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domingo, 19 de julho de 2026

FINALMENTE

A minha presunção é de que, apesar das ordens emitidas de Bruxelas pelo patrão para não haver falatório sobre o assunto, olhos de Carneiro mal morto 
sentiu que não podia permanecer mais tempo calado perante a telenovela "Neves/ Cabrita/ Felgueiras ilimitada" e vai daí, com ar pesaroso e muito responsável, manifestou-se finalmente preocupado com a “gravidade” do caso Luís Neves, e pediu explicação “clara e inequívoca”.

E mais, acrescentou que "tem sido cuidadoso a comentar este caso porque sabe “a autoridade que deve ter a figura de um ministro da Administração Interna”. Não é Lindo?

Vamos aguardar os próximos capítulos mas penso que isto não fica por aqui, pois há vários clubes a olhar para o caso, clubes que na sombra sempre se degladiam e protegem ferozmente os seus carpinteiros perdão, associados.

AC

terça-feira, 14 de julho de 2026

MAI

Nesta telenovela envolvendo o actual MAI, Luís Neves, há várias coisas para mim estranhas mas a maior de todas é verificar que nem Carneiro nem nenhum socialista esgana o homem.

N\ao é muito curioso? Cheira-me que não é só por ele ter sido nomeado por governo Costista, não pode ser só isso. Ná . . . aqui há coisa . . . 

CURIOSO

AC

sábado, 20 de junho de 2026

MAI - POLÍCIAS

Como sempre acontece na vida e particularmente em Portugal, por quase tudo e para quase tudo aparece sempre quem se esganice num sentido e quem se esganice em sentido contrário. Moderação, procura do rigor aparece pouco.

Por exemplo, quanto à naturalmente discutível nomeação do então chefão da PJ para ministro MAI, pelo que já vi escrito em blogues há quem considere que Luís Neves vê em cada cidadão um criminoso em potência. Respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem, não posso deixar de discordar disto. Creio que roça até o disparate.

Como disparate me parece o afirmar-se que Luís Neves deseje no seu íntimo encher as prisões o mais possível. 

Pessoalmente, como cidadão comum, não é do meu agrado o estilo discursivo a roçar o tempestuoso que até agora Luís Neves vem empregando.

Tem sido quanto a segurança, quanto a imigração, foi há poucos dias  quanto ao SIRESP e "actores" envolvidos. Incêndios.

Luís Neves também já alvitrou várias coisas a propósito dos automobilistas, da sinistralidade nas estradas e ruas.

Nisto, sinistralidade, creio que o MAI devia ter melhor ponderação.

Um dos muitos problemas que o MAI tem (que nós como sociedade temos) é a segurança dos cidadãos e das infra-estruturas críticas (aqui devem entrar também as FA), e é inerentemente o nível /qualidade dos efectivos das forças de segurança. Com problemas graves!

Os últimos desenvolvimentos não só preocupam imenso como evidenciam aquilo que os honestos e responsáveis sabem há décadas: desinvestimento em esquadras e equipamento (vergonhoso arrastar do processo das câmaras, metadados, etc), pouco cuidado com os recursos humanos (selecção criteriosa, cuidada), poupanças financeiras.
Tudo dá mau resultado a prazo.

Se juntarmos o deixar crescer guetos, se juntarmos o politicamente correcto, se não olharem seriamente para o que se passa há bem mais de uma década por exemplo no Reino Unido, teremos cada vez mais problemas graves na sociedade e o crescimento dos extremismos.

Aguardemos

AC

quarta-feira, 27 de maio de 2026

SIRESP  e  Colaterais

OraBamosLáVer

Ex-diretor técnico do SIRESP tentou contratar empresa “fantasma” da mulher. IGAI deverá ilibar Carlos Leitão
Proposta era que empresa Ana Leitão, Lda fosse escolhida para auditoria interna. Diretor técnico era o nome indicado pela empresa da mulher para o serviço. Mas a empresa não estava sequer constituída
.

Continuando noticiadas várias "dúvidas" como por exemplo esta da responsabilidade do jornalista Pedro Rainho, oh sr ministro Luís Neves, em que é que ficamos?

E quanto às "sugestões" de alteração de um tal de relatório, e não divulgação de anexos?

E se aparentemente ilegalidades criminais não existiram/ não foram praticadas, do que se percebe houve no passado desconformidades, irregularidades apontadas pela inspeção das finanças, isto sendo de segundo grau de gravidade é como se nada se tivesses passado?

É tudo má vontade e percepções erradas?
Estou a lembrar-me do dr Álvaro Cunhal - olhe que não, olhe que não.

Aguardemos, mas estou convencidíssimo que vivemos mais uma telenovela Tuga de baixíssima qualidade, mais uma das várias  produzidas pela grande produtora SIRESP.

AC

terça-feira, 26 de maio de 2026

SIRESP

Escrevi antes - Para além de tudo o mais, o SIRESP remete-me para o ditado popular: "o que nasce torto tarde ou nunca se endireita".

E escrevi mais umas linhas.

Hoje de tarde cerca das 1700 um bom amigo indicou-me onde andar para trás e ir ver mais umas notícias sobre mais uma telenovela nacional de baixa qualidade.

A sensação que me fica é que há mesmo umas embrulhadas mal esclarecidas.

O ministro Luís Neves e José Luís Carneiro já se atravessaram pelo designado chefe do SIRESP.

Aguardemos para verificar se o atravessamento não vai dar algo de Martim Moniz

António Cabral (AC)

terça-feira, 3 de março de 2026

AINDA SOBRE LUÍS NEVES e MAI
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.
Depois concordo ou discordo e se me apetecer comento, argumento, dou a minha opinião.

O sururu sobre a nomeação (para mim também curiosa) de Luís Neves para MAI tem tido alguns contornos peculiares, isto para não classificar pior certos arautos.
Nomeadamente no âmbito de alguns "Komentariadores", e pés de microfone e jornalistas, desculpe-se o pleonasmo.

Uma das curiosidades (para mim naturalmente) que encontrei foi a invocação da quebra da regra democrática - separação de poderes.

Ora separação de poderes e recordando-me das aulas na Faculdade de Direito, refere-se à separação entre os três poderes: o legislativo, o executivo e o judicial, ou seja no nosso caso, a Assembleia da República, os governos e os tribunais. Ponto final parágrafo.

A expressão global judiciário não é tribunal, não é órgão de soberania.

Separação de poderes, respeito mútuo pelas competências constitucionais de cada um dos poderes, separação que deve ter em conta uma cooperação institucional leal, ao serviço do Estado, para que a sociedade e o Estado funcionem saudavelmente.

A nomeação de Luís Neves para MAI é (para mim também) discutível, mas não creio que em nada tenha a ver com separação de poderes. 
Luís neves não integrava o poder judicial.

Luís Neves enquanto homem da PJ, tal como a Polícia Marítima, a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana, não integrou o poder judicial. 
A PJ e as outras polícias colaboram na investigação, habilitam o MP, e depois as coisas seguem para tribunal ou não.
Sim, a PJ é um dos muitos departamentos da máquina do Estado. Mas creio que dizer que se insere no poder judiciário parece-me mesmo que é só para dar peso à opinião - que a PJ/ Luís Neves está no lado dos tribunais.

A nomeação de Luís Neves não tem a ver com a separação de poderes, é a minha opinião.
O que a sua nomeação para MAI eloquentemente mostra é a ausência de pessoas com categoria, com decência, com espírito de servir, com honestidade, para servirem a sociedade nos sucessivos governos.

Nos primeiros anos a seguir ao 25 de Abril era ver o corrupio de malta dos partidos a frequentar o curso de Auditor de Defesa Nacional.
A pouco e pouco muitos foram saindo da política para as negociatas, para os negócios, para o crescente número de situações à mesa do orçamento de Estado, mas nada de lugares governamentais.
Resultados estão à vista.

Recordem-se por exemplo do D. Sebastião rosa que nunca largou nem larga os negócios, ou os doutores alaranjados que também só querem negócios e facilitar negócios.

Mas ainda quanto a sururu, porque é que quando Montenegro escolheu Lúcia Amaral para MAI não houve este sururu?
Lúcia Amaral, ex juíza do Tribunal Constitucional e ex Provedora de Justiça?

Já sei, agora dá jeito porque Luís Neves conhece os contornos todos sobre a casa de Montenegro e, dizem à esquerda do PSD e à sua direita - ah, queres é travar o processo.
 Enfim, embora, para mim evidentemente, Luís Neves vir-me dizer que nada sabe da coisa e como director só providenciava meios para a instituição PJ também pode ir dar várias voltas ao bilhar grande.
Farto de malandragem estou eu!

António Cabral (AC)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

RENAULT CLIO,  MAI,  e  o  COSTUME

1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.

Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.

A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5

Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.

Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!

Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.

Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de  outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.

Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?

2. Eu explico um certo paralelismo que fiz/ faço.
Um paralelismo no âmbito das reações à nomeação de Luís Neves para MAI e publicamente conhecidas. 
Muito provavelmente desconheço ou não me apercebi de algumas.

Luís Neves, MAI, remete directamente para GNR, PSP, Protecção Civil, Bombeiros, e orgãos de comunicação social.
E remete ainda para os sindicatos e associações da GNR e da PSP que são vários, e remete para o ex-ASAE actual "patrão" dos bombeiros.

A síntese mais espremida de tudo o que me apercebi diz-me que, da parte dos sindicados e associações (ou pelo menos alguns) da GNR e PSP avançaram com a formulação - nomeação ATÍ
PICA - e referências a algumas reservas mas também um singelo optimismo.

Há quem aponte a Luís Neves ausência de força política. 

Apercebi-me que houve uma referência bastante crítica por parte de Fernando Negrão, homem do PSD de Setúbal, que agora não é deputado (o que o aborreceu?), antigo diretor-geral da PJ, e que também já foi ministro da Justiça do PSD.
Afirmou que o PM teima em escolhas esdrúxulas para o MAI.
Eu, como sou mauzinho, vejo nas críticas de Negrão recordações que terá de outros tempos. Será?

Haverá quem questione a passagem de um "polícia" para MAI, coisa que, defenderão alguns, não é próprio de uma democracia madura, consolidada.

O ex-director nacional da PJ é um homem licenciado em direito, com grande experiência profissional (desde 1995), conhece prioridades estratégicas, investigações sensíveis, tensões e guerras em vários departamento da pesada máquina do Estado, conhece certamente muitos podres de muita gente, sobretudo muitos dos que há anos andam na política ou seja, à mesa do OE.

Adicionalmente há certamente quem avance com a teoria de que o PM com esta escolha quis ver se conseguia travar a nova investigação sobre a sua casa. 

Haverá quem se interrogue porque aceitou Luís Neves ser nomeado (amanhã de manhã) MAI.

Haverá quem afirme que esta nomeação é mais uma confirmação de que a democracia está doente.

Haverá quem afiance que Montenegro fez uma escolha genial.

Haverá quem defenda que uma das razões porque o PM escolheu Luís Neves para MAI é que o ex-homem forte da PJ sabe gerir  informação, tem excelente relacionamento com muitos jornalistas.
De certeza que não vai dizer - estou a aprender!
Adicionalmente, porque Luís Neves tem profundos conhecimentos de muitos processos.

3. Deixando agora o campo das opiniões que de momento conheço sobre a nomeação que se concretizará às 1000 horas de 23 de Fevereiro, passo a uma meia dúzia de aspectos que me parecem relevantes.

Luís Neves conhece certamente razoavelmente bem várias questões no âmbito da segurança interna.
Tem certamente noção das questões salariais quer na PSP, GNR, Bombeiros.
Poderá não estar dentro dos vários temas e imbróglios da protecção civil mas é capaz de ter uma percepção global dos problemas mais agudos.
Por outro lado, se parece certo que sempre se movimentou bem no mundo da informação e da comunicação social, presumo que estará bem ciente de que o cargo que aceitou tem nesses domínios um dos seus grandes espinhos.
Em síntese, por mim, é uma escolha/ nomeação curiosa. 
Demonstra que nenhum político esteve disponível.
Aguardemos.

4. Mas, oh senhor António Cabral (não é - oh shor António), espere lá, não se vá embora.
Atão, o que é que tudo isto tem a ver com a história da sua mini-telenovela com o Clio que conseguiu "in extremis" comprar nos anos 80 do século passado??

Tem razão, peço que me perdoe, ia esquecendo.
Com o Clio que apareceu pela primeira vez em Portugal há muitas décadas (e não tem nada a ver com o Clio que hoje anda por aí)  houve até uns "outdoor" a anunciar a vinda do carro, sem o mencionar, e salvo erro era uma boneco gordo encarnado, mais ou menos do tipo do boneco da Michelin.

Portanto, fiquei com o Clio novo, a gasolina. Um carro utilitário, banalíssimo ainda que novo, dava para levar os dois miúdos, era engraçado, andava, não lhe chovia dentro, não gastava muito. Era obviamente um carro de classe média baixota, o que sempre mais ou menos fui.

Mas nas revistas dos automóveis, já não me lembro em qual, nas críticas menos simpáticas, poucas, uma das referências era que os espelhos retrovisores eram muito pequenos!

É um bocado isto, um certo paralelismo com o meu Clio de 80, que me ocorreu quando li observações de vários à nomeação de Luís Neves para MAI.

Não faço ideia se vai ter um desempenho, bom, razoável, médio ou mau. Mas vários dizem como aconteceu com o Clio de então, tem espelhos retrovisores pequeninos!

Como digo, aguardemos.

António Cabral (AC)

sábado, 21 de fevereiro de 2026

O  PÓS  LÚCIA  AMARAL

A vida ensina que há sempre melhor, que há sempre pior.
Isto dito, deve ser difícil ser pior ou melhor dito, vir a ter pior desempenho que a exonerada MAI.

Lê-se por aí que o ainda director nacional da PJ foi contactado pelo PM para o cargo de MAI, e aceitou.

Luís Neves está há muitos anos há frente da PJ, creio que conhece razoavelmente o mundo onde se vai mover.

A PJ desenvolve há anos e coordena certas acções para as quais necessita/ recebe a colaboração da Marinha, da Autoridade Marítima, da Polícia Marítima, da PSP e da GNR. Luís Neves conhece bem isto.

Dizem por aí que Luís Neves tem muitas ligações ao chamado universo do Partido Socialista. Esta escolha do PM terá apanhado muita gente de surpresa, em todos os partidos. Ainda bem.

Certos jornalistas acharão uma muito boa escolha, outros assim assim etc. Idem com políticos.
Alguns opinadores acharão que Luís Neves meterá na ordem quem disso estiver precisado.  

Esta nomeação, presumo, não merecerá qualquer dúvida a Carneiro mas talvez nem todos dentro do PS tenham a mesma opinião. O que dirá o execrável Ventura?

À pergunta - o país é um país globalmente seguro ? - encontramos as mais diversas opiniões.
Pessoalmente sei de experiência vivida que não posso ir a certas zonas.
Não me impressionam as estatísticas nem o debitado pelos chefes da PSP, GNR, Luís Neves ou Marcelo. Ponto final parágrafo. 

Não há criminalidade por aí além ??

Veremos se Luís Neves vai mandar que se acabem com guetos, e que a GNR e PSP passem a entrar rotineiramente em todo o lado. A começar por Lisboa e Porto e Setúbal.

A sua reconhecida capacidade para lidar com políticos e com a comunicação social devem ajudar a explicar as melhorias que legitimamente são de esperar.
Eu fico à espera.

Entretanto, mais um animal roubou um carro e na zona do Chiado embateu duas vezes contra o que não devia e provocou 5 feridos, creio.
Fugiu a correr, mas as câmaras de vigilância apanharam-no. Curiosamente, curiosamente repito, refugiou-se na zona do Martim Moniz, onde acabou por ser capturado.
Curiosamente.

António Cabral (AC)

domingo, 26 de outubro de 2025

NO  MELHOR  PAÍS  DO  MUNDO
(segundo certa criatura)

Libertadas em Espanha oito mulheres vítimas de rede de tráfico liderada desde o Algarve.

Lideradas do Algarve ou de outras partes do país, quantas mais redes de criminalidade (trafico humano, droga, prostituição, assaltos propriedade privada, etc.), continuarão por cá na maior?

AC

terça-feira, 23 de setembro de 2025

LÁ  ESTÁ. . . . .

IGAI aponta falhas graves em instalações da PSP e GNR. Associação pede ao Governo que encerre esquadras sem condições


Lá está, depois de 8 anos e semanas ficaram, SEM EXCEPÇÃO, TODAS catitas, requalificadas, beneficiadas, modernizadas.

Saiu o Costa mais o José Luis Carneiro ex-MAI e entrou o MontesNegros . . . . . e. . . .  PIMBA, de repente tudo a desfazer-se como que por mau milagre. 
MontesNegros voltou com as páginas para trás.

Esquadras e instalações da PSP e GNR, que estavam todas lindocas em óptimas condições de conservação, funcionalidade, preservação de intimidade e comodidade para os agentes e cidadãos e, de repente, ficaram em condições lastimáveis.

Em menos de dois anos. É obra!

Ai MontesNegros!

AC

terça-feira, 8 de outubro de 2024

MAI ordena inquérito a militar da GNR que causou desacatos em manifestação de grupo extremista
Militar da GNR causou desacatos que envolveram a PSP, na manifestação de sábado, em Guimarães, organizada pelo grupo 1143
.

Uma árvore não é a floresta.
Mas . . . 

Este caso não é mais um forte indicativo da infiltração de elementos extremistas nas forças de segurança (e nas Forças Armadas?) ?

O sistemático empurrar tudo com a barriga e passar a vida com proclamações e vacuidades dá nisto. Ou não?

Tenham um bom dia. Saúde.
AC

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

PSP, GNR e outros
Há coisas a acontecer no nosso país que reputo de estranhas. 

Concretamente, há pouco chamaram-me à atenção de que em Lisboa há movimentação de elementos da PSP em que, se percebi bem, deixaram carros inoperacionais por exemplo na zona da Assembleia da República. Adicionalmente, no Porto, também muitas movimentações de elementos das forças de segurança.

Ora, olhando ao calendário, recordo 7NOV, a data em que Costa se demitiu, embora os socialistas insistam que foi demitido. 
Recordo que até lá, creio, não tinha havido movimentações especiais de revolta, ao ponto de normalmente se considerar que o ministro José Luís Carneiro vinham dando conta do recado. 
Naturalmente que se sabia existirem muitas dificuldades e carências, em viaturas, infra-estruturas, etc.

Porquê neste momento estas movimentações?
Curioso!
AC

terça-feira, 8 de agosto de 2023

HOJE, como em 2017 e seguintes 
(4 das minhas dezenas e dezenas de fotografias de incêndios nas Beiras, e quase nada mudou desde 2017)
AC

ALGUMA COISA ESTÁ MUITO DIFERENTE?

NÃO!

Estas são fotografias minhas, as primeiras 4 tiradas da minha casa na aldeia de Monsanto. 
As outras são algumas das dezenas que tirei andando pelas auto-estradas e por várias nacionais, o que fiz em 2017 entre 15 de Agosto e 10 de Setembro de 2017.

António Cabral

quinta-feira, 4 de maio de 2023

SEMPRE a GARANTIREM ISTO e MAIS AQUILO

Ora leiam um exemplo dos muitos que os nossos olhos encontram por aí.

O ministro da Administração Interna garantiu, esta sexta-feira. que as forças policiais continuarão a combater "sem tréguas" o tráfico de droga, não havendo territórios interditos à autoridade do Estado e à salvaguarda dos direitos e das liberdades dos cidadãos. (José Carneiro, aos jornalistas, à margem das conferências da Sociedade Civil da RTP 2 a decorrer em Matosinhos, no distrito do Porto).

No Porto, e que resultou na detenção de 15 pessoas e na apreensão de 11 quilos de droga (62 mil doses), 13 mil euros, viaturas, motociclos e armas.

Dizendo que estas operações de combate à criminalidade, nomeadamente ao tráfico de droga, têm de ocorrer e continuarão a ocorrer "sem tréguas", o governante referiu que além desta vertente policial é, depois, necessário um trabalho mais estruturado de inclusão e de realização de projetos de vida para estas pessoas e suas famílias.

A dimensão policial é apenas uma das dimensões, havendo depois as dimensões da saúde pública, da inclusão e do acompanhamento social para se enfrentar o problema da toxicodependência, disse.

Já esta tarde, o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, garantiu que a autarquia vai ser intolerante com os que vierem a ser condenados pelo crime de tráfico de droga, não permitindo que vivam em habitações municipais.

"Esperamos que os tribunais atuem de forma célere e há uma coisa que queria deixar aqui clara: todos aqueles que forem condenados por tráfico não podem viver em casas da Câmara Municipal do Porto", assegurou Rui Moreira, em reação a esta operação da PSP do Porto.

Os problemas na sociedade amontoam-se, crescem, sob os olhos desta gente que confunde multicultura, inclusão, respeito pelas minorias, com, inação, incompetência, deixa andar, lassidão. 

Mas se mudarmos de tema, por exemplo para a palhaçada do momento, temos o mesmo caldo de cultura.

E o que temos? 
Garantem que sim e que não, garantem tudo. 
Querem ficar de bem com a sua consciência.
Fingem perante os cidadãos o seu elevado sentido de Estado, que tudo é límpido e transparente, clarinho como água. 
Que não há trapalhadas nenhumas, só semântica.

Um, tido como lente supremo de direito constitucional, publica um comunicado hostil porque o execrável primeiro ministro não muda um dos mais ordinários socráticos que vieram à luz do dia. 
Mas, independentemente dos velhacos motivos,  o execrável está a lembrar ao ex-professor o que é separação de poderes.

Estão bem um para o outro.

Há um pequeno problema. 
Tal como Clara Ferreira Alves já designou, este "casalinho" está a estoirar com Portugal.
Um Portugal em que inteligências em comunicação se divertem com isto tudo enquanto brincam na Beira-Baixa de aconselham este tipo de coisas, e nós que nos lixemos. 
Eles já trataram da vidinha, agora divertem-se, e esmagadora maioria dos tugas parece apreciar.
Infelizmente não tenho possibilidades para poder fugir daqui.
AC

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

CURIOSIDADES do REGIME DEMOCRÁTICO PORTUGUÊS

Vivo satisfeito no regime que Abril trouxe, é nele quero estar. 

O que não quer dizer que não tenha muitas e variadas críticas ao que se passa no meu país

O que não quer dizer que tenha dúvidas sobre a má qualidade de certa gente que se apoderou do Estado. NÃO TENHO!

No plano das curiosidades, por exemplo, é interessante para mim observar a forma distinta de nomeação dos chefes militares "vis a vis" as chefias das forças de segurança

Como curiosas são/ foram algumas decisões e proclamações às vezes designadas por "data histórica", mas que no presente se esfumam como é o caso com a GNR. Opinião pessoal, naturalmente.

No que se refere às Forças Armadas (FA) e concretamente às chefias militares, depois da politização das FA iniciada em 1994/1995 e concretizada daí em diante, de cada vez que há que substituir um chefe militar, o formalmente chamado Ministro da Defesa Nacional (MDN) (na realidade apenas ministro das FAtem chamado um a um para uma conversa cara a cara todos os generais e almirantes de três estrelas. Depois sugere um nome ao Primeiro-Ministro (PM), que em seguida o apresenta ao Presidente da República (PR). 
O PR aceita ou não o nome e é ele que dá posse ao novo chefe militar.

No que se refere ás forças de segurança, a nomeação das chefias máximas da PSP e da GNR é combinada/ decidida entre o Ministro da Administração Interna e o PM.

No que se refere à GNR, creio que ainda está em vigor o que coloco em baixo, pelo que para mim é curioso verificar que as notícias dos OCS sobre o assunto nunca referem nada de concreto sobre o processo, passam por cima com a conveniente, conivente, superficialidade e vénia costumeiras. 

CAPÍTULO II 
Estrutura de comando 
SECÇÃO I 
Comando da Guarda

  Artigo 23.º
Comandante-geral
1 - O comandante-geral é um tenente-general nomeado por despacho conjunto do Primeiro-Ministro, do ministro da tutela e do membro do Governo responsável pela área da defesa nacional, ouvido o Conselho de Chefes de Estado-Maior se a nomeação recair em oficial general das Forças Armadas

Leu-se num dos últimos DN que o MAI e o PM decidiram que o oficial que era o 2º comandante da GNR seria nomeado comandante-geral desta força de segurança. A posse ocorreu ontem, sem pompa e circunstância especial e nada de especial mencionado pelos "media" (ou "merdia"?).

Curioso, interessante, ou outra coisa qualquer, que o governo socialista ao tempo de MAI /Cabrita e com este mesmo formalmente PM tenha proclamado uma certa data como histórica, insiste agora e mais uma vez em nomear um oficial do Exército para chefiar a GNR. 

Adicionalmente, gostava de saber se terão cumprido integralmente a lei. O tal concelho de chefes terá sido ouvido?

Curiosidades, para mim naturalmente, pois pode ter reunido presencial e formalmente, ou pode cada um ter assinado digitalmente um documento recebido para concordância da nomeação, ou alguns dos chefes poderão ter assinado digitalmente e pensado ou mesmo dito em surdina - "quero lá saber dessa porcaria"!

O despacho de nomeação diz que sim.

Despacho n.º 13565/2022, de 22 de novembro
Publicação: Diário da República n.º 225/2022, Série II de 2022-11-22, páginas 34 - 35
Emissor: Presidência do Conselho de Ministros, Defesa Nacional e Administração Interna - Gabinetes do Primeiro-Ministro, da Ministra da Defesa Nacional e do Ministro da Administração Interna
Parte: C - Governo e Administração direta e indireta do Estado
Data de Publicação: 2022-11-22
Páginas: 34 - 35
SUMÁRIO
Nomeação como Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana do Tenente-General José Manuel Lopes dos Santos Correia
TEXTO
Despacho n.º 13565/2022
Sumário: Nomeação como Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana do Tenente-General José Manuel Lopes dos Santos Correia.
Nos termos do disposto no n.º 1 do artigo 23.º da Lei Orgânica da Guarda Nacional Republicana, aprovada pela Lei n.º 63/2007, de 6 de novembro, ouvido o Conselho de Chefes de Estado-Maior, é nomeado Comandante-Geral da Guarda Nacional Republicana o Tenente-General José Manuel Lopes dos Santos Correia, cuja idoneidade, competência, aptidão, formação e experiência profissionais são comummente reconhecidas e se mostram evidenciadas na síntese curricular em anexo.
O presente despacho produz efeitos a partir de 22 de novembro de 2022.
16 de novembro de 2022. - O Primeiro-Ministro, António Luís Santos da Costa. - 16 de novembro de 2022. - A Ministra da Defesa Nacional, Maria Helena Chaves Carreiras. - 15 de novembro de 2022. - O Ministro da Administração Interna, José Luís Pereira Carneiro.

Entretanto, continua em suspenso a não ocupação de cargos pelos 5 ou 6 oficiais generais já oriundos da GNR o que facilita mais promoções no Exército. 
Entretanto, continua em suspenso legislação diversa, seja quanto ao processo de nomeação do comandante-geral e outros, ou se os poderes públicos quererão continuar a ter os elementos da GNR como militares, coisa que outras forças de segurança não são.
Pois siga para Bingo, neste folclore socialista.

António Cabral (AC)

domingo, 13 de novembro de 2022

Este GOVERNO, este sr ANTÓNIO COSTA
Já anteriormente aqui relembrei normas Constitucionais que definem os deveres, as competências do PM e dos ministros. 
E, também, perante quem respondem, quer ao Presidente da República, quer politicamente à Assembleia da República.
Mas António Costa pela sua prática diária legitima que eu tenha o direito de pensar que ele não faz coordenação nenhuma do governo. Nunca sabe de nada, é sempre com os ministros.

O inquilino em Belém palra diariamente sobre tudo e mais alguma coisa incluindo verdadeiras tontices, e está diariamente por inúmeras vezes nos canais TV.
Obviamente que não há nenhuma pequena deslocação (quantos minutos passa no Palácio?) que o senhor faça que não seja antecipada e previamente passada à comunicação social, para que à saída nem que seja da casa de banho lhe espetem os microfones na frente para ele começar a debitar a sua já insuportável verborreia.

Vem isto a propósito de mais um artigo da jornalista Valentina Marcelino acerca da GNR e da sua ligação com a Frontex e, concretamente, acerca do avião inglês ao serviço daquela organização. Este avião, ao que se noticia, anda formalmente a fazer fiscalizações ou vigilâncias ou outra coisa qualquer nas nossas fronteiras marítimas nos Açores, fronteiras que, cumulativamente, são fronteiras da União Europeia (UE).
O título é curioso - Avião da Frontex tem equipamento de "espionagem". GNR em silêncio.

Do meu ponto de vista naturalmente, retira-se do artigo o seguinte:

+ vigorosos protestos de ex-chefes militares, 
+ falam em atentado à nossa soberania,
+ um dos chefes refere esperar que a bordo do tal avião esteja pessoal nacional qualificado que exerça um certo controlo sobre o que o avião anda a fazer,
+ reconfirmação de que a Força Aérea (FAP) nunca foi consultada sobre este assunto,
+ o tal avião inglês ao serviço da Frontex será altamente sofisticado,
+ a GNR continua muda sobre tudo isto,
+ manifestado por alguns o receio de que os dados recolhidos possam ser utilizados por forças ou entidades estrangeiras (para invadir Portugal?),
+ um general ex-chefe da FAP, lembra que "o país está neste momento a negociar o alargamento da plataforma continental em que Portugal se propõe adquirir soberania sobre um dos territórios marítimos mais extensos da Europa (mais 4,5 milhões de quilómetros quadrados), "e isto pode ser entendido como sinal de incapacidade. Não percebo como a Sra. Ministra da Defesa veio defender a iniciativa da GNR, como se fosse normal",
+ esse mesmo ex-chefe da FAP questiona o papel do actual Almirante Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas,
+ outro militar é ciado como tendo dito - Portugal é dos países com mais capacidades nessa área, investimos centenas de milhares de euros nessa capacidade que é das melhores da Europa",
+ almirante Melo Gomes lembra que "as fronteiras externas da UE nos Açores, são, em primeiro lugar, as nossas e como tal, da nossa responsabilidade soberana, e o princípio da subsidiariedade deve ser a regra e a Frontex não se deve sobrepor à ação prioritária dos Estados,
+ silêncio absoluto da parte de quem devia questionar tudo isto.

De facto tudo isto é estranhíssimo e creio que ninguém ficou/ fica bem nas sucessivas fotografias.

O que veio a público sobre declarações da senhora que formalmente é ministra da defesa nacional é confrangedor, para ser o mais elegante possível.

António Costa nada diz sobre o assunto. O senhor que muda de fato de banho e T-shirt em público nada diz.

Tudo isto é uma palhaçada vergonhosa e diz bem do deplorável estado a que já levaram este Estado. Em suma, explicações aos cidadãos "Nickles". Verdade seja dita, que poucos serão os cidadãos que se incomodam com estas coisas, pois as suas grandes preocupações serão, creio, com o futebol, o nacional, e o campeonato no Katar, ou Catar, ou Qatar! Ah, umas telenovelas e etc.

A senhora jornalista enumera alguns pontos interessantes, colhe muitas zangas, mas podia (já o escrevi antes) olhar mais fundo.
Por exemplo:
> como se desenrolou o pedido para vir o avião? 
    >> GNR directamente à Frontex? 
    >> GNR que informou previamente o ministro Carneiro (MAI), ou                 só depois da coisa concretizada?
    >> MNE não deve ser mantido ao corrente?
    >> MAI informou a sua colega MDN?
    >> MDN informou o almirante CEMGFA?
    >> MAI informou previamente o PM?
    >> o governo regional dos Açores estava informado da chegada e futura actividade do avião?
    >> o PM manteve o Presidente da República informado?
> o avião foi autorizado a estar baseado onde? A FAP não foi metida no assunto? Ou o aviãozinho "dorme no ar"?
> os voos do avião são seguidos/ controlados pelos sistemas nacionais civis e militares de controlo do espaço aéreo, o nacional e aquele sobre o Atlântico Norte onde Portugal tem por exemplo responsabilidades SAR (Search and Rescue)?
> e se são, o avião voa só dentro das 12 milhas ou anda a voar dentro da ZEE como bem lhe apetecer? E se o fizer como correm as coisas depois quando regressa à base? A base é nas Lajes?
> ou o avião anda TAMBÉM a fazer observações em certas zonas da 
ZEE dos Açores onde se sabe da existência de áreas importantes devido à natureza dos seus fundos?

A terminar, e para não ser demasiado assertivo, o silêncio ensurdecedor à volta deste caso é LAMENTÁVEL.

Naturalmente que nada disto tem a ver com o nosso pedido de extensão da plataforma Continental que "dorme" na ONU desde 2009!
Aguardemos para ver até onde isto vai.
António Cabral (AC)

terça-feira, 8 de novembro de 2022

AINDA a PROPÓSITO dos TIPOS das AMÊIJOAS

Eu e poucos mais refilamos há anos sobre isto. Claro que não serve para nada, estão-se borrifando.

Mas a um autarca do próprio partido, aliás um homem que se tem revelado um bom autarca, dizem-lhe - que cada um olhasse para a parte que lhe competia (ver no final da quarta coluna esta típica resposta socialista).

Talvez o autarca de Alcochete possa pedir uns "dronezinhos" ao almirante Gouveia e Melo, que é aliás Autoridade marítima Nacional

AC


terça-feira, 18 de outubro de 2022

PROSSEGUEM  COMO  DE  COSTUME
Com a maior desfaçatez, sem transparência, sem rigor, disfarçando, e é legítimo pensar estarem a recorrer a mentiras.
Ontem o DN noticiava uma decisão da GNR, em ter pedido a colaboração de um avião da FRONTEX para patrulhar águas dos Açores. Uma notícia contendo variados motivos de preocupação.
Hoje o DN relata a notícia transcrita em baixo e centrada em declarações da tal senhora a melhor preparada de sempre para ser MDN.
A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, negou que a GNR tenha ido além da suas competências ao pedir um avião à Frontex [Agência de Fronteiras Europeia] para patrulhar o mar dos Açores, afirmando que a missão foi planificada entre as várias instituições competentes. Certeza esta que contraria as respostas oficiais da Força Aérea e da Marinha enviadas ao DN quando questionadas sobre o tema e publicadas na edição de ontem.

"Trata-se de uma missão policial, complementar àquela que a Força Área já vem desempenhando, de vigilância, e há o trabalho que está em curso entre a Força Aérea e GNR, relativamente a uma planificação destas missões", disse a ministra à Agência Lusa.

Com esta frase a governante comentava a manchete da edição de ontem do Diário de Notícias que dava conta de um pedido da GNR à Frontex para a cedência de um avião para patrulhar o mar dos Açores, o que terá ocorrido sem comunicação à Força Aérea e à Marinha. Ao mesmo tempo Helena Carreiras colocava em xeque os esclarecimentos efetuados ao DN.

A Força Aérea frisou que "não recebeu qualquer solicitação por parte da GNR para a missão em referência", salientando que, "de acordo com a lei e no âmbito capacidades de vigilância e patrulhamento marítimo e terrestre, a Força Aérea executa missões que visem assegurar, no espaço estratégico de interesse nacional, a vigilância e o controlo das fronteiras marítimas, das atividades de contrabando aduaneiro, de tráfico de estupefacientes e de imigração ilegal, entre outras".

Em resposta ao DN, fonte oficial da Marinha adiantou também não ter recebido qualquer pedido de colaboração da GNR para patrulhamento marítimo e não tem qualquer articulação com aquela força militar neste processo.

Entretanto, o PSD entregou ontem um requerimento para que a ministra da Defesa ser ouvida na Comissão de Defesa no Parlamento e enviou ao ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, um pedido de esclarecimento sobre o tema.


O que veio Helena Carreiras fazer?
Fingir que está a defender as competências da Marinha e particularmente as da Força Aérea?
Fingir que está tudo bem?
Se veio a público, porque fala em "planificação com várias instituições competentes"?
Porque não refere coisas concretas?
Porque vem esta senhora a público, e não o ministro Carneiro?
António Costa como sempre está teoricamente a leste de tudo, os ministros não lhe dizem nada.
Marcelo não tem que se pronunciar para respeitar a separação de poderes e nem é comandante superficial perdão, supremo das Forças Armadas.
Porque pediu a GNR um avião à FRONTEX para missão de fiscalização nos Açores e não na Madeira , ou no Continente ou se seguirão aos Açores?
Esta "cena" é mais um capítulo do que crescentemente se passa com a GNR, com cobertura política descarada.
Mas há aqui muito mais porcaria.
Um avião destes não vem para território nacional sem primeiro pelos canais diplomáticos as coisas serem combinadas.
Depois as autoridades dos Açores têm que ser informadas.
Depois há que tratar do local para base do avião. 
Será na base aérea das Lajes? Se sim, então a Força Aérea sabia.
Isto é uma pequenina parte do que um jornalista que não fosse tolo quereria saber sobre este assunto. 
Mas é o que temos, é como estamos, desgraçadamente.
António Cabral