Todas as pessoas têm qualidades e defeitos.
Depois, de ser humano para ser humano, tudo depende da proporção entre defeitos e qualidades. Uns têm mais defeitos que qualidades, outros mais qualidades que defeitos.
António Guterres não foge a isto.
Foi um excelente aluno no Instituto Superior Técnico.
Dizem que foi um fervoroso católico com Marcelo.
Dizem que foi um grande conspirador de sótãos.
O que sei é que acabou a chefiar o PS, foi PM a seguir a Cavaco Silva, foi um trágico PM (opinião pessoal naturalmente), ajudou a crescer o pântano e, depois, fruto das suas ligações na internacional socialista e outras, foi mas é tratar da vidinha, os tugas que se lixassem. E andou anos por África e regiões desgraçadas como agente da ONU.
Foi preparando o caminho para ver se conseguia ser SG na ONU.
Conseguiu.
Está perto de acabar o segundo mandato.
Não tenho competências para o avaliar nem no plano cultural nem científico onde tenho a certeza que está muito acima da média.
Não tenho competências para o avaliar no respeitante ao seu desempenho na ONU.
Mas a noção que tenho é que, como SG da ONU, tem sido basicamente um desastre.
Nos últimos dias fez umas declarações sobre as grandes potências.
Porque não o fez logo a meio do primeiro mandato?
Pois!
Agora foi visitar e cumprimentar o "Jolani" lá na Síria!
Com que intuito?
Apenas para conhecer um bocadinho da famosa Damasco?
Que resultados positivos desta jornada a Damasco, em que basicamente deu apoio internacional a Ahmed al-Sharaa/ na realidade Abu Mohammed Jolani, enquanto vomitava desejos de paz e estabilidade para “o povo sírio” e segurança para a soberania e integridade Sírias. Vacuidades diplomáticas de meia tigela partida!
O católico Guterres não se importou portanto de sancionar Jolani, que tem elevados créditos nos morticínios e massacres vários sobre, por exemplo mas não só, cristãos. É apenas uma pergunta!
Guterres, nas suas periódicas e as mais das vezes destemperadas arengas, foi lembrando os direitos humanos mais a liberdade e a democracia. Enfim.
Guterres, nas suas periódicas e as mais das vezes destemperadas arengas, foi lembrando os direitos humanos mais a liberdade e a democracia. Enfim.
Já o tínhamos visto por cá.
Os que o elegeram há basicamente 10 anos não investigaram bem este dito (creio que por Marcelo) o melhor de nós todos.
Olha se não era o melhor!
Patético, trágico, inarrável.
AC
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