sexta-feira, 24 de julho de 2026

AINDA . . . . CONDECORAÇÕES
Apetece-me voltar a falar deste tema.

As últimas referências que fiz sobre condecorações incluíram a transcrição de um texto que um amigo viu no FB, texto que referiu que com estas nomeações para chanceleres das Ordens Honoríficas Portuguesas Seguro confirma porque Portugal está como está.
Como dizia o brasileiro Jô Soares - sempre os mesmos.

Naturalmente quer sobre este tema como sobre outros existirão sempre opiniões diversas, concordantes ou discordantes. 

Pela minha parte, e como sempre, RESPEITO as opiniões de outrem, registo, concordo, discordo, comento se me apetecer.

Entre as muitas opiniões sobre o assunto, sobre a escolha e decisão de Seguro, é muito provável que haja quem afirme que António José Seguro revelou um excelente equilíbrio e sentido de Estado nessas nomeações.

Haverá quem, legitimamente e a respeitar, considere que os novos chanceleres são a garantia de juízos ponderados e responsáveis nas futuras propostas de atribuição de condecorações. 

Pela minha parte mantenho o que escrevi anteriormente. O pastoso regime está uma vez mais na realimentação. Não passamos disto.

O passado mostra, eloquentemente, que o periódico reconhecimento do país, pela mão dos Presidentes, de pessoas que se distinguiram dos seus pares, teoricamente pela positiva, foi várias vezes errado.

E quando vejo alguns do costume (da bolha) a elogiar entusiasticamente a decisão respeito, como sempre, a opinião, mas só confirma a minha desconfiança.
Como sempre, admito, estar a ver mal as coisas.

Mas tenho como certo que não estamos como estamos por milagre. 

AC

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