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quarta-feira, 10 de junho de 2026

QUE  INJUSTIÇA
. . . . . .
Este embate entre José Sócrates e a Justiça não necessita só de um juiz, pede também um bate-chapas, pois envolve vários testas de ferro.
. . . . . . (José Diogo Quintela)

A criatura recorrer a testas de ferro ?
Que injustiça.

A herança da mãe tem dado para muita coisa e dará certamente para  pareceres de muitos €€€€.
E quando daqui a anos os €€€€ se acabarem lá estará a restante família para ajudar e nomeadamente um primo!

AC

quinta-feira, 28 de maio de 2026

O  SISTEMA  GUTERRES
Mais uma das recordações: 

O Sistema Guterres, por Pacheco Pereira, Público, 6JAN2000 - ...."uma das cenas mais ridículas e elucidativas da política portuguesa passou-se na noite de ano novo e, como é costume, passou despercebida pela falta de espírito crítico e pelo conformismo que domina hoje os "media" face ao poder. 

Trata-se da decisão do nosso primeiro-ministro de ir passar a noite do milénio a caçar o inexistente "bug" do ano 2000 com grande aparato. Por singular coincidência em vez do "bug"  estavam ali por acaso umas câmaras de televisão.......que bom primeiro-ministro temos, que, em vez de ir festejar com a família e amigos, zela por nós………

Tudo foi ridículo......O poder hoje não controla os "media" dando ordens do gabinete, mas escolhendo as pessoas certas para os lugares certos no "serviço público" e tratando os patrões como "empresários" no sector privado........com a regra dos "media", uma das quais é produzir irrelevâncias........mostrando o irrelevante oculta-se o essencial…………

Pina Moura destrói o Estado e o último pacote de fundos comunitários..........perdendo a última grande oportunidade de fazer as reformas estruturais de que a nossa economia precisava............alguém fala disto?...........Ninguém, tão distraídos que estamos com o "bug"..........o engenheiro, aliás, agradecia que houvesse mais desses grandes "problemas" todos os dias. 

Pensam que não é assim? Mas todos os que sabem, sabem que é assim, daí este enorme afã para que não saibamos, nem nos preocupemos. 

Este é o sistema Guterres e já é uma rotina. 

Verdadeiramente, isto eles fazem bem.


ACTUALÍSSIMO!!

Até porque o sistema Guterres foi copiado e muito melhorado e assim tivemos depois, o sistema Barroso, o sistema Sócrates e muitíssimo melhorado tivemos a seguir o fantástico sistema Costa, e temos agora o sistema Montenegro.

Perfilam-se no horizonte outros sistemas?

Sistema Coelho, sistema Ventura, sistema Carneiro, sistema Pedrinho Santos ?

Portugal sempre no bom caminho
António Cabral (AC)

segunda-feira, 18 de maio de 2026

JUIZ  IVO  ROSA

A fazer fé no que se lê por aí, quer em jornais quer em certos blogues, (só tenho o meu blogue, nada de outras redes sociais) este juiz escreveu uma carta ao Presidente da República e ao Presidente da Assembleia da República. Queixou-se aos salvadores de Portugal, os actuais, como salvadores de Portugal sempre foram os respectivos antecessores.

Antes de prosseguir, e salientando que nada percebo de assuntos de direito, códigos, juízes, magistrados do MP e advogados, a sensação que tenho e de há muito é que aquilo que frequentemente designo por "justiça à portuguesa" é um lamaçal pestilento, lamaçal para o qual muitos dos vários agentes do sistema contribuíram.

E contribuíram à cabeça uns certos senhores de Coimbra e Lisboa que engendraram o sistema de leis e códigos que permite o descaramento que há anos se verifica na Tugolândia.

Naturalmente que posso estar redondamente enganado e até a ser injusto, mas o juiz Ivo Rosa não me parece confiável. Basta-me recordar os vários desaires que sofreram várias das suas decisões e precisamente infligidos por tribunais superiores. Creio que não estou enganado, tribunais, não foi o MP.

Por outro lado, quanto ao MP, do que veio a público já e não apenas do mais recente, do que se passa dentro do MP há certamente muito a criticar e condenar, e se algumas coisas forem exactamente como se diz, tinha de ser esclarecido, é intolerável.

Mas por outro lado ainda, quando vejo certos personagens eriçados com o assunto e defendendo publicamente Ivo Rosa, fico desconfiado.

Como digo acima, não percebo nada destes assuntos mas parece-me curioso que em vez de escrever a presidentes porque não escreveu ao Supremo Tribunal de Justiça, ao Conselho superior da Magistratura, ao PGR?

Se existem fundamentos sólidos porque não se queixa a eles e mesmo ao Tribunal Europeu? Ou a minha habitual distração não detectou isso?

E Ivo Rosa remete-me para Sócrates, que agora anda com processo contra o Estado Português.

Eu bem disse há vários anos que devia começar a meter uns Euros no mealheiro pois vou pagar para o sacripanta. Sacripanta que CURIOSAMENTE, teve sempre uns advogados banais, de trazer por casa. 

Porque será que nenhum dos advogados do regime, nenhum dos fortes tubarões de escritórios famosos, NENHUM patrocinou Sócrates?

Não é curioso, um injustiça, um inocente, um pobretanas? Não diz nada sobre a criatura?

AC

ASSASSINATO  DE  CARÁCTER
De acordo com o lido por aí o Ministério Público parece ter admitido que Sócrates terá sido alvo de “assassinato de carácter” e apontou o dedo aos media. Um procurador, creio que de seu nome António Beirão, terá afirmado que “ninguém tem dúvida” de que houve “uma campanha de assassinato de "carácter”.

Eu tenho a maior das dúvidas, mas quem sou eu, cidadão comum, comparado com um procurador?
De qualquer forma li um pequeno texto que em baixo reproduzo onde realço a vermelho aspectos que me parecem essenciais.

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O jornalismo assassinou Sócrates? 
Sem dúvida. 
Desfez-lhe a tese da fortuna da mãe, que justificava todas as extravagâncias. Mostrou que a dita fortuna eram umas casitas que o amigo Santos Silva comprou com generosidade. 
O jornalismo mostrou que vivia muito bem em Paris, mas com dinheiro que não lhe era conhecido
Que tinha o usufruto de uma casa de luxo na capital francesa, alegadamente comprada pelo referido amigo. 

Os malandros dos jornalistas também desmontaram, peça a peça, aquela pantomima montada com Lalanda de Castro, que lhe deu um contrato faz de conta para justificar umas massas. 
Uma boa parte das notícias do CM que assassinaram Sócrates foram feitas quando nem existia um processo judicial. 

Depois, também foi o jornalismo que expôs, antes da justiça, os esquemas de controlo da PT
O jornalismo assassinou Sócrates, é verdade, porque mostrou a mais completa ausência de seriedade do homem que governou Portugal com maioria absoluta. 
Porque mostrou a proteção recebida entre pares, no PS, no sistema de justiça e de algumas personagens, à esquerda e à direita, quando os investigadores de Aveiro destaparam o seu plano para controlar a comunicação social. 

O jornalismo mostrou a agonia moral da liderança política de Sócrates. 
Já o carácter era impossível ter destruído porque não se destrói o que não existe. 
O senhor procurador António Beirão deveria saber isso. 
Ou a hierarquia do MP poderia ter-lhe explicado. 
(Eduardo Dâmaso, CM)
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Se apontar factos é assassinato de carácter então a Tugolândia está ainda pior do que imagino.
O MP, o sistema de justiça deviam era ter decoro.
Além do mais como refere Dâmaso, só se pode destruir o que existe.

AC

sexta-feira, 15 de maio de 2026

RECORDAÇÕES

POLVO À PORTUGUESA

DO QUE NOS LIVRÁMOS!
(comentários a vermelho)
Em 2008, o BPN foi nacionalizado contra a vontade dos seus accionistas. Na altura, poucas vozes contrárias se fizeram ouvir, até porque a nacionalização tinha o aval do governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio.

Após este acto, o Governo designou como administrador do BPN Francisco Bandeira, um homem da confiança pessoal de Sócrates.

Entretanto, no ano seguinte, na sequência de convulsões internas, o BCP seria 'governamentalizado', entrando para a administração Carlos Santos Ferreira e Armando Vara, notórios amigos de Sócrates.
O BES, por seu lado, era governado por Ricardo Salgado, cuja cumplicidade com Sócrates se tornou a partir de certa altura evidente, ao ponto de - quebrando a sua proverbial contenção nas referências ao poder político - elogiar por diversas vezes o primeiro-ministro em público.

Quanto à CGD, era tutelada pelo Governo.
Em conclusão, exceptuando o BPI (de Fernando Ulrich), a partir de 2009 toda a banca ficou 'nas mãos' de Sócrates ou dos seus amigos: CGD, BCP, BPN e BES - para não falar do BdP, onde pontificava Constâncio.

Na comunicação social a situação também não era famosa.
No início do consulado de José Sócrates, o grupo Controlinvest (DN, JN e TSF), de Joaquim Oliveira, foi logo identificado pelo primeiro-ministro como um potencial aliado (até pela sua dependência da banca).

O grupo Cofina (Correio da Manhã e Sábado), de Paulo Fernandes, também se mostrava cauteloso nas referências ao Governo.
O grupo Impresa (SIC, Expresso e Visão) mantinha-se na expectativa.
O grupo RTP (RTP e RDP) pertencia ao Estado e mostrava-se dócil.
O grupo Renascença não se metia em sarilhos.

Restava o quê?
A TVI e o Público - este dirigido por José Manuel Fernandes, considerado por Sócrates persona non grata.
O SOL só apareceria mais tarde.

Quando rebenta o caso Freeport, em 2009, as coisas vão aquecer.
A TVI estabelece um acordo com o SOL para a investigação daquele tema e torna-se para Sócrates um inimigo declarado.
Manuela Moura Guedes, a pivô do jornal televisivo de sexta-feira (que antecipa as notícias do Freeport), é o primeiro alvo a abater - e Sócrates empenha-se em afastá-la por todos os meios; mas tal não se mostra fácil, dado ser mulher do director da estação, José Eduardo Moniz.

Em desespero, Sócrates tenta usar a PT para comprar a TVI, mas o negócio borrega.
Também há tentativas para fechar o SOL, através do BCP (que era accionista de referência do jornal), comandadas por Armando Vara.

No que respeita à Impresa, apesar de não fazer grande mossa ao socratismo, sofre vários ataques, designadamente por parte de Nuno Vasconcellos e Rafael Mora, líderes da Ongoing e próximos de Sócrates, que tentam encostar Balsemão à parede.

Finalmente, sem se perceber porquê, Belmiro de Azevedo aceita a saída de Fernandes da direcção do Público, e Moura Guedes e Moniz deixam a TVI (indo este estranhamente para a Ongoing…).

O SOL fica isolado - e só se salvará por ser adquirido por accionistas não envolvidos na política interna.

Visto o controlo substancial de Sócrates sobre a banca e a comunicação social, olhemos para o poder político. 
Sócrates dominava naturalmente o Governo, de que era o chefe, e o Parlamento, onde o PS tinha maioria absoluta - só lhe escapando a Presidência da República.
Por isso, voltou contra Cavaco Silva todas as baterias.

O PS e o Governo tentaram tudo para implicar Cavaco no caso BPN, por deter acções do banco (embora as tenha vendido antes de ir para Belém). (BPN, um ninho enorme de PSD)
Esta campanha contra o Presidente da República ressuscitaria com estrondo nas eleições presidenciais de 2011, com a cumplicidade - diga-se - de muita comunicação social.

Outro momento alto da guerra contra Cavaco foi o aproveitamento de uma gafe (???) de um seu assessor, Fernando Lima - que tinha falado a um jornalista sobre a possível existência de escutas a Belém - para tramar o Presidente.
Usando uma técnica nele recorrente, Sócrates armou-se em vítima, virou os acontecimentos a seu favor e tentou destruir Cavaco Silva, acusando-o de montar uma cabala.

Outra vez com a ajuda de muitos jornalistas, os socratistas exploraram o caso à exaustão e o assunto foi objecto de intermináveis debates televisivos - onde se chegou a dizer que o PR tinha de renunciar ao cargo!
A campanha não matou Cavaco mas fez mossa, fragilizando o único bastião que não era dominado por Sócrates na esfera do poder político.

Talvez hoje alguns jornalistas percebam melhor o logro em que caíram.

Passando finalmente à Justiça, Sócrates tinha no procurador-geral da República, Pinto Monteiro, e no presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, não propriamente dois cúmplices, como alguns disseram, mas duas pessoas que pareceram sempre empenhadas em protegê-lo, fossem quais fossem as razões.

Nesta área, Sócrates contava ainda com um bom aliado: Proença de Carvalho, pessoa influente nos meios judiciais (incluindo junto de Pinto Monteiro).
E teve sempre o apoio do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto.

Portanto, também aqui, o primeiro-ministro estava bem acolchoado.
Governo, Parlamento, Justiça, comunicação social, banca: Sócrates controlava os três poderes do Estado - executivo, legislativo e judicial - e estendia os seus tentáculos ao quarto poder (os media) e ao poder financeiro (os bancos).

Talvez muita gente não se tenha apercebido na época deste cenário aterrador.
Mas olhando para trás - e sabendo-se o que hoje se sabe - temos noção do perigo que o país correu: um homem sobre o qual pesam suspeitas tão graves chegou a deter um poder imenso, que se alargava a todas as áreas de influência.

Só de pensar nisto ficamos assustados - e é muito estranho que alguns dos que privavam com ele não se tenham apercebido de nada.

Foi lamentável ver pessoas como Ferro Rodrigues ou Correia de Campos fazerem tão tristes figuras, defendendo-o encarniçadamente até ao fim.
É certo que, como bem disse José António Lima, a democracia venceu-o, afastando-o do cargo.

Mas também foi a democracia que permitiu que um homem como este chegasse a reunir um poder tão grande em Portugal.
Isso mostra a vulnerabilidade do sistema democrático.

P. S. - No caso dos vistos gold, logo a seguir às detenções, deu-se por adquirido que os arguidos eram culpados, considerou-se “inevitável” a demissão de Miguel Macedo, e António Costa disse que o Governo ficava “ligado à máquina”. 
Uma semana depois, as mesmas pessoas contestam a prisão de Sócrates, invocam a “presunção de inocência” e acham “absurdo” falar na hipótese de demissão de António Costa.

Palavras para quê?

Editorial de José António Saraiva

AC

terça-feira, 12 de maio de 2026

RECORDAÇÕES
Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dei com várias fotografias saídas nos OCS ao longo dos anos, e também bonecada como esta

e também tesourinhos . . . . . deprimentes. . . . . como este.

Bom dia 
Tenham uma boa 3ª Feira
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. boa sorte.

AC

RECORDAÇÕES

Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dei com várias fotografias saídas nos OCS ao longo dos anos.

DEBATES   PARLAMENTARES
AC

domingo, 10 de maio de 2026

RECORDAÇÕES
Ao andar a vasculhar nos meus arquivos dei com várias fotografias saídas nos OCS ao longo dos anos.

TÃO AMIGOS ERAM


AC 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Caros Jornalistas
por henrique pereira dos santos, em 16.04.26

Acabei de ver agora que Tiago Antunes não conseguiu ser eleito como Provedor de Justiça.

Acho que é uma história a que os senhores jornalistas deveriam prestar atenção.

O CHEGA, acossado por todos os lados, resolveu propor para o Tribunal Constitucional pessoas cuja adequabilidade ao cargo parece ser generalizadamente aceite.

O PS, sabendo de toda esta história sobre a eleição para cargos externos ao parlamento, quando finalmente conseguiu que os outros partidos aceitassem a indicação do PS para Provedor de Justiça, em vez de se precaver, indicando uma pessoa que qualquer pessoa de bem poderia aceitar, resolveu, porque é a isso que está habituado, indicar quem os aparelhistas entenderam, partindo do princípio de que os outros partidos e os jornalistas não chateavam muito com o facto de haver sérias reservas ao nome concreto para o cargo concreto.

E é isto, caros jornalistas, à força de tratarem o PS de maneira tão fofinha, desabituaram o partido (e a esquerda em geral) de serem sujeitos a escrutínio e de assumirem responsabilidades políticas pelas decisões que tomam.

E isso, caros jornalistas, não favorece os vossos favoritos, pelo contrário, fortalece os que se habituam a ser escrutinados e torna irresponsáveis os vossos amigos.

A queda da esquerda também é responsabilidade vossa, de cada vez que num noticiário aparece o senhor secretário geral da ONU ou o senhor presidente do Conselho Europeu, que vós tratais sempre nas palminhas, o PS perde um cento de votos
.

Acabei de chegar a casa depois duma razoável caminhada.
Um bom amigo telefonou-me, divertidíssimo, para me dizer que o PS tinha protagonizado mais um triste episódio.

Fui procurar e ler meia dúzia de coisas.

Refiro-se ao CHUMBO mais que esperado de um Socrático e Costista indicado pelo PS para vir a ser Provedor de Justiça: Tiago Antunes é o nome da criatura.
Tem qualidades e defeitos como todos nós.
Quando até imensos dentro do PS olham para ele de soslaio fica quase tudo dito.

Naturalmente que não posso provar em tribunal, mas creio que esta criatura juntamente com outras criaturas e no tempo lamentável de Sócrates como PM, foram protagonistas de coisas muito discutíveis para não dizer desprezíveis. Como sempre admito poder estar enganado.

Posso estar enganado mas creio que foi esta criatura que ao tempo de Costa PM tinha como principal missão trabalhar pela carreira internacional de Costa.

Por todos estes antecedentes e sempre com o aplauso da comunicação social das bolhas esquerdistas (embora se diga sempre que a direita domina completamente a comunicação social) as cliques do PS creio que sobretudo Costistas decidiram que Tiago era óptimo para o cargo.

Essa gente PS e OCS continuam a não querer perceber.

Salvo melhor opinião, creio que Henrique Pereira dos Santos (texto acima) avalia bem a questão.

AC

segunda-feira, 6 de abril de 2026

6  ABRIL  2011
José Sócrates (aparentemente muito contrariado) pede a intervenção da Troika (UE, BCE, FMI).
Demorou pouco tempo a começar a perceber-se a trama que o sacripanta tinha urdido desde 2005.
E nenhum dos "amiguinhos" percebeu, nenhum viu nada.
Uns queridos.
AC

sábado, 4 de abril de 2026

A  Propósito  de
Direito, Justiça, Sócrates, e o Sempre Torto

"Profundamente errada." 
Esta foi a afirmação de há dias do MRPP Garcia Pereira quanto à proposta do PSD para suspender prazos de prescrição em caso de troca de advogado.

Disse Garcia Pereira que isso coloca em causa os direitos dos arguidos, e defendeu ainda que é um erro partir de um processo concreto. 

Começando por aqui - o ERRO - eu que não sou jurista e apenas um curioso e desde sempre muito interessado no DIREITO e na JUSTIÇA, não tenho a menor dúvida que nisto (legislar por causa de caso concreto) ele e outros têm toda a razão.
Não se deve legislar em razão de um caso concreto.

Garcia Pereira considera que os prazos de prescrição já são suficientemente alargados para poderem comportar as vicissitudes dos processos.

E aqui discordo dele, pois a prática mostra que as diversas cenas dilatórias têm feito prescrever muitos processos. 
E Sócrates não tem feito outra coisa. 
Há anos que recusa juízes e advogados, e mete requerimentos.
Apesar de ter perdido dezenas de casos dos dilatórios a realidade é que o tempo vai passando e a seu favor, a favor da prescrição.

Mas sobre isto creio que Garcia Pereira nada disse.
Não espanta.
AC 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

quarta-feira, 18 de março de 2026

A  Propósito  de  SÓCRATES
Esta criatura ficou conhecida,

- pelo seu característico e fino traço em casas diversas no interior do país,
- por ter sido secretário de Estado de uma ministra nortenha, 
- por ter sido secretário-geral do PS
- por ter conseguido a primeira maioria absoluta do PS e assim passando a PM, 
- por governar (ups . . . ) Portugal de 2005 a 2009,
- por voltar a PM com maioria relativa até 2011,
- por retirar-se por força da bancarrota de que foi um dos responsáveis, 
- por ser um remediado do ponto de vista financeiro, 
- por ser muito estudioso e designadamente em Paris, 
- por ser o grande protagonista da operação Marquês, 

e mereceu alguma atenção da parte de Vasco Pulido Valente (VPV) designadamente no jornal Público de 11 de Março de 2007.

Neste artigo de opinião VPV escreveu por exemplo:
- enquanto se fala da "determinação" . . . . e da "persistência" de Sócrates, não se fala do défice, da pressão fiscal, do investimento, da produtividade, da reforma do Estado e por aí fora. Sócrates parece uma daquelas celebridades que ninguém sabe ao certo por que se tornou célebre. Vive de uma imagem com vaguíssima relação com o real.
. . . . . 

- Em 2007, o culto descarado e militante da personalidade de Sócrates não deixa de ser inquietante

- . . . dentro do PS , eliminou a comissão política permanente, dispersou a esquerda "sampaísta" e anulou a influência de Soares com a candidatura à Presidência.

VPV ao referir - por aí fora - sintetizou bem o horror em crescendo que esta criatura ia protagonizando e ainda só tinha basicamente dois anos de PM. 

Um por aí fora que se revelou trágico para Portugal.

E aquelas conhecidas criaturas do PS que sempre foram subindo na máquina do Estado NUNCA repararam em nada.

Nunca repararam no que ele foi fazendo dentro do PS, nunca repararam no que ele fazia no governo, na vida pessoal que levava, etc.
TADINHOS. 

E TADINHO de Pinto de Sousa.

E passam 12 anos que a criatura foi detida e o estado do processo é . . . . . . . . . . . . . pois!

É Portugal, não faz mal.

AC

terça-feira, 17 de março de 2026

O ex-primeiro-ministro José Sócrates disse esta segunda-feira que a proposta do PSD para a suspensão dos prazos de prescrição de crimes em caso de substituição de advogado confirma a motivação política do processo Operação Marquês.

A minha impressão é que, de cada vez que abre a goela além de só saírem as coisas mais ordinárias, confirma e reconfirma não só a "prenda" que é e sempre foi, como confirma que tudo faz para ver se consegue que nada ande, que tudo prescreva.

AC

segunda-feira, 16 de março de 2026

SÓCRATES

Sócrates, o da história

Sócrates, o Pinto de Sousa.

Sócrates, o chefe do PS durante vários anos.

Sócrates que tão bem toureia o regime e o sistema de justiça "tuga".

Sócrates o melhor toureiro de todos os tempos.

Porque não - Sócrates, volta, estás perdoado!

Façam isso antes que tudo prescreva!

AC