sábado, 29 de agosto de 2026

Aqui na minha varanda, no sossego da aldeia, enquanto observava esta tarde os penedos lá em cima - ou são eles que complacentes me olham de soslaio? - reflito sobre muita coisa.

Apreensivo desde logo com questões familiares para as quais não há solução. 

101 é idade muito avançada, as complicações são evidentes, não há soluções nem milagres, apenas de Deus/ destino/ sorte depende o ditar como será o desfecho.

É um final de vida trágico. Coisa que me faz pensar, e pensar na eutanásia, embora me arrepie. 

Aqui na varanda reflito secundariamente sobre a vida, na vertente interna e nas consequências da vertente externa.

Por exemplo, vejo com curiosidade o que se vem escrevendo sobre o tal de Instituto Progresso.

Curioso, é sempre curioso observar pantomineiros que passam anos em caldeirão sistémico e, de repente um dia virem querer convencer que eles é que vão finalmente olhar para o país/ sociedade portuguesa com metas de médio e longo prazo. 

Antes não os deixaram trabalhar . . . ou foi outra coisa?

AC

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