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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

UM BOM AMIGO TEFEFONOU-ME

- ANTÓNIO, NÃO TENS COMENTADO OS DISCURSOS QUE SEGURO VAI FAZENDO POR AÍ, O ÚLTINO FOI NA PJ.

- SABES, POR RAZÕES VÁRIAS, ANDO SEM PACIÊNCIA NENHUMA PARA LENÇÓIS E VACUIDADES.

AC

domingo, 11 de outubro de 2026

ESTOU  MESMO  CONTENTE

Estou mesmo contente, muito contente.

Porque me apercebi que António José Seguro assinalou as presentes dificuldades mas que a mudança é um tempo de oportunidades.

Mas, sobretudo, porque Marques Mendes defendeu que as empresas portuguesas têm de construir parcerias com as estrangeiras para concorrerem ao fundo da UE para a competitividade.

Temos, portanto, guias esclarecidos, liderança. Agora é só concretizar!

AC


terça-feira, 6 de outubro de 2026

Não há República sem escolas. 
(PR António José Seguro)

No seu discurso o PR podia ter recordado que escolas significa também professores, e que não dá muito jeito no princípio de Setembro largas centenas de professores terem ficado de baixa!
Deve ter sido uma virose violenta.

Ou foi parte da valorização de que o PR falou?

Era razoável esperar que tantos magotes a ter baixa desse direito a investigação. Ou é tudo isto perfeitamente normal?

Mas não era a Tugolândia com problemas exacerbados na grande Lisboa, pois não?

AC

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

MUITO  BEM  DITO
. . . . . . . 
acima dos caprichos ou dos interesses eleitorais, está a vida das populações, a vida das pessoas. 
Era bom que esta cultura se transpusesse também para o plano nacional.
. . . . . . .  (Presidente da República)

AC

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Deixo um Passatempo: Descubra as Diferenças
 Vou deixar a solução mais abaixo, não espreitem já.

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1 - sorriso/ não sorriso do guarda
2 - relógio
3 - há/ não há arbustos
4 - a sala é diferente

Não há mais diferenças !

AC

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

PERNAS

Nesta fotografia (que roubei) de outros tempos descortinam-se coisas diversas.

Pode escolher-se o que se quiser de cada um (Soares, Gama, Guterres, Seguro, Seixas) e deles recordar por exemplo, origens, trajectos, personalidades, posturas/ modo de encarar quer a vida quer a política.

Pode escolher-se os ombros e, curiosamente, os da fila de trás com eles simétricos, nem inclinados para a esquerda nem para a direita, enquanto nos dois da frente inclinados para a direita.

Pode escolher-se as pernas, Gama de pernas abertas, simétricas, Seixas e Soares perna direita cruzada, Seguro e Guterres perna esquerda.

Pode recordar-se as ligações políticas, todos socialistas, um ufano de não ter cartão do partido.

Pode escolher-se o rosto de cada um e eu, olhando-os, respeitosamente apetece-me dizer :

Soares - imperador, dono disto,  bonomia, 
Gama - atento, a tudo, sem transparecer o que lhe vai na alma
Guterres - sorrisinho plástico, sonso, atento, mas não está ali
Seguro - atento, calculista, planeando
Seixas - atento, distante, planeando, calculista.

É a vida, dizia o pastoso!

AC

domingo, 27 de setembro de 2026

UM   DIÁLOGO   HIPOTÉTICO

* Bom dia, é uma honra ser recebido por Vossa Santidade

* Ora essa, ainda por cima um homónimo dos Santos António e José

* Por meu intermédio trago a Vossa Santidade a admiração e o maior respeito de todo o Portugal

* E diga-me António, como vai Portugal ?

* Não vai muito bem, estamos a trilhar um caminho difícil até porque Portugal não controla muito do que no mundo se passa e acontece, e se reflete na nossa vida . . . e sobretudo quer eu quer o partido de que sou fiel crente e o PSD falamos muito de reformas mas depois encolhemo-nos . . . . 

* De facto as injustiças crescem . . . . 

* Exactamente, estamos muito preocupados, eu e a Dra Margarida Maldonado Freitas, porque há muitos portugueses para quem o dinheiro não chega ao fim do mês . . . 

* Mas António, disseram-me que saem milhões de Euros de Portugal para offshores . . . isso não o preocupa, não diz nada sobre isso, que faz o António sobre isso ?

* ah, . . . de facto . . . . parece que sim . . . mas em compensação vou estar em Cascais dentro de dias e vou ouvir falar muito de saúde e de diagnósticos, vou estar ladeado dos meus amigos da saúde e que certamente vão dizer coisas excelentes, um deles está a aprontar-me um Pacto para a Saúde dos portugueses . . . 

* Mas, António, eu não me quero imiscuir nos assuntos internos do seu país, mas acha mesmo que isso de pacto vai resolver alguma coisa . . . . . . . . eu posso rezar por isso, mas ouço dizer que a par de alguma falta de jeito da ministra actual parece que a realidade é que as ordens profissionais, os sindicatos, as corporações, os interesses, a quantidade de médicos que se tornaram merceeiros perdão, tarefeiros . . . .e a juntar a isso as muitas centenas de milhares de imigrantes que entraram no seu país de roldão e mais a curiosa coisa que é o turismo de saúde e que segundo me disse um dos cardeais ainda por cima não pagam . . . . . . como é que o seu pacto resolverá essas coisas . . . .  

* Pois . . . . . de facto . . . . peço a sua benção para a Dra Margarida Maldonado Freitas e para mim . . . . . . .

* . . . vá com Deus . . . . . 

AC

. . . . . 
E como há coisas seguras, o Dr. António José Seguro veio agora solidarizar-se com António Guterres, cujos confrangedores mandatos à frente da ONU justificou por coincidirem com alguma coisa como «os piores tempos de sempre». A adiposidade intelectual do Dr. António José Seguro dá a mão à adiposidade última do Eng.º Guterres, que desta vez ele expressou através do secretariado-geral.
. . . . . . 

Lido por aí, na blogosfera, uma opinião.

É uma opinião.

Eu, como sempre realço e PRATICO, respeito, SEMPRE, as opiniões de outrem. Discorde ou concorde.

A minha, sobre estes dois meus concidadãos, é igual quanto a Guterres, e muito parecida quanto ao actual inquilino em Belém.

Quanto a Guterres deve ficar "contentinho da Silva" ao ler vacuidades como esta - “António Guterres foi sempre uma voz forte e determinada na defesa da paz, do direito internacional e do multilateralismo. Ao longo dos últimos dez anos foi também um defensor constante da dignidade humana.

Presente o que acima digo quanto a respeito pelas opiniões de outrem, a minha é que só a descarada ausência de vergonha na cara faz debitar estas inverdades que roçam . . . . . .

Claro que Guterres tem uma notável preparação, e grande capacidade intelectual. 
Inteligente, entre outras qualidades, onde também se misturam graves defeitos como ficou provado na sua governação em Portugal.

Só a desfaçatez de alguns e as suas inerentes pesporrência e descarada superioridade moral (só eles a têm) é que os leva a dizer que para  Guterres ir para SG da ONU bastaram os seus imbatíveis predicados.

Estes senhores da bolha continuam a olhar para os cidadãos comuns como totós! 
Desprezam-nos. Mas acreditando que muitos serão parecidos comigo, nós retribuímos.

Como se alguns de nós ou mesmo muitos não soubéssemos algumas coisas da vida, do mundo, dos clubes mundiais, ou de como se jogam e combinam coisas nas internacionais escolhendo o menor denominador comum, como se fossemos uns completos iletrados, incultos.

Haja paciência democrática para aturar estas criaturas.

António Cabral (AC)

domingo, 13 de setembro de 2026

Do SÍTIO da PRESIDÊNCIA da REPÚBLICA
Presidente da República congratula-se com a subida da notação financeira de Portugal
05 de setembro de 2026

O Presidente da República congratula-se com a decisão da agência Fitch de elevar a notação financeira da República Portuguesa de «A» para «A+», com perspetiva estável. Trata-se de uma excelente notícia para o País e de um importante reconhecimento externo do desempenho de Portugal, resultado de uma evolução de médio e longo prazo, sustentada pelo esforço dos Portugueses e por uma orientação de responsabilidade mantida ao longo de diferentes governos.

Num momento em que as famílias e as empresas receiam um novo agravamento das taxas de juro, o reforço da credibilidade financeira do País contribui para atenuar em Portugal os efeitos de condições internacionais de financiamento mais exigentes. Embora essa repercussão não seja automática nem imediata, uma melhor notação irá favorecer as condições de financiamento do Estado, das empresas e das famílias, apoiar o investimento e a criação de emprego e permitir que mais recursos públicos sejam dirigidos às necessidades das pessoas.

Quando o ano de 2026 vier a ser lido em retrospetiva, esta será seguramente uma das suas notícias económicas mais relevantes. Esta decisão confirma a importância da estabilidade, da previsibilidade e da responsabilidade na condução do País. A credibilidade conquistada deve ser preservada com responsabilidade e colocada ao serviço de uma economia mais produtiva, de melhores salários, de serviços públicos fortes e de uma sociedade mais justa e coesa, na qual ninguém fique para trás.
(sublinhados da minha responsabilidade)
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Naturalmente que é positivo que no plano macro nos olhem com consideração, pois isso reflete-se nos juros da dívida. Isso repercute-se em menos aflição e inerente menor sobrecarga fiscal na nossa vida.
Mas, sinceramente, o final do penúltimo parágrafo mais o último mais não passam do que conversa para encher chouriços.

A economia e o país estão muito bem, no bom caminho, mas as pessoas, a maioria das pessoas, é que não estão lá muito bem, pois não?

Ah, . . . espera, sou eu que estou enganado!

AC

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Ai o Regular Funcionamento das Instituições

A Constituição da República Portuguesa estabelece que Ele é que garante o regular funcionamento das instituições. 

Claro que a "doutrina" diverge" e, digo eu, como os antecessores garante o tantas! Esta coisa de que está escrito . . . . pronto, realiza-se.

Não tenho competências para avaliar se Luís Neves foi ou não um excelente director da PJ.

Mas sei observar e reparar em certas coisas.

Esteve à frente da PJ creio que oito anos. O também inarrável antecessor creio que esteve dez.

Neves foi nomeado por governo Costa. Montenegro reconduziu-o se não estou enganado.

Como foi nomeado pela esquerda socialista com certas ligações, alguns que comungam dessas mesmas ligações e até não terão cartão partidário afirmam que Neves foi um excelente director da PJ. Já escrevi que também com ele à frente da PJ a instituição apresentou resultados muito bons.

Ele foi e presumo continua a ser defensor de que não há relação alguma entre imigração descontrolada e criminalidade. 

Há quem considere completamente o contrário, o que me parece  bastante cretino, e há também muitas pessoas (como eu) que consideram que, sem ser a causa primeira da criminalidade, daí advem também parte importante.

Pelo que se vê nas últimas semanas, a PJ é mais ou menos um saco de gatos. Alguns designam isso como ódiozinhos corporativos.

As várias declarações quer de Neves, quer do seu antecessor, quer de outros publicamente, e de vários outros que sopram para políticos e jornalistas, parece-me que confirma exactamente isso.

E, portanto, a PJ é exactamente aquilo que dizem os "poderosos "nos seus discursos grandiloquentes e nas periódicas vacuidades?

Bom, então, BAMOSLAVER quem é que está seriamente preocupado com a instituição PJ?

Ou a preocupação é estilhaçar este governo que se está a mostrar crescentemente incompetente?

Sim, até agora Ele não está com o mesmo exacto estilo do tristemente célebre antecessor, mas também já deixa as patéticas fontes de Belém andarem por aí, ou o seu amigo da saúde aparecer com o sibilino sorriso e frases tiradas dos seus longos e sonolentos discursos.

O regular funcionamento das instituições mede-se pelo que vem acontecendo?

Mede-se pela continuada substituição de chefias aqui e ali por sequazes do partido como vem fazendo o governo? 

Mede-se pela continuada substituição de chefias aqui e ali por sequazes do partido socialista de cada vez que governou? A olhando sempre para trás, assim sucessivamente com PSD e PS ?

O regular funcionamento das instituições mede-se por exemplo pelo emprego das formais ferramentas constitucionais como agora o palhaço da Tugolândia está a fazer?

O regular funcionamento das instituições mede-se pelo constante apelo a greves?

O regular funcionamento das instituições avalia-se mais criticamente se os poderosos instalados não foram da cor que agrada?

Bom dia, tenham uma boa 5ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões.
Boa sorte, felicidades.

AC

domingo, 30 de agosto de 2026

COM  FERRO . . . . .

No uso das suas competências, o Tribunal Constitucional olhou para o que Seguro lhe enviou para escrutinar, escrutinou detalhadamente e, por unanimidade decidiu: Oh Presidente, está tudo bem!

Imagino que não deve ter gostado. E foi vindimar!

O actual inquilino em Belém usou o que a UE tem decidido e feito e regulamentado.

Pois o Tribunal usou isso mesmo, também, e o resultado está aí.

Pode lembrar-se aquela frase popular que começa com o que titulei estas linhas?

E agora, depois da vindima, vai usar veto político pois o que quererá é mimar os meninos e meninas, e a imigração à Costa é que é bom?

Aguardemos.

AC

sábado, 29 de agosto de 2026

AS  COISAS  QUE  ME  DIZEM

As coisas que me dizem aqui na aldeia são muitas vezes curiosas, outras intrigantes.

Muitas vezes não consigo confirmar veracidades.

Isto dito, informaram-me há pouco que ontem em Penamacor e creio que continua hoje, houve um encontro de "motards" portugueses e espanhóis.

Dizem-me que um filho de Penamacor actualmente a residir em Belém jantou com eles ontem. Vendo como comprei, "pro Bono".

AC

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

ALMOCINHO

O actual inquilino em Belém convidou para almoçar o seu antecessor.

Não antevejo nada de relevante ou mesmo bom para o país.

Mas, como sempre, admito poder estar completamente enganado, e deste almocinho e conversinha saírem boas orientações para a sociedade portuguesa e daqui em diante é que vai ser.

Com eles todos a falar, com Montenegro a trabalhar para nós, com Carneiro acicatado pelo Instituto Progresso, com a renovada energia do Livre agora que um emissário esteve em Kiev, PAN, BE, Chega, PCP, CDS e IL, com o esforçado trabalho dos deputados, agora é que vamos entrar definitivamente na senda do progresso, do desenvolvimento, no acabar com os dois Portugal - interior litoral - que Seguro descobriu agora. 

Agora é que finalmente vamos em frente.

AC

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

RECORDANDO,
Vasco Pulido Valente, Público, 16SET2011

"Nunca, em quase 50 anos, conheci um político que se aproximasse tanto de não ser nada como António José Seguro. 

Não tem um currículo académico de qualquer distinção. Não tem um currículo profissional. Em 30 anos de PS raramente se deu por ele. Nunca esteve à frente de um grande ministério ou se distinguiu na administração do Estado. 

E o nome dele não está associado a qualquer grande causa. Mesmo se acabou por chegar onde chegou foi depois de uma catástrofe eleitoral sem nome e porque o previsto sucessor de Sócrates preferiu continuar na Câmara de Lisboa. 

Parece que, no meio deste mar de mediocridade, António José Seguro é muito bom a "trabalhar o partido", ou seja, a massajar o ego de "militantes" de segunda ordem e em angariar apoios para a sua própria promoção. Esta faculdade, ao menos, não há a menor dúvida de que o serviu.

Durante o consulado de Sócrates, que (vale a pena lembrar) durou quase sete anos, não se ouviu um protesto ou uma crítica de António José Seguro. Para ele tudo estava pelo melhor no melhor dos mundos. Mesmo quando as coisas se tornaram claras para a maioria dos portugueses, continuou calado. Nem sequer no último momento declarou com clareza e alguma coragem a sua evidente candidatura. 

Preferiu sempre a evasiva e a dilação. E os socialistas votaram por ele, porque não podiam votar num herdeiro de Sócrates (que o eleitorado manifestamente execrava) e não havia uma alternativa decente. Até Mário Soares, pela única vez na sua vida, se absteve. E assim ficámos com um chefe da oposição sem uma ideia na cabeça e com um ar irresistível de seminarista.

O congresso do PS e a intervenção na Assembleia da República de quinta-feira passada mostraram o verdadeiro Seguro. Um homem que repete de cor uma cartilha programática obsoleta; que não pára de garantir a unidade de um partido que ninguém pensa em dividir; que berra e estica o dedo para se fazer importante; e que não convence o mais plástico português. 

Claro que Seguro (e seu PS) se dispensaram de abrir a boca sobre o consulado de Sócrates, que os compromete pessoal e colectivamente. Mas não compreenderam que, se não se aliviarem dessa pesadíssima carga, só lhes fica o vácuo. Era bom que a história recomeçasse segundo as conveniências tácticas de cada um. Sucede que não recomeça e que Seguro foi apanhado entre um passado impossível e um futuro a que obviamente não pertence".

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Como dizia alguém, brilhante como poucos - um esquecimento bem lembrado.

Mas VPV poderia (se estivesse vivo) enaltecer uma coisa:o actual Presidente da República não é tagarela (até agora) como Marcelo, e não comenta tudo e mais alguma coisa e o seu contrário, para grande irritação de jornalismo (que infelizmente se vem transformando em jornalixo) e komentariado.

Em contrapartida os seus discursos constantes estão verdadeiros lençóis (opinião pessoal naturalmente). O último discurso, em VNCerveira, fez-me recordar certo passado, pré 25 de Abril 1974!

VPV registaria que Seguro afirmou estar atento a tudo.

E, provavelmente, recordaria declarações de Seguro de 2022 por exemplo, e olharia ao presente, o que é dito no presente.

A realidade é que Seguro é PR e, nesta medida, o vaticínio de VPV escrito na última linha saiu furado.

Quanto à ética a isso irei em texto separado.

AC

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Do Sítio da Presidência
(Sublinhados e comentários da minha responsabilidade)

Bom dia, tenham uma boa 4ª Feira
Saúde, Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades, boas férias.

António Cabral (AC)


- O Presidente da República promulgou o Decreto da Assembleia da República que estabelece as regras de segurança e prevenção alusivas à identificação do cidadão a adotar em espaços públicos.

Para o Presidente da República, estamos no domínio de uma matéria de grande sensibilidade social e cultural, onde é de extrema dificuldade definir fronteiras e valorizar de forma equilibrada direitos e deveres.

Tendo em conta estes pressupostos e o conteúdo do diploma, após as alterações legislativas introduzidas, o Presidente da República optou pela sua promulgação.

A integração social, a não discriminação de género e a segurança resultante de decisões no mesmo sentido do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos sustentam esta decisão.

O Presidente da República partilha da convicção deste Tribunal, no sentido de o rosto ser considerado central à identidade e à comunicação humana, enquanto elemento mínimo de reconhecimento mútuo entre concidadãos.

E admitir que as mulheres, e só elas, tenham de esconder todo o rosto implica uma assimetria incompatível com os valores de paridade e dignidade igualitária entre homens e mulheres, valores esses que enformam as democracias europeias.

Por outro lado, numa sociedade livre, como a nossa, cada pessoa deve poder viver a sua identidade e as suas convicções enquadradas num conjunto de regras comuns que proporcionam uma “vivência conjunta”, conceito este aceite pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos
.

👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

sábado, 15 de agosto de 2026

MAIS um LENÇOL . . . 
(tirado do sítio da Presidência)
(sublinhados da minha responsabilidade)

Mais um lençol de que sublinho/ retiro o que para mim é mais relevante.
AC

Intervenção na sessão comemorativa do 30.º aniversário do Parque Arqueológico do Vale do Côa
10 de agosto de 2026


Começo por dizer-vos que as causas em que acreditamos valem a pena.
. . . . . . . . . 
Por isso, olhar para este vale não é um pormenor – é um exercício de contemplação da Humanidade, como o é toda a cultura e todo o nosso trabalho com o património, seja imaterial ou edificado.
. . . . . . . . . . .
É necessário que as nossas profissões de fé na cultura e no papel do Património sejam acompanhadas por investimentos razoáveis e pela solidariedade que faz do território uma rede de circulação, mobilidade, conhecimento, troca e partilha de valores.
. . . . . .  se não tivermos uma visão integrada do território e da coesão territorial.
. . . . . . . . . . . E só poderá ser prolongado com investimento, planeamento e aposta na educação e no talento e visão empresarial de quem vive no interior de Portugal.
. . . . . . . . . . 
Este investimento tem sentido e terá resultados. Faz parte de um desígnio nacional de combate ao isolamento e ao envelhecimento do território e das populações. Faz parte de uma missão de que estamos investidos: a de respeitar um monumento milenar e de o legar às gerações futuras. E faz parte, finalmente, desse futuro. Um futuro que não existe sem memória, sem lugares que a preservem e sem pessoas.
. . . . . . . 
. . . . . . .
O Côa lembra-nos que o interior de Portugal não é um território do passado. É um território de memória, de identidade de conhecimento e de oportunidade.

Deixo um apelo: deem uma oportunidade ao interior.
Há 30 anos, preservámos o Côa. Agora temos de preservar e criar futuro para as pessoas que fazem do interior de Portugal a sua casa.

Não pode haver um país do litoral e um país do interior.
Há só um Portugal.
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Concordo com praticamente tudo neste (mais uma vez) longo discurso presidencial.

A minha única questão é a seguinte: quantas vezes nos últimos 40 anos, publicamente, António José Seguro incluindo os seus anos de juventude socialista (como muitos outros em todos os partidos),  se eriçou contra o abandono do interior de Portugal Continental, ou de certas regiões na Madeira e Açores?

É que passam os anos e, só mais tarde, umas décadas mais tarde depois dos seus "carreirismos" e de já estarem consolidados na "vidinha", uma grande parte dos "artistas" começa a pugnar pelo país interior e a palrar sobre um tal de desígnio nacional de combate ao isolamento e ao envelhecimento do território e das populações.

Que, décadas passadas, continua por se concretizar. 
Mas ficam sempre bem as discursatas inflamadas. 
Que impressionarão muitos.  Não a mim.
AC

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

. . . . . . 
E porque recordar é viver e, amiúde, ficar extra-deprimido, quem se lembra de todos aqueles “não-socialistas” que garantiam, em vésperas de eleições presidenciais, que um futuro Presidente Seguro jamais faria fretes ao PS uma vez que até era inimigo de António Costa e tudo? Aí têm o vosso Tozé, tonhós
!

(Thiago Dores)

AC

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Da  COERÊNCIA
Eu sou contra a imigração clandestina, é preciso combater ferozmente a imigração ilegal, precisamos de regular a nossa imigração e precisamos de defender as nossas fronteiras e nada disto é incompatível com tratarmos com dignidade as pessoas, designadamente menores e crianças", acrescentou.

De acordo com os OCS o actual inquilino em Belém declarou o que está supra.
Antes de mais, desconheço a proposta legislativa que caiu em Belém.
Tenho uma noção do que o execrável Chega gostaria que estivesse já em letra de lei.
Aparentemente, o governo não terá ido por aí, porventura terá na lei algo discutível e que, fundamentalmente, terá levado Seguro a remeter a coisa para o Constitucional.

Mas Seguro mostra-se feroz . . . nas declarações naturalmente e, como bom socialista, sempre mais humanista que muitos outros como por exemplo eu, que não suporto os do Chega, os do BE, etc.

Seguro certamente construirá castelos para ferozmente combater a imigração ilegal.
Estou certo que serão castelos deste tipo . . . . 

. . . . . tremendamente resistentes!


Ele próprio, ou algum dos seus conselheiros e assessores lá no Palácio de Belém, saberão o significado de fronteira, controlo, etc.?

Admito, como sempre, estar a ver tudo mal, mas tenho a sensação de que o actual inquilino em Belém não faz a mínima ideia das realidades, sobre o que acontece na vida prática.

Arrisco dizer que começa a vir lentamente ao de cima uma certa e perigosíssima inconsciência.

Estamos portanto no bom caminho!
AC

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Boa tarde
Depois dos reparos do Presidente da República,chegaram esta segunda-feira as reações dos governantes. António José Seguro criticou as promessas “por cumprir” e as medidas adiadas “sine die” no que toca à resposta aos incêndios - apreciação que inclui o atual Executivo, mas também o de António Costa. O Presidente pressionou quem tem responsabilidades a ter uma “ação atempada, mobilizadora e cientificamente fundamentada”, também na prevenção, masLuís Montenegro afirmou hoje que encara “com toda a naturalidade” as declarações do chefe de Estado. O primeiro-ministro garante que temos este ano "o maior dispositivo de sempre", embora admita que algumas “medidas que foram retardadas” e que há “margem para fazer mais”.
Da mesma forma, o ministro a quem compete a gestão da pasta, disse aceitar com “muito agrado” as declarações de Seguro: “O Presidente tem o dever de sinalizar o que é uma preocupação coletiva e também nossa”, afirmou. Luis Neves aproveitou para assinalar, desde já, uma diferença. Se até 2017, 80% das verbas eram gastas apenas no combate, agora “a aposta é definitivamente na prevenção”, que já absorve 54% das verbas para o combate aos incêndios.

Isto é parte de uma notícia daquele por muita gente tido por "referência".

Sublinhei a VERMELHO uma parte.

apreciação que inclui o atual Executivo, mas também o de António Costa

Note-se agora a frase escrita de forma ligeiramente diferente, e mais ajustada à realidade.

apreciação que inclui o atual Executivo liderado por Montenegro que governa há pouco mais de dois anos, mas também os governos  de António Costa que foi PM um pouco mais de oito anos. 

Mas não era de bom tom para as bolhas pois não ?
Não passamos desta tristeza de comunicação social.

AC

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Incêndios: Seguro pede mais prevenção e Neves diz que reparos são alerta para pensar e corrigir.
Primeiro, o Presidente da República falou, na Guarda, sobre incêndios, a seguir, o ministro da Administração Interna reagiu, em Mirandela. 

António José Seguro insistiu na necessidade de reforçar a prevenção e a capacidade de resposta das autoridades e dos meios de socorro perante os incêndios. 

Mas criticou, sobretudo, a inacção dos sucessivos governos desde 2017. Disse que “muito ficou por fazer” na sequência dos incêndios desse ano e defendeu uma acção mais eficaz na prevenção e na resposta a situações de emergência.

Oh Costa, já viste como ele é injusto sobretudo para contigo, que apenas governaste (??) entre início de 2016 e as eleições em 2024, ou estou enganado?

AC