quarta-feira, 18 de março de 2026

PORTUGAL é um PAÍS?

PORTUGAL é um COVIL de LADRÕES?

Aumentaram um combustível salvo erro 23 Cêntimos.

Ainda não é combustível que tenham ido buscar, já cá estava!

Estive a ver e se vi bem, na Europa um país aumentou 10 Cêntimos e outros entre 5 e 8 Cêntimos.

PORTUGAL é um PAÍS?

PORTUGAL é um COVIL de LADRÕES?

Eu sei e há muito a resposta.

E os meus estimados amigos e visitantes deste modesto blogue pessoal, a minha única rede social, que acham?

AC

Ao SOL no BALCÃO 
Domingo, 15 Março,
AC

CAMINHADA


AC

QUERIASSSSS . . . . . LABREGO

AC
 

RECORDANDO

- "Grupos diferentes têm de ter tratamento diferente"
(Margareth Tatcher)

- "Um bom pastor deve tosquiar as suas ovelhas, mas não esfolá-las"
(Tiberius Claudius Nero)

Bom dia.
Tenham uma boa 4ªFeira.
Saúde e boa sorte.
E muita paciência para aturar isto tudo, cá e lá fora.

AC

Poema aos homens constipados 

(António Lobo Antunes)

Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.

Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.

Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo

Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.

Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer

AC

PRODUCTIVIDADE

Exame prático de avaliação da produtividade de um trabalhador.

Em Portugal, obviamente.

AC

Recordando ADRIANO MOREIRA em 1987
Este homem lúcido que lá por ter sido ministro de Salazar por algum (pouco) tempo pois ficará para sempre célebre - mudou de política, mudou de ministro - coisa que deve ter irritado o ditador, era tudo menos fascista apesar do que disseram uns quantos patetas.

Adriano Moreira recordou em 1987 um estudioso que em 1949 referiu -  a Rússia estalinista não absorveu apenas as tendências ditatoriais de um socialismo de batalha, de origem ocidental, mas é absolutamente fiel às próprias linhas de força da sua formação histórica isolacionista, orientalista, imperialista e absolutista.

AC
A   TUGOLÂNDIA
Na Tugolândia uma das mais recentes telenovelas tem como protagonistas o "shor" Centeno, mais o "shor" Ventura.

Recorde-se que o "shor" Centeno depois de estar geringonçando nas Finanças com o "shor" Costa tornando-se o rei das cativações  esmifrando os serviços públicos num procedimento amparado por uma constante e frenética demagogia e mentira, conseguiu ser nomeado pelo seu patrão para governador do Banco de Portugal. 
Instituição onde trabalhou vários anos, BdP para onde entrou antes de 2009 e em grande parte por isso terá agora uma pequenina reformazita!

O "shor" Ventura está escandalizado e quer o sucessor do "shor" Centeno a responder no Parlamento para explicar esta reforma que, segundo corre por aí, será acima dos 17 000,00 Euros mensais. Uma bagatela pouco acima do salário médio nacional!

Quando o actual governo não reconduziu o "shor" Centeno este terá pensado - se pensam que me vou embora estão bem enganados
E ficou para ganhar o seu, e atazanar o sucessor.

O sucessor deve ter andado a ver como conseguiria chutar o "shor" Centeno dali para fora.
E como a legislação interna do BdP o permite, acordaram esta airosa saída.

Portugal é também isto, miséria para mais de 2 milhões de portugueses (creio que serão bem mais) a par de legislação pornográfica no BdP e legislação gostosa em muitos outros sectores da pesadíssima máquina do Estado para legalmente dar saborosas mensalidades e prebendas e reformas aos vários que há 52 anos saltitam entre os diferentes corredores da máquina do Estado, os negócios, a banca, os reguladores, as fundações, os observatórios, e as mais diversas instituições na máquina ou a ela associadas.

Como me parece evidente, as desigualdades sociais são cada vez mais gritantes, lembro-me bem como houve algum escândalo com o vencimento de Constâncio quando governador do BdP comparado com o que, dizia-se, recebia o patrão da Reserva Norte-Americana. 
Mas não passou disso, um pequeno sururu, pois nunca PS e PSD quiseram mexer na coisa. Dá sempre jeito aos deles, mais cedo ou mais tarde.

Em cima disto aparecem uns patetas a escandalizar-se que muitos se escandalizem com estas democráticas desigualdades.

A esquerda caviar dos salões e das obras de arte e do bom whisky e dos bons restaurantes e alojamentos é sempre outra coisa! Sobretudo os da cor que se vangloriam de não ter cartão!

AC
18  MARÇO  2026
> 1897 - Portugal, surgem as Escolas Normais Portuguesas, para formar professores de instrução primária
> 1900 - Faleceu António Nobre 
> 1922 - Índia, Mahatma Gandhi é sentenciado a seis anos de prisão por desobediência civil
> 1926 - Nasce Augusto Abelaira
> 1978 - Ardeu o Museu da Faculdade de Ciências, Museu de História Natural e de Ciência 
> 20120 - Portugal, Covid-19, decretado estado de emergência
AC

terça-feira, 17 de março de 2026

Forbes considera Monsanto uma das aldeias mais bonitas do Mundo https://share.google/1vEIjHALAInJY9H98

AC

A L D E I A

Raramente reporto coisas de âmbito muito pessoal.

Mas sempre posso dizer que sou FELIZMENTE um sortudo com a família que tenho.
E em mais alguns aspectos da vida tenho tido felizmente muita sorte.


Quanto à casa na aldeia, fará 26 anos no próximo 20 Agosto, primeira noite lá dormida. 

Tinha ficado pronta a 16 Julho, curiosamente o dia em que torci as costas e fui ao serviço de saúde em Norfolk (estive nos EUA em serviço de 15AGO1998 a 31 AGO 2001).

Comprei a casa em DEZ 1991 isto é, dei um cheque de  sinal, e assinámos num papel branco escrito por mim a promessa de compra-venda, selando a coisa assinada com um aperto de mão. Foi o suficiente para mim e para o idoso dono.

A escritura foi celebrada em OUT 1992, e como sempre me ia faltando tempo (€€€€🥸) a reconstrução só começou em MAR 1999. 

Em 1991 a casa teria quase 100 anos. Três paredes abauladas, uma direita, telhado a começar a desfazer-se.
Ficou catita, por fora e por dentro.
AC

LATAS  VAZIAS  SEMPRE  FAZEM  MAIS  BARULHO  DO  QUE  CHEIAS.

O  MESMO  VALE  PARA  CÉREBROS.

(ATRIBUÍDO A TRUMAN CAPOTE)

Bem lembrado por um bom amigo

AC

 EQUILIBRIO
Este "apêndice" de madeira tem uma certa piada pois está feito de tal maneira que aguenta uma garrafa na horizontal como se observa na fotografia.

Os mandamentos terão alguma piada, mas o importante (opinião pessoal naturalmente) é que tal como na vida se deve levar com equilíbrio.

Pela minha parte sempre assim foi, bebo pouco, nada em muitas refeições a não ser água, mas com alguma regularidade e com boa restauração sobretudo caseira bebo várias vezes um copo quase sempre de vinho tinto.

Aqui na aldeia, neste fim de semana passado começado a meio da 6ª Feira 13 assim foi, algum copito com moderação. 
Este vinho da fotografia é da cooperativa de Pinhel e é bem razoável de qualidade e de muito agradável preço.
AC
REPETINDO-ME

BELÍSSIMA,  EXCEPCIONAL
Esta fotografia não é minha.
Tenho algumas parecidas. 
Foi vista pela minha mulher no Facebook, e pedi-lhe para ma passar por WhatsApp. 
Aqui está, uma das fotografias sobre a "minha" aldeia de Monsanto mais maravilhosas que vi até hoje.
Uma das casas em primeiro plano é do meu amigo José Augusto.
A minha casa também está bem visível e iluminada.
A Torre de Lucano ou do Relógio também está bem visível.
Salvo melhor opinião - BELA FOTOGRAFIA.
António Cabral
Fantasma de PP ainda no Parlamento ?
Provavelmente a maioria dos meus concidadãos não estará recordado que PP (Pacheco Pereira) nos seus tempos de deputado protagonizou cenas muito "interessantes" nos corredores da Assembleia da República no seu "embate" com os jornalistas.

Lembrei-me disto ao ter-me apercebido que há poucos dias no Parlamento e no decurso de uma inquirição na comissão parlamentar de inquérito ao INEM, os deputados acordaram / aprovaram requerimentos que em termos concretos inviabilizavam/ inviabilizaram  assistir ao debate /inquérito sobre a telenovela chamada INEM, uma telenovela de má qualidade, em exibição em Portugal nos últimos anos.

Se percebi bem e, como sempre admitindo poder ter percebido mal, nem escutar, nem ver, nem fotografar, assim quiseram os deputados.
Não, era mais, era mesmo NÃO ESTAR PRESENTE NA SALA.

Não é que o INEM seja uma instituição que tenha tido algum problema, algum percalço, algum transtorno para com os cidadãos! 

Será impressão minha ou, devagarinho, a "coisa" vai fazendo o seu caminho. . . . . . . . neste ou naquele assunto mais melindroso . . . . . NADA de COMUNICAÇÃO SOCIAL.

Bom dia, tenham uma boa 3ª Feira.
Saúde e boa sorte e muita paciência para aturar isto.

AC
Uma Vista a Partir da Aldeia
Domingo, 15 de Março, 1200 horas
AC

P O E S I A
(cada vez com maior actualidade; faço minhas as palavras de Aleixo)


Sem que discurso eu pedisse,
Ele falou e eu escutei.
Gostei do que ele não disse;
Do que disse não gostei.

P'ra mentira ser segura
E atingir profundidade,
Tem de trazer à mistura
Qualquer coisa de verdade.

Mentiu com habilidade,
Fez quantas mentiras quis,
Agora fala verdade,
Ninguém crê no que ele diz.

Julgando um dever cumprir,
Sem descer no meu critério,
Digo verdades a rir
Aos que me mentem a sério


           António Aleixo


António Cabral

O ex-primeiro-ministro José Sócrates disse esta segunda-feira que a proposta do PSD para a suspensão dos prazos de prescrição de crimes em caso de substituição de advogado confirma a motivação política do processo Operação Marquês.

A minha impressão é que, de cada vez que abre a goela além de só saírem as coisas mais ordinárias, confirma e reconfirma não só a "prenda" que é e sempre foi, como confirma que tudo faz para ver se consegue que nada ande, que tudo prescreva.

AC
ORMUZ 

Publico como recebi.
AC

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Texto da lavra de um português que prefere ficar incógnito.

E aqui se recorda um curioso e oportuno
Apontamento Histórico...

Em 2026 o mundo parou devido ao controlo de algo que Portugal controlou por mais de 100 anos.
O Estreito de Ormuz foi de Portugal desde 1515 a 1622.
O domínio sobre esta passagem foi um dos pilares da estratégia de Afonso de Albuquerque para estabelecer o Império Português no Oriente.

1. A Conquista (1507 e 1515)
Afonso de Albuquerque compreendeu que, para controlar o comércio de especiarias no Oceano Índico, era necessário dominar três pontos-chave: Áden, Malaca e Ormuz. Primeira tentativa (1507): Albuquerque atacou a Ilha de Ormuz e começou a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória. No entanto, devido a uma revolta dos seus próprios capitães, teve de abandonar a posição temporariamente. Consolidação (1515): Albuquerque regressou com uma força maior e consolidou o domínio português, transformando o Reino de Ormuz num estado vassalo da Coroa Portuguesa.

2. O Papel do Forte de Ormuz
Os portugueses construíram o imponente Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz. A partir dali, controlavam quem entrava e saía do Golfo Pérsico:
* Sistema de Cartazes: Qualquer navio que quisesse navegar na região precisava de uma licença paga aos portugueses (o cartaz).
* Alfândega: Ormuz tornou-se uma das fontes de rendimento mais lucrativas para o império, devido às taxas alfandegárias cobradas sobre cavalos, seda e especiarias.

3. A Perda do Controlo (1622)
O domínio português durou cerca de 107 anos, mas terminou devido à ascensão de novas potências e alianças locais:
* Aliança Anglo-Persa: O xá persa Abbas I desejava expulsar os portugueses, mas não tinha frota. Ele aliou-se à Companhia Inglesa das Índias Orientais, que forneceu o apoio naval necessário.
* A Queda: Após um cerco intenso em 1622, a guarnição portuguesa rendeu-se. A cidade de Ormuz foi praticamente destruída e o centro de comércio foi transferido para o continente (Bandar Abbas).

* Curiosidade: Ainda hoje é possível visitar as ruínas da fortaleza portuguesa na ilha de Ormuz (atual Irão), onde as paredes de pedra avermelhada e as cisternas de água permanecem como testemunhos dessa época.