CAMINHADAS
Ontem à noite, 2,9 Km.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
SACA-ROLHAS
Por razões da vida tenho vários saca-rolhas antigos, alguns mesmo muito antigos; seriam pelo menos dos pais do avô da minha mulher, que faleceu em 1972 com 84 anos. Vieram da casa do avô.
Vem isto a propósito de andar ao re-arrumar armários e aparadores lembrar-me que, talvez com saca-rolhas, se conseguisse arrancar algum módico de decência e honestidade intelectual e política aos gabirus de todas as cores que por aí azucrinam os ouvidos dos cidadãos.
Deixo apenas 3 exemplos.
António Cabral
. . . . . . . .
NO MELHOR PANO . . . . .
No melhor pano cai a nódoa é um conhecido dito popular.
Vem isto a propósito do jornalista Eduardo Dâmaso por quem nutro consideração porque o tenho por moderado e procurar ser isento, particularmente em relação a casos de justiça.
Vem isto a propósito de esta tarde de 6ª Feira ter entrado na sala e escutar durante alguns minutos um painel de jornalistas/ comentadores (entre eles Dâmaso) a perorar sobre (se percebi bem) o que Montenegro hoje à noite poderá vir a dizer no tal de Pontal.
Vem isto a propósito de Dâmaso ter caracterizado o ministro da educação como arrogante.
Já tive ocasião de escrever umas linhas sobre o ministro, sobre os exames, sobre os professores, sobre a esquisita máquina daquele ministério, sobre a imprudência do ministro, etc.
Respeito, como sempre, a opinião de outrem e, neste caso, de Dâmaso.
Mas, olhando para todo o governo e para lá dos erros que cometeu, parece-me sinceramente um exagero classificar este ministro de arrogante. Mas, lá está, se calhar estou a ver mal o assunto.
AC
RECORDAÇÕES da GUINÉ
Entre as recordações tangíveis do tempo da guerra na então Guiné para onde fui mandado para estar 21 meses guardo esta que um dia me ofereceram.
António Cabral
Do PASSADO ainda mais ou menos recente republico texto antigo . . .