domingo, 17 de maio de 2026

Nos tempos em que os reis mandavam, numa noite escura, à entrada de Dezembro, o rei veio à varanda do seu iluminado palácio e reparou que a cidade estava escura como breu.

Chamou o seu Chanceler-Mor e ordenou-lhe:
- Antes do Natal quero ver a cidade toda iluminada.
Toma lá 500 cruzados e trata já de resolver o problema.

O Chanceler-Mor chamou o Alcaide e ordenou-lhe:
- O nosso rei quer a cidade toda iluminada ainda antes do Natal.
Toma lá 250 cruzados e trata imediatamente de resolver o problema.

O Alcaide chama o Meirinho e diz-lhe:
- O nosso rei ordenou que puséssemos a cidade toda iluminada para o Natal.
Toma lá 100 cruzados e trata imediatamente de resolver o problema.

O Meirinho emite então um edital a dizer:

“Por ordem do rei em todas as ruas e em todas as casas deve imediatamente ser colocada iluminação de Natal. 
Quem não cumprir esta ordem será enforcado”.

Uns dias depois o rei veio à varanda e, ao ver a cidade profusamente iluminada, exclamou:
- Que lindo! Abençoado dinheiro que gastei. Valeu a pena.

… E foi assim que Portugal começou a funcionar …

 O QUE ESPERAR DA CONDIÇÃO HUMANA ?

Este boneco pode ou não ser considerado um bom retrato do que se vai passando.

O "ambrósio" lá atrás, representando o subserviente, ou o apagado, ou o tristonho, ou o lacaio que ainda não percebeu bem de quem é lacaio e de quem quer vir a ser lacaio, bem podia ter o rosto de Costa ou da Leyen ou em alternativa da Kallas.

Os tudólogos e os do komentariado tuga desdobram-se em comentários, opiniões, considerações, efabulações, artigos, alguma Severianada, muita conversa da treta. Cavaco também palra!

Creio que em parte, e não só quanto à vida na tugolândia mas internacionalmente, andam muitos com histórias da carochinha, andam muitos a fingir que percebem o que se está a passar mas, sinceramente, creio que a maioria não sabe nada, não percebe de nada do que é o "busílis".

Eu também não percebo nada de praticamente tudo.

Mas, tal como Marguerite Yourcenar, tenho e sempre tive pouca confiança na condição humana. E não confio nada em Trump, Xi ou Putin.

Mas as conversações destes facínoras (Putin vai também à China) e o que vomitam cá para fora é para entreter o komentariado nacional e internacional.

Estou pessoalmente convencido que continuará a desordem, muita ruína, de vez em quando virá alguma ordem, como defendia Marguerite.

Pessoalmente, que de praticamente tudo nada percebo, continuo convencido que o cerne das questões está no domínio da EuroAsia, e para ela olham sempre Rússia, EUA, China, e a Índia tenta meter um bocadinho o bedelho.

A guerra anda há mais de 4 anos na Ucrânia, mas a verdadeira guerra não me parece que seja essa mas sim, a existência da NATO que se fracassar será do agrado da Rússia, mais a China a tentar sorrateiramente combater / se possível acabar com as alianças dos EUA no Pacífico e Índico. 

E o Médio Oriente é determinante para todo o jogo global, e por isso Trump foi à China pois a esta não creio que lhe interesse convulsão excessiva no Irão nem Ormuz fechado.

Naturalmente que como ignorante de quase tudo posso estar completamente enganado no que escrevi e penso. Aguardemos.

AC

 FLORES  NA  ALDEIA

AC
O presidente do Tribunal Constitucional (TC), José João Abrantes, garantiu na sexta-feira que a sua renúncia ao cargo não está relacionada com qualquer "estratégia político-partidária" e defendeu que a história do órgão demonstra a sua independência.

Disse que . . . . 
Não está relacionada . . . . 
história de independência . . . .

Respeitando a opinião alheia, SEMPRE, concordando ou discordando depois, e comentando se me apetecer, neste caso apetece-me dizer - 

POIS TÁ CLARO . . . . e os bebés chegam de Paris!

AC
17  MAIO  2026 
DIA MUNDIAL DAS TELECOMUNICAÇÕES
DIA MUNDIAL DA SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO
DIA INTERNACIONAL DA RECICLAGEM
DIA INTERNACIONAL CONTRA A HOMOFOBIA
> 1884 - Abreu de Oliveira eleva-se num balão a gás na Tapada da Ajuda
> 1920 - Sacadura Cabral voa Inglaterra-Lisboa com escala em Brest e El Ferrol
> 1959 - Inauguração do Cristo Rei em Almada
> 1967 - Banco de Portugal na Figueira da Foz assaltado pela LUAR (Liga de Unidade e Acção revolucionária)
> 1990 - Assembleia Geral da OMS retira a homossexualidade da lista de doenças mentais
> 2011 - Entrada da Troika em Portugal
> 2014 - Fim da intervenção da Troika em Portugal
AC

sábado, 16 de maio de 2026

 ALDEIA

AC

NUNCA  MAIS  OUVI  FALAR  DELE
ESTARÁ NA MISÉRIA COMO ESTE BONECO ANTIGO SUGERIA?

AC


 Regresso do almoço, a pé, quase sem vento, Sol estupendo.

AC

RESTAURAÇÃO na ALDEIA


Belíssimo almoço

Entradas - cogumelos, azeitonas, pão, mini desfeita grão e bacalhau

Pratos - arroz de polvo e cachaço de porco com cogumelos, batatas fritas, grelos salteados

Sobremesa - tigelada

Vinho - Quinta dos Termos, tinto

Água - natural, Luso 

cafés

Almoçámos divinalmente. 

Estimados amigos, visitantes, leitores, não levem a mal mas lembrem-se de que a inveja É. . . . . . . PECADO 😎😎😎😎

AC

ESPLANADA no BALUARTE QUASE a ABRIR

AC

ROSAS  da  ALDEIA

Um bom ramo de rosas alegra bem a casa


AC 

O momento antes da partida
(Interessante artigo, opinião pessoal naturalmente AC)
(sublinhados meus)
15 Maio 2026

Estação de comboios Créditos: Manuel Falcão

Gosto de comboios. Arrisco até dizer que gosto de todos os comboios — os de brincar, os a sério, os rápidos, até dos lentos. Tenho pena de não andar mais de comboio mas já se sabe que o panorama ferroviário do país não ajuda.

Por exemplo, desde cedo habituei-me a andar de comboio na linha da Beira Baixa. Foi a minha aprendizagem, a descoberta dos cruzamentos do Entroncamento, a segunda etapa da viagem, a procura da plataforma onde estaria o comboio que me levaria ao meu destino. 
Até essa linha da Beira Baixa está fechada desde as tempestades de fevereiro e não se sabe ainda quando abrirá. Não é a única... as obras na ferrovia prolongam-se sempre por mais tempo do que se imaginava — são as novas obras de Santa Engrácia.

O incumprimento de prazos é uma doença crónica do Estado português e ainda não houve governo (NENHUM - PSD, CDS, PS, AD, Geringonça, maioria absolutas ou relativas) que tivesse o dom de melhorar o panorama. Mas quando se entra num comboio para uma viagem longa tudo se esquece.

Gosto de olhar pela janela e ver a paisagem passar; quando chove, ver as gotas de água a escorrer; gosto até dos solavancos e sobretudo gosto de misturar olhar pela janela e ir lendo o jornal ou um livro. 
E gosto das estações, desde as centrais nas grandes cidades até aos pequenos apeadeiros onde os comboios só param de vez em quando. Gosto de as ver ao anoitecer, de sentir as luzes que iluminam as pessoas que estão à espera nas plataformas. E gosto de ver as linhas desenhadas pelo carris, essa esquadria que modela o horizonte e nos abre o caminho, como nesta fotografia, aquele instante antes de o comboio chegar.

Manuel Falcão

Bica matinal na aldeia

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte.
AC

LEMBRAM-SE do JÔ SOARES ?

"Sois Rei"   "Sois Rei"   "Sois Rei"


Pois é, eu vou a todas, quero lá saber se lhe faço sombra, o povo ama-me! Selfies em barda, aulas e discursos e correrias . . . . . quase não durmo . . . . como é meu hábito!

AC

 DITADO  POPULAR

"É SÓ ÀS ÁRVORES QUE DÃO FRUTO QUE OS GAROTOS ATIRAM PEDRAS"

AC

RECORDANDO TESOURINHOS DEPRIMENTES


Quando a então ministra Helena Carreiras pedia aos oficiais do Exército e GNR humildade e discernimento para reconhecer limites

AC

O SAUDOSO NICOLAU e HERMAN  JOSÉ
Aqui no sossego da aldeia, depois de uma longa caminhada pós jantar caseiro dei comigo a pensar em algumas coisas do presente desta cada vez mais inarrável Tugolândia.
E recordei Nicolau Breyner e Herman José quando há décadas fizeram aquela rábula - como vai este país.

Vários insistem que é a CRP que faz com que estejamos como estamos. 
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem depois, concordo ou discordo e comento se me apetecer.

A minha opinião é de que a CRP não tem culpa nenhuma do estado comatoso em que estamos.

Estamos como estamos por causa de muitos
- dos sucessivos titulares de órgãos de soberania, 
- das sucessivas chefias civis e militares, 
- das sucessivas chefias de empresas públicas e privadas, 
- das sucessivas chefias hospitalares, 
- dos sucessivos detentores de órgãos de comunicação social tal como directores e chefes de redação e jornalistas, 
- das sucessivas chefias das ordens profissionais, 
- das sucessivas chefias dos sindicatos e associações sindicais, 
- e um infindável ETC.

Será culpa da CRP:
- passado mais de um ano do apagão o lamaçal contraditório que por aí ainda vai
- passados praticamente 4 meses sobre a "Kristin" ainda há concidadãos sem reposição das ditas "comodities"
- o pouco rigor exigido à construção civil
- a degradação dos cascos velhos de muitas cidades vilas e aldeias
- as imensas construções sobre a beira da arriba na Costa da Caparica
- o desordenamento territorial
- total ausência de planeamento global
- o estado das Forças Armadas
- passados 52 anos sobre o 25ABR74 se continuar com mais do mesmo nas Forças Armadas, com potenciais compras de material sem se definir que FA Portugal deve ter face à imensidão oceânica sob jurisdição nacional e inerentes interesses, e face a acordos e tratados e face a um mundo virado do avesso
- o estado da ferrovia
- o estado e futuro da TAP
- a perda de tempo e energias com o patético pacote laboral
- 12 anos sobre a detenção do execrável Sócrates e a vergonhosa situação do processo
- o que se passa em algumas esquadras da PSP
- a erosão costeira
- a vergonhosa carga fiscal sobre combustíveis
- o escandaloso preço da electricidade apesar de tanta energia verde
- a escandalosa (opinião pessoal naturalmente) cobertura mediática e sobretudo nas TV sobre futebol e as estrelas (???)  respectivas, e a cultura sempre para trás
- o aparecimento do Chega e o seu inacreditável e horrível crescimento (opinião pessoal naturalmente
- a imigração descontrolada
- o crescimento sustentado de formação de políticos começando nas Jotas e muitos nunca sabendo nada da vida senão trabalhar em política
- a formação de magistrados/ juízes sem experiência de vida pois saltam novinhos para dentro do CEJ e depois vão julgar
- a continuação vergonhosa de termos cidades com 6000 pessoas ou pouco mais e juntas de freguesia em muitas cidades com mais habitantes
- a continuação da telenovela do novo aeroporto de que se começou a falar no tempo de Marcelo Caetano
- a vergonhosa burocracia para tudo e mais alguma coisa
. . . . . .

e um infindável ETC.

António Cabral (AC)
16  MAIO  2026
DIA NACIONAL DOS CIENTISTAS
DIA DE SANTO UBALDO

> 1703 - Primeiro Tratado de Methwen
> 1834 - Batalha da Asseiceira
> 1864 - Fundação do Banco Nacional Ultramarino
> 1929 - Hollywood, primeira edição dos Óscares da Academia
> 1958 - Santa Apolónia, grande manifestação de apoio a Humberto Delgado
> 1974 - Portugal, empossado o primeiro governo provisório
> 1977 - Portugal, transmissão do primeiro episódio da telenovela "Gabriela"
AC

sexta-feira, 15 de maio de 2026

RECORDAÇÕES

POLVO À PORTUGUESA

DO QUE NOS LIVRÁMOS!
(comentários a vermelho)
Em 2008, o BPN foi nacionalizado contra a vontade dos seus accionistas. Na altura, poucas vozes contrárias se fizeram ouvir, até porque a nacionalização tinha o aval do governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio.

Após este acto, o Governo designou como administrador do BPN Francisco Bandeira, um homem da confiança pessoal de Sócrates.

Entretanto, no ano seguinte, na sequência de convulsões internas, o BCP seria 'governamentalizado', entrando para a administração Carlos Santos Ferreira e Armando Vara, notórios amigos de Sócrates.
O BES, por seu lado, era governado por Ricardo Salgado, cuja cumplicidade com Sócrates se tornou a partir de certa altura evidente, ao ponto de - quebrando a sua proverbial contenção nas referências ao poder político - elogiar por diversas vezes o primeiro-ministro em público.

Quanto à CGD, era tutelada pelo Governo.
Em conclusão, exceptuando o BPI (de Fernando Ulrich), a partir de 2009 toda a banca ficou 'nas mãos' de Sócrates ou dos seus amigos: CGD, BCP, BPN e BES - para não falar do BdP, onde pontificava Constâncio.

Na comunicação social a situação também não era famosa.
No início do consulado de José Sócrates, o grupo Controlinvest (DN, JN e TSF), de Joaquim Oliveira, foi logo identificado pelo primeiro-ministro como um potencial aliado (até pela sua dependência da banca).

O grupo Cofina (Correio da Manhã e Sábado), de Paulo Fernandes, também se mostrava cauteloso nas referências ao Governo.
O grupo Impresa (SIC, Expresso e Visão) mantinha-se na expectativa.
O grupo RTP (RTP e RDP) pertencia ao Estado e mostrava-se dócil.
O grupo Renascença não se metia em sarilhos.

Restava o quê?
A TVI e o Público - este dirigido por José Manuel Fernandes, considerado por Sócrates persona non grata.
O SOL só apareceria mais tarde.

Quando rebenta o caso Freeport, em 2009, as coisas vão aquecer.
A TVI estabelece um acordo com o SOL para a investigação daquele tema e torna-se para Sócrates um inimigo declarado.
Manuela Moura Guedes, a pivô do jornal televisivo de sexta-feira (que antecipa as notícias do Freeport), é o primeiro alvo a abater - e Sócrates empenha-se em afastá-la por todos os meios; mas tal não se mostra fácil, dado ser mulher do director da estação, José Eduardo Moniz.

Em desespero, Sócrates tenta usar a PT para comprar a TVI, mas o negócio borrega.
Também há tentativas para fechar o SOL, através do BCP (que era accionista de referência do jornal), comandadas por Armando Vara.

No que respeita à Impresa, apesar de não fazer grande mossa ao socratismo, sofre vários ataques, designadamente por parte de Nuno Vasconcellos e Rafael Mora, líderes da Ongoing e próximos de Sócrates, que tentam encostar Balsemão à parede.

Finalmente, sem se perceber porquê, Belmiro de Azevedo aceita a saída de Fernandes da direcção do Público, e Moura Guedes e Moniz deixam a TVI (indo este estranhamente para a Ongoing…).

O SOL fica isolado - e só se salvará por ser adquirido por accionistas não envolvidos na política interna.

Visto o controlo substancial de Sócrates sobre a banca e a comunicação social, olhemos para o poder político. 
Sócrates dominava naturalmente o Governo, de que era o chefe, e o Parlamento, onde o PS tinha maioria absoluta - só lhe escapando a Presidência da República.
Por isso, voltou contra Cavaco Silva todas as baterias.

O PS e o Governo tentaram tudo para implicar Cavaco no caso BPN, por deter acções do banco (embora as tenha vendido antes de ir para Belém). (BPN, um ninho enorme de PSD)
Esta campanha contra o Presidente da República ressuscitaria com estrondo nas eleições presidenciais de 2011, com a cumplicidade - diga-se - de muita comunicação social.

Outro momento alto da guerra contra Cavaco foi o aproveitamento de uma gafe (???) de um seu assessor, Fernando Lima - que tinha falado a um jornalista sobre a possível existência de escutas a Belém - para tramar o Presidente.
Usando uma técnica nele recorrente, Sócrates armou-se em vítima, virou os acontecimentos a seu favor e tentou destruir Cavaco Silva, acusando-o de montar uma cabala.

Outra vez com a ajuda de muitos jornalistas, os socratistas exploraram o caso à exaustão e o assunto foi objecto de intermináveis debates televisivos - onde se chegou a dizer que o PR tinha de renunciar ao cargo!
A campanha não matou Cavaco mas fez mossa, fragilizando o único bastião que não era dominado por Sócrates na esfera do poder político.

Talvez hoje alguns jornalistas percebam melhor o logro em que caíram.

Passando finalmente à Justiça, Sócrates tinha no procurador-geral da República, Pinto Monteiro, e no presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, não propriamente dois cúmplices, como alguns disseram, mas duas pessoas que pareceram sempre empenhadas em protegê-lo, fossem quais fossem as razões.

Nesta área, Sócrates contava ainda com um bom aliado: Proença de Carvalho, pessoa influente nos meios judiciais (incluindo junto de Pinto Monteiro).
E teve sempre o apoio do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto.

Portanto, também aqui, o primeiro-ministro estava bem acolchoado.
Governo, Parlamento, Justiça, comunicação social, banca: Sócrates controlava os três poderes do Estado - executivo, legislativo e judicial - e estendia os seus tentáculos ao quarto poder (os media) e ao poder financeiro (os bancos).

Talvez muita gente não se tenha apercebido na época deste cenário aterrador.
Mas olhando para trás - e sabendo-se o que hoje se sabe - temos noção do perigo que o país correu: um homem sobre o qual pesam suspeitas tão graves chegou a deter um poder imenso, que se alargava a todas as áreas de influência.

Só de pensar nisto ficamos assustados - e é muito estranho que alguns dos que privavam com ele não se tenham apercebido de nada.

Foi lamentável ver pessoas como Ferro Rodrigues ou Correia de Campos fazerem tão tristes figuras, defendendo-o encarniçadamente até ao fim.
É certo que, como bem disse José António Lima, a democracia venceu-o, afastando-o do cargo.

Mas também foi a democracia que permitiu que um homem como este chegasse a reunir um poder tão grande em Portugal.
Isso mostra a vulnerabilidade do sistema democrático.

P. S. - No caso dos vistos gold, logo a seguir às detenções, deu-se por adquirido que os arguidos eram culpados, considerou-se “inevitável” a demissão de Miguel Macedo, e António Costa disse que o Governo ficava “ligado à máquina”. 
Uma semana depois, as mesmas pessoas contestam a prisão de Sócrates, invocam a “presunção de inocência” e acham “absurdo” falar na hipótese de demissão de António Costa.

Palavras para quê?

Editorial de José António Saraiva

AC

REPUBLICANDO

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

QUE GRANDE NOVIDADE
"Portugal atrasou-se por culpa de Espanha" (Filipe Gonzalez)
AC