sábado, 15 de agosto de 2026

CAMINHADAS

Ontem à noite, 2,9 Km.

AC

COISAS  da  HISTÓRIA

5 Julho 1932 - Salazar toma posse como presidente do governo 

E por lá esteve eternidades. INFELIZMENTE.

AC

SACA-ROLHAS
Por razões da vida tenho vários saca-rolhas antigos, alguns mesmo muito antigos; seriam pelo menos dos pais do avô da minha mulher, que faleceu em 1972 com 84 anos. Vieram da casa do avô.

Vem isto a propósito de andar ao re-arrumar armários e aparadores  lembrar-me que, talvez com saca-rolhas, se conseguisse arrancar algum módico de decência e honestidade intelectual e política aos gabirus de todas as cores que por aí azucrinam os ouvidos dos cidadãos. 

Deixo apenas 3 exemplos.

Bom dia, bom Sábado.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, e boas férias.

António Cabral

 

AC

apetece-me republicar

EXACTAMENTE

. . . . . . . . 

Em suma, deixou alguma obra, nisso se distinguindo da lambisgoia Guterres e da serpente Costa, exemplos esses mais óbvios de uma verdade axiomática: socialistas a governarem para progresso assinalável do país é como meter uma pedra dentro de uma gaiola e ter a esperança de que ela comece a cantar.
. . . . . . . .
(José Meireles Graça)

AC
MAIS um LENÇOL . . . 
(tirado do sítio da Presidência)
(sublinhados da minha responsabilidade)

Mais um lençol de que sublinho/ retiro o que para mim é mais relevante.
AC

Intervenção na sessão comemorativa do 30.º aniversário do Parque Arqueológico do Vale do Côa
10 de agosto de 2026


Começo por dizer-vos que as causas em que acreditamos valem a pena.
. . . . . . . . . 
Por isso, olhar para este vale não é um pormenor – é um exercício de contemplação da Humanidade, como o é toda a cultura e todo o nosso trabalho com o património, seja imaterial ou edificado.
. . . . . . . . . . .
É necessário que as nossas profissões de fé na cultura e no papel do Património sejam acompanhadas por investimentos razoáveis e pela solidariedade que faz do território uma rede de circulação, mobilidade, conhecimento, troca e partilha de valores.
. . . . . .  se não tivermos uma visão integrada do território e da coesão territorial.
. . . . . . . . . . . E só poderá ser prolongado com investimento, planeamento e aposta na educação e no talento e visão empresarial de quem vive no interior de Portugal.
. . . . . . . . . . 
Este investimento tem sentido e terá resultados. Faz parte de um desígnio nacional de combate ao isolamento e ao envelhecimento do território e das populações. Faz parte de uma missão de que estamos investidos: a de respeitar um monumento milenar e de o legar às gerações futuras. E faz parte, finalmente, desse futuro. Um futuro que não existe sem memória, sem lugares que a preservem e sem pessoas.
. . . . . . . 
. . . . . . .
O Côa lembra-nos que o interior de Portugal não é um território do passado. É um território de memória, de identidade de conhecimento e de oportunidade.

Deixo um apelo: deem uma oportunidade ao interior.
Há 30 anos, preservámos o Côa. Agora temos de preservar e criar futuro para as pessoas que fazem do interior de Portugal a sua casa.

Não pode haver um país do litoral e um país do interior.
Há só um Portugal.
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Concordo com praticamente tudo neste (mais uma vez) longo discurso presidencial.

A minha única questão é a seguinte: quantas vezes nos últimos 40 anos, publicamente, António José Seguro incluindo os seus anos de juventude socialista (como muitos outros em todos os partidos),  se eriçou contra o abandono do interior de Portugal Continental, ou de certas regiões na Madeira e Açores?

É que passam os anos e, só mais tarde, umas décadas mais tarde depois dos seus "carreirismos" e de já estarem consolidados na "vidinha", uma grande parte dos "artistas" começa a pugnar pelo país interior e a palrar sobre um tal de desígnio nacional de combate ao isolamento e ao envelhecimento do território e das populações.

Que, décadas passadas, continua por se concretizar. 
Mas ficam sempre bem as discursatas inflamadas. 
Que impressionarão muitos.  Não a mim.
AC

NO  MELHOR  PANO . . . . .

No melhor pano cai a nódoa é um conhecido dito popular.

Vem isto a propósito do jornalista Eduardo Dâmaso por quem nutro consideração porque o tenho por moderado e procurar ser isento, particularmente em relação a casos de justiça.

Vem isto a propósito de esta tarde de 6ª Feira ter entrado na sala e escutar durante alguns minutos um painel de jornalistas/ comentadores (entre eles Dâmaso) a perorar sobre (se percebi bem) o que Montenegro hoje à noite poderá vir a dizer no tal de Pontal.

Vem isto a propósito de Dâmaso ter caracterizado o ministro da educação como arrogante.

Já tive ocasião de escrever umas linhas sobre o ministro, sobre os exames, sobre os professores, sobre a esquisita máquina daquele ministério, sobre a imprudência do ministro, etc.

Respeito, como sempre, a opinião de outrem e, neste caso, de Dâmaso.

Mas, olhando para todo o governo e para lá dos erros que cometeu, parece-me sinceramente um exagero classificar este ministro de arrogante. Mas, lá está, se calhar estou a ver mal o assunto.

AC

15  AGOSTO  2026
FERIADO N. SRA DA ASSUNÇÃO
> 1498 - Rainha D. Leonor, viúva de D. João II, funda a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
> 1515 - Armada portuguesa chega ao rio das Pérolas, na China, iniciando contactos com os chineses
> 1769 - Nasce Napoleão Bonaparte
> 1939 - EUA, Los Angeles, estreia do filme "O Feiticeiro de Oz"
> 1945 - II GG, Japão, discurso de capitulação de Hirohito
> 1947 - Independência da Índia
> 1969 - Primeiro dia do festival de Woodstock
> 1994 - Carlos o Chacal, é preso
> 1999 - Díli, início de campanha a favor da independência de Timor Leste
AC

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

NEM  SEI  BEM  PORQUE  VIM
Começo por recordar esta frase que ouvi na TV há uns dias quando da primeira horda que desembocou em Ceuta.
Um dos milhares que afirmou não saber bem porque estava ali.

Agora esta notícia espanhola já com vários dias.

Informes de inteligencia alertaron al Gobierno de una crisis en Ceuta los días previos al asalto 
Los servicios secretos lamentan que el Gobierno no activase al Ejército en la frontera desde un primer momento

Informes de inteligencia alertaron al Gobierno de una posible avalancha migratoria en las ciudades autónomas de Ceuta y Melilla en fechas próximas a la fiesta del Trono de Marruecos. Según revelan a THE OBJECTIVE diversas fuentes de la inteligencia militar y civil, el Ejecutivo ignoró sistemáticamente los avisos. Incluso días antes de la oleada masiva, cuando se advirtió de la llegada inusual de un gran número de autobuses a la localidad marroquí de Castillejos, la más próxima a la frontera ceutí, a donde se habían desplazado miles de ciudadanos. Poco después cruzaron en masa a Ceuta, según la previsión. Las estimaciones de la Policía y de la Guardia Civil cifran en 60.000 las personas que cruzaron el paso fronterizo a pie y a nado en menos de 24 horas, desencadenando la mayor crisis migratoria en la ciudad autónoma. Casi la totalidad (53.000) ya ha regresado a su país de origen, según los cálculos de Interior.

Estas mismas fuentes explican que, coincidiendo con la festividad de la monarquía, los servicios de inteligencia advirtieron de la «probabilidad» de un «gesto de magnanimidad» por parte del rey Mohamed VI. A estos primeros avisos, no obstante, se sumaron poco después todos los cruces a nado que se estaban realizando previamente desde Castillejos y la llegada masiva de autocares procedentes de distintos puntos del país vecino. En cuestión de diez días, alrededor de 1.000 inmigrantes habían logrado llegar a la ciudad autónoma tras una travesía por el mar. La inteligencia interpretó esos flujos como «tanteos» por parte de Marruecos y volvió a advertir al Ejecutivo.

La oleada de inmigrantes desbordó en cuestión de segundos a las fuerzas de seguridad desplegadas en la frontera del Tarajal. La Guardia Civil y la Policía Nacional no pudieron hacer nada para frenar el avance de estos ciudadanos, solo atender a los heridos. Fuentes de la inteligencia militar y civil lamentan que el Gobierno no activase al Ejército en la frontera desde un primer momento, habida cuenta de que había varias guarniciones preparadas para actuar tanto en Ceuta como en Melilla. «Se podría haber movilizado sin reuniones previas, simplemente tras la decisión política y la orden del mando de operaciones», explican.

Estas fuentes advierten características muy similares entre esta crisis y la que se desató en mayo de 2021, cuando Marruecos relajó la vigilancia en la frontera y 8.000 personas cruzaron a España, como respuesta al Gobierno por atender al líder del Frente Polisario, Brahim Ghali, en un hospital de Logroño. «Está claro que esta operación no se prepara en cuatro días», advierten a este periódico.

En la misma línea, fuentes de la Guardia Civil advierten de que la situación es mucho peor que hace cinco años. No solo por las cifras. La crisis de 2021, explican, fue repentina y puntual. Sin embargo, prosiguen, lo que ocurrió este jueves solo fue el resultado final de un fenómeno del que el instituto armado viene advirtiendo desde hace tiempo. El goteo de nadadores, como se conoce a este fenómeno migratorio, es constante en Ceuta y en los últimos días había alcanzado nuevos picos por una reciente sentencia del Tribunal Supremo que prohíbe las devoluciones en caliente de los inmigrantes que llegan nadando. La llegada masiva de inmigrantes no se explica solo por ese fallo judicial, sino también por la «inacción total» por parte de Marruecos en la frontera terrestre
.

Agora, a notícia desta tarde de 6ª Feira 14 de Agosto, com a indicação de continuarem em Ceuta 5 a 8 mil dos invasores de outro dia.
Afinal não tinham sido devolvidos quase todos, apenas restavam cerca de mil. POIS!

Depois,
- há quem refira que o que se passou em Ceuta há dias pode ter três tipos de razões, circunstanciais, estruturais e geopolíticas.

Ah, e que terá pesado uma questão jurídica, uma decisão do Supremo Tribunal espanhol, mas que não é de há duas semanas, tem muito mais tempo.

As redes sociais e as máfias terão trabalhado como de costume sendo certo que a miséria abunda em Marrocos, Sudão (são dois), Argélia, Líbia, e os vários países abaixo do Saara e Sahel. A miséria abunda mas não entre as monarquias e os senhores da guerra.

Depois há quem defenda que se fossem diferentes, para bem melhor, as condições sociais nesses Estados que basicamente são Estados falhados (opinião pessoal, naturalmente),  não haveria migrações, travessias a nado etc. RESPEITO. Mas tenho opinião contrária.

Por duas razões fundamentais:
- as oportunidades na Europa Continental são bem diferentes e serão sempre superiores ás do Norte de África e não só, por mais progresso que lá se verificasse.

- porque existem questões de geopolítica e há uma guerra de fé, que não parará. 
Turquia, Norte de África, Leste Europeu, Ásia. 
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, mas a minha é esta que refiro, não me iludo.

Todos esses países continuarão a fazer a sua pressão expulsando ou facilitando turbas e turbas e turbas.

Parece-me claro que Marrocos nunca invadirá militarmente Ceuta e Melila. 
Não precisa. 
Basta-lhe fazer o que vem fazendo e que aumentará.
Um bom facilitador! 
E, provavelmente, vai usar a ira do inarrável Trump contra o igualmente inarrável Sanchez.

Demorará, mas um dia Melila e Ceuta deverão regressar a Marrocos. 
E o Sahara Ocidental será mesmo independente, gostem Marrocos e Espanha ou não.

Por agora, talvez amanhã dia 15 surja nova invasão a Ceuta.
O Churchill da Ana Sá Lopes tratará do assunto!

AC

S E R Á ?

Será que o "faísca" não gosta de jogar à bola ?

AC

POTÊNCIAS,   SUPERPOTÊNCIAS . . . . . 
e  ASPIRANTES  a  POTÊNCIAS  NUCLEARES

Para muitos, por cá e lá por fora, o mundo vive . . . . como dizer, . . . um bocado amalucado?

Para que servem as armas nucleares?
Como refere alguém que conheço, até há pouco só serviam para nos sentarmos nelas. Para já continuamos assim!
É o que, por enquanto, os russos fazem pois ainda não empregaram armas nucleares tácticas na guerra na Ucrânia. 
Vontade não lhes deve faltar.

Mas lá está, a dissuasão nuclear serviu bem até agora. 
Nunca os EUA e URSS/ Rússia se agrediram com armas nucleares; têm-se combatido há décadas e ferozmente por interpostos "voluntários". É na Ucrânia, no Médio Oriente, e África, não?

Tal com a China e a Índia nunca se agrediram com NUCS, embora há décadas periodicamente se combatam em Caxemira.
Tal como a Índia e o Paquistão não se agridam com NUCS. 
E a Coreia do Norte? Vai fazendo uns disparos de testes muitas vezes passando por cima da Coreia do Sul e do Japão.

Ou seja a dissuasão nuclear tem persistido sossegada.
Foi assim na guerra fria. Há uns tempos que se anda na guerra . . . . como lhe . . . . . morna? Choca?

Nomeadamente nos últimos anos se vem falando da "revolução dos assuntos militares".
Será que a dissuasão nuclear está também em transformação?  
Para já parece manter-se tudo de acordo com o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares de 1970.

O que no presente está claro, creio eu, é que a posse de armas nucleares não protege o agressor de uma retaliação convencional,  como se vê na Ucrânia (para os dois lados da contenda), como se vai vendo no que o Irão vai fazendo. 

Recentemente EUA e Arábia Saudita parece terem estado a abordar o eventual desenvolver de um programa nuclear civil saudita. Claro que se fosse concretizado, haveria corrida aos armamentos. Para já, no imediato, Paquistão, Turquia e Arábia Saudita firmarem um acordo de proteção mútua, firmado em Meca. O que se seguirá?

Bem, o Egipto creio que tem programa nuclear civil. Andará nervoso? E Turquia? 

Certo certo, Líbano, Iémen, Irão, Gaza, Nigéria, Sahel, Saará, Mali, Norte de Moçambique, Afeganistão, Norte da América do Sul, Caraíbas, Congos, Sudões, Etiópia, Eritreia, o granel prossegue!

Onde vamos parar?

AC
NA  PRAIA
AC

RECORDAÇÕES  da  GUINÉ

Entre as recordações tangíveis do tempo da guerra na então Guiné para onde fui mandado para estar 21 meses guardo esta que um dia me ofereceram.

Bom dia, tenham uma boa 6ª Feira e início de fim de semana.
Saúde, o Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades, e boas férias.

António Cabral

 Do PASSADO ainda mais ou menos recente republico texto antigo . . . 

quarta-feira, 7 de março de 2018

TANCOS, PRESIDENTE MARCELO, AZEREDO LOPES, DEPUTADOS e. . . . MURRINHOS no ESTÔMAGO
A telenovela mexicana teve recentemente umas "piquenas" (Manuela dixit) evoluções, pelas vozes do ministro da tutela e do Presidente da República há dias aquando da posse do novo CEMGFA.
Relembro duas frases:
...."tem que se apurar tudo, doa a quem doer".......(Presidente desta cada vez mais violentada República)
....falta aquilo a que me comprometi......(Azeredo Lopes),........ POIS...

António Cabral

ALGUMAS  VIRTUDES

Civismo, solidariedade, decência, liberdade.

Alguém que lhes explique. 

AC

O QUE ESTÁ DIFERENTE, HOJE ?
Depois de ouvir várias vacuidades, depois de ouvir pérolas do demagogo mor, depois de escutar "vários doutos" sobre defesa, Forças Armadas (FA) etc. lembrei-me deste meu texto antigo.

O que está diferente, hoje?

As Forças Armadas também são, ou não, uma prioridade?

PSD promoveu um debate sobre Defesa, Quinta-feira, 19 de Outubro de 2000.

O presidente social-democrata, Durão Barroso, e o deputado Carlos Encarnação, ministro-sombra do PSD para a Defesa, receberam ontem no Hotel Tivoli, em Lisboa, o general Loureiro dos Santos, assim como Joaquim Aguiar, antigo assessor presidencial, e ainda o ex-ministro da Defesa Figueiredo Lopes, para falar sobre "Política de Defesa Nacional". 

A assistir estava uma constelação de "estrelas" das Forças Armadas (FA) a quem muitas das coisas que ali foram ditas não deve ter agradado.

O que marcou o debate foi uma intervenção de Joaquim Aguiar, colunista do "Expresso" e ex-assessor dos Presidentes Ramalho Eanes e Mário Soares

Perante uma plateia de altas patentes, como os generais Espírito Santo, Loureiro dos Santos, Almeida Bruno ou Tomé Pinto, Aguiar fez questão de dizer claramente que havia prioridades mais importantes do que as FA em Portugal: "Estou completamente à vontade para vos dizer coisas extremamente graves.". 
E explicou o seu à vontade: "Não sou militar, não sou político."

Durante uma hora, Aguiar deu uma lição de economia aos nervosamente irrequietos militares presentes (e aos poucos deputados que assistiam), explicando que, para haver modernização, era necessário que Portugal fosse capaz de "dominar ciclos de evolução económica como condição para produzir capacidades efectivas militares". 
Como isso não acontecia, e ainda por cima os aparelhos estatais caminhavam para a falência, era uma precipitação falar-se em reestruturação militar.

Só depois Aguiar apontou baterias contra os políticos. 
Segundo o comentador, os partidos sabem muito bem que o "wellfare state" (expressão inglesa para Estado-Providência) tinha os dias contados
Mas, mesmo assim nada faziam para alterar o actual situação: "Todos os partidos prometem mais do mesmo, mas o mais do mesmo já não existe.

O ambiente ficou pesado quando Aguiar afirmou: "O dr. Durão Barroso sabe disto mas não faz nada."

Era por isso mesmo que as coisas não funcionavam em Portugal. 
"Não eram feitas para funcionar" porque os políticos queriam que tudo ficasse na mesma

Daí que o comentador acabasse por concordar com o general Loureiro dos Santos, ao caracterizar o "Conceito Estratégico de Defesa Nacional" como "mudo" e "inútil". 
Porque, concluiu, "só serve para disfarçar"

António Cabral (AC)
UNIVERSIDADES,  FACULDADES, 
LICENCIATURAS,  MESTRADOS,  DOUTORAMENTOS

Por cá tivemos a Moderna, a Independente e etc., e licenciaturas e exames e etc., . . . . . aos Domingos . . . . . . e . . . . 

Esse tipo de coisas terá acabado . . . . mesmo ?

Lá por fora também deve haver muita vigarice do mesmo género!

Não me admiraria nada que pelos EUA e na Europa existam licenciaturas e mestrados e doutoramentos facilitados com, por exemplo, estágios em férias,  conferências de Verão, ou com uma ou duas unidades curriculares frequentadas por aqui e por ali! Não deve ser depois muito difícil arranjar um canudo!

AC
14  AGOSTO  2026
> 1385 - Batalha de Aljubarrota
> 1433 - Faleceu D. João I
> 1578 - Expedição e derrota em Alcácer Quibir
> 1890 - Inauguração do Coliseu dos Recreios
> 1984 - Polónia, fortes protestos populares contra o aumento brutal do preço de bens alimentares
> 1984 - Portugal, publicada a Lei de Bases da Segurança Social
> 2007 - Publicada a Lei do Tabaco proibindo fumar em locais públicos fechados
AC