Nos seis anos auditados pela Inspeção-Geral de Finanças, o Conselho Fiscal da estação pública integrou sempre funcionários da autoridade de auditoria, que "nunca suscitaram quaisquer dúvidas quanto à legalidade dos pagamentos em questão".
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 5 de setembro de 2026
Nos seis anos auditados pela Inspeção-Geral de Finanças, o Conselho Fiscal da estação pública integrou sempre funcionários da autoridade de auditoria, que "nunca suscitaram quaisquer dúvidas quanto à legalidade dos pagamentos em questão".
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Três rotas pelo país, comícios no interior e um BMW com 30 mil km no primeiro ano como líder. José Luís Carneiro constrói a alternativa ao Governo com Guterres como bússola e sondagens no cronómetro.
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
O sr Carneiro conhecerá este boneco?
A sua lista de promessas é longa sr Carneiro, à semelhança do seu ídolo Costa de que me pareceu em Olhão não falou, pareceu-me mais uma à Guterres!
Em algumas coisas tem razão (opinião pessoal, naturalmente), como por exemplo na história dos exames, no SNS, na habitação, nas Forças Armadas, nos serviços públicas, em questões de dinheiros.
Mas se fosse intelectual e politicamente honesto, que vem mostrando que não é lá muito, teria e continuaria a fazer justas críticas, repito, JUSTAS, a este governo, mas acrescentaria para os portugueses tudo perceberem melhor de que não há só imbecilidade e alguma incompetência deste governo em várias áreas.
Devia dizer alto bom som, que a questão da digitalização começou a ser equacionada em 2018 (lembra-se?), que as promessas de habitação foram entre outras por exemplo estas em 2018 (lembra-se ?)
que as carreiras dos médicos e dos enfermeiros e de muito mais coisas no SNS foram resolvidas (???) durante 8 anos e semanas (lembra-se?), que os problemas e questões das Forças Armadas foram resolvidas no meio de tanta viragem de página (lembra-se?) como já no tempo de Guterres (lembra-se?), que as suas/ vossas contas certas resultaram sobretudo das brutais cativações executadas por Centeno/ Costa com os resultados que estão à vista nos diversos serviços públicos (lembra-se ?) etc.
Enfim, sr Carneiro, não sei se é tudo da sua lavra ou se tem a brilhante ajuda do inestimável e inarrável Brilhante . . . .
António Cabral (AC)
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
RESTAURAÇÃO
Outro exemplo.
domingo, 9 de agosto de 2026
Ai que vai uma por aí crise muito grande, os "chefs" estão quase na falência! Ai meu Deus, ai meu Deus!
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Há mais de cinquenta anos, desde que me iniciei nas artes da engenharia naval, que me comecei a preocupar com o ciclo de vida. Não, em particular, com o meu, mas com o dos navios e dos seus equipamentos.
Primeiro, foram os professores na Escola Naval a explicarem-me o que era, a sua importância e, em especial, como se calculava o seu custo. “Atenção ao custo do ciclo de vida dos equipamentos!”, diziam-me eles. “Não é só o custo de aquisição; há muitos outros, cuja soma é igual ou superior a esse”, avisavam-me. “Podes comprar um excelente carro, mas, se não tiveres dinheiro para a carta de condução, a gasolina e as revisões, o carro não te serve para nada.”
Depois vieram os embarques e aprendi que nem sempre havia dinheiro para sobressalentes ou reparações. Cedo percebi que as verbas para cobrir o custo desse tal ciclo de vida eram uma manta curta, que deixava muita coisa a descoberto. E, claro, culpava os que deviam ter calculado e assegurado essas verbas e não o tinham feito.
Só que, algum tempo depois, passei a ser um dos que tinham de calcular e assegurar que tais verbas existiam, e percebi que a coisa não era fácil. Havia os malandros dos ministros que não davam essas verbas e, muitas vezes, ainda cortavam as poucas que havia. A manta era cada vez mais curta e, muitas vezes, nem para as emergências chegava. Mesmo para os navios que eram as jóias da nossa Marinha.
Até que fui nomeado responsável pela manta que devia cobrir a manutenção de toda a esquadra. Nós bem nos reuníamos todas as manhãs para tentar remendar uma manta cada vez mais curta e esburacada, mas havia sempre qualquer coisa que nos contrariava. Ou era um incêndio numa corveta nos Açores, ou era a avaria grave de um patrulha no Alfeite, ou era uma fragata que tinha de ir para a Guiné. Havia sempre um imprevisto que piorava a situação. E lá perdia eu mais umas noites de insónia, preocupado por não ser capaz de cumprir a missão.
Eu bem ia todos os meses explicar a situação desastrosa ao Almirante CEMA, mas acabávamos sempre por concluir que, sem dinheiro, não se faziam milagres. E o drama era que os malandros dos ministros que podiam dar esse dinheiro queixavam-se de que também não o tinham. Por isso, decidi ir-me embora e deixar para outros a preocupação com o ciclo de vida dos navios. Decidi, finalmente, preocupar-me apenas com o meu ciclo de vida.
Até que, há uns meses, ouvi o actual ministro da Defesa Nacional, numa audição na Assembleia da República, falar do ciclo de vida das fragatas que estava a adquirir através do programa SAFE da União Europeia. A audição tinha sido requerida por uns deputados muito zangados com outro, que terá dito num jornal que os navios estavam a ser adquiridos em segredo.
Claro que não me vou meter nessa discussão política, mas confesso que fiquei impressionado com o que o ministro disse sobre o temido custo do ciclo de vida das novas fragatas. O ministro falou pelo menos onze vezes do ciclo de vida durante a audiência. Começou por afirmar categoricamente: “Nós estamos a comprar ciclos de vida!”. E depois explicou: “Nós estamos a aproveitar a oportunidade e não queremos fazer, como no passado, comprar fragatas muito boas, certamente, mas porque não se pensava no ciclo de vida, não havendo dinheiro para combustível, ficavam paradas no Arsenal do Alfeite. Pronto. Isso não vai acontecer mais, porque nós estamos a comprar um ciclo de vida!”
Estremeci ao ouvir o senhor ministro. Eu, que andei tantos anos preocupado com o ciclo de vida dos navios, que estive na aquisição de fragatas a pensar no seu ciclo de vida e, principalmente, no seu custo, e que tinha sempre visto a manta para o cobrir reduzida por vários ministros, estava agora a ouvir um deles assegurar-me que ia comprar o ciclo de vida das novas fragatas por 30 anos! Durante 30 anos, nenhuma das três fragatas que o ministro estava a adquirir ficará parada por falta de sobressalentes, de reparações, de modernizações, e até de combustível!
Que inveja tenho dos camaradas que ocuparão o meu lugar! Que inveja tenho das noites descansadas que passarão, sem estarem preocupados com a impossibilidade de manter os navios como desejariam! Finalmente, alguém resolveu o problema do ciclo de vida, comprando-o!
Jorge Bettencourt
sábado, 1 de agosto de 2026
Oh DIABO . . . .
Que medo Jesus, à insegurança que se chegou, já assaltam na Assembleia da República gabinetes de queridos (!!!) deputados.
Também António José Seguro se mostrou em Marvão muito preocupado com o assalto ao gabinete de Ventura.
Ocorreu-me um paralelismo com a I República. Época houve em que "Mão Vermelha" e "Formiga Branca" assolaram Lisboa.
Será que algo do género está a crescer na contemporânea Lisboa?
AC
domingo, 19 de julho de 2026
POLÍTICA - Últimos 35 Anos - TUGOLÂNDIA
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem; registo, concordo, discordo, comento se me apetecer, respeito.
Isto para dizer que continuo absolutamente convencido que de 1991 para cá a política nacional se tornou crescentemente miserável, rasca, deplorável. E uma grande maioria dos agentes na política nem de meia tigela são.
O estado a que chegámos não surge do acaso. Os últimos dez anos aí estão para exemplo eloquente. Os últimos meses são esclarecedores.Agora andam atrás de Luís Neves por causa sobretudo de obras nos seus domínios alentejanos; se percebi bem, porque pode haver desconfianças quanto ao relacionamento com o construtor que lhe fez as obras, pois esse senhor teve muitos concursos ganhos para obras na PJ. Há algo esquisito.
sábado, 11 de julho de 2026
quarta-feira, 8 de julho de 2026
A recente greve foi formalmente decretada pela CGTP e denominada geral embora, formalmente, não tenha sido geral pois a associação sindical UGT não acompanhou os seus companheiros de luta.
AC
HISTORIETA
Há historietas que exemplificam lindamente a canalhice, aldrabice, vigarice, a descarada ausência de vergonha na cara.
Um muito conhecido responsável (???) governamental andando um dia por uma vila do interior abandonado foi abordado por uma idosa:
- Sr Dr, a gente aqui tem dois problemas muito graves
- Qual é o primeiro ?
- Não temos médico.
O dr afastou-se, pegou no telemóvel e enquanto ia caminhando para um lado e outro ia falando, e ao fim de uns minutos abordou a idosa.
- Pronto, amanhã chega um médico! Qual é o segundo problema ?
- Sr dr, aqui não temos rede móvel !
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da Vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
terça-feira, 30 de junho de 2026
Há os casos mediáticos.
A magistrada Maria José Fernandes apontou recentemente o caso BES para criticar o reduzido número de inquéritos e os prazos legais que a maioria considera meramente indicativos, um ridículo detalhe.
A procuradora-geral jubilada Maria José Fernandes criticou a falta de cumprimento dos prazos dos inquéritos por juízes e procuradores.
Em tempos a senhora criticou o andamento do processo Operação Influencer em que Costa esteve ou está embrulhado e foi a sua tábua de salvação para se pirar.
A senhora referiu a questão de prazos legais aplicáveis aos juízes e aos procuradores do MP e, DIGO EU, os tribunais e o MP borrifam-se para o cumprimento disso. Ninguém lhes vai à mão.
A dita procuradora insistiu e insiste em coisas que não lembra o diabo: análises criteriosas, rapidez processual, método no trabalho de investigação, formação profissional, métodos adequados, gestão de tempos, treinar disciplina.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
23JUN2026, Helena Garrido, Observador (sublinhados, comentários da minha responsabilidade)
O melhor que se pode esperar do anunciado Fundo Soberano é que não aconteça, que não passe de mais um anúncio. Parece que nada aprendemos com o passado.(não parece, é mesmo, e desde 1991).
O ex-ministro das Finanças Miguel Beleza, citando de memória, costumava dizer que existiam as empresas e as empresas estratégicas, ou investimentos e investimentos estratégicos. Foram exactamente os investimentos ditos estratégicos que iam atirando ao charco o maior banco do país, a CGD. Só a Artland significou prejuízos para o banco público superiores a mil milhões de euros.
Nem António Costa, apesar da pressão que sofreu dos partidos à sua esquerda, se atreveu a voltar aos investimentos estratégicos. Mas não deixou de usar algumas ferramentas, para obter o que queria ou responder às criticas do BE e PCP. Assim, em 2021 e 2022 o Governo, através do ministro das Finanças João Leão deu ordens à Parpública para comprar acções dos CTT, na sequencia de posições assumidas pelo então ministro das Infraestruturas Pedro Nuno Santos, que estava a negociar o contrato de concessão da empresa, enfrentava pedidos de renacionalização da empresa e criticava a privatização. Na altura Pedro Nuno Santos disse nada saber quando foi confrontado com o tema. E Luís Montenegro, já líder da oposição, criticou a iniciativa. Hoje a Parpública tem 0,25% dos CTT.
Quando ouvimos o primeiro-ministro no congresso do PSD a anunciar um fundo soberano e o seu papel, tanto nos parece ter regressado ao tempo dos investimentos estratégicos de José Sócrates como ao tempo de António Costa.
Leia-se bem o que disse o primeiro-ministro, líder do PSD, e que esteve quase um ano a defender alterações da legislação laboral de cariz liberal. O fundo soberano, disse no discurso de encerramento do Congresso do PSD, “será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos”. E acrescentou: “Quero, dentro deste projeto, destacar que a intenção é de termos participações acionistas de forma a garantir um veículo de poupança para as gerações futuras e um instrumento de efetivar a soberania nacional. Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca (??), as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”.
É todo um conjunto de declarações que levantam várias questões e perplexidades.
A primeira é desde logo saber com que dinheiro se vai financiar esse fundo para, como diz Luís Montenegro, “garantir um veículo de poupança para as gerações futuras”. O Fundo Soberano da Noruega, um dos mais famosos na Europa, gere recursos financeiros gerados pela extração de petróleo e gás, investindo em empresas internacionais. O objetivo é acumular poupança para um futuro em que o petróleo acabe. O fundo soberano mais antigo é o do Kuwait (ver aqui os diversos tipos de fundos) e foi também criando com reservas excedentárias do petróleo. Há outros fundos que usam excedentes orçamentais ou para estabilizar um mercado específico. Ora nós, neste momento, nem excedente orçamental que se veja temos. Daí que os recursos desse fundo teriam de ser dívida, o que significa responsabilidades para as gerações futuras e não poupanças.
O mais próximo que tivemos de um plano deste género foi defendido pelo ministro das Finanças Fernando Medina na proposta de Orçamento para 2024. Na altura anunciou a criação de um fundo pós-PRR para investimentos estruturantes, que teria como recursos os excedentes orçamentais e receitas das concessões rodoviárias após o fim dos atuais contratos. Apesar de pertencer a um governo socialista, em nenhum momento Fernando Medina falou em investimentos estratégicos.
A segunda questão é para quê um fundo se o Estado já tem outras entidades através das quais pode intervir na economia se assim o desejar. Uma delas é a Parpública que controla a cem por cento 9 empresas e tem participações, por exemplo, no hospital da Cruz Vermelha (45%), na Galp (8%) e nos CTT (0,25%). Além disso, tem a Entidade do Tesouro e Finanças – a acionista da Parpública – onde estão participações como o Novo Banco mas também as Unidades Locais de Saúde, a Lusa e a RTP, a IP e a CP, os metros e a TAP, entre outras. Além disso tem o Banco Português de Fomento que também investe em empresas através instrumentos de capital. Finalmente, temos o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social que se imagina que ninguém quer a investir em empresas ditas estratégicas, preferindo-se que não corra riscos. Um governo que quer simplificar (quer mesmo?) e combate a burocracia está basicamente a criar mais uma entidade quando pode usar pelo menos três – deixemos as pensões fora do dito “estratégico”.
E quando falamos em sectores estratégicos falamos de quê? Com que critérios? O primeiro-ministro identificou a energia, a banca, as comunicações e a gestão de infraestruturas aeroportuárias ainda que, neste último caso, tenha colocado a hipótese de intervir se “os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”.
Depois levanta-se a questão de saber se a energia, a banca e as telecomunicações são sectores estratégicos. Sabemos, por exemplo, que não é consensual o facto de se ter privatizado a REN. Mas quer o Governo ter uma posição relevante na Rede Elétrica para quê? Como pode fazer a diferença se não for maioritário?
São muitas questões sem resposta que mostram bem a dificuldade em encontrar uma racionalidade económica e financeira no anúncio de Luís Montenegro. Podemos sempre considerar que sim, os governos precisam de instrumentos de política económica, especialmente em tempos de grande instabilidade e num quadro de integração europeia em que os estados perderam ferramentas. E há outros exemplos na Europa, nomeadamente em Espanha, Irlanda ou Grécia. Mas não terá já o Estado português os instrumentos necessários e suficientes para isso?
No meio de toda esta dificuldade, em encontrar uma racionalidade no dito Fundo Soberano, resta ainda o facto de estarmos a falar de um Governo do PSD com o CDS, que anuncia esta intenção de intervencionismo, quando se está a defender da inviabilização de uma reforma da legislação laboral considerada liberal. Nem o PS de Pedro Nuno Santos apresentou uma proposta de intervencionismo na economia desta dimensão.
O melhor que podemos esperar é que o anúncio deste Fundo Soberano nacional seja basicamente uma táctica para se deixar de falar do fracasso que foi a proposta de reforma da lei laboral, uma manobra de distração. Porque um fundo com os objetivos anunciados só pode dar mau resultado, como mostra a nossa história recente.
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Um conhecido ortodoxo depois convertido aos prazeres e luxos dos salões europeus e nacionais, vem destilando o seu veneno sobre o actual governo MontesNegros.
Mas voltando ao orto doxo, ele lembra um seu amigo ex várias coisas, amigo que tem denunciado aspectos com implicações directas no aumento da dívida pública, e lembra a questão do défice e regras da UE.
terça-feira, 9 de junho de 2026
Foi dia mundial dos oceanos e vai daí, o chefe do PS vai numa de rota pela economia do mar.
Como é seu apanágio, Carneiro irá apresentar o desenho de políticas públicas capazes de reforçar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade da economia azul portuguesa. É bonito.
domingo, 7 de junho de 2026
Hoje, ao ALMOÇO
Domingo, sossego da aldeia, almoço caseiro, bem confecionado.
Eu tratei da mesa, dos bifes de lombo e das laranjas, a minha mulher da salada, que estava divinal.
Um (apenas um e mal cheio) bom copo de um dos bons vinhos comprados em tempos na cooperativa de Pinhel.
Excelente companhia, almoço a dois.
Ao fundo da sala, inadvertidamente, tinha ficado ligado o televisor. Às tantas surgiu a voz maviosa de José Luís Carneiro. Orelha eriçou-se.
E não é que me pus a tomar atenção ao que a criatura debitava ?
Pareceu-me que Carneiro descobriu agora o problema da quantidade enorme de camas ocupadas nos hospitais por pessoas muito idosas e muito doentes e que por lá ficam acamadas tempos e tempos, pois as famílias por lá as deixam, porque não existem grandes soluções para as retirar de lá.
Pareceu-me que Carneiro descobriu isto agora, pareceu-me, pareceu-me que nunca de tal se tinha apercebido ao longo dos anos da Marta e todas as antecessoras socialistas que governaram (???) o ministério da saúde durante anos.
A juntar às bacoradas e inações de governos liderados pelo PSD é conveniente lembrar quem há mais tempo governa (???) Portugal, isso mesmo, o PS.
E claro, Carneiro debitou soluções!
Que tristeza!
AC

