sexta-feira, 24 de julho de 2026

CINCO  HORAS 

Minha mesa no Café, 

quero-lhe tanto . . . A garrida,

toda de pedra brunida,

que linda e que fresca que é!


Sobre ela posso escrever

os meus versos prateados,

com estranheza dos criados

que me olham sem perceber . . . 

. . . . . . 

(Mário de Sá-Carneiro)

AC

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