A corrida à sucessão de António Guterres como secretário-geral das Nações Unidas entra esta quinta-feira numa das fases mais importantes do processo de escolha do próximo líder da organização, com a realização de um debate público entre os candidatos já oficialmente apresentados ao cargo.
O encontro, promovido pelo Gabinete do Presidente da Assembleia-Geral das Nações Unidas, com o apoio da Bloomberg, decorrerá na sede da ONU, em Nova Iorque, sob o título “UN Town Hall: The Next Secretary-General”, reunindo representantes dos Estados-membros, observadores, funcionários das Nações Unidas e organizações da sociedade civil.
O debate constitui um dos momentos centrais do processo de seleção do sucessor de António Guterres, cujo segundo mandato termina a 31 de dezembro de 2026. O próximo secretário-geral iniciará funções em 1 de janeiro de 2027.
Quatro candidatos já estão oficialmente na corrida
Até ao momento, foram oficialmente indicados quatro candidatos para suceder ao atual secretário-geral português:Michelle Bachelet, antiga Presidente do Chile e ex-alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos;
Rafael Grossi, diplomata argentino e diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA);
Rebeca Grynspan, economista costa-riquenha, atual secretária-geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e
Desenvolvimento (UNCTAD) e antiga vice-presidente da Costa Rica;
Macky Sall, antigo Presidente do Senegal e ex-presidente da União Africana.
Durante o debate, os candidatos responderão a perguntas colocadas por jornalistas moderadores, representantes dos Estados-membros, organizações da sociedade civil e funcionários da ONU, apresentando igualmente as suas prioridades para a liderança da organização.
Li esta notícia sobre a sucessão do pastoso Guterres e confesso que fiquei siderado.
É inadmissível apresentarem uma lista apenas com quatro oficialmente declarados candidatos ao cargo na ONU quando, obviamente, esta lista é tendenciosa e além disso está incompleta.
É inadmissível não estar mencionado o melhor, indiscutivelmente o melhor candidato ao cargo, INFANTINO, como aliás Trump já o havia mencionado.
É inadmissível tanto jogo por baixo da mesa, quererem torpedear INFANTINO. O homem certo para o lugar.
Aliás, e como referiu um bom amigo, se fossem isentos e justos, INFANTINO seria obviamente o escolhido, e empossado como secretário geral da ONU, enquanto GUTERRES iria para presidente da FIFA.
Espero que o "democrata" Trump lute por estas nomeações, só aceite estas!
AC
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