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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Na  BACIA  do  TEJO, zona de Alcochete 
Um breve exemplo menor de consequências de cheias e grande praia-mar.
AC
 

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

GNR apreendeu mais de uma tonelada de amêijoa-japonesa em Alcochete.
Identificaram uma mulher de 41 anos e elaboraram um auto de contra-ordenação por transporte de bivalves sem documentação exigida. 

Que lindo, que eficácia!

E depois? Não passamos disto.

São cada vez mas os barcos na zona do Samouco, e em frente à antiga seca do bacalhau a seguir à praia dos moinhos em Alcochete.
Em Alcochete propriamente quase não existem tais as pressões da CMA. 

São cada vez mais as criaturas albergadas nos cascos velhos de Samouco, Alcochete, Montijo, Rosário, Moita, etc., AOS MONTES, e ninguém faz nada. Ou em quintas abandonadas, etc.

Tudo e todos legais, evidentemente, com vínculo de trabalho e tudo!

E já pensaram no que isto representa para a economia nacional? 
Qual turismo, as amêijoas e os empreendedores respectivos dão um forte empurrão na economia nacional!

Apanham de vez em quando uns sacos de amêijoa, para entreter a GNR, que faz umas papeladas e . . . . . . . . continua a telenovela.

Nem isto resolvem, quanto mais . . . .
Melhor Estado falhado não há.
 
AC

sábado, 5 de julho de 2025

CEGONHA  PRETA
Nos penedos, no buraco, lá em cima, logo
abaixo do pico do meio.
depois de levantar voo, fotografada por mim a partir do barco, quando eu ia a caminho das ilhotas dos cágados, para jusante das Portas do Rodão

António Cabral (AC)

quarta-feira, 2 de julho de 2025

O TEJO
E a propósito do Tejo . . . 
O Tejo banha a grande Lisboa antes de se atirar nos braços do Atlântico Norte.
Dizem que tem cerca de 1070 km de comprimento, desde que nasce em Espanha, mas apenas 272 Km em Portugal. 

Deve ser por isto que Espanha se considera dona dele, dele retira a água que lhe apetece, dele deixa escorrer um pouco para nós, sempre  sob o olhar atento e venerando e incompetente de sucessivos governos e governantes.

É ir à zona de Abrantes, ir à zona da central encerrada, e observar o fio de água que por lá passa.

Tem um estuário curioso, imponente, largo, o que quiserem. Chega a nós depois de 10 barragens (creio) que lhe apertam a garganta, e depois de desvios/ raptos vários em território espanhol.
Há uma parte, dizem que cerca de 40 km, que é o Tejo internacional, faz a fronteira com os nossos grandes amigos espanhóis.

Quando olho para o Tejo, que contemplo amiúde desde, Lisboa, Montijo, Almada, Samouco, Seixal, Trafaria, Alcochete, Paço de Arcos, Oeiras, Alverca, Cacilhas, Vila Velha de Rodão, 
de Santarém, 
 
da Alcantara espanhola, 
ou dos lugares do distrito de Castelo Branco ao longo do troço internacional, lembro-me muito frequentemente de quando o vi pela primeira vez.

Mais bem dito, lembro-me de o ver pela primeira vez já com idade para me lembrar e aperceber de certas coisas. Estava a regressar de Angola com 6 anos, a bordo do paquete em que regressei de Luanda com os avós maternos. Entrar a barra Sul.

Os pais vieram creio que 3 ou 4 meses mais tarde. 
Tinham ido comigo para Luanda no primeiro trimestre de 1948, tinha eu 3 meses. 
Tinham partido para um sonho de vida trabalhosa mas boa, infelizmente com duração verificada de poucos anos.

Quando olho para trás lembro muita coisa, outras não recordo já com nitidez, ou de todo.

Do Tejo pode falar-se sob muitas perspectivas, de muitos temas.
Pode recordar-se o que já referi em cima acerca de "mandantes", raramente não fugindo à descrição de incompetentes, inaptos, untuosos, vendidos.

Pode recordar-se tragédias de vida como a dos Avieiros e o nome Alves Redol que de certa forma os imortalizou. 
Foram talvez cerca de 70 ou pouco mais as minúsculas localidades avieiras. 
Pode ir ver-se o estado triste da maior parte dessas localidades hoje praticamente sem "almas", por exemplo, as talvez mais conhecidas, Patacão, Palhota, Escaropim, Caneiras.


Pode falar-se da Reserva Natural do Estuário do Tejo.

Pode falar-se do que se observa da ponte Vasco da Gama, de um e outro lado, dezenas e dezenas de barcoitas certamente todas vistoriadas pela autoridade marítima, todas um aprumo de conservação e segurança, como observável no Samouco, no Montijo, em Alcochete e aqui em múltiplas zonas. 

Um espectáculo digno de se ver, observar os laboriosos empreendedores da amêijoa, que tão forte impulso dão à economia nacional, que tão grande impulso dão ao arrendamento local nas margens do Tejo! 
E o Tejo agradece-lhes!

Hoje fico por aqui.

António Cabral (AC)

sábado, 26 de abril de 2025

FORMA SUSTENTÁVEL DE ALIMENTAÇÃO

Página 18, caderno de economia, 28 de Março do ano em curso, jornal dito de referência, tem uma fotografia mostrando amêijoas e com a legenda - as amêijoas são uma forma sustentável de alimentação , enquanto melhoram a qualidade da água do mar.

Quem sou eu para duvidar disto.

Talvez esteja aqui uma das explicações para o insano trabalho diário e uma das alavancas da economia portuguesa, de centenas de empreendedores das amêijoas, em pleno Tejo, malta altamente qualificada, toda a viver legalmente no nosso país.

De certeza!

AC

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

MUITO  BOAS
É neste excelente e muito saudável viveiro no Tejo que os magníficos ameijoeiros de nacionalidade diversa mas sobretudo asiáticos e que são grandes impulsionadores da economia portuguesa, recolhem as fantásticas e saborosas amêijoas que, dizem, vão na maioria para Espanha, fugindo ao fisco, ao controlo sanitário, e etc.

Tudo na melhor paz e acomodação das autoridades as mais diversas.
Não sendo o mais flagrante e relevante, não deixa de ser um eloquente exemplo do falhanço completo do Estado.
AC 

quarta-feira, 27 de março de 2024

AMÊIJOA JAPONESA DO TEJO 
Há alguns dias li isto.
GNR apreende mais de uma tonelada de amêijoa japonesa em Alcochete
Os militares da GNR detetaram dois veículos a transportar os bivalves "em situação irregular", tendo identificado duas pessoas, de 27 e 41 anos.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) de Setúbal apreendeu na quinta-feira 1100 quilos de amêijoa japonesa, no concelho de Alcochete, apanhadas e transportados de forma ilegal, foi este sábado anunciado.
Em comunicado, o Comando Territorial de Setúbal, através do Posto Territorial de Alcochete, dá conta da apreensão, no dia 14 de março, de 1100 quilos de amêijoa japonesa (Ruditapes phippinarum), no concelho de Alcochete, no âmbito de uma operação de fiscalização da apanha e transporte de bivalves.
Os militares da GNR detetaram dois veículos a transportar os bivalves "em situação irregular", tendo identificado duas pessoas, de 27 e 41 anos, e elaborado os respetivos autos de contraordenação, por falta de documento de registo.
Depois de verificação higiossanitária, as amêijoas serão destruídas, adianta a GNR, lembrando que a captura, depósito e expedição deste tipo de bivalves, sem que sejam sujeitos a depuração ou ao controlo higiossanitário, pode colocar em causa a saúde pública, caso sejam introduzidas no consumo, devido à possível contaminação com toxinas.
Por isso mesmo, é "fundamental" o documento comprovativo da origem dos bivalves, para prevenir a sua introdução de forma irregular no consumo.

Li isto e, mais uma vez . . . . a farsa continua.
Imagens.
Quem é que, nas zonas de Alcochete, Samouco, Montijo, Rosário, Sarilhos Grandes, Seixal, etc., não sabe?
- onde esta canalha entra e sai da água, 
- onde entram e saem em viaturas inacreditáveis ou de bicicleta, 
- as viaturas que ou entram no pontão em Alcochete e carregam, ou param em vários outros locais na avenida nD. Manuel à vista de toda a gente, e carregam os diversos sacos da amêijoa.

Ontem apareceu mais esta notícia

GNR apreende mais de dois mil quilos de amêijoa no Samouco e identifica 107 pessoas
Os bivalves, adianta a GNR, depois de verificação higiossanitária, serão destruídos.
A Guarda Nacional Republicana apreendeu 2272 quilos de amêijoa japonesa e identificou 107 pessoas de nacionalidade estrangeira na localidade do Samouco, no concelho de Alcochete, no âmbito de uma operação especial de prevenção criminal naquela zona.
Em comunicado, a GNR explica que a ação desenvolvida na terça-feira pelo Destacamento Territorial do Montijo, na praia do Samouco, estava direcionada para a atividade de apanha de bivalves na bacia do Tejo, com o objetivo de promover ações de fiscalização para as questões relacionadas com a apanha da amêijoa.
Durante a operação foram elaborados cinco autos de contraordenação por excesso de tempo de permanência em território nacional, nove por irregularidade no tamanho da apanha do bivalve, um por falta de documento de registo de transporte e dois por falta de licença/autorização para o exercício da pesca.
A operação contou com o reforço da estrutura do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial de Setúbal, do Destacamento de Intervenção (DI) de Setúbal, do Comando Territorial de Beja, através do Destacamento de Trânsito de Beja, da Unidade de Intervenção (UI) da Guarda Nacional Republicana através do Grupo de Intervenção e Ordem Pública (GIOP) e da Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras (UCCF).
Os bivalves, adianta a GNR, depois de verificação higiossanitária, serão destruídos.
"A GNR relembra que a captura, depósito e expedição deste tipo de bivalves, sem que sejam sujeitos a depuração ou ao controlo higio-sanitário, pode colocar em causa a saúde pública, caso sejam introduzidas no consumo, devido à possível contaminação com toxinas, sendo o documento comprovativo da origem fundamental para a prevenção da introdução de forma irregular no consumo", refere aquela autoridade no comunicado esta quarta-feira divulgado.

Sabem há quantos anos dura esta palhaçada?
Falência do Estado, completa.
Numa coisa relativamente simples, o escândalo prossegue, anos a fio.
De vez em quando, como agora, a GNR faz umas operações e sai notícia.

E sendo isto no Tejo, nas barbas da Autoridade Marítima, a notícia não fala disso, e nomeadamente da Polícia Marítima.

Só falta virem dizer-me que esta gentalha contribuiu muito para a economia nacional, contribui muito para o alojamento local, etc.
Portugal, para quê mais palavras?
AC

domingo, 14 de janeiro de 2024

ESTADO.  AUTORIDADE  do  ESTADO
Dizem por aí que, "em 2023, saíram diariamente do rio Tejo cerca de sete toneladas de amêijoa-japonesa, o que perfaz um total de aproximadamente 2.550 toneladas. Destas, de acordo com a Polícia Marítima, terão sido apreendidas cerca de dez toneladas. Uma percentagem ínfima de um negócio ilegal que já extravasa a fronteira e que até já foi referenciado na Polónia".

Dizem também por aí - É uma ou a mais rentável de todas as atividades que se fazem ilegalmente naquele curso de água e que é explorada, de acordo com os investigadores contactados pelo Negócios, por "máfias". A amêijoa, que é vendida para países como a Espanha, França, Itália, Países Baixos ou Polónia, não é, no entanto, caso único. Há também redes organizadas que se dedicam à captura e venda de espécies muito valiosas, como são a corvina e, sobretudo, o meixão, ao qual as comunidades piscatórias, conscientes do seu valor comercial, apelidam de "ouro do rio".

Há quem indique que - "apanhar amêijoa-japonesa no Tejo pode ser mais rentável do que traficar droga". "No tráfico de droga, a moldura penal pode acabar numa condenação mínima de oito anos, para além da apreensão de bens e diversas restrições envolvendo várias gerações de familiares. Na amêijoa, o risco é bem menor. Os materiais utilizados são apreendidos, assim como os bivalves, mas condenações, de quatro ou cinco anos, são sempre suspensas por igual período. Ainda por cima, nos tribunais, há muita gente que desconhece a gravidade deste delito. Há funcionários judiciais e até magistrados que só muito recentemente se começaram a aperceber da gravidade destes casos".

Portanto, com base nisto, ilegalidades várias, imigração ilegal, fuga ao fisco, atentados à saúde pública, exploração de seres humanos, e à mistura a criminalidade diversa.
A GNR, a Polícia Marítima, as autoridades nos ministérios, das finanças, do ambiente, da economia, a ASAE, etc., desconhecem estas coisas? Porque não se acaba com isto?
E o panorama diário que se avista da ponte Vasco da Gama?
E não se sabe onde habitam (????) as centenas de criaturas romenas, asiáticas brasileiras e outras?
Sabe-se isto e muito mais.

Aqui está mais um excelente exemplo do não exercício da autoridade do Estado, da inoperância de diversas autoridades.
Falência completa, nas barbas de centenas de concidadãos em Alcochete, Seixal, Montijo, Rosário, Samouco, etc.

Mais um excelente exemplo do controlo de fronteiras, da integração de estrangeiros. etc.
Depois admiram-se.
AC 

quinta-feira, 29 de junho de 2023

TEJO

Há muitos anos, nomeadamente de 1960 para trás, apareciam golfinhos no Tejo, havia (1955) muito mexilhão e burriés por exemplo nas rochas da praia de Paço de Arcos, as águas a montante de Vila Franca de Xira eram relativamente limpas, havia muito peixe, etc.

Décadas foram passando, cada vez maior concentração de pessoas em Lisboa e arredores, cada vez mais pessoas em ambas as margens do Tejo, mais indústria, etc.

Até cerca de 1960, mesmo as descargas de esgotos para o rio, em Lisboa e arredores e na margem Sul, 

eram relativamente "absorvidas pela natureza. Deixo dois exemplos de esgotos de então, agora inativos.

Daí para cá é o que se sabe. 

Mas há dias, algumas boas notícias, os golfinhos estão a aparecer. Há que ter esperança que as coisas melhorem, que as ETAR funcionem sempre, que as indústrias se modernizem e tenham sistemas de combate à poluição de águas e atmosfera, e que o controlo e fiscalização sobre as indústrias aperte.

Mas há ainda caminho a percorrer. Até porque ainda aparecem de vez em quando sinais preocupantes, como mostro nas fotografias tiradas recentemente na zona de Alcochete. 

Há que ter esperança. 

AC

segunda-feira, 26 de junho de 2023

T  E  J  O

Outro dia houve cheias no Tejo como se estivéssemos no Inverno.

Culpada, foi a barragem espanhola de Alcântara.

Água desperdiçada. Estragos colaterais.

Agora, um calor dos diabos, afogueados andamos.

El Ninho, El Ninha, . . . . e nós!

E estamos nisto.

AC 

terça-feira, 8 de novembro de 2022

AINDA a PROPÓSITO dos TIPOS das AMÊIJOAS

Eu e poucos mais refilamos há anos sobre isto. Claro que não serve para nada, estão-se borrifando.

Mas a um autarca do próprio partido, aliás um homem que se tem revelado um bom autarca, dizem-lhe - que cada um olhasse para a parte que lhe competia (ver no final da quarta coluna esta típica resposta socialista).

Talvez o autarca de Alcochete possa pedir uns "dronezinhos" ao almirante Gouveia e Melo, que é aliás Autoridade marítima Nacional

AC


domingo, 23 de outubro de 2022

MODELOS 

Modelos do que há muitas décadas/ séculos andou nomeadamente pelo Tejo.


AC 

sábado, 18 de junho de 2022

BOM  DIA
Boa sorte, bom fim de semana, saúde.
A meter água, como Portugal
António Cabral  

segunda-feira, 2 de maio de 2022

E A POUCA VERGONHA CONTINUA

DEZENAS E DEZENAS DE BARCOS, CADA VEZ MAIS BARCOS, CERTAMENTE TODOS FISCALIZADOS, TODOS LEGAIS, TODOS EM ÓPTIMAS CONDIÇÕES.

DEZENAS  E DEZENAS DE "EMPREENDEDORES" QUE TANTA FALTA FAZEM À ECONOMIA DO PAÍS. INTEGRAÇÃO MARAVILHOSA NA SOCIEDADE PORTUGUESA.

UM BRILHANTE EXEMPLO DO QUE PARECE SER A ACÇÃO DE FISCALIZAÇÃO, A ACÇÃO DE DISSUASÃO, DE VÁRIAS ORGANIZAÇÕES, COMO OS DEPARTAMENTOS DO MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS, DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, DA AUTORIDADE MARÍTIMA. UM ENCANTO.

EM TODO O ARCO RIBEIRINHO SUL DO TEJO ISTO É CADA VEZ MAIS ESCANDALOSO.


AC