SEPULTURAS, MONTE das OLIVEIRAS
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
A PROPÓSITO da ALEMANHA
Na sequência do fim da II GG e da felizmente inerente derrota da Alemanha NAZI, o país foi ocupado pela França, Reino Unido, EUA e a URSS de Estaline
Berlim, por exemplo, foi dividida pelos quatro e não tardou que Estaline tentasse mas felizmente falhou no intento de ver reconhecida internacionalmente Berlim Oriental/Soviética como capital da RDA.
Interessante que apenas em Julho de 1951 os EUA, Reino Unido e França tenham declarado como terminado o estado de guerra com a Alemanha.
Mais interessante ainda que a URSS apenas em 25 de Janeiro de 1955 tenha feito o mesmo.
Coisas da história que vale a pena recordar olhando agora ao tempo contemporâneo.
AC
RECORDAÇÕES
BLOQUEIO A BERLIM OCIDENTAL
O democrata Estaline, iniciou o bloqueio a Berlim Ocidental porque visava com isso conseguir a sua incorporação na zona de ocupação Soviética. E queria Berlim Oriental reconhecida como capital da RDA.
Na noite de 23 para 24 de Junho de 1948, foram interditadas todas as as ligações por terra entre as zonas ocidentais e Berlim Ocidental e assim paralisando o abastecimento da cidade com energia eléctrica e géneros alimentares por parte da zona de ocupação soviética e do sector oriental de Berlim.
Os EUA não foram felizmente na conversa.
Berlim Ocidental foi reabastecida por ponte aérea americana, contínua, até 12 de Maio de 1949.
É só para lembrar!
AC
A CLASSE (???) POLÍTICA NACIONAL
PORTUGAL, A SOCIEDADE PORTUGUESA, NÃO ESTÁ COMO ESTÁ POR MILAGRE, OU ACASO.- clamam contra o despovoamento do interior e, a par do que no presente não é feito, esquecem as promessas de 2015 a 2024 . . . . . . . . . . . . . . . promessas ficaram, de facto.