quinta-feira, 10 de setembro de 2026

OSLO,  FUNERAL  REAL
Praticamente toda a realeza Europeia esteve em Oslo incluindo o rei Zelensky!
AC

A MENTIRA


Retirado do dicionário de língua portuguesa, 7ª edição, da Porto Editora, mentira é a afirmação contrária à verdade, com a intenção de enganar; engano propositado.


Porque raio me fui lembrar disto ?


AC

OLHANDO  à  VERTENTE   INTERNA

Não podiam, pelo menos, dizer umas partes da verdade…

É que segundo dizem, parece que andamos perto do Estado excelente mas a mim, chato que sou com a mania de procurar perceber e procurar a verdade / realidade em todas as vertentes e sectores da vida nacional, parece-me que a excelência proclamada se aproxima do Estado num estado (ainda) não desesperado….

É que há limites para tudo (est modus in rebus)….


AC
DIVULGAÇÃO / ELOGIO  do  PASSADO
É sempre interessante ver serem dados à estampa livros em que certos personagens nos dizem quão importante e muito bom para a sociedade foram as suas prestações pessoais e nomeadamente no exercício de
cargos públicos incluindo cargos como titulares de órgãos de soberania.

Um dos mais recentes casos e será certamente bem badalado é o de Mário Centeno, escrito por um sujeito bem ligado (se não estou enganado) ao partido socialista.

Mário Centeno, como sempre foi referido ao longo do tempo em alguns OCS, deu-se menos bem no Banco de Portugal quando o governador era também um Costa, e escreveu umas coisas muito do agrado de António Costa e, muito por isso, Costa teve-o como ministro das finanças, acabando depois por ir para governador do Banco de Portugal tendo pelo meio falhado ser PM. Uma injustiça!

Um servidor público, com coisas boas e outras menos boas, como acontece com todos nós.

Para alguns, claro, foram só coisas boas, nem houve cativações brutais, nem as consequências bem funestas para os serviços públicos que os socialistas imputam só a Montenegro e muchachas, e etc!

Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

 

POIS !

AC

S A T I S F E I T A

Entrada do Estado na REN "foi a notícia que mais gostei de dar", diz ministra da Energia
Investimento do Estado na REN começou a ser preparado em 2024 e foi tema central na visita de Montenegro à China no ano passado. Ministra da Energia diz que permitirá influenciar a partir de dentro
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Esta ministra, que tem um ar simpático (opinião pessoal, naturalmente) contrariamente a outras suas colegas de governo, realça que foi a notícia que mais gostou de dar.

Apetece perguntar, por exemplo:

- não preferia dar notícia de que o abastecimento de água em Portugal Continental está perfeitamente assegurado, e que várias estações desalinizadoras irão ser construídas rapidamente para ajudar a fazer face às alterações climáticas ?

- não preferia dar notícia de que o preço dos combustíveis estava a ser controlado eficazmente pelo governo por forma a minimizar os impactos na frota de pesca, na agricultura, nos transportes, e na indústria ? 

- não preferia dar notícia de que nenhuma praia no país era vedada ao cidadão comum ?

Enfim, de vacuidade em vacuidade até ao desastre final.
AC
RECORDAÇÕES de  OUTROS  TEMPOS

Vamos lá preencher “o vazio” do professor Marcelo

Hoje, no Público, dei algumas sugestões sobre onde começar a cortar quatro mil milhões. E propus começar por onde o Estado é ineficiente, como no quase monopólio da Educação:

Segundo o professor Marcelo, estamos a discutir “o vazio”. 
Ou “o nada”. 
Porque “nada” parece dar conteúdo ao debate sobre as funções do Estado para que o primeiro-ministro desafiou o PS. 
Mesmo descontando o facto, que não é pequeno, de esse “nada” estar quantificado em quatro mil milhões de euros, vale que o professor parece nutrir mais atracção pelo “vazio” do que a Natureza tem de horror ao dito cujo. 
Porque, na verdade, não é difícil começar a preencher esse “nada”, uma vez que muitas são e muito custam as funções do Estado. 
Não contemos é com o professor, que ele nunca se compromete. Mesmo quando isso era bom para preencher o “vazio” de que se queixa.

Os grandes números são fáceis de entender. Em 2012 o Estado gastará 78 mil milhões de euros (depois de ter gasto mais de 87 mil milhões em 2010) e só terá 70 mil milhões de receitas, ou seja, há um buraco de oito mil milhões. Daí que não surpreenda querer cortar, de “forma permanente”, quatro mil milhões – o que surpreende é só se querer cortar metade do buraco. Sendo assim, que tal trocarmos umas ideias mais sérias e menos “vazias” sobre o assunto?

Quando falamos de despesas do Estado, falamos antes do mais em salários dos funcionários públicos e em despesas sociais: as da Segurança Social e as com a Educação e com a Saúde. É também preciso ter noção que as despesas com Saúde e com Segurança Social tenderão sempre a crescer, mesmo que só queiramos manter os actuais níveis de serviços e prestações. 

Umas, as de Saúde, porque há uma contínua evolução da medicina associada a uma maior esperança de vida e, no caso português, a uma das populações mais envelhecidas da Europa, uma realidade demográfica que levará décadas a alterar. Este último factor também condiciona as despesas com a Segurança Social, um sector que no ano 2000 consumia menos de 10% do PIB e hoje está a tocar nos 20%, apesar de duas reformas pelo meio e muitos cortes de “direitos adquiridos”. 

Pior, se possível: o que a maioria dos nossos reformados recebe como pensão mensal continua a ser muito miserável. 
Em 2011, no regime geral da Segurança Social, nem 6% dos beneficiários recebia mais de mil euros por mês; e apenas 15% do total dos beneficiários recebia mais de 500 euros – ou seja, 1,4 milhões dos 1,66 milhões de pensionistas recebiam menos de 500 euros mensais (estes números não incluem os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações, cujas reformas são mais generosas).

Face aos desafios colocados pela Saúde e Segurança Social, a Educação até parece simples, e de novo por razões demográficas: os idosos que sobram naqueles dois sistemas correspondem aos jovens que faltam no sistema educativo. A mesma demografia que pesa sobre o sistema assistencial está a aliviar o sistema educativo. Por isso, mas não só, vou começar por ele.

Olhando de novo para os grandes números. 
Descontando a inflação (utilizando uma tabela de preços constantes com base em 2006), o ano em que o Estado gastou mais neste sector foi 2009, onde a despesa chegou a 8,2 mil milhões de euros. 
O ano passado já recuara para 7,2 mil milhões, sensivelmente o mesmo que em 2001. Só que com menos 100 mil alunos no ensino básico, menos 100 mil no ensino secundário regular e apenas mais 8500 no ensino superior. Isto significa que o custo por aluno tem vindo a aumentar sem que se note qualquer melhoria significativa na qualidade do sistema. 
Há pois margem para continuar a cortar. Acontece porém que não chega “gerir melhor” o sistema – é também preciso olhar de forma crítica para os seus fundamentos.

Há muito que defendo que o actual modelo, em que o Estado procura cobrir todas as necessidades da população através de escolas estatais, não é o melhor para a qualidade do sistema de ensino, para a liberdade de educação e para a equidade. 
Até há pouco tempo não sabia, mas desconfiava, que também não era o melhor para as finanças públicas. Agora sei, graças a um estudo do Tribunal de Contas, que comparando o custo por aluno nas escolas estatais do ensino público com o custo por aluno nas escolas privadas com contrato de associação (e que funcionam, por isso, como escolas públicas de acesso universal), ele é mais baixo nas escolas privadas: 4522 euros contra 4921 euros por ano nos 2º e 3º ciclos e no ensino secundário. 
Eu sei que o estudo tem várias limitações, mas delas resulta que a diferença deve ser ainda maior.

Aquilo que antes era recomendável – mudar o sistema de ensino público, abrindo-o à concorrência entre diferentes operadores, tanto públicos como privados ou cooperativos, dando mais liberdade de escolha às famílias, assim as responsabilizando também mais – é agora imperioso. 

O antigo ministro da Educação Roberto Carneiro já o veio defender neste jornal (31 de Outubro) com argumentos que não vou repetir. O exemplo de vários países nórdicos, da Holanda, do Reino Unido ou da Nova Zelândia também aponta o mesmo caminho. O tempo do monopólio estatal dos serviços educativos pertence ao passado, as redes escolares de nova geração, com mais liberdade de escolha e a mesma garantia de equidade (através de cheques-ensino, por exemplo), ganham adeptos por todo o lado.

Não creio, infelizmente, que o nosso sistema vá mudar de um dia para o outro apenas por sobre ele cair a tesoura dos 4 mil milhões – mas a economia que a mudança de paradigma possibilita tem de permitir que se associe aos “cortes permanentes” uma ruptura também permanente com um sistema estatista, burocrático e centralista que, além de produzir resultados medíocres, é mais caro do que as alternativas.

Os caminhos para a reformar a Saúde e o sistema de pensões também andarão por aqui, isto é, por onde se valoriza a liberdade e a responsabilidade dos cidadãos e se estimula a concorrência entre alternativas diferentes.

Portugal, se quiser voltar a crescer sem voltar a cair na armadilha da dívida, tem de encontrar novos consensos. 
A começar pelo que quer de um Estado para o qual não é mais possível continuar apenas a pagar impostos atrás de impostos.

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Agora estimados leitores e amigos, atentem nos anos passados sobre estes tempos, sobre este artigo.
Atentem que aqui se falava de ensino, saúde, segurança social, e pensões.
Juntem agora outras funções do Estado . . . . . e é fazer contas, como dizia o pastoso.

Estamos cada vez má lindos, . . . . NÉ ?

Mas a agência de notação disse que vamos bem!

AC
10  SETEMBRO  2026
DIA DO VINHO DO PORTO
DIA de SÃO NICOLAU TOLENTINO
> 1722 - D. João V decide criar uma bolsa para futuros "mestres de, Ler, Escrever, e Gramática
> 1756 - D. José I aceita a proposta do Marquês de Pombal para criar a região demarcada para produção de vinho, vinho do Porto, e cria a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
> 1808 - Criado o Corpo de Cavalaria na GNR
> 1897 - Londres, primeira condenação por conduzir alcoolizado
> 1911 - Espanha, Itália, Alemanha, Áustria e Reino Unido reconhecem a República Portuguesa
> 1917 - Governo censura filmes e notícias alusivos à I GG
> 2021 - Faleceu Jorge Sampaio
AC

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

DE  TODOS  OS  ANIMAIS  DA  CRIAÇÃO,  OS POLÍTICOS  SÃO  CERTAMENTE  OS  QUE TÊM  A  MEMÓRIA  MAIS  CURTA !!!!

Morris West 

E não é que onde isto mais se confirma é aqui, exactamente, na Tugolândia ?

AC

Descartes, ontem,  depois de abandonar as galerias na Assembleia da República

AC
 

A  PROPÓSITO  de  FORÇAS  ARMADAS,

Fragatas, Arsenal do Alfeite, viaturas, SAFE . . . . 
SAFA . . . . . 

Como referi num texto anterior vi com  muita atenção (não na própria noite, mais tarde e voltei a ver uma segunda vez usando a tecnologia) a entrevista que o Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Almirante Nobre de Sousa, concedeu há tempos à TVI e a que me referi noutro texto. Texto que mantenho integralmente.

Penso ter deixado claro nesse texto que considero que as dúvidas mais que legítimas que todos os concidadãos (como eu) possam ter em relação a este complexo assunto foram grandemente dissipadas nessa entrevista.
Mas não totalmente, não era possível ao CEMA.

Creio aliás que se o ministro (MDN) da defesa dita nacional (não é, como nunca foram os antecessores todos, é só ministro da tropa) tivesse tido um comportamento e postura diferentes, muito daquilo que se foi passando e sendo criticado não teria ocorrido.

Mas faz parte das coisas - se não é do cu é das calças - atacar o governo. Este e todos os anteriores governos, e os que se lhe seguirão, e por isso, TAMBÉM, nunca saímos desta desgraça.

O Almirante CEMA dissipou a maioria das dúvidas que possamos ter.
A mim dissipou muitas mas há muitas mais coisas a considerar, opinião pessoal naturalmente.

Para começar, o país está a embarcar num processo complexo e muito dispendioso. Mas, como é público e notório, Portugal é um país riquíssimo, nada em prosperidade e dinheiro. Assim, "No problema"!

No império colonial a Marinha combateu, com navios e homens.
Nos homens há que recordar designadamente as guarnições dos navios que estavam na Guiné / Guiné Bissau (fiz parte disso) e onde houve combates sérios, e as companhias de fuzileiros e os destacamentos de fuzileiros especiais, em todas as partes do então império.
Morreram muitos homens. 
Muita gentalha na nossa história recente esquece isso, assobia para o lado, despreza isso.

Depois do fim do império, que eu saiba e ainda bem, a Marinha nunca mais combateu.

Toda esta má telenovela se tem desenvolvido muito por culpa dos políticos e, concretamente, do governo actual, com ênfase para o MDN como já referi.

Como em tudo o mais (soberania, direitos de opinião e expressão, independência da comunicação social, política externa, segurança, defesa nacional, forças armadas, forças de segurança, política de imigração, cultura, apoio às crianças e aos idosos, habitação, etc) este assunto devia ser objeto de um amplo consenso político e estar afastado da luta política, ainda que constitucionalmente legítima.

Não me parece que seja isso que acontece na sociedade portuguesa, e daí que eu invoque sistematicamente - a triste realidade da política nacional e a triste realidade da sociedade portuguesa.

No caso do assunto fragatas obviamente que não há consenso nacional.
Desconheço se o PS foi genericamente informado do desenvolvimento deste assunto por parte do governo.
Ou foi e finge que não?

Se calhar o PM informou genericamente o PR da acção que o governo vinha desenvolvendo. Sim ou não?
Lembrar que ao governo cabe constitucionalmente a condução da política de defesa. Facto.
Mas isto não invalida alguns passos informais, que eu digo sensatos, equilibrados, mas que tinham necessariamente de ser superficiais. Enfim!

Mas para lá do navio ser ainda basicamente uma espécie de protótipo, que será em princípio recheado de contemporânea arte da guerra no tocante a, equipamentos, tecnologia, muita informática, muitos chips, muita IA, e a complexa e inerente integração de tudo para que funcione eficazmente e quando preciso, para lá das obras de modernização na Base Naval no Alfeite e muitas outras coisas, a mim fica-me sempre uma dúvida de fundo.

E não se trata apenas da fiabilidade de material, deste material.

A minha maior interrogação é sobre a fiabilidade destes actuais titulares de órgãos de soberania concretamente, deputados, Presidente da República (que parece gostar muito de convocar o CSDN (Conselho Superior de Defesa Nacional)) e governantes, e sobretudo fiabilidade dos antecessores.

Fiabilidade? 
A mim, com raras excepções, nunca me inspiraram confiança, e a fiabilidade que neles sempre vi pelas suas acções e sobretudo inações, 
é/ foi escassa ou nula. 

E estou a falar nisto exactamente a propósito da quase certa compra das fragatas, mas sobretudo a propósito do que, no meu entender naturalmente, deviam ser os apetrechamentos da Marinha e da Força Aérea, num país como o nosso que tem jurisdição e responsabilidades numa massa oceânica descomunal.

Lançaram-se num complexo e super dispendioso programa militar.
Navios, e o PM mais que o inarrável MDN, procuraram convencer da indispensabilidade das fragatas.

Bom, como escrevi noutro texto, estas fragatas e como explicou o almirante CEMA, encaixam neste louco mundo contemporâneo e expectável.

Bom, mas lançando-se num programa destes, envolvendo maquias financeiras descomunais, porque não se lançaram há mais tempo na mobilização dos estaleiros em Viana do Castelo para construção séria de mais patrulhas oceânicos como os poucos que temos que, esses sim, se bem dotados de material, preencheriam muito do que há a fazer em termos de soberania, patrulhamento, fiscalização das nossas ZEE?

Lembro-me bem da história que o meu melhor amigo militar (almirante reformado) me contou acerca dos patrulhas oceânicos, história em que um dado CEMA imaginou que receberia um navio em 2005 a tempo do Dia da Marinha desse ano (a 20 de Maio) poder ser celebrado em Ponta Delgada com a presença de um novo patrulha oceânico, que seria chamado exactamente de NRP Ponta Delgada. 

Mostra a história que não recebeu patrulha oceânico, não foi celebrado o Dia da Marinha de 2005 em Ponta Delgada, e creio que não há nenhum navio com o nome dessa cidade Açoriana.

Corria o maravilhoso ano de 2005, era Sócrates a começar, e como sempre típico das esquerdas, muitas loas a Forças Armadas mas depois, na prática é ver o que acontece. Basta lembrar um pequenino e tristemente famoso MDN.

Portanto, fragatas, mas a realidade é que passam 50 anos sobre 1976 e continuam "estes de cima" (como todos os anteriores "de cima") a não definir que Forças Armadas o país deve ter, depois as missões, depois os meios.

E assim continuamos nesta triste telenovela, compras de material sem um enquadramento global sobre o que como país se nos coloca.
É assim na Marinha , é assim para a Força Aérea.

E assiste-se ao aparecimentos de notícias em catadupa, fragatas, obras no Arsenal do Alfeite, viaturas para estes e viaturas para aqueles, e irá chegar "aos finalmente" a telenovela da substituição dos F-16 da Força Aérea.
Tudo aos solavancos, sem um enquadramento global.
Como se não houvesse guerras, alianças, "drones", e uma evolução tecnológica brutal que forçosamente impõe que se olhe com muito cuidado ao que fazer e como fazer a guerra, HOJE!

Bom dia
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades

AC

 

AC

GUERRA  e  REALIDADE 

Como se acaba com uma guerra?

Aqui deixo a minha opinião, discutível certamente, mas deve ser respeitada, como respeito, SEMPRE, a opinião de outrem independentemente de com ela concordar ou discordar.

Por mim há apenas duas guerras no mundo.
A guerra da fé e a guerra dos interesses.
Apenas estas duas.
Estas são guerras sem fim.

A guerra entre a Cristandade e o Islão, tem séculos e séculos.
Uma guerra que não acabará, basta olhar à história, e sem recuar muito basta olhar aos séculos XIX, XX e sobretudo ao actual.

A guerra entre os interesses dos diferentes países também não acaba, basta olhar à história.
Podem dizer-me que muitas vezes a guerra tem sido uma só, que as duas coisas se interligam, fé e interesses.

Há séculos e séculos que prosseguem batalhas.
Batalhas sempre foram muitas, . . . . . e continuam
Como se acaba com uma batalha?

Acaba-se por derrota militar, pura e simples.
Acaba-se por retirada unilateral.
Acaba-se por mútuo acordo.
 
Há quem anteveja estar mais próximo o uso de armamento nuclear tático na Ucrânia e no Médio Oriente.

Violência e terror, ainda mais do que aquele que se regista na Ucrânia, e no Médio Oriente.

Onde vamos parar?

AC
9  SETEMBRO  2026
> 1438 - Faleceu o rei D. Duarte
> 1776 - Estados Unidos, Congresso escolhe o nome para o país, Estados Unidos da América
> 1791 - Fundada a cidade de Washington
> 1836 - Revolução de Setembro, protagonizada pelo Conde de Linhares, Sá da Bandeira, e Passos Manuel pondo fim ao "Devorismo" / defensores da Carta Constitucional de 1826
> 1887 - Nasce António Sardinha 
> 1908 - Nasce Cesare Pavese
> 1942 - II GG, um aviador japonês bombardeia o Oregon
> 1973 - Movimento dos Capitães reune em Alcáçovas
> 1983 - Portugal, segundo acordo com o FMI para novo resgate, depois de segunda bancarrota, negociado pelo governo de bloco central chefiado por Mário Soares
> 2002 - Osama Bin Laden comunica ao mundo ter sido o cérebro do 11 de Setembro de 2001
AC

terça-feira, 8 de setembro de 2026

I N T E R V A L O

AC 

AC

ESTE  PANTANAL  TUGA . . . . . 

As chefias partidárias acusam-se de várias coisas.

Há acusações que, para mim naturalmente, têm solo mais ou menos firme. Há bastante realidade.

Outras acusações que ribombam por aí parecem-me excessivamente toscas, gratuitas.

Creio que no PSD certos dirigentes têm feito algumas acusações certeiras e outras que "OhBalhameDeus" !  PS, PCP, idem.

PS e Chega têm tido acções que molestam o PSD e o governo actual, é um facto.

Daí a dizer que Chega e PS são muito semelhantes ou que Carneiro é quase Ventura creio raiar a parvoíce.

Estão a copiar a cretina atitude de António Costa que um esquerdalho encartado recordou há poucos dias - não foi o PSD que inventou a estratégia de que são todos iguais ao Chega. O estratega original dessa legitimação indirecta do partido de direita populista foi António Costa, com o resultado que se conhece: 60 deputados do Chega no Parlamento.

Fazem mal. O desprezível Ventura só se ri, isto é tudo excelente  adubo para o terreno dele.

Mas, como sempre, admito poder estar a ver mal estas coisas.

Bom dia, tenham um bom início de semana
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

 

AC

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Não tenho simpatia nenhuma por António José Seguro nem pela sua família política, menos ainda pela instituição que representa. Mas acho muito bem, e aqui deixo o meu aplauso, a sua contenção e silêncio. O Chefe de Estado deve afirmar-se como reserva do seu povo (todo), e evitar até ao limite a intromissão na disputa política e jogo mediático, por mais acesa e inebriante que seja. Àqueles que reclamam a intervenção de Seguro na actual crise, aconselho que recorram ao colo do vosso pai para chorar as injustiças da vida democrática. Já somos todos crescidinhos ou não?
(João Távora)

Concordo genericamente com esta afirmação.
Há só um problema, é que muitos dos que andam por aí não são crescidinhos (opinião pessoal, naturalmente)

AC

BRASIL

Outro dia num pequeno texto escrevi meia dúzia de coisas sobre o Brasil e a corrupção da qual, de todos os lados, vão continuando a surgir sintomas.

E dei a minha opinião sobre Lula, Bolsonaro, etc.

Escrevi algo significando que, até ver, continuaria a colocar as minhas mãos sobre as brasas apenas por Fernando Henrique Cardoso.

Continuam a sair notícias sobre o que por lá se vai passando, e descobre-se dia após dia que o tal juiz Moraes até já anda a ser defendido por um ex Pr de nome Temer. Uma preciosidade brasileira!

Será preciso mais para se ter a certeza do calibre da maioria daquela gente no STF, no governo, na Presidência ?

Aguardemos, pois suspeito que o estrume aumentará.

AC