos iguais, proclama-se.
NÃO.
É mentira, uma das maiores mentiras propaladas por muita gente.
NÃO, não somos todos iguais!

Somos todos diferentes, uns dos outros, na cor do cabelo, na pigmentação da pele, na cor dos olhos, na estatura física, nos genes. 
Mas esta é a parte pouco relevante.

E agora que a época Natalícia já está lá bem para trás, e agora que coisas estranhas não param de suceder, volto à carga como há muito tempo já (mais superficialmente) tinha feito/ escrito.

Somos todos da mesma massa, mas a realidade é que as fôrmas de onde surgimos são diferentes.  DIFERENTES.

Somos todos diferentes, uns dos outros, porque
* muitos têm tecto onde se abrigar, outros não, 
* uns têm emprego, outros não, 
* uns podem viajar, outros não, 
* uns passaram o Natal com familiares e amigos e até na Suíça, outros tentaram roubar cebolas e batatas para a consoada,
* uns alimentam-se regularmente, outros passam fome, 
* uns têm mudas de roupa, outros são maltrapilhos, 

* uns roubam cebolas e são logo presos, enquanto outros roubam muito e a muitos, e passam anos a passear e a pagar aos advogados com o dinheiro que têm lá fora, 
* uns têm apenas aquilo que conseguiram amealhar ao fim de anos de vida e trabalho esforçado, enquanto outros têm muito com o que conseguiram………adiante…..
* uns ficam numa fila à porta do centro de saúde à chuva sendo que a fila tinha para cima de 50 pessoas ao longo do passeio, enquanto outros defendem o hospital público mas vão ao privado onde são acompanhados à consulta como ainda recentemente pude  comprovar,
* uns têm um carro utilitário, pequeno, a gasolina, enquanto outros. . . . .  (por exemplo um que conheço de vista, tem um Tesla, e dois Porsches (um Panamera e um 911),

* uns compram os bens alimentares nos diferentes supermercados incluindo El Corte Inglês e ainda nas lojas finas de bairro, enquanto outros compram o que podem no MiniPreço,
* uns têm filhos em escolas públicas mas também em escolas privadas e pagam explicadores aos filhos sempre que necessário, enquanto outros andam nas escolas públicas várias vezes sem professores e alguns não acabam a escolaridade obrigatória,
uns têm empregada (ou senhora que ajuda lá em casa, (padreca dixit), enquanto outros tratam da casa ao fim de semana mesmo que estafados da semana de trabalho,

* uns vestem-se a rigor ou "casual" conforme as circunstâncias e não por tola ideologia, outros aperaltam-se disfarçadamente quando conseguem estar entre decentes,
* uns podem usufruir de seguros de saúde enquanto outros rogam para que a saúde não lhes falte,
* uns têm a casa aquecida no Outono e Inverno ou fresca quando o tempo aquece, enquanto outros têm o ar condicionado ao tempo que faz,
* uns conseguem pagar um lar com melhores condições e perto da residência fiscal de modo a ter os muito idosos da família bem tratados, enquanto outros ……..
* uns conseguiram recuperar a casa de família na aldeia ou conseguiram comprar uma, enquanto outros contam os tostões,

* uns compram livros de vez em quando, enquanto outros compram de vez em quando o jornal desportivo, 
* uns tem aparelhagem em casa para ouvir música, têm muitos discos de música clássica e vão a concertos, enquanto outros se contentam com a telenovela,
* uns levam os netos à natação e ao judo, enquanto outros têm os miúdos a jogar à bola na estrada,
* uns vão regularmente comer fora de casa uma boa refeição de peixe, enquanto outros se deliciam de vez em quando com um "Burger",
* uns têm as revisões dos carros em dia e feitas na marca, enquanto  outros chumbam de vez em quando na inspeção,
* ………e………e….…e…....

Não, Não, e Não.  Não somos todos iguais

Mas onde todos somos iguais é nos direitos formais. TODOS!

Numa sociedade decente, democrática, de direito, livre, próspera, desenvolvida, e onde exista justiça efectiva e um combate real e constante às inaceitáveis desigualdades sociais, nessa sociedade todos temos de ser iguais perante a lei. 
Numa sociedade assim, todos somos iguais perante a lei.

Nada de diferente no essencial, entre mais favorecidos ou menos favorecidos. 
Nada de diferenças no acesso a oportunidades. 
Nada de diferenças nos acessos à saúde, habitação, educação. 
Nada de diferenças no essencial da vida, no essencial à vida.

E todos, mas todos, temos de ser iguais nos deveres. 
E por ordem alfabética, deveres chegam primeiro que direitos
E assim deve ser em sociedade, e assim devia estar escrito na Constituição, primeiro os deveres (quase não há deveres na CRP, e só deveres do Estado) e depois os direitos. 

Deveres e Direitos, na família, e designadamente para com os ascendentes e para com os descendentes.
Todos temos de ser iguais, deveres e direitos, como cidadãos, como munícipes, como trabalhadores qualquer que seja a profissão, por conta de outrem, como servidores do Estado, e como funcionários públicos. 

Há servidores do Estado que não são funcionários públicos.

Todos devemos ser iguais, no pluralismo de expressão, na qualidade de vida na comunidade, na preservação do ambiente, na preservação da nossa cultura e da nossa história.
Todos devemos ser iguais no que respeita à nossa liberdade e à nossa segurança.

Todos temos de ser iguais perante a lei, sendo certo que sendo todos da mesma massa nascemos de fôrmas diferentes. 
É a realidade da vida.

Não somos todos iguais, mas todos temos os mesmos deveres e os mesmos direitos. 
Os MESMOS DEVERES e DIREITOS.

Ninguém é melhor ou superior que outro concidadão. 
DIFERENTE, apenas.

E todos devemos saber servir e não o contrário, SERVIR-SE, abusando da posição, do estatuto, da função, do cargo.

Se perante a lei não formos todos iguais, então vivemos numa sociedade doente, perversa

E numa sociedade assim perversa, incentiva-se a ignorância disfarçada de excelentes e simplificados programas de aprendizagem. 
Numa sociedade assim perversa instiga-se, por exemplo, através da publicidade enganosa e do marketing intensivo e das telenovelas e dos espectáculos pimba massificados, a estar horas nas TV a ver isso e futebol, a estar horas nas redes sociais a contar a vida íntima e parolices e imbecilidades, e etc.
Numa sociedade assim perversa, as redes sociais imperam e o que os poderes fazem aos cidadãos é assim também disfarçado.
Numa sociedade perversa, a comunicação social é manietada, descaradamente, ou por formas enviesadas como acontece por cá.

Numa sociedade assim perversa e embrutecida ou que para lá caminha a passos largos, há o sr António, ou o sr José, ou o sr Francisco.

Não, não sou nem admito ser e que me chamem sr António.
E há aquela coisa parva depois de pagar compras - continuação!

Sou o António Cabral, se quiserem sou o sr António Cabral, se quiserem até podem colocar a seguir ao sr o meu título académico.
Não sou o sr António. Não somos todos iguais. 

Devemos ser todos iguais nos deveres e nos direitos e por eles lutar.
Procuro sempre nunca disto me esquecer e ser consequente.

Ah, às vezes dói-me já a coluna vertebral. É da idade e da vida profissional.
Mas tenho coluna vertebral, e não uma esponjosa massa cartilagínea ou de colagénio.
 
António Cabral (AC)
27  FEVEREIRO  2026
> 1933 - Berlim, Reichstag incendiado
> 1950 - Salazar recebe da Índia proposta de renegociação de Diu Damão e Goa, proposta veiculada pelo embaixador da Índia em Lisboa
> 1975 - Aprovada a construção do complexo de Sines
> 1995 - Nintendo lança o "Pokemon"
AC

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

 CULTURA

AC

À Atenção do Presidente eleito

Senhor Presidente, lembre-se pelo menos disto:

* FOI ELEITO PARA  SERVIR

* O SEU PODER É A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA, ASSOCIADA À SUA MENTE E À SUA CANETA 

* NÃO ABUSE DAS SUAS COMPETÊNCIAS CONSTITUCIONAIS, NÃO FAÇA INTERPRETAÇÕES 

* DURANTE O MANDATO DEIXE-SE DE EXTRAVAGÂNCIAS PRÓPRIAS DE FIDALGUIA ARRUINADA, DEIXE-SE DE  VIAGENS DISPENSÁVEIS

* LIDERE PELO EXEMPLO E NÃO POR PALHAÇADAS E SELFIES

* UM BOM CÓDIGO DE CONDUTA É MANTER A INDEPENDÊNCIA 

* TENHA SEMPRE PRESENTE QUE A FUNÇÃO DO ESTADO É SERVIR OS CIDADÃOS

* O PODER LEVA À CORRUPÇÃO

* O PODER ABSOLUTO CORROMPE DEFINITIVAMENTE

* É PRECISO PRESTAR JUSTIÇA E NÃO CARIDADE

* TENHA A NOÇÃO DE QUE PORTUGAL É UM PAÍS POBRE

* FALE BAIXO E COM CALMA PARA SER OUVIDO

* OUÇA OS CIDADÃOS

* SÓ A INTELIGÊNCIA SE EXAMINA A SI PRÓPRIA

* CONDENE PRECONCEITOS BASEADOS NA RAÇA, SEXO, FÉ, OU IDADE

* SE USAR A CABEÇA NÃO VAI CANSAR OS PÉS

FALAR COM OS OUTROS EM MANDARIM É A PIOR DAS SOLUÇÕES

* FOMENTE A CULTURA DA EXIGÊNCIA

FOMENTE A CULTURA DA TRANSPARÊNCIA

* FOMETE A CULTURA DO RIGOR E DA VERDADE

* O DIÁLOGO É A PONTE QUE LIGA DUAS MARGENS

* TENHA PRESENTE QUE PELO VOO SE CONHECE A AVE

* ARROGÂNCIA NÃO É RESPOSTA PARA NADA

* NUNCA TENHA VERGONHA DE SENTIMENTOS PATRIÓTICOS, MAS NADA DE NACIONALISMOS BACOCOS

O SEGREDO DA SABEDORIA, DO PODER, E DO CONHECIMENTO, É A HUMILDADE

*A PRUDÊNCIA É A VIRTUDE SUPREMA DA ACÇÃO POLÍTICA

* SIRVA A SOCIEDADE, NÃO SE SIRVA DO CARGO

António Cabral (AC)


Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde e boa sorte
AC
A PROPÓSITO de MARCELO . . . .

RECORDANDO


1. FRANCISCO PINTO BALSEMÃO: “Marcelo, como o escorpião da lenda, não resiste a matar a rã (…) Algumas pessoas amigas que consultei avisaram-me e tentaram evitar que o convidasse para o Governo: ‘Estás a meter o veneno em casa’ – dizia um. ‘Estás a aproximar-te do escorpião da fábula, e tu serás a rã’ – dizia outro”.

2. PACHECO PEREIRA: “Marcelo é o criador e principal fautor de um jornalismo dos cenários que nunca se realizam, jornalismo apenas especulativo que não leva a lado nenhum e que tem o condão de falsear toda a atividade política”.

3. BELMIRO DE AZEVEDO (1998): “Marcelo Rebelo de Sousa deveria ser eliminado. Não tem categoria. Que retirem a cadeira a esse senhor".

4. PASSOS COELHO: ““Catavento de opiniões erráticas, em função da mera mediatização gerada em torno do fenómeno político.”

5. PAULO PORTAS: "Marcelo é filho de Deus e do diabo, Deus deu-lhe a inteligência, o diabo deu-lhe a maldade.”

6. MARIA JOÃO AVILEZ: “Marcelo tem tomado o espaço da oposição ao governo. E para cúmulo é ele próprio que manda colocar nos jornais conversas a propósito. Toda a gente sabe dos telefonemas e das intrigas. É demasiado interventivo e não percebe que não pode ser ele o líder da oposição, mas comporta-se como tal.”

7. HENRIQUE RAPOSO: “Um presidente que já é sem qualquer dúvida o presidente mais fraco desde 74.”

8. MIGUEL MONJARDINO: O comentador Marcelo Rebelo de Sousa (M.R.S.) constitui, pelo seu recente comportamento, uma ameaça à credibilidade da instituição da Presidência da República e ao futuro de Portugal (…) Em vez de um Presidente da República, elegemos um comentador com urgência pessoal e compulsão para se pronunciar, instantaneamente, sobre tudo.”

9. ANTÓNIO RIBEIRO (jornalista): “É falso como as cobras. Tem ar de avô bondoso, é beato, não tem vida própria. Mas cospe veneno. Parece que apoia, mas é exímio a puxar tapetes a quem detesta, embora finja apoiar. Olha para as tendências da opinião pública, dia a dia, como oportunidade de negócio (…) Essencialmente, ele não presta (….) Que ninguém confie nele, porque ele é do Antigo e não do Novo.

10. CINTRA TORRES: Marcelo comenta de manhã, à tarde, à noite e de madrugada. Comenta à porta do Coliseu, na rua, nos jardins, na escadaria da Gulbenkian, comenta em Portugal e no estrangeiro, comenta no adro e na praia, no palácio e na feira, no café e no congresso, comenta futebol e o tempo, comenta vivos e mortos, acidentes e festivais – e comenta há 50 anos, desde que entrou para o “Expresso”, onde permanece até hoje, por via de corneta alheia, o principal alimentador e protagonista do diz-que-disse político nacional.”

11. CARLOS ESPERANÇA: «Marcelo é um neto legítimo do 28 de Maio e um dedicado enteado do 25 de Abril, não se pode exigir-lhe mais do que a sua natureza consente.»

12. JOSÉ CID (cantor): “O homem não tem tempo para nada, está sempre em qualquer lado, que não é parte nenhuma.”

13. PAULA FERREIRA (jornalista): “Marcelo fala de tudo e, por esse motivo, poucas são as vezes em que fala de alguma coisa.”

14. VÍTOR MATOS NO LIVRO (BIOGRAFIA) “MARCELO REBELO DE SOUSA” – 2012: “Poucas coisas dão mais prazer a Marcelo do que realçar os pontos fracos dos outros, em privado, em público ou no jornal (…) Marcelo é capaz de qualquer patifaria inconsequente (…) Por uma boa piada, Marcelo não se importa de perder um amigo.”

15. VASSALO DE ABREU: “O Dr. Marcelo desfaz-se em muitos e cai no goto do povão! Ele é como o ”Preço Certo”: Não tem ponta por onde se lhe pegue, mas o povão gosta… Que fazer.”

16. LUÍS PAIXÃO MARTINS: “Marcelo é o chefe General do Estado Maior das forças mediáticas.”

17. J-m NOBRE-CORREIA: “Temos uma personagem que há cinquenta anos instrumentaliza compulsivamente os média. Com a “criação de factos”. Com pseudoanálises da atualidade política. Com constantes declarações a propósito de tudo e de nada.”

18. AMADEU HOMEM: “Eu acho o Presidente da República um oligofrénico e um trambolho democrático.”

19. PAULO QUERIDO: “Temos um Presidente da República sibilino e sinistro — o agente político mais perigoso para uma sociedade decente, tolerante, progressista e bem sucedida depois de Oliveira Salazar, capaz de driblar todas as instituições democráticas, a começar por uma das suas especialidades, a Constituição.”

20. TELMO AZEVEDO FERNANDES: "É sabido que temos um Presidente da República que não lida maravilhosamente com a verdade. Tal como um menino traquinas que ainda faz chichi na cama, Marcelo é invariavelmente um palrador fingido, trapaceiro e dissimulado, que não hesita em inventar tretas e tramas, para manipular a opinião pública e tentar intervir de forma desleal e traiçoeira na política nacional."

21. MARINA COSTA LOBO (politóloga): “Marcelo pensando no seu lugar na história, quer usar os poderes que tem para deixar Belém com outro inquilino em São Bento, um primeiro-ministro do seu partido, o PSD.”

22. ARTUR VAZ (que também tenho direito!): “Em tantos anos das conversas de Marcelo, alguém se recorda de uma ideia ou proposta minimamente razoável e consistente que tenha sido da lavra de inteligência tão brilhante?”

Só para recordar!
AC

OS  PÊ  ESSES  e  o  PASSADO

Lembrou o Expresso que, em 2014, quando Seguro e Costa disputavam a liderança do PS, Jaime Gama recusou subscrever uma carta de apoio de fundadores do partido a António Costa

Mário Soares foi um dos apoiantes.

Agora Jaime Gama apoia Carneiro, porque o considera tenaz, não arrogante, discreto, perseverante.

Creio que andam por aí PÊ  ESSES a tentar arranjar alguém que combata e desejavelmente consiga que Carneiro deixe de ser secretário-geral do PS.

Aguardemos

AC

 SELOS  de  PORTUGAL
AC
CATÁSTROFE. PROTECÇÃO CIVIL. EMERGÊNCIA
Enquanto lhe cortam na casaca, enquanto no PS nenhum dirigente das primeiras linhas se pronunciará publicamente sobre si pois foi por eles nomeado director da PJ em 2018 e por lá se manteve, enquanto gradualmente os PS vão mandar os jornalistas e pés de microfone (desculpem o pleonasmo) e certos arrogantes do Komentariado atirar-lhe umas pedradas, convinha senhor Ministro da Administração Interna que logo que olhe para o seu pelouro da protecção civil (não demore, chegarão mais chuvadas e os incêndios) não se esqueça pelo menos do seguinte:

* tem que ter tudo preparado na perspectiva de acontecer o pior, e cheira-me que a actual legislação e as "prima donas" sentadas na discutível hierarquia na protecção civil precisam de limpeza,

* tem que actuar logo sem estar a pensar - ah, talvez seja pouco . . .

* e não venha com a cena de que está a aprender,

* tem que haver coordenação e actuação com todos os meios e acabar com os caricatos níveis de cadeias hierárquicas da actual estrutura,

* não se esqueça que têm de entrar logo em acção, ao mesmo tempo, forças armadas e sistema de saúde, pois em situações de emergência e catástrofe haverá pessoas desamparadas inclusivamente no plano da saúde.

Respeitosamente, é só para lhe lembrar.
Cumprimentos.

António Cabral (AC)
Fui ao Arquivo dos Tesourinhos Deprimentes

NOTÍCIAS AO MINUTO Marcelo quer mais para as Forças Armadas. "Se não é agora, quando será?"
O presidente da república defendeu hoje que não serão os contratados no estrangeiro que poderão substituir o essencial das forças armadas portuguesas, num discurso em que voltou a apelar ao seu fortalecimento, com mais efetivos.

© Lusa
05/09/23 13:17 ‧ HÁ 4 HORAS POR LUSA
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Marcelo Rebelo de Sousa discursava numa cerimónia militar comemorativa do 49.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, junto à estátua de D. Nuno Álvares Pereira no Jardim Ducla Soares, em Lisboa.
"Não acreditemos que serão outros, contratados no estrangeiro, que poderão substituir o essencial do nosso corpo militar. Mesmo em setores sociais, são soluções de emergência, transitórias e de muito limitada expressão numérica", afirmou o chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas.
Na sua intervenção, Marcelo Rebelo de Sousa sustentou que na conjuntura atual "importa ainda mais" que as Forças Armadas Portuguesas "sejam fortes, para que Portugal seja forte", e devem ter "sempre efetivos e capacidades à medida das suas missões".
"Se não é agora, em tempos de guerra, em tempos de relevância maior do papel das nossas Forças Armadas no mundo, se não é agora, quando será que vamos atualizar capacidades - algumas delas fora do tempo - e, mais do que isso, ter homens e mulheres em número e formação para lhes darem o devido emprego?", interrogou.
"Sem mulheres e homens militares, poderemos sonhar com navios, blindados, aeronaves, mas não teremos quem os possam tornar úteis", acrescentou.
Foi neste contexto que, em seguida, o Presidente da República abordou a questão do recrutamento de estrangeiros para as Forças Armadas -- uma possibilidade em relação à qual já se manifestou favorável -- para defender que não poderão substituir o essencial do corpo militar português.
Sobre este assunto, em 28 de junho do ano passado, num fórum sobre recrutamento militar, no Teatro Thalia, em Lisboa, o chefe de Estado declarou: "Temos de nos habituar à ideia de incluir os imigrantes numa fonte de recrutamento para as Forças Armadas".
Marcelo Rebelo de Sousa tem insistido na necessidade de mais investimento nos meios militares e na valorização das carreiras.
Hoje, retomou esse apelo, referindo-se à guerra na Ucrânia e à sua recente visita a Kiev, em agosto: "É tempo de lembrar o que verdadeiramente importa, e importa mais do que nunca ao vermos a coragem do povo ucraniano, como eu vi, ao lutar pelo que é seu, pela soberania que lhe foi negada, pelo território que lhe foi sonegado, por causas que são nossas, são da União Europeia, são da NATO, são das Nações Unidas".
"Para nós, coerentes com a pertença às Nações Unidas, à NATO e à União Europeia, as suas fronteiras são as nossas fronteiras. A paz com princípios que cumpre construir é a nossa paz", disse.
Neste quadro, segundo o chefe de Estado, "o que verdadeiramente importa" é que as Forças Armadas Portuguesas "tenham sempre efetivos e capacidades à medida das suas missões", que "atraiam sempre mais e melhores efetivos, e que eles não saiam ao ritmo a que têm saído".
"Importa que o estatuto militar esteja à altura das legítimas aspirações dos candidatos e dos militares. Importa que que as novas leis da programação militar e das infraestruturais militares, que dão inegáveis passos positivos, sejam efetivamente cumpridas -- e, se possível, não deixando o que seja mais premente para daqui a oito a doze anos", apontou.

Para Marcelo Rebelo de Sousa, é importante também "que os sinais dados na criação de praças do Exército ou da Força Aérea ou na normalização de prazos das promoções -- louváveis -- signifiquem um clima geral de motivação acrescida" e há que "ajustar e aprofundar as medidas de apoio aplicando o estatuto do ex-combatente".
Na presença da ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, e do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Nunes da Fonseca, o Presidente da República considerou que há "visível empenho conjunto" de ministra e chefias militares, mas que é preciso que "prossiga e se acelere", com "maior compreensão política" e "adesão comunitária".
"Se queremos Portugal forte, teremos de permanentemente garantir Forças Armadas fortes -- porque mundialmente conhecidas e admiradas já o são há muito tempo", reforçou.
"Esse é o empenho da senhora ministra da Defesa Nacional, e com ela do senhor primeiro-ministro e de todo o Governo. Esse é o empenho da Assembleia da República e, nela, da Comissão Parlamentar de Defesa. Esse é o empenho do Presidente da República e comandante supremo das Forças Armadas. Esse é o empenho dos portugueses. Resta agora apenas o essencial: converter esse empenho sempre, dia após dia, em crescente realidade", concluiu o chefe de Estado.

Oh professor Marcelo Rebelo de Sousa, lembra-se destas suas palavras? Creio que era ainda no tempo do seu grande amigo Costa.

Pois é . . . . 
AC