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sábado, 20 de junho de 2026

MAI - POLÍCIAS

Como sempre acontece na vida e particularmente em Portugal, por quase tudo e para quase tudo aparece sempre quem se esganice num sentido e quem se esganice em sentido contrário. Moderação, procura do rigor aparece pouco.

Por exemplo, quanto à naturalmente discutível nomeação do então chefão da PJ para ministro MAI, pelo que já vi escrito em blogues há quem considere que Luís Neves vê em cada cidadão um criminoso em potência. Respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem, não posso deixar de discordar disto. Creio que roça até o disparate.

Como disparate me parece o afirmar-se que Luís Neves deseje no seu íntimo encher as prisões o mais possível. 

Pessoalmente, como cidadão comum, não é do meu agrado o estilo discursivo a roçar o tempestuoso que até agora Luís Neves vem empregando.

Tem sido quanto a segurança, quanto a imigração, foi há poucos dias  quanto ao SIRESP e "actores" envolvidos. Incêndios.

Luís Neves também já alvitrou várias coisas a propósito dos automobilistas, da sinistralidade nas estradas e ruas.

Nisto, sinistralidade, creio que o MAI devia ter melhor ponderação.

Um dos muitos problemas que o MAI tem (que nós como sociedade temos) é a segurança dos cidadãos e das infra-estruturas críticas (aqui devem entrar também as FA), e é inerentemente o nível /qualidade dos efectivos das forças de segurança. Com problemas graves!

Os últimos desenvolvimentos não só preocupam imenso como evidenciam aquilo que os honestos e responsáveis sabem há décadas: desinvestimento em esquadras e equipamento (vergonhoso arrastar do processo das câmaras, metadados, etc), pouco cuidado com os recursos humanos (selecção criteriosa, cuidada), poupanças financeiras.
Tudo dá mau resultado a prazo.

Se juntarmos o deixar crescer guetos, se juntarmos o politicamente correcto, se não olharem seriamente para o que se passa há bem mais de uma década por exemplo no Reino Unido, teremos cada vez mais problemas graves na sociedade e o crescimento dos extremismos.

Aguardemos

AC

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

GUETO, PR, PSP, VIOLÊNCIA........ETC
Nos últimos dias a sociedade Portuguesa foi confrontada com notícias acerca de distúrbios num bairro de miséria, execrável, existência insuportável sob qualquer perspectiva.
Mas existe, e outros como ele, ás portas de cidades grandes, médias, pequenas, e em vilas e aldeias. Neste País da Europa, da UE, o País que virou a página.

Não, não virou, e é desde Mario Soares inclusive, em nenhum governo se virou esta página, ainda que muito bairro da lata tenha desaparecido, mas basta ir a Estremoz, Castelo Branco, Porto, arredores de Lisboa, Almada, Seixal, Montijo, Setúbal, etc. para ver o que por aí anda, etnias várias acantonadas. 
Os governos centrais e as autarquias fecham muitas vezes os olhos.

Mas voltando ao tema, notícias ainda sobre a subsequente intervenção da PSP no tal bairro, e sobre se houve ou não intervenção desproporcionada.
Notícias várias sobre racismo ou não e, claro, comentadores vários a favor e contra, de tudo, incluindo o presidente da associação 25 de Abril concretamente respondendo a um articulista de um jornal.
Santana Lopes já lá esteve, parece que em fraca companhia, que seria desconhecida.
O sr Cabrita não, mas declarou que o seu apelido é também Jamaica.
Pelo que parece, aliás noticiado no sítio da Presidência ainda que sem o referir como eu vou dizer agora, o Presidente dos milhões de afectos foi à socapa ao bairro Jamaica. À socapa.
Mas estão a aparecer por aí várias selfies.
Diz-me quem viu e sabe e eu acredito, que um dos sorridentes fotografados ao lado de Marcelo é um cidadão que agrediu um agente da PSP.
E há horas, parece que andam por aí indignações sindicalistas da PSP acerca dessa visita de Marcelo.
Como já referi há dias num post sobre o assunto, tenho escassa informação para poder afirmar certas coisas com segurança Nesse post deixei muitas interrogações que me assaltam o espírito.

Ainda assim, sobre estes últimos desenvolvimentos parece-me claro:
> A escapadela de Marcelo foi diferente da maioria de outras, não anunciada, o que me dá o legítimo direito de ponderar sobre isso, pois Marcelo já foi a muito sítio de repente, por exemplo, quase tendo chegado antes da tragédia ao local onde infelizmente se foi espatifar uma aeronave.
> Que Marcelo tem alguma razão no remoque que genericamente deu a seguir ás declarações do sindicalista da PSP.
> Que Marcelo não se pode queixar, foi fotografado com um agressor, o resto é conversa, e as justificações dadas servirão para caloiro entrado na faculdade de direito.
> Que o sindicalista da PSP tem alguma razão quanto ao que Marcelo não tem feito/ visitado, mas devia saber que Marcelo luta por votos  e em muitos casos fica-se por dizer que se devem respeitar as instituições.

É o que temos, é como estamos, e assim infelizmente continuamos.
Um País desenvolvido, com miséria por muito lado, visível e invisível muitas vezes, e quanto a instituições e quanto a quem se devia dar ao respeito, não estamos nada bem.
É o que me parece, mas como sempre admito que posso estar enganado.
AC 

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Dos ACÓLITOS do PCP
"Câmara do Seixal exige tolerância zero à poluição industrial".
E estão cheios de razão, o ar que se respira deve ser mais do que prejudicial para as populações.
Pena só agora tão firmemente refilarem.
Pena não terem gritado à mais tempo "tolerância zero aos guetos habitacionais"
Mas é o que temos!!!
AC