sábado, 20 de junho de 2026

. . . . . . . A informação de que alguns elementos do Movimento Armilar Lusitano (MAL) chegaram a ponderar um ataque à residência do primeiro-ministro e que Luís Montenegro estava numa lista de alvos do grupo neonazi apanhou de surpresa o primeiro-ministro, que se queixou de não ter sido informado pelas autoridades sobre esta ameaça.
. . . . . . 

Lida esta notícia veio-me à cabeça o seguinte:
- isto será mesmo exactamente assim ?

- isto dá ou não bem a ideia do profissionalismo das nossas formais instituições no âmbito da segurança e policial?

- isto é exemplo eloquente da colaboração e coordenação das várias instituições policiais e da proficiência do tal embaixador na pirâmide dos serviços de segurança?

Eu tenho a minha opinião, com que não quero agora maçar os meus estimados amigos e visitantes e leitores deste modesto blogue e minha única rede social.

Por ora acrescento apenas, creio que em Portugal se continua a brincar com assuntos muito sérios.Voltarei ao tema. 

AC
MAI - POLÍCIAS

Como sempre acontece na vida e particularmente em Portugal, por quase tudo e para quase tudo aparece sempre quem se esganice num sentido e quem se esganice em sentido contrário. Moderação, procura do rigor aparece pouco.

Por exemplo, quanto à naturalmente discutível nomeação do então chefão da PJ para ministro MAI, pelo que já vi escrito em blogues há quem considere que Luís Neves vê em cada cidadão um criminoso em potência. Respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem, não posso deixar de discordar disto. Creio que roça até o disparate.

Como disparate me parece o afirmar-se que Luís Neves deseje no seu íntimo encher as prisões o mais possível. 

Pessoalmente, como cidadão comum, não é do meu agrado o estilo discursivo a roçar o tempestuoso que até agora Luís Neves vem empregando.

Tem sido quanto a segurança, quanto a imigração, foi há poucos dias  quanto ao SIRESP e "actores" envolvidos. Incêndios.

Luís Neves também já alvitrou várias coisas a propósito dos automobilistas, da sinistralidade nas estradas e ruas.

Nisto, sinistralidade, creio que o MAI devia ter melhor ponderação.

Um dos muitos problemas que o MAI tem (que nós como sociedade temos) é a segurança dos cidadãos e das infra-estruturas críticas (aqui devem entrar também as FA), e é inerentemente o nível /qualidade dos efectivos das forças de segurança. Com problemas graves!

Os últimos desenvolvimentos não só preocupam imenso como evidenciam aquilo que os honestos e responsáveis sabem há décadas: desinvestimento em esquadras e equipamento (vergonhoso arrastar do processo das câmaras, metadados, etc), pouco cuidado com os recursos humanos (selecção criteriosa, cuidada), poupanças financeiras.
Tudo dá mau resultado a prazo.

Se juntarmos o deixar crescer guetos, se juntarmos o politicamente correcto, se não olharem seriamente para o que se passa há bem mais de uma década por exemplo no Reino Unido, teremos cada vez mais problemas graves na sociedade e o crescimento dos extremismos.

Aguardemos

AC

FLORES  na  ALDEIA

AC


FOI . . . . . . 

Foi . . . . . . há muito que deixou de ser.

Era parte da rede de artilharia de costa. Esta velhíssima peça de artilharia é na zona do Outão, perto de Setúbal.

Sobranceira ao mar, boas vistas, e zona óptima para instalar um hotel de luxo, ou um hotel "charme" como agora por vezes se caracteriza certo tipo de alojamento de luxo.

Que há intenções/ projecto para isso há. Aguardemos.

Bom dia. Tenham um bom Sábado
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

AC

FRAGMENTOS  do  QUOTIDIANO

Hoje, casualmente, testemunhei duas "cenas", como dizem muito jovens hoje em dia.

- De manhã, enquanto a minha querida mulher ia a pé para o cabeleireiro (a menos de 70/80 metros do local onde tomámos o cafe matinal, peguei no carro e logo pouco depois parei pois o da frente também estacou, junto à saída para o Centro de Saúde, e porquê?

Porque o carro em frente ao dele tinha parado e a condutora saiu do  carro e veio abrir a porta do outro lado para sair (com muita dificuldade) um senhor de muita idade, e encaminha-lo para as escadas do centro de saúde, onde deixou o senhor amparado ao gradeamento da escada. Regressou ao carro.

Não é que o animal buzinou pois a senhora estava a demorar um pouco?

Imagino que terá a Bandeira Nacional pendurada na janela.

- De tarde, cerca das 1900 horas, na caminhada da tarde com passo menos acelerado do que habitualmente pois ainda estavam 27º C, testemunhei um animal na avenida D. Manuel em Alcochete a conduzir um Renault em velocidade excessiva e ia atropelando uma pessoa na passadeira; essa pessoa também não foi muito prudente pois prepara-se para entrar na passadeira sem ter tido a certeza que o bólide parava, e via-se bem que ele vinha muito depressa e borrifando-se para as lombas na avenida.

Mais outro que deve ter a Bandeira Nacional pendurada na janela e que em casa deve berrar - traz-me uma Super Bock!

AC

Presidente da República devolve sem promulgação Decreto da Assembleia da República
10 de junho de 2026 

O Presidente da República devolveu à Assembleia da República, sem promulgação, o Decreto que estabelece regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos.
A devolução foi acompanhada da respetiva mensagem fundamentada, que será divulgada após a sua leitura pelo Parlamento.

Mensagem enviada ao Presidente da Assembleia da República:
(
sublinhados da minha responsabilidade)
“Palácio de Belém, 10 de junho de 2026

A Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República,

Assunto: Decreto da Assembleia da República n.º 70/XVII - Regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos

Nos termos do artigo 136.º da Constituição da República Portuguesa, devolvo à Assembleia da República, sem promulgação, o diploma que estabelece regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos, o qual suscita
questões que convidam à sua reponderação.
Ao exercer este direito de veto não desconheço nem desvalorizo as
preocupações legítimas que terão presidido à iniciativa legislativa, nomeadamente a de preservar a dignidade e a neutralidade dos espaços institucionais do Estado.
Não obstante, não se pode ignorar que as
causas humanitárias com reconhecimento constitucional e convencional expresso se colocam numa posição distinta das posições político-partidárias, na medida em que o Estado assumiu já compromissos normativos relativamente a elas.

O direito interno incorpora os instrumentos de direito internacional que vinculam Portugal, entre os quais a Carta das Nações Unidas, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Acordo de Paris. Quando um titular de cargo político hasteia uma bandeira que simboliza a paz, os direitos humanos ou a proteção do clima, não está a imprimir ao Estado uma orientação que lhe seja estranha: está a expressar compromissos que a própria Constituição e o direito internacional vinculativo já incorporaram como valores da República.

Não existe, portanto, impedimento ao hastear de bandeiras que simbolizem causas humanitárias, desde que tal se faça em contexto adequado, com proporcionalidade e sem desvio dos fins próprios do cargo.
O hastear destas bandeiras encontra enraizamento nos nossos valores e princípios constitucionais e nos compromissos internacionais do Estado português, afastando qualquer leitura de instrumentalização político-eleitoral.
Aliás, é a própria Constituição que enquadra, no seu artigo 46.º, a liberdade de associação como uma manifestação de direitos, liberdades e garantias pessoais de que as bandeiras associativas são mera expressão.

Ademais, o Decreto da Assembleia da República n.º 70/XVII suscita ainda questões de outra ordem.
A primeira prende-se com a utilização de
conceitos indeterminados, que nada contribuem para a clareza da lei, bem como para a sua correta aplicação. Os conceitos de «bandeira ideológica» e de «bandeira associativa» não se encontram definidos, permitindo especulação e incerteza sobre o seu preenchimento e, naturalmente, sobre a aplicação, ou não, das disposições legais que se pretendem efetivar no ordenamento jurídico.

A segunda tem a ver com a
confusão jurídica entre entidade aplicadora e entidade fiscalizadora da lei. A redação do artigo 5.º do Decreto atribui a fiscalização do cumprimento das normas à mesma entidade que tem o poder de determinar que bandeiras são hasteadas, sem prever qualquer mecanismo externo de controlo, ou seja, coloca o potencial infrator na posição de fiscal de si mesmo.

Finalmente, a terceira respeita ao
n.º 4 do artigo 6.º, que comete ao juiz da comarca, em processo instruído pelo Ministério Público, a função de aplicação de coimas.
Trata-se de uma solução juridicamente atípica, porquanto o Decreto-Lei n.º 433/82, de 27 de outubro, que institui o regime geral dos ilícitos de mera ordenação social, e para o qual o n.º 5 do mesmo artigo remete subsidiariamente, prevê que o processamento das contraordenações e a aplicação das coimas competem às autoridades administrativas, com recurso posterior aos tribunais. Aliás, este diploma apenas admite o processamento da contraordenação pelas autoridades competentes para o processo criminal e a aplicação da coima por um juiz em caso de concurso de contraordenação e crime.

Devolvo, por conseguinte, sem promulgação o Decreto n.º 70/XVII, sobre “Regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos”, para que a Assembleia da República possa, sendo esse o seu entendimento, proceder à sua reapreciação atendendo às objeções formuladas.
Apresento a Vossa Excelência os meus respeitosos cumprimentos,
António José Martins Seguro


*Nota alterada em 11 de junho de 2026, com a inclusão da mensagem enviada ao Presidente da Assembleia da República, após a leitura da mesma no Plenário
***************************************************************************
1. Com toda a legitimidade democrática constitucional e jurídica o PR devolveu à Assembleia da República o diploma referido supra.
Com o óbvio aplauso dos do costume. 
A concordar, ou a discordar. Mas a respeitar.

2. Começando pelo princípio, que tal olhar á Constituição (CRP) ?

a. Portugal, como República e Estado de direito democrático baseia-se na dignidade da pessoa humana (Art.1º). Além de Estado de direito democrático tem como um dos grandes princípios o pluralismo de expressão (Art. 2º).

b. Um dos símbolos nacionais é a Bandeira Nacional (Art. 11º). 
Todos têm direito à palavra, à imagem, à reserva da vida privada e familiar e proteção legal contra quaisquer formas de descriminação (Art. 26º).
A CRP estabelece a liberdade de expressão (Art.37º).

c. A CRP estabelece a liberdade de associação (Art.46º), a constituição de associações, mas diz muito claramente - desde que não se destinem a promover a violência e os respectivos fins não sejam contrários à lei penal. 
Mas também, e muito claramente, o nº 3 deste artigo Constitucional estabelece que ninguém pode fazer parte de uma associação.

3. O PR entendeu convidar os deputados a reponderarem o texto do diploma.
A mim parece-me que o que o PR António José Seguro seguramente quer é que toda e qualquer bandeira seja hasteada em qualquer edifício público, que qualquer edifício público possa ser iluminado ou pintado com as cores todas da paleta de um pintor.

4. Entenderá ele que, a prazo, qualquer edifício público/ edifício e monumento do Estado a começar pelo Palácio de Belém, Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, ministérios, Palácio de Cristal, edifícios das câmaras municipais de Lisboa, Porto etc,  S. Bento, possa, por um curto período de tempo (horas ?) ser iluminado com qualquer cor da paleta de um pintor ou até, no limite, lá se afixar temporariamente "placards" a uma fachada?

5. Fazer escolhas e não ceder a populismos, SIM sr Presidente da República, era importante que o fizesse e desse exemplo.
Mas não ceder a populismos deve ser em todos os sentidos, e não só em certos casos, venham os populismos e as demagogias de agremiações venturescas ou parecidas, ou venham de agremiações de extrema esquerda. Não ceder a nada.

6. Admito, como SEMPRE, poder estar a ver mal as coisas, mas não encontro argumentos de peso para que em SBento esteja arvorado mesmo que por pouco tempo algo mais que a Bandeira Nacional, a da UE e a do Presidente da Assembleia da República.
De modo equivalente para o Palácio de Belém.
Tal como para uma câmara municipal, mais do que a Bandeira Nacional, a da UE e a da câmara municipal.

7. Repito, admito, como SEMPRE, poder estar a ver mal as coisas.
Mas não encontro argumentos de peso que me digam que, sem que possa sem qualquer restrição ser hasteada em qualquer edifício do Estado ou monumento uma qualquer bandeira de associação, grupo, clube desportivo, etc, o pluralismo de expressão, o direito à palavra à imagem e à reserva da vida privada e familiar não ficam 100 % garantidos.
E que só assim estará definitivamente afastada qualquer discriminação.
E que só assim estarão plenamente assegurados direitos vários, como os direitos humanos, mais a preservação do clima, etc.
AC
20  JUNHO  2026
DIA  MUNDIAL  DO  REFUGIADO
> 1729 - Decreto autoriza o senado da câmara de Lisboa a regular géneros, sobre os quais se lançariam impostos, para a construção do Aqueduto das Águas Livres
> 1789 - Passa a haver aulas de Anatomia no hospital de Chaves
> 1840 - Morse regista o telégrafo
> 1991 - Assembleia da República vota contra a amnistia aos presos das FP 25 Abril
AC

sexta-feira, 19 de junho de 2026

FLORES  na  ALDEIA
AC

PALÁCIO  DE  SANTA  RITA

Na freguesia da Fajã de Cima, Ponta Delgada, S. Miguel, Açores.

Este e outros e outras propriedades terão pertencido à família Jácome Correia. 

Disse-me alguém há anos em Ponta Delgada que neste pacato palácio, nos alojamentos térreos, havia nas paredes inscrições e versos de escritor famoso que por lá em tempos terá habitado com alguém de quem gostava. Vendo como comprei!

Desse vasto património o palácio mais imponente é o de Santana, sede do governo regional.

Esta 4ª fotografia é do portão de entrada de viaturas, vendo-se à esquerda a porta de entrada para casa, encimada por proteção para chuva em ferro e vidro. 
A fotografia é de há dois dias, tirada pelo meu filho. 
As primeiras 3 são antigas.
Na 1ª e 2ª vê-se a entrada para viaturas.

AC

Repito-me:

NADA  DEFINE  MAIS  O  TERCEIROMUNDISMO  DO  PAÍS  DO  QUE  A  SOBREVALORIZAÇÃO  DO  FUTEBOL  NO  CONTEXTO  GERAL  DOS  IMENSOS  PROBLEMAS  DA  SOCIEDADE  PORTUGUESA.

É  A  MINHA  OPINIÃO,  DISCUTÍVEL  CERTAMENTE,  MAS  A  RESPEITAR  COMO  RESPEITO  AS  DE  OUTREM.

Um bom amigo  a coberto de uma maroteira com bastante piada enviou-me a frase seguinte:" Azar de um homem é assistir a um miserável empate da selecção com o Congo. Tudo o resto é ultrapassável"

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, ainda por cima no caso de um bom amigo e homem da minha profissão.

Mas lá está, aparentemente deixou-se ir na onda e sentou-se à frente do televisor.

Eu não, andei entre o escritório (a minha mulher na sala, recusa ver futebol) e a cozinha e um dos quartos (onde também tenho muitos livros e muitos arquivos em papel) onde de vez em quando dormem os netos mais pequenos. Sobretudo cozinha, para ir andando com o jantar. De vez em quando fui espreitar o televisor do escritório.

Calhou estar a entrar no escritório tinha sido marcado o nosso golo, vi calmamente a repetição. Não percebo nada de bola mas creio ter sido uma jogada simples, eficaz, um bom centro, e um excelente e bem executado cabeceamento.

Ligo muito pouco ao futebol. Nisto de selecção raramente vejo os jogos de apuramento para os campeonatos, e também os da primeira fase. Quando passamos a primeira fase costumo tomar atenção.

Ligo pouco ao futebol, e considero insuportável as campanhas sobre ele, o massacre televisivo sobre futebolês com os variados filósofos da bola, sobretudo olhando à situação da nossa sociedade. 

E enquanto não me explicarem como é que as quotas pagas aos clubes pelos sócios dão para pagar os pornográficos vencimentos de treinadores e sobretudo jogadores, continuarei a considerar tudo isto vergonhoso, para não dizer coisas mais violentas mas que creio bem verdadeiras.

No Estado Novo, anestesiavam a populaça com os FFF. Fátima mantém-se, futebol muito mais que no passado, quanto a família . . . fica para outra altura.

Mais duas coisas ainda sobre o futebolês, uma é historieta familiar verdadeira, outra é a minha previsão já que a asneira anda em roda livre.


Historieta 

Há mais de 12 anos o mais velho (a aproximar-se dos 23, quase jurista) dos meus vários netos e o irmão perguntaram-me:

- avô, é do Benfica ou do Sporting ?

- meus queridos netos, já vos disse uma vez, não ligo ao futebol.

- vá, diga lá, sabe que nós e o pai somos Sporting e a mãe diz como o avô que nada liga ao futebol, de certeza que o avô é de um deles.

- repito, não sou de nenhum.

- ahhhhhh, já percebemos, é do Porto! (Putos!)


Prognóstico

(os meus netos disseram-me que é esta a ordem dos jogos)

Portugal empatará com os UzBeques

Portugal perderá com a Colômbia


Bom dia, e votos de boa 6ª Feira e bom início de fim de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)

 CULTURA

AC

😠😠😠😠😠😠😠 ? ? ? ? ? ? ?

Cada vez mais negativamente me impressionam pessoas de esquerda que normalmente se mostravam moderadas e que se manifestam crescentemente facciosas. A defenderem a sua "bolha" apenas porque sim.

À direita, "mutatis mutandis", na mesma triste medida.

Pessoalmente, tenho má opinião do actual PM.
Má opinião tenho do actual líder do PS e péssima opinião dos seus dois antecessores.

Mas uma coisa eu vejo, o que sai da boca de um e de outro não é tudo errado ou tudo certo, nem tudo está errado ou tudo certo no que ambos defendem.

É preciso ser arrogante, faccioso, parcial, afirmar que um ou o outro projectam só imagens positivas ou só imagens negativas, e que ambos conseguem convencer imensos concidadãos.

Eu estarei errado, mas creio que um e outro convencem pouco. Mas há temas em que diferentemente os aprecio.

Sentido de Estado e seriedade são coisas que há anos vejo muito arredadas da vida política nacional (opinião pessoal discutível certamente mas a respeitar como respeito as de outrem).

Portugal não está como está por puro acaso.

Portugal está como está devido à seriedade, ao equilíbrio, ao sentido de Estado, ao respeito pela palavra, ao devotado serviço à República, ao devotado serviço público, ao serviço à sociedade portuguesa sempre e tão denodadamente evidenciados por Guterres, Barroso, Sócrates, Costa, Montenegro, Carneiro, Leitão, vários Silvas, Constâncio, Vara, Teixeira, Salgado, Horta, Catarina, Francisco, Medina, Menezes, Amado, Correia, Gomes, Lopes, e tantas e tantos mais.

António Cabral (AC)
19  JUNHO  2026
DIA MUNDIAL DO NATURISMO
Dia Internacional para Eliminação da Violência Sexual nos Conflitos
> 1580 - Aclamação Régia em Santarém de D. António Prior do Crato
> 1584 - Faleceu Francisco da Holanda
> 1911 - Abertura da Assembleia Constituinte
> 1953 - EUA, casal Rosenberg executado por espionagem a favor da URSS
> 1970 - Inauguração da Igreja Sagrado Coração de Jesus que muito deve ao arquitecto Teotónio Pereira
> 1978 - Primeira aparição do Gato Garfield em banda desenhada
> 1990 - Assinatura do Acordo de Schengen
AC

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Da  CAMINHADA  MATINAL

AC 

POR  AÍ
cerca das 2245 h.
fotografia de telemóvel
AC
RECORDAÇÕES

Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dou com várias fotografias saídas nos OCS e redes sociais ao longo dos anos. 
Algumas, verdadeiros tesourinhos deprimentes.
AC

ALMOÇO  LIGEIRO
Várias mini empadas de frango, como a da fotografia, confeccionadas no Crato, mas possíveis de comprar por exemplo em Lisboa (lojas "Sabores e Delícias", de que há pelo menos duas).
Estas foram compradas em Lx.

Há semanas, numa das idas a Monsanto, fizemos um desvio e passámos pelo Crato, levantando uma caixa com 60 mini empadas já prontas, e lá seguimos para a aldeia. Encomenda por telefone 3 dias antes. O estacionamento para o carro é que não é bem fácil.

A descoberta destas mini empadas aconteceu em Portalegre há cerca de dois meses, através do Tomba Lobos.
Foram acompanhadas por salada e cerejas da zona do Fundão (Alcongosta) compradas hoje, aqui na praça, e ainda este bem simpático vinho da Adega de Pinhel.

Atenção, não caiam no pecado da inveja 😎😎😎😎

AC

10 JUNHO - LUXEMBURGO

Se percebi correctamente, o actual Presidente da República durante a sua visita ao Luxemburgo no âmbito do programa das comemorações do 10 de Junho, falou sobre a questão da imigração e creio que, se percebi bem, equiparou os portugueses que nos anos 50 e 60 do século passado sairam do país para França, Alemanha, Suíça, etc. á imigração que tem inundado Portugal. 

Eu creio perceber o espírito, mas também creio que o PR está a ver as coisas de forma simplista para não dizer bem pior.

Fazia-lhe bem e era bom para a República, deixar-me de patetices, vacuidades, platitudes, e olhar a fundo a realidade, e ouvir por exemplo algumas coisas que o seu antecessor Jorge Sampaio foi dizendo, pessoa que tinha defeitos e qualidades como todos nós, pessoa de quem discordei em várias áreas, mas um concidadão DECENTE. Atento.

Fazia-lhe bem sr PR! Como a muitos outros.

AC

INDÍCIOS

Por todo o lado, e não é de agora, já era assim na monarquia, na I República, na II República/  Estado Novo, e continua no regime em que felizmente vivo, por todo o lado há indícios de desleixo, do deixa andar, do quero lá saber, do quem vier atrás que feche a porta, etc.

Indícios da degradação, da falta de zelo, de degradação, de desinteresse, do tratar apenas do politicamente correcto e do que for necessário para parecer bem, que está tudo bem.

Isto que aqui trago tem bem mais que uns dois anos.

É no cais de Alcochete, e que se não erro é da responsabilidade da Administração do Porto de Lisboa.

A degradação prossegue, e é a câmara municipal de Alcochete que vai colocando umas defesas para . . . . que as pessoas não caiam à água.

O interessante disto, entre outras coisas, é que se os meus estimados amigos e os meus estimados visitantes e leitores tentassem descobrir a estrutura do pessoal dirigente na APL provavelmente não conseguiam saber muita coisa.

Mas acreditem numa coisa, é bem capaz de haver pelo menos um personagem que tem cargo na APL e na Administração do Porto de Setúbal. 

Ai é bem capaz é!

Bom dia, e boa 5ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC