segunda-feira, 13 de julho de 2026

 


Sendo agora amigos e Luís Neves um membro do Governo, o governante admite que “hoje faria de maneira diferente”

POIS !

AC

Republico

Os AMIGOS,  a AMIZADE

Os amigos revelam-se

Pode ser esclarecedor recordar que o termo latino para a amizade, amicitia, deriva da raiz am, que no latim popular designa "mãe" (amma).

A etimologia da amizade reenvia-nos, assim, não para uma qualquer experiência casual, mas para a memória daquela afeição primeira que estrutura silenciosamente a existência.

Por isso, na sua espantosa leveza e sem alardes, a amizade dialoga com coisas muito fundas dentro de nós: faz-nos reviver o primeiro amor com que fomos (ou não fomos) amados; toca as nossas feridas, mesmo as que não conseguimos verbalizar; transmite-nos confiança para sermos o que somos e como somos; estimula-nos a progredir vida fora.

Nem todas as nossas amizades chegam a tomar consciência da extraordinária viagem interior que as mobiliza. 

Porém, mesmo quando a amizade parece simplesmente prosaica, é este programa que realiza, pois há sempre um instante em que os verdadeiros amigos se revelam como aqueles que estão dispostos a acompanhar-nos aconteça o que acontecer.

Não esperamos nada dos nossos amigos, e essa franqueza é fundamental. Mas, não esperando nada, esperamos tudo, na medida em que a sua existência nos permite existir.

A doçura da amizade é equivalente a esse seu rigor mais infrangível: o meu amigo é este próximo que não deixa de ser distante.

Mas é também o distante que sabe tornar-se próximo e intimo. Por isso, não é a posse que conta na amizade, mas a feição, a dádiva atuada no desprendimento.

(José Tolentino de Mendonça)

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Ao olhar a realidade da vida este texto dá que pensar.

Olho o presente, contabilizo o passado no que a amizades diz respeito.

Pessoas conhecidas tenho imensas.

No plano profissional conheço dezenas e dezenas, dos acima do curso de formação, e tenho também presente muitos dos 3 cursos abaixo do meu. É muita gente ou melhor, já menos pois a lei da vida tem ceifado muita gente, ainda que resistam uns quantos acima dos 90 anos.

No plano social conheço gente que nunca mais acaba. Só no âmbito da medicina e da enfermagem e como aqui por mais de uma vez referi conheço directamente muita gente e superficialmente uns quantos por intermédio daqueles.

Quando reflito seriamente quanto a amigos, quanto a amizades, e olhando os últimos parágrafos do texto do Cardeal, amigos amigos  tenho talvez uns quatro ou cinco civis pois já desapareceram três que me eram muito próximos.
Amigos amigos militares terei também 4 ou cinco.

Refiro-me portanto aqueles que nem "dou por eles", de quem nada espero e tudo espero.

Mas creio que posso dizer com segurança que para além destes tenho vários que além de a espaços me manifestarem estima e consideração são daqueles que estariam por mim se necessário.

Infelizmente, mas é a realidade da vida, e a começar pelos que se formaram comigo, amigos sérios de amizade profunda conto dois.
Não me comovo com palavreado oco que esporadicamente aparece.
As amizades não se medem em almocinhos.

E o mesmo se aplica no plano social como referi já, amizades profundas são poucas.

Há muito convívio, confraternização, almoços, telefonemas, mas . . . . . 
Quanto à família, primos, cunhados, sobrinhos, é o mesmo.
Firme, como rocha, os filhos e os netos, e a "trave mestra" que comigo os construiu.

Bom dia. 
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. 
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)
REPUBLICO

FRANCISCO de SÁ de MIRANDA (1485-1558)
....."O seu carácter, eminentemente honesto mas frio, faz dele mais um crítico social do que um verdadeiro poeta. A sua crítica dos costumes e da sociedade incide principalmente nos seguintes pontos (nas várias cartas que endereçou designadamente a D.João III: o absentismo (a fuga dos campos para a cidade), a corrupção da administração, a injustiça, a mentira e lisonja, o gosto excessivo do luxo e da riqueza.

Como definiu Sá de Miranda o verdadeiro homemAssim:

Homem dum só parecer
Dum só rosto, duma só fé,
De antes quebrar que torcer,
Ele tudo pode ser,
Mas da corte homem não é.

Isto no Século XVI,.........parecenças com a actualidade ?

António Cabral (AC)

(textos a azul retirados dos "Apontamentos de Literatura Portuguesa", Maria Leonor Carvalhão Buescu)

METER  ÁGUA ?
Pelo que se vem sabendo, no concelho de Almada e seus arredores (Almada freguesia, Caparica, etc.) os canos estão com muito pouca ou nenhuma água.
Há vários anos que, segundo se diz e provavelmente é mesmo a realidade, há imensas perdas de água por diversas razões: rotura de encanamentos (na rede de distribuição e depois na rede mais próxima das infra-estruturas i.e. casas, escolas, edifícios do Estado etc.), furos ilegais, piscinas ilegais, ligações ilegais à rede, etc.
Em cima disto some-se incompetência, arrogância e desprezo pelos cidadãos enquanto se arrota com os direitos e a CRP.

Também tem sido noticiado que há anos se sabe que na segunda quinzena de Julho o consumo de água sobe bastante. Há anos!

Não reparei (sou muito distraído), mas se ainda não aconteceu deve estar por minutos o actual inquilino em Belém vir aparecer nas TV com o seu habitual ar compungido/ confrangido/ condoído/ salvador do povo, adiantar - este problema das pessoas e das famílias tem que ser resolvido, !

Como a pressão da comunicação social subiu muito lá veio a socialista presidente da câmara debitar umas coisas.
Uma das coisas vomitadas é que havia uma grande culpa do governo por aligeirar as regras para construção de habitações!

Eu não percebo nada destas coisas mas tinha uma noção, assente em casos concretos de familiares e amigos e conhecidos, que as câmaras municipais em regra levavam eternidades para aprovar /autorizar novas construções, fossem prédios fossem vivendas.

Não percebo nada destas coisas, repito, mas creio que o que recentemente aconteceu é querer-se que os prazos para aprovar licenciamentos encurtem, deixem de ser a pouca vergonha de anos, a pedir agora um papel, ou à espera que se untem mãos!

Depois, lá está, surgem casos caricatos como aqui uma vez já contei e agora repito.

O falecimento de um idoso e depois, aquela cena da relação de bens de que é preciso tratar e que tratou a filha mais velha/cabeça de casal e que depois deu conhecimento à irmã, mais nova. Ambas naturalmente herdeiras do senhor.

E surgiu um pequeno problema, melhor dito, a mais nova, solteira, virou-se para a irmã - não sabia que o paizinho tinha tantas garagens e estes andares todos!

A irmã/ cabeça de casal - sabes, ao Quim não convinha que eles ficassem no nome dele, e foi assim, colocámos tudo no nome do paizinho.
A solteira - ah, então metade é meu . . . .

A irmã/ cabeça de casal - não, é do Quim . . . 
A solteira - se metade não passa para mim, coloco a boca no trombone.

Claro que tudo se resolveu a contento!

A pouca vergonha de décadas tem que acabar, mas é muito difícil acabar. 
Não será de acreditar que certos licenciamentos de processos para construção serão mais rapidamente despachados em algumas câmaras municipais consoante os conhecimentos (inside information) ou o untar as mãozinhas, ou uns almocinhos de trabalho?

É má língua ou . . . . ?

O colapso no abastecimento de água numa zona altamente urbanizada não acontece por acaso. Não é assim de certeza.
Falar verdade e falar do que foi eventualmente feito, do que não foi executado e devia ter sido, isso é que não.

Ficam-se todos pela chicana política.

Esta gente lembra-me a anedota do início dos anos 50 do século passado, do desgraçado de meia idade, humilde, lá no interior abandonado, que trabalhava no campo de Sol a Sol, quase sem dinheiro, mas que um dia lá conseguiu juntar uns cobres e foi à cidade. 

Pagou um quarto numa pensão rasca, e na primeira noite foi a uma casa de "meninas" que nesses tempos existiam. Hoje creio que existem ainda mais, mas é outra "finesse".

Voltando ao pobretanas, teve o azar de poucos minutos depois de entrar na "casinha" entrar a polícia para uma ruga, e ele assistiu a um canto ao interrogatório sumário que um dos polícias ia fazendo "às raparigas"
- Que é que tu fazes? . . . . Sou costureira!
- E tu? . . . . sou manicura!
- E tu? . . . . . sou cozinheira!
. . . . . .
Vendo o andar da carruagem, o pobre homem amargurado murmurou baixinho . . . querem ver que a puta afinal sou eu!

Responsabilidades?
Falar verdade?
Falar abertamente sem recorte ideológico?

Ná, sou eu que estou a ver tudo mal, e a culpa disto tudo em Almada  deve ser dos capitães de Abril, ou do Passos Coelho, ou do Trump, ou do Putin, ou do Xi, se calhar de todos, mas de certeza pelo menos do D. Sebastião e das alterações climáticas!

Haja democrática pachorra para aturar isto.

António Cabral (AC)

13  JULHO  2026

> 1491 - Faleceu o príncipe Afonso filho de D. João II
> 1647 - Criação da Aula de Fortificação e Arquitectura Militar
> 1782 - Tratado de aliança entre D. Maria I e Catarina II da Rússia
> 1793 - França, Marat é assassinado
> 1939 - Frank Sinatra grava o seu primeiro disco
> 1958 - D. António Ferreira Gomes escreveu a Salazar criticando o regime, o que lhe veio a custar o exílio
> 1973 - DL 353/ 73, permite a passagem dos oficiais do Exército do quadro especial ao quadro permanente das armas de, Infantaria, Artilharia e Cavalaria
> 1985 - Organizado o mega concerto Live Aid, que acabou na realidade por serem dois, em Wembley e Filadélfia
AC

domingo, 12 de julho de 2026

ELITES
Em todas as sociedades existem elites. 
Elites, o que se costuma designar por - o que há de melhor numa sociedade - ou - membros da sociedade que detém poder e influência.
Na comunicação social indígena muitas loas se evocam constantemente sobre várias das nossas elites. 

Ele é fotografias, entrevistas, fóruns, encontros, conferências, recepções, condecorações, jantares em casa de, entregar e receber prémios, ou assistir à entrega de prémios, etc. 

Algumas elites quase não tem tempo para se coçar. Mesmo jubilados não param as conferências, as confraternizações, as entrevistas concedidas, as apresentações, as deslocações. Uma lufa lufa quase não têm tempo para escrever nas suas redes sociais tal o turbo-conferencismo, o turbo administradorismo pro bono, o apoio ao seu partido (mas sem ter cartão de militante).

E jornalistas, que vão jantar a casa deles, que jogam golfe com eles, que passam férias com eles, pertencem também ás elites?
Jornalistas que colocam inverdades nos jornais porque, CONFESSAM, acreditaram na informação de fonte de governo, pertencem ás elites? 

Pelo que se vai vendo (desde 1700? 1900? 2000?) será de facto o que de melhor temos por cá?

No meu entendimento, e de leituras retroactivas que vou fazendo à nossa história, incluindo algumas obras estrangeiras, a sensação que me fica é de que, basicamente, as elites sempre trataram de se governar. 

Mas, tal como no direito, haverá muita gente que discordará disto. A doutrina diverge. Respeito.
Anoto apenas o estado miserável do País, agora, antes, e muito antes.

É ver, só por exemplo, a história das bancarrotas, as dívidas, incluindo a "mansa" e os pedidos de empréstimo nos séculos XVIII, e XIX.

Será por isto, que periodicamente em certos OCS aparecem classificações acerca de "poderosos"? PODEROSOS? Salvo melhor opinião raia o obsceno.

Olhando por exemplo aos poderes havidos e casos e polémicas desde 1945, o que encontramos como nomes sonantes, sem discriminar seja o que ou quem for, sem qualquer especial intenção, e sem ordem alfabética ou cronológica, e sem imputação de ideologia?

Apenas alguns exemplos de uma lista sem fim (hoje só civis; militares também dão uma linda lista, começando por Ribeiros e indo lá muito atrás):
> Oliveira Salazar, Duarte Pacheco, Américo Thomaz, António Costa, Quintanilha Mendonça Dias, Vitor Constâncio, Cupertino de Miranda, António Ferro, Narciso de Miranda, Adriano Moreira, Franco Nogueira, Diogo Freitas do Amaral, António de Spínola, Jorge Sampaio, Marçal Grilo, Norton de Matos, Zeinal Bava, Ângelo Correia, Ricardo Espírito Santo, Pinto Monteiro, Alberto João Jardim, António Champalimaud, Duarte Lima, Correia de Oliveira, Vasco Gonçalves, José Manuel de Melo, Silva Pereira, António Arnaut (o pai do SNS e o advogado), Paulo Portas, Costa Gomes, Valentim Loureiro, Francisco Louçã, Manuel Alegre, José Sócrates, Ilídio Pinho, Mário Soares, Durão Barroso, António Guterres, Cavaco Silva, Mesquita Machado, Eurico de Melo, Vitor Alves, Marcelo Rebelo de Sousa, Melo Antunes, Proença de Carvalho, Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa, Pinto Balsemão, Jorge Coelho, Inês Medeiros, Miguel Horta e Costa, Pedro Mexia, Adelino Palma Carlos, Sanches Osório, Vasco Vieira de Almeida, Rui Vilar, Valente de Oliveira, Vitor Crespo, Miguel Cadilhe, Almeida Santos, Salgado Zenha, Álvaro Cunhal, Oliveira e Costa, João Cravinho, Pereira de Moura, António Costa (governador BdP), Diogo Lacerda Machado, António Sousa,......um rosário extenso.

Segundo vi uma vez, do ex-PR salvo erro - "O povo sempre a lutar por Portugal mesmo que algumas elites, ou melhor, as que como tal se julgavam, nos falhara. Em troca de prebendas vantajosas, de título pomposos, altas contemplações deslumbradas, ou simplesmente tiveram medo de ver a realidade e decidir com visão e sem preconceitos".

As elites são, por norma e formalmente, o motor do mundo.
Pelo que a Portugal respeita e na minha opinião naturalmente, desde 1700 sempre a piorarmos.

Andamos no mundo dos acessíveis, dos fazedores, dos consultores estratégicos, dos convívios em jantares, festas, viagens à conta de alguém, de comissões por serviços, de cumplicidades. Com e sem contratos. E depois temos vários concidadãos que daqui se piraram e piram e lá fora se notabilizam.

Quem quiser que se dê ao trabalho de ver por onde passaram alguns senhores e senhoras e aonde chegaram hoje. 
A maioria terá começado nas jotas, por assessor ou chefe de gabinete. 
Releiam o postal - E é isto a Tugolândia.

Conheço um caso em que foi para secretário de um senhor amigo do papá, creio que ainda não tinha 19 anos. 
Entre outras coisas, deu em comentador! 
Elites!!!!!!!!!!!!!

Bom dia e bom Domingo.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)
Ao  Que  ISTO  Chegou.    Pode piorar?
Pode, com esta gente e esta gente claro que pode. Tal como no boneco.
AC

 RECORDAÇÕES

Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dou com várias fotografias saídas nos OCS e redes sociais ao longo dos anos.
Algumas, verdadeiros tesourinhos deprimentes.
AC
UM BOCADO PATÉTICO e RIDÍCULO, NÃO ?
Gosto particularmente da indicação - aproxime o copo da boca!

Já indiquei qual poderá ser o guia para "defecar".
Para urinar algo como isto:

COMO URINAR
- Quando estiver a sentir muita vontade de urinar, 

- Dirija-se calmamente à casa de banho mais próxima,

- Se andar pelo campo, escolha uma moita, ou uma árvore para se esconder e assegure-se que tem lenços de assoar consigo para depois se poder limpar,

- Baixe as calças /levante a saia abra a braguilha, baixe as cuecas

- Menina ou senhora, levante a tampa da sanita e sente-se com cuidado,

- Menino ou homem, em casa, levante a tampa da sanita para não a sujar; em casa de banho pública usar o urinol;
Se estiver no campo agache-se (senhora /menina) com cuidado tendo previamente observado o local atrás da moita assegurando-se que nada lhe possa vir a picar o rabo; homem ou menino deve assegurar-se que não urina contra o vento para que não fique com sapatos e calças molhados,

- Menina ou senhora, depois de urinar limpe-se cuidadosamente e em seguida vista-se e lave as mãos; se estiver no campo, lave as mãos logo que lhe seja possível.

- Menino ou homem, depois de urinar sacuda o pénis, feche a braguilha e lave as mãos logo que possível,

- Se notar alterações na periodicidade com que urina ou na urina (cheiro, cor, quantidade), consulte o seu médico. Se a urina atraiu por exemplo formigas pode ser sinal de diabetes!

AC 
PORTUGAL  VAI  EMPOBRECER  COM  MUITO  BARULHO.
(Medina Carreira) 

Não tenho bola de cristal, poderes de adivinhação.
Mas, com muito ou pouco barulho social, tenho a convicção que virá a acontecer como Medina Carreira profetizou há anos. Empobrecer, sim.

Basta ver, desde 1991, de governo para governo, o desnorte crescente, a corrupção, a inação, a ausência de qualquer plano estratégico a 20/30 anos, completa falta de visão.

Basta ver quão pouco falta para ficarmos na cauda da UE.

AC

ESPANHA - PORTUGAL  

Todas as sociedades têm coisas boas e coisas más. Todas as sociedades têm problemas. Todas as sociedades são diferentes, tendo como coisa comum o ser humano de igual dignidade independentemente da epiderme, do cabelo, da fé, do sexo.

Esta palavras a propósito de Espanha e Portugal (de Espanha nem bom vento nem bom casamento etc.) mas quero referir concretamente os supermercados.

Conheci vários mini mercados espalhados pelo país (Continente e ilhas), conheci Pão de Açúcar e outros antigos. Estou a lembrar-me por exemplo de umas enxovias degradantes em VilaMoura, anos 80 e 90 do século passado.

Conheço supermercados Pingo Doce, Continente, Continente/ Modelo,  Auchan, Intermarché, Lidl, Aldi, Minipreço, El Corte Inglês, Mercadona. 

Refiro-me designadamente a supermercados em Lisboa, de Lisboa a Cascais, Porto, Setúbal, Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Fundão, Covilhã, Viseu, Montijo, Alcochete, Santarém, Fátima, Altura, Loulé, Évora, Coimbra.

Tenho décadas de vida e particularmente nos últimos 20 anos vou mais vezes eu aos supermercados e praças que a minha mulher. Várias vezes vamos juntos.

O meu ponto é este: não vou discutir a qualidade dos produtos, a apresentação, as remodelações nas infra-estruturas, vantagens e desvantagens, preços.

O que quero é salientar uma coisa prática.

Havendo muita gente, estando um supermercado a abarrotar de gente,  no Mercadona não demoro praticamente nada a pagar e sair.
Alturas do dia há que estão todas as caixas a atender, registar, despachar. E são muitas.

Nos outros, a abarrotar de gente ou mesmo sem essa enchente, com maquinetas automáticas (que o Mercadona do Montijo por exemplo não tem), e caixas com pessoal (pouquíssimas comparado com mercadora Montijo), demora-se muito mas mais tempo a sair. 

É só facturar. Os outros não conheço, mas o Mercadona do Montijo factura de tal maneira que a gerência espanhola continua surpreendida.

Há esta e outras diferenças designadamente para com o Continente, mas acham que isso preocupa os donos do supermercado português?

AC
12  JULHO  2026
> 1641 - Assinatura do tratado de Haia entre Portugal e a república Holandesa
> 1780 - Nasce Mouzinho da Silveira
> 1838 - Portugal, revolta dos Marechais
> 1909 - Óscar Blank obtém a licença de piloto aviador
> 1962 - Londres, primeiro concerto dos Rolling Stones
> 1982 - Filme ET - O Extraterrestre bate recorde de bilheteira à época
AC

sábado, 11 de julho de 2026

EM  ALCOBAÇA . . . . 

Agora, ao chegar a casa depois de caminhada matinal de pouco mais de 5 Km  vejo num zaping rápido pelos canais TV que houve um trágico atropelamento.

Mais que trágico, um homem jovem foi atropelado e morreu.

Aparentemente, segundo noticiado, a alcolémia detectado no condutor era astronómica.

Um morreu, outro vai enfrentar a justiça à portuguesa.

Admito estar a ver mal as coisas, mas uma situação destas - alcolémia brutal - com resultado de morte que creio é homicídio eventualmente involuntário, mereceria a máxima pena de cadeia. 

Os 25 anos não restituem o falecido à família e à sociedade, mas o FDP não voltaria a matar.

AC

COITADO
Coitado do Aquário Vasco da Gama que agora até teve que levar com José Luís Carneiro.
Este político tem andado de férias pelas ilhas das regiões autónomas  e naquilo a que chamou a "Rota pela economia do mar"

A criatura resolveu ir até ao Aquário para encerrar a tal dita "Rota"!

A comunicação social nada referiu se Carneiro levou consigo também familiares pequenos para de deliciarem com o que o Aquário proporciona. 
E que é muito e extraordinário, bem o conheço, estive lá várias vezes, todos os meus netos o foram conhecer.

Coitado do Aquário vasco da Gama!

Bom dia, bom Sábado
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades

AC

 A  MENSAGEM

Com poemas sobre PORTUGAL, "Os Campos", "Os Castelos", "As Quinas", "A Coroa", "O Timbre", "O Mar Português", "Os Símbolos", "Os Avisos", "Os Tempos".
Este por exemplo:
AC
ABSOLUTAMENTE  DE  ACORDO
(sublinhados da minha responsabilidade)
Há também a sua entourage próxima, cujo deliberado descaso dos factos que não podiam desconhecer traduz uma maneira amoral de estar na política. Ainda andam muitos por aí, o mais saliente deles Costa, mestre de cerimónias do Conselho Europeu.

(José Meireles Graça)

AC

PREFIRO  UM  FIM  COM  HORROR, 

DO  QUE  UM  HORROR  SEM  FIM!

António Cabral (AC)

8  JULHO  2026
Este dia teve para mim significado especial.

Há décadas aliás que tem um significado especial para mim, e desde que criança já com raciocínio comecei a perceber a data e a dar-lhe  especial atenção. 
Dia de aniversário da minha muito idosa mãe (1925 - ?).

Mas certamente que por esse mundo fora haverá factos e eventos significativos a celebrar em 8 de Julho.

Por cá, por exemplo, a famosa EDP celebrou com um jantar os seus 50 anos. Com jantar e discursos naturalmente.
Conheço um dos discursos, o do actual inquilino em Belém. 

António José Seguro foi convidado, discursou, apontou ao futuro, recordou que quando a EDP começou a electricidade não era um bem existente em muitas partes do país. País atrasado.

Lembrou que a eletrificação do país exigiu investimentos em linhas, subestações e centrais para aproximar todo o território em termos do seu desenvolvimento e garantir a segurança do abastecimento elétrico.
Lembrou que a empresa está a crescer internacionalmente.

Recordou que não faltam desafios.
E referiu explicitamente a necessidade de energia mais sustentável, mais inteligente e mais resiliente, e ainda a necessidade de segurança no abastecimento, que a competitividade não pode ser feita à custa do poder de compra das famílias, e que é necessário preservar o meio ambiente, a biodiversidade, e ter tudo isso em conta em cada quilómetro de rede que se construa ou em cada central que seja erguida.

Claro que Seguro podia ter referido que é frequente a EDP apresentar aos consumidores facturas estranhas a roçar a ilegalidade.
Dou o meu caso mais recente.

Há décadas consumidor da EDP.
Fartei-me.
Desconfiado que não melhoraria muito, pois vivo nesta descarada Tugolândia que actua violenta e impunemente contra os cidadãos comuns, mudei para a MEO Energia.

Uma mudança de fornecer tem a seguinte questão prática: o novo e pretendido fornecedor alerta a E-Redes da projectada mudança, identifica data para entrar em vigor a mudança, a E-Redes nesse dia "corta o antigo fornecedor, abre a torneira para o novo"

A MEO Energia ficou activa para a nossa casa em 29 de Abril passado.

Como é natural recebi em finais de Maio uma factura da EDP referente à energia consumida até 28 ABRIL inclusive.

Mas não é que os marmelos da EDP tiveram a lata de me enviar em 7 de Julho e cair na minha conta em 21 de Julho uma factura por serviços no valor de quase 9 Euros?
Serviços?
Claro que não os vão ver.

Finalmente, Seguro podia ter alertado para os postes de madeira pelo país fora, para a pouca vergonha dos cabos elétricos espetados nos prédios em vez de enterrados (lá se ia um bocadinho dos lucros), para o IMI e IVA das barragens, etc.

Mas não, assim não seria o Seguro habitual.
Lembrando o povo, tivemos basicamente o costume!

AC
11  JULHO  2026
Dia Mundial da População
Dia de S. Bento, Feriado Municipal S.Tirso
> 1822 - Aprovada a Constituição Política da Monarquia Portuguesa
> 1902 - Nasce Sérgio Buarque da Holanda
> 1972 - As Brigadas Revolucionárias atacam transportes do Exército em Cabo Ruivo, numa acção contra a guerra no Ultramar
> 1973 - O "The Times" acusa o governo português do massacre de Wiriyamu  
> 2001 - Faleceu Cândida Branca Flor
> 2002 - Parlamento aprova a norma de excepção para em Barrancos se prosseguir com a lide e morte de touros
> 2018 - Teatro da Trindade, a sua sala principal passa a chamar-se "Sala Carmen Dolores"
AC