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sábado, 5 de setembro de 2026

RTP nunca recebeu qualquer alerta sobre subsídios indevidos
Nos seis anos auditados pela Inspeção-Geral de Finanças, o Conselho Fiscal da estação pública integrou sempre funcionários da autoridade de auditoria, que "nunca suscitaram quaisquer dúvidas quanto à legalidade dos pagamentos em questão"
.

Por cá é sempre assim.

Nunca recebem alertas, dizem!
Ou que nunca receberam alertas, dizem!

Ou receberam mas não ligaram, digo eu!

Noutros casos declaram não ter casinha em Lisboa tadinhos, e venha lá o subsídio!

Noutros casos não sabiam o que tinham que declarar!

Noutros casos, quando declaram, esquecem-se de várias coisas!

E digo eu. a maioria das vezes nem as moscas mudam!

AC

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

O penteado afectou-o ?
Porque não abriu a boca antes de terminar o primeiro mandato?

Era só para perceber!

Bom dia, boa 6ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades e boas férias.

AC

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

PS em busca de mais cinco pontos antes de arriscar eleições
Três rotas pelo país, comícios no interior e um BMW com 30 mil km no primeiro ano como líder. José Luís Carneiro constrói a alternativa ao Governo com Guterres como bússola e sondagens no cronómetro
.

Li isto e fiquei calado.
Este homem, que há um dia esteve num concelho que ajudou a minguar e despovoar quando era MAI e foi lá agora para se inteirar de problemas do concelho, tem Guterres como bússola?

Terá ouvido falar em pântano?
Terá esquecido que Guterres se pirou e foi tratar da vidinha andando anos a cimentar os degraus para subir a SG na ONU?

Se com o governo actual não estamos bem duvido muito que Carneiro venha a fazer diferente.

Mas aguardemos.
AC

quinta-feira, 20 de agosto de 2026


O sr Carneiro conhecerá este boneco?

A sua lista de promessas é longa sr Carneiro, à semelhança do seu ídolo Costa de que me pareceu em Olhão não falou, pareceu-me mais uma à Guterres!

Em algumas coisas tem razão (opinião pessoal, naturalmente), como por exemplo na história dos exames, no SNS, na habitação, nas Forças Armadas, nos serviços públicas, em questões de dinheiros.

Mas se fosse intelectual e politicamente honesto, que vem mostrando que não é lá muito, teria e continuaria a fazer justas críticas, repito, JUSTAS, a este governo, mas acrescentaria para os portugueses tudo perceberem melhor de que não há só imbecilidade e alguma incompetência deste governo em várias áreas.

Devia dizer alto bom som, que a questão da digitalização começou a ser equacionada em 2018 (lembra-se?), que as promessas de habitação foram entre outras por exemplo estas em 2018 (lembra-se ?)


que as carreiras dos médicos e dos enfermeiros e de muito mais coisas no SNS foram resolvidas (???) durante 8 anos e semanas (lembra-se?), que os problemas e questões das Forças Armadas foram resolvidas no meio de tanta viragem de página (lembra-se?) como já no tempo de Guterres (lembra-se?), que as suas/ vossas contas certas resultaram sobretudo das brutais cativações executadas por Centeno/ Costa com os resultados que estão à vista nos diversos serviços públicos (lembra-se ?) etc.

Enfim, sr Carneiro, não sei se é tudo da sua lavra ou se tem a brilhante ajuda do inestimável e inarrável Brilhante . . . .

António Cabral (AC)

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

RESTAURAÇÃO

Outro exemplo.

Dou um exemplo de 24 de Julho passado.
Disse à minha mulher - se fosse fêmea diria que estava grávida; não é que me apetece um bom bife, tenho saudades de um bom bife.

A minha querida mulher devolveu a conversa - querido podemos descongelar bifes de lombo que estão aí à cautela se os meninos (os netos mais novos) vierem.

Mas como tínhamos que ir tratar de um problema com a MEO e EDP à conta do fornecimento de electricidade decidimos ir ao Forum no Montijo, começando pela MEO e depois de termos tratado do assunto fomos almoçar à Portugália no 1º piso do dito Forum.

A cara metade comeu um prego que me disse estar muito razoável.
Eu não quis olhar muito ao preço e pedi um dos bifes da lista: bife do lombo, médio mais.
Veio o bife, não posso dizer que não estava razoável mas não era um bife de lombo para custar 25,00€. Merecia preço de bife da vazia entre o rijo e assim assim.
Naturalmente, não volto lá.

Portanto, eu que ainda me posso queixar menos que muitos, tenho consciência dos custos, das dificuldades várias dos restaurantes (e conheço muitos, menos que certo connaisseur) incluindo carga fiscal, dificuldades de pessoal, mas também sei que muitos se têm aproveitado de modas e etc. 

E em muitos o preço face à qualidade é francamente desajustado, para não dizer - ROUBALHEIRA. Depois queixem-se.

AC

domingo, 9 de agosto de 2026

RESTAURAÇÃO,  PORTUGAL
Ai que vai uma por aí crise muito grande, os "chefs" estão quase na falência! Ai meu Deus, ai meu Deus!

Escreveram uns quantos em título garrafal - fecharam 9000,00 restaurantes!
Depois, nos textos, menos agitadamente, referem que o saldo entre os que fecharam e os que abriram é negativo, menos de 3000,00 (2833 ao que parece).
Obviamente que é um facto relevante, preocupante.

Quem comenta este assunto, que eu tenha visto, fala por exemplo em incerteza, instabilidade, fragilidade.
Falam em custos operacionais elevados, orçamentos familiares mais apertados e, também, a verificação de crescente alteração de hábitos de consumo.

Basta ir aos supermercados e à praça como regularmente faço para saber que tudo vem subindo de preço.

Dizem alguns dos que falam sobre este tema que a subida de preços comprime as margens das empresas as quais nem sempre conseguem repercutir esses aumentos nos preços finais a apresentar a quem se senta à mesa nos restaurantes.

E como já vi escrito, nada de subsidiar falidos! Concordo!

Tudo isto estará muito certo, todos os argumentos explicativos estarão  correctos.

Mas não existem também factores adicionais?

Por exemplo, durante o primeiro semestre do ano em curso a ASAE terá fechado quase 200 estabelecimentos de restauração e bebidas.

Claro que, como sempre acontece e designadamente á conta do politicamente correcto e dos coitadinhos, nunca se escrevem nos jornais detalhes destas coisas, detalhes sobre as mixórdias encontradas pela ASAE, e em que zonas do país foram encontradas essas mixórdias. 

Não era especificar os nomes dos estabelecimentos mas podiam por exemplo dizer em que cidades e vilas e aldeias foram encerrados.
ASAE que de certeza tem muito menos agentes de fiscalização do que devia ter.

Mas se é verdade que os orçamentos familiares estão a impor fazer contas e a ditar apertos, comer fora é coisa que vai caindo em desuso para muitas famílias.

Mas também é verdade, creio eu, que os preços em alguns casos exorbitantes que nos apresentam por vezes levam a que, depois de pagar, algumas vezes algumas pessoas digam - nunca mais cá me apanham.

E falo em preço não pelo valor em si mas sobretudo preço qualidade do que se apresenta ao cliente incluindo a qualidade do serviço.
E a qualidade do serviço é fraca em muitos locais.

Aqui onde estou, Altura, há um restaurante em que a funcionária e pelo que percebi Dona não apresenta uma lista. Não há lista.

Perguntada - o que é que tem - PEIXE, foi a resposta.
Não jantámos mal, mas o serviço é muito fraco, e a Dona a roçar o antipático com umas pitadas de ordinária. Não tem multibanco.
Não volto lá, naturalmente.
AC

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Um bom amigo militar enviou-me este texto escrito por um oficial da Marinha reformado.

Dá conta de mais um episódio da nossa vida política (que não vi nem li), dá conta da leviandade com que muitos políticos tratam dos assuntos do Estado. 
Neste caso, o actual ministro da chamada defesa nacional, que mais uma vez abriu a boca certamente convencido que estava a fazer uma boa figura mas que, de facto, não passou de uma "triste  figura"
Pronunciou verdadeiras barbaridades, neste texto realçadas com extrema elegância. 
Barbaridades que se confundem com alarvidades.
AC

O CICLO DE VIDA

Há mais de cinquenta anos, desde que me iniciei nas artes da engenharia naval, que me comecei a preocupar com o ciclo de vida. Não, em particular, com o meu, mas com o dos navios e dos seus equipamentos.

Primeiro, foram os professores na Escola Naval a explicarem-me o que era, a sua importância e, em especial, como se calculava o seu custo. “Atenção ao custo do ciclo de vida dos equipamentos!”, diziam-me eles. “Não é só o custo de aquisição; há muitos outros, cuja soma é igual ou superior a esse”, avisavam-me. “Podes comprar um excelente carro, mas, se não tiveres dinheiro para a carta de condução, a gasolina e as revisões, o carro não te serve para nada.”

Depois vieram os embarques e aprendi que nem sempre havia dinheiro para sobressalentes ou reparações. Cedo percebi que as verbas para cobrir o custo desse tal ciclo de vida eram uma manta curta, que deixava muita coisa a descoberto. E, claro, culpava os que deviam ter calculado e assegurado essas verbas e não o tinham feito.

Só que, algum tempo depois, passei a ser um dos que tinham de calcular e assegurar que tais verbas existiam, e percebi que a coisa não era fácil. Havia os malandros dos ministros que não davam essas verbas e, muitas vezes, ainda cortavam as poucas que havia. A manta era cada vez mais curta e, muitas vezes, nem para as emergências chegava. Mesmo para os navios que eram as jóias da nossa Marinha.

Até que fui nomeado responsável pela manta que devia cobrir a manutenção de toda a esquadra. Nós bem nos reuníamos todas as manhãs para tentar remendar uma manta cada vez mais curta e esburacada, mas havia sempre qualquer coisa que nos contrariava. Ou era um incêndio numa corveta nos Açores, ou era a avaria grave de um patrulha no Alfeite, ou era uma fragata que tinha de ir para a Guiné. Havia sempre um imprevisto que piorava a situação. E lá perdia eu mais umas noites de insónia, preocupado por não ser capaz de cumprir a missão.

Eu bem ia todos os meses explicar a situação desastrosa ao Almirante CEMA, mas acabávamos sempre por concluir que, sem dinheiro, não se faziam milagres. E o drama era que os malandros dos ministros que podiam dar esse dinheiro queixavam-se de que também não o tinham. Por isso, decidi ir-me embora e deixar para outros a preocupação com o ciclo de vida dos navios. Decidi, finalmente, preocupar-me apenas com o meu ciclo de vida.

Até que, há uns meses, ouvi o actual ministro da Defesa Nacional, numa audição na Assembleia da República, falar do ciclo de vida das fragatas que estava a adquirir através do programa SAFE da União Europeia. A audição tinha sido requerida por uns deputados muito zangados com outro, que terá dito num jornal que os navios estavam a ser adquiridos em segredo.

Claro que não me vou meter nessa discussão política, mas confesso que fiquei impressionado com o que o ministro disse sobre o temido custo do ciclo de vida das novas fragatas. O ministro falou pelo menos onze vezes do ciclo de vida durante a audiência. Começou por afirmar categoricamente: “Nós estamos a comprar ciclos de vida!”. E depois explicou: “Nós estamos a aproveitar a oportunidade e não queremos fazer, como no passado, comprar fragatas muito boas, certamente, mas porque não se pensava no ciclo de vida, não havendo dinheiro para combustível, ficavam paradas no Arsenal do Alfeite. Pronto. Isso não vai acontecer mais, porque nós estamos a comprar um ciclo de vida!”

Estremeci ao ouvir o senhor ministro. Eu, que andei tantos anos preocupado com o ciclo de vida dos navios, que estive na aquisição de fragatas a pensar no seu ciclo de vida e, principalmente, no seu custo, e que tinha sempre visto a manta para o cobrir reduzida por vários ministros, estava agora a ouvir um deles assegurar-me que ia comprar o ciclo de vida das novas fragatas por 30 anos! Durante 30 anos, nenhuma das três fragatas que o ministro estava a adquirir ficará parada por falta de sobressalentes, de reparações, de modernizações, e até de combustível!

Que inveja tenho dos camaradas que ocuparão o meu lugar! Que inveja tenho das noites descansadas que passarão, sem estarem preocupados com a impossibilidade de manter os navios como desejariam! Finalmente, alguém resolveu o problema do ciclo de vida, comprando-o!

Jorge Bettencourt

sábado, 1 de agosto de 2026

Oh  DIABO . . . . 

Que medo Jesus, à insegurança que se chegou, já assaltam na Assembleia da República gabinetes de queridos (!!!) deputados.

Também António José Seguro se mostrou em Marvão muito preocupado com o assalto ao gabinete de Ventura.

Ocorreu-me um paralelismo com a I República. Época houve em que "Mão Vermelha" e "Formiga Branca" assolaram Lisboa.

Será que algo do género está a crescer na contemporânea Lisboa? 

AC

domingo, 19 de julho de 2026

POLÍTICA - Últimos 35 Anos - TUGOLÂNDIA

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem; registo, concordo, discordo, comento se me apetecer, respeito. 

Isto para dizer que continuo absolutamente convencido que de 1991 para cá a política nacional se tornou crescentemente miserável, rasca, deplorável. E uma grande maioria dos agentes na política nem de meia tigela são.

O estado a que chegámos não surge do acaso. Os últimos dez anos aí estão para exemplo eloquente. Os últimos meses são esclarecedores.
Alguns exemplos recentes:

1º A nova sede do Banco de Portugal (BdP)
O actual governador foi indicado por Montenegro. 
O anterior, Mário Centeno, foi indicado por António Costa.

Mário Centeno, dois meses antes do fim do seu mandato, assinou  documento para a construção da nova sede do BdP. Creio que é um facto concreto, real, indiscutível.

Não tenho competência para avaliar o assunto. Quer o que decidiu Centeno, quer o que parece ter sido agora renegociado por Santos Pereira.

O exorbitante (para mim, naturalmente) projectado custo da nova sede creio que não mereceu nenhuma reflexão, nenhuma preocupação, nenhuma dúvida quer da parte do inarrável Montenegro e do PSD quer do inarrável dirigente socialista Carneiro.

De acordo com o que vejo noticiado e se percebi bem, Carneiro pediu a documentação detalhada da nova solução para a futura sede do Banco de Portugal, pois tem dúvidas quanto à dimensão da poupança relativamente ao anterior projeto.
Olha se a alteração renegociada por Santos Pereira era ainda mais cara do negociado por Centeno. Safa!

Até a minha muito idosa vizinha na aldeia diria das boas de Carneiro! No mínimo diria - atai-lhes um arado.

2º A ministra da saúde.
A actual ministra foi em tempos nomeada pelo governo Costa para directora do Hospital de Santa Maria.
A actual ministra foi escolhida para o cargo por Montenegro.
Para os problemas do SNS contam também a quase certa inépcia desta ministra, porventura alguma incompetência. E Montenegro?

Mas os problemas do SNS não são de agora, e muitos gostam de se esquecer que durante 8 anos e semanas, o sr Costa e os seus sequazes não reformularam as carreiras médicas, nem as dos enfermeiros, nem trataram da substituição de muitos equipamentos hospitalares etc.
Veja-se por exemplo o caso do IPO do Porto, um caso entre imensos.

A demagogia, o folclore, a vigarice governamental desse tempo, com cativações brutais sempre disfarçadas mas reais, tinham que ter consequência.

Some-se a trágica gestão e administração deste governo, some-se a pouca vergonha que grassa no seio designadamente dos médicos e o resultado está à vista.

Até a minha muito idosa vizinha na aldeia diria das boas! No mínimo diria - atai-lhes um arado.

3º O Ex Chefão da PJ, actual MAI
O actual MAI, é escolha de Montenegro, que eu saiba. Ou as escolhas  de ministros e secretários de Estado, quer neste governo quer nos anteriores, são parcialmente controladas por aquelas discretas associações que vegetam por baixo das mesas e nos corredores, e que dão cabo de Portugal há décadas?

O actual MAI foi escolhido pelo governo do sr Costa para director da PJ. Creio que esteve no cargo pelo menos 5 anos.

Agora andam atrás de Luís Neves por causa 
sobretudo de obras nos seus domínios alentejanos; se percebi bem, porque pode haver desconfianças quanto ao relacionamento com o construtor que lhe fez as obras, pois esse senhor teve muitos concursos ganhos para obras na PJ. Há algo esquisito.

Não tenho competência para esmiuçar isto e menos ainda pachorra.
O que sei, e do que me apercebi superficialmente, parece haver algum fumo mas, curiosamente, até agora, Carneiro não quis entrar na telenovela. Terá recebido ordens de Bruxelas como diz um bom amigo? 
Bem, começou a abrir a boca ligeiramente na 6ª Feira passada, mas com grande sentido de Estado, sim porque ele sabe o que deve ser um MAI!

Até a minha muito idosa vizinha na aldeia diria das boas! No mínimo diria - atai-lhes um arado.

4º A Presidente da CM de Almada
Há vários dias que no concelho de Almada falta água. Não são pequenas falhas no abastecimento às populações do concelho, das freguesias. É coisa grave.

Carneiro veio logo a correr defender a sua dama. veremos o que vai suceder, mas é capaz de a coisa não ficar bem para o PS.

Falam muito, mas a sra presidente da CM de Almada e que eu tenha reparado não veio a público dizer por exemplo isto.
- nos anos X, Y, W, V, Z antes de mim, foram substituídos os encanamentos da rede de distribuição de água das freguesias a, b, c.
- no meu primeiro mandato, já foram substituídos encanamentos nas freguesias d, e.
etc.
Ou seja, coisas concretas! Não, só paleio incoerente e superficial.

Políticos reles?
Não, em todos os ex - titulares de órgãos de soberania e nos actuais houve/ há obviamente muitas pessoas decentes, dignas, que procuraram/ procuram servir a sociedade pois para isso foram eleitos.

MAS . . . . . . nada acontece por acaso . . . . 

Bom dia, bom Domingo.
Saúde, Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

sábado, 11 de julho de 2026

ABSOLUTAMENTE  DE  ACORDO
(sublinhados da minha responsabilidade)
Há também a sua entourage próxima, cujo deliberado descaso dos factos que não podiam desconhecer traduz uma maneira amoral de estar na política. Ainda andam muitos por aí, o mais saliente deles Costa, mestre de cerimónias do Conselho Europeu.

(José Meireles Graça)

AC

quarta-feira, 8 de julho de 2026

AINDA  a  RECENTE  GREVE  GERAL

A recente greve foi formalmente decretada pela CGTP e denominada geral embora, formalmente, não tenha sido geral pois a associação sindical UGT não acompanhou os seus companheiros de luta.

Portanto, formalmente, uma greve que só foi geral no paleio, não apenas mas basicamente vermelhusca.
E quanto à adesão real, certamente houve adesão fora do quadro CGTP mas creio que não tanta como a CGTP declarou. 
Mas mais do que o governo pateticamente desvalorizou

Além da greve dita geral, quer a CGTP quer os seus associados trataram de organizar mais umas greves e mais uns plenários. 
Os plenários não são greves mas, na prática, e por exemplo os professores, nesses dias não dão aulas.
Se forem os funcionários das escolas (os chamados não docentes) mas os professores estejam prontos para dar aulas não há aulas na mesma, pois os funcionários não abrem as escolas. Não é lindo?

Já aqui falei nas diferentes e diversas interrupções de aulas que tem atingido o meu neto que terminou há 8 dias o 2º ano de escolaridade.
Os professores voltaram a não dar aulas (Setúbal) várias vezes.
E o neto passou o tempo connosco nesses dias.

Relativamente a isto houve uma curiosidade, uma coisa que fiquei a saber.

A nossa mulher a dias (*), na realidade uma ou periodicamente duas vezes por semana (habitualmente ela vem só às 4ª F), uma senhora Moldava (está cá há 15 anos com o marido, um dos filhos e nora e os dois netos) de 60 anos, e que tem um jeito enorme para crianças, adora crianças, ficou espantada ao ver o nosso neto em casa sobretudo depois de perceber que se devia a greve/ não haver aulas.

"No meu país quase não há greves e as aulas não são interrompidas, há sempre outros professores para preencher faltas"

Vendo isto como "comprei"!

Apeteceu-me dizer-lhe - pois mas isto aqui é a Tugolândia, em que a greve e BEM tem proteção Constitucional mas, a par disto, por cá é tudo uma rebaldaria e uma palhaçada pegada, sem rei nem roque, fazem o que lhes aprouver, estão-se borrifando para as consequências a prazo para a sociedade.

Mas fiquei calado. 

AC

(*) o padreca diz que é a senhora que ajuda lá em casa)

HISTORIETA

historietas que exemplificam lindamente a canalhice, aldrabice, vigarice, a descarada ausência de vergonha na cara.

Um muito conhecido responsável (???) governamental andando um dia por uma vila do interior abandonado foi abordado por uma idosa:

- Sr Dr, a gente aqui tem dois problemas muito graves

- Qual é o primeiro ?

- Não temos médico.

O dr afastou-se, pegou no telemóvel e enquanto ia caminhando para um lado e outro ia falando, e ao fim de uns minutos abordou a idosa.

- Pronto, amanhã chega um médico! Qual é o segundo problema ?

- Sr dr, aqui não temos rede móvel !


Bom dia, boa 4ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da Vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

terça-feira, 30 de junho de 2026

JUSTIÇA  à  PORTUGUESA

Há os casos mediáticos. 
Há os milhares e milhares de outros casos de que pouco ou nadinha se sabe publicamente.

Há os crimes de colarinho branco, corrupção nas mais diversas formas, branqueamento de capitais, fuga a impostos, roubos, homicídios, violação da propriedade privada, violência doméstica, tráfico de seres humanos, destruição de bens públicos, processos administrativos os mais diversos, etc.

Há o Supremo Tribunal de Justiça, os vários tribunais, e a maravilhosa pirâmide dos tribunais administrativos que é verdadeiramente uma coisa inacreditável, albergando processos por 10 ou mais anos.

Conheço um caso concreto do foro administrativo, em que eu e outros pusemos o Estado em tribunal em 2019, e até agora é como se nada tivéssemos feito.
Uma pouca-vergonha.

Com escassas excepções, a pouca-vergonha é basicamente a mesma em todo o lado do sistema de justiça nacional, pouca-vergonha de todos os profissionais do sistema de justiça: juízes, magistrados do MP, advogados, funcionários dos tribunais, polícias de investigação, Conselho Superior da Magistratura, etc.

A magistrada Maria José Fernandes apontou recentemente o caso BES para criticar o reduzido número de inquéritos e os prazos legais que a maioria considera meramente indicativos, um ridículo detalhe. 
Atreveu-se a senhora a dizer que dos processos mais simples há montanhas inacabados por todos os cantos do sistema.

Eu creio que era mais bem dito assim: uma descarada ausência de vergonha na cara, para não dizer uma descarada ausência de tudo.

A procuradora-geral jubilada Maria José Fernandes criticou a falta de cumprimento dos prazos dos inquéritos por juízes e procuradores.
Lá está, no mínimo, uma descarada ausência de vergonha na cara.  

Em tempos a senhora criticou o andamento do processo Operação Influencer em que Costa esteve ou está embrulhado e foi a sua tábua de salvação para se pirar. 
Só malvados como ela eu e outros é que olhamos para o recente exemplo vindo de Espanha. 
O que se passa com Sócrates e Salgado e os outros é que está certo, não o que se passa em Espanha. Nada de pressas.

A senhora referiu a questão de prazos legais aplicáveis aos juízes e  aos procuradores do MP e, DIGO EU, os tribunais e o MP borrifam-se para o cumprimento disso. Ninguém lhes vai à mão.

Lembro-me de ver em tempos nos jornais notícias sobre as classificações dos juízes. Praticamente tudo muito bom.
O caso de Ivo Rosa é curioso, com várias decisões suas sobre Sócrates chumbadas no Tribunal da Relação e vejam lá onde já vai na carreira.

A dita procuradora insistiu e insiste em coisas que não lembra o diabo: análises criteriosas, rapidez processual, método no trabalho de investigação, formação profissional, métodos adequados, gestão de tempos, treinar disciplina.

A procuradora está doida, só pode!

Bom dia, tenham uma boa 3ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. 
Cuidado com o calor que está a começar a apertar.
Boa sorte, felicidades.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 26 de junho de 2026

O Fundo Soberano de Montenegro
23JUN2026, Helena Garrido, Observador (sublinhados, comentários da minha responsabilidade)
O melhor que se pode esperar do anunciado Fundo Soberano é que não aconteça, que não passe de mais um anúncio. Parece que nada aprendemos com o passado.(não parece, é mesmo, e desde 1991).

O ex-ministro das Finanças Miguel Beleza, citando de memória, costumava dizer que existiam as empresas e as empresas estratégicas, ou investimentos e investimentos estratégicos. Foram exactamente os investimentos ditos estratégicos que iam atirando ao charco o maior banco do país, a CGD. Só a Artland significou prejuízos para o banco público superiores a mil milhões de euros.

Nem António Costa, apesar da pressão que sofreu dos partidos à sua esquerda, se atreveu a voltar aos investimentos estratégicos. Mas não deixou de usar algumas ferramentas, para obter o que queria ou responder às criticas do BE e PCP. Assim, em 2021 e 2022 o Governo, através do ministro das Finanças João Leão deu ordens à Parpública para comprar acções dos CTT, na sequencia de posições assumidas pelo então ministro das Infraestruturas Pedro Nuno Santos, que estava a negociar o contrato de concessão da empresa, enfrentava pedidos de renacionalização da empresa e criticava a privatização. Na altura Pedro Nuno Santos disse nada saber quando foi confrontado com o tema. E Luís Montenegro, já líder da oposição, criticou a iniciativa. Hoje a Parpública tem 0,25% dos CTT.

Quando ouvimos o primeiro-ministro no congresso do PSD a anunciar um fundo soberano e o seu papel, tanto nos parece ter regressado ao tempo dos investimentos estratégicos de José Sócrates como ao tempo de António Costa.

Leia-se bem o que disse o primeiro-ministro, líder do PSD, e que esteve quase um ano a defender alterações da legislação laboral de cariz liberal. O fundo soberano, disse no discurso de encerramento do Congresso do PSD, “será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos”. E acrescentou: “Quero, dentro deste projeto, destacar que a intenção é de termos participações acionistas de forma a garantir um veículo de poupança para as gerações futuras e um instrumento de efetivar a soberania nacional. Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca (??), as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”.

É todo um conjunto de declarações que levantam várias questões e perplexidades.

A primeira é desde logo saber com que dinheiro se vai financiar esse fundo para, como diz Luís Montenegro, “garantir um veículo de poupança para as gerações futuras”. O Fundo Soberano da Noruega, um dos mais famosos na Europa, gere recursos financeiros gerados pela extração de petróleo e gás, investindo em empresas internacionais. O objetivo é acumular poupança para um futuro em que o petróleo acabe. O fundo soberano mais antigo é o do Kuwait (ver aqui os diversos tipos de fundos) e foi também criando com reservas excedentárias do petróleo. Há outros fundos que usam excedentes orçamentais ou para estabilizar um mercado específico. Ora nós, neste momento, nem excedente orçamental que se veja temos. Daí que os recursos desse fundo teriam de ser dívida, o que significa responsabilidades para as gerações futuras e não poupanças.

O mais próximo que tivemos de um plano deste género foi defendido pelo ministro das Finanças Fernando Medina na proposta de Orçamento para 2024. Na altura anunciou a criação de um fundo pós-PRR para investimentos estruturantes, que teria como recursos os excedentes orçamentais e receitas das concessões rodoviárias após o fim dos atuais contratos. Apesar de pertencer a um governo socialista, em nenhum momento Fernando Medina falou em investimentos estratégicos.

A segunda questão é para quê um fundo se o Estado já tem outras entidades através das quais pode intervir na economia se assim o desejar. Uma delas é a Parpública que controla a cem por cento 9 empresas e tem participações, por exemplo, no hospital da Cruz Vermelha (45%), na Galp (8%) e nos CTT (0,25%). Além disso, tem a Entidade do Tesouro e Finanças – a acionista da Parpública – onde estão participações como o Novo Banco mas também as Unidades Locais de Saúde, a Lusa e a RTP, a IP e a CP, os metros e a TAP, entre outras. Além disso tem o Banco Português de Fomento que também investe em empresas através instrumentos de capital. Finalmente, temos o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social que se imagina que ninguém quer a investir em empresas ditas estratégicas, preferindo-se que não corra riscos. Um governo que quer simplificar (quer mesmo?) e combate a burocracia está basicamente a criar mais uma entidade quando pode usar pelo menos três – deixemos as pensões fora do dito “estratégico”.

E quando falamos em sectores estratégicos falamos de quê? Com que critérios? O primeiro-ministro identificou a energia, a banca, as comunicações e a gestão de infraestruturas aeroportuárias ainda que, neste último caso, tenha colocado a hipótese de intervir se “os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”. 

E aqui entramos num universo de questões. Começando pelas infraestruturas aeroportuárias, a questão é que instrumento, que não seja a lei, pode o Governo usar para forçar as concessionárias a cumprirem as suas obrigações? Comprar a empresa? “Nacionalizar” a concessão? E para isso precisa de um fundo soberano? E está a referir-se a que concessões? À da Vinci que tem os aeroportos? Neste momento o Governo está a negociar o novo aeroporto.

Depois levanta-se a questão de saber se a energia, a banca e as telecomunicações são sectores estratégicos. Sabemos, por exemplo, que não é consensual o facto de se ter privatizado a REN. Mas quer o Governo ter uma posição relevante na Rede Elétrica para quê? Como pode fazer a diferença se não for maioritário?

São muitas questões sem resposta que mostram bem a dificuldade em encontrar uma racionalidade económica e financeira no anúncio de Luís Montenegro. Podemos sempre considerar que sim, os governos precisam de instrumentos de política económica, especialmente em tempos de grande instabilidade e num quadro de integração europeia em que os estados perderam ferramentas. E há outros exemplos na Europa, nomeadamente em Espanha, Irlanda ou Grécia. Mas não terá já o Estado português os instrumentos necessários e suficientes para isso?

No meio de toda esta dificuldade, em encontrar uma racionalidade no dito Fundo Soberano, resta ainda o facto de estarmos a falar de um Governo do PSD com o CDS, que anuncia esta intenção de intervencionismo, quando se está a defender da inviabilização de uma reforma da legislação laboral considerada liberal. Nem o PS de Pedro Nuno Santos apresentou uma proposta de intervencionismo na economia desta dimensão.

O melhor que podemos esperar é que o anúncio deste Fundo Soberano nacional seja basicamente uma táctica para se deixar de falar do fracasso que foi a proposta de reforma da lei laboral, uma manobra de distração. Porque um fundo com os objetivos anunciados só pode dar mau resultado, como mostra a nossa história recente.

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Salvo melhor opinião este artigo (de uma jornalista que creio se concordará nem é esquerdalha nem direitolas) é uma boa síntese da incompetência, desnorte, trapalhadas, incoerências deste governo e da trágica farsa que me parece foi o congresso do PSD.
Mas admito, como SEMPRE, estar a ver mal o assunto.

Fundo soberano?
Estamos é num poço sem fundo.
Ah, sr PM, declaro já que posso ajudá-lo com 2 moedas (não, não é o seu eventual sucessor) de 2 Euros.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 12 de junho de 2026

OLHAR   ALGO   ENVIESADO

Um conhecido ortodoxo depois convertido aos prazeres e luxos dos salões europeus e nacionais, vem destilando o seu veneno sobre o actual governo MontesNegros.

Pessoalmente concordo com ele em várias críticas. 

Montenegro, como aliás eximiamente fez Costa, vai tratando de pescar no mercado eleitoral. 
Mercado recheado de milhões de papalvos (lamento meus caros concidadãos, mas cada vez mais me parece ser a triste realidade da sociedade onde vivo, no regime em que me sinto bem) que não pensam profunda e seriamente nos nossos reais problemas, e passam anos a deixar-se enganar por PSD's, PS's e mais recentemente Chega's.

E isso deriva de pouca cultura, por mais gerações as mais bem preparadas de sempre! 

Nem tudo o que dizem e defendem PSD e PS é sempre mau ou está mal, como também se passa com o PCP que tem razão em algumas coisas que aponta. O Chega, aqui e ali, fala de algumas tristes realidades na nossa sociedade, o pior é o resto.

Mas voltando ao orto doxo, ele lembra um seu amigo ex várias coisas, amigo que tem denunciado aspectos com implicações directas no aumento da dívida pública, e lembra a questão do défice e regras da UE.

Da maneira como vai o mundo, é mais que provável que a nossa frágil economia se ressinta, e acontecendo isso, as contas tenderão a nada certas ficarem.

A ficarem complicadas as contas, quero ver como é que aumentam salários, como é que aumentam os miseráveis salários médios que quase são mínimos, e particularmente como é que aumentam (cumprindo anúncios e promessas) militares e os agentes das várias forças de segurança.

A ficarem complicadas as contas, quero ver como vai correr o aeroporto, a intenção de substituirem aviões e mandarem construir mais navios para a Marinha, o TGV, os trabalhos vários e muitos atrasados na ferrovia nacional, a reconstrução no interior do país, etc.

O que o ortodoxo também podia ter referido é que os cortes e cativações executadas pelo amigo naquele fantástico período de 8 anos e umas semanas manteve as contas certinhas é verdade, mas teve reflexos no Estado social que, inevitavelmente, se iria sentir mais tarde, claro.

Veja-se não terem tratado nesse fantástico período das carreiras de médicos e enfermeiros e outros funcionários do SNS, das carreiras de professores, veja-se a travagem na modernização de equipamentos hospitalares etc.

Enfim, alguma evidente razão nas críticas a este inarrável governo de Montenegro mas, como habitualmente típico, um olhar um bocado enviesado, e quanto a rigor a sério . . . . .  Va de retro satanás!

AC

terça-feira, 9 de junho de 2026

DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA
Foi dia mundial dos oceanos e vai daí, o chefe do PS vai numa de rota pela economia do mar.
Como é seu apanágio, descobriu agora os oceanos, e vai daí vai indicar caminhos ao governo quanto a este tema.

Vai começar o seu périplo pelos Açores, talvez mandado pelo seu presidente Carlos César.

Como é seu apanágio, Carneiro que esteve no rebanho socialista de Costa promete agora ouvir toda a gente, empresários, pescadores, gentes várias.

Como é seu apanágio, Carneiro irá 
apresentar o desenho de políticas públicas capazes de reforçar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade da economia azul portuguesa. É bonito.

A par do anúncio da iniciativa Carneiro cuidou hoje de salientar a falta de visão do governo e a sua falta de planeamento ( parcialmente concordo com Carneiro).

E Carneiro descobriu que o mar/ os oceanos é um dos principais recursos do país e que não está a ser aproveitado.
Claro que Carneiro lembrou os grandes esforços de Costa nesta matéria, esforços notórios e notáveis que toda a gente viu!
Ah, Costa estava a dar "centralidade ao tema"

Carneiro afirmou que enquanto líder do PS, quer é dar centralidade política ao tema, que é uma área que mobiliza amplos sectores.
Carneiro propõe-se portanto ser "farol" para Luís Montenegro.

Portanto, temos mais uma vez  Carneiro a apontar rumos ao governo.
Carneiro, porque farol, passará a ser incluído nos livros de ajudas à navegação marítima.

Quem quiser que se dê ao trabalho de pesquisar nos 8 anos e algumas  semanas que decisões estrondosas foram tomadas e que fabulosos sucessos foram obtidos no que se refere à brutal massa oceânica sobre a qual Portugal tem jurisdição. Não me refiro a anúncios!

A descarada ausência de vergonha na cara continua a ser uma marca.
Patético.
AC

domingo, 7 de junho de 2026

Hoje,  ao ALMOÇO

Domingo, sossego da aldeia, almoço caseiro, bem confecionado.

Eu tratei da mesa, dos bifes de lombo e das laranjas, a minha mulher da salada, que estava divinal. 

Um (apenas um e mal cheio) bom copo de um dos bons vinhos comprados em tempos na cooperativa de Pinhel.

Excelente companhia, almoço a dois.

Ao fundo da sala, inadvertidamente, tinha ficado ligado o televisor. Às tantas surgiu a voz maviosa de José Luís Carneiro. Orelha eriçou-se.

E não é que me pus a tomar atenção ao que a criatura debitava ?

Pareceu-me que Carneiro descobriu agora o problema da quantidade enorme de camas ocupadas nos hospitais por pessoas muito idosas e muito doentes e que por lá ficam acamadas tempos e tempos, pois as  famílias por lá as deixam, porque não existem grandes soluções para as retirar de lá.

Pareceu-me que Carneiro descobriu isto agora, pareceu-me, pareceu-me que nunca de tal se tinha apercebido ao longo dos anos da Marta e todas as antecessoras socialistas que governaram (???) o ministério da saúde durante anos.

A juntar às bacoradas e inações de governos liderados pelo PSD é conveniente lembrar quem há mais tempo governa (???) Portugal, isso mesmo, o PS.

E claro, Carneiro debitou soluções!

Que tristeza!

AC

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Da  DESCARADA  AUSÊNCIA  de  VERGONHA  na  CARA

Há criaturas que não têm de facto vergonha na cara.

E quanto a humildade é que de facto não têm mesmo nem 1 grama!

As variadas afirmações e os inarráveis "números " remetem-me sempre para o tipo de estrela (???)  que andava em tempos nas ruas a fazer manifestações acerca dos graves problemas de habitação não cuidando que havia e há quem saiba das suas pantominices em transações imobiliárias.

Enfim, como referem, boas linhas programáticas.
AC

sexta-feira, 29 de maio de 2026

BEM   LEMBRADO

"Os socialistas prometem a abundância para todos, desde que seja um de cada vez, e eles em primeiro lugar" (Arthur Seldon)

O meu problema é que além de muitos socialistas, porque serão muitos mas não todos, nas outras cores ideológicas a coisa não anda diferente.

AC