QUE SAUDADES . . . .
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
SEGURANÇA DAS PESSOAS
É coisa cada vez mais periclitante
Olhe-se às ultimas semanas
Olhe-se ao Porto e Lisboa
O inarrável edil do Porto declarou que isto é a falência do Estado.
Pois é, mas só descobriu agora?
Não faço ideia pois não vejo há meses, mas no seu período de falatório no "Incerteza" com a Leitão e o historiador, quantas vezes chamou o tema para discurso severo sobre esta realidade, que não é de agora?
Ah, a culpa deve ser do actual governo ou será de estar agora a ganhar menos?
AC
A PROPÓSITO DE REDES SOCIAIS
AS TRÊS FRAGATAS
Já tencionava escrever umas linhas sobre este assunto que tanto tem eriçado "Don populista mor", uns certos jornalixos, certos políticos, e certos convidados que, como de costume, as TV nunca com rigor informam os portugueses sobre as ligações de quem convidaram e estão a entrevistar (ligações a partidos, a associações, a instituições, a empresas, etc.).
Vou escrever uma linhas sobre este assunto, necessariamente superficiais pois sou ignorante destes assuntos, embora ao longo do tempo o meu melhor amigo militar (almirante reformado) me tenha instruído bastante sobre Marinha, Forças Armadas (FA), Defesa Nacional (DN).
Escrevo depois de, usando a tecnologia ter andado para trás, para ver com toda a atenção a entrevista do Chefe do Estado-Maior da Armada que passou na TVI na noite de 2ª Feira 17 de Agosto. Entrevista para a qual um bom amigo me chamou à atenção.
Creio que o actual Chefe da Marinha e de uma forma elegante educada e "soft" deu explicações suficientes para, quem seja sério e isento nas análises, poder colocar no devido lugar certos comentadores e certos convidados das televisões que por aí têm aparecido alguns pateticamente com um certo ar angelical.
Antes de ir às fragatas uma nota sobre uma questão geral que periodicamente aqui abordo.
O meu ponto final é este, e que tantas vezes já apontei: passados 50 anos os partidos políticos, os ex e actuais titulares de órgãos de soberania, continuam a não definir que FA deve Portugal ter.
As fragatas em discussão, como bem explicou o actual chefe da Marinha, encaixam perfeitamente no mundo contemporâneo e no expectável, olhe-se na perspectiva NATO, UE, bilateral, e sobretudo tendo em conta a realidade geográfica do país, que tem jurisdição e interesses importantíssimos numa área oceânica descomunal.
Como ficou claro na exposição do entrevistado, não lhe cabe comentar decisões e decisores políticos, não lhe cabe nada mais do que cumprir no âmbito das suas competências.
Tal como o entrevistado elegantemente referiu "en passant", na Marinha há conhecimento e saber qb e, como diz o meu amigo, os comentadores e certos entrevistados, na maioria, não passam de uns seres de pacotilha!
Claro que este programa de rearmamento é complexo.