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quarta-feira, 22 de junho de 2022

sábado, 9 de maio de 2020

ALDEIA   de   MONSANTO
A aldeia de Monsanto é uma das imensas aldeias e locais de Portugal Continental que conheceu um gradual despovoamento desde o início do século XX. 
Residentes, cerca de 8 dezenas, poucas crianças, sendo que 4 são netos dos meus estimados vizinhos Amélia e Joaquim Fonseca.
Não sou qualificado para falar da aldeia e das suas gentes porque, na realidade, embora as estude, as minhas habilitações não são em história, etnografia, etc. etc.  
Mas, por outro lado, conheço muito bem a aldeia, muitos dos residentes, os penedos, os caminhos, os dois restaurantes, os dois cafés, o castelo, a Torre de Lucano ou sineira ou do relógio, as festividades pela Páscoa, a festa de Sta Cruz ou do Castelo em 3 de Maio.
Sou muito suspeito, Monsanto vive em mim desde 1969.
Desde o início deste modesto blogue que aqui publico imensas fotografias de todas as partes do meu país, e muito em particular do Continente. A fotografia foi, aliás, um dos dois motivos que me decidiu a criar o "Chapéus há muitos". Monsanto tem lugar especial.

A recente reportagem (que há dias recomendei que vissem na RTP1 ou RTP 3, andando para trás com recurso à tecnologia) realizada "a solo" por João Pedro Mendonça, jornalista da RTP, que conheço bem, que é filho de uma irmã de dois dos seus tios que aparecem na reportagem, o sr Raúl (de quem tenho 4 obras primas, e com quem diariamente me cruzo sempre que estou  na aldeia) e a Sra D Amélia Fonseca minha muito estimada vizinha, levou-me a revisitar os meus arquivos mais antigos com as fotografias de Monsanto. Leva tempo, são incontáveis, fora as tiradas com a Nikon analógica F 801 S.
Porque, entre outras variadas e importantes coisas para que JPM nos remete na sua fantástica reportagem, está a paz e o silêncio absoluto que se respira em vários locais e caminhos.
Natureza, calma, silêncio, contemplação, simplicidade, beleza, e imaginar também a dureza de vida das gentes
Hoje, aldeia do Concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, integrada na chamada BIS (Beira Interior Sul), Beira-Baixa, está muito despovoada e a vida para os residentes não é fácil.
Mesmo para os que sempre lutaram e na luta persistem, como o meu bom amigo João Soares, grande mestre de cozinha e sargento de Marinha reformado, dono de um dos dois bons restaurantes da aldeia, o Petiscos e Granitos, os tempos não estão fáceis. Mas como ele disse, há-de vir a bonança.
Também comungo do lembrado na reportagem, e que tantos milhares e milhões descuram ao longo da vida, ter calma e adorar o silêncio que retempera a vida.
António Cabral (AC)


quarta-feira, 20 de março de 2019

AI QUE ELE FICOU TÃO PERPLEXO.........
Nunca sabem nada, nunca ouviram falar de nada, nunca viram nada, nunca desconfiaram de nada.
O costume.
A artista ou o artisto Catarina Martins (com esta coisa da camarada ou do camarado nunca se sabe....) questionou o sr Costa sobre um memorando assinado entre a RTP e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A coisa estava noticiada há semanas, toda a gente viu quem entrou nas instalações da  RTP, foi tudo filmado mas..........espanto geral de indignação, ninguém no governo sabia de nada, e naturalmente, foi uma facada nas Costas do querido líder. 
A desfaçatez e descarada ausência de vergonha na cara não tem limites. Ele ficou tão perplexo que explicou com detalhe as perguntas indignadas colocadas à RTP.
E estamos nisto, estes patetas e patetos a fazer de nós patetas.
É como diz o outro, andaram uns tempos a saltar de testículo para testículo até que saiu filho da p***.
AC

segunda-feira, 11 de junho de 2018

PORTUGAL é PAÍS MODERNO
É como disse nos Açores o presidente da comemorações do 10 de Junho.
Deve ser exactamente por isso que os bandidos que nos desgovernam se preparam para, no meio das loas à mobilidade e carros eléctricos, taxarem o serviço de carregamento com dinheirinho para subsidiar a famosa RTP/rádio onde, sobretudo na RTP, jornalistas e outros auferem vencimentos pornográficos mas, em compensação, produzem uma sucessão de boas merdas.
Se outras cores nos desgovernassem fariam exactamente a mesma coisa.
Desgraçado País, desgraçados cidadãos.
AC

segunda-feira, 12 de março de 2018

A RTP PARECE CADA VEZ MAIS UM ASILO
Pelo que se vai vendo, cada vez são mais os que se acolhem à RTP, ou seja, ao rendimento máximo garantido, que a vida não está fácil, e os amigos e os papás não duram sempre.
AC

domingo, 2 de julho de 2017

A TRAGÉDIA,.....e o que É TRÁGICO
Acabei há pouco de ver aquilo que passou na RTP1 na passada sexta-feira, a reportagem de Sandra Felgueiras e o subsequente programa correlacionado.
Que concluir?
Que se desenrolou uma tragédia enorme com início em 17 de Junho passado, já todos sabíamos.
Mas ficamos mais convictos de que é TRÁGICO, TRÁGICO, o que a RTP revelou, e ficamos agora a saber mais coisas e, em consequência, temos uma melhor percepção do que é esta gentinha toda que nos desgoverna e desgraça há décadas. Sempre gente e familiares incluídos a gravitar à volta de uns quantos, à volta dos lugares que o OE paga.
Ocorre-me de imediato recomendar ao sr António Costa que, à semelhança do que mandou fazer ("O governo suspirou de alívio, pelo menos para já. Depois da tragédia dos fogos, a popularidade de António Costa não foi beliscada. Pelo menos é esse o resultado das primeiras análises dos “focus group” encomendadas pelo governo na sequência dos incêndios.") certamente por estar muito preocupado e isso constar das primeiras três prioridades URGENTÍSSIMAS e permanentes deste gov erno (estar sempre a estudar o comportamento dos tugas em relação à popularidade do tuga PM), que seja feita uma análise urgente para apurar a popularidade do senhor, e incluindo na FAUL, depois desta muito atrevida investigação de Sandra Felgueiras.
Recomendo aliás, também, que tenham uma conversinha com a jornalista..................lembrando ........quem lhe paga o vencimento mensal, ....................está bem de ver!!!
António Cabral (AC)

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A propósito da RTP, os OCS em Portugal
Como sempre referi raramente vejo alguma coisa nas TV nacionais. Além de opção é direito que me assiste. Respeito quem faz o contrário. Portanto, quanto a TV's nacionais pode dizer-se que não estou abalizado para as criticar. Compreensível.
Mas como não sou desprovido de capacidades normais em qualquer cidadão comum, e tendo presente a minha formação e experiência de vida, creio que ainda assim me posso pronunciar sobre alguns aspectos. Quer sobre TV's e, já agora, sobre OCS em papel.
E a propósito de OCS ocorre-me a questão "elites" em Portugal.
Basta atentar nos dinheiros, nas catastróficas gestão e roubos em empresas tidas por emblemáticas, nas aparências e influências e nepotismos e corrupção, para estarmos bem conversados sobre as elites nacionais.
As elites nacionais, mais os famosos escritórios que as aconselham, também gostam de se imiscuir nas empresas dos OCS. O que se está a ver cada vez mais.
Quando deixou de haver só RTP, surgiu um período que creio foi muito bom, em todos os sentidos. Houve inovação, criatividade, informação decente mas, a pouco e pouco, ........veja-se o estado que me parece lamentável dos canais existentes. E as ligações dos donos, as ligações aos poderes, as interferências dos governos.
Veja-se qual era a tiragem dos jornais há 25/30 anos e compare-se com a ridícula tiragem hoje.
Questões pertinentes para uma ponderação sobre o assunto: a gradual domesticação da maior parte dos jornalistas, a qualidade do que é apresentado aos cidadãos, a superficialidade na maioria dos casos e temas abordados, grande ausência de jornalismo de investigação, etc.
E estes aspectos creio que estão também presentes na RTP.
Vejo que a rocambolesca e grotesca telenovela sobre a RTP parece apontar para uma substituição a breve trecho da actual administração da RTP. O tal conselho de sábios (??) que inventaram parece que já escolheu nomes, faltando a pessoa para lidar com os milhões que, naquela casa, sempre houve a rodos e se estoirou com fragrância. Dinheirinho que me sai do bolso.
Só conheço de nome uma das criaturas sugeridas. Haverá quem aprecie. Pela minha parte não aprecio. Vejo é que tudo isto me sugere poder pensar que estamos, também aqui e mais uma vez, com os negócios do costume, entre conhecidos. Um tipo de corrupção passiva à portuguesa. A confirmar-se, será mais uma pouca vergonha.
Mas nada acontece neste desgraçado País para travar a sucessão de escândalos. Portanto a breve trecho, mais futebol, mais telenovelas, mais notícias sobre desgraças, e muitas SUCIALITES (com U).
AC





terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O PAIO!
Tenho de admitir que o defeito seja meu.
Assisti a pouco da audição dos senhores que foram à AR para falar acerca do estado actual da RTP. Um estado que se me afigura cada vez mais bolorento. Entre outras pérolas tomei conhecimento do PAIO - Plano de Actividades, Investimento e Orçamento para 2015.
Não é minha intenção ser deselegante nem pretendo ofender a honorabilidade de ninguém, palradores e quem os escutou.
E, insisto, vi pouco, mas do que observei, estou em crer que não estamos perante Paios nenhuns, nem talvez chouriços.
Chouriças rançosas? E nós a pagar.
AC