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terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

CHARLIE  BROWN
Este boneco terá deixado de ser publicado em jornal neste dia 13 de Fevereiro mas há 24 anos. 
Julgo que depois desta data foi ainda aparecendo, copiado, por aqui e por ali.
Boneco que apareceu em 1950, integrava uma série "Peanuts", com outra bonecada.

Relembro isto a propósito da efeméride que já assinalei esta manhã.
Mas, também, porque há dias em que sabe imensamente bem estar em casa, andando de livro para livro, preparando papelada muito antiga para amanhã deitar no contentor respectivo, vasculhando arquivos em estantes armários e gavetas.

Saltando de álbum de fotografias para outros verificando, por exemplo, que ainda outro dia um deles estava a festejar os seis anitos e o maroto está a olhar já para os seus 17. 
Ou outro que ainda agora o via de memória recém nascido e o maroto já dobrou os 20. 
E os outros? 
Este avô está menos novo mas, por enquanto, felizmente, recomenda-se.

Sim, na 3ª Feira de Carnaval estive sempre em casa, estivemos, raros telefonemas, e sim muito entretido com o que refiro, e leituras, e uns minutos aqui no teclado. 
E sim, bebi um bom copo a seguir ao almoço.

AC

quinta-feira, 10 de junho de 2021

8  9  0

890, SIM, é um número com 3 algarismos. Sim é o penúltimo número apresentado publicamente quanto aos infectados Covid-19.
E sim, a idade dos doentes internados em Portugal parece de momento ir baixando. Dizem que o aumento de casos em Lisboa já se reflecte nas hospitalizações. Parece que o número de doentes internados em Lisboa e Vale do Tejo aumentou em poucas semanas e a região está agora a acolher cerca de 60% das hospitalizações do país. Mas SIM, o último nº passou para 910 se vi bem.

Nada de especial, nada de alarmante. Tenhamos sensatez, oh juventude, e deixem-se testar. Haja bom senso, pede o Presidente desta República. Nada de alarmistas, nada de alarmismos. 
Lisboa não é Portugal, ora essa! E no Bairro Alto tudo se passa no maior respeito por regras e tudo o mais. Ah, convém repetir, o aumento de casos é culpa dos festejos por ocasião do Sporting campeão da bola.

E lembrou o Presidente, juízo (expressão minha para o que ele dissesenão as pessoas descolam e fazem o que lhes passa pela cabeça e desconfinam de acordo com a sua livre vontade."
O Presidente recomendou uma metodologia de desconfinamento devidamente seguro, sensato e de acordo com regras, recomendou que quem faz o discurso das regras do desconfinamento não faça de tal maneira que o povo, não ligue nenhuma (expressão minha). 
Ah, Marcelo aconselhou, ainda, as pessoas a terem "juízo em relação ao número de casos".

Porque é que cada vez mais tenho a sensação que Marcelo, Costa e etc., vivem numa estratosfera celestial e não no Portugal real onde, milhares de pessoas não cumprem regras quaisquer que sejam, e não só a propósito da pandemia. Mas o discurso dos melhores, e Guterres na ONU, e etc. A realidade concreta, por cá,………..
E a bovinidade é tanta que continuam contentinhos, com este governo, com esta vergonhosa oposição, com esta AR, com este Presidente (que cada vez mais se comporta como reizinho, como se verificou de novo na Madeira), com esses magistrados, com este Tribunal Constitucional, etc.

Nem que se fizesse um desenho acreditam que isto não está, e não é, como eles dizem. 
É tal como com esta coisa que anda agora um pouco na berlinda dos OCS, mas a que a esmagadora maioria dos portugueses não quer saber disso para nada: a defesa nacional e as Forças Armadas. 
Condecore-se os estandartes do EMGFA, EMA, EME, EMFA, e com uns bons almocinhos na Quinta da Vigia (que bem conheço e onde comi muito bem) e a coisa acalma certamente.
Portugal, pequenino, mas cada vez mais um torrãozinho de açúcar.
António Cabral (AC)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

ESTADO: QUESTÕES de HIERARQUIA
Isto vem-me muitas vezes à cabeça mas, nas últimas semanas, tem sido uma constante diária.
Perguntarão porquê. Simples, de cada vez que ouço ou leio as diversas criaturas que por aí andam fico mais estarrecido.
Nas funções do Estado, e a tropa fandanga que grita e gesticula na AR não sabe ou então está muito esquecida, existe uma hierarquia, hierarquia que tem de ser tida em conta.
Mas esta gentalha está-se borrifando, completa e ostensivamente, e esta é uma das várias razões para o estado caótico do Estado.
Em primeiro lugar estão as questões de segurança, só depois a justiça e, em terceiro lugar, o bem-estar, o bem-estar dos cidadãos.
O que se verifica é o bem-estar continuado dos senhores em, Belém, em S.Bento, nas fundações, nas lojas, nos escritóriozinhos, nos condomínios de luxo, e nas diversas organizações da pesadíssima máquina do Estado que a esmagadora maioria dos cidadãos nem sonha que existem.
O bem-estar do nepotismo, do amiguismo, da clientela, dos irmãos, da seita.
Como se vê bem pelos últimos anos, não há bem-estar sem justiça, e com a que temos cada vez me sinto mais inseguro. 
Presumo que estou em companhia de milhões. Infelizmente.
Desgraçados de nós, cidadãos comuns.
AC

terça-feira, 24 de outubro de 2017

ÁS VEZES,  QUE FAZ PIOR, GUERRA, CATÁSTROFE ou POLÍTICA?
Tema certamente discutível. 
Mas exemplos há que nos fazem pensar. E muito.
Em Portugal, e não só por causa das vagas de incêndios, existem inúmeros casos em que, face ao abandono que se constata se chega à conclusão que a perniciosa acção de certos políticos foi mais nefasta que se lá tivesse eclodido a guerra ou uma catástrofe natural inesperada.
Não vou mostrar nada nacional, fico com os milhares de minhas fotografias que ilustram, quer o que de bom existe em certas partes do meu País quer, também, muita desgraça, abandono, miséria.
Uma gritante e vergonhosa desigualdade.
Vou ilustrar em palavras a frase/ interrogação que dá título ao post, com uma comparação que mão amiga me fez chegar.
Por qualquer anomalia que ainda não descobri não estou a conseguir aqui colocar as fotografias. Mas procurem na NET.
Vou mostrar dois casos lá de fora.
Um é japonês e outro é americano. 
As fotografias, se consultarem a NET, são bem ilustrativas de, num caso, resultado de uma ponderada definição de objectivos e de boas políticas e depois a sua concretização ao longo de anos.
Em contraste, procurem as imagens actuais  de uma cidade nos EUA outrora uma coisa florescente, e que hoje é o trágico resultado de políticas desastrosas as quais, foram prosseguidas por incompetentes políticos executando políticas erradas.
Estou a referir-me ao ponto de partida, que é HIROSHIMA.
Conhecido o que lá aconteceu.
Procurem o que ainda era Hiroshima em 1952; estava como em 6 de Agosto de 1945.
Procurem o que era Detroit nesse ano.
Agora procurem, passados 65 anos, como está Hiroshima e como está Detroit.
Políticos incompetentes, cá como lá fora, podem ao fim de décadas causar mais estragos que uma bomba?
E por cá, neste desgraçado país?
Dá que pensar?
António Cabral

Ps: 65-ans-apres 1-21.pps  Foi o que me fizeram chegar; impressionante.

domingo, 22 de outubro de 2017

A  TER  SEMPRE  PRESENTE
" A ignorância e o preconceito foram sempre maus conselheiros do progresso e do bem-estar

Por que raio me fui lembrar disto, agora?
AC