AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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domingo, 3 de maio de 2026
sábado, 12 de agosto de 2023
terça-feira, 11 de julho de 2023
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
E S T A D O
A nossa Constituição, a Constituição da República Portuguesa (CRP), define no Artigo 2º que a República Portuguesa é um Estado de Direito Democrático.
A nossa Constituição, a Constituição da República Portuguesa (CRP), define no Artigo 2º que a República Portuguesa é um Estado de Direito Democrático.
A menos que eu esteja a ver mal, em lado nenhum no texto da CRP se explica com detalhe aos portugueses o que é o Estado.
Mas, por exemplo:
Art. 3º - O Estado subordina-se à Constituição….
Art. 6º - O Estado é unitário….
Art. 9º - Tarefas fundamentais do Estado….
Art. 22º - O Estado e as demais entidades públicas são civilmente….
Art 38º - ….o Estado assegura a liberdade e a independência dos órgãos de comunicação social…. o Estado assegura a existência e o funcionamento de um serviço público de rádio e de televisão
Art. 43º - O Estado não pode programar a educação….
Art. 58º - … incumbe ao Estado promover a execução de….
Art. 59º - … incumbe ao Estado assegurar as condições de trabalho….
Art. 63º - … incumbe ao Estado organizar, coordenar, e subsidiar….
…. o Estado apoia e fiscaliza, nos termos da lei, a actividade….
Art. 64º - … para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado….
Art. 65º - … para assegurar o direito à habitação incumbe ao Estado…
…... e seguem-se uma série de muitos outros artigos explicitando que o Estado - incumbe, assegura, promove, criará, obriga-se a realizar, apoia, fomenta, reconhece e fiscaliza, estimula, incentiva, etc.,
e no Art. 120º - o Presidente da República …. garante …. a unidade do Estado….
Dos milhões de cidadãos maiores, votantes, quantos sabem o que é o Estado?
Será por conhecerem bem a CRP que constantemente evocam que - o Estado isto, o Estado aquilo,…o Estado tem que ….
Será porque sabem bem o que é o Estado?
Quantos saberão que o Estado é:
- uma espécie de sociedade política,
- uma organização de governantes e governados,
- comunidade constituída por um povo que, a fim de realizar os seus ideais de segurança, justiça e bem-estar, se assenhoreia de um território e nele institui, por autoridade própria, o poder de dirigir os destinos nacionais e de impor as normas necessárias à vida colectiva.
Quantos saberão que o poder político é elemento essencial do Estado, e que é o poder exercido em nome próprio por um povo num certo território com o fim de garantir a sua segurança, a justiça e o bem-estar dos seus membros, e de modo a regular a vida colectiva, nomeadamente através de leis e da imposição do seu cumprimento.
Estarei porventura errado, mas é muito também por estas coisas que a maioria dos meus concidadãos, se confunde, acomoda, grita pelo Presidente, grita pelo Estado…. e é como estamos!
António Cabral (AC)
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
quarta-feira, 11 de setembro de 2019
JORNALISTAS PORTUGUESES
Cada vez estão mais deliciosos.
Por exemplo, os que escrevem notícias para serem lidas nas TV.
Por exemplo nas Notícias 24, e os que ao ler não se dão conta das bacoradas que lhes colocam à frente.
Fiquei então a saber que existe em Lisboa um curso de "Engenharia Afro- Espacial".
Eu repito, "AFRO-ESPACIAL", vale a pena ir ver.
LINDO.
Jornalistas obviamente da geração mais bem preparada de sempre.
AC
Cada vez estão mais deliciosos.
Por exemplo, os que escrevem notícias para serem lidas nas TV.
Por exemplo nas Notícias 24, e os que ao ler não se dão conta das bacoradas que lhes colocam à frente.
Fiquei então a saber que existe em Lisboa um curso de "Engenharia Afro- Espacial".
Eu repito, "AFRO-ESPACIAL", vale a pena ir ver.
LINDO.
Jornalistas obviamente da geração mais bem preparada de sempre.
AC
terça-feira, 7 de agosto de 2018
AUSÊNCIA de RIGOR, e MONCHIQUE
Perguntam-se as pessoas do povão, sobretudo as mais humildes?
Perguntam-se as pessoas do povão, sobretudo as mais humildes?
...Como é que 800 bombeiros deixaram escapar o incêndio?"
A pergunta é dos habitantes de Monchique que não dormem descansados desde a última sexta-feira, dia em que se iniciou o fogo na localidade de Perna da Negra, em Monchique.
A pergunta é dos habitantes de Monchique que não dormem descansados desde a última sexta-feira, dia em que se iniciou o fogo na localidade de Perna da Negra, em Monchique.
Pois é o que dá a mistura explosiva de, ignorância, com ausência de raciocínio mínimo, e com a propaganda.
Pelo menos há quase dois dias que anunciam mais de 1000 operacionais no terreno, quase duas dezenas de aéreos e quase 400 viaturas.
Mesmo para quem nada percebe de ANPC, pensando um bocadinho, colocaria as seguintes perguntas:
> andam lá todos os homens?
> esses veículos todos combatem directamente o fogo?
> os aéreos podem operar todos ao mesmo tempo?
A resposta a todas é NÃO.
Mas nem a maioria das pessoas pensa e menos ainda as autoridades falam com rigor, mas nunca esquecem a propaganda à "Cabrita e Costa" ilimitada !!!!
De todos os operacionais, pouco mais de um terço deve poder estar em permanência nos locais das tragédias, e refiro-me aos combatentes, pois é preciso periodicamente substituir pessoal, dar-lhe algum descanso, alimentá-lo.
Se nesses operacionais estiverem a incluir os elementos da GNR que percorrem denodadamente montes e vales à procura de pessoas, a ajudar as pessoas, então ainda menos combatentes directos haverá num dado instante.
Raciocinem de modo semelhante quanto aos veículos, para concluirem quantos autotanques e semelhantes estão no terreno.
Quanto aos aéreos, mesmo que o fumo não impeça a sua acção, o que infelizmente tem acontecido variadas vezes, obviamente que poucos podem estar ao mesmo tempo sobre a zona, por razões de segurança, e certamente que haverá uma certa rotação sempre que possível, entre os que chegam para despejar água e os que desaparecem para ir reabastecer de água e combustível. Não é por acaso que se chamaram e estão a operar também aviões estrangeiros, certamente para poder ter mais vezes mais tempo desejos de água.
DETALHES!
Mas devo estar completamente errado.
Por isso muitos populares se insurgem, se interrogam.
Mas os governantes, ESTES e TODOS os ANTERIORES, assim actuam, para impressionar.
Há até uma patética criatura que se quer fotografado com o dedo a apontar para um monitor com mapa de incêndio.
Quando vi a fotografia veio-me à cabeça aquela expressão popular - a olhar como boi para palácio!
AC
domingo, 22 de outubro de 2017
quarta-feira, 2 de março de 2016
Que "tenhemos" paciência.
Que "tenhemos" pachorra. Muuuuiiiittaaaaaaa!
Que "tenhemos" mesmo muita força para aturar isto tudo em que estão a enterrar Portugal.
Será porque "interviram" muitos na sucessão de disparates?
Não têm vergonha na cara? O próprio, e os outros próprios, e o próprio que coordena os próprios?
AC
Que "tenhemos" pachorra. Muuuuiiiittaaaaaaa!
Que "tenhemos" mesmo muita força para aturar isto tudo em que estão a enterrar Portugal.
Será porque "interviram" muitos na sucessão de disparates?
Não têm vergonha na cara? O próprio, e os outros próprios, e o próprio que coordena os próprios?
AC
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
LAPSOS e/ ou IGNORÂNCIA
Lapsos toda a gente tem, independentemente da posição social, e da idade.
Depende muito de vários factores. Ficou célebre aquela do Eng Guterres - é fazer as contas - mas, provavelmente, a sua hesitação e atrapalhação na altura, poderão ter tido sobretudo origem na situação familiar terrível do ex-Primeiro Ministro.
Mas a ignorância é outra coisa, sobretudo se misturada com soberba e arrogância.
E sendo conhecido o desprezo absoluto que as esquerdas devotam ás coisas militares, e aos militares em particular, não é de admirar as afirmações tontas do novo messias e actual PM, proferidas em Paris à margem das reuniões internacionais.
Para quem, por exemplo, inaugurou coisas mais do que uma vez e desrespeita tribunais, não saber quando foi fundada a NATO é coisa insignificante, se não mesmo desprezível.
Mas o actual PM, na senda aliás da sua postura habitual, terá dito, também - que foi recebido pelos seus parceiros europeus com tranquilidade e que toda a gente estava muito tranquila com a situação portuguesa, porque temos um governo com uma maioria parlamentar sólida - (??????)
O PM, mesmo que o actual MDN lhe venha a dar algumas lições de geopolítica durante as aulas sobre como obter boa imprensa, nunca perceberá que Portugal, no presente, vale quase zero do ponto de vista geopolítico. Desgraçado País, desgraçados de nós.
AC
Lapsos toda a gente tem, independentemente da posição social, e da idade.
Depende muito de vários factores. Ficou célebre aquela do Eng Guterres - é fazer as contas - mas, provavelmente, a sua hesitação e atrapalhação na altura, poderão ter tido sobretudo origem na situação familiar terrível do ex-Primeiro Ministro.
Mas a ignorância é outra coisa, sobretudo se misturada com soberba e arrogância.
E sendo conhecido o desprezo absoluto que as esquerdas devotam ás coisas militares, e aos militares em particular, não é de admirar as afirmações tontas do novo messias e actual PM, proferidas em Paris à margem das reuniões internacionais.
Para quem, por exemplo, inaugurou coisas mais do que uma vez e desrespeita tribunais, não saber quando foi fundada a NATO é coisa insignificante, se não mesmo desprezível.
Mas o actual PM, na senda aliás da sua postura habitual, terá dito, também - que foi recebido pelos seus parceiros europeus com tranquilidade e que toda a gente estava muito tranquila com a situação portuguesa, porque temos um governo com uma maioria parlamentar sólida - (??????)
O PM, mesmo que o actual MDN lhe venha a dar algumas lições de geopolítica durante as aulas sobre como obter boa imprensa, nunca perceberá que Portugal, no presente, vale quase zero do ponto de vista geopolítico. Desgraçado País, desgraçados de nós.
AC
quinta-feira, 4 de junho de 2015
NÃO TÊM VERGONHA NENHUMA NA CARA
A começar por muitos portugueses, que continuam a não entender o que é a vida, o que andam a fazer neste mundo, a pensar que o dinheiro cai do céu, como a chuva.
Podiam começar exactamente a pensar na chuva.
Ano de pouca água caída lá de cima, barragens em baixo, maiores gastos de água para os agricultores com reflexos nos produtos para venda e dificuldades acrescidas para quem precisa de comprar.
Mas a célebre "quem vier atrás que feche a porta" é ideia sempre presente da maioria dos meus concidadãos.
Acabado de fazer um "zaping" pela NET deparo com várias coisas que elucidam bem quantos andam por aí sem vergonha nenhuma na cara. Mas fico-me pelo economista que é inquilino de Belém. Exactamente, o actual PR. Que já foi PM, cerca de 10 anos, e no seu "reinado" a pesca nacional estoirou. É uma discussão que não é simples de fazer, mas continuo convicto de que várias coisas podiam ter sido um pouco diferentes.
Também nesta matéria, como em tudo o resto, coloco a questão da justiça à frente de todas as outras considerações. Pois com justiça a sério, talvez várias das falcatruas que se cometeram durante anos pudessem ter sido avaliadas diferentemente. Adiante.
Mas a realidade, é que hoje, muitos dos que no passado se esqueceram desta coisa simples - "Portugal é quase como uma ilha, água por todo o lado, uma ZEE brutal", hoje pavoneiam-se em aberturas de conferências, apelando a mudanças de paradigmas, que os oceanos têm que desempenhar maior papel na nossa economia, etc.
Mais conferências, mais um batalhão de especialistas nacionais, mais uns croquetes, e sorrisos de plástico para as revistas "fácies", "fuças", e "trombis".
Entretanto, pequenos detalhes:
- quantos estaleiros nacionais de pequena, de média e de grande dimensão existiam em 1987, e quantos existem hoje?
- qual a frota de pesca costeira e de arrasto, em 1987 e hoje?
- qual a quantidade e idade de navios da Marinha de Guerra adequados à fiscalização da pesca e salvamento marítimo em 1987 e hoje?
- que indústrias nacionais de transformação de pescado existiam em 1987 e existem hoje?
- qual o preço das embarcações de vela para aprendizagem e treino de jovens comparativamente com o praticado em Espanha?
Não vale a pena continuar, é tão triste.
O paradigma que devia mudar é o relativo à cambada que destruiu o País, e sobretudo à cambada que assistiu deleitado a essa destruição e que se tem governado à grande e à francesa, antes durante e após as três bancarrotas.
AC
A começar por muitos portugueses, que continuam a não entender o que é a vida, o que andam a fazer neste mundo, a pensar que o dinheiro cai do céu, como a chuva.
Podiam começar exactamente a pensar na chuva.
Ano de pouca água caída lá de cima, barragens em baixo, maiores gastos de água para os agricultores com reflexos nos produtos para venda e dificuldades acrescidas para quem precisa de comprar.
Mas a célebre "quem vier atrás que feche a porta" é ideia sempre presente da maioria dos meus concidadãos.
Acabado de fazer um "zaping" pela NET deparo com várias coisas que elucidam bem quantos andam por aí sem vergonha nenhuma na cara. Mas fico-me pelo economista que é inquilino de Belém. Exactamente, o actual PR. Que já foi PM, cerca de 10 anos, e no seu "reinado" a pesca nacional estoirou. É uma discussão que não é simples de fazer, mas continuo convicto de que várias coisas podiam ter sido um pouco diferentes.
Também nesta matéria, como em tudo o resto, coloco a questão da justiça à frente de todas as outras considerações. Pois com justiça a sério, talvez várias das falcatruas que se cometeram durante anos pudessem ter sido avaliadas diferentemente. Adiante.
Mas a realidade, é que hoje, muitos dos que no passado se esqueceram desta coisa simples - "Portugal é quase como uma ilha, água por todo o lado, uma ZEE brutal", hoje pavoneiam-se em aberturas de conferências, apelando a mudanças de paradigmas, que os oceanos têm que desempenhar maior papel na nossa economia, etc.
Mais conferências, mais um batalhão de especialistas nacionais, mais uns croquetes, e sorrisos de plástico para as revistas "fácies", "fuças", e "trombis".
Entretanto, pequenos detalhes:
- quantos estaleiros nacionais de pequena, de média e de grande dimensão existiam em 1987, e quantos existem hoje?
- qual a frota de pesca costeira e de arrasto, em 1987 e hoje?
- qual a quantidade e idade de navios da Marinha de Guerra adequados à fiscalização da pesca e salvamento marítimo em 1987 e hoje?
- que indústrias nacionais de transformação de pescado existiam em 1987 e existem hoje?
- qual o preço das embarcações de vela para aprendizagem e treino de jovens comparativamente com o praticado em Espanha?
Não vale a pena continuar, é tão triste.
O paradigma que devia mudar é o relativo à cambada que destruiu o País, e sobretudo à cambada que assistiu deleitado a essa destruição e que se tem governado à grande e à francesa, antes durante e após as três bancarrotas.
AC
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