sábado, 27 de junho de 2026

 

AC

COMO  ESTAMOS  em  PORTUGAL ?

Bem, não é verdade ?

Bem, para alguns, mas para uns milhões (pelas minhas contas, no mínimo 6, em que 2 andarão pela miséria mais degradante) a vida está  . . . . . . . bem . . . . . . . . não certamente como dizem os políticos.

Pela vontade de uns quantos ex e actuais titulares de orgãos de soberania continuaremos, se possível, a tentar acabar com os ricos em vez de se tentar acabar com os milhões de pobres.

Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades

AC

"POUCO  USAMOS  DO  POUCO  QUE  MAL  TEMOS" 

(Ricardo Reis)

Tipicamente tuga!

E aqueles que por exemplo além de não os comerem olham com desprezo e repugnância para croquetes de carne, e deitam fora as sobras de bifes, carne assada ou carne cozida?

AC
Rui Tavares abandona liderança do Livre.

Ohhhhhhh. . . . . . que penaaaaaaa . . . . . 

AC
Um amigo enviou-me este artigo de opinião
Publico como recebi.
Ilustra um dos grandes milagres de António Costa!
AC

Pior do que a Roménia 
26 de junho de 2026
CM, Armando Esteves Pereira

Os números das estatísticas são fracos, quando torturados chegam a dizer aquilo que queremos. 
Mas há limites para as narrativas e mais tarde ou mais cedo há outros dados que desmontam histórias fantásticas, como o alegado milagre económico português. 

Os dados da população revelados esta semana confirmaram o grande fluxo migratório, particularmente entre 2020 e 2024. 
O aumento dos imigrantes faz subir a população para mais de 11,4 milhões, dos quais 1,6 milhões são residentes com nacionalidade estrangeira.

Logo, os dados do PIB per capita baixam em proporção, porque já não divide o bolo do PIB por uma população ligeiramente superior a 10 milhões, mas sobre 11,4 milhões. 
E como os trabalhos da esmagadora maioria dos migrantes são de baixo valor acrescentado, gente que sobrevive num patamar salarial perto do salário mínimo, particularmente nos trabalhos agrícolas e no turismo, os 81,3% de PIB per capita da média europeia que Portugal registava deve baixar para cerca de 77%, os valores que tinha em 2019.

 E no conjunto da riqueza por cidadão na Europa, Portugal deve cair para o 22º lugar, ultrapassado por Estónia, Croácia e Roménia. Meu Deus! 
Até a Roménia que ainda há 35 anos era um exemplo de extrema pobreza. Isto é pior do que qualquer derrota da Seleção no mundial, mas se fosse futebol já haveria escândalo com estes resultados. 

Extraordinária, Suculenta, bem Grelhada


Enorme posta de mero. Cara, mas fantástica!

Confirmei que o "ex Dono de" há muito que lá (ao reservado) não vai, nem o testa de ferro (obviamente, faleceu) que por cá tinha.

Excelente jantar, embora muita algazarra por muita gente nortenha, pronúncia assanhada, muito barulhentos, escassa educação.

AC

27  JUNHO  

Neste dia mas em 1976, terroristas desviaram para Entebbe, no Uganda, um avião da Air France. 
Grande parte dos passageiros eram israelitas.
Israel montou uma operação militar e foi ao Uganda resgatar os reféns/ prisioneiros. 
Se a memória não me falha tiveram uma baixa mortal.
"Reinava" no Uganda um troglodita (que creio era cabo ou pouco mais) chamado Idi Amin.
AC
27  JUNHO  2026
> 1850 - Portugal, surge a Associação dos Operários
> 1885 - Nasce Guilhermina Suggia
> 1948 - Início da ponte aérea para Berlim face ao bloqueio soviético
> 1967 - Londres, primeira máquina multibanco
> 1976 - Ramalho Eanes vence as eleições presidenciais
> 1976 - Terroristas desviam para Entebbe, no Uganda, um avião da Air France
> 1976 - Eleições regionais na Madeira
AC

sexta-feira, 26 de junho de 2026

O   POVÃO  QUER  É  FESTA


Desemprego ?
Filhos várias vezes sem aulas ou sem professores ?
PSU ?
Lixo pelas ruas, contentores de lixo sem serem esvaziados ?
Salários baixos ?
Horas de serra nos hospitais ?
Consultas só daqui a meses ?
A justiça continua uma palhaçada ?
Reformas ?
Corrupção crescente ?
Electricidade, gás, água, medicamentos, cada vez mais caros ?
Alimentação cada vez mais cara ?
Pobreza crescente e alarmante ?
E uma longa lista de ETC ?

Que é que isso interessa, se há estarola, e futebol em barda ?

AC



POSTURA  HABITUAL  DE  MUITAS  CRIATURAS

AC

"A  PACIÊNCIA  TUDO  ALCANÇA" 

AC

RESTAURAÇÃO   CASEIRA

Ainda que muito pouco refiro aqui a minha vida pessoal, e nunca nada como me dizem acontece nos Instagram, Facebook e etc. de que não tenho conta, de vez em quando dou conta de caminhadas aqui ou ali, de algumas passagens por certos locais, fotografias diversas, de culinária caseira.

Alguns poderão espantar-se com algumas referências aos meus petiscos, aos meus cozinhados. Alguns, legitimamente, poderão duvidar dos meus dotes culinários. 

Garanto que, sem ser um "chef", se um certo perito em gastronomia e  conhecedor de bons restaurantes em Portugal e lá fora e aqui a casa viesse jantar, estou certo que não deixaria de assinalar com gosto o tratamento recebido. 

Ok, prosápia, presunção e água benta etc., mas acreditem.

Nos meus quase dezasseis anos colocaram-me em frente a um fogão, vivíamos então no alto da Parede. E saiu bem, com as indicações e ajuda. Além de que as ervilhas  e ovos nessa altura não eram o que infelizmente são hoje.

Para serem preparadas, as ervilhas não precisavam de panela de pressão como hoje. As batatas eram bem mais saborosas. 

Os ovos apanhei-os no quintal, o chouriço era muito bom, os coentros e a salsa apanhados no quintal, as cebolas eram outra coisa. 

Adivinharam (já no passado creio que o confessei aqui), ovos com ervilhas e chouriço.

Para além de ter começado cedo, tenho algum jeito. Minha mãe cozinhava muito bem. Minha sogra ainda melhor e a filha ultrapassou-a. Ora cá em casa já se ouviu - oh mãe, cuidado, o pai está a passar-te em algumas coisas.

Em cima, dossiers meus com imensas receitas, alguns dos livros e exemplos breves de receitas de livros muito mas muito antigos. Na primeira foto, as duas lombadas escuras são de livros antiquíssimos: um da minha sogra, outro que ela herdou. 

Bom dia, boa 6ª Feira, bom início de fim de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

Maria do Céu Guerra: “Os meus filhos foram educados pela minha mãe, não os abandonou e fez deles rapazinhos bem educados. Eram a minha obrigação e acho que lhes falhei um bocadinho

 CULTURA

AC

O Fundo Soberano de Montenegro
23JUN2026, Helena Garrido, Observador (sublinhados, comentários da minha responsabilidade)
O melhor que se pode esperar do anunciado Fundo Soberano é que não aconteça, que não passe de mais um anúncio. Parece que nada aprendemos com o passado.(não parece, é mesmo, e desde 1991).

O ex-ministro das Finanças Miguel Beleza, citando de memória, costumava dizer que existiam as empresas e as empresas estratégicas, ou investimentos e investimentos estratégicos. Foram exactamente os investimentos ditos estratégicos que iam atirando ao charco o maior banco do país, a CGD. Só a Artland significou prejuízos para o banco público superiores a mil milhões de euros.

Nem António Costa, apesar da pressão que sofreu dos partidos à sua esquerda, se atreveu a voltar aos investimentos estratégicos. Mas não deixou de usar algumas ferramentas, para obter o que queria ou responder às criticas do BE e PCP. Assim, em 2021 e 2022 o Governo, através do ministro das Finanças João Leão deu ordens à Parpública para comprar acções dos CTT, na sequencia de posições assumidas pelo então ministro das Infraestruturas Pedro Nuno Santos, que estava a negociar o contrato de concessão da empresa, enfrentava pedidos de renacionalização da empresa e criticava a privatização. Na altura Pedro Nuno Santos disse nada saber quando foi confrontado com o tema. E Luís Montenegro, já líder da oposição, criticou a iniciativa. Hoje a Parpública tem 0,25% dos CTT.

Quando ouvimos o primeiro-ministro no congresso do PSD a anunciar um fundo soberano e o seu papel, tanto nos parece ter regressado ao tempo dos investimentos estratégicos de José Sócrates como ao tempo de António Costa.

Leia-se bem o que disse o primeiro-ministro, líder do PSD, e que esteve quase um ano a defender alterações da legislação laboral de cariz liberal. O fundo soberano, disse no discurso de encerramento do Congresso do PSD, “será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos”. E acrescentou: “Quero, dentro deste projeto, destacar que a intenção é de termos participações acionistas de forma a garantir um veículo de poupança para as gerações futuras e um instrumento de efetivar a soberania nacional. Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca (??), as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”.

É todo um conjunto de declarações que levantam várias questões e perplexidades.

A primeira é desde logo saber com que dinheiro se vai financiar esse fundo para, como diz Luís Montenegro, “garantir um veículo de poupança para as gerações futuras”. O Fundo Soberano da Noruega, um dos mais famosos na Europa, gere recursos financeiros gerados pela extração de petróleo e gás, investindo em empresas internacionais. O objetivo é acumular poupança para um futuro em que o petróleo acabe. O fundo soberano mais antigo é o do Kuwait (ver aqui os diversos tipos de fundos) e foi também criando com reservas excedentárias do petróleo. Há outros fundos que usam excedentes orçamentais ou para estabilizar um mercado específico. Ora nós, neste momento, nem excedente orçamental que se veja temos. Daí que os recursos desse fundo teriam de ser dívida, o que significa responsabilidades para as gerações futuras e não poupanças.

O mais próximo que tivemos de um plano deste género foi defendido pelo ministro das Finanças Fernando Medina na proposta de Orçamento para 2024. Na altura anunciou a criação de um fundo pós-PRR para investimentos estruturantes, que teria como recursos os excedentes orçamentais e receitas das concessões rodoviárias após o fim dos atuais contratos. Apesar de pertencer a um governo socialista, em nenhum momento Fernando Medina falou em investimentos estratégicos.

A segunda questão é para quê um fundo se o Estado já tem outras entidades através das quais pode intervir na economia se assim o desejar. Uma delas é a Parpública que controla a cem por cento 9 empresas e tem participações, por exemplo, no hospital da Cruz Vermelha (45%), na Galp (8%) e nos CTT (0,25%). Além disso, tem a Entidade do Tesouro e Finanças – a acionista da Parpública – onde estão participações como o Novo Banco mas também as Unidades Locais de Saúde, a Lusa e a RTP, a IP e a CP, os metros e a TAP, entre outras. Além disso tem o Banco Português de Fomento que também investe em empresas através instrumentos de capital. Finalmente, temos o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social que se imagina que ninguém quer a investir em empresas ditas estratégicas, preferindo-se que não corra riscos. Um governo que quer simplificar (quer mesmo?) e combate a burocracia está basicamente a criar mais uma entidade quando pode usar pelo menos três – deixemos as pensões fora do dito “estratégico”.

E quando falamos em sectores estratégicos falamos de quê? Com que critérios? O primeiro-ministro identificou a energia, a banca, as comunicações e a gestão de infraestruturas aeroportuárias ainda que, neste último caso, tenha colocado a hipótese de intervir se “os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”. 

E aqui entramos num universo de questões. Começando pelas infraestruturas aeroportuárias, a questão é que instrumento, que não seja a lei, pode o Governo usar para forçar as concessionárias a cumprirem as suas obrigações? Comprar a empresa? “Nacionalizar” a concessão? E para isso precisa de um fundo soberano? E está a referir-se a que concessões? À da Vinci que tem os aeroportos? Neste momento o Governo está a negociar o novo aeroporto.

Depois levanta-se a questão de saber se a energia, a banca e as telecomunicações são sectores estratégicos. Sabemos, por exemplo, que não é consensual o facto de se ter privatizado a REN. Mas quer o Governo ter uma posição relevante na Rede Elétrica para quê? Como pode fazer a diferença se não for maioritário?

São muitas questões sem resposta que mostram bem a dificuldade em encontrar uma racionalidade económica e financeira no anúncio de Luís Montenegro. Podemos sempre considerar que sim, os governos precisam de instrumentos de política económica, especialmente em tempos de grande instabilidade e num quadro de integração europeia em que os estados perderam ferramentas. E há outros exemplos na Europa, nomeadamente em Espanha, Irlanda ou Grécia. Mas não terá já o Estado português os instrumentos necessários e suficientes para isso?

No meio de toda esta dificuldade, em encontrar uma racionalidade no dito Fundo Soberano, resta ainda o facto de estarmos a falar de um Governo do PSD com o CDS, que anuncia esta intenção de intervencionismo, quando se está a defender da inviabilização de uma reforma da legislação laboral considerada liberal. Nem o PS de Pedro Nuno Santos apresentou uma proposta de intervencionismo na economia desta dimensão.

O melhor que podemos esperar é que o anúncio deste Fundo Soberano nacional seja basicamente uma táctica para se deixar de falar do fracasso que foi a proposta de reforma da lei laboral, uma manobra de distração. Porque um fundo com os objetivos anunciados só pode dar mau resultado, como mostra a nossa história recente.

************************
Salvo melhor opinião este artigo (de uma jornalista que creio se concordará nem é esquerdalha nem direitolas) é uma boa síntese da incompetência, desnorte, trapalhadas, incoerências deste governo e da trágica farsa que me parece foi o congresso do PSD.
Mas admito, como SEMPRE, estar a ver mal o assunto.

Fundo soberano?
Estamos é num poço sem fundo.
Ah, sr PM, declaro já que posso ajudá-lo com 2 moedas (não, não é o seu eventual sucessor) de 2 Euros.

António Cabral (AC)

BLOGUES  -  BLOGOSFERA

Já em tempos aqui falei deste tema e do vaticínio de muitos quanto à morte dos blogues.

Vaticínio de que discordei e discordo.

Como em tudo na vida é legítimo haver quem considere que os blogues não interessam, não têm interesse e que valorizem mais as várias redes sociais designadamente onde muito gente gosta de expor as vidas privadas etc.

Igualmente legítimo quem considere o oposto como é por exemplo o meu caso, e creio não estar muito isolado.

Entendo que há vários blogues com muito interesse, blogues de equipa "escrevinhadora", blogues de autor, blogues temáticos etc. Sim, ao longo dos anos muitos blogues acabaram.

O meu blogue fará se Deus quiser 13 anos em Dezembro próximo. Será no dia 11.

Há vários blogues com maior "seniority"que este modesto "Chapéus há muitos".

Há muitos blogues de grande qualidade como, entre outros, é o caso  (opinião pessoal, naturalmente) de "Delito de Opinião", "Corta Fitas", "Pensar o mundo", "Sorumbátco", "História Militar" e "Duas ou Três Coisas"

É isto.

AC

26  JUNHO  2026
Dia Internacional nas Nações Unidas para o Apoio às Vítimas de Tortura 
Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Droga
> 1662 - Conde Luis de Vasconcelos e Sousa desencadeia um golpe de Estado e derruba D. Luísa de Gusmão, D.Afonso VI é proclamado rei, mas dados os seus problemas físicos e mentais o trono acaba por passar para seu irmão D. Pedro
> 1867 - Abolição da pena de morte
> 1908 - Nasce Salvador Allende
> 1945 - Assinatura da Carta das Nações Unidas, ratificada por 50 nações em 24 de Outubro
> 1963 - John Kennedy em Berlim e a sua frase -"Ich bin ein Berliner"
> 1993 - Extinta a Guarda Fiscal, passou a Brigada Fiscal
> 2000 - Anunciada a conclusão do "draft" com a sequência do genoma humano
AC

quinta-feira, 25 de junho de 2026

ATÃO
 

Como estamos neste campo?
Bem, não é verdade?
AC

STRESS

Há várias causas, e vários cúmulos de STRESS.

Um dos maiores cúmulos de STRESS é ajudar um cão a perseguir a sua cauda.

AC 

CURIOSIDADES

CURIOSIDADES NO NOSSO PRESENTE? Existem muitas.

Uma, para mim naturalmente, é a telenovela PRR. 

O PRR Europeu, as massas que chegam de Bruxelas.

O PRR que incitou o patético Costa com o seu alvar sorriso a perguntar à Ursula - já posso ir ao banco?

No primeiro caderno do "de referência" de 29 de Maio passado, na página 33, uma coluna à esquerda (curioso) tinha umas linhas assinadas pelo inefável ministro da (dita) Economia e da Coesão (onde, qual?) Territorial. Qual era o título? Era este: O PRR melhorou e está em dia.

Logo na fase inicial do artigo de opinião ministerial, o dito ministro escreveu - afirmações sobre alegados atrasos na execução do PRR fazem parte da coreografia  típica das democracias.

Depois, o ministro escalpeliza a coisa e indica genericamente o que encontrou (atrasos) e de como as coisas estão.

Termina afirmando - o PRR não está atrasado; todas as subvenções atribuídas  a Portugal serão executadas; nenhum investimento  essencial ficará por realizar.

Reli hoje o artigo.

Depois pus-me a pensar onde, em que parte do artigo "esta outra peça" encaixa:

Municípios pedem financiamento para obras atrasadas do PRR. Governo manda apressá-las
Com o prazo a esgotar-se, câmaras municipais apelam à criação de fontes de financiamento para as obras que têm em curso. Castro Almeida apela a que façam “o máximo possível” até Agosto
.

Será que algumas coisas, por exemplo no âmbito de algumas câmaras municipais, não são investimentos essenciais?
Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte e felicidades.

António Cabral (AC)