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sexta-feira, 19 de junho de 2026

PALÁCIO  DE  SANTA  RITA

Na freguesia da Fajã de Cima, Ponta Delgada, S. Miguel, Açores.

Este e outros e outras propriedades terão pertencido à família Jácome Correia. 

Disse-me alguém há anos em Ponta Delgada que neste pacato palácio, nos alojamentos térreos, havia nas paredes inscrições e versos de escritor famoso que por lá em tempos terá habitado com alguém de quem gostava. Vendo como comprei!

Desse vasto património o palácio mais imponente é o de Santana, sede do governo regional.

Esta 4ª fotografia é do portão de entrada de viaturas, vendo-se à esquerda a porta de entrada para casa, encimada por proteção para chuva em ferro e vidro. 
A fotografia é de há dois dias, tirada pelo meu filho. 
As primeiras 3 são antigas.
Na 1ª e 2ª vê-se a entrada para viaturas.

AC

quinta-feira, 11 de junho de 2026

AÇORES, FA, SOBERANIA. . . a IMPORTÂNCIA 

O mundo está completamente do avesso.
Dizem alguns, está completamente maluco!

Assisti esta manhã pelo televisor às cerimónias na ilha Terceira, presididas pelo PR.

Uma militar da Força Aérea referiu (na resposta a jornalista sobre a importância dos Açores e se não devia haver mais militares das Forças Armadas (FA) nos Açores) haver ali cerca de 500 militares.

A esmagadora maioria dos portugueses foi habituada / mentalizada de que as Forças Armadas . . . . sim . . . . mas.
Passaram 52 anos sobre o 25 de Abril de 1974.
Passaram já 13 anos e continuamos a ter um super caduco CEDN (Conceito Estratégico de Defesa Nacional).
Passaram 50 anos sobre a estabilização da nossa Democracia, materializada com as várias eleições ocorridas em 1976.

Passaram décadas, passam anos, e continuamos a não ter em Portugal uma definição inequívoca sobre que FA Portugal deve ter.

O decrépito CEDN assistiu já, entre outras coisas, a acusações entre ministérios quanto à revisão do documento.
O decrépito CEDN assiste a projectados investimentos em material para as FA e a discussões sobre o substituto do velhinho F-16, como se não estivéssemos com guerras completamente diferentes do passado.

O decrépito CEDN assiste (provavelmente de olhos esbugalhados e estarrecidos) às loas do PR sobre as FA que em parte são mais do que justificáveis mas não passa muito de uma versão mais decente da patética frase do antecessor - "os melhores dos melhores"

Como sublinhou o primeiro orador nas cerimónias da manhã - o poder é importante.

E para ter alguma poder creio que era indispensável ponderar que decisões estratégicas devem ser tomadas.
E sim, quase nada do presente tem a ver com aquilo a que muitos generais e almirantes estavam habituados.
E sim, quase nada do presente tem a ver com aquilo a que muitos comentadores, muitos ditos especialistas e muitos políticos viam acontecer. 
Não digo habituados porque a maioria sempre se habituou a não olhar para o assunto.

O Improviso é um típico da tugolândia. A continuar-se assim o desastre há muito anunciado chegará mais rapidamente.

O professor Monjardino afirmou que é preciso coragem, capacidade para compreender e reconhecer que está tudo imensamente mudado.

Questiono-me: os actuais titulares dos órgãos de soberania estarão mesmo a entender o mundo, o que se passa, será que têm capacidade para compreender e, em consequência, olhar seriamente para os nossos problemas e que papel para Portugal? E decidirem?

Como posso ter confiança em relação ao futuro? Com esta gente?

Fico por aqui, pensarei mais seriamente nisto mais à frente.

Ah, já me esquecia de uma outra e rápida nota.

Quando ouço jornalistas (a maioria verdadeiros pés de microfone) colocar questões sobre os meios militares alocados aos Açores dada a importância das ilhas, fico sem saber se hei-de rir, chorar ou ir vomitar.

Quer os papagaios militares quer os jornalistas quer certos especialistas quer uns quantos inarráveis políticos podiam explicar aos cidadãos como se mede a importância dos Açores.

Podiam começar por dizer que, relativamente a FA, uma medida da importância que os sucessivos Presidentes da República e os sucessivos governos e os sucessivos deputados sempre atribuíram aos Açores assenta por exemplo no facto de, em permanência no arquipélago, a Marinha ter apenas um meio naval, embora normalmente dizendo que se for necessário outros acorrerão.
Quanto à Força Aérea a situação pouco mais é que equivalente.

Não é preciso ter mais que o 4º ano de escolaridade para, olhando à extensão das ZEE e à jurisdição que temos sobre elas e à cobiça internacional, poder meditar sobre a realidade apontada no parágrafo anterior. 
E ir depois ao dicionário procurar o significado das palavras patético e ridículo.

Mas os discursos grandiloquentes como o de hoje do PR ficam sempre bem. 
E no fim houve certamente em Angra do Heroísmo um bom almoço, com os do costume. 
Aposto que o "farol" Carneiro também papou.
AC

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Com o acto libertador do 25 de Abril de 1974, e apesar de um lamentável período trágico que se designou PREC, foi possível o país ficar dotado com uma Constituição a qual, felizmente, teve revisões que permitiram abrir portas a uma nova era, aspirar por justiça social, bem-estar e segurança dos portugueses, e olhar o futuro com esperança.

Não vou referir-me ao que nos últimos anos tem corrido mal, nem aos problemas crescentes na nossa sociedade, nem ao enterrar das cabeças na areia por parte de muitos dos sucessivos titulares de órgãos de soberania.

Quero apenas acrescentar umas palavras mais para a vertente - a autonomia dos Açores e Madeira.

Foi o regime democrático, o Estado de direito democrático, que gerou e consagrou a autonomia regional, que é um património de todos. Não é apenas dos ilhéus.

Com a autonomia muito se modificou para bem diferente, para bem melhor, as regiões e as suas gentes. Colmatou carências, reforçou capacidades próprias, permitiu enfrentar os desafios do futuro, do desenvolvimento e de mais justiça social. O país no seu todo beneficiou.

Em qualquer percurso, em qualquer construção, surgem dificuldades, contrariedades, surpresas, problemas, tudo a requerer resposta, e soluções.

Certamente que ao longo das décadas na maioria dos casos e situações nem tudo correu pelo melhor, houve certamente algumas deficiências e porventura erros.

O que me parece indiscutível, mas admito poder estar equivocado, é que eventuais necessidades de pontuais reformas nas autonomias dos Açores e da Madeira, devem assentar numa rigorosa e criteriosa avaliação da experiência acumulada em décadas, e SEMPRE isenta de dramatizações contraproducentes e afirmações espúrias para não dizer ordinárias.

A autonomia sempre funcionou com normalidade, assim deve continuar, assente na interação entre os órgãos do Estado e os órgãos de governo próprios das regiões, sem nunca se perder de vista o plasmado na nossa Constituição.

Mas repito que, naturalmente, admito poder estar equivocado. Não tenho medo de errar, pois quando isso acontece dou a mão à palmatória, e faço como o grande matemático Bento de Jesus Caraça, que não receava o erro pois estava sempre pronto a emendá-lo.

António Cabral (AC)

segunda-feira, 19 de maio de 2025

 

Gostava de ter tirado esta fotografia.

Passei por lá, de helicóptero, mas não tinha comigo a Nikon D 90. Outra fotografia que perdi aconteceu quando também de helicóptero pairei sobre o pico do Pico, a escassos mas mesmo muito escassos metros do rochoso pico, uma vez com ele cheio de neve, outras duas vezes sem neve. Há cerca de 20 anos.

Tenham um bom dia, boa semana, boa sorte.

Tenham cuidado com a alimentação, pois esgotaram-se as pastilhas para a azia. 

AC

domingo, 23 de fevereiro de 2025

GANDA  CAPITÃO
Lembrei-me de ti depois de ler um artigo de uma criatura sobre a importância dos Açores. 
AC

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

PROMETE ....

Ministra da Defesa promete segunda tripulação para os helicópteros da Força Aérea na região

Em cima o título e em baixo a notícia lida nos jornais dos Açores.

A Base Aérea nº 4, nas Lajes, ilha Terceira, deverá ter, até ao final do ano, uma segunda tripulação para operar os helicópteros EH-101, que fazem missões de busca e salvamento.
“Há uma aspiração que as autoridades e as pessoas aqui dos Açores tinham que será concretizada, que é a segunda tripulação dos EH-101”, avançou a ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, à margem de uma visita àquela Base.
Também a Marinha Portuguesa terá um segundo salva-vidas nos Açores.
“Até ao final do ano, ou até antes, se for possível, concretizaremos estes dois importantes projetos e desígnios, respondendo, portanto, à resolução dos problemas, continuando a colaborar ativamente com as autoridades locais”, salientou a ministra.
A Força Aérea portuguesa tem dois helicópteros EH-101 Merlin colocados na base aérea número 4, mas apenas uma tripulação fixa.
A atribuição de uma segunda tripulação é uma reivindicação antiga das autoridades regionais.
Em setembro de 2018, o parlamento açoriano aprovou, por unanimidade, um voto de protesto, apresentado pelo PSD/Açores, “pela ausência, na Base das Lajes, de uma segunda tripulação para os helicópteros de busca e salvamento da Força Aérea”.
Tinham já sido aprovados, em 2014 e 2017, outros dois votos com o mesmo teor.
Segundo a ministra da Defesa Nacional, a Força Aérea está a desenvolver “esforços muito grandes” para treinar pilotos, que possam assegurar a segunda tripulação.
“É uma tarefa que tem a ver com os recursos, mas também com os processos complexos de qualificação dos pilotos. A Força Aérea está a desenvolver realmente esforços muito grandes e um trabalho muito intenso no plano do recrutamento e da retenção. Está a treinar pilotos que vão reforçar, de facto, a sua capacidade”, apontou.
Na sua primeira visita aos Açores, Helena Carreiras destacou “a presença muito forte e muito significativa” das Forças Armadas nas regiões autónomas.
“Desempenham missões absolutamente fundamentais, não apenas missões de soberania, mas também missões de apoio à qualidade de vida das populações e esse reconhecimento é muito claro”, frisou.
Em 2022, “a Marinha tem já realizadas 113 missões” de busca e salvamento, superando “todo o número de missões do ano anterior”.
Já a Força Aérea conta com “perto de 250 missões” de transportes médicos, em que os doentes foram transportados entre ilhas ou para o continente português.
“As missões de busca e salvamento, em que a Marinha e a Força Aérea estão evidentemente muito implicadas são missões absolutamente fundamentais e insubstituíveis”, sublinhou Helena Carreiras.
Questionada sobre a data de arranque das obras de requalificação do edifício que vai acolher o Centro do Atlântico, na base aérea número 4, a ministra disse que o projeto está a ser avaliado.
“O Centro do Atlântico está a edificar-se. Fez um trabalho magnífico até agora. Estamos neste momento a analisar as circunstâncias em que vamos desenvolver este projeto de completar a sede na BA4 para depois vir a instalar o centro e a reforçá-lo com uma equipa e com atividades que possam aqui ocorrer, trazendo também os 20 outros países que participam no centro”, adiantou.
A ministra admitiu que o “contexto complexo da guerra” na Ucrânia possa obrigar a “reavaliações do plano inicial”, mas garantiu que a edificação vai avançar.
“Prosseguiremos seguramente a edificar o Centro do Atlântico como um grande projeto que não é apenas da Defesa Nacional, é um projeto verdadeiramente nacional, no sentido em que nos coloca numa relação muito estreita com outros países do Atlântico, para pensar os problemas da Segurança do Atlântico, para capacitar um conjunto de parceiros para melhor defender os nossos recursos e para estabelecer diálogo político e aprofundar o conhecimento”, assegurou.
Oficializado em 2021, por iniciativa do Governo português, o Centro do Atlântico, conta atualmente com 20 países signatários, de Europa, África e América.
O centro terá sede na antiga unidade de saúde da Base das Lajes, que foi utilizada pela Força Aérea norte-americana e ficou desocupada aquando da redução militar que ocorreu a partir de 2015.
Em 2021, o então ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, anunciou um investimento de cerca de três milhões de euros na recuperação do edifício.


Este texto/ notícia que acima reproduzo, ilustrava um dos belos exemplos do "estado" das Forças Armadas em 13 de Setembro de 2022. A ministra era a sra Carreiras

Qual é a situação hoje? Era só para saber!

António Cabral

sábado, 15 de junho de 2024

quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

RECORDAÇÕES
Dos Açores, da Vila de Nordeste, no extremo Leste de S.Miguel
AC 

quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

MARINHA. AÇORES.
Um navio de patrulha oceânica (NPO) da Marinha, no exterior do porto de Ponta Delgada. Hoje de manhã.
António Cabral

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

terça-feira, 23 de agosto de 2022

domingo, 27 de março de 2022

ILHAS  dos  AÇORES

Por razões profissionais tenho algum tempo da minha vida passada nos Açores. No século passado, estadias de períodos diferentes nos, anos 60, anos 70, anos 80. Neste sub-total devo ter estado entre 9 a 10 meses.

Neste século, uns dias em 2003, e de Julho de 2004 a Agosto de 2006.

Conheço alguma coisa daquela parte do nosso país. 

Vem isto a propósito do que se vem passando na ilha de S. Jorge.

Ao longo do tempo fui conhecendo pessoas diversas e um dia (20AGO2005) uma delas, o autor /coordenador do livro, ofereceu-me o muito interessante "Atlas Básico dos Açores". (autografado)

Neste livro se podem perceber, os riscos geológicos de todas as ilhas, e muita outra informação como por exemplo, cartas de solos, cartas floristicas, topografias submarinas e terrestres mais significativas, etc.

Deste muito interessante Atlas partilho a localização dos Açores em cima da "Midle Atlantic Ridge",

a localização das Ilhas do Grupo Central rodeadas pelas, "Crista Média Atlântica", "Rifte da Terceira", e Zona de Fractura Leste dos Açores",
a ilha de S. Jorge, podendo observar-se a localização das principais "Fajãs",
e os alinhamentos de cones basálticos e de falhas activas na zona central da ilha de S.Jorge. Por aqui se pode "apreciar" parcialmente aquilo que se pode estar a passar por baixo do que o humano observa. 

Oxalá a Terra não se zangue em extremo!
AC

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

BACALHAU.  FROTA de PESCA.

E o desleixo e a pouca vergonha do costume.

Neste algumas vezes chamado "País de Marinheiros" mas que, na realidade, década após década demonstra ser antes um viveiro de palhaçadas e avesso a honrar e orgulhar-se do seu passado, neste país em que umas quantas criaturas batem furiosamente no peito pelo mar e pelos horizontes que possibilita mas, depois, nada fazem de concreto, neste país em que foi necessário que fosse um velho almirante a primeiro pugnar pela recuperação da destruída "Fragata D. Fernando II e Glória", neste país passam-se há décadas as coisas mais inacreditáveis em assuntos vários com ligações ao mar.

Num país com história e tradições ligadas ao mar e que do mar tirasse proveito, não aconteceria desperdiçar-se o passado. 
Veja-se o que ganham Dinamarca e Holanda, por exemplo, mais pequenos que Portugal Continental.
Em Portugal tempos houve em que tínhamos frotas de navios de pesca designadamente para o bacalhau. Naturalmente, o tempo corre, navios chegam ao fim de vida, guarnições devem ser melhor consideradas e remuneradas pelo árduo trabalho, navios novos são necessários, as áreas de pesca tornam-se menores, há restrições várias, leis internacionais, há que cuidar das espécies e pescar com tino.

Época houve em que uma determinada companhia / família teve  típicos navios de pesca do bacalhau, como recordo em cima: Argus, Hortense, Creoula, Gazela Primeiro, Neptuno. A marcha inexorável do tempo e das circunstâncias acabou com eles. E havia mais bacalhoeiros.

No folheto em cima diz-se que o Creoula foi vendido ao Estado e recuperado foi entregue à Armada. 
Tanto quanto julgo saber, creio bem mais rigoroso dizer que ele ficou propriedade do Estado, sim, e ficou concretamente nas mãos do Ministério da Defesa Nacional. Não passou a ser um navio da Marinha.
Este ministério tinha a obrigação de anualmente dedicar verbas específicas  para a manutenção do navio e para a sua operação, devendo a Marinha encarregar-se de planear as viagens e atribuir militares para guarnecer o navio. 
E começou a navegar, em treino de mar, cruzeiros de duração variada, embarcando juventude com o objectivo de atrair os jovens para as coisas do mar.

Naturalmente, digo eu, caberia ao dito ministério anualmente atribuir as verbas específicas, mas extra orçamento anual da Marinha, para a operação do navio e para a sua manutenção. 
Não sei o que se foi passando, mas o navio permanece parado no Alfeite, há bastante tempo. 
À boa maneira socialista ou melhor, à boa maneira de uma súcia de criaturas devem estar quase a vir demonstrar que a culpa deste abandono é da Marinha e, concretamente, da anterior chefia da Marinha.

Pelo que se vai lendo, concretamente em mais uma etapa de marketing do ex-almirante das vacinas agora à frente da Marinha, entre as várias notícias sobre actividade e decisões do foro interno decorrentes do actual chefe da Marinha, surgiu a nova de que estará já a ser estudado o que fazer para reabilitar o Creoula. Desejável, louvável.

Como sempre, faz-se propaganda, muita e programada propaganda. Mas a comunicação social é, maioritariamente, aquilo que se conhece.
Dada a vacuidade do comunicado da Marinha dado a conhecer pelos OCS, podiam os pés de microfone ter perguntado à Marinha e concretamente ao actual almirante CEMA, pelo menos o seguinte:
> concretamente, há quanto tempo está o navio inoperacional?
> quando o sr almirante foi Comandante Naval, o navio já estava inoperacional e, se sim, que propostas ou análises houve acerca do assunto, que alertas partiram do Comando Naval?
> as verbas necessárias para manter o navio a navegar (operação e manutenção) foram sempre anualmente entregues à Marinha pelo MDN, ou o MDN foi impondo que essas verbas saíssem do orçamento anual da Marinha?
> para o estudo que agora determinou, tendo em vista a reabilitação do navio, o sr almirante tem o compromisso do ministro quanto ás verbas que vierem a ser necessárias à recuperação do navio?

É que de propaganda e loas ao mar estou cansado. 
E cansado estou de mariolas vários. Tanto de civis como de certos militares.

AC

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

9  DEZEMBRO  2005   ⚓   🔔

Este "parvalhão" deste navio, o "CP Valour" que parcialmente se mostra na fotografia, encalhou ao princípio da noite desse dia no Norte da ilha do Faial, numa altura em que o mar e o ar estavam mais do que frescos e agrestes, estavam bem Açoreanos, Atlânticos! 

O tonto do comandante do navio imaginou-se provavelmente a pilotar um automóvel com raio de viração óptimo com o volante todo encostado à esquerda. 

Esse verdadeiro incompetente esqueceu-se que estava era na ponte de um navio de tonelagem muito apreciável, vergastado por mar violento e impotente face ao vendaval/ ventania que estava. A volta que, imaginou, levá-lo-ia a ficar perto de terra e fundear protegido naquela baía do Norte da ilha, foi tão "fofinha" que o deixou em cima de rochedos, e por lá ficou até Setembro de 2006.

Foi um período muito curioso da minha vida. Foram meses e meses durante os quais pude confirmar várias coisas, como o profissionalismo de muitos militares e civis, que o trabalho de equipa quando competente e coesa dá frutos excelentes e cumpre a missão confiada, que as chefias quando dignas, competentes e de coluna vertebral inteira muito contribuem para bons desfechos, e como sempre na vida em todas as situações se tem de aturar imbecis criaturas. Alguns ainda por aí andam!

AC

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

VULCÕES, VULCANOLOGIA

Nas últimas semanas têm entrado em nossas casas imagens terríveis das consequências da "enorme zanga" do nosso planeta na ilha de La Palma.

Este drama que ainda não conheceu interregno, recordou-me por exemplo o vulcão dos Capelinhos e outras zonas dos Açores, recordando-me a instabilidade nas terras Açoreanas. Alguns exemplos.

AC