ÁS VEZES, QUE FAZ PIOR, GUERRA, CATÁSTROFE ou POLÍTICA?
Tema certamente discutível.
Mas exemplos há que nos fazem pensar. E muito.
Em Portugal, e não só por causa das vagas de incêndios, existem inúmeros casos em que, face ao abandono que se constata se chega à conclusão que a perniciosa acção de certos políticos foi mais nefasta que se lá tivesse eclodido a guerra ou uma catástrofe natural inesperada.
Não vou mostrar nada nacional, fico com os milhares de minhas fotografias que ilustram, quer o que de bom existe em certas partes do meu País quer, também, muita desgraça, abandono, miséria.
Uma gritante e vergonhosa desigualdade.
Vou ilustrar em palavras a frase/ interrogação que dá título ao post, com uma comparação que mão amiga me fez chegar.
Por qualquer anomalia que ainda não descobri não estou a conseguir aqui colocar as fotografias. Mas procurem na NET.
Vou mostrar dois casos lá de fora.
Um é japonês e outro é americano.
As fotografias, se consultarem a NET, são bem ilustrativas de, num caso, resultado de uma ponderada definição de objectivos e de boas políticas e depois a sua concretização ao longo de anos.
Em contraste, procurem as imagens actuais de uma cidade nos EUA outrora uma coisa florescente, e que hoje é o trágico resultado de políticas desastrosas as quais, foram prosseguidas por incompetentes políticos executando políticas erradas.
Estou a referir-me ao ponto de partida, que é HIROSHIMA.
Conhecido o que lá aconteceu.
Procurem o que ainda era Hiroshima em 1952; estava como em 6 de Agosto de 1945.
Procurem o que era Detroit nesse ano.
Agora procurem, passados 65 anos, como está Hiroshima e como está Detroit.
Políticos incompetentes, cá como lá fora, podem ao fim de décadas causar mais estragos que uma bomba?
E por cá, neste desgraçado país?
Dá que pensar?
António Cabral
Ps: 65-ans-apres 1-21.pps Foi o que me fizeram chegar; impressionante.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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terça-feira, 24 de outubro de 2017
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domingo, 22 de outubro de 2017
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
O ESTADO a que CHEGÁMOS
NEGRO!
Alguns pensarão - estás a bater muitas vezes na mesma tecla.
Paciência. Continuarei a aguardar por comentários e contraditórios construtivos e, sobretudo, gostava que instrutivos e esclarecedores.
Há copos cheios, copos vazios, com os cofres idem, garrafas meio cheias meio vazias. Para todos os gostos. E se a opinião de cada um deve ser respeitada e eu respeito concordando ou discordando, convirá olhar a factos. Sem esticar ou encolher nenhum eixo seja de que gráfico for.
Infelizmente não me devo enganar.
O meu desgraçado País não está a sair da cepa torta. Vai piorando. Andamos com afectos e homenagens a torto e direito, repescando este e aquele, medalhando aqui e acolá, esquecendo sempre o mal que alguns fizeram ao País, porque há vida para lá disso, não é?.
Mas, e a realidade?
A realidade transmitida pelos media é mais do que uma, e sempre aveludada nuns casos, ou amargada em outros. As zangas dos sindicatos desapareceram, as greves quase idem, como se os problemas tivessem sido solucionados em seis meses. Não se consegue saber com rigor e honestidade intelectual quem está quem saiu quem regressou.
Os media referem coisas e omitem parte dos factos, como por exemplo, que um dado personagem anos atrás assaltou com outros o paquete Sta Maria, mas esquecem, convenientemente, que os assaltantes assassinaram.
A senhora que, empregada em duas casas do prédio de uma idosa que bem conheço, está a implorar para lhe ser outorgada pelo condomínio a limpeza das escadas, é uma outra realidade.
As mortes em 4 de Setembro salvo erro, no curso de comandos, e parece que apenas há dois dias foi designada uma procuradora especial (??) para investigar o caso, enquanto no "sítio" do Exército se encontra um comunicado em que se pode ler - Devido à complexidade do processo, prevê-se que o relatório final da inspeção esteja concluído até ao final do corrente ano - é uma outra realidade.
Desfilar realidades é infindável. Não cabe aqui.
Desde a adesão ao euro que se vive uma anemia económica inacreditável. Dizer anemia é ser simpático.
As desigualdade aí continuam, porventura agravando-se.
PSD e CDS dizem e apresentam gráficos que mostram certas tendências. O PS apresenta outros gráficos que ilustram tendências opostas. A nenhum deles cresce o nariz. Nem aos do PCP, Melancias e BE.
Mas estamos no bom caminho, como se vê, observando os sacos de quem sai dos supermercados, o que se pede ao sapateiro (como observei hoje), o que se pede na farmácia, o que se almoça (??) no café, o que se compra em grandes armazéns, e por aí fora.
Visitem o que fica para Leste de uma linha imaginária de Norte a Sul traçada a cerca de 50 Km da costa Ocidental. E verão o progresso e desenvolvimento do País.
AC
NEGRO!
Alguns pensarão - estás a bater muitas vezes na mesma tecla.
Paciência. Continuarei a aguardar por comentários e contraditórios construtivos e, sobretudo, gostava que instrutivos e esclarecedores.
Há copos cheios, copos vazios, com os cofres idem, garrafas meio cheias meio vazias. Para todos os gostos. E se a opinião de cada um deve ser respeitada e eu respeito concordando ou discordando, convirá olhar a factos. Sem esticar ou encolher nenhum eixo seja de que gráfico for.
Infelizmente não me devo enganar.
O meu desgraçado País não está a sair da cepa torta. Vai piorando. Andamos com afectos e homenagens a torto e direito, repescando este e aquele, medalhando aqui e acolá, esquecendo sempre o mal que alguns fizeram ao País, porque há vida para lá disso, não é?.
Mas, e a realidade?
A realidade transmitida pelos media é mais do que uma, e sempre aveludada nuns casos, ou amargada em outros. As zangas dos sindicatos desapareceram, as greves quase idem, como se os problemas tivessem sido solucionados em seis meses. Não se consegue saber com rigor e honestidade intelectual quem está quem saiu quem regressou.
Os media referem coisas e omitem parte dos factos, como por exemplo, que um dado personagem anos atrás assaltou com outros o paquete Sta Maria, mas esquecem, convenientemente, que os assaltantes assassinaram.
A senhora que, empregada em duas casas do prédio de uma idosa que bem conheço, está a implorar para lhe ser outorgada pelo condomínio a limpeza das escadas, é uma outra realidade.
As mortes em 4 de Setembro salvo erro, no curso de comandos, e parece que apenas há dois dias foi designada uma procuradora especial (??) para investigar o caso, enquanto no "sítio" do Exército se encontra um comunicado em que se pode ler - Devido à complexidade do processo, prevê-se que o relatório final da inspeção esteja concluído até ao final do corrente ano - é uma outra realidade.
Desfilar realidades é infindável. Não cabe aqui.
Desde a adesão ao euro que se vive uma anemia económica inacreditável. Dizer anemia é ser simpático.
As desigualdade aí continuam, porventura agravando-se.
PSD e CDS dizem e apresentam gráficos que mostram certas tendências. O PS apresenta outros gráficos que ilustram tendências opostas. A nenhum deles cresce o nariz. Nem aos do PCP, Melancias e BE.
Mas estamos no bom caminho, como se vê, observando os sacos de quem sai dos supermercados, o que se pede ao sapateiro (como observei hoje), o que se pede na farmácia, o que se almoça (??) no café, o que se compra em grandes armazéns, e por aí fora.
Visitem o que fica para Leste de uma linha imaginária de Norte a Sul traçada a cerca de 50 Km da costa Ocidental. E verão o progresso e desenvolvimento do País.
AC
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