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domingo, 6 de setembro de 2026

REPETINDO-ME

Repito-me, porque continua actual, mas muito também porque me recordei de um dos meus melhores amigos; fez há pouco 2 anos que faleceu. 

E foi sempre um SENHOR!

AC


sii  sempre  gentile  e  umile. . .

ricorda,  signori  si nasce, 

non  si  diventa !

(Totó)

A tradução é um pouco difícil de pôr em português escorreito, sobretudo na parte final, mas o sentido é este: 

"sê sempre gentil e humilde. . . . . . recorda, nasce-se senhor, ninguém se torna (um senhor)". 

Lembrei-me disto depois de continuar a ver certas palhaçadas na Assembleia da República, no governo, na oposição, nos OCS, etc.

E também por isto, sempre me irritaram os presunçosos que se me apresentavam como, embaixador Sicrano, general fulano de tal, doutor  de tal, etc.

Não será certamente a explicação principal mas estou convencido que o pântano lodoso e nauseabundo se deve muito à ausência de senhores na nossa sociedade!

Alguém que explique a criaturas que por aí circulam e nos azucrinam a vida o significado desta coisa da vida que não se adquire por decreto, cargo ou função - ser um senhor!

António Cabral (AC)

terça-feira, 25 de junho de 2024

sii sempre gentile e umile . . .
ricorda, signori si nasce,
non si diventa!

                            Totó

Gentil, humilde . . . nasce-se senhor . . . 
RIP.

Exactamente, aplica-se inteiramente ao meu desaparecido amigo.
Aplica-se, igualmente, a outros.
Mas há muitos que não passaram e passam de vermes.

AC

quinta-feira, 16 de março de 2023

HUMILDADE,  EDUCAÇÃO

Ser humilde e educado, mas nunca a ninguém permitir abusos.

AC

quarta-feira, 13 de março de 2019

RECONHECER ERROS PRÓPRIOS
Os actos de contrição são escassos, particularmente no meio político, nas chamadas elites, no seio dos sucessivos titulares de orgãos de soberania.
"Mea culpa, mea máxima culpa", isso é que era bom.
AC

ADENDA : a propósito do que se passa por exemplo no Novo Banco, ou olhando para certos recentes artigos, ás criaturas que acima indico obviamente que se deve juntar a esmagadora maioria de jornalistas e comentadores económicos, que todos nos recordamos de, anos atrás, andarem muito enroscados com  conhecidos banqueiros.
Também nenhum fez ou faz "mea culpa". 
Deve ser por o laço lhe apertar o pescoço, por exemplo.