Como amiúde confesso por aqui tenho escassa paciência para escutar os canais televisivos particularmente os nacionais. Gasto muito pouco do meu tempo a olhar para o televisor.
Tenho amigos que de vez em quando me sugerem usar a tecnologia e andar para trás para visionar certas coisas mais "apetitosas", ás vezes "verdadeiras pérolas da tugolândia televisiva".
Acresce que de vez em quando entro na sala e se o televisor estiver ligado olho fugazmente mas normalmente fujo.
Acontece que ás vezes vou lá e faço um zapping e depois vou embora. Raramente me entusiasmo a ficar a olhar sobretudo os nossos canais noticiosos.
Nesta medida muito pouco escuto a maioria dos comentadores seja sobre que assunto for, mas então quanto aos comentadores residentes de certos canais ainda mais raramente me martirizo com isso.
Ao longo do tempo já calhou escutar um pouco os comentadores sobre a guerra na Ucrânia, sobre a do Médio Oriente e outras. Comentadores civis e militares na reserva/ reformados.
No caso do general do Exército que está no título deste texto, respeitosamente me parece ser um dos mais. . . . digamos . . . curiosos . . . . . na análise e. . . .exposição de argumentos!!!!!
Já tropecei ocasionalmente numa ou outra tirada do senhor que me deixou entre o boquiaberto e estarrecido, e normalmente não perco tempo em frente ao televisor como já realcei.
Mas olhando a certos discursos, na UE, na NATO, e na "tugolândia", esta afirmação do general - “Digam-nos lá se os russos nos vão atacar ou se estão a perder a guerra, porque ambas as coisas não podem ser verdade simultaneamente" - parece-me fazer algum sentido.
As duas coisas parecem-me de facto antagónicas.
Ou estou a ver mal as coisas?
No futebol (como na guerra), a quem está a perder clara e rotundamente a mais de meio da 2ª parte e sempre encostado às redes da baliza, não me parece que cumulativamente se possa afirmar com total segurança - ele vai marcar de repente 3 golos.
Pessoalmente estou cada vez mais preocupado, pois casos como este de começar a atingir torres de refrigeração de centrais nucleares parecem-me indícios fortes de pretender-se (de um lado e outro) escalar rapidamente o conflito.
Que patamar seguinte? Material nuclear táctico? Hummmm . . . .
Mas enfim, aguardemos pelo evoluir da coisa.
Uma outra coisa me parece certa, o apelo ao armamento e guerra em certas cabeças e países está mais do que evidente.
Basta ler notícias desta 2ª feira.
AC

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