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sexta-feira, 6 de setembro de 2024

VIRTUDES  MILITARES

. . . . . 
"Sendo a coragem a primeira das virtudes militares, o que se espera do chefe militar de um país democrático é a assunção plena das suas responsabilidades. Estas, numa situação extrema, poderão tornar indispensável o pedido de DEMISSÃO, acompanhado da pública defesa dos seus pontos de vista. Mas terá que ficar claro que esse gesto equivale ao tombar no campo de batalha e não a uma retirada sem glória".

(30MAR1997, Jornal de Notícias, David Martelo, Coronel, Ref.)

(sublinhados da minha responsabilidade)

António Cabral



Comandante da Zona Marítima do Sul exonerado após lanchas serem vandalizadas
(sublinhados da minha responsabilidade)

No espaço de dois anos, Mário Figueiredo é o segundo comandante da Zona Marítima do Sul que é afastado por situações ligadas a lanchas de narcotráfico.

Mário Figueiredo, Comandante da Zona Marítima do Sul, foi esta quinta-feira exonerado do cargo, confirmou ao CM fonte oficial da Autoridade Marítima.

Em causa, segundo apurou o CM, estará o vandalismo de várias lanchas da Polícia Marítima e Fuzileiros, que tinham sido usadas na semana passada numa operação de combate ao narcotráfico em águas internacionais. Fonte da Autoridade Marítima não confirma a relação da exoneração com o vandalismo das lanchas, adiantando que "se trata de uma medida de gestão da Marinha e Autoridade Marítima".

Sabe o CM que foram cortados os flutuadores das lanchas e que as mesmas se encontram neste momento inoperacionais. Eduardo Luís Pousadas Godinho, Comandante do Porto de Portimão, irá assumir as funções temporariamente.

No espaço de dois anos, é o segundo comandante da Zona Marítima do Sul, depois de Rui Santos Pereira, que é exonerado por situações ligadas a lanchas de narcotráfico
.

Li esta notícia online. Nada me espantou.

Sei que determinados assuntos e designadamente os ligados a, segurança, justiça, disciplina, recursos humanos financeiros e materiais, têm uma certa proteção administrativa, uma certa classificação de acordo com as leis e normativos diversos. São protegidos.

Mas também sei que estes aspectos de confidencialidade dão por vezes muito jeito para esconder realidades, para disfarçar a não resolução de problemas, para disfarçar prepotência e arrogância.

Mas também sei que muitas vezes as dificuldades e as carências e a não resolução de problemas estão acima das chefias militares, estão no poder político.

Conheço Faro, conheço onde estão as embarcações civis, onde estão as embarcações militares, conheço a área molhada, o lodo, onde estão as infra-estruturas físicas de Marinha, Autoridade Marítima, Capitania de Faro.

Não é difícil perceber distâncias, não é difícil visualizar (ainda em Agosto andei por Faro e Olhão) câmaras de vigilância.

Mas tenho muitas dúvidas. Muitas.
Distâncias aos cais?
Que pessoal existe para assegurar segurança?
Câmaras de vigilância cobrem tudo? Cobrem quem venha de terra? E quem venha de barco? E quem se arraste pelo lodo?

Claro que é mais fácil correr com subordinados.
Oxalá exista um processo e averiguações. 
Será que houve no anterior caso que levou à primeira exoneração?

E o ministro da defesa nacional, não se incomoda com nada disto, não manda averiguar externamente à Marinha?

Não se questiona que meios materiais e humanos existem, que meios estão atribuídos à Marinha e à Autoridade Marítima para fazer face aos crescentes problemas e riscos na Costa Algarvia, no mar territorial, na parte da ZEE adjacente ao Algarve, ponta de Sagres e Costa Vicentina?
Então sr ministro?

Aguardemos.

António Cabral

quarta-feira, 27 de março de 2024

AMÊIJOA JAPONESA DO TEJO 
Há alguns dias li isto.
GNR apreende mais de uma tonelada de amêijoa japonesa em Alcochete
Os militares da GNR detetaram dois veículos a transportar os bivalves "em situação irregular", tendo identificado duas pessoas, de 27 e 41 anos.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Setúbal apreendeu na quinta-feira 1100 quilos de amêijoa japonesa, no concelho de Alcochete, apanhadas e transportados de forma ilegal, foi este sábado anunciado.
Em comunicado, o Comando Territorial de Setúbal, através do Posto Territorial de Alcochete, dá conta da apreensão, no dia 14 de março, de 1100 quilos de amêijoa japonesa (Ruditapes phippinarum), no concelho de Alcochete, no âmbito de uma operação de fiscalização da apanha e transporte de bivalves.
Os militares da GNR detetaram dois veículos a transportar os bivalves "em situação irregular", tendo identificado duas pessoas, de 27 e 41 anos, e elaborado os respetivos autos de contraordenação, por falta de documento de registo.
Depois de verificação higiossanitária, as amêijoas serão destruídas, adianta a GNR, lembrando que a captura, depósito e expedição deste tipo de bivalves, sem que sejam sujeitos a depuração ou ao controlo higiossanitário, pode colocar em causa a saúde pública, caso sejam introduzidas no consumo, devido à possível contaminação com toxinas.
Por isso mesmo, é "fundamental" o documento comprovativo da origem dos bivalves, para prevenir a sua introdução de forma irregular no consumo.

Li isto e, mais uma vez . . . . a farsa continua.
Imagens.
Quem é que, nas zonas de Alcochete, Samouco, Montijo, Rosário, Sarilhos Grandes, Seixal, etc., não sabe?
- onde esta canalha entra e sai da água, 
- onde entram e saem em viaturas inacreditáveis ou de bicicleta, 
- as viaturas que ou entram no pontão em Alcochete e carregam, ou param em vários outros locais na avenida nD. Manuel à vista de toda a gente, e carregam os diversos sacos da amêijoa.

Ontem apareceu mais esta notícia

GNR apreende mais de dois mil quilos de amêijoa no Samouco e identifica 107 pessoas
Os bivalves, adianta a GNR, depois de verificação higiossanitária, serão destruídos.
A Guarda Nacional Republicana apreendeu 2272 quilos de amêijoa japonesa e identificou 107 pessoas de nacionalidade estrangeira na localidade do Samouco, no concelho de Alcochete, no âmbito de uma operação especial de prevenção criminal naquela zona.
Em comunicado, a GNR explica que a ação desenvolvida na terça-feira pelo Destacamento Territorial do Montijo, na praia do Samouco, estava direcionada para a atividade de apanha de bivalves na bacia do Tejo, com o objetivo de promover ações de fiscalização para as questões relacionadas com a apanha da amêijoa.
Durante a operação foram elaborados cinco autos de contraordenação por excesso de tempo de permanência em território nacional, nove por irregularidade no tamanho da apanha do bivalve, um por falta de documento de registo de transporte e dois por falta de licença/autorização para o exercício da pesca.
A operação contou com o reforço da estrutura do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial de Setúbal, do Destacamento de Intervenção (DI) de Setúbal, do Comando Territorial de Beja, através do Destacamento de Trânsito de Beja, da Unidade de Intervenção (UI) da Guarda Nacional Republicana através do Grupo de Intervenção e Ordem Pública (GIOP) e da Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras (UCCF).
Os bivalves, adianta a GNR, depois de verificação higiossanitária, serão destruídos.
"A GNR relembra que a captura, depósito e expedição deste tipo de bivalves, sem que sejam sujeitos a depuração ou ao controlo higio-sanitário, pode colocar em causa a saúde pública, caso sejam introduzidas no consumo, devido à possível contaminação com toxinas, sendo o documento comprovativo da origem fundamental para a prevenção da introdução de forma irregular no consumo", refere aquela autoridade no comunicado esta quarta-feira divulgado.

Sabem há quantos anos dura esta palhaçada?
Falência do Estado, completa.
Numa coisa relativamente simples, o escândalo prossegue, anos a fio.
De vez em quando, como agora, a GNR faz umas operações e sai notícia.

E sendo isto no Tejo, nas barbas da Autoridade Marítima, a notícia não fala disso, e nomeadamente da Polícia Marítima.

Só falta virem dizer-me que esta gentalha contribuiu muito para a economia nacional, contribui muito para o alojamento local, etc.
Portugal, para quê mais palavras?
AC

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Três casos este ano no Algarve. Lanchas apreendidas já estavam a ser usadas em operações policiais contra redes.
As redes de tráfico marítimo de haxixe entre o Norte de África e a Península Ibérica estão a apostar no furto de lanchas rápidas das autoridades portuguesas e espanholas atracadas a sul para travar as operações de combate ao transporte da droga para a Europa e recuperar embarcações apreendidas.
(Jornal de Notícias)

Li isto no Jornal de Notícias.
O jornal não relata nada sobre o responsável da GNR na zona. 
O que quero dizer é que, contrariamente ao que aconteceu (exonerado) ao até há poucos dias oficial (da Marinha) responsável pela autoridade marítima em Faro / Algarve, o responsável da GNR parece poder estar descansado pois nenhuma lancha foi ainda roubada. Só têm tentado.

O que tenho pena é que tão pouco a jornalista aprofunde.

Por exemplo, averiguar quantos homens tem a GNR no Algarve e comparar isso com os efectivos da Polícia Marítima no Algarve, VRS António, Tavira, Faro, Portimão, Albufeira, Lagos.

Aposto que num primeiro momento a jornalista ficaria de olhos esbugalhados, depois talvez se risse. . . . . ou chorasse.

A jornalista podia por exemplo relatar se será verdade que num dos casos a GNR deu conta da marosca quando os meliantes já estavam há vários minutos dentro da lancha que se preparavam para roubar.

A jornalista podia investigar que meios navais a GNR tem no Algarve e comparar com os da Marinha e com os da Autoridade Marítima para o Sul de Portugal Continental. Ria-se ou chorava?

Enfim, a jornalista podia querer investigar outras coisas. 

Por exemplo, 
- saber se em 2022 e até Agosto do corrente ano, a tutela da Autoridade Marítima (que é a ministra da defesa) alguma vez esteve no Algarve a inteirar-se dos problemas diversos de que enferma a Autoridade Marítima, designadamente para o combate ao tráfico de estupefacientes e de pessoas,

- saber se a tutela da GNR (MAI) alguma vez esteve no Algarve a inteirar-se dos problemas diversos de que enferma a GNR designadamente para o combate ao tráfico de estupefacientes e de pessoas,

- saber se os responsáveis directos pela Polícia Marítima e pela GNR que estão sentados nos seus confortáveis gabinetes de ar condicionado em Lisboa, conhecem de facto, repito, se conhecem de facto por os inspecionarem com regularidade, os vários postos da GNR no Algarve e as várias Capitanias de Portos no Algarve.

Se a jornalista investigasse a sério, será que facilmente descobriria o significado de - incompetência e arrogância de certas chefias?

Aposto que sei as respostas. 
O meu melhor amigo militar, que é almirante reformado, nunca errou nas informações/ notícias/ explicações que me transmite.
AC

quarta-feira, 26 de julho de 2023

O  COSTUME . . . . .

Nas barbas das autoridades, no caso, rotineiramente, à beira do areal, em frente ao posto de vigilância radar da GNR, na Praia Verde.

AC

sexta-feira, 21 de julho de 2023

Nas  BARBAS da GNR
21 de Julho de 2023, 6ª Feira, 1000 horas, a arrastar nas barbas da GNR, mais concretamente, nas barbas da antena de radar do posto da GNR na Praia verde, Algarve. O costume.
estava na minha caminhada, lá ao longe em frente à praia verde lá estava uma barcoita a arrastar; aqui na fotografia é o pontinho Á direita do clarão na água
AC

terça-feira, 11 de abril de 2023

UMA das MUITAS VERGONHAS em PORTUGAL

A falta de polícia marítima na Praia de Carcavelos: um déjà vu
Aníbal Rosa, 09 Abril 2023, Diário de Notícias

Mais um verão se aproxima e no que diz respeito ao Security e Safety na costa portuguesa, tudo continua a piorar neste país à beira mar plantado.

A falta gritante de elementos da polícia marítima, muito por falta de recrutamento nos últimos anos, pelo envelhecimento dos operacionais e pela falta de vontade política do aumento da corporação, leva a que estes profissionais tenham de se desdobrar diariamente para poder acorrer a todos os incidentes registados na costa portuguesa.

O número de efetivos da polícia marítimajá não chega ao meio milhar, distribuídos pelo continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, com tendência a diminuir drasticamente nos próximos seis anos com a saída em massa dos elementos policiais recrutados há 25 anos atrás por altura da Expo 98.

Podemos afirmar com toda a certeza que, com os níveis de recrutamento dos últimos anos e a saída para a aposentação destes policias, o futuro desta corporação está gravemente ameaçado, o mesmo será dizer, condenada à extinção.

As missões existentes e o número de operacionais da polícia marítima disponíveis leva a que as mesmas sejam realizadas com elevado grau de perigosidade para os agentes, sem qualquer tipo de apoio no terreno, pondo em causa a sua integridade física como pudemos assistir, mais uma vez, na praia de Carcavelos há uns dias.

Nos vídeos que circularam nas redes sociais, somente dois agentes da polícia marítima de Cascais estavam disponíveis para a multidão de jovens enfurecidos que se encontravam na praia. Estes dois agentes corajosamente tentaram sanar os ânimos, tentando proteger quem era para proteger, mas sem possibilidade de fazer muito mais.

Este é efetivamente o exemplo dos 28 comandos locais da polícia marítima existentes no país, comandos sem efetivo, muitos só com um elemento policial, outros fechados à noite e a maior parte deles sem viaturas e meios aquáticos para operar! Uma vergonha nacional!

Perante cenários de violência gratuita como este, que vão crescendo um pouco por toda a Europa e que se repetem todos os anos nas praias da linha, o comando da polícia marítima anunciou com toda a pompa e circunstância que nos dias imediatamente a seguir, terá havido um reforço policial da mais agentes da polícia marítima em Carcavelos, mas a verdade, é que o reforço de mais dois homens, oriundos de outro comando, não chegam sequer para as "encomendas". Para além disso, a vinda destes homens em reforço para a polícia marítima de Cascais, faz com que o seu comando de origem fique desguarnecido, com menos duas unidades.

Senhores governantes deste país, de uma vez por todas, digam que Polícia Marítima querem para Portugal, pois nestas condições esta polícia já não tem capacidade para garantir a integridade física dos seus próprios homens e mulheres, quanto mais segurança do Cidadão.

Aníbal Rosa, Associação-Sócio Profissional da Polícia Marítima

Este artigo dá conta, superficialmente, de uma das muitas pouca vergonhas existentes em Portugal. 
Pouca vergonhas que crescem, sob o olhar e riso patético do actual homem em S.Bento.

AC

terça-feira, 8 de novembro de 2022

AINDA a PROPÓSITO dos TIPOS das AMÊIJOAS

Eu e poucos mais refilamos há anos sobre isto. Claro que não serve para nada, estão-se borrifando.

Mas a um autarca do próprio partido, aliás um homem que se tem revelado um bom autarca, dizem-lhe - que cada um olhasse para a parte que lhe competia (ver no final da quarta coluna esta típica resposta socialista).

Talvez o autarca de Alcochete possa pedir uns "dronezinhos" ao almirante Gouveia e Melo, que é aliás Autoridade marítima Nacional

AC


sábado, 13 de agosto de 2022

E  CONTINUA……

O quê ?

A pouca vergonha! No caso, sobre as saborosas, frescas, nutritivas, óptimas para a saúde, AMÊIJOAS!

Bichinhos que as dezenas de empreendedores nos arranjam, e que tão bem devem fazer à saúde. Basta andar pelas zonas que se mostram nas fotografias para ter a certeza que nem 0,00005 % de poluição existe aqui no Tejo.

As fotografias mostram as dezenas que vão para as zonas de maré baixa, parqueando as magníficas viaturas, por exemplo, nas zonas da antiga seca do bacalhau entre Alcochete e Samouco. Mas se forem pela orla até Cacilhas encontram mais do mesmo.

Em anteriores textos sobre este tema falei e mostrei fotografias acerca dos que vão para o meio do Tejo, em magníficas barcoitas, certamente todas legais aos olhos da Autoridade Marítima!

A pouca vergonha prossegue e ninguém mexe um dedo.


AC

segunda-feira, 2 de maio de 2022

E A POUCA VERGONHA CONTINUA

DEZENAS E DEZENAS DE BARCOS, CADA VEZ MAIS BARCOS, CERTAMENTE TODOS FISCALIZADOS, TODOS LEGAIS, TODOS EM ÓPTIMAS CONDIÇÕES.

DEZENAS  E DEZENAS DE "EMPREENDEDORES" QUE TANTA FALTA FAZEM À ECONOMIA DO PAÍS. INTEGRAÇÃO MARAVILHOSA NA SOCIEDADE PORTUGUESA.

UM BRILHANTE EXEMPLO DO QUE PARECE SER A ACÇÃO DE FISCALIZAÇÃO, A ACÇÃO DE DISSUASÃO, DE VÁRIAS ORGANIZAÇÕES, COMO OS DEPARTAMENTOS DO MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS, DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, DA AUTORIDADE MARÍTIMA. UM ENCANTO.

EM TODO O ARCO RIBEIRINHO SUL DO TEJO ISTO É CADA VEZ MAIS ESCANDALOSO.


AC 

quarta-feira, 2 de março de 2022

A M E I J O A S

Com o expresso de 25 de Fevereiro passado vinha um pequeno jornal, o "SemMais", semanário da região de Setúbal. Metade da página 4  tem uma notícia acerca de acções de fiscalização /repressão sobre os grupos organizados que ilegalmente apanham amêijoas japonesas no Tejo. Esta apanha dura há anos e anos. Periodicamente, lá aparece uma notícia acerca desta verdadeira palhaçada a que as autoridades não põem cobro. E que autoridades? As do âmbito de saúde pública, do ambiente, ASAE, autoridade marítima, GNR. 

Esta notícia fala da acção da GNR que se terá feito acompanhar de médicos veterinários. Esta pouca vergonha arrasta-se há anos e anos e basicamente fecham os olhos a isto, e de vez em quando lá se faz uma operação. 

Uma vergonha, particularmente a nível do governo. Há um problema de saúde pública, há questões laborais, há questões fiscais, há inúmeras questões de imigração ilegal (deve ser a maioria), há transportes de toneladas de amêijoas por estrada com a maior das naturalidades. Este é apenas um dos exemplos do estado a que se chegou. E acontece diariamente à vista de todos, e de todas as autoridades. É ver, por exemplo, dois agentes da GNR passarem e é como se não reparassem na carrinha de ar condicionado parada na raiz da ponte cais à espera que chegue a canalha com os sacos das amêijoas apanhadas!

Esta fotografias são da manhã de 2 de Março
AC

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

O  MESMO  DE  SEMPRE

Com maré cheia não andam à amêijoa. São dezenas e dezenas destes empreendedores estrangeiros, do Leste, da antiga cortina de ferro, asiáticos vários, até brasileiros. Empreendedores, altamente qualificados, natural e certamente todos legais.

E negócio que em nada afecta a saúde pública, negócio completamente legal, com obrigações ao fisco e à segurança social perfeitamente em dia. Negócio sempre verificado pelas autoridades sanitárias, GNR, autoridade marítima, ASAE, SEF.

Precisamos de muitos destes empreendedores para fortalecer a economia e combater a pouca natalidade.

Ah,..... está aqui um sujeito a sussurrar-me, …... tem de se fechar um pouco os olhos a estas coisas, a estes tipos. Se eles ficam sem este miserável ganha pão, cresce a criminalidade nas zonas da orla Sul da bacia do Tejo, entre Cacilhas e Alcochete. 

…………...Oh diabo, …..então....OK, fico por aqui.

Não, mais este bocadinho só. A fotografia mostra os magníficos barquinhos desta gente (no caso, Alcochete), todos certamente em óptimo estado de conservação e manutenção e cumprindo todas as disposições pertinentes da autoridade marítima. Aliás, salta à vista de qualquer leigo na matéria e que para eles olhe, a beleza destas barcoitas. Não bem novinhas em folha mas….quase.Quem diz estes, diz os acantonados no Samouco, Seixal, Rosário etc. Tudo um mimo. Dá gosto. Dá conforto. Dá esperança. E confiança nas instituições, como a autoridade marítima, a GNR, o SEF, a ASAE, as autoridades sanitárias. 

AC

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

9  DEZEMBRO  2005   ⚓   🔔

Este "parvalhão" deste navio, o "CP Valour" que parcialmente se mostra na fotografia, encalhou ao princípio da noite desse dia no Norte da ilha do Faial, numa altura em que o mar e o ar estavam mais do que frescos e agrestes, estavam bem Açoreanos, Atlânticos! 

O tonto do comandante do navio imaginou-se provavelmente a pilotar um automóvel com raio de viração óptimo com o volante todo encostado à esquerda. 

Esse verdadeiro incompetente esqueceu-se que estava era na ponte de um navio de tonelagem muito apreciável, vergastado por mar violento e impotente face ao vendaval/ ventania que estava. A volta que, imaginou, levá-lo-ia a ficar perto de terra e fundear protegido naquela baía do Norte da ilha, foi tão "fofinha" que o deixou em cima de rochedos, e por lá ficou até Setembro de 2006.

Foi um período muito curioso da minha vida. Foram meses e meses durante os quais pude confirmar várias coisas, como o profissionalismo de muitos militares e civis, que o trabalho de equipa quando competente e coesa dá frutos excelentes e cumpre a missão confiada, que as chefias quando dignas, competentes e de coluna vertebral inteira muito contribuem para bons desfechos, e como sempre na vida em todas as situações se tem de aturar imbecis criaturas. Alguns ainda por aí andam!

AC

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

A  POUCA  VERGONHA  AUMENTA

A pouca vergonha continua, a pouca vergonha aumenta. Mais uma vez refiro, a vergonha que se passa no Tejo. As bases deles são maioritariamente na Margem Sul, Seixal, Moita, Rosário, Montijo, Samouco, Sarilhos Grandes, Alcochete. São os ameijoeiros. Deles, 99,99 % são estrangeiros. Do Leste Europeu (romenos, russos, búlgaros etc), brasileiros, asiáticos. Vivem e dormem (!?!?) aos montes nos casebres velhos em péssimo estado de conservação nos cascos velhos das localidades. Conduzem carros em péssimo estado de conservação. A GNR passa por eles e, à vista dos transeuntes, nunca os manda parar para verificação dos documentos nomeadamente quanto a inspeções e seguros. Algumas pessoas olham para os parabrisas dessas limousines e ficam logo elucidadas. Uns poucos, com evidentes sinais de serem controladores da corja, conduzem viaturas um pouco menos ordinárias. Conheço de vista um que conduzia um BMW 525, com aqueles escapes que mais parecem um cano de esgoto tal a dimensão. Ninguém os questiona. Há muito tempo que não assisto a pesagens das amêijoas à frente de toda a gente.

Presumo que seja este tipo de negócio (que muitos dizem vai maioritariamente para Espanha) que também contribui para a economia nacional.

Presumo que é este tipo de negócio que muito contribui para a saúde pública na sociedade.

Presumo que é com este tipo de gente que vamos melhorar os nossos problemas de trabalho, emprego, natalidade, etc.

Entretanto temos por aí na chamada máquina do Estado coisinhas como : ministério do ambiente, ministério da administração interna, GNR, autoridade marítima, SEF, polícia marítima, capitania do porto de Lisboa, autarquias, tudo atento a este e outros problemas.

Como dizia um alarve conhecido - isto não interessa para nada

Além disso, nas incontáveis dezenas de tipos que andam nisto não deve haver um único que por cá esteja ilegal, não é verdade? E questões de criminalidade nem pensar, não é verdade? Dizem até certas pessoas - deixe-os andar nisto porque se forem travados a criminalidade nestes locais aumenta logo!

E assim estamos neste Portugal à beira mar plantado!

AC

sábado, 9 de janeiro de 2021

domingo, 6 de dezembro de 2020

 E  AQUI  CONTINUAM

Aqui, e em vários locais no meio do Tejo dos dois lados da ponte Vasco da Gama, tendo por base logística nomeadamente, Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo, Rosário. 

Autoridade Marítima, GNR, Ministério do Ambiente, Ministério da Saúde, PM, tudo fecha os olhos a esta pouca vergonha há anos desempenhada por dezenas e dezenas de pessoas asiáticas, do Leste Europeu, Brasileiros, etc., em que a maioria  cá anda ilegalmente, amontoando-se em quartos nos cascos velhos das localidades acima referidas. À vista de todos. Amêijoas que, diz-se por aí, vão na maioria para Espanha. Sim, já houve uma operação mas............Até no Expresso anos atrás fizerem um extenso artigo sobre isto, mas.....

Dizem alguns, deixe-os, senão a criminalidade na zona aumenta! 

Portugal no seu melhor. 

O Portugal do hidrogénio verde, do apuramento (!?!?!) de Camarate, de Tancos, do BES, do BPP, da CGD, do BPN, da justiça a tempo e horas, do controlo do tribunal de Contas, dos jornalista venerandos e agradecidos, o Portugal em que todos são iguais perante a Lei (!?!?, importa-se de repetir ????). 

Ah, e da defesa dos direitos, liberdades e garantias pessoais, em que a lei assegura aos cidadãos procedimentos judiciais caracterizados pela celeridade e prioridade, de modo a obter tutela efectiva e em tempo útil contra ameaça ou violações desses direitos. (Art. 20º, nº 5, CRP

AC

terça-feira, 2 de julho de 2019

À VISTA de TODA a GENTE
Praia de Altura, esta manhã, à vista de toda agente. Para lá e para cá!!
Impunidade absoluta?
Esta coisa e muitas outras trazem-me à cabeça o tema autoridade do Estado.
O engraçado (??!!??) é ver ali a poucos metros (início da praia Verde, uma das torres de vigia (a antena do radar bem roda) da GNR, a tal que tem umas caricatas embarcações de controlo.......
Será que detecta estas embarcações e, detectando, avança intrépida sobre elas ou, alerta a autoridade marítima e a polícia marítima?
Olha o que me havia de lembrar.
AC