A minha presunção é de que, apesar das ordens emitidas de Bruxelas pelo patrão para não haver falatório sobre o assunto, olhos de Carneiro mal morto
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 19 de julho de 2026
A minha presunção é de que, apesar das ordens emitidas de Bruxelas pelo patrão para não haver falatório sobre o assunto, olhos de Carneiro mal morto
terça-feira, 14 de julho de 2026
MAI
Nesta telenovela envolvendo o actual MAI, Luís Neves, há várias coisas para mim estranhas mas a maior de todas é verificar que nem Carneiro nem nenhum socialista esgana o homem.
N\ao é muito curioso? Cheira-me que não é só por ele ter sido nomeado por governo Costista, não pode ser só isso. Ná . . . aqui há coisa . . .
CURIOSO
AC
sábado, 20 de junho de 2026
Como sempre acontece na vida e particularmente em Portugal, por quase tudo e para quase tudo aparece sempre quem se esganice num sentido e quem se esganice em sentido contrário. Moderação, procura do rigor aparece pouco.
Como disparate me parece o afirmar-se que Luís Neves deseje no seu íntimo encher as prisões o mais possível.
Pessoalmente, como cidadão comum, não é do meu agrado o estilo discursivo a roçar o tempestuoso que até agora Luís Neves vem empregando.
Um dos muitos problemas que o MAI tem (que nós como sociedade temos) é a segurança dos cidadãos e das infra-estruturas críticas (aqui devem entrar também as FA), e é inerentemente o nível /qualidade dos efectivos das forças de segurança. Com problemas graves!
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Ex-diretor técnico do SIRESP tentou contratar empresa “fantasma” da mulher. IGAI deverá ilibar Carlos Leitão
Proposta era que empresa Ana Leitão, Lda fosse escolhida para auditoria interna. Diretor técnico era o nome indicado pela empresa da mulher para o serviço. Mas a empresa não estava sequer constituída.
terça-feira, 26 de maio de 2026
SIRESP
Escrevi antes - Para além de tudo o mais, o SIRESP remete-me para o ditado popular: "o que nasce torto tarde ou nunca se endireita".
E escrevi mais umas linhas.
Hoje de tarde cerca das 1700 um bom amigo indicou-me onde andar para trás e ir ver mais umas notícias sobre mais uma telenovela nacional de baixa qualidade.
A sensação que me fica é que há mesmo umas embrulhadas mal esclarecidas.
O ministro Luís Neves e José Luís Carneiro já se atravessaram pelo designado chefe do SIRESP.
Aguardemos para verificar se o atravessamento não vai dar algo de Martim Moniz
António Cabral (AC)
terça-feira, 3 de março de 2026
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
RENAULT CLIO, MAI, e o COSTUME
1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.
Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.
A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5.
Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.
Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!
Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.
Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.
Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?
Um paralelismo no âmbito das reações à nomeação de Luís Neves para MAI e publicamente conhecidas.
Luís Neves, MAI, remete directamente para GNR, PSP, Protecção Civil, Bombeiros, e orgãos de comunicação social.
A síntese mais espremida de tudo o que me apercebi diz-me que, da parte dos sindicados e associações (ou pelo menos alguns) da GNR e PSP avançaram com a formulação - nomeação ATÍPICA - e referências a algumas reservas mas também um singelo optimismo.
Afirmou que o PM teima em escolhas esdrúxulas para o MAI.
Haverá quem questione a passagem de um "polícia" para MAI, coisa que, defenderão alguns, não é próprio de uma democracia madura, consolidada.
Adicionalmente há certamente quem avance com a teoria de que o PM com esta escolha quis ver se conseguia travar a nova investigação sobre a sua casa.
Luís Neves conhece certamente razoavelmente bem várias questões no âmbito da segurança interna.
Em síntese, por mim, é uma escolha/ nomeação curiosa.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
A vida ensina que há sempre melhor, que há sempre pior.
Certos jornalistas acharão uma muito boa escolha, outros assim assim etc. Idem com políticos.
Alguns opinadores acharão que Luís Neves meterá na ordem quem disso estiver precisado.
Esta nomeação, presumo, não merecerá qualquer dúvida a Carneiro mas talvez nem todos dentro do PS tenham a mesma opinião. O que dirá o execrável Ventura?
domingo, 26 de outubro de 2025
terça-feira, 23 de setembro de 2025
IGAI aponta falhas graves em instalações da PSP e GNR. Associação pede ao Governo que encerre esquadras sem condições
terça-feira, 8 de outubro de 2024
Militar da GNR causou desacatos que envolveram a PSP, na manifestação de sábado, em Guimarães, organizada pelo grupo 1143.
terça-feira, 9 de janeiro de 2024
Há coisas a acontecer no nosso país que reputo de estranhas.
terça-feira, 8 de agosto de 2023
ALGUMA COISA ESTÁ MUITO DIFERENTE?
NÃO!
As outras são algumas das dezenas que tirei andando pelas auto-estradas e por várias nacionais, o que fiz em 2017 entre 15 de Agosto e 10 de Setembro de 2017.
quinta-feira, 4 de maio de 2023
Ora leiam um exemplo dos muitos que os nossos olhos encontram por aí.
Dizendo que estas operações de combate à criminalidade, nomeadamente ao tráfico de droga, têm de ocorrer e continuarão a ocorrer "sem tréguas", o governante referiu que além desta vertente policial é, depois, necessário um trabalho mais estruturado de inclusão e de realização de projetos de vida para estas pessoas e suas famílias.
A dimensão policial é apenas uma das dimensões, havendo depois as dimensões da saúde pública, da inclusão e do acompanhamento social para se enfrentar o problema da toxicodependência, disse.
Já esta tarde, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, garantiu que a autarquia vai ser intolerante com os que vierem a ser condenados pelo crime de tráfico de droga, não permitindo que vivam em habitações municipais.
"Esperamos que os tribunais atuem de forma célere e há uma coisa que queria deixar aqui clara: todos aqueles que forem condenados por tráfico não podem viver em casas da Câmara Municipal do Porto", assegurou Rui Moreira, em reação a esta operação da PSP do Porto.
quarta-feira, 23 de novembro de 2022
CURIOSIDADES do REGIME DEMOCRÁTICO PORTUGUÊS
Vivo satisfeito no regime que Abril trouxe, é nele quero estar.
O que não quer dizer que não tenha muitas e variadas críticas ao que se passa no meu país.
O que não quer dizer que tenha dúvidas sobre a má qualidade de certa gente que se apoderou do Estado. NÃO TENHO!
No plano das curiosidades, por exemplo, é interessante para mim observar a forma distinta de nomeação dos chefes militares "vis a vis" as chefias das forças de segurança.
Como curiosas são/ foram algumas decisões e proclamações às vezes designadas por "data histórica", mas que no presente se esfumam como é o caso com a GNR. Opinião pessoal, naturalmente.
No que se refere ás forças de segurança, a nomeação das chefias máximas da PSP e da GNR é combinada/ decidida entre o Ministro da Administração Interna e o PM.
No que se refere à GNR, creio que ainda está em vigor o que coloco em baixo, pelo que para mim é curioso verificar que as notícias dos OCS sobre o assunto nunca referem nada de concreto sobre o processo, passam por cima com a conveniente, conivente, superficialidade e vénia costumeiras.
| CAPÍTULO II Estrutura de comando SECÇÃO I Comando da Guarda | ||
| Artigo 23.º Comandante-geral | ||
| 1 - O comandante-geral é um tenente-general nomeado por despacho conjunto do Primeiro-Ministro, do ministro da tutela e do membro do Governo responsável pela área da defesa nacional, ouvido o Conselho de Chefes de Estado-Maior se a nomeação recair em oficial general das Forças Armadas |
Leu-se num dos últimos DN que o MAI e o PM decidiram que o oficial que era o 2º comandante da GNR seria nomeado comandante-geral desta força de segurança. A posse ocorreu ontem, sem pompa e circunstância especial e nada de especial mencionado pelos "media" (ou "merdia"?).
Curioso, interessante, ou outra coisa qualquer, que o governo socialista ao tempo de MAI /Cabrita e com este mesmo formalmente PM tenha proclamado uma certa data como histórica, insiste agora e mais uma vez em nomear um oficial do Exército para chefiar a GNR.
Adicionalmente, gostava de saber se terão cumprido integralmente a lei. O tal concelho de chefes terá sido ouvido?
Curiosidades, para mim naturalmente, pois pode ter reunido presencial e formalmente, ou pode cada um ter assinado digitalmente um documento recebido para concordância da nomeação, ou alguns dos chefes poderão ter assinado digitalmente e pensado ou mesmo dito em surdina - "quero lá saber dessa porcaria"!
O despacho de nomeação diz que sim.
Despacho n.º 13565/2022, de 22 de novembroPublicação: Diário da República n.º 225/2022, Série II de 2022-11-22, páginas 34 - 35
Emissor: Presidência do Conselho de Ministros, Defesa Nacional e Administração Interna - Gabinetes do Primeiro-Ministro, da Ministra da Defesa Nacional e do Ministro da Administração Interna
Parte: C - Governo e Administração direta e indireta do Estado
Data de Publicação: 2022-11-22
Páginas: 34 - 35
SUMÁRIO
Nomeação como Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana do Tenente-General José Manuel Lopes dos Santos Correia
TEXTO
Despacho n.º 13565/2022
Sumário: Nomeação como Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana do Tenente-General José Manuel Lopes dos Santos Correia.
Nos termos do disposto no n.º 1 do artigo 23.º da Lei Orgânica da Guarda Nacional Republicana, aprovada pela Lei n.º 63/2007, de 6 de novembro, ouvido o Conselho de Chefes de Estado-Maior, é nomeado Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana o Tenente-General José Manuel Lopes dos Santos Correia, cuja idoneidade, competência, aptidão, formação e experiência profissionais são comummente reconhecidas e se mostram evidenciadas na síntese curricular em anexo.
O presente despacho produz efeitos a partir de 22 de novembro de 2022.
16 de novembro de 2022. - O Primeiro-Ministro, António Luís Santos da Costa. - 16 de novembro de 2022. - A Ministra da Defesa Nacional, Maria Helena Chaves Carreiras. - 15 de novembro de 2022. - O Ministro da Administração Interna, José Luís Pereira Carneiro.
domingo, 13 de novembro de 2022
Já anteriormente aqui relembrei normas Constitucionais que definem os deveres, as competências do PM e dos ministros.
Mas António Costa pela sua prática diária legitima que eu tenha o direito de pensar que ele não faz coordenação nenhuma do governo. Nunca sabe de nada, é sempre com os ministros.
O inquilino em Belém palra diariamente sobre tudo e mais alguma coisa incluindo verdadeiras tontices, e está diariamente por inúmeras vezes nos canais TV.
Obviamente que não há nenhuma pequena deslocação (quantos minutos passa no Palácio?) que o senhor faça que não seja antecipada e previamente passada à comunicação social, para que à saída nem que seja da casa de banho lhe espetem os microfones na frente para ele começar a debitar a sua já insuportável verborreia.
Vem isto a propósito de mais um artigo da jornalista Valentina Marcelino acerca da GNR e da sua ligação com a Frontex e, concretamente, acerca do avião inglês ao serviço daquela organização. Este avião, ao que se noticia, anda formalmente a fazer fiscalizações ou vigilâncias ou outra coisa qualquer nas nossas fronteiras marítimas nos Açores, fronteiras que, cumulativamente, são fronteiras da União Europeia (UE).
O título é curioso - Avião da Frontex tem equipamento de "espionagem". GNR em silêncio.
+ vigorosos protestos de ex-chefes militares,
+ falam em atentado à nossa soberania,
+ um dos chefes refere esperar que a bordo do tal avião esteja pessoal nacional qualificado que exerça um certo controlo sobre o que o avião anda a fazer,
+ reconfirmação de que a Força Aérea (FAP) nunca foi consultada sobre este assunto,
+ o tal avião inglês ao serviço da Frontex será altamente sofisticado,
+ a GNR continua muda sobre tudo isto,
+ manifestado por alguns o receio de que os dados recolhidos possam ser utilizados por forças ou entidades estrangeiras (para invadir Portugal?),
+ um general ex-chefe da FAP, lembra que "o país está neste momento a negociar o alargamento da plataforma continental em que Portugal se propõe adquirir soberania sobre um dos territórios marítimos mais extensos da Europa (mais 4,5 milhões de quilómetros quadrados), "e isto pode ser entendido como sinal de incapacidade. Não percebo como a Sra. Ministra da Defesa veio defender a iniciativa da GNR, como se fosse normal",
+ esse mesmo ex-chefe da FAP questiona o papel do actual Almirante Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas,
+ outro militar é ciado como tendo dito - Portugal é dos países com mais capacidades nessa área, investimos centenas de milhares de euros nessa capacidade que é das melhores da Europa",
+ almirante Melo Gomes lembra que "as fronteiras externas da UE nos Açores, são, em primeiro lugar, as nossas e como tal, da nossa responsabilidade soberana, e o princípio da subsidiariedade deve ser a regra e a Frontex não se deve sobrepor à ação prioritária dos Estados,
terça-feira, 8 de novembro de 2022
AINDA a PROPÓSITO dos TIPOS das AMÊIJOAS
Eu e poucos mais refilamos há anos sobre isto. Claro que não serve para nada, estão-se borrifando.
Mas a um autarca do próprio partido, aliás um homem que se tem revelado um bom autarca, dizem-lhe - que cada um olhasse para a parte que lhe competia (ver no final da quarta coluna esta típica resposta socialista).
Talvez o autarca de Alcochete possa pedir uns "dronezinhos" ao almirante Gouveia e Melo, que é aliás Autoridade marítima Nacional
AC
terça-feira, 18 de outubro de 2022
A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, negou que a GNR tenha ido além da suas competências ao pedir um avião à Frontex [Agência de Fronteiras Europeia] para patrulhar o mar dos Açores, afirmando que a missão foi planificada entre as várias instituições competentes. Certeza esta que contraria as respostas oficiais da Força Aérea e da Marinha enviadas ao DN quando questionadas sobre o tema e publicadas na edição de ontem.
"Trata-se de uma missão policial, complementar àquela que a Força Área já vem desempenhando, de vigilância, e há o trabalho que está em curso entre a Força Aérea e GNR, relativamente a uma planificação destas missões", disse a ministra à Agência Lusa.
Com esta frase a governante comentava a manchete da edição de ontem do Diário de Notícias que dava conta de um pedido da GNR à Frontex para a cedência de um avião para patrulhar o mar dos Açores, o que terá ocorrido sem comunicação à Força Aérea e à Marinha. Ao mesmo tempo Helena Carreiras colocava em xeque os esclarecimentos efetuados ao DN.
A Força Aérea frisou que "não recebeu qualquer solicitação por parte da GNR para a missão em referência", salientando que, "de acordo com a lei e no âmbito capacidades de vigilância e patrulhamento marítimo e terrestre, a Força Aérea executa missões que visem assegurar, no espaço estratégico de interesse nacional, a vigilância e o controlo das fronteiras marítimas, das atividades de contrabando aduaneiro, de tráfico de estupefacientes e de imigração ilegal, entre outras".
Em resposta ao DN, fonte oficial da Marinha adiantou também não ter recebido qualquer pedido de colaboração da GNR para patrulhamento marítimo e não tem qualquer articulação com aquela força militar neste processo.
Entretanto, o PSD entregou ontem um requerimento para que a ministra da Defesa ser ouvida na Comissão de Defesa no Parlamento e enviou ao ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, um pedido de esclarecimento sobre o tema.

