" O ÊXITO ESTÁ EM TER ÊXITO, E NÃO EM TER CONDIÇÕES DE ÊXITO " !
(Fernando Pessoa)
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
O POLÍTICO ALDRABÃO TÍPICO
Como de costume andava a passear pelo país, a mostrar-se, e entrou com alguns assessores mais os guarda-costas mais o famoso chefe de gabinete numa pequenina aldeia.
Os velhotes aproximaram-se do sorridente PM que saía do enorme Mercedes preto, e que lhes acenou, se aproximou, e começou a cumprimentar todos, que nem eram assim tantas dezenas.
Um dos idosos - Senhor PM, aqui temos dois problemas grandes.
O PM - qual é primeiro?
o idoso - não temos médico na aldeia.
O PM pegou no telemóvel, afastou-se um pouco, andou um pouco para lá e para cá, e depois regressou para junto da população, abeirou-se do idoso.
- O PM - Pronto, amanhã chega um médico. Qual é o segundo problema?
o idoso - sr PM, aqui não temos rede móvel!
AC
TRAGÉDIA, CALAMIDADE, DESGRAÇA, MISÉRIA
A calamidade foi definida para aqui.Mas a realidade é INFELIZMENTE bem mais trágica.
Os danos (e vamos ver as consequências por mais dias de tempo mau) com incidência maior naquelas zonas, mas por toda a parte do Continente face,
às chuvadas,
às descargas de barragens,
aos rios e ribeiras transbordados,
às casas alagadas e destruídas,
às fábricas destruídas,
aos carros e outras viaturas destruídos,
aos edifícios do Estado danificados,
a mais desabamentos e crateras em estradas,
à incúria, desleixo e irresponsabilidade (autarquias) em se construir em zonas baixas perto de água, ou em zonas perto de arribas (i.e. Caparica),
à incompetência de muitos que não só os governantes,
são de certeza incomensuravelmente superiores ao que hoje 5FEV podem parecer.
Basta pensar em todos os locais atingidos ainda hoje por cheias e inundações, em todos os locais onde a ventania prossegue, onde no âmbito hortícola, agrícola e empresarial há devastações enormes (i.e. Alcácer do Sal, distrito de Castelo Branco).
Mas como diz uma inarrável criatura - "gastem o dinheiro do mês de Janeiro e esperem que chegue ajuda".
AC
Adaptação de uns versos de Manuel Alegre face ao tempo que faz e à vida política nacional desde 1991 mas com destaque para os últimos 10 anos
NOTA PRÉVIA
Não sou nem economista, nem financeiro, nem contabilista.
Se li bem alguma informação do Banco de Portugal parece-me que se reduziu a dívida pública EM PERCENTAGEM do PIB.
PERCENTAGEM!
OK, é relevante! Redução a registar, não está tão mal como já foi.
Mas . . . . há sempre um detalhe . . . .
Se percebi bem há um raio de um detalhe que é - o valor do que de facto devemos, o MONTANTE, esse "piqueno" (Ferreira Leite dixit) montante parece que aumentou (para não variar) em vários mil milhões.
Oh QUE CELENTE!
AC
HÁ SEMPRE ,
muita legislação,
muitas leis de base, DL, regulamentações, despachos, reuniões,
muitas indecisões, inações, incompetência, irresponsabilidade,
uma total ausência de sentido das responsabilidades,
uma total ausência de sentido de Estado,
uma total insensibilidade,
um continuo SERVIREM-SE em vez de SERVIR a sociedade.
Não estou a protestar para ser do contra.
Na minha vida profissional sempre fui coerente e sempre procurei ser decente e também por isso atingi o topo da carreira.
Na vida pessoal, particular, como na profissional, olho-me ao espelho sem vergonha, e de cabeça erguida.
Deixo em baixo um pequeno resumo de alguma legislação. Se lerem atentamente está tudo explicado, previsto, legislado, definido, bem construído, etc.
E, portanto, tudo funcionará como previsto!
Esqueceram-se de não prever:
- que ninguém quer ser ministro da maior parte das pastas
- por isso para cada governo tentam agarrar alguém dos próximos
- quando de uma remodelação ainda se torna mais complicado
- as alterações climáticas
ESQUECERAM-SE DE PROIBIR:
Tempestades sobre Portugal
Crises financeiras em Portugal
RESULTADOS à VISTA.
E se pegar neste exemplo,
Marcelo Rebelo de Sousa criticou a existência de postes de eletricidade "do tempo da Maria Cachucha", inclusive com mais de 50 anos, e defendeu que o país não pode ter redes elétricas assim, ressalvando, no entanto, que houve aspetos que foram melhoradosgostava de perguntar ao professor Marcelo que a medo se insurge agora, ao longo dos seus 10 anos em Belém quantas mensagens dirigiu à Assembleia da República ao abrigo da sua competência constitucional, (alínea d) Art. 133º) ) insurgindo-se sobre distribuição de energia e estes postezinhos de madeira (neste descansa o pássaro)
onde penduram há décadas e DESDE antes do 25ABR74 os cabos eléctricos e os telefónicos, quantas vezes falou nisto ao seu amigo António Costa e a Luís Montenegro logo que assumiu funções e depois de lhes falar deu publicidade a essas preocupações, quantas vezes escreveu à EDP, à eRedes, à REN sobre as linhas de distribuição de energia por todo o país e depois deu público conhecimentos dessas pressões?
É por causa desta gente toda, sucessivos PR, governos, deputados, elites, dirigentes da EDP e REN etc. que estamos como estamos.
E tem a lata de dizer que Portugal é o melhor país do mundo!
E teve o descaramento de considerar que Portugal devia pagar indemnizações por certas pouca-vergonhas da história quando nem gastam dinheiro para não haver postezinhos e outras misérias.
Não estamos como estamos por acaso, estamos assim à sua/ vossa conta!
António Cabral (AC)
Marcelo pirou-se para o Vaticano e fez muito bem - está quase livre disto. (Ângela Silva)
E eu quase livre dele.
Infelizmente, não estou livre do Ventura, Leitão Amaro, da extraordinária jurista Lúcia Amaral, Ana Sá Popes, Francisco Louçã e Mortáguas, Ferro Rodrigues, António Guterres, Durão Barroso, Castro Almeida, Augusto Santos Silva, Carlos César, Brilhante Dias, etc. etc. e do Komentariado residente nas TV e jornais e revistas.
AC