terça-feira, 25 de agosto de 2026

CREIO  QUE  É  ISTO

Conversa fiada, da parte de Seguro, e de muitos mais titulares de órgãos de soberania.
No essencial creio que é isto.

Passou o estado de graça do PR.
De muitos outros andamos num "continuum" estado de desgraça.
Parece-me iniludível.

Antes proclamava-se sermos os melhores dos melhores. Patético.

Agora, talvez consequência de . . . sei lá, . . . passámos para os lençóis de conversa fiada, com laivos de conversa pastosa. . . . . à Guterres.

A par de decisões como a relativa à cognominada "lei da burka" parece-me estar a haver muita conversa fiada para agradar.

A algumas desgraçadas acções deste governo que, como sempre há décadas acontece com todos os governos (uns mais que outros, mas todos), está a perder oportunidades de tratar seriamente Portugal, parece-me estar a surgir muita conversa fiada a par de parvoíces como "a laboral".

Mas e os deveres e, sobretudo, a realidade das famílias e das pessoas? 
A realidade das coisas concretas, por exemplo segurança real, e não as loas às forças de segurança? Há tiros e facadas todos os dias.

E a realidade nos supermercados?
E a realidade dos que tem de ir à farmácia, pois não tem farmácia na família como alguns outros?
E os que penam horas nos hospitais?
E, fora muitos mais, os que têm casa mas a renda está insuportável para os seus €€€?

Eu sei que o país está muito melhor, a maioria dos que cá estão é que se encontram . . . como dizer . . . . . adiante . . . . 

Quanto ao governo, por exemplo a conversa fiada ou mesmo completamente parva de querer convencer-me de que é a REN que  influencia os preços dos combustíveis?

A realidade do Portugal actual não se mede em passeios por Paredes de Coura e fotografias patéticas, nem com discursos sucessivos a propósito de tudo e nada. 

Como também não se mede pelo patético Pontal do PSD ou pelo igualmente patético Pontal socialista em Olhão, e pelos semelhantes pontais dos outros partidos, nem por anúncios estranhos, nem por  silêncios ainda mais estranhos. nem por festas populares, seja na  Amora ou fora dela, com andores e foguetório.

Cá estarei para dar a mão à palmatória se, até meio do Verão de 2027, a realidade mostrar que me enganei, que isto que agora escrevo acabou por ser injusto. 

Injusto para Seguro, para o governo, para as criaturas que roçam o rabo nas cadeiras em SBento, ou nas do Raton, ou nas do MP e nos tribunais, e etc.

António Cabral (AC)

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