terça-feira, 16 de junho de 2026

CAMINHADA  MATINAL

AC

AC
POR  AÍ 
AC
ESTOU  A  SER  INJUSTO ?
Esta a pergunta que a mim próprio venho colocando a propósito do actual inquilino em Belém, o Presidente da República António José Seguro.

Sobretudo a propósito dos discursos que até agora produziu, verdadeiros lençóis, muitooooooooooooo longoooooooos. 
E creio que pouco sumarentos.

Um bom amigo já se meteu comigo gabando a minha paciência para os ir lendo. Comentei alguns e assim tentarei prosseguir.
Concedo que lidos é uma coisa, ouvi-los presencialmente deve ser muito doloroso. Então agora no tempo quente, de certeza que muitos fecharão os olhos.

Não faço ideia quem é o principal escritor dos seus discursos mas sincera e respeitosamente, creio que o PR com tão longos discursos corre o risco das mensagens que tenciona passar ficarem um pouco difusas ou mesmo pouco ou nada perceptíveis.

A comparação dos seus discursos com o tempo em que as missas eram dadas em latim para ninguém perceber nada poderá parecer exagero, mas creio que há uma certa razão recordar isso. 

Mas além de discursos, há também declarações a propósito disto e daquilo.

Tal com aconteceu com Marcelo, Seguro recebeu a selecção portuguesa de futebol que partiu para os EUA, para o campeonato da bola que vai ser sobretudo o campeonato dos anúncios, dos anunciantes, dos milhões a escorrer!

Não repetiu a patética frase Marcelista - somos os melhores dos melhores - mas andou perto, sonha, e pediu que façam sonhar os portugueses cá e lá fora. Recordou a fibra e alma portuguesas.

Contrariamente a Marcelo, Seguro não se afigura maquiavélico, matreiro, astuto, velhaco, alguns andam a dizer que não passa de uma banalidade, que não é moderado mas apenas banal sem interesse, que acaba por não ser nada. De facto, a ver pelos discursos até aqui parece querer contentar tudo e todos, coisa que não existe na vida real.

É óbvio que isso não existe não é possível.
Tal e qual como a frase atribuída a Lincoln - Podeis enganar toda a gente durante um certo tempo. Podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo. Mas não vos será possível enganar sempre toda a gente!

Aliás, andamos há décadas com estes enganos com estes faz de conta, com estes agora é que vai ser, e o resultado está à vista.

Para além de algumas coisas óbvias e sensatas, onde está a mudança radical para enfrentar o duro presente e o terrível que se perspectiva?
Para começar a mitigar a pouca vergonha que subsiste há décadas e particularmente desde 1991?

E volto à minha pergunta: estou a ser injusto?

Bom dia.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)

"SE  NA  VERDADE  SINTO  O  QUE  SINTO, EU  SEREI  TAL  QUAL  PAREÇO  EM  MIM" ?

(Álvaro de Campos)

AC

FRAGMENTOS  DO  QUOTIDIANO
Da  Minha  Caminhada de  Sábado  Passado
Umas das várias pernas turísticas

AC 

SERÁ ?

Será que um dia destes o SMN vai decretar uma greve não por causa das urgências, ou do INEM, ou porque Joana Bordalo e Sá está irritada como de costume porque nunca mais volta uma geringonça, ou porque a rede informática do SNS foi abaixo, ou porque Seguro não pára de nos adormecer com discursos bíblicos, mas porque o safado do estetoscópio afastou o método que a figura recorda?


AC

Resposta a Anselmo Crespo
Enquanto ao atravessar o Tejo de barco neste passado Sábado 13 de Junho passava os olhos pelas gordas no telemóvel, dei com um artigo da médica e sindicalista Joana Bordalo e Sá com o título supra.
Segue-se o artigo onde os sublinhados a vermelho são da minha responsabilidade.

A diferença entre duas horas por semana e duas horas por dia não é um detalhe. É precisamente a diferença entre comentar um tema e conhecê-lo.

Li com interesse a crónica de Anselmo Crespo sobre a greve geral (Uma greve geral que sabe a férias) de 3 de junho. 
Interessa-me particularmente porque fui uma das pessoas mencionadas no texto e porque, sendo oncologista médica, presidente do Sindicato dos Médicos do Norte e vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos, conheço razoavelmente bem a realidade laboral que motivou a mobilização de milhares de trabalhadores.

Permita-me, por isso, um convite à reflexão.

Quando se discutem horários, descanso, trabalho suplementar ou direitos laborais dos médicos, não estamos apenas a discutir condições de trabalho. Estamos também a discutir a segurança dos doentes. Um médico exausto toma decisões complexas em condições cada vez mais adversas, com consequências que podem atingir qualquer cidadão. É por isso que esta discussão diz respeito a todos.

O argumento central da crónica assenta numa perplexidade repetida ao longo de vários parágrafos: se a maioria das alterações ao Código do Trabalho não se aplica aos funcionários públicos, quais são as razões para tantos trabalhadores do Estado aderirem à greve geral?

A resposta é simples: porque a premissa está errada.

A chamada Reforma Laboral corresponde a um conjunto vasto de alterações ao Código do Trabalho que o governo pretende introduzir e cujos efeitos extravasam largamente o setor privado. Desde logo porque milhares de médicos trabalham com Contrato Individual de Trabalho no Serviço Nacional de Saúde. 
Mas também porque a própria Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas remete, em diversas matérias, para normas do Código do Trabalho, fazendo com que parte destas alterações tenha igualmente impacto sobre trabalhadores com Contrato de Trabalho em Funções Públicas.

Talvez por isso a questão relevante não seja perceber porque fizeram greve os médicos, mas antes perguntar se alguém considera aceitáveis algumas das mudanças propostas.

Considera razoável que um empregador possa opor-se à reintegração de um trabalhador ilicitamente despedido, substituindo esse direito por uma indemnização? 
Será aceitável que um despedimento considerado ilegal possa terminar, na prática, com a possibilidade de o empregador ‘comprar’ a saída do profissional?

Considera adequado alargar a subcontratação, permitindo substituir postos de trabalho permanentes por empresas externas, frequentemente associadas a vínculos mais frágeis, salários inferiores e menor proteção laboral?

Considera aceitável eliminar o luto gestacional, apagando da lei o reconhecimento de uma perda profundamente dolorosa para as famílias? Saberá o autor da crónica o que significa perder um filho antes mesmo de o poder conhecer?

Considera normal restringir o acesso ao horário flexível e permitir que profissionais com filhos menores de 12 anos possam ser obrigados a trabalhar à noite, aos fins de semana e em feriados? Conhecerá a realidade de uma médica que, depois de uma noite inteira de urgência, regressa a casa para cuidar e amamentar um bebé?

E, no caso concreto dos médicos, considera compatível com a segurança dos doentes a desregulação dos horários de trabalho?

Na sua crónica, Anselmo Crespo refere que o banco de horas obrigaria os médicos a trabalhar mais duas horas por semana. 
Permita-me uma correção factual. 
A proposta prevê a reintrodução do banco de horas individual, regressando a um modelo já conhecido do período da troika, permitindo aumentar unilateralmente o período normal de trabalho em até duas horas por dia, podendo atingir as 50 horas semanais.

A diferença entre duas horas por semana e duas horas por dia não é um detalhe. 
É precisamente a diferença entre comentar um tema e conhecê-lo.

Quando um médico termina uma noite de urgência, toma decisões clínicas complexas após muitas horas de trabalho consecutivo. Quando o mesmo médico regressa ao serviço no dia seguinte, acumulando fadiga física e desgaste emocional, a discussão sobre horários deixa de ser uma abstração ideológica para passar a ser uma questão de segurança clínica.

É por isso que os médicos aderiram à greve geral. 
Não para defender privilégios. Não por oportunismo. 
Não por estarem à procura de um fim de semana prolongado.

Fizeram greve porque sabem que a qualidade dos cuidados de saúde depende também das condições de trabalho de quem os presta. 
Porque um médico exausto é um risco para si próprio, para os seus colegas e, sobretudo, para os doentes que lhe confiam a sua saúde.

Anselmo Crespo termina a sua crónica lamentando a falta de capacidade reformista do país. 
Concordo que Portugal precisa de reformas. 
Mas reformas não são necessariamente boas apenas porque se apresentam como reformas
O verdadeiro reformismo exige conhecimento, debate informado e avaliação rigorosa das consequências concretas das medidas propostas.

Talvez seja precisamente isso que esta discussão mereça: menos perplexidade e mais análise. 
Porque quando se fala das condições de trabalho dos médicos, não se está apenas a falar dos médicos. 
Está-se a falar da qualidade e da segurança dos cuidados de saúde de todos nós.

Joana Bordalo e Sá
Oncologista médica, presidente da Comissão Executiva do SMN
SOL/ 12 Junho 2026
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Não sou médico. Sou de família de médicos e enfermeiros (2 senhoras, 1 homem, ainda no activo); antes de casar tinha 2 médicos na família, primos direitos da minha mãe.
Quando casei ficaram a ser salvo erro 18 (sogro, pai da sogra, vários tios, primos vários 1º e 2º grau).
Praticamente todos desaparecidos.

Médicos actualmente são apenas cinco, 2 primos, 2 sobrinhas, 1 cunhado.
Os enfermeiros estão no topo da carreira hospitalar.
E por aqui se pode avaliar que conhecemos muitos médicos, dentro e fora do SNS. Alguns são mais que médicos, são amigos.

Conheço alguma coisa do SNS e da saúde na privada. 
Sei poucachinho (Costa dixit) mas como a médica bem afirma isto respeita a todos, e por isso umas palavras.

Ah, tenho uma noção "poucochinha" (ai Costa) dos hospitais de Sintra, Santa Maria, Santa Marta, Castelo Branco, Cascais, Barreiro, Setúbal, Luz (Setúbal e Lx), Lusíadas, CUF Tejo, CUF Descobertas, e é não é só devido a consultas próprias e de familiares e de amigos.

Como afirma a sindicalista médica, isto respeita a todos nós.
Já aqui falei da reforma (??) laboral, não vou perder muito mais tempo com isso nem com algumas verdadeiras bacoradas por exemplo em relação aos filhos.

Mas a senhora sindicalista médica que se afirma pelo rigor poderia ter dito mais qualquer coisa sobre o tal banco de horas.
Posso ter lido mal e portanto aqui fica a reserva, mas creio que pelo  que está escrito, o banco de horas só pode entrar em vigor se o trabalhador anuir. Repito, creio ter lido bem.

Naturalmente que a sindicalista médica nunca explicita a sua ideologia/ filiação partidária (LEGÍTIMA) mas podia referir isso, em vez de se ficar pela referência formal da especialidade e cargos sindicais

Eu sempre fui centrista, votei sempre em todas as eleições desde o 25 de Abril, PS e PSD, na Constituinte, nas legislativas, nas autárquicas; quanto a PR, Eanes das duas vezes, branco nas eleições seguintes, Sampaio e branco, Cavaco e branco, Marcelo e branco, e branco na última presidencial.

Em meu entender a sindicalista médica tem absoluta razão quando refere que há que ter bem presente que isto de saúde respeita a todos, e que as decisões médicas têm consequências para os cidadãos. 
A tal segurança dos doentes.

Não li nem fui procurar o que o tal jornalista terá escrito ou dito. 
É criatura que nos escassos períodos em que faço curtos zaping pelos canais TV mudo logo de canal se me aparece pela frente o seu rosto.

Mas há pelo menos uma coisa em que ele ao falara de férias tem alguma razão, na minha opinião naturalmente.

Quanto a sindicalista médica e outros marcarem greves gerais ou parciais a meio de uma semana sem ficarem coladas a feriados ou fins de semana, nessa altura terão o meu respeito por, com legitimidade absoluta, recorrerem a um direito que tem respaldo constitucional. 
E que muitos esquecem ou fingem não saber que a greve tem proteção da constitucional.

E terão ainda mais respeito da minha parte quando fizerem greves sem ter em conta a cor do governo do momento.

A sindicalista médica e outros devem ter feito violentos protestos e muitas greves durante os extraordinários 8 anos e algumas semanas por as suas carreiras não terem sido revistas/ reformuladas, tal como as carreiras hospitalares e as carreiras dos enfermeiros e outro pessoal do SNS.

Violentos protestos e muitas greves devem ter feito por as maravilhosas cativações Costa Centeno não terem permitido a  substituição de equipamentos hospitalares nem a reformulação das urgências.
Fizeram isso e muito mais certamente, não reparei porque sou muito distraído.

AC
16  JUNHO  2026
> 1723 - Nasce Adam Smith
> 1912 - I República, Duarte Leite torna-se o 4º presidente do Ministério, vai aguentar-se no cargo 207 dias
> 1915 - Lei 139 autoriza o governo a despedir/ dispensar todos os funcionários que não dão garantia de adesão à República e à Constituição
> 1934 - Porto, inauguração da 1ª Exposição Colonial Portuguesa
> 1945 - EUA, Novo México, testada bomba nuclear
> 1963 - Primeira mulher Russa no espaço
> 1976 - África do Sul, massacre no Soweto
AC

segunda-feira, 15 de junho de 2026

FINAL  DE  DIA  NA  ALDEIA
AC 

POLITICAMENTE   CORRECTOS

Os politicamente correctos estão sempre do lado fofinho, dizem sempre cousas que caem tão tão mas tão bem aos . . . do costume!

Vá lá, pelo menos falam em hipótese de paz, não proferem bacoradas tipo Guterres.

AC

MINISTRA  DA  ENERGIA  VÊ  COMO  BOA  NOTÍCIA  O ACORDO  EUA - IRÃO  PARA  BAIXAR  O  PREÇO  DOS COMBUSTÍVEIS.

Qual acordo? Qual PAZ ?

Mais uma tontice!

AC

O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou neste domingo o novo acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã, classificando-o como um “passo crucial” para o fim do conflito.

Que palavra se lhe deve aplicar ?
Pateta ?
Ignorante ?
Tolo ?
Imbecil ?
Ou mesmo parvalhão ?

Não é preciso ter mais do que o 4º ano de escolaridade para saber que não há paz nenhuma, que um acordo de paz é uma coisa, que um memorando é outra coisa, que paz de facto, real, é ainda outra coisa.

Não haverá nos moles serventuários na ONU ninguém que lhe chame à atenção para não proferir tantas alarvidades ?

AC
PERSONAGENS 
AC

BEM   LEMBRADO

Como bem lembrado por uma pessoa que muito respeito, Timothy Garton Ash entende que o continente europeu está sob ataque militar da Rússia, económico da China e político dos Estados Unidos.

Concordo com Timothy Garton Ash.

Mas, respeitosamente, Timothy esqueceu-se de referir outra importante decisiva e lamentável coisa: que a Europa está há décadas e décadas sob constante ataque por parte de  imbecis e incompetentes que têm estado à frente dos governos e parlamentos europeus. 

Não é possível dizer que essas criaturas têm governado!
Muitos só se têm servido dos cargos que ocuparam.

AC

JANTARES
No final do dia 11 de Junho passado o Presidente da República e Senhora jantaram na Quinta da Vigia.
Jantar oferecido pelo actual chefão da Madeira.

Estou a falar nisto porque a notícia remeteu-me para um famoso e extraordinário jantar na mesma Quinta da Vigia em que fui um dos convidados.

Esta quinta, com uma esplêndida vista sobre o mar, é o local onde habitualmente o Governo Regional da Madeira recebe titulares de órgãos de soberania e outros tão ou mais ilustres, como eu e os outros que nos regalámos num soberbo jantar em 2003, num dos primeiros dias de Julho se a memória não me falha.

O "dono" da casa era então o truculento e pândego Alberto João Jardim. Esse jantar foi antecedido de uma exposição verbal por parte do próprio Jardim sobre as realidades da Madeira e projectos e, também sobre a realidade política nacional de então.

O jantar foi confecionado e servido por pessoal das escolas de hotelaria no Funchal. Simplesmente fantástico. Nunca esquecerei.

Bom dia, bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

 FLORES  na  ALDEIA


AC

A  PROPÓSITO  DO  PORTUGAL  ACTUAL
A propósito de várias aspectos do Portugal actual começo com esta fotografia por mim tirada com telemóvel na tarde deste Sábado 13 de Junho, na R. do Ouro em Lisboa, pouco passava das 15 horas.
É um TVDE conduzido por asiático.
Mas vou começar pelo princípio.

Neste Sábado fui de novo à Feira do Livro, em Lisboa, no Parque Eduardo VII. 
Para ir à apresentação (e obviamente comprar) de um livro cujo autor é irmão da autora do livro que aqui já referi (no 10 de Junho) sobre Camões. Nossos amigos, irmãos Buescu, de que a mãe era de Monsanto.

Mas fiz uma coisa que não fazia desde antes da Covid: fui a pé do Cais do Sodré até à feira e regressei a pé. O telemóvel disse.me - 8,4 Km !
Uma boa caminhada portanto. Quase sempre pela sombra!

Portanto, Cais do Sodré, R. do Arsenal, virei para a R. do Ouro, Rossio, Restauradores, Avenida da Liberdade acima pelo lado esquerdo.
Regresso pelo mesmo trajecto.

Pois foi na R. do Ouro que ia assistindo a um acidente, um TVDE (o da fotografia) resolve abrandar e PARAR na faixa da esquerda. INCRÍVEL.
O que vinha atrás travou e quase bateu, outros travaram e tudo a buzinar.
Acham que o asiático se incomodou? Ali ficou provavelmente à espera de alguém.

Igualmente notável, com o trânsito já a rolar pela direita daquela besta, passar um carro da polícia municipal e não parou!
É assim que estamos, e por todo o lado, pois já os vi parar onde na real gana lhes dá. E polícia nada faz!

Voltando à minha caminhada, centenas de turistas, raramente ouvi falar português, e isso foi ao passar às portas dos hotéis na Av da Liberdade e nas lojas caras, ou aos condutores dos autocarros.
Turismo maioritariamente pé descalço, muitos verdadeiramente andrajosos e porcos. Verdadeira fauna.
Esplanadas a vender cervejas e refrigerantes a rodos.

E é nisto que em boa parte a economia nacional se apoia! Que bom!
AC
15  JUNHO  2026
Dia Internacional de Sensibilização sobre a Prevenção da Violência contra as Pessoas Idosas
> 763 ac - É dos Assírios o primeiro registo de eclipse solar
> 1215 - Rei João de Inglaterra assina a Carta Magna
> 1756 - Goa, Maratas infligem pesada derrota ás forças portuguesas
> 1844 - Charles Goodyear regista a patente da vulcanização da borracha
> 1913 - Governo dissolve a Casa Sindical de Lisboa e manda prender 100 sindicalistas
> 1923 - Primeira reunião do Tribunal Internacional de Haia
> 1935 - Nova Iorque, fundação dos Alcoólicos Anónimos
> 1947 - Primeiro voo comercial entre S.Miguel e Sta Maria
> 1951 - Ministério das Colónias passa a designar-se - do Ultramar
> 1954 - Fundação da UEFA
> 1969 - Pompidou eleito presidente de França
> 1970 - Faleceu Almada Negreiros
> 1983 - Extinção do Conselho da Revolução
> 1987 - Início do programa Erasmus
> 1996 - Faleceu Ella Fitzgerald
AC