Sessenta militantes históricos do Bloco de Esquerda anunciaram a saída do partido numa carta aberta que representa uma das mais duras críticas internas dos últimos anos. Entre os subscritores estão nomes fundadores e figuras históricas da esquerda portuguesa, como o militar de Abril Mário Tomé. Os dissidentes acusam a direção de centralizar decisões, afastar as bases, perseguir vozes críticas e transformar o partido num projeto distante das suas origens. Criticam ainda a relação com o PS e posições assumidas em temas internacionais como a Ucrânia e Gaza.
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AC
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