BELÍSSIMA E SABOROSA.
Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 23 de agosto de 2026
RESTAURAÇÃO CASEIRA
BELÍSSIMA E SABOROSA.
BELÍSSIMA E SABOROSA.
Almoço Domingueiro.
Lá fora Céu escuríssimo, umas bátegas de água e não muito perto alguns trovões.
Cá dentro, sossego, almoço caseiro, banal, simples, uma boa porção de carne para guisar de muito boa qualidade, depois de bem temperada e cozinhada foi misturada com massa "fetucine"
Uma fatia fina de bom queijo da Beira-Baixa, tudo bem acompanhado por este muito razoável vinho tinto da Cooperativa de Pinhel.
Tenham um bom Domingo.
ESTAS COISAS LEVAM TEMPO
Estas coisas levam tempo, têm que levar muito tempo.
Estas coisas levam tempo, têm que levar muito tempo.
Porquê?
Estas coisas levam tempo, são complexas, por razões diversas.
O trágico acidente aconteceu há poucos dias . . . . Ups . . . . parece que não exactamente . . . .
Compreende-se . . . . . o relatório deverá sair lá para (será?) o final do primeiro trimestre do próximo ano.
Se não chover, como dizia alguém!
Estas coisas são complexas, desde logo porque o trágico acidente do Elevador da Glória vitimou muitas pessoas, destruiu famílias.
E, sobretudo por isto, há que apurar responsabilidades.
Apurar responsabilidades pela morte de tantas pessoas, pelos dramas brutalmente impostos a várias famílias.
Estas coisas são complexas, por razões técnicas.
Material muito antigo.
É preciso fazer muitas peritagens.
É preciso ver se todos os intervenientes, se todos os peritos, se todos os assistentes, se todos os mandatários, e se todos os responsáveis formais aos diferentes níveis estão de acordo com as conclusões de cada peritagem.
E se estão de acordo com o relatório, o final, que finalmente há-de aparecer à luz do dia, e aí se verá que, desta vez, em Portugal, a culpa não morreu solteira.
Prevejo seja apurado que, sem margem para qualquer dúvida, a culpa foi não só do cabo como sobretudo do elevador, que não tinha nada que ir por ali abaixo desarvorado e muito, também, daqueles horríveis batentes que lá em baixo estancaram brutalmente o elevador.
Peritagens portanto sobre o tal cabo.
Peritagens sobre diferentes cabos: os que eram de aço, os que já não eram completamente de aço, os que eram de outro aço, os que talvez não precisassem de ter tanto aço.
Peritagens para averiguar que o tal cabo (cabo, nada a ver com tropa, com cabo, furriel, sargento, tarata) se portava ou se portou bem ou mal.
Peritagens aos carris, se não estariam demasiado polidos, se não ajudaram à tragédia.
Peritagens às calhas onde corria o cabo, se tinham folhas das árvores e/ ou lixo que prendessem o cabo.
Peritagens aos óleos e outros lubrificantes usados no sistema do elevador para apurar se poderiam ter ajudado a deslizar mais do que o devido.
Peritagens às madeiras e contraplacados de que era feita a cabine do elevador, para apurar se tinham bicho da madeira que pudesse ter contribuído para o desfazer quase completo da cabine.
Peritagens ao cabo e à sua fixação ao elevador.
Peritagens aos freios (nada de freios e contrapesos).
Peritagens à dinâmica do sistema.
Peritagens às condições de aderência dos freios aos carris.
Peritagens da acção dos freios sobre as rodas.
Peritagens aos circuitos eléctricos do elevador.
Um tal de GPIAAF terá contratado várias entidades especializadas em cabos e similares.
Já houve relatório preliminar. Com dúvidas.
Depois dele, foi definido o âmbito das peritagens, mais peritagens portanto.
Mais peritagens para apurar factores técnicos.
Mais peritagens porque alguns testes se mostraram destrutivos.
Peritagens, também aos recursos vários.
Peritagens à eficiência na despesa pública!
Peritagens diversas, investigações diversas.
Peritagens comparativas, dadas as especificações originais da Carris.
E muito estudo da pouca documentação técnica existente.
Peritagens e investigações sobre a supervisão dos trabalhos efetuados pela empresa prestadora do serviço, a manutenção etc.
Se percebo bem o que já veio a público, houve "aspectos suscitados" depois de tantas investigações e peritagens, peritagens efectuadas em "sequência".
Finalmente, segundo o tal GPIAAP - "Paralelamente às peritagens dos sistemas técnicos, a investigação tem procedido também ao aprofundamento da análise dos fatores imateriais pertinentes", como "fatores humanos e organizacionais envolvidos no acidente, procedimentos e práticas de manutenção" e "enquadramento legal da operação, entre outros aspetos".
Portanto, haverá elaboração do esboço do relatório final!
Portanto, haverá elaboração do esboço do relatório final!
Aguardemos então pelo esboço do relatório final. . . . aguardemos depois pelo relatório final. . . . .algures em . . . . . . 2027 . . . . .
Bom dia e bom Domingo.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias.
António Cabral (AC)
DELICIOSO
Delicioso (opinião pessoal naturalmente) texto (parte dele) lido no blogue "DO" que com a devida vénia transcrevo.
António Cabral (AC)
"Na semana passada foi aqui que vi o eclipse solar. Num local que por vezes frequento, aprazível e ainda não devastado pela turistificação lisboeta – é um verdadeiro couto de “irredutíveis lusitanos” mas nada xenófobos. Tem a incomensurável vantagem de manter o nome na nossa língua – é perto, por exemplo, de um famoso Champalimaud Centre for the Unknown (as pessoas têm tanto medo do cancro que aceitam esta vilania afixada), isto para não recorrer a mais dados da disseminada toponímia “globalizada” que polui as cercanias do Tejo lisboeta.
Tem ainda o chamariz de apresentar um cardápio português, mesmo se nada fundamentalista, pois polvilhado com os víveres da “comida do mundo” – como é obrigatório na gastronomia de um povo que sempre se lambuza com o longínquo bacalhau enquanto carrega a honra de ter inventado o sarapatel e de o ter exportado quando galgou os mares em busca de condimentos. Pode-se (pude) petiscar uma meia-desfeita do tal bacalhau com grão (a qual por vezes leva outro nome mais popular). E de explicar a um jovem britânico, que há alguns anos fez por assomar na minha família nisso sendo bem-vindo, o que é um “arroz malandrinho” sem estar preocupado com a epidemia do imperialista e insuportável risoto.
Tudo isto na vizinhança do Padrão – esse que alguns alienados “intelectuais” querem eliminar por ser dedicado aos Descobrimentos e advir do “Estado Novo”. E também do Mosteiro – esse que alguns alienados “intelectuais” se esquecem de querer eliminar, apesar de ser dedicado aos Descobrimentos, àquela viagem de Gama, e de grande parte daquilo ser um muito tardio acrescento, um pastiche digno da “patrimonialização” do tal “Estado Novo”. E ainda da Torre, que também não abjuram mesmo tendo ela sido um enorme e longo investimento para defesa náutica, apesar de agora bramirem contra despesas desse tipo.
Enfim, detalhes desses à parte – que sempre me ocorrem quando por lá ando – ali decorreu o fim de tarde, naquele tão excêntrico, pois, interrupto ocaso (que os grunhos, até políticos empossados, agora chamam sunset).
"Na semana passada foi aqui que vi o eclipse solar. Num local que por vezes frequento, aprazível e ainda não devastado pela turistificação lisboeta – é um verdadeiro couto de “irredutíveis lusitanos” mas nada xenófobos. Tem a incomensurável vantagem de manter o nome na nossa língua – é perto, por exemplo, de um famoso Champalimaud Centre for the Unknown (as pessoas têm tanto medo do cancro que aceitam esta vilania afixada), isto para não recorrer a mais dados da disseminada toponímia “globalizada” que polui as cercanias do Tejo lisboeta.
Tem ainda o chamariz de apresentar um cardápio português, mesmo se nada fundamentalista, pois polvilhado com os víveres da “comida do mundo” – como é obrigatório na gastronomia de um povo que sempre se lambuza com o longínquo bacalhau enquanto carrega a honra de ter inventado o sarapatel e de o ter exportado quando galgou os mares em busca de condimentos. Pode-se (pude) petiscar uma meia-desfeita do tal bacalhau com grão (a qual por vezes leva outro nome mais popular). E de explicar a um jovem britânico, que há alguns anos fez por assomar na minha família nisso sendo bem-vindo, o que é um “arroz malandrinho” sem estar preocupado com a epidemia do imperialista e insuportável risoto.
Tudo isto na vizinhança do Padrão – esse que alguns alienados “intelectuais” querem eliminar por ser dedicado aos Descobrimentos e advir do “Estado Novo”. E também do Mosteiro – esse que alguns alienados “intelectuais” se esquecem de querer eliminar, apesar de ser dedicado aos Descobrimentos, àquela viagem de Gama, e de grande parte daquilo ser um muito tardio acrescento, um pastiche digno da “patrimonialização” do tal “Estado Novo”. E ainda da Torre, que também não abjuram mesmo tendo ela sido um enorme e longo investimento para defesa náutica, apesar de agora bramirem contra despesas desse tipo.
Enfim, detalhes desses à parte – que sempre me ocorrem quando por lá ando – ali decorreu o fim de tarde, naquele tão excêntrico, pois, interrupto ocaso (que os grunhos, até políticos empossados, agora chamam sunset).
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (JPT)
Milhares de migrantes sem solução em Ceuta
Centenas concentram-se junto ao centro lotado de Loma Colmenar. O Governo criou novos espaços, mas a pressão sobre as estruturas de acolhimento não abranda.
Centenas concentram-se junto ao centro lotado de Loma Colmenar. O Governo criou novos espaços, mas a pressão sobre as estruturas de acolhimento não abranda.
Oh pá . . . . .
Afinal não é o que disseram . . . . . . .
Afinal ficaram lá muitos . . . . .
Atão, Sanchez, toca de naturalizar de supetão!
AC
23 AGOSTO 2026
Dia Internacional de Recordação do Tráfico de Escravos e da sua Abolição
> 1395 - D. João I, por carta régia, promulga a organização do serviço de incêndios de Lisboa
> 1498 - Vasco da Gama sai de Calecute rumo a Lisboa
> 1833 - Não há (formalmente) mais escravatura nas colónias Britânicas
> 1893 - Instalação do primeiro de uma série de cabos telegráficos submarinos entre a cidade da Horta e Lisboa (Carcavelos)
> 1889 - Marconi transmite código Morse sem fios através do Canal da Mancha
> 1926 - Faleceu Rudolfo Valentino
> 1939 - Pacto de não agressão Germano-Soviético
> 1942 - Ataque alemão a Estalinegrado
> 1989 - Tim Berners-Lee coloca on-line a primeira versão da World Wide Web, um sistema de criação, leitura e navegação de documentos de hipertexto ligados através da Internet, uma rede de dados num protocolo designado TCP/ IP
AC
sábado, 22 de agosto de 2026
COERÊNCIA, ISENÇÃO, HONESTIDADE
Muitos procuram ser isentos, não olham para as coisas na vida de forma enviesada ou mesmo sectária, para estar sempre de acordo com as suas bolhas, com os seus amigos e sequazes.
A vida é como é, e não há grande volta a dar!
É a realidade.
Muitos seres humanos comportam-se com honestidade intelectual, apreciam a vida/ o que os rodeia, e observam tudo com rigor e isenção, procuram pela verdade, por ela se orientam, estudam e aprofundam na medida do possível e do seu saber. Independentemente de terem a sua posição ideológica comportam-se com isenção.
Muitos, e interessa-me particularmente o meu Portugal e o regime de direto democrático (e a CRP que lhe subjaz) onde felizmente vivo, juntam informação, estudam-na, não se deixam enganar.
Muitos respeitam, SEMPRE, a opinião de outrem, com ela concordem ou discordem. Assim procedo.
Quando me engano, erro, lembro-me sempre do grande cidadão Bento de Jesus Caraça e reconheço, emendo.
Muitos procuram ser isentos, não olham para as coisas na vida de forma enviesada ou mesmo sectária, para estar sempre de acordo com as suas bolhas, com os seus amigos e sequazes.
Com a clubite ideológica.
Há até alguns que periodicamente se mostram ligeiramente discordantes das suas bolhas, dos seus correligionários só para expressarem independência. E disso fazem gala pública.
Depois bebem o seu bom whisky com os seus, os do costume e sorriem-lhes enquanto os sossegam - não pensem que mudei, aquilo que escrevi era só para dar ar de discordante, mas continuo convosco, e espero que me continuem a dar as várias mordomias, e outras regalias, como convites para trabalho remunerado e "pro bono" mesmo sem ter cartão. Estou sempre convosco!
Bom dia, tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, boas férias
AC
INTROESPECTIVA ?
Putin, Boris Johnson, Biden, Trump, Metz, Macron, Sanchez, Ursula, Costa, Erdogan e muitos outros, já olharam bem para os vossos umbigos? Ainda não chega? . . . chega? Não, . . . ainda não basta?
Há mais de quatro anos que há guerra na Ucrânia.
A Rússia Caiu? Não!
A Ucrânia caiu? Não
Bom, e a mortandade em ambos os lados mas sobretudo sobre a população Ucraniana? É para continuar? Não vos interessa?Diplomaticamente, não podiam olhar para uma hipótese de solução que desse alguma garantia de sustentabilidade quanto a territórios e segurança para ambas as partes, e para a Europa ocidental?
Ou é para continuar esta trágica telenovela, a Ucrânia a dar carne para canhão, a continuar a corrupção, a continuar a estoirar-se dinheiro, e a encarecer a vida para milhões de cidadãos comuns, enquanto EUA e UE e UK continuam a testar armamentos?
Ou é para continuar esta trágica telenovela, a Ucrânia a dar carne para canhão, a continuar a corrupção, a continuar a estoirar-se dinheiro, e a encarecer a vida para milhões de cidadãos comuns, enquanto EUA e UE e UK continuam a testar armamentos?
É isto?
AC
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