Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 1 de junho de 2026
CARROS ELÉTRICOS
Se percebi bem, as excelências mais proeminentes na UE andam irritadas com o parque automóvel disponibilizado (eléctrico) pois parece que as queridas criaturas são obrigadas a parar a meio das viagens para carregar.
Tadinhos
E estamos nisto e em outras piores.
AC
No passado dia 29 de Maio publiquei o curto texto supra.
Volto ai assunto, ao descontentamento de comissários Europeus por, nas idas a Estrasburgo e regresso a Bruxelas, as excelências (???) terem de parar pois os carros têm de reabastecer-se de electrões!
Do que li e a menos que tenha estado distraído, não foi referido nem quantos carros constituem a frota da UE nem de que marcas são, se por exemplo há de fabrico chinês.
E volto a falar nisto porque me tinha escapado pelo menos um detalhe.
Ursula não tem esse problema, não utiliza carros eléctricos pois parece que a alemã se desloca em carro blindado. Tipo Trump?
Temos aqui, portanto, uma boa política de transição verde, ou azul, ou ecológica, ou . . . . enfim.
Não há dúvidas, . . . . TADINHOS.
AC
V I C T O R Y
"VICTORY BELONGS TO THE MOST AUDACIOUS"
Como imensas vezes aqui refiro faço escassa companhia ao televisor.
Abro algumas excepções, por exemplo, usar a tecnologia e voltar atrás para ver algo para que me chamaram à atenção.
Foi o caso de ir ver/ conferir uma bacorada histórica vertida por Pacheco Pereira num programa que creio é semanal em que debate com a Leitão por exemplo.
Às tantas falou de Joana d'Arc e de. . . . . . Átila. 😡😡😡😡
Átila, que acordou do seu sono profundo para vir uns centos de anos depois à luz do dia. Diz o povo que no melhor pano cai a nódoa, mas esta é calinada de grosso calibre. O Ephemera pode esclarece-lo.
Está a ser também o caso de gastar algum do meu tempo a ver pedaços de alguns dos jogos de ténis, no torneiro de Paris, no famoso Roland Garros.
A frase em sub - título é de lá.
E de facto a tenacidade do brasileiro Fonseca é impressionante. Um verdadeiro tomba gigantes.
E pensando nela estive a matutar em alguns políticos nacionais de todos os quadrantes e personagens = figuras e figurões.
Tudo por audácia e com audácia, por exemplo:
- o deputado Fabien deve ter-se inspirado nesta frase para tecer os seus últimos e inarráveis números na Assembleia da República
- a inarrável senhora do bichos também nela se terá inspirado para vomitar as suas mais recentes propostas quanto a alojamento para os bichinhos
- o deputado Rijo nela se inspirou certamente
- o ministro Luís Neves deve ter a frase à cabeceira da cama para o inspirar para os contactos com a comunicação social
- o PM nela se terá inspirado - as instituições a funcionar, disse
- a ver pelos super longos discursos que anda a fazer por todo o lado o Presidente da República não se inspirou numa frase tão curta e clara
- e parece-me óbvio que certos personagens que por aí andam com a PJ e MP no seu encalço nela se inspiraram tal a audácia com que prosseguiam as suas vidinhas
- de certeza que Mourinho nela se inspirou
- Berardo sempre nela se inspirou, esqueceu-se que o STA também
- Sócrates também deve ter a frase à cabeceira da cama tal o nível de audácia
- não tenho dúvidas que Brilhante a tem sempre na mente tal a escala planetária dos seus comentários
ETC.
Bom dia e bom início de semana
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte
AC
Quem ?
domingo, 31 de maio de 2026
Há dois anos, votaram nas eleições diretas 16.602 militantes num universo de 41.863 militantes com capacidade eleitoral (quando era obrigatório ter as quotas pagas no mês da eleição), uma taxa de abstenção de cerca de 60%. Nessa ocasião, registaram-se 326 votos brancos e 97 votos nulos.
A PROPÓSITO DE QUESTÕES SOCIAIS
Em Portugal (como lá fora em muitos países, mas o que me interessa é sobretudo cá dentro) persiste (se não é que se está a agravar) esta mania de esconder problemas, de não ponderar, avaliar com rigor e verdade e decência e dignidade, muitos dos problemas sociais que nos afligem.
E desta forma, crescentemente, se foi alimentando as ideias extremistas, se foi criando e alimentando e engrossando por exemplo o Chega, no que teve papel determinante o político que conseguiu ser ainda pior que Sócrates.
Político que, como sempre fez na vida, olha para o lado e assobia com aquele sorriso alvar como se nada tivesse a ver com o que mais desgraçadamente foi acontecendo a Portugal nos últimos anos.
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, concordando, discordando, argumentando se me apetecer.
Neste caso discordo de ambos, do extremismo de ambos.
Há quem defenda que a imigração é absolutamente necessária, por razões várias, desde laboral, cultural, e até para salvar o dinheirinho da segurança social.
Seres humanos viverem (???) apinhados em contentores, ou em quartos, isso não interessa para nada.
Somos uma sociedade aberta, cosmopolita, inclusiva, multicultural etc e, portanto, que importa:
- seres humanos amontoados aqui e ali, desde Lisboa e outras cidades aos campos por todo o país
- certos empreendedores (???) na agricultura ou na construção civil abusarem de tudo e mais alguma coisa
- haver tráfico de seres humanos
- haver gente a conduzir (???) centenas de TVDE (desde carros de gama alta a Fiat Panda, de onde vem dinheiro para isso tudo?) que nem respeitam por exemplo as regras de circulação nas rotundas
- haver centenas na apanha das amêijoas do Tejo nas barbas da Polícia Marítima ou da GNR, sendo irrelevante para os nosso poderes públicos as inerentes questões de saúde pública, ou fuga aos impostos
- e uma longa fila de ETC.
e alguns bem complicados, como por exemplo o engrossar de gente aos hospitais, ou o ressurgimento de bairros miseráveis.
A vida não é preto e branco, nem é tudo igual em todo o lado ao mesmo tempo.
E não é como gritam os insuportáveis Ventura e sequazes mas também não como apregoa Luís Neves. Rigor a sério é coisa que desprezam.
DIA MUNDIAL SEM TABACO
DIA DOS IRMÃOS
DIA DO PESCADOR
DIA NACIONAL DO ASSOCIATIVISMO
sábado, 30 de maio de 2026
REPUBLICANDO
domingo, 30 de dezembro de 2018
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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
(.......)
A cada um ponderar o que observa.
Mas ponderar sem clubite, com rigor e isenção, olhando realidades como, sustentabilidade do País
Os AMIGOS, a AMIZADE
Os amigos revelam-se
Pode ser esclarecedor recordar que o termo latino para a amizade, amicitia, deriva da raiz am, que no latim popular designa "mãe" (amma).
A etimologia da amizade reenvia-nos, assim, não para uma qualquer experiência casual, mas para a memória daquela afeição primeira que estrutura silenciosamente a existência.
Por isso, na sua espantosa leveza e sem alardes, a amizade dialoga com coisas muito fundas dentro de nós: faz-nos reviver o primeiro amor com que fomos (ou não fomos) amados; toca as nossas feridas, mesmo as que não conseguimos verbalizar; transmite-nos confiança para sermos o que somos e como somos; estimula-nos a progredir vida fora.
Nem todas as nossas amizades chegam a tomar consciência da extraordinária viagem interior que as mobiliza.
Porém, mesmo quando a amizade parece simplesmente prosaica, é este programa que realiza, pois há sempre um instante em que os verdadeiros amigos se revelam como aqueles que estão dispostos a acompanhar-nos aconteça o que acontecer.
Não esperamos nada dos nossos amigos, e essa franqueza é fundamental. Mas, não esperando nada, esperamos tudo, na medida em que a sua existência nos permite existir.
A doçura da amizade é equivalente a esse seu rigor mais infrangível: o meu amigo é este próximo que não deixa de ser distante.
Mas é também o distante que sabe tornar-se próximo e intimo. Por isso, não é a posse que conta na amizade, mas a feição, a dádiva atuada no desprendimento.
(José Tolentino de Mendonça)
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Ao olhar a realidade da vida este texto dá que pensar.
Olho o presente, contabilizo o passado no que a amizades diz respeito.
Pessoas conhecidas tenho imensas.
No plano profissional conheço dezenas e dezenas dos acima do curso de formação, e tenho também presente muitos dos 3 cursos abaixo do meu. É muita gente melhor, já menos pois a lei da vida tem ceifado muita gente, ainda que resistam uns quantos acima dos 90 anos.
No plano social conheço gente que nunca mais acaba. Só no âmbito da medicina e da enfermagem e como aqui por mais de uma vez referi conheço directamente muita gente e superficialmente uns quantos por intermédio daqueles.
Amigos amigos militares terei também 4 ou cinco.

















