Há muito por onde escolher como maravilha das maravilhas.
Hoje vou começar pelos centros de dados.
Imagino que muito poucos portugueses se lembrarão ou conhecerão (até de vista) um cubo enorme, escuro, que foi construído nos tempos da gloriosa Pt dos ilustríssimo Bava e companhia, e se vê ao longe quando vamos pela auto-estrada lá para as zonas da Covilhã.
Não sei bem se aquilo que creio já foi vendido é um verdadeiro centro de dados ou não, daqueles de que muito se fala, como por exemplo daquele em Sines que poderá ter dado uns ligeiros incómodos ao sr Costa. (que na realidade não se incomoda com nada a não ser com o tratar da sua vidinha).
Dizem por aí, por cá e lá por fora, que os centros de dados consomem imensa electricidade e água e são e serão um problema bicudo para o ambiente. Nada de especialmente preocupante, evidentemente.
Lá por fora incluindo EUA, vão surgindo crescentes protestos e vai daí, cada vez mais, os chamados grandes além de plantarem dessas coisas no próprio território (nos EUA, China, Índia, Rússia, etc não faltam zonas inóspitas onde plantar isso) andam a plantar também nos territórios "amigos" e subservientes como é o caso da tugolândia.
Um dos actuais "furiosos" da coisa é o ministro Matias.
Que se faz com esses centros de dados? Guardar dados evidentemente, dados de toda a gente, dados dos países, dados das pessoas, de milhões e milhões de pessoas, incluindo textos que aqui escrevo.
Mas não apanham fotografias e outras coisas minhas no "tromba livro", instagram, twitter, e etc pois não tenho contas nessas coisas: só tenho este modesto blogue.
Claro que a minha fotografia deve estar arquivada em vários sítios, pois durante uns tempos fui mais ou menos proeminente, além de que as câmaras nas ruas, lojas, centros comerciais, supermercados, farmácias, estações de caminhos de ferro, restaurantes ou seja os espaços públicos mais diversos, também me captam nas minhas andanças e caminhadas.
E depois sabem por onde ando muitas vezes como acontece com imensa gente pois paga-se muita coisa com cartão de plástico.
Para os centros de dados, e para os grandes da IA interessa-lhes que se lhes forneça energia e água baratas, terrenos, e não os incomodem. Que não os incomodem com nada.
Precisam de terrenos, sossego, que lhes forneçam tudo e cada vez mais potentes máquinas, mais inteligentes, muitos "chips", etc.
Precisam de ganhar milhões em bolsa.
Precisam que não os importunem por causa das pouca vergonhas.
Quantas fotovoltaicas por cá já existem?
Muitas, basta andar de carro pela A1 e outras auto-estradas e, sobretudo, por estradas nacionais por exemplo no Ribatejo, Alentejo, Beiras.
Quantos centos de dados já por cá existem ? Consta que dezenas!
Mas isso causa preocupações?
Vê-se.
Fico por aqui.
Tenham um bom dia.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida
Boa sorte, felicidades.
AC
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