quarta-feira, 6 de maio de 2026

25 de Abril de 1974
O 25 de Abril deu formalmente aos portugueses um dos valores maiores a que o ser humano pode aspirar: A  LIBERDADE.

Passados que são 52 anos, estou a lembrar-me de (a ordem é completamente aleatória; escrevi conforme me fui lembrando; aspectos institucionais, estruturas, instituições, pessoas  por boas e por más razões), e faltará mencionar muitos e muita coisa:
 
A - Abril, Assembleia da República, Agostinho da Silva, Álvaro Cunhal, Angola, Açores, Ambiente, Adelino Amaro da Costa, Acordo Alvor, António Costa, António Champalimaud, Alexandre Soares dos Santos, ADSE, António Mexia, António Costa e Silva, António Vitorino, Áreas protegidas, Amoreiras, Adriano Moreira, Aeroporto de Lisboa, Agustina Bessa Luís, Amália Rodrigues, Alpoim Calvão, Auditorias, AMI, Ausência de Sentido de Estado, AutoEuropa, Ausência de Sentido das Responsabilidades, André Jordan, António Ramalho, Angoche, António Damásio, Ausência de sentido das proporções, Apolo 70, António Lobo Antunes, Adriano Correia de Oliveira, Associações satélite de um partido, Armando Vara, Alçapões nas leis, Ana Catarina Mendes, Ana Paula Vitorino, Ascenso Simões, Artur Portela filho, Almeida Santos, Ana Mendes Godinho, Abandono de áreas do território, Autoridade Tributária e Aduaneira, ACP, AOFA, Américo Amorim, Autoridade Marítima, Alvaro Barreto, Aljube, Alberto João Jardim, ASAE, Artur Agostinho, António Lobo Xavier, Adelino Gomes, António Pires de Lima, Aldeias históricas, António José Seguro, Acionistas, Aterros sanitários. 

B - Bancarrotas (3, a 4ª a caminho?), BES, Bloco de Esquerda, Banco de Portugal, Barragens, BR, Bombistas, Bazuca, Blogues, Bolsa de valores, BIAL, BCP, Banco de Fomento, Belmiro de Azevedo, Biológico, Bastonários das ordens, BCE.

C - Constituição da República 1976, Costa Brás, Censura mas Democrática, Carmen Dolores, Costa Gomes, Corrupção, Cultura, Cova da Moura, Carlos Costa, Cabo Verde, Centros Interpretativos, Capitães de Abril, Crises Financeiras, Confederações, Cavaco Silva, Camilo Mortágua, Carlos Antunes, CMVM, CAP, CIP, Carlos Lopes, Catarina Martins, CGTP, CDS, Coligações, Covid-19, Cultura, Código Penal, Código civil, Código do Processo Penal, Corrupção, Centros Comerciais, Capoulas Santos, Criogenia, Conselho da Revolução, Carvalho da Silva, Cristiano Ronaldo, Carlos César, Carlos Moedas, Casa da Moeda, CGA, CGD, CEE, CMTV, CDU, Camarate, Caxias, Carlos Alexandre, Computadores Magalhães, Credores, Crise, Concessões, Confeitaria Nacional, Compras online, Casa da Música, Cativações, Comentadores políticos, Carteira de jornalista, Casa da Moeda, Cunha Rodrigues, Comissões parlamentares de inquérito, Café Gelo, Continente, Racismo, Computadores, Coliseu, Chiado, Cuidados Continuados, Cinema S.Jorge, Cinema Monumental, Cinema Condes, Cuidados Paliativos, Centros comerciais, Cimeiras, Comandos, Ciclovia. 

D - Democracia, Descolonização, Deveres (quase não se referem), Direitos, DGS (Direcção Geral de Saúde), Dívida Pública, Dívida Externa, Deficit, Defesa Nacional, Dinossauros Políticos, Despovoamento, Desertificação, Duarte Lima, Deflação, D.Manuel martins, D.José Policarpo, Devedores, Drones, Descentralização, Descarbonização, Delta. 

E - E depois do adeus, Eleições, Eleições presidenciais, Eleições legislativas, Eleições regionais, Eleições autárquicas, Eduardo Catroga, ELP, Eduardo Lourenço, Eurico de Melo, Elvira Fortunato, Enoturismo, Escritórios de Advogados, EDP, Euro, Extrema Esquerda, Extrema Direita, Epidemia, Edite Estrela, Energias renováveis, Evasões, Enriquecimento ilícito, ETAR, Escavações arqueológicas, Espuma dos dias, Estados de alma, Ecovia, Ecopista, Ecologia, Economia azul. 

F - FP 25 de Abril, Freitas do Amaral, Fernando Namora, Fundação Champalimaud, Francisco Louçã, Ferraz da Costa, Fernando Nogueira, Fundos da UE, Fernanda Ribeiro, Ferraz da Costa, Ferro Rodrigues, Francisco Balsemão, FNAC, Francisco George, Fernanda Fragateiro, Francis Obikwelu, Fátima, Função pública, Fundações, Fuzileiros, Fundo de Resolução, Fundações,  Filipe La Féria, Fundação Luso Americana, FMI, Fraudes, Franco Charais. 

G - Guerra Colonial, Gravuras Foz Côa, Carlos Santos Ferreira, Graça Freitas, GES, Grândola Vila Morena, Grandela, Gambrinus, Galeto, Gentil Martins, G 5, G 7, G 8, G 10, G 20, Guerra do Ultramar, Gonçalo Ribeiro Teles, GALP, Garcia dos Santos, Guerra colonial, GNR, Governos civis, Ginginha, GPL. 

H - Henrique Granadeiro, Hospitais privados, Hospitais públicos, Hidrogénio verde, Hermínio Loureiro, Helder Bataglia, Hortense Martins, Híbridos. 

- Isabel do Carmo, Incêndios, Ivo Rosa, Incompetência, Isabel Moreira, Isabel Oneto, INEM, IMI, Inseminação artificial, Imposto complementar, IRS, IRC, Isabel Vaz, Isabel Mota, Impostos, Intermarché, Impunidade, Isaltino Morais, Inflação, Insolvência, INFARMED, IPSS, Indústria conserveira, INE. 

- Justiça à Portuguesa, Justiça para os poderosos, José Miguel Júdice, Jorge Coelho, Jardim Gonçalves, João Mota, Joana Carneiro, João Lobo Antunes, José Sócrates, José Manuel de Melo, João Lourenço, Eunice Munhoz, João Galamba, José Medeiros Ferreira, João Salgueiro, Joaquim Furtado, Jorge Sampaio, Joaquim Aguiar, Júlio Pomar, Jornalismo, João Duque, João Cutileiro, Joana Marques Vidal, João Manso Neto, José Mourinho, José Saramago, João Cravinho, João Cravinho jr, Jornal Expresso, Julião Sarmento, Jornal público, José Sá Fernandes, Joaquim Morão, Jerónimo de Sousa, Jorge Lacão, José Silvano, José Magalhães, Jaime Nogueira Pinto, Jaime Marta Soares. 

K - Kaulza de Arriaga, Krus Abecassis. 

L - LEI, Liberdade, Louçãs, Luís Amado, Lojas Maçónicas, Litigação, Luís Filipe Vieira, Lídia Jorge, Luís Campos e Cunha, Luís Raposo, Livrarias, Lavagem de dinheiro, LED,  Lares, Livraria Bertrand, Luís Portela, Lei eleitoral, Leonor Beleza, Lota digital.

M - MFA, Miguel Torga, Madeira, Ministério Público, Mário Soares, Melo Antunes, Mário Centeno, Manuela Ferreira Leite, Mortalidade Infantil (descida), Martinho da Arcada, Marcelo Rebelo de Sousa, Moçambique, Miguel Cadilhe, Miller Guerra, Marinho Pinto, Mórtaguas, MRPP, Manuela Medeiros, Murro no estômago, Ministério Público, Março (11), Miguel Guilherme, Maria do Céu Guerra, Maria Emília Correia, Morais Leitão, Maçonaria, Marta Temido, Manuel Alegre, Museus, Maria José Morgado, Manuel Salgado, Miguel Poiares Maduro, Megaprocessos, Multibanco, Maria José Nogueira Pinto, Maluda, Menez, Melícias, Megacentros, Manuel Gargaleiro, Martins Guerreiro, Marques Júnior, Medina Carreira, Miguel Galvão Teles, Mobilidade eléctrica, Modelo, Maria Lamas.

N - Novembro (25), Nélson Évora, Nuno Portas, Nuno Teotónio Pereira, Novo Banco, Natália Correia, Naide Gomes, Nicolau Breyner, Nicola, Noite e Dia, Nespresso, Neutralidade carbónica. 

O - Otelo Saraiva de Carvalho, Observatórios, Opus Dei, OCS, Offshores, Ordens profissionais, Oposição, Organizações satélite de um partido. 

P - Peniche, Politicamente Correcto, PCP, PREC, PEV, Partidos políticos, Portas Giratórias Política/ Negócios/ Banca/ Privados, Pobreza, Pobreza extrema, Pandemia, Paulo Portas, PPP, Passos Coelho, Procurador Geral da República, Procuradoria Geral da República, PT, PSD, PAN, Paula Rego, Pastelaria Suíça, Pandemia, Paulo de Carvalho, Património material, Pinto Monteiro, Património imaterial, Pedro Queirós Pereira, PEC, Pinto da Costa, Pastelaria Benard, Pastelaria A Brasileira, Pedro Siza Vieira, Pastelaria Versailles, Promiscuidade, Pacheco Pereira, Polícia Judiciária, Polícia Judiciária Militar, PSP, Poucas vergonhas, Patrícia Mamona, Parques nacionais, Parques naturais, Reservas naturais, Paisagens protegidas, Pára-quedistas, Preguiça, Pezarat Correia, Pingo Doce, Pinheiro de Azevedo, Pfizer, Provedor de justiça, Pista ciclopedonal, Prescrições, Ponte Entre-os-Rios, Proteção do ambiente, Proteção civil.

Q - Quadros Comunitários de Apoio, QRCODE.

R - Reguladores (que nada regulam), Reservas Naturais, Ramalho Eanes, Ricardo Salgado, Ricardo Robles, Relatório das Sevícias, Raúl Solnado, Rosa Mota, Rioforte, Revisões Constitucionais, Salgado Zenha, Rui Moreira, Rui Rio, Rui de Carvalho, Recursos judiciais, Rui Nabeiro, ROC, RTP 1, RTP 2, RTP 6, Rui Machete, Redes sociais, Rui Ramos, Rosário Teixeira, Rosa Coutinho, Roteiros, Regionalização, Reabilitação. 

S - Sufrágio livre e universal, Salgueiro Maia, Sá Carneiro, SNS, São Tomé e Príncipe, SUVs, Sousa Leitão, Sophia de Mello Breyner Andresen, Sondagens, Sindicatos, Snu Abecassis, Sérgio Sousa Pinto, SONAE, Supervisão, Sines, Siza Vieira, Superjuízes, SIRP, SIC, SIC Notícias, SARS, Sanches Osório, Sobrinho Simões, Solar dos Presuntos, Sousa e Castro, Souto Moura, Soberba, Sines, SIRESP, Segredo de justiça, Simone de Oliveira, Sondagens,  SEF, Salário mínimo, SAMS, SEDES. 

T - Timor Leste, Tavares Moreira, Tancos, Tribunal Constitucional, Tribunal de Contas, Tribunais administrativos, Tribunais da Relação, Terrorismo caseiro, Tribunais, Trigueiros Crespo, Turismo, Turismo interno, Tavares Rico, Turismo de habitação, Turismo rural, TAP, Tomás Coreia, Telecomunicações, Troika, Torres Couto, Teresa Ricou, Tomás Taveira, Teixeira dos Santos, Testamento Vital, TVI, TVI notícias, Tarrafal, Teletrabalho, TICÃO, Telma Monteiro, Telemóveis. 

U - UDP, UGT, UE, Unicórnios, Unidades de Cuidados intensivos, Universidade Católica. 

V - Vigaristas, Vitor Constâncio, Venda de Ouro, Vital Moreira, Vinicultura nacional, Vasco Pulido Valente, Vilamoura, Vacinas, Vasco Lourenço, Vieira da Silva, Vera Lagoa, Via Verde, Vasco Gonçalves, Vitor Alves, Vieira Matias, Vasco Graça Moura, VTS. 

W - Walter Rosa. 

X - Xavier Pintado, Xenofobia.

Z - Zeinal Bava, Zeca Afonso. 

António Cabral (AC)

 REPUBLICO


sábado, 30 de abril de 2016

GRAFITO
Ia de carro, a conduzir, ontem, nada pude fazer/ fotografar, mas li.
Numa das paredes do viaduto que vem do lado do rio e na zona da Fundação Champalimaud passa por cima da marginal, na zona de Algés:
 "se todos derem as mãos, como é que sacam as armas?"
AC

Bom dia
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte.

"A MONOTONIA DAS VIDAS VULGARES É, APARENTEMENTE, PAVOROSA"

(Bernardo Soares)

AC 

FINAL de DIA 

AC

REPUBLICO

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

CONTORCIONISMO
É uma actividade magistralmente executada por grande parte de políticos, elites, titulares de órgãos de soberania, jornalistas, magistrados, chefias diversas.

Um dos últimos exemplos parece-me ser o artigo de São José de Almeida, Público, acerca da louvável democrática e humanista (??) organização que foi a LUAR.

Aliás, confere com as condecorações outorgadas a algumas das chefias dessa organização. Para não falar de outra sinistra.

O regime/EstadoNovo antes do 25 de Abril de 1874 era, no mínimo, deplorável e inaceitável em vários domínios. Mas os coloco exactamente em pé de igualdade mas assassínios tanto concretizou a PIDE/ DGS como outros, antes e depois do 25 de Abril. 

O resto é conversa da treta.
AC
Vítor Matos, Jornalista, 4 Maio 2026

Seguro promulga à Marcelo

Bom dia!

António José Seguro deu continuidade a uma prática tornada habitual por Marcelo Rebelo de Sousa, e que outros Presidentes da República usavam de forma mais excecional: a promulgação, este domingo, de leis com reservas, através de uma nota com avisos. Muitas vezes, o significado da luz verde com recomendações era sinal de uma certa má consciência presidencial: o Presidente não concordava lá muito com determinada legislação, ou não a considerava muito bem feita, mas preferia mandar publicar com uma nota pública do que vetá-la politicamente, evitando comprar uma guerra com o Governo. Dando continuidade à frequente prática marcelista em Belém, o Presidente da República promulgou ontem a Lei da Nacionalidade, acompanhada da referida nota de promulgação, referindo que a aprovação de uma legislação desta natureza “deveria também assentar num maior consenso”, para não estar apenas sujeita às “eventuais ‘marcas ideológicas do momento’”.

A promulgação de uma lei que antes tinha sido travada no Tribunal Constitucional é uma opção política deliberada do Presidente que, na nota publicada no site de Belém, justifica o entendimento de que o diploma já estaria limpo de inconstitucionalidades. Não voltar a remeter a legislação para apreciação dos juízes do Palácio Ratton é uma avaliação jurídico-política com significado. António José Seguro explica que a sua decisão de promulgação teve em conta a garantia de que o aumento dos prazos não prejudica as crianças filhas de imigrantes, uma das razões que levou ao chumbo do diploma no Constitucional, sobretudo no que diz respeito ao “acesso à saúde e à educação”.

A nota tem também a sua parte de whishful thinking, plasmada nas recomendações para o futuro: Seguro diz que os processos pendentes de pedidos de nacionalidade não podem ser sejam afetados pela nova legislação, porque as leis não são retroativas, e pede que os imigrantes não sejam afetados pela “morosidade” do Estado. Chama ainda a atenção para a futura regulamentação da lei, o que ainda lhe dá algumas munições políticas, porque tudo aqulo que for feito por decreto lhe terá de passar pelas mãos.

Apesar de não ser uma lei aprovada por parte do hemisfério político que o elegeu (à esquerda), esta promulgação não irá contra o que disse genericamente na campanha, quando afirmava, a este propósito: “Espero que haja bom senso e que todas as discussões sejam feitas nos limites da nossa Constituição e dos valores civilizacionais e humanistas.” Resta saber, se o PS e restante esquerda, que votaram conta a lei, concordam.

Quando Marcelo usava este instrumento com frequência, isso valeu-lhe algumas críticas de constitucionalistas, sobretudo de Vital Moreira, embora outros juristas desta área considerassem a prática legítima: “Um abuso de poder”, chegou a classificar o antigo deputado do PS, no livro «Que Presidente para Portugal?”, publicado antes das últimas presidenciais, mostando-se bastante crítico desta originalidade do consulado marcelista: “Trata-se de uma figura não prevista na Constituição e que, a meu ver, não cabe na filosofia da promulgação presidencial dos atos legislativos”, escreveu o constitucionalista de Coimbra. “O poder legislativo cabe exclusivamente aos órgãos constitucionalmente previstos, que respondem politicamente pelo seu exercício. Ora, as eventuais reservas presidenciais aparecem como uma espécie de ‘declaração de voto’ e de isenção de responsabilidade pelas consequências das leis, como se o PR fosse responsável sem aquelas”, assinalou. A verdade é que, pelo menos nisto, Marcelo Rebelo de Sousa fez escola.
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Neste artigo o jornalista do Expresso analisa o Presidente actual na sua competência constitucional de promulgar leis.

Vítor Matos escreve explicitamente que, neste âmbito, Seguro está a seguir a mesma linha de Marcelo. INFELIZMENTE, digo eu. 

Como aqui já referi gostei do discurso de posse e do de 25 de Abril, mas por outros discursos a que irei a seu tempo, já percebi que Seguro é palavroso (em demasia para o meu gosto) e já também comenta os actos legislativos que lhe chegam da Assembleia da República e do Governo.

Com os comentários mostra querer demarcar-se politicamente.
Mas mostra igualmente que não leu com atenção a CRP ou se leu não entendeu.

Nenhuma legislação, vinda da Assembleia da República ou do Governo requer aprovação do Presidente da República.
O Presidente da República não tem que comentar o que lhe chega: promulga ou veta, PONTO. 

Ou comentar é para dar a entender - ai apetecia-me tanto vetar mas . . . . . . . . ai o governo . . . por outro lado ai os ostros . . . 
Os milhões que votaram Seguro vão perceber mais depressa do que imaginável que se enganaram. 

Está o senhor convencido que assim será popular, muito amado? Quer ser amado à Marcelo? Se sim creio que faz mal.

E quer consensos? Legítimo.
Isso é para ser propalado, explicado, não é para fazer comentários ao promulgar actos legislativos. 
Faz-me lembrar que eu também queria ter um Porsche . . . . . não tenho. . . . . . mas tenho pena!

Naturalmente e como sempre, admito poder estar a ver mal as coisas.

António Cabral (AC)
6  MAIO  2026
> 1856 - Nasce Sigmund Freud
> 1897 - Nasce Arpad Szenes
> 1908 - D. Manuel II coroado rei
> 1937 - EUA, New Jersey, desastre do Hindenburg
> 1954 - França derrotada em Dien-Bien-Phu
> 1974 - Sá Carneiro, Pinto Balsemão e outros fundam o PPD
> 1978 - Mário Soares chama o FMI, 1ª bancarrota em Portugal
> 1992 - Faleceu Marlene Dietrich
> 1994 - Inauguração do túnel sob o Canal da Mancha
AC

terça-feira, 5 de maio de 2026

 POR  AÍ

AC


RESULTADO DA GERAÇÃO A MAIS BEM PREPARADA DE SEMPRE?

AC

AC

ÁGUA, a FALTA DELA, DESSALINIZAÇÃO

Um amigo enviou-me esta pequena notícia.

(Lusa)
A manifestação pretendeu chamar a atenção para a importância da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos marinhos, num contexto de crescente pressão sobre as zonas costeiras
Mais de cem pessoas participaram este sábado num cordão humano e numa marcha de pescadores por mar na praia da Rocha Baixinha, em Albufeira, contra a instalação da dessalinizadora neste concelho do Algarve
.

Quando lhes faltar água, e não faltará muito, que protesto farão nessa altura?

Que depois do 25 de Abril de 1974 começou o assalto mais em força ao litoral Algarvio é incontestável.
Assalto que se tinha iniciado na Primavera (???) Marcelista, creio não estar enganado.

Desde Outubro passado que choveu muito e até as poucas barragens existentes no Algarve sairam do aperto onde estiveram bastante tempo. Recordo que houve reduções de consumos de água.

Oa protestos, todos os protestos são legítimos dentro das regras existentes numa democracia.
Mas convinha pensar racionalmente.

Em muitas partes do mundo se recorre já a dessalinizadoras para resolver o problema de escassez de água. Mas aqui na tugolândia e como de costume nada de pensar um bocadinho.

Este protesto fez-me recordar o dito - as latas vazia fazem mais barulho que cheias. O mesmo se aplica a cérebros.

BOM DIA
Tenham uma boa 3ªFeira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte
AC
POIS!

"suum cuique tribuere"

Dos meus longínquos tempos de Faculdade de Direito lembrei-me disto.

A tradução é mais ou menos - "a cada um aquilo que lhe é devido"

Mas também me martela constantemente a cabeça, isto - "para os amigos TUDO, para os inimigos nada, para os outros a lei".

Porque será que a minha mente, tortuosa certamente, desde há muito tempo insiste comigo que estou perante frases quase sinónimas?

E não é que os últimos anos na Tugolândia parecem persistentemente  quererem confirmar?
AC
SABEDORIA  DE  MÃE
Sabedoria de mãe de 100 anos com a cabeça ainda direitinha:

"Metade do que comemos é para vivermos, a outra metade é para os médicos"!!!!!

AC
Republico texto de 29 de Setembro de 2014.
Com um comentário no fim.

No País com cada vez mais imparidades

Houve primárias. E, vê-se por aí, o grande contentamento de muitos, como já se via nas últimas duas semanas. Agora é que é!
Agora é que é, pois afastado que está, e felizmente digo eu, a gelatina política cor de rosa, agora é que se vai (oxalá) começar a ver a reação dos portugueses, quanto a este novo (????) PS, quanto ao PSD, e quanto aos outros partidos, existentes, e os que se perfilam como novos salvadores do nosso sistema.
Não sou militante partidário, nem simpatizante rosa. Nem, aliás, de outras cores. Defendo simplesmente, como tenho procurado fazer ao longo da vida, que somos todos da mesma massa, devemos ser todos iguais perante a lei e oportunidades na vida, mas não somos todos iguais, não somos todos da mesma forma.

Não gostava de ter em Portugal mais maiorias absolutas de um só partido. Gostava de ter no meu desgraçado País, pactos de regime, duradouros e consistentes, qualquer coisa do mesmo género como se fez em Espanha anos atrás.

Mas as coisas são como são, e não como se ansiava fossem. E por mim falo. Aflige-me os argumentos ouvidos, quer de "comentadeiras", quer de vários dos que foram votar nestas primárias. Respeito, mas aflige-me muito. Há quem dê palmas entusiásticas porque a campanha mobilizou muita gente. Recordo todos os anteriores entusiasmos da nossa história, e fico esclarecido. Ah,.....a campanha teve confrontos, ....pois! Houve política........pois!

Na minha opinião, creio que se continua a confundir a falta de educação e a gritaria com nobre combate político. O que vejo e vi, será tudo menos nobre. Argumentos, ideias, definição clara de rumo? Sei que vejo pouca televisão, deve ter sido por isso.

Identifiquei com facilidade o falso tímido, a falsa vítima. Igualmente o arrogante, que passa por ter boa imagem. Parece que muitas "comentadeiras" anseiam por combate em cima do escudo do "Obelix", Costa - Rio. Tudo isto é para mim cada vez mais curioso. Pacto de regime entre esses dois profissionais da política?
Basta ver o que cada um fez ou não fez na autarquia respectiva, o que um esbanja e o outro se controla, o que um se borrifa para os buracos e as limpezas e outras coisas mundanas, e o outro menos, o que um tanto cuidado tem com os OCS e as listas para dar contínuos croquetes ao "pessoal" apoiante (sempre se poupa numas refeições), para manter em mim a convicção de a que a coisa não será fácil.

Além do mais, se alguma "gelatina" parece afastada, vejo por trás do novo líder PS, muita tralha gelatinosa do pós Cavaquismo, muita tralha dos apartamentos grátis por essa Europa fora.
O que verifico na vida nacional, de há décadas, é a criação de "ONGUES", de negociatas envolvendo figurões de todas as cores partidárias, fundações, a duvidosa acutilância do Ministério Público perante os diferentes "casos" no pós 25 de Abril.

Além do mais, adoro ouvir os da voz grossa que se ofendem com sugestões decorrentes do que está na CRP (mínimo de 180 deputados). Claro que Costa defenderá com unhas e dentes a manutenção da podridão actual. Ele e muitos, em todos os partidos. Como se não fosse possível arranjar uma forma de, acontecesse o que acontecesse, os pequenos partidos terem sempre uma voz na AR, reduzida em número, mas estar lá. Como devem estar, mas haja algum juízo de democrático e não transformem 8 em 80.

Os argumentos, os meus incluídos, podem sempre ficar pouco explicados, mas o que me confrange é esquecer-se muitas vezes o que está para trás. Tento sempre evitar esse pecadilho, mas por vezes falho. Isto a propósito do que a UGT faz, fez ou pode fazer na concertarão social. Fez acordo com o actual governo? Então, e nos governos PS, não fez? Santa paciência. Como se não se soubesse que a influência PS na UGT é maior que PSD. Ou estou mais uma vez enganado?

Costa melhor que Seguro. É bem provável. Pelo menos não parece gelatina. Mas, "we will see". Aguardemos pelas fidelidades, pelo peso e força das várias tralhas que o catapultaram.
Quero ver, muito, a reação do PCP e do PSD.

Os tempos nunca estiveram para brincadeiras, mas em Portugal muito se tem brincado. A mobilização das pessoas é um tema que me entusiasma. Mas angustia-me a inconsistência.
E tantos acreditam em milagres. Desculparão, eu não.

.........é que pintassilgos, não são pardais!

António Cabral (AC)
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Como bem conhecido, tivemos em 2014 as primárias no PS de que resultou a mudança de chefia nesse partido; António Costa enxotou Seguro, que se retirou das lides políticas activas.

Como se sabe, tivemos a geringonça, depois António Costa sem geringonça e depois saltou a telenovela Influencer.

Como se sabe António José Seguro ganhou a Presidência da República. 
Já António Costa e como sempre fez ao longo da vida tratou da vidinha e aproveitou bem a conjugação dos astros!

Salvo melhor em Portugal continua-se a brincar com quase tudo.
Salvo melhor opinião caminhamos orgulhosos do pantanal para o precipício. 
Continuamos com "tralha" em todos os partidos.

Estão convencidos que agora com Seguro em Belém é que vai?
Palavroso está, a seguir manias e erros de Marcelo idem.

Gostava de estar enganado.

AC
5  MAIO  2026
DIA DA LÍNGUA PORTUGUESA 
DIA NACIONAL DO MÉXICO
DIA EUROPEU DA MÚSICA
> 1818 - Nasce Karl Max
> 1821 - Ilha de Santa Helena, faleceu Napoleão
> 1883 - Wall Street Crash
> 1920 - Papa Bento XV canoniza Joana d'Arc
> 1949 - Criação do Conselho da Europa
> 1961 - Alan Shepard no espaço
> 1976 - Nasce em Espanha o jornal "El Pais"
> 1986 - Estação ferroviária da Póvoa de Santa Iria, acidente ferroviário grave, choque de dois comboios, de que resultam vários mortos e feridos
AC

segunda-feira, 4 de maio de 2026

4  MAIO 1993 

Nesta data os jornalistas portugueses aprovaram o Código Deontológico.

1993 -1977 =   16 anos. 

Tomo 1977 como referência uma vez que durante 1976 tiveram lugar várias eleições, e é partir de 1976 que o regime fica constitucionalmente erigido e a funcionar democraticamente.

Levaram, portanto, 16 anos para aprovar o código.

É um dos exemplos, a juntar ao que se assiste nos últimos anos, que diz muito sobre a qualidade dos jornalistas portugueses.

Repito o que escrevo há anos: sociedade sem liberdade de imprensa, sem jornalistas/ órgãos de comunicação social livres, independentes, assertivos, rigorosos, que investiguem e lutem por escrutínio honesto, que ajam como que um contrapoder, que não cedam a pressões, é uma sociedade doente.

Estarei a ser injusto?

AC

AMIGO CORVO MARINHO
Amigo corvo marinho, estás com ar cansado.
Que boas fotografias me tens proporcionado. 
Também tu chafurdas nas águas turvas, em fundos baixos, em zonas lodosas. 

Bem sei, não te zangues, sei que não és como muitos, eu sei que é para ver se encontras um peixinho, magrinho que seja, para te matar a fome. 

Bem sei, não te zangues, o termo chafurdar pode parecer que te estou a confundir com certos e coloridos peixes de águas profundas que por aí andam. 

Desculpa, meu amigo corvo marinho.



AC
AMIGALHAÇOS
Todos tão amigos. 
Em todos os partidos. 
E todos lembram sempre, "é um partido plural".
AC


GRAFITO

AC
PARA TEMPERAR COMIDA
AC