Do World Press Cartoon
Objectivamente, ESTÃO a fazer tudo mas mesmo tudo para engordar este e sicários.Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
Por complicadas realidades da vida, em grande parte dessa 3ª Feira tive de andar para trás e para a frente a tratar de assuntos familiares.REPETINDO-ME
Repito-me, porque continua actual, mas muito também porque me recordei de um dos meus melhores amigos; fez há pouco 2 anos que faleceu.
E foi sempre um SENHOR!
AC
sii sempre gentile e umile. . .
ricorda, signori si nasce,
non si diventa !
(Totó)
A tradução é um pouco difícil de pôr em português escorreito, sobretudo na parte final, mas o sentido é este:
Lembrei-me disto depois de continuar a ver certas palhaçadas na Assembleia da República, no governo, na oposição, nos OCS, etc.
António Cabral (AC)
Já me Ocorreu . . . .
Já me ocorreu este pensamento . . . .
Qual?
Montenegro estar a seguir técnicas de Trump!
Isto a propósito dos exames, das avaliações, do papel, do digital. E dos professores.
Pelo que foi noticiado esta coisa da digitalização das provas de exame começou em 2018, na era/ paraíso Costa.
Não faço ideia nem me vou maçar com isso, mas presumo que houve uma ideia, muito provavelmente uma boa ideia gerada no governo Costa e Costa, com vista ao futuro e modernidade, e presumo que tenha sido elaborado um programa de implementação.
Até ao final da era/ paraíso Costa desconheço que passos, que consolidação, que caminhos foram prosseguidos/ executados.
Entrou a era Montenegro e desconheço se estava feitos todos os testes para este ano lectivo/ época de exames; aparentemente, terão presumido que estava tudo mais que bem preparado, ou complementaram a preparação. Terá sido isto? Avançaram.
Os resultados práticos não parecem nada bons. Parece aliás que o trágico é o mais provável, com implicações nas inscrições para o ensino superior. Auguro calamidade e este governo estará definitivamente cambaleando. Veremos.
Creio portanto legítimo presumir que, se calhar, o sistema não estava suficiente/ completamente testado, consolidado.
Creio legítimo presumir que todo o sistema e todas as questões logísticas e administrativas inerentes a esta nova era não estavam completamente testadas e aprovadas. E surgiram falhas várias. CAOS.
Mas também creio legítimo presumir que uns quantos professores não quereriam ou não quiseram mesmo colaborar. Baixas em catadupa, dos que ficaram para corrigir exames se calhar alguns trabalharam ao ritmo alentejano, etc.
O que ajudou à hecatombe. Houve de certeza algumas coisas destas.
Agora, é fácil e em tempo provar rapidamente todas as malandrices da malta ligada à FENPROF e CGTP e UGT ou só porque tiveram uma birra, etc?
Que necessidade tinha Montenegro de vir atirar publicamente esta acha para a fogueira, quando o óbvio aconteceria, por todas as TV e jornais atirarem-se ao PM?
Eu creio que isto é mesmo técnica Trump, para colocar muita gente política e dos "me(r)dia" a quase só falar disto, e tentar por outro lado que muitos concidadãos fiquem a espumar de raiva contra "os comunas dum raio" contra "os sacanas dos professores", como dirão muitos.
Pela minha parte não me custa nada acreditar em procedimentos sabotadores da parte de vários.
Mas oh sr ministro, não sabia disto? Não sabe que há décadas a máquina do Estado está prisioneira?
Oh sr ministro, alternativas, planos B, C, D?
Reformas nesta área?
Porque não pensaram (PM e MEC) nas eventuais razões para o execrável Costa mais o seu inarrável Costa não terem posto a digitalização em prática quando, tudo indica, que foram eles os autores do que me parece uma boa ideia?
Costa não colocou isso a funcionar porque é certamente complicado, porque ia mexer em coisas do desagrado dos donos do ensino em Portugal, etc, e ele quer estar sempre bem com todos à sua esquerda. Vira páginas se der jeito ao cuidar da sua vidinha, mesmo que para o país as consequências sejam desastrosas.
Agora está aí o CAOS e duvido que consigam sair dele sem ferimentos muito graves.
Aguardemos.
AC
GREVE
Para variar, um dos meus netos (8 anos, 2º ano) amanhã não tem aulas.
Excepcionalmente não é colada a uma 6ª Feira ou a uma 2ª Feira, para terem um fim de semana mais catita . . . . . .
Espera . . . . sim de facto amanhã é 5ª Feira mas . . . . .
Ah, já percebi, não me estava a lembrar que 6ª Feira é feriado.
OK.
Continuem assim . . . . . Portugal do futuro agradece!
Deplorável, lamentável, que gentalha.
Sim, as questões laborais têm muito que se lhe diga, não tenho dúvida que por exemplo o caso do projecto de nova lei laboral tem muito provavelmente vários contornos lastimáveis, inaceitáveis etc.
Do que li até hoje e certamente por deficiência da minha parte, ainda não consegui perceber com clareza (do governo e das centrais sindicais) quais são os aspectos concretos na legislação ainda em vigor que provocam por exemplo, o mau desempenho da nossa economia, a sempre evidenciada falta de produtividade, etc.
Mas façam o protesto sem o colar a um fim de semana.
Pensem nos miúdos, pensem no que estão a fazer às crianças que são os futuros adultos.
O meu neto fica aborrecidíssimo sem as aulas, já não é a primeira vez que me diz - "oh avô, é outra vez sem aulas." Provavelmente não se vai esquecer disso. Aguardemos.
Mas, independentemente de CGTP e UGT terem quase certamente razão em algumas matérias, fica-me sempre muito a sensação de que gostam sobretudo é de falar e berrar para os da sua cor! Poderei estar a ser injusto, mas muitas vezes esta é uma sensação legítima.
AC
Transcrevo de novo um interessante (opinião pessoal naturalmente) artigo de opinião de que há mais de um ano tomei conhecimento, da autoria de um Coronel reformado do nosso Exército, David Martelo.
Tenho-o sempre presente para, em função das características enunciadas pelo autor para ponderar o que sensibilizaria os portugueses face a Gouveia e Melo (sondagens), nos tempos actuais me servir de guia para ponderar os resultados das actuais sondagens que, teoricamente, são indicador da acção dos actuais titulares de órgãos de soberania .
António Cabral (AC) (sublinhados e comentários da minha responsabilidade)
DO CAMINHO MARÍTIMO PARA BELÉM
Assim, em vez dos políticos de profissão, (a República) passará a governar pelo Exército, que é, de espírito, o contrário deles...
FERNANDO PESSOA, Da República, p. 243.
Apesar de ainda estarmos a pouco mais de um ano das próximas eleições para a Presidência da República, a recente passagem à reserva do almirante Gouveia e Melo e a elevada probabilidade de vir a ser um dos candidatos à suprema magistratura da Nação desencadearam um animado debate sobre a possibilidade de, passados cerca de quatro décadas sobre o final da presidência do general Ramalho Eanes, voltar a perfilar-se uma candidatura de um militar.
Ramalho Eanes – que, apesar da sua atribulada presidência, deixou uma recordação positiva na sociedade portuguesa – vinha sendo visto como um caso excepcional, decorrente do ambiente revolucionário que se vivera entre 1974 e 1976, na transição da ditadura para a democracia. Pela lógica dos costumes políticos europeus, seria expectável que uma candidatura de militar (fora da actividade de serviço) não voltasse a concretizar-se.
Dentro desta benevolente convicção, o caso da possível candidatura do almirante Gouveia e Melo veio abalar alguns espíritos detentores de postos de comentário político, alguns dos quais se precipitaram em alarmantes juízos, com notória escassez de cultura política e capacidade de análise relativamente ao momento actual do mundo em que vivemos.
Provavelmente, o factor mais desestabilizador desses bem-intencionados espíritos tem residido nos resultados das sondagens até agora publicadas, as quais insistem, umas atrás das outras, na colocação do almirante num primeiro lugar, bem destacado dos outros potenciais concorrentes.
É sobre esta assinalável preferência dos portugueses que pretendo adiantar algumas das reflexões que me ocorreram, reflexões essas cujos contornos não tenho vislumbrado nos numerosos textos que até agora me foram dados ler.
Assim, importa formular esta pergunta: que característica, ou características, identificaram os portugueses no almirante Gouveia e Melo para se disponibilizarem a levá-lo até Belém?
Em teoria, essa preferência poderia resultar de um ou mais dos seguintes atributos:
Da sua notoriedade pessoal
Das suas ideias políticas
Da sua não-ligação a partidos políticos
Da recordação de outros militares em cargos políticos, em democracia
Da preparação para liderar, própria dos militares de carreira
Como é amplamente sabido, a notoriedade pessoal do almirante Gouveia e Melo no meio civil foi conquistada pela forma eficaz como reorganizou o sistema de vacinação, aquando da pandemia de Covid-19. Foi um feito importante e com grande impacto mediático, pelo que admito que tenha algum peso na preferência que lhe é dedicada.
Das suas ideias políticas pouco sabemos. Sendo, até há poucos dias, militar no activo, estava-lhe vedada a actividade política. Este aspecto, tem sido exageradamente mencionado pelos comentadores assustados por este fenómeno, como se para ser eleito não tivesse que haver, previamente, uma campanha justamente adequada a esclarecer as dúvidas sobre a provável acção dos candidatos no caso de serem eleitos. De qualquer modo, fica claro que, dado o natural silêncio do almirante, não é no campo das ideias políticas que se deve buscar a explicação para o seu relevante sucesso nas sondagens até agora publicadas.
A sua não-ligação aos partidos políticos também não parece explicar grande coisa. Já tivemos várias eleições presidenciais a que concorreram figuras independentes dos partidos – Fernando Nobre (2011) e Sampaio da Nóvoa (2016) – e não lograram destacar-se das figuras com antecedentes partidários.
Poderia ter algum fundamento na preferência a recordação do desempenho de outros militares em cargos políticos, em democracia, nos quais a história nos recorda Winston Churchill, Charles de Gaulle ou Dwight Eisenhower, grandes figuras do século XX, todos eles formados nas Academias Militares dos respectivos países. Assim como Ramalho Eanes.
Mas, exceptuando este, ainda vivo, não vejo que as restantes figuras pudessem influenciar tantos portugueses. É preciso reconhecer que poucos deles saberão quem foram aquelas ilustres personagens. Mas cabe aqui recordar o que, em 1932, o futuro presidente da República Francesa, Charles de Gaulle, publicou, numa interessante obra de conteúdo ético-militar, na qual, a certo ponto, afirmava:
O político e o militar levam (...) para os empreendimentos comuns caracteres, procedimentos e preocupações diferentes. Aquele atinge os objectivos por caminhos abrigados; este chega a eles em linha recta. Um, que vê à distância de modo enevoado, julga as realidades complexas e dedica-se a apreendê-las pela astúcia e pelo cálculo; o outro, que vê com clareza, mas para o imediato, acha-as simples e acredita que se podem vencer desde que se esteja decidido a tal. Perante um acontecimento grave o primeiro pensa no que os outros irão dizer, enquanto o segundo consulta os princípios (1)
Ficou para o fim a preferência por quem provém de uma carreira que confere preparação para liderar, função para a qual se não exige uma forte inclinação para comentar publicamente tudo o que se passa no país e no mundo.
E, se estas características são importantes em tempo de paz, é sensato deduzir que aumentam muito de valor quando sinais inquietantes de guerra se perfilam no horizonte e o ocupante do cargo é, por inerência, o comandante supremo das Forças Armadas.
David Martelo – 16 de Janeiro de 2025
(1) Le Fil de l’épée, Librairie Plon, Paris, 1932, p. 167. 2
25 ABRIL 1974 - MUSEU
Não sei a data e/ ou momento em que nasceu a ideia de construir um Museu que registasse para memória futura esta inesquecível data que mudou a história de Portugal, que mudou para bem melhor a sociedade portuguesa.
Do que tenho lido, e não sei nem me interessa saber de quem partiu a ideia, parece ter havido uma pré decisão de localizar o futuro Museu no Terreiro do Paço e concretamente nas instalações que estão actualmente ocupadas pelo ministério da administração interna (MAI).
Por razões eventualmente pertinentes, o governo terá manifestado a impossibilidade de retirar o MAI das actuais instalações, pelo que não haverá ali Museu.
Pessoalmente não se me colocam os pelos eriçados por esta decisão recente do governo.
Mas já fico irritadíssimo com outras coisas.
Um governo (este, como os anteriores de esquerda, pródigos em coisas similares) que esbanja dinheiro para a Ucrânia, que esbanja dinheiro para apoios diversos mais que discutíveis em países diversos como recentemente noticiado pelo sr Rangel, NÃO TEM DINHEIRO PARA MANDAR CONSTRUIR UM MUSEU DO 25 DE ABRIL?
NÃO TEM DINHEIRO PARA ADAPTAR ADEQUADAMENTE UM QUALQUER PALÁCIO OU EDIFÍCIO DO ESTADO MAIS OU MENOS AO ABANDONO COMO ESTÃO QUASE TODOS?
CAMBADA DE MALANDROS, ESTES E OS ANTERIORES IDOLATRADOS PELA ESQUERDA MAS QUE TAMBÉM NADA FIZERAM.
A propósito, é recordar as acções de Soares (PM e depois PR) e sucessores para com os militares.
António Cabral (AC)
RENAULT CLIO, MAI, e o COSTUME
1. Tive um Renault Clio. Há muitos anos. Do primeiro modelo que apareceu em Portugal. Creio que foi em 1981.
Tive o primeiro que foi vendido na cidade onde vivo. Calhou ser assim, estavam dois na loja da Renault e nós íamos comprar o já bem usado Renault 5 do meu sogro, já muito doente, e por isso o carro estava na garagem há vários meses.
A "operação" era vendermos o nosso saudoso Renault 4, que vendemos, e entregávamos o dinheiro á minha sogra, e passávamos a andar com o 5.
Eis que o meu sogro, bastante doente coitado, ficou angustiado ao saber que o 5 ia sair da garagem e passar a ser nosso, e em termos práticos ficava sem carro, ainda que nunca mais pudesse guiar como acontecia há meses.
Moral da história: um dia à tarde ficámos sem o 4 e à hora do jantar deparámos com a angústia do meu estimado e doente sogro ou seja, ficámos sem carro!
Aflitos fomos na manhã seguinte e bem cedo à Renault, e ao vendedor que era nosso conhecido explicámos o imbróglio de estarmos inesperadamente sem carro.
Ele lá arranjou as coisas. Depois de uns telefonemas conseguiu que de outra loja Renault lhe enviassem outro Clio, e assim nós pudemos levantar logo nesse dia o Clio Verde escuro sem que a pessoa a quem estava prometido ficasse defraudada pois na manhã seguinte veio outro.
Perguntarão, mas o que é que o Clio de há décadas tem a ver com o MAI (Ministro da Administração Interna) ?