CINCO HORAS
Minha mesa no Café,
quero-lhe tanto . . . A garrida,
toda de pedra brunida,
que linda e que fresca que é!
Sobre ela posso escrever
os meus versos prateados,
com estranheza dos criados
que me olham sem perceber . . .
. . . . . .
(Mário de Sá-Carneiro)
AC
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