ESTÁ a RACHAR?
Esta mania que uns quantos têm na vida de se rodear dos amigalhaços que resolvem tudo, depois dá nestes casos.
Há até uns quantos que se rodearam dos cinzentões pois não toleravam quem, em privado, lhes dissesse o que pensavam, e não o que o chefão queria ouvir.
Uns acabam em arguidos, outros deixaram a instituição numa lástima.
É impressão minha, ou a estrutura rosa está mesmo com rachas já bem visíveis?
Claro que arguido não quer dizer culpado.
Mas, convenhamos, há tanto português que não é arguido, milhões, mas há também uns farsolas que o são. Porque será?
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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quinta-feira, 19 de setembro de 2019
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
DANÇAS
Valsa, rumba, rock, swing, chácháchá ou Xáxáxá, tango, etc...............
Ah......e temos o foxtrot.
Mas temos sobretudo uma xaxada monumental, como de costume, em que quer o sr Costa quer o sr Cabrita prometeram, como sempre, relatórios e pareceres, mas passaram semanas e semanas e a transparência desta gentalha é aquela conhecida.
Mas querem respeitinho.
Uma das coisas engraçadas que estas tretas me recordam, é um célebre almoço nos inícios de 2002, de um lado da mesa o meu chefe de então infelizmente falecido e eu, na frente dele um importante Chefe da altura e o respectivo chefe de gabinete.
Chefe de gabinete esse que interrompeu sempre o seu chefe de cada vez que nós fizemos perguntas, e respondeu sempre ele com ar irritado, sobretudo ás minhas mais fortes e acutilantes, mas estava tudo consertado entre mim e o meu chefe.
A vida decorreu, esse chefe de gabinete subiu sempre à conta dos poderes para outros poisos, sempre arrogante, cruzámo-nos em embaixadas estrangeiras em Lisboa várias vezes, por isso nada me admira o que hoje vou conhecendo.
Enfim, é o estado em que isto se transformou.
Mas há muitos que gostam.
AC
Valsa, rumba, rock, swing, chácháchá ou Xáxáxá, tango, etc...............
Ah......e temos o foxtrot.
Mas temos sobretudo uma xaxada monumental, como de costume, em que quer o sr Costa quer o sr Cabrita prometeram, como sempre, relatórios e pareceres, mas passaram semanas e semanas e a transparência desta gentalha é aquela conhecida.
Mas querem respeitinho.
Uma das coisas engraçadas que estas tretas me recordam, é um célebre almoço nos inícios de 2002, de um lado da mesa o meu chefe de então infelizmente falecido e eu, na frente dele um importante Chefe da altura e o respectivo chefe de gabinete.
Chefe de gabinete esse que interrompeu sempre o seu chefe de cada vez que nós fizemos perguntas, e respondeu sempre ele com ar irritado, sobretudo ás minhas mais fortes e acutilantes, mas estava tudo consertado entre mim e o meu chefe.
A vida decorreu, esse chefe de gabinete subiu sempre à conta dos poderes para outros poisos, sempre arrogante, cruzámo-nos em embaixadas estrangeiras em Lisboa várias vezes, por isso nada me admira o que hoje vou conhecendo.
Enfim, é o estado em que isto se transformou.
Mas há muitos que gostam.
AC
domingo, 21 de abril de 2019
VERDADEIRAS DELÍCIAS LIDAS ONLINE
(do jornal I, da entrevista ao general Carlos Chaves) (sublinhados meus)
Deixe-me perguntar-lhe: os militares respeitam os políticos?
Um ministro, para ser respeitado, tem de se dar ao respeito........é preciso olhar para a idiossincrasia do que é ser militar, perceber os corpos sociais que ali se movimentam, os ativos, os agitadores, os porta-vozes, os manobradores que estão por trás. E muitas vezes esses manobradores já nem estão no ativo. Uma vez assisti, com um colega espanhol, a uma conferência de um general que estava na reforma. Quando terminou, o colega espanhol diz-me: ‘Carlos, aqui é como em Espanha. O general no ativo é muito reservado, um general na reserva é muito ativo.
Esses militares na reserva, o que os move?
Vaidade, presunção. Veja o caso do presidente da Proteção Civil, que eu conheço bem, desde que eu era cadete e ele era capitão, servimos os dois na GNR, ele como comandante, eu como general subordinado dele. É uma pessoa ambiciosa e vaidosa e por dinheiro ou por protagonismo é capaz de tudo. E arranjou mais uma complicação agora ao Governo só por causa da sua posição protocolar.........
AC
(do jornal I, da entrevista ao general Carlos Chaves) (sublinhados meus)
Deixe-me perguntar-lhe: os militares respeitam os políticos?
Um ministro, para ser respeitado, tem de se dar ao respeito........é preciso olhar para a idiossincrasia do que é ser militar, perceber os corpos sociais que ali se movimentam, os ativos, os agitadores, os porta-vozes, os manobradores que estão por trás. E muitas vezes esses manobradores já nem estão no ativo. Uma vez assisti, com um colega espanhol, a uma conferência de um general que estava na reforma. Quando terminou, o colega espanhol diz-me: ‘Carlos, aqui é como em Espanha. O general no ativo é muito reservado, um general na reserva é muito ativo.
Esses militares na reserva, o que os move?
Vaidade, presunção. Veja o caso do presidente da Proteção Civil, que eu conheço bem, desde que eu era cadete e ele era capitão, servimos os dois na GNR, ele como comandante, eu como general subordinado dele. É uma pessoa ambiciosa e vaidosa e por dinheiro ou por protagonismo é capaz de tudo. E arranjou mais uma complicação agora ao Governo só por causa da sua posição protocolar.........
AC
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
DESCONTEXTUALIZADAS ou DESCONTEXTUALIZADO?
Quem está descontextualizado?
As palavras? Deturpadas pela comunicação social? Essa agora!
Ou, a criatura, autor sistemático de barbaridades que muitos, nos media, insistem em dizer - terreno onde Costa se move com especial à vontade - ou - é habilidoso - e isto tudo a propósito dos sons que sairam daquela boca, ouvidos na quarta-feira no final do "show" na Autoridade Nacional de Proteção Civil, encenado pelos seus amigos de cabelos brancos para atenuar as parvoíces "TWITEIRAS" enquanto olhava para a coisa e fazendo lembrar a frase popular - olhando como boi para palácio.
É o que temos, mas nem todos merecemos.
AC
Ps: e Marcelo......anda tão caladinho..................
terça-feira, 7 de agosto de 2018
AUSÊNCIA de RIGOR, e MONCHIQUE
Perguntam-se as pessoas do povão, sobretudo as mais humildes?
Perguntam-se as pessoas do povão, sobretudo as mais humildes?
...Como é que 800 bombeiros deixaram escapar o incêndio?"
A pergunta é dos habitantes de Monchique que não dormem descansados desde a última sexta-feira, dia em que se iniciou o fogo na localidade de Perna da Negra, em Monchique.
A pergunta é dos habitantes de Monchique que não dormem descansados desde a última sexta-feira, dia em que se iniciou o fogo na localidade de Perna da Negra, em Monchique.
Pois é o que dá a mistura explosiva de, ignorância, com ausência de raciocínio mínimo, e com a propaganda.
Pelo menos há quase dois dias que anunciam mais de 1000 operacionais no terreno, quase duas dezenas de aéreos e quase 400 viaturas.
Mesmo para quem nada percebe de ANPC, pensando um bocadinho, colocaria as seguintes perguntas:
> andam lá todos os homens?
> esses veículos todos combatem directamente o fogo?
> os aéreos podem operar todos ao mesmo tempo?
A resposta a todas é NÃO.
Mas nem a maioria das pessoas pensa e menos ainda as autoridades falam com rigor, mas nunca esquecem a propaganda à "Cabrita e Costa" ilimitada !!!!
De todos os operacionais, pouco mais de um terço deve poder estar em permanência nos locais das tragédias, e refiro-me aos combatentes, pois é preciso periodicamente substituir pessoal, dar-lhe algum descanso, alimentá-lo.
Se nesses operacionais estiverem a incluir os elementos da GNR que percorrem denodadamente montes e vales à procura de pessoas, a ajudar as pessoas, então ainda menos combatentes directos haverá num dado instante.
Raciocinem de modo semelhante quanto aos veículos, para concluirem quantos autotanques e semelhantes estão no terreno.
Quanto aos aéreos, mesmo que o fumo não impeça a sua acção, o que infelizmente tem acontecido variadas vezes, obviamente que poucos podem estar ao mesmo tempo sobre a zona, por razões de segurança, e certamente que haverá uma certa rotação sempre que possível, entre os que chegam para despejar água e os que desaparecem para ir reabastecer de água e combustível. Não é por acaso que se chamaram e estão a operar também aviões estrangeiros, certamente para poder ter mais vezes mais tempo desejos de água.
DETALHES!
Mas devo estar completamente errado.
Por isso muitos populares se insurgem, se interrogam.
Mas os governantes, ESTES e TODOS os ANTERIORES, assim actuam, para impressionar.
Há até uma patética criatura que se quer fotografado com o dedo a apontar para um monitor com mapa de incêndio.
Quando vi a fotografia veio-me à cabeça aquela expressão popular - a olhar como boi para palácio!
AC
Oh CABRITA..............
............O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou, esta terça-feira, que as operações de combate ao incêndio de Monchique vão passar a ser coordenadas pelo comandante nacional da Proteção Civil, José Duarte da Costa.
"Decidimos passar a coordenação da operação para o nível nacional de coordenação, na dependência direta do comandante nacional e da sua equipa", disse Eduardo Cabrita.
O ministro justificou a decisão pela extensão de meios envolvidos, a duração do incêndio e a avaliação da situação do fogo, garantido que a medida se trata da "aplicação do protocolo de funcionamento da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC)".
............O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou, esta terça-feira, que as operações de combate ao incêndio de Monchique vão passar a ser coordenadas pelo comandante nacional da Proteção Civil, José Duarte da Costa.
"Decidimos passar a coordenação da operação para o nível nacional de coordenação, na dependência direta do comandante nacional e da sua equipa", disse Eduardo Cabrita.
O ministro justificou a decisão pela extensão de meios envolvidos, a duração do incêndio e a avaliação da situação do fogo, garantido que a medida se trata da "aplicação do protocolo de funcionamento da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC)".
Será que antes, depois de terem ouvido declarações de ontem da parte de Marcelo, houve um telefone do género - F.....fogo PÁ, oh.......Cabrita...... isto está a dar cabo da nossa imagem.........ainda por cima outra vez nas minhas férias,...SAFA,......safa não, isso era o Eucalipto Cavacal,,,,,,,,eucalipto......,não que arde depressa.......
Ok António.........vou já ligar ao general..................
Cabrita, e vê lá se não aparecem em outros locais senão estamos lixados...........
Ok António.........vou já ligar ao general..................
AC
domingo, 5 de agosto de 2018
INCÊNDIOS. MONCHIQUE 🚒
Não passo de um comum cidadão, pouco percebendo dos meandros da proteção civil, das florestas, do ordenamento territorial.
Mas não me tenho na categoria de totó.
E a minha vida profissional deu para, numa determinada fase, estar em contacto com essas áreas.
Além disso conheço muito razoavelmente o meu País e, também, conheço muito bem uma série de pantomineiros de todas as cores, e desde antes do 25 de Abril de 1974.
Realçando a minha faceta de cidadão comum e desconhecedor de muita coisa, ainda assim, e apesar de ter em péssima conta quer os actuais PM e MAI, e de superficialmente conhecer o presidente da ANPC, creio que o trabalho que foi feito nos últimos 4 meses é muito meritório. Arrisco dizer.
Mas, e para não ir mais atrás, vou começar no pantomineiro PM Durão Barroso, que na sua curta gerência (????) de PM teve em 2003 uma sucessão trágica de incêndios.
Pergunto:
> quantos aceiros em todos, repito, TODAS as montanhas e TODOS os montes foram feitos com largura mínima que permitisse a passagem de dois carros de bombeiros em sentidos opostos?
> Que trabalho geodésico e geográfico foi em consequência feito?
> quantos guarda florestais existem, daqueles a sério, que não se perdem nos montes?
> e as acções dos municípios?
O rol de perguntas é infindável. Paro.
Entretanto verifico:
> PSD 2002-2004 + uns patéticos meses de Santana
> reinado de quase seis anos Socratino
> reinado Pafiano de 4 anos e pouco
> reinado do intrujão-mor de basicamente 3 anos!
Uns queridos. TODOS
Entretanto, imagino que em Monchique está toda a gente a pensar pirar-se.
É fazer as contas. As chamas estão quase lá, e vão estar mais 9 horas a arder e consumir sem qualquer hipótese de combate.
É Portugal
AC
Não passo de um comum cidadão, pouco percebendo dos meandros da proteção civil, das florestas, do ordenamento territorial.
Mas não me tenho na categoria de totó.
E a minha vida profissional deu para, numa determinada fase, estar em contacto com essas áreas.
Além disso conheço muito razoavelmente o meu País e, também, conheço muito bem uma série de pantomineiros de todas as cores, e desde antes do 25 de Abril de 1974.
Realçando a minha faceta de cidadão comum e desconhecedor de muita coisa, ainda assim, e apesar de ter em péssima conta quer os actuais PM e MAI, e de superficialmente conhecer o presidente da ANPC, creio que o trabalho que foi feito nos últimos 4 meses é muito meritório. Arrisco dizer.
Mas, e para não ir mais atrás, vou começar no pantomineiro PM Durão Barroso, que na sua curta gerência (????) de PM teve em 2003 uma sucessão trágica de incêndios.
Pergunto:
> quantos aceiros em todos, repito, TODAS as montanhas e TODOS os montes foram feitos com largura mínima que permitisse a passagem de dois carros de bombeiros em sentidos opostos?
> Que trabalho geodésico e geográfico foi em consequência feito?
> quantos guarda florestais existem, daqueles a sério, que não se perdem nos montes?
> e as acções dos municípios?
O rol de perguntas é infindável. Paro.
Entretanto verifico:
> PSD 2002-2004 + uns patéticos meses de Santana
> reinado de quase seis anos Socratino
> reinado Pafiano de 4 anos e pouco
> reinado do intrujão-mor de basicamente 3 anos!
Uns queridos. TODOS
Entretanto, imagino que em Monchique está toda a gente a pensar pirar-se.
É fazer as contas. As chamas estão quase lá, e vão estar mais 9 horas a arder e consumir sem qualquer hipótese de combate.
É Portugal
AC
sábado, 4 de agosto de 2018
TAMBÉM JÁ RECEBI MENSAGEM
Pelo tlm - Risco extremo incendio rural nos distritos C.Branco / Evora / Portalegre / Setubal. Fique atento. Em caso de duvida: 800246246 ou www.prociv.pt. / ANPC
AC
segunda-feira, 7 de maio de 2018
SEMPRE POR MOTIVOS PESSOAIS
(fotografia pirateada do Observador)
É sempre por motivos pessoais, que batem com a porta, ou se vão embora, ou se zangam, ou discordam da tutela e até por escrito mas depois é por motivos pessoais.
Assim continua este lindo Portugal. Hoje é na ANPC.
Lê-se que o coronel que era o comandante operacional na ANPC pediu a demissão. Naturalmente, .....por motivos pessoais.
Nada a ver com os necessários meios aéreos continuarem a não existir, ou com os ataques que lhe estavam a ser movidos pelo bombeiro mor Marta Soares.
A demissão supra referida foi apresentada ao seu superior hierárquico na ANPC, que é o presidente dessa autoridade, e que é um conhecido general do Exército que, entre outros cargos, foi o patrão da GNR, ao tempo de António Costa - MAI, se a memória não falha.
Aparentemente, o coronel que por motivos pessoais se vai embora, vai ser substituído por ............outro coronel, por acaso do.......... Exército.
António Cabral
(fotografia pirateada do Observador)
É sempre por motivos pessoais, que batem com a porta, ou se vão embora, ou se zangam, ou discordam da tutela e até por escrito mas depois é por motivos pessoais.
Assim continua este lindo Portugal. Hoje é na ANPC.
Lê-se que o coronel que era o comandante operacional na ANPC pediu a demissão. Naturalmente, .....por motivos pessoais.
Nada a ver com os necessários meios aéreos continuarem a não existir, ou com os ataques que lhe estavam a ser movidos pelo bombeiro mor Marta Soares.
A demissão supra referida foi apresentada ao seu superior hierárquico na ANPC, que é o presidente dessa autoridade, e que é um conhecido general do Exército que, entre outros cargos, foi o patrão da GNR, ao tempo de António Costa - MAI, se a memória não falha.
Aparentemente, o coronel que por motivos pessoais se vai embora, vai ser substituído por ............outro coronel, por acaso do.......... Exército.
António Cabral
domingo, 8 de abril de 2018
INCÊNDIOS e DEMAGOGO ALDRABÃO
Os partidos que apoiam a geringonça, concretamente o PCP e seus neófitos e o BE, andam relativamente caladinhos e não atacam o ministro da administração interna. Não sei se assustados desde que souberam que tinha guarda à porta ou desde que o "patrão" da ANPC é general ex-comandante da GNR.
Da parte dos partidos que deviam fazer oposição (???) ao governo, continuam a não saber o que isso é, e esquecem o triste desempenho que tiveram em tempos idos.
Nos dois casos, lamentável é o mínimo que se poderá dizer.
Já a palavra lamentável me parece não aplicável ao Sr Cabrita. Quando o ouço dizer que temos helicópteros e aviões..........e se sabe como estão os concursos, como continua o desastre que envolve os helicópteros KAMOV arranjados em 2006 pelo seu querido líder, quando se noticia o estado da arte no seio da proteção civil quer no que diz respeito à legislação que devia estar neste momento aprovada quer quanto à estrutura de meios humanos, e se repararmos ainda no alvoroço que vai no seio dos bombeiros, o mínimo que se pode dizer publicamente não é lamentável, é vergonhoso, e que estamos perante uma descarada aldrabice.
Mete água que se farta, será porque a mulher é ministra do mar e a água entra lá em casa?
Aguardemos por Junho a Outubro.
Claro que algumas coisas lhe correm bem.
Vai ter tudo e todos às suas ORDENS.
Depois que ordens adequadas ou disparatadas serão dadas isso não interessa para nada, como dizia um certo traste!
AC
Os partidos que apoiam a geringonça, concretamente o PCP e seus neófitos e o BE, andam relativamente caladinhos e não atacam o ministro da administração interna. Não sei se assustados desde que souberam que tinha guarda à porta ou desde que o "patrão" da ANPC é general ex-comandante da GNR.
Da parte dos partidos que deviam fazer oposição (???) ao governo, continuam a não saber o que isso é, e esquecem o triste desempenho que tiveram em tempos idos.
Nos dois casos, lamentável é o mínimo que se poderá dizer.
Já a palavra lamentável me parece não aplicável ao Sr Cabrita. Quando o ouço dizer que temos helicópteros e aviões..........e se sabe como estão os concursos, como continua o desastre que envolve os helicópteros KAMOV arranjados em 2006 pelo seu querido líder, quando se noticia o estado da arte no seio da proteção civil quer no que diz respeito à legislação que devia estar neste momento aprovada quer quanto à estrutura de meios humanos, e se repararmos ainda no alvoroço que vai no seio dos bombeiros, o mínimo que se pode dizer publicamente não é lamentável, é vergonhoso, e que estamos perante uma descarada aldrabice.
Mete água que se farta, será porque a mulher é ministra do mar e a água entra lá em casa?
Aguardemos por Junho a Outubro.
Claro que algumas coisas lhe correm bem.
Vai ter tudo e todos às suas ORDENS.
Depois que ordens adequadas ou disparatadas serão dadas isso não interessa para nada, como dizia um certo traste!
AC
domingo, 12 de novembro de 2017
OS ANÚNCIOS DO TRUCULENTO DOS MICROFONES
Tiro o chapéu ao actual MAI, amigo de cães e microfones, fora o resto.
Não contabilizei, mas em escassos dias talvez já tenha aparecido mais na TV e em outros OCS que a sua antecessora em todo o mandato.
E, no parlamento, anúncios atrás de anúncios.
Vou ater-me ao que anunciou irá ser feito na PSP no SEF mas sobretudo na GNR.
Irão a curto prazo 100 pessoas/ funcionários para a PSP e outras 100 para a GNR, para se ocuparem de tarefas de índole administrativa e assim libertarem 100 agentes em cada força para funções estritamente operacionais.
À primeira vista uma medida que tarda por tardia. Não executada/ posta em prática por António Costa enquanto MAI nem pelos seus sucessores do PSD e PS.
Naturalmente que estas contas têm que ser melhor feitas, pois há questões de mobilidade, de onde saem funcionários para ir para a PSP e GNR e muitos mas muitos etc.
É uma medida com mérito, creio, mas cheira-se que é mais uma à PS, anúncio e depois esquece porque ninguém irá verificar.
Quanto ao SEF, anúncio também de abertura de concurso para mais agentes. Mas afinal, parece, anúncio que afinal é anunciar de novo o que em tempos já tinha sido anunciado. Mais uma à PS.
Quanto à GNR foi anunciado um brutal aumento de efectivos para o GIPS, o tal grupo de intervenção de protecção e socorro
Achei muita fruta e fui investigar.
O GIPS tem sete Companhias de Intervenção de Proteção e Socorro, e estarão presentes em onze distritos de Portugal continental. Não descobri quais os 7 distritos não cobertos.
Pelas minhas contas os efectivos totais actuais do GIPS andarão entre os 600 e 650.
Ora o ministro afirmou que irá aumentar imenso esse efectivo por concurso interno, na GNR. Creio ter ouvido bem.
Investigando, fiquei a perceber que para incêndio nascente haverá uma primeira intervenção heli-transportada, com recurso a helicóptero que pode ser ligeiro ou médio, levando 5 a 8 agentes para o teatro de operações, após o despacho do Comando Distrital de Operações e Socorro o qual não deve exceder dois minutos (???) após conhecida a localização do incêndio. DOIS MINUTOS.
Fiquei a saber também que existe um esquema de intervenção terrestre, e que consiste no combate a incêndios florestais por uma equipa de 4 agentes, que se faz deslocar com uma viatura ligeira de combate a incêndios florestais.
Tudo portanto em ações de primeira intervenção em incêndios nascentes, em apoio à equipa helitransportada. Porém, quando solicitado, podem ser empenhadas em ataque ampliado em incêndios de maiores dimensões.
Fiquei ainda a saber que existe capacidade para execução de fogos controlados em apoio ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
Finalmente, que existem postos de vigia colocados estrategicamente pelo território e que visam uma detecção oportuna de incêndios florestais.
Face ao que antecede, vou franzindo mais ainda o sobrolho.
Sim porque para esse tal concurso interno na GNR para arranjar mais umas centenas de agentes que o MAI adiantou, não estou a imaginar que alguém saia do departamento de segurança, ou da investigação criminal, ou da segurança rodoviária, ou do controlo costeiro, ou do departamento fiscal e aduaneiro, ou dos esquadrões das honras de Estado.
1º - ao olhar com atenção para o supra mencionado mais convicto fico de que a questão dos incêndios de Junho e Outubro é uma história muito mal contada, cada vez mais sinistra, ainda por cima sabendo-se que não dão a conhecer o tal capítulo seis do famoso relatório independente.
2º - fazendo umas continhas, á questão helicóptero e à questão terrestre, ficam-me imensas interrogações.
> imaginando que existam 20 equipas terrestres temos então 80 homens 20 viaturas; serão mais, uma vez que existem centenas de efectivos no GIPS?
> imaginando que existem 4 equipas helitransportadas temos então 4 helicópteros e entre 20 a 32 homens; se foram mais, há helicópteros? quem faz a manutenção destes helicópteros? ou não são da GNR?
> os postos de vigia colocados estrategicamente, quantos são, onde ficam? terão sido desguarnecidos também a 30 de Setembro?
Se não foram, que alarmes deram?
TUDO ISTO é apenas uma pequena parte dum rosário infindável.
Anunciar anunciam. Estes e os anteriores.
Mas explicar aos cidadãos, falar com honestidade intelectual, falar com transparência, servir a sociedade e não servir-se.....
No caso do actual MAI ainda tem alguma desculpa ocupado que anda em afastar cães.
AC
Tiro o chapéu ao actual MAI, amigo de cães e microfones, fora o resto.
Não contabilizei, mas em escassos dias talvez já tenha aparecido mais na TV e em outros OCS que a sua antecessora em todo o mandato.
E, no parlamento, anúncios atrás de anúncios.
Vou ater-me ao que anunciou irá ser feito na PSP no SEF mas sobretudo na GNR.
Irão a curto prazo 100 pessoas/ funcionários para a PSP e outras 100 para a GNR, para se ocuparem de tarefas de índole administrativa e assim libertarem 100 agentes em cada força para funções estritamente operacionais.
À primeira vista uma medida que tarda por tardia. Não executada/ posta em prática por António Costa enquanto MAI nem pelos seus sucessores do PSD e PS.
Naturalmente que estas contas têm que ser melhor feitas, pois há questões de mobilidade, de onde saem funcionários para ir para a PSP e GNR e muitos mas muitos etc.
É uma medida com mérito, creio, mas cheira-se que é mais uma à PS, anúncio e depois esquece porque ninguém irá verificar.
Quanto ao SEF, anúncio também de abertura de concurso para mais agentes. Mas afinal, parece, anúncio que afinal é anunciar de novo o que em tempos já tinha sido anunciado. Mais uma à PS.
Quanto à GNR foi anunciado um brutal aumento de efectivos para o GIPS, o tal grupo de intervenção de protecção e socorro
Achei muita fruta e fui investigar.
O GIPS tem sete Companhias de Intervenção de Proteção e Socorro, e estarão presentes em onze distritos de Portugal continental. Não descobri quais os 7 distritos não cobertos.
Pelas minhas contas os efectivos totais actuais do GIPS andarão entre os 600 e 650.
Ora o ministro afirmou que irá aumentar imenso esse efectivo por concurso interno, na GNR. Creio ter ouvido bem.
Investigando, fiquei a perceber que para incêndio nascente haverá uma primeira intervenção heli-transportada, com recurso a helicóptero que pode ser ligeiro ou médio, levando 5 a 8 agentes para o teatro de operações, após o despacho do Comando Distrital de Operações e Socorro o qual não deve exceder dois minutos (???) após conhecida a localização do incêndio. DOIS MINUTOS.
Fiquei a saber também que existe um esquema de intervenção terrestre, e que consiste no combate a incêndios florestais por uma equipa de 4 agentes, que se faz deslocar com uma viatura ligeira de combate a incêndios florestais.
Tudo portanto em ações de primeira intervenção em incêndios nascentes, em apoio à equipa helitransportada. Porém, quando solicitado, podem ser empenhadas em ataque ampliado em incêndios de maiores dimensões.
Fiquei ainda a saber que existe capacidade para execução de fogos controlados em apoio ao Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).
Finalmente, que existem postos de vigia colocados estrategicamente pelo território e que visam uma detecção oportuna de incêndios florestais.
Face ao que antecede, vou franzindo mais ainda o sobrolho.
Sim porque para esse tal concurso interno na GNR para arranjar mais umas centenas de agentes que o MAI adiantou, não estou a imaginar que alguém saia do departamento de segurança, ou da investigação criminal, ou da segurança rodoviária, ou do controlo costeiro, ou do departamento fiscal e aduaneiro, ou dos esquadrões das honras de Estado.
1º - ao olhar com atenção para o supra mencionado mais convicto fico de que a questão dos incêndios de Junho e Outubro é uma história muito mal contada, cada vez mais sinistra, ainda por cima sabendo-se que não dão a conhecer o tal capítulo seis do famoso relatório independente.
2º - fazendo umas continhas, á questão helicóptero e à questão terrestre, ficam-me imensas interrogações.
> imaginando que existam 20 equipas terrestres temos então 80 homens 20 viaturas; serão mais, uma vez que existem centenas de efectivos no GIPS?
> imaginando que existem 4 equipas helitransportadas temos então 4 helicópteros e entre 20 a 32 homens; se foram mais, há helicópteros? quem faz a manutenção destes helicópteros? ou não são da GNR?
> os postos de vigia colocados estrategicamente, quantos são, onde ficam? terão sido desguarnecidos também a 30 de Setembro?
Se não foram, que alarmes deram?
TUDO ISTO é apenas uma pequena parte dum rosário infindável.
Anunciar anunciam. Estes e os anteriores.
Mas explicar aos cidadãos, falar com honestidade intelectual, falar com transparência, servir a sociedade e não servir-se.....
No caso do actual MAI ainda tem alguma desculpa ocupado que anda em afastar cães.
AC
domingo, 5 de novembro de 2017
Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC)
Como previsível, António Costa e o seu truculento ministro dos microfones não iam correr o risco de substituir o coronel Leitão amigo de António Costa por outro amigo mas civil (Lacerda não serviria, há que ganhar a vida...), ou por amigo das forças de segurança ou das forças armadas já fora da vida activa e de posto baixo.
Recorreram a um general do Exército que, entre muitas coisas fora e dentro do Exército, foi chefe de gabinete de um chefe de Estado-Maior do Exército e comandante da GNR incluindo durante o tempo em que António Costa foi MAI (24/ 04/ 2003 - 05/ 05/ 2008). (fotografia do Público)
Imagino, eles pensam assim que, o Exército, o Estado-Maior General das Forças Armadas, a Marinha e a Força Aérea aceitarão melhor directivas de Mourato Nunes enquanto nº1 da ANPC.
Imagino, ainda, eles pensam que quanto à GNR serão favas contadas.
Pois eu vou arriscar dizer que com o feitiozinho da criatura tudo é de esperar. (fotografia do DN)
Aguardemos.
Para já, o dinossauro Jaime Marta Soares está cada vez mais assanhado. Os casos como o do Seixal poderão começar rapidamente a eclodir? Aguardemos.
AC
Actualização das 0005h de 6NOV: mais uma fotografia, que ajuda a explicar a nomeação.
Como previsível, António Costa e o seu truculento ministro dos microfones não iam correr o risco de substituir o coronel Leitão amigo de António Costa por outro amigo mas civil (Lacerda não serviria, há que ganhar a vida...), ou por amigo das forças de segurança ou das forças armadas já fora da vida activa e de posto baixo.
Recorreram a um general do Exército que, entre muitas coisas fora e dentro do Exército, foi chefe de gabinete de um chefe de Estado-Maior do Exército e comandante da GNR incluindo durante o tempo em que António Costa foi MAI (24/ 04/ 2003 - 05/ 05/ 2008). (fotografia do Público)
Imagino, eles pensam assim que, o Exército, o Estado-Maior General das Forças Armadas, a Marinha e a Força Aérea aceitarão melhor directivas de Mourato Nunes enquanto nº1 da ANPC.
Imagino, ainda, eles pensam que quanto à GNR serão favas contadas.
Pois eu vou arriscar dizer que com o feitiozinho da criatura tudo é de esperar. (fotografia do DN)
Aguardemos.
Para já, o dinossauro Jaime Marta Soares está cada vez mais assanhado. Os casos como o do Seixal poderão começar rapidamente a eclodir? Aguardemos.
AC
Actualização das 0005h de 6NOV: mais uma fotografia, que ajuda a explicar a nomeação.
COISAS CONTEMPORÂNEAS (3)
Toca a recordar uma coisa contemporânea, e curiosa, e do princípio deste ano.
Toca a recordar uma coisa contemporânea, e curiosa, e do princípio deste ano.
Mas começo mais uma vez pela tragédia de meio deste Outubro que colocou ainda mais a nu a desgraça nacional no que respeita, a não existir ordenamento do território, floresta e matas muito ao abandono, muitos matos, muitos baldios. Muito desconhecimento sobre quem é proprietário do quê. Muita incompetência, muito nepotismo, muito amiguismo, muita desfaçatez, muita provável corrupção e clientelismo.
Ouvem-se emoções, comoções, o governo reuniu naquele Sábado e sacou de um rol de medidas, e o PR veio inevitavelmente dizer que vão no bom sentido, mas agora aparecem rumores de que desconfia cada vez mais. E ouvem-se críticas violentas aos eucaliptos. Outros os defendem, outros apresentam discursos e soluções que parecem consistentes e ligados à terra, ao mundo rural, ao que é urgente de facto inverter.
A terminar esta espécie de introdução recordo ainda que, por exemplo (são só 3), seja sobre este tipo de tragédia, ou seja sobre a banca, ou seja sobre a sempre eterna indefinição do que devia o País ter quanto a Forças Armadas, aparecem sempre uns "santos" a dizer que não é hora de prender, apontar culpados do passado, bodes expiatórios, etc, mas sim olhar em frente.
Direi apenas, é já muito tarde continuar a não ter um desígnio para o País, é trágico que tenham sido destruídas vidas humanas e é urgente, portanto, tentar que este governo (porque é o que está em funções, aqui, hoje, não posso ir chamar um anterior para governar) tome juízo e faça o que um governo deve fazer, servir a sociedade.
SERVIR e não, SERVIR-SE.
Mas esta coisa nacional de nunca se tratar como devem ser tratados os culpados pelas desgraças, roubalheiras e pouca-vergonhas, dá que uns bandidos se continuem a rir na nossa cara, e os bens deles nunca os perdem. Vão para o Panamá, o Luxemburgo do Juncker, Malta, etc. Ou acreditam que eles não têm lá fora o essencial do que foram tirando de cá? Lembram-se do pantomineiro que vive na miséria porque só tem uma velha mota de água?
A coisa contemporânea do princípio do ano é o anúncio da disponibilização de uns quantos milhões de euros para melhorar a produtividade do eucalipto. O PM António Costa que tem sempre na ponta da língua aquela chapa - é absolutamente essencial - esteve meses atrás na Figueira da Foz.
As celuloses, que parecia na altura prepararem-se para investir forte, iriam ter 18 milhões disponibilizados para investimentos que gerassem a melhoria da produtividade do eucalipto.
Também apontou o PM o caminho para uma melhor gestão, melhor ordenamento, melhores condições para exploração de terrenos.
Com isto tudo que se tem passado agora, como será a história desses 18 milhões? Será que no frenesim daquele conselho de ministros especial num Sábado, os pés estariam assentes no chão, as emoções dominadas, o pensamento a sério virado para com muita urgência criar todas as condições para todas as autarquias poderem passar a iniciar o cadastro que nunca fizeram? E olharem à recuperação urgente das debilitadas economias que existiam na parte do País agora devastada?
Quantos milhares de ovelhas e cabras morreram? Como se repõe?
E pastores? Fico por aqui, a lista é infindável. Isto é trágico e o OE actual neste momento vale pouco mais que ZERO.
Aprovado na generalidade. Aguardemos a especialidade.
Aprovado na generalidade. Aguardemos a especialidade.
De acordo com alguns, devo estar a exagerar, estava quase tudo certamente em ordem neste País e, concretamente no mundo rural. Mundo por onde tenho andado mais intensamente de 2007 para cá.
Boa noite e boa sorte, como se dizia num certo tempo.
Aguardemos o que será a concretização de tudo o que foi pomposamente anunciado. Mas estou muito desconfiado.
E não é por o dinossauro da liga dos bombeiros se mostrar já desagradado, o que se esperava, dados os antecedentes.
António Cabral
E não é por o dinossauro da liga dos bombeiros se mostrar já desagradado, o que se esperava, dados os antecedentes.
António Cabral
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017
MILITARES e os CARGOS POLÍTICOS ou afins
Durante o período de vigência de Oliveira Salazar, o então chamado Presidente do Conselho teve para com os militares não paixões como alguns políticos de agora e o actual PM em particular gostam de exaltar (o PM até tem como sagrada a palavra do CEMGFA), mas teve sim fases de maior ou menor aproximação.
Como bem refere um muito bom investigador e conhecedor do assunto (Cor ref. David Martelo), - "militares afastados da política, o certo é que nunca deixou de ceder, neste princípio, a favor de um outro que julgava igualmente importante: era preciso que as Forças Armadas tivessem a ilusão de que partilhavam o poder e de que beneficiavam dele".
E é da nossa história que vários oficiais do Exército e da Armada ocuparam alguns lugares de relevo na vida pública de então, normalmente os mais fiéis. Humberto Delgado também serviu o poder de antanho.
Mas também houve algumas prendas para os menos fiéis, muito raramente. Para sugerir abertura.
É da nossa história passada a ocupação por alguns militares dos cargos de Governadores Civis em distritos no Continente Açores e Madeira e os de Governadores nas nossas antigas possessões em África e Ásia.
Lembrei-me disto ao verificar certas nomeações mais recentes e o conselho de ministros deste Sábado passado.
Posso estar enganado mas, como tem acontecido, creio que vários se convencem que partilham algum poder quando estão em certos poleiros. Coitados.
Mas isto também me assaltou por ler tanto disparate (acho eu) sobre quem deve ir para a estrutura da moribunda ANPC.
Aliás estava lá um coronel. Os rosáceos resultados são conhecidos.
AC
domingo, 22 de outubro de 2017
Para lá da cortina de fumo
jornalista MANUEL CARVALHO 14/08/2016
"O que mais espanta no clamor que se ergueu com os fogos florestais não é a comoção nem a revolta; é mesmo o espanto. Um espanto que diz muito sobre Portugal. O que mais espanta no clamor que se ergueu com os fogos florestais não é a comoção nem a revolta; é mesmo o espanto. Um espanto que diz muito sobre Portugal. O país modelo da falta de memória, o exemplo da incapacidade de aprender com erros próprios, o monumento à arte de viver de expedientes – seja o ouro do Brasil ou a amizade de um secretário de Estado –, o país que tem um banco público aflito instalado num edifício megalómano digno de Ceausescu, que adora o efémero vistoso e odeia o trabalho de fundo dos bastidores. A floresta arde descontroladamente porque, uma vez mais, nos preocupamos mais com o aparato dos Kamov do que com a limpeza das matas, nos entretemos mais com os “teatros de operações” do que com o esforço duro e silencioso de criar aceiros ou limpar caminhos rurais. Continuamos a ser como uma mulher de casaco de peles que enverga por baixo um reles vestido de chita. Espanto? O melhor é recordar o que Sá de Miranda escreveu, já há 500 anos: “Pasmado e duvidoso do que vi, m'espanto às vezes, outras m'avergonho”.
jornalista MANUEL CARVALHO 14/08/2016
"O que mais espanta no clamor que se ergueu com os fogos florestais não é a comoção nem a revolta; é mesmo o espanto. Um espanto que diz muito sobre Portugal. O que mais espanta no clamor que se ergueu com os fogos florestais não é a comoção nem a revolta; é mesmo o espanto. Um espanto que diz muito sobre Portugal. O país modelo da falta de memória, o exemplo da incapacidade de aprender com erros próprios, o monumento à arte de viver de expedientes – seja o ouro do Brasil ou a amizade de um secretário de Estado –, o país que tem um banco público aflito instalado num edifício megalómano digno de Ceausescu, que adora o efémero vistoso e odeia o trabalho de fundo dos bastidores. A floresta arde descontroladamente porque, uma vez mais, nos preocupamos mais com o aparato dos Kamov do que com a limpeza das matas, nos entretemos mais com os “teatros de operações” do que com o esforço duro e silencioso de criar aceiros ou limpar caminhos rurais. Continuamos a ser como uma mulher de casaco de peles que enverga por baixo um reles vestido de chita. Espanto? O melhor é recordar o que Sá de Miranda escreveu, já há 500 anos: “Pasmado e duvidoso do que vi, m'espanto às vezes, outras m'avergonho”.
Os sublinhados/ bolds são da minha autoria.
Conhecendo alguma coisa da vida, como é o meu caso já com muitas décadas em cima, e ainda que muitos dos homens da minha profissão não acreditem quando digo que não me espanto há muitos anos, não me espanta de facto nada do que vem acontecendo no meu País, há muitas décadas.
Muitos acham um tremendo exagero quando eu digo que a nossa sociedade está a desmoronar-se.
Às vezes afirmo até que está muita coisa podre. "Estás muito azedo", é a frase que algumas vezes alguns amigos me endereçaram no meio do calor da sua amizade.
Às vezes afirmo até que está muita coisa podre. "Estás muito azedo", é a frase que algumas vezes alguns amigos me endereçaram no meio do calor da sua amizade.
As negociatas que andam por aí, há décadas, não espantam.
Basta conhecer, por exemplo os episódios ao longo dos últimos 6 anos respeitantes ao material que devia ser instalado junto de uma determinada antena.
Basta conhecer algumas pessoas, e o quanto ficam inchadas por usar boina e terem uns galões, e muitos microfones e câmaras de TV à frente da cara.
Inchadas com o seu temporário poder funcional.
Inchadas com o seu temporário poder funcional.
A soberba, a pesporrência, a ausência de vergonha na cara, não são monopólio do actual PM.
Basta, entre outras coisas, apreciar os chutos de certos vaidosos incompetentes do interior até à capital.
Basta, entre outras coisas, apreciar os chutos de certos vaidosos incompetentes do interior até à capital.
O que o jornalista acima disse, há mais de um ano, continua ou não 100 % actual?
Eu digo SIM, e cada vez m' avergonho mais.
António Cabral (AC)
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sábado, 21 de outubro de 2017
COISAS CONTEMPORÂNEAS (1)
Não é só no nosso desgraçado País, lá fora batem também nas mesmas teclas.
Mas por cá, tal como com os incêndios em que ardeu muito mais área do que em certos países, ou a questão da corrupção que no burgo atinge os maiores mariolas e pouco ou nada acontece enquanto lá por fora sempre vai havendo umas demissões e umas prisões, assiste-se à pressa em legislar, à pressa em continuar a enganar quase todos os concidadãos, observa-se continuamente a famosa cena de mudar as moscas e varejeiras mas a trampa continuar basicamente no mesmo sítio e tão ou mais mal cheirosa.
O Presidente da República apertou o governo e o intrujão - mor aí está com repentismos.
Mal que pergunte: secretário de Estado da proteção civil?
Se continuasse com o mesmo nome anterior não podia ir tratar do que agora pretendem tratar?
Este intrujão-mor continua um traste. Mas muitos gostam destas aldrabices. Continuem.
Outra vertente, na mesma área, mas pretendendo agora muitas vozes que se coloquem as forças armadas em peso nesta questões.
É só para chorar.
Força Aérea a superintender nos meios aéreos de combate aos incêndios? Parece-me muito bem, mas há muitos problemas a resolver.
Forças do Exército e da Marinha por exemplo em acções de vigilância de matas nacionais e florestas? À partida parece bem, mas colocam-se também aqui várias questões.
Uma, constitucional, que se deve ter presente, e deve determinar que as forças armadas actuem em complementaridade.
Por exemplo, porque não estão muito mais GNR no patrulhamento do interior?
Porque carga de água a ANPC tem que ser dirigida por um militar de patente muito elevada?
Creio bem que antes de tudo, deviam ponderar as questões do conhecimento, da formação, da liderança, e não andar a encher estruturas com verbos de encher de cabeça cinzenta chutados do interior por CAPO's mas com cartão rosa, vermelho, azul ou laranja.
O que verifico, é que da EDP a muitos outros interesses e corporativismos anda tudo desassossegado. Aguardemos.
AC (21OUT, 1200horas)
Não é só no nosso desgraçado País, lá fora batem também nas mesmas teclas.
Mas por cá, tal como com os incêndios em que ardeu muito mais área do que em certos países, ou a questão da corrupção que no burgo atinge os maiores mariolas e pouco ou nada acontece enquanto lá por fora sempre vai havendo umas demissões e umas prisões, assiste-se à pressa em legislar, à pressa em continuar a enganar quase todos os concidadãos, observa-se continuamente a famosa cena de mudar as moscas e varejeiras mas a trampa continuar basicamente no mesmo sítio e tão ou mais mal cheirosa.
O Presidente da República apertou o governo e o intrujão - mor aí está com repentismos.
Mal que pergunte: secretário de Estado da proteção civil?
Se continuasse com o mesmo nome anterior não podia ir tratar do que agora pretendem tratar?
Este intrujão-mor continua um traste. Mas muitos gostam destas aldrabices. Continuem.
Outra vertente, na mesma área, mas pretendendo agora muitas vozes que se coloquem as forças armadas em peso nesta questões.
É só para chorar.
Força Aérea a superintender nos meios aéreos de combate aos incêndios? Parece-me muito bem, mas há muitos problemas a resolver.
Forças do Exército e da Marinha por exemplo em acções de vigilância de matas nacionais e florestas? À partida parece bem, mas colocam-se também aqui várias questões.
Uma, constitucional, que se deve ter presente, e deve determinar que as forças armadas actuem em complementaridade.
Por exemplo, porque não estão muito mais GNR no patrulhamento do interior?
Porque carga de água a ANPC tem que ser dirigida por um militar de patente muito elevada?
Creio bem que antes de tudo, deviam ponderar as questões do conhecimento, da formação, da liderança, e não andar a encher estruturas com verbos de encher de cabeça cinzenta chutados do interior por CAPO's mas com cartão rosa, vermelho, azul ou laranja.
O que verifico, é que da EDP a muitos outros interesses e corporativismos anda tudo desassossegado. Aguardemos.
AC (21OUT, 1200horas)
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Chame-me infantil,........mas não me calo
Ficou a saber-se, que a juntar a outras lamentáveis carimbadelas que gosta de colocar aos cidadãos e que se juntam aos verdadeiros dislates pronunciados pela MAI e pelo seu ajudante de cabelo branco, a criatura considera infantis todos os que se interrogam e querem ponderar sobre as tragédias do momento. Os porquês e responsabilidades, e como se devem encarar as coisas daqui para a frente. Um NOJO de criatura.
Serei infantil, mas não me calo.
Eu que procuro há anos ver TV o menos possível acompanhei bastante as tragédias de Junho passado e agora o que ainda decorre.
Já faleceram pelo menos 100 pessoas, infelizmente não vai ficar por aqui.
Será que são infantis os canais 1, 3 e 4 generalistas que depois da 3ª patética resposta da criatura não continuaram em SBento, continuaram com a emissão normal?
Será que isto dá bem a medida do que se está a passar?
A criatura veio a terreiro porque Marcelo está a aumentar a pressão.
Esta criatura tem vontade política para colocar este estado de coisas em questão?
Arrota que a obrigação é colocar em medidas as conclusões e as recomendações da famosa comissão técnica.
Começa, que eu saiba, que quando muito acolheriam as recomendações. As conclusões? IDIOTA CHAPADO.
Adriano Moreira recorda frequentemente as várias categorias de Estados.
Não tenho dúvida nenhuma, cada vez mais esta caricatura de País onde nasci e ainda gosto de viver "malgré" tudo e toda esta cambada de f***** da p*** caminha a passos largos para Estado falhado. Venham-me dizer que exagero, venham.
AC
Ps: este post sai assim, debaixo de muita raiva. Mais logo, provavelmente amanhã, procurarei escrever alguma coisa decente, com mais elevação. Sou de carne e osso e se eu desse uma conferência de imprensa estando no lugar da criatura de certeza que não estava com aquele pequeno sorriso parvalhão, estaria com umas trombas terríveis.
Ficou a saber-se, que a juntar a outras lamentáveis carimbadelas que gosta de colocar aos cidadãos e que se juntam aos verdadeiros dislates pronunciados pela MAI e pelo seu ajudante de cabelo branco, a criatura considera infantis todos os que se interrogam e querem ponderar sobre as tragédias do momento. Os porquês e responsabilidades, e como se devem encarar as coisas daqui para a frente. Um NOJO de criatura.
Serei infantil, mas não me calo.
Eu que procuro há anos ver TV o menos possível acompanhei bastante as tragédias de Junho passado e agora o que ainda decorre.
Já faleceram pelo menos 100 pessoas, infelizmente não vai ficar por aqui.
Será que são infantis os canais 1, 3 e 4 generalistas que depois da 3ª patética resposta da criatura não continuaram em SBento, continuaram com a emissão normal?
Será que isto dá bem a medida do que se está a passar?
A criatura veio a terreiro porque Marcelo está a aumentar a pressão.
Esta criatura tem vontade política para colocar este estado de coisas em questão?
Arrota que a obrigação é colocar em medidas as conclusões e as recomendações da famosa comissão técnica.
Começa, que eu saiba, que quando muito acolheriam as recomendações. As conclusões? IDIOTA CHAPADO.
Adriano Moreira recorda frequentemente as várias categorias de Estados.
Não tenho dúvida nenhuma, cada vez mais esta caricatura de País onde nasci e ainda gosto de viver "malgré" tudo e toda esta cambada de f***** da p*** caminha a passos largos para Estado falhado. Venham-me dizer que exagero, venham.
AC
Ps: este post sai assim, debaixo de muita raiva. Mais logo, provavelmente amanhã, procurarei escrever alguma coisa decente, com mais elevação. Sou de carne e osso e se eu desse uma conferência de imprensa estando no lugar da criatura de certeza que não estava com aquele pequeno sorriso parvalhão, estaria com umas trombas terríveis.
TRAGÉDIA
Estamos obviamente perante alegados criminosos incendiários, alegadamente descontentes, com alegadas ligações outras, e alegadamente os meios não chegarão, (embora já anunciem 7000 meios humanos pelo Continente todo) para controlar estes alegados incêndios, típicos de um alegado País ás mãos de alegadas elites (há décadas).
A única não alegada coisa é a trágica morte de concidadãos.
A única não alegada coisa é a trágica morte de concidadãos.
Mas podemos estar descansados, as instituições funcionam em plena e alegada normalidade.
Exemplo desta alegada normalidade de funcionamento é o PR já ter apresentado condolências ás famílias enlutadas, António Costa escondido que nem um rato e a antever chatices antes do Sábado que vem, Constança certamente incomodada, é o que temos.
Entretanto, concidadãos morrem tragicamente, mas as instituições funcionam!
Tanto que funcionam que, aparentemente, Marcelo tem estado a tratar de se informar directamente, presumo eu que com presidentes de câmaras e juntas de freguesia.
Início de semana a prometer.
António Cabral
António Cabral
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