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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

TRAGÉDIA
Estamos obviamente perante alegados criminosos incendiários, alegadamente descontentes, com alegadas ligações outras, e alegadamente os meios não chegarão, (embora já anunciem 7000 meios humanos pelo Continente todo) para controlar estes alegados incêndios, típicos de um alegado País ás mãos de alegadas elites (há décadas).
A única não alegada coisa é a trágica morte de concidadãos. 
Mas podemos estar descansados, as instituições funcionam em plena e alegada normalidade.
Exemplo desta alegada normalidade de funcionamento é o PR já ter apresentado condolências ás famílias enlutadas, António Costa escondido que nem um rato e a antever chatices antes do Sábado que vem, Constança certamente incomodada, é o que temos.
Entretanto, concidadãos morrem tragicamente, mas as instituições funcionam! 
Tanto que funcionam que, aparentemente, Marcelo tem estado a tratar de se informar directamente, presumo eu que com presidentes de câmaras e juntas de freguesia.
Início de semana a prometer.
António Cabral

quinta-feira, 27 de julho de 2017

PORTUGAL, o SISTEMA de JUSTIÇA, 
colarinhos brancos,.....e etc
O sistema de justiça em Portugal, defendem certos donos das escolas de Coimbra e Lisboa, é dos melhores do mundo, senão o 2º melhor. Será.
Ainda não há muito tempo estive a rever o que vi para aí  quanto a celebrações de contentamento pelos 50 anos do código civil, salvo erro.
Mas, e o código do processo penal? Quantas e sucessivas alterações?
Escola francesa, escola alemã, escola de Coimbra,....
Ah, e os americanos, esses atrasados mentais que levaram a julgamento Madoff em poucos meses, por exemplo?
Isso aí é uma pouca vergonha de sistema de justiça, porque muitos se socorrem dos offshores por exemplo.
Espera, parece que por cá também......oh diabo.....
Lá é uma pouca vergonha, escutam telemóveis, arranjam mil e uma justificações para investigar as pouca vergonhas.
Espera cá também escutam, mas depois há sempre um pequenino de pêra que as inviabilizam.........oh.....diabo.
Lá nos "States" dão muitas garantias, até admitem os silêncios e que isso não pode prejudicar o pessoal.
Espera, cá é muito melhor. 
Há super garantias, para tudo e mais alguma coisa, depois leva-se é muitos anos........até à prescrição.
Por isso andam aí todos contentes.
Com lindos exemplos de separação de poderes e ausência de pressão política por parte de grandes mariolas.
Ah, e cá se for preciso até se fazem investigações............. forenses,......embora não se mandem executar,......como na CGD.
Ah, além disso, por cá existe uma sucessão de possibilidades de recursos e dilações no tempo, tudo previsto nos códigos, e depois, acrescente-se, decisão de certos juízes pode inviabilizar que, por exemplo, se investigue o que é que um sujeito fez num determinado período, período e esclarecimento crucial para o processo. 
Mas isso pode já não interessar.
Lá, na América, têm aquela mania que vem de séculos atrás, não deixam morte por investigar, nunca prescreve.
Ah, mas esses americanos são parvalhões. Morreu morreu. Desapareceu dinheiro, desapareceu, prontos!!!!!
Por cá nós somos muito dados à pintura, galerias de arte, molduras pois claro, douradas, molduras penais, por aí fora.
Uma coisa, claramente, não bate com a perdigota? 
Não interessa, não está previsto no código que doa a quem doer tem que ser esclarecido. O que interessa é o código.
AC