quarta-feira, 7 de outubro de 2026

PORTUGAL  VAI  EMPOBRECER  COM  MUITO  BARULHO

(Medina Carreira)

Para os que desprezavam e hostilizavam Medina Carreira, recomendo olhar com rigor e isenção para os últimos 35 anos, e particularmente para o período de finais de 2015 até hoje.

Ah, já agora, recomendo também ponderarem se não será melhor um fim com horror do que este horror sem fim.

AC

O PS  que faça "uma autocrítica nos erros que fez" para que seja possível um "reencontro do partido com o país".
(Vitor Ramalho)

POIS !

AC

7  OUTUBRO - DIA  dos  CASTELOS 

1ª foto - Belver     Restantes fotos - aldeia de Monsanto
AC
António Costa está em risco de perder o seu chefe de gabinete e braço-direito em Bruxelas para a delegação europeia na ONU. Segundo avançou o Politico e confirmou o Observador junto de fontes europeias, Pedro Lourtie deverá candidatar-se a embaixador da União Europeia junto das Nações Unidas e tem fortes hipóteses de ser escolhido.

Qual é o mal?
Só tem aprendido com o chefinho!

AC
CULTURA

AC
CHAPÉUS  HÁ  MUITOS,  SEU  PALERMA 
(VASCO SANTANA)

Apetece-me começar este texto recordando Vasco Santana

O nome do meu blogue - Chapéus há muitos - e única rede social que tenho, resultou de Vasco Santana e do chapéu brasileiro que vi no Brasil, concretamente num dos centros dos tristemente famosos "coronéis"- em Ilhéus. Aqui deixo de novo esse chapéu.

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.

Porque parece que estamos em crise quando não há crise escreveu há dias por exemplo Helena Garrido? 

A troca de galhardetes (com refinada falta de educação que chamam de praxe parlamentar) na AR e sobretudo a gritaria insolente, perdão, praxe parlamentar, e que uns quantos designam por debate político, dá-nos a firme ideia de que isto anda uma certa desgraça. Estarei errado?

Mas, depois, jornalistas que reputo sérios e isentos como Garrido e mais outros que me parecem sobretudo avençados a trincheiras diversas, afiançam que, não senhor, nada de instabilidade, a economia está boa, as agências de notação até nos estão a aplaudir.

Claro que os combustíveis estão baratíssimos (culpa da IA e do Passos Coelho, certamente) cada vez mais fácil pagar as prestações das casas, ou mesmo arrendar:  Vivam os grandes números da economia.

Como dizia não sei quem . . . Portugal está cada vez melhor mas as pessoas teimam em não melhorar!

Portanto, nada de dúvidas, nada de angústias, pois estamos longe de viver numa crise.

A economia cresce, emprego com fartura (não interessa para nada o tipo da maior parte dos empregozitos, claro)
Remunerações, salários, tudo catita!

Ah e contas certas, contas públicas equilibradas, 
Sacana do tal de debate político, sacana, é o mínimo a dizer!

Ah, e enquanto sobretudo do lado do governo só descortinam um mundo rosa e jornalismo rasca (que despautério achar isto) , do lado dos rosa e vermelhuscos só descortinam maldade, narrativas mal desfiadas, ausências de ética e moralidade (que é domínio/ monopólio esquerdalho está bem de ver).

Escrevia outro dia Helena Garrido - Qual é afinal a história económica que o Governo de Luís Montenegro tem para contar? Estamos a crescer por causa das reformas que fez? Por causa dos milhões do PRR? Porque temos mais população a trabalhar e a consumir? Porque o turismo continua forte? Porque as exportações estão a resistir? Ou simplesmente porque estamos a beneficiar de uma conjuntura externa favorável? Provavelmente é uma combinação de tudo isto.

Falo por mim: se nem Montenegro e Carneiro me convencem, menos ainda Ventura e outros.

Como certo tenho as bacoradas de vários ministros, a incompetência crescente do PM, a imprudência do ministro Alexandre, e a descomunal desfaçatez das oposições. E Seguro como de costume a EXIGIR! Sempre pungente, condoído.

A questão dos médicos de família continua e continuará por resolver, assunto que vinha muito de trás e que as promessas de Costa não passaram disso, promessas.

Como de promessas não passaram as de Costa sobre a habitação, um dos casos em que mais evidente ficou a descarada ausência de vergonha na cara deste desprezível habilidoso. Basta ir ver os dois vídeos sobre Costa/ habitação que não me canso de aqui trazer.

E quanto a saúde, se a crise vem de trás (sim, eu sei que não há crise, mas deixem escrever assim) a realidade é que o acesso à saúde está cada vez mais complicado e nisto, há também muita culpa dos médicos.

No tempo do Sócrates salvo erro, criaram o monstro chamado "tarefeiros" que agora não querem largar o osso!

E escolas? Adiante, não há crise!

Portanto, em conclusão, não há crise nenhuma, há apenas uns "piquenos" (Ferreira Leite dixit) problemas, estamos num momento bem bom, numa conjuntura muito favorável, mesmo que se continue a andar a empurrar todos os assuntos com a barriguita.

Ah, e há a eterna questão das reformas, que o Costa fez (??) e estes também, como ilustrado.
O ser humano é avesso à perda, valoriza mais o que perde do que o que ganha.

Sim, a economia está a crescer, e a produtividade também, certo? 
As escolhas políticas têm sido TODAS EXCELENTES!

Enfim!

AC
"Estarei disponível como sempre para competir por Portugal"

Mas ele não leu o documento elaborado pelos meus assessores e que eu validei, PRONTOSSSSSSSSSSS

"Cris"

AC

 Exemplo de PODRIDÃO, perdão, RECTIDÃO

AC

SERÁ  TAMBÉM  POR  ISTO  ?
. . . . .Carlos Díez, economista: «En el Banco de España no hay dinero para pagar las pensiones de diciembre»
Colapso en la red eléctrica, deuda creciente, burocracia que paraliza... El mundo cambia y se vuelve más complejo, y a nuestro país le queda mucho que hacer para adaptarse

El economista José Carlos Díez (Palencia, 1971) acaba de publicar El fin del mundo tal como lo conocíamos, un libro en el que analiza cómo evolucionan Estados Unidos, China, Europa, la inteligencia artificial, la energía, y cómo nos adaptamos en España a este panorama internacional crecientemente complejo. Aunque se enfoca a un público generalista, espera que lo lean también empresarios, y que les ayude a tomar decisiones. Está escrito en positivo, «porque la gente ya tiene bastantes problemas, y no voy a ser yo quien le genere más».
Jordi Benítez
Madrid 05 oct. 2026


Será também por isto e por muitas mais coisas em Espanha, que o tipo está desesperado a ver se consegue salvar-se através de eleições ?

Evidentemente que com ele no poder há tantos anos, a democracia nunca esteve em risco, certo malta?

Com ele, os direitos humanos, os valores e princípios de um verdadeiro Estado de Direito Democrático e a salvaguarda da soberania e integridade territorial espanhola estiveram sempre  perfeitamente assegurados, certo malta?

A corrupção não é um grande problema em Espanha, e quer ele quer mesmo a família directa quer a alargada são exemplos  de cidadania, certo malta?

António Cabral (AC)
7  OUTUBRO  2026
DIA dos CASTELOS
> 1837 - Assinatura da Convenção de Chaves, fim da revolta dos Marechais
> 1913 - Henry Ford inaugura a linha de montagem de automóveis
> 1949 - Nasce a República Democrática Alemã (RDA)
> 1983 - Samora Machel visita Portugal
> 1985 - Terroristas assaltam o navio cruzeiro Achille Lauro
> 1991 - Eleições legislativas, PSD renova maioria absoluta
> 2001 - EUA lançam ataque em grande escala no Afeganistão
> 2023 - Grupo terrorista Hamas ataca Israel, mata indiscriminadamente e leva centenas de reféns
> 2026 - Faleceu  Eva Marie Saint

Bom dia.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

terça-feira, 6 de outubro de 2026

ESTOU  LIGEIRAMENTE  DOENTE . . . 

E por isso . . . . uma valente facada no meu procedimento habitual quanto a quase não ver TV. Como de quando em vez aqui confesso vejo muito pouca TV e quero referir-me concretamente aos canais 1 a 9, as ditas notícias.

Por sugestão de amigos, de vez em quando uso a tecnologia e ando para trás para visionar o que me recomendaram.

Acontece que me magoei na parte exterior do pé esquerdo e que me dói mesmo. 

E depois das 2000 horas de hoje estive um bocado esticado mum dos sofás da sala e a minha querida mulher estava a fazer uns zapings e às tantas fixou-se no canal 7. E durante bem mais de 25 minutos estive a ouvir sobre o futebolês com incidência no comunicado do "Cris" que vários dos comentadores foram dissecando.

Como eu sempre disse ligo muito pouco a futebol e pouco percebo da coisa, e confesso que normalmente assisto a jogos da selecção nacional pela TV. Foi o caso destes 4 jogos da era JJesus; e  não vi todo do primeiro. Quatro jogos, quatro vitórias claras, sem espinhas. Acho eu.

Ora depois de o país andar "preso pela telenovela "Cris" - "Jesus" terreno, eu estive três noites sem pregar olho tão angustiado tenho andado com esta crise nacional, e assisti portanto ao desenvolvimento da telenovela - o comunicado do "Cris". Sublinho nele o que me parece relevante e no fim junto uns comentários.

Repito, não percebo nada de futebolês e estou a marimbar-me para esta parvoíce toda. Parvoíce, é a minha opinião. O comunicado dos conselheiros do "Cris":

"Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.

Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.

No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.

Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.

Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa.

Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando.

Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias.

Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.

O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo.

Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e ficasse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão.

Recusei de imediato esta proposta. Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de ficar em Portugal não seria um bom exemplo.

O Selecionador acabou por concordar com a minha análise.

Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.

Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos.

Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor.

À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema.

Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.

O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado.

O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra.

No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e ficar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido.

Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto.

Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro.

Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este "caso": que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.

O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria.

Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre.

A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos.

Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado.

A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.

As notas que
validei eram as seguintes:

“Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:

1. Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.

2. Sei o quanto ele vive e ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.

3. O plano que propus ao Cristiano foi aceite.

4. Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.

5. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.

6. Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.

7. Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.

8. Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso."

Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa.

Era a segunda vez, que me estava
a faltar à palavra dada.

Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim
a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.

Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém ficaria zangado.

Lembro-me como se fosse hoje. Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional.

Nunca,
em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali.

Devo também um
pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.

Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí.

A consequência deste meu ato deve ser avaliada e
punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos.

A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.

Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém.

Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso.

Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir.
Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi ficar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum.

Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção.

Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.

Cristiano Ronaldo

6 de Outubro de 2026
"

Que penso desta parvoíce toda, eu que nada percebo de futebol, mas não sou completamente estúpido? Isto:

1. que JJesus tem uma forma de se expressar peculiar, é bruto a colocar as coisas. Facto conhecido.

2. que "Cris" se formou, cresceu futebolisticamente, tornou-se durante anos o melhor ou dos melhores do mundo, fez belíssimos jogos pela selecção nacional.

3. que, legitimamente, "Cris"construiu o seu mundo, é financeiramente muito rico, assegurou a sua vida e da família directa e alargada. Fez muito bem.

4. que "Cris" tem qualidades e defeitos como todas as pessoas.

5. que "Cris "tem há vários anos um ego insuportável 

6. que ao longo da vida pessoal e profissional "Cris" teve vários episódios deploráveis.

7. que "Cris" conhece perfeitamente a maneira de ser de JJesus pelo que me parece despropositado e inaceitável quero que o selecionador nacional lesse um documento forjado pelo assessores de "Cris". Forjado por assessores, que "Cris" validou. Está no comunicado.

8. que JJesus se espalhou ao comprido em estar a dialogar com "Cris"num quarto ou numa sala sobre um documento forjado por assessores do "Cris" para ele ler em conferência de imprensa.

9. Se percebi correctamente os comentadores, houve uma recente conferência de JJesus em que por palavras outras os tais pontos do patético documento do "Cris" forma abordados.

10. como acontece com idiotas de ego insuportável e sempre rodeados de assessores de imagem e etc acabaram por se espalhar ao comprido com este comunicado. Os assessores do "Cris" e o "Cris" que validou este triste comunicado.
Dando de barato que JJesus não andou bem com conversas da treta antes de vir a público falar, espalharam-se ao comprido pelas razões seguintes:

a. se preza tanto a verdade parece-me que deviam ter evitado referir que nunca houve interferências junto dos anteriores selecionadores; até eu que não ligo nada ao futebol conheço bem o nome de agentes e outros que andaram sempre em redor à conta dos negócios e de quem aconselhavam convocar e etc. Até conheço superficialmente gente influente desse tenebroso meio.

b. mas o mais relevante, decisivo, e que na minha opinião deita por terra o desprezível comportamento de "Cris" é recordar o que aconteceu aquando do falecimento do pai.

c. as parvoíces acontecidas agora, por maiores bacoradas que tenham existido por parte de JJesus e outrem, são superiores à tragédia do falecimento de um pai, superiores e mais importantes que o triste desenlace que mesmo assim não o fez abandonar a selecção, abandono que imediatamente teria ocorrido se fosse um clube?

Não me esqueço, NUNCA, do que em 24 anos fez por Portugal. Mas tenha vergonha "Cris".

AC

CAMINHADA  MATINAL


AC

VENDAVAL

O comboio de tempestades do Inverno passado deixou um rasto de destruição brutal por todo o país.

Destruiu pequenas e médias empresas. 

Destruiu lares, destroçou famílias.

Destruiu casas, estradas e caminhos.

Deixou muitos portugueses sem energia, sem comunicações, alguns ficaram isolados vários dias. Na zona de Coimbra a A 1 colapsou pois o Mondego "irritou-se"! Isto foi logo arranjado, era a BRISA.

A fotografia supra pretende significar a destruição. Uma coisa é certa, no presente, caminha-se por muitos locais, junto de estradas várias e vilas e aldeias, e coisas com a da fotografia continuam por corrigir, arranjar.

Mais grave, preocupante, vi vários locais à beira de estradas e caminhos que, APOSTO, nas próximas chuvadas vai dar enxurradas outras vez e colapsos vários. Muita coisa por corrigir.

Oxalá eu esteja enganado.

AC

GENIAL

AC 

SIMILITUDES

O inarrável Pedro Sanchez está há mais de 8 anos no poder.

A crise da habitação em Espanha é de há poucas semanas?

NÃO.

Que fez o tipo para que não se chegasse à situação actual?

Pelos vistos basicamente nada.

Surgiu a Dona Carmen e à pressa tentou arranjar uns remendos, fez umas leis e muitas promessas. Muitas promessas

Vai para eleições para ver se consegue manter o poder.

Onde já vi isto?

Não houve por aí um pantomineiro que esteve um pouco mais de 8 anos no poder?

Deixa pensar . . . . . Ah, já me lembro.

Pois é, muito parecidos, por isso também juntos em NY com Mandani!

Só há uma coisa, uma diferença relativamente aos dois, Sanchez, agora não parece haver tacho na estranja para seguires a vidinha como arranjou o habilidoso!

AC

ESPANHA,  29  NOVEMBRO  2026
AC
6  OUTUBRO  2026
> 1846 - Rainha D Maria II depõe o governo de Pedro de Sousa Holstein/ Duque de Palmela
> 1889 - Paris, inauguração do "Moulin Rouge"
> 1973 - Tropas Egípcias atacam o Sinai
> 1981 - Presidente Anwar Sadat assassinado
> 1985 - PSD /Cavaco Silva vence eleições legislativas com maioria relativa
> 1992 - TV SIC inicia emissões
> 1999 - Faleceu Amália Rodrigues

Bom dia, boa 3ª Feira.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

MONSANTO

AC
A  PROPÓSITO  de  CONVERSAS  da  TRETA
e  de  ESPANTADOS
Alguns dos bem instalados nas "bolhas", alguns dos que se espraiam por Komentariado, conferências e administrações "pro bono", parecem ter ficado um pouco espantados com o resultado obtido por Lula na 1ª volta das eleições no Brasil.

E logo se dispara que Trump ganhou, como se este cretino e actual presidente dos EUA tivesse a responsabilidade maior no que vai pelo Brasil. Não creio que seja assim.

Por via de eleições, presidentes parlamentos e governos tomam periódica e formalmente o poder, no Brasil e por todo o lado.
Em ditaduras com percentagens norte-coreanas.
O Brasil não vive em ditadura desde que os militares se afastaram.

Quando as esquerdas ganham há uma tendência (que maus resultados vem dando) de que foi com toda a justiça. 

Em Portugal, e em muitos países sobretudo europeus, esta mania de entender as coisas persiste.
Se a direita ganha lá pode vir o poder discricionário ou mesmo o fassismooooooo. Em certos casos aconteceu!

Voltando ao Brasil, alguns, muito apreensivos, querem agora perceber as  razões da mudança de ciclo que parece antever-se no resultado da 2º volta. Alguns não o explicitam ainda mas nas entranhas gritam - ai a democracia em perigo no Brasil.

Eu não percebo nada da política brasileira. Sou espectador, estive lá 9 dias em 1969, muitos dias em várias cidades em 2011.

Sem o poder demonstrar, o ex-presidente Bolsonaro sempre me pareceu desprezível, e isto para ser simpático.
Mas Lula nunca me pareceu e continua a não me parecer melhor.

Já o escrevi uma vez, da tralha toda que por lá tem passado, sempre me pareceu que Fernando Henrique Cardoso foi o único com categoria e com capacidade. Posso naturalmente estar enganado.

Com Lula, como continuou o Brasil? A economia, as injustiças sociais, o desenvolvimento, a harmonia estadual, a desmatação da Amazónia, etc etc etc etc ?

Razões da provável derrota de Lula?

Pois a estes espantados recomendo que, enquanto bebem o seu bom whisky, vão ler o que o "seu" Presidente da República disse no 5 de Outubro, hoje: 
- é preciso respostas concretas na vida das pessoas, é preciso soluções duradouras e capacidade para as aplicar. 
É preciso uma nova cultura política, focada na resolução concreta dos problemas das pessoas e numa visão estratégica para o país.
Aplica-se a Portugal, ao Brasil, a tantos. 

Quando não se trabalha politicamente assim dá mau resultado. 
E não trabalham assim imensas esquerdas e várias direitas por esse mundo fora e em particular na Europa.

E por isso se anda na maior parte dos países a empurrar quase tudo com a barriga, e a mentir e a aldrabar, e muitos apenas a tratar da vidinha para depois arranjar tachos nos países ou na estranja.

Termino com a previsão (admito poder estar enganado) de que não me parece serem os Bolsonaros gente capaz para enfrentar as dificuldades e incertezas e os graves problemas das populações/ sociedade brasileira.

AC
Não há República sem escolas. 
(PR António José Seguro)

No seu discurso o PR podia ter recordado que escolas significa também professores, e que não dá muito jeito no princípio de Setembro largas centenas de professores terem ficado de baixa!
Deve ter sido uma virose violenta.

Ou foi parte da valorização de que o PR falou?

Era razoável esperar que tantos magotes a ter baixa desse direito a investigação. Ou é tudo isto perfeitamente normal?

Mas não era a Tugolândia com problemas exacerbados na grande Lisboa, pois não?

AC