terça-feira, 11 de agosto de 2026

Boa tarde
Depois dos reparos do Presidente da República,chegaram esta segunda-feira as reações dos governantes. António José Seguro criticou as promessas “por cumprir” e as medidas adiadas “sine die” no que toca à resposta aos incêndios - apreciação que inclui o atual Executivo, mas também o de António Costa. O Presidente pressionou quem tem responsabilidades a ter uma “ação atempada, mobilizadora e cientificamente fundamentada”, também na prevenção, masLuís Montenegro afirmou hoje que encara “com toda a naturalidade” as declarações do chefe de Estado. O primeiro-ministro garante que temos este ano "o maior dispositivo de sempre", embora admita que algumas “medidas que foram retardadas” e que há “margem para fazer mais”.
Da mesma forma, o ministro a quem compete a gestão da pasta, disse aceitar com “muito agrado” as declarações de Seguro: “O Presidente tem o dever de sinalizar o que é uma preocupação coletiva e também nossa”, afirmou. Luis Neves aproveitou para assinalar, desde já, uma diferença. Se até 2017, 80% das verbas eram gastas apenas no combate, agora “a aposta é definitivamente na prevenção”, que já absorve 54% das verbas para o combate aos incêndios.

Isto é parte de uma notícia daquele por muita gente tido por "referência".

Sublinhei a VERMELHO uma parte.

apreciação que inclui o atual Executivo, mas também o de António Costa

Note-se agora a frase escrita de forma ligeiramente diferente, e mais ajustada à realidade.

apreciação que inclui o atual Executivo liderado por Montenegro que governa há pouco mais de dois anos, mas também os governos  de António Costa que foi PM um pouco mais de oito anos. 

Mas não era de bom tom para as bolhas pois não ?
Não passamos desta tristeza de comunicação social.

AC

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