AS FRASES DEFINEM as REALIDADES?
OU os AUTORES e a SUA DESFAÇATEZ?
O BE factor de estabilidade?
O estado depauperado das redações?
AC
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sexta-feira, 30 de agosto de 2019
sábado, 6 de julho de 2019
JORNALISTAS À PORTUGUESA
Então senhores e senhoras jornalistas, nenhum se atreve a perguntar nada ao prof Marcelo Rebelo de Sousa, o que ele pensa do apuramento de tudo, mas mesmo tudo, sobre Tancos?
Então, estão venerandos, agradecidos e dormentes?
Vá lá, só um, um que faça uma pergunta tímida, vá lá?
Estão com medo das administrações, de perder o emprego?
Com medo de não serem mais convidados para banquetes ou viagens à estranja?
Vá lá, só uma pergunta.
Até o Costa já declarou solidariedade com o Azeredo!
Eu e todos sabemos que Marcelo nunca soube de nada, nunca se informou de nada, nunca comentou nada, nunca lhe disseram nada, nunca sonhou nada, nunca quis saber nada.
Só faltam agora uns artigozinhos nos OCS da parte dos mesmos do costume, para mostrar pluralidade da sociedade, mas não devem demorar.
Para lá disso, tudo continua na mesma, nas redes esburacadas, nas lutas intestinas, no somos os melhores dos melhores.
AC
Então senhores e senhoras jornalistas, nenhum se atreve a perguntar nada ao prof Marcelo Rebelo de Sousa, o que ele pensa do apuramento de tudo, mas mesmo tudo, sobre Tancos?
Então, estão venerandos, agradecidos e dormentes?
Vá lá, só um, um que faça uma pergunta tímida, vá lá?
Estão com medo das administrações, de perder o emprego?
Com medo de não serem mais convidados para banquetes ou viagens à estranja?
Vá lá, só uma pergunta.
Até o Costa já declarou solidariedade com o Azeredo!
Eu e todos sabemos que Marcelo nunca soube de nada, nunca se informou de nada, nunca comentou nada, nunca lhe disseram nada, nunca sonhou nada, nunca quis saber nada.
Só faltam agora uns artigozinhos nos OCS da parte dos mesmos do costume, para mostrar pluralidade da sociedade, mas não devem demorar.
Para lá disso, tudo continua na mesma, nas redes esburacadas, nas lutas intestinas, no somos os melhores dos melhores.
AC
domingo, 17 de março de 2019
EST MODUS IN REBUS
(há um limite nas coisas), DEVIA HAVER
Lembrei-me disto porque, por exemplo:
> cresce exponencialmente a descarada ausência de vergonha na cara de vários farsolas que nos lixam a vida e em consequência a sociedade, o País,
> para quem quase não vê TV, quando tenta um zapping, é futebol em todos os canais e em doses diárias e maciças,
> é cada vez mais confrangedor o espectáculo a que se assiste quanto a decisões judiciais, decisões do CSM ou do STJ, ou as conversas/ declarações de certos "pândegos" por exemplo ás portas de tribunais,
> a cada notícia sobre as sucessivas declarações havidas na CPI averiguando a telenovela Tancos cada vez se fica mais estarrecido.
AC
(há um limite nas coisas), DEVIA HAVER
Lembrei-me disto porque, por exemplo:
> cresce exponencialmente a descarada ausência de vergonha na cara de vários farsolas que nos lixam a vida e em consequência a sociedade, o País,
> para quem quase não vê TV, quando tenta um zapping, é futebol em todos os canais e em doses diárias e maciças,
> é cada vez mais confrangedor o espectáculo a que se assiste quanto a decisões judiciais, decisões do CSM ou do STJ, ou as conversas/ declarações de certos "pândegos" por exemplo ás portas de tribunais,
> a cada notícia sobre as sucessivas declarações havidas na CPI averiguando a telenovela Tancos cada vez se fica mais estarrecido.
AC
quarta-feira, 13 de março de 2019
RECONHECER ERROS PRÓPRIOS
Os actos de contrição são escassos, particularmente no meio político, nas chamadas elites, no seio dos sucessivos titulares de orgãos de soberania.
"Mea culpa, mea máxima culpa", isso é que era bom.
AC
ADENDA : a propósito do que se passa por exemplo no Novo Banco, ou olhando para certos recentes artigos, ás criaturas que acima indico obviamente que se deve juntar a esmagadora maioria de jornalistas e comentadores económicos, que todos nos recordamos de, anos atrás, andarem muito enroscados com conhecidos banqueiros.Também nenhum fez ou faz "mea culpa".
Deve ser por o laço lhe apertar o pescoço, por exemplo.
Os actos de contrição são escassos, particularmente no meio político, nas chamadas elites, no seio dos sucessivos titulares de orgãos de soberania.
"Mea culpa, mea máxima culpa", isso é que era bom.
AC
ADENDA : a propósito do que se passa por exemplo no Novo Banco, ou olhando para certos recentes artigos, ás criaturas que acima indico obviamente que se deve juntar a esmagadora maioria de jornalistas e comentadores económicos, que todos nos recordamos de, anos atrás, andarem muito enroscados com conhecidos banqueiros.Também nenhum fez ou faz "mea culpa".
Deve ser por o laço lhe apertar o pescoço, por exemplo.
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sábado, 26 de janeiro de 2019
Os OCS/ JORNALISTAS QUE TEMOS
Eu sei que não é só por cá, em Portugal, lá por fora não é muito diferente. Mas interessa-me cá, ponderar as coisas cá, as de cá em primeiro lugar. Quanto ao que a seguir deixo à consideração de quem tem a gentileza de visitar este blogue e ler, não creio que o que aponto tenha a ver com alguma coisa na nossa envolvente externa, que derive do que por fora acontece.
O que acontece é da exclusiva responsabilidade de, autarcas, políticos, cidadãos que vivem legalmente face à lei, cidadãos que vivem ilegalmente em Portugal face à lei, e de cidadãos que se estou marimbando para a lei pois ao longo de 35 anos os amigos nos escritórios e nas lojas trataram de assegurar os necessários buracos nas leis, como trataram de assegurar também confortáveis períodos para certas prescrições, e assegurar ainda que nunca se coloque a questão do ónus da prova, o Estado que se desenrasque.
E, em certa medida, responsabilidade também de muitos jornalistas, que não investigam a sério, que não perguntam o que deve ser perguntado. Jornalistas que confundem, que vão a correr atrás do politicamente correcto.
1º CASO - Bairro da Jamaica, no concelho do Seixal, gerido há décadas pelo PCP, sob a sigla CDU.
Contrariamente a muitos, incluindo titulares de orgãos de soberania, não posso comentar seriamente o que se passou entre pessoas que vivem naquele bairro (bairro ????) degradado e a polícia, por uma razão simples, não tenho praticamente informação sobre o assunto.
Mas parece haver:
- Correspondência com a realidade, agressões e agressões, respostas de ambos os lados, alguns feridos.
- Correspondência com a realidade, as imagens que as TV terão mostrado do um tal chamado bairro (???) que, pelo que me dizem, são construções de vários andares, em tijolo, e dizem-me que tudo parece uma espelunca.
- Correspondência com a realidade, a autarquia competente deverá conhecer há décadas a existência daquela zona, provavelmente aquelas "habitações" (???) têm rede eléctrica fornecida, como água, antenas parabólicas, etc.
- Correspondência com a realidade, pois parece não haver desmentido, um "apelidado" colaborador do BE apela à violência e insulta publicamente forças da chamada ordem. A que se juntou, tanto quanto parece, as sempre extraordinárias tiradas de uma das Mortágua.
- Correspondência com a realidade, as sempre interessantes declarações do MAI Cabrita.
- Correspondência com a realidade, o repórter XX esteve logo num dos locais em Lisboa para onde as manifestações pacíficas (??)de revolta das gentes da tal de Jamaica foram deslocadas.
Há nisto tudo uma mistura de, pobreza extrema, violência, miséria moral, clandestinidade, ilegalidades várias, desemprego, revolta, racismo, ganga organizados, ostracismo por parte dos responsáveis políticos (que não do BE, naturalmente)??
Temo que não me devo enganar por muito.
Num meio daqueles como em muitos semelhantes, certas associações não são correctas serão mesmo injustas mas, sejamos claros, nesses desgraçados meios também surgem exemplos de delinquência. Ou não ??
O que foi transportado para Lisboa e outras zonas é o quê?
Não posso comentar com segurança, pois não conheço, mas algumas questões ficam no ar, as quais não me parece que tenham interessado os jornalistas:
> Há quantos anos/ décadas, a CMSeixal conhece a situação do tal de Jamaica?
> A CMSeixal fornece água e assegura a limpeza da zona e a recolha do lixo?
> As forças de segurança percorrem aquela zona rotineiramente e sem problemas, ou só lá vão quando o rei faz anos e de forma muito musculada?
> Aquele chamado bairro está legalizado?
> A EDP e as companhias de gás asseguram a distribuição das respectivas "utilities"?
> Em que ano a CMSeixal iniciou um eventual processo de realojamento daquelas pessoas (quantas são, estão identificadas, registadas na Junta de Freguesia?) e se eventualmente pediu apoio aos sucessivos governos?
> Se nunca pediu apoio ou se pediu e nunca o teve, quando denunciou esse drama social?
> E no âmbito da grandiosa área metropolitana de Lisboa, este assunto nunca foi abordado?
> E nas assembleias de freguesia, das últimas três décadas, os "deputados" municipais do PCP o que foram deixando em actas sobre este desgraçado assunto?
> Quando se interessou Fernanda Câncio e o BE por esta situação que, pelos vistos, terá décadas de existência?
Para lá das perguntas pertinentes, óbvias, mas que quem as devia colocar não o faz, continua certa gentinha politiqueira a fingir que não percebe que o êxodo de África continua e não é por acaso, porque pensam que na Europa ficarão bem mas, depois, temos estes políticos por cá e por essa Europa que diariamente se auto-contemplam nas vaidades, grandiloquentes, mas deixam durante décadas guetos imundos como Jamaica e muitos outros, e depois admiram-se.
2º CASO - O menino espanhol que caiu num buraco.
Vejo muito pouca TV. Contudo, nos dias que correm estou a ver bastante, pois ando a seguir o torneio de ténis na Austrália.
Mas quanto à tragédia em causa, penso que foi há mais de uma semana que terá acontecido, uma criança de tenra idade caiu num buraco que, pelo que percebi do pouco que vi há dois dias, terá um diâmetro muito pequeno e uma profundidade enorme.
Diz-me quem mais tem acompanhado a coisa, que todos os dias a toda a hora nos canais de notícias TV, o assunto é exposto, os dias que passam a remover terra, os buracos que vão fazer, a maquinaria presente na zona. E que o menino estará ainda vivo.
E andam todos os jornalistas por cá entretidos horas e horas com isto. Como lá por fora, mas isso não me interessa nada.
Já perguntei a pessoas amigas e a muitos familiares e ninguém me garantiu o que acho devia ter sido logo perguntado.
Tal como não o descobri nos Online. E que é o que se segue.
Num tempo em que se condena e criminaliza a violência doméstica (e muito bem), em que se condena e criminaliza quem deixa filhos a asfixiar dentro de carros ao Sol (e muito bem), parece-me, mas pode ser falha minha, que nenhum jornalista tratou de colocar a seguinte pergunta perante as câmaras TV senão mesmo aos pais da criança: como é que e porque carga de água, uma criança (2 anos?) é deixada no campo sem qualquer acompanhamento.
Mas gastar horas nos espectáculos da zona isso sim, importa para o "share". Mas devo ser eu que estou doido.
3º CASO - As poucas vergonhas na CGD.
É interessantíssimo ver agora certos jornalistas a colocar muitas interrogações - como é que?
Há no entanto uns muito escassos da económica que me parece colocam as coisas com alguma transparência, e há vários anos que andam polidamente a denunciar o que no presente cada vez se vem confirmando mais.
Confirmando os desmandos a que a classe política TODA, mas sobretudo PS, PSD e CDS, sabiam perfeitamente o que há décadas se vinham passando. Tal como o Banco de Portugal.
Mas DEMOCRATICAMENTE, claro está.
Não é por acaso que estão perfeitamente consignados nos códigos certo número de anos para as prescrições, SIM, porque podem ficar descansados, VAI TUDO PRESCREVER a muito curto prazo.
Mesmo no meio do "GARANTE" do governo, do Banco de Portugal e de mais uma série de gentinha nada confiável.
É esta a minha avaliação do caso, usando as terminologias desta tralha banqueira, o mecanismo "fit and proper"!!!
E nem preciso de nenhum conselho de crédito para não DAR NENHUM CRÉDITO a ESTA TROPA FANDANGA que com a maior lata, e rindo-se na nossa cara, vai à TV.
E o curioso é ver uns patetas a escrever coisas como - suspeita de - mas não tem arguidos!!!
Sigilo bancário, segredo de justiça, confiança nas instituições bancárias. POIS!!!!
Uma coisa me descansa muito, CENTENO GARANTE ESTAR a ACOMPANHAR a SITUAÇÃO.
Injectam dinheiro, o dinheiro de todos nós, mas tratar depois de o tentar recuperar e portanto executar essa malandragem devedora "está quieto".
Questões cíveis? Isso é para o desgraçado que roubar uns sapatos ou cebolas, aos finórios não se toca, são amigos.
Desgraçado país, democraticamente a ser estoirado por uma cambada de filhos de mães nada sérias.
AC
Eu sei que não é só por cá, em Portugal, lá por fora não é muito diferente. Mas interessa-me cá, ponderar as coisas cá, as de cá em primeiro lugar. Quanto ao que a seguir deixo à consideração de quem tem a gentileza de visitar este blogue e ler, não creio que o que aponto tenha a ver com alguma coisa na nossa envolvente externa, que derive do que por fora acontece.
O que acontece é da exclusiva responsabilidade de, autarcas, políticos, cidadãos que vivem legalmente face à lei, cidadãos que vivem ilegalmente em Portugal face à lei, e de cidadãos que se estou marimbando para a lei pois ao longo de 35 anos os amigos nos escritórios e nas lojas trataram de assegurar os necessários buracos nas leis, como trataram de assegurar também confortáveis períodos para certas prescrições, e assegurar ainda que nunca se coloque a questão do ónus da prova, o Estado que se desenrasque.
E, em certa medida, responsabilidade também de muitos jornalistas, que não investigam a sério, que não perguntam o que deve ser perguntado. Jornalistas que confundem, que vão a correr atrás do politicamente correcto.
1º CASO - Bairro da Jamaica, no concelho do Seixal, gerido há décadas pelo PCP, sob a sigla CDU.
Contrariamente a muitos, incluindo titulares de orgãos de soberania, não posso comentar seriamente o que se passou entre pessoas que vivem naquele bairro (bairro ????) degradado e a polícia, por uma razão simples, não tenho praticamente informação sobre o assunto.
Mas parece haver:
- Correspondência com a realidade, agressões e agressões, respostas de ambos os lados, alguns feridos.
- Correspondência com a realidade, as imagens que as TV terão mostrado do um tal chamado bairro (???) que, pelo que me dizem, são construções de vários andares, em tijolo, e dizem-me que tudo parece uma espelunca.
- Correspondência com a realidade, a autarquia competente deverá conhecer há décadas a existência daquela zona, provavelmente aquelas "habitações" (???) têm rede eléctrica fornecida, como água, antenas parabólicas, etc.
- Correspondência com a realidade, pois parece não haver desmentido, um "apelidado" colaborador do BE apela à violência e insulta publicamente forças da chamada ordem. A que se juntou, tanto quanto parece, as sempre extraordinárias tiradas de uma das Mortágua.
- Correspondência com a realidade, as sempre interessantes declarações do MAI Cabrita.
- Correspondência com a realidade, o repórter XX esteve logo num dos locais em Lisboa para onde as manifestações pacíficas (??)de revolta das gentes da tal de Jamaica foram deslocadas.
Há nisto tudo uma mistura de, pobreza extrema, violência, miséria moral, clandestinidade, ilegalidades várias, desemprego, revolta, racismo, ganga organizados, ostracismo por parte dos responsáveis políticos (que não do BE, naturalmente)??
Temo que não me devo enganar por muito.
Num meio daqueles como em muitos semelhantes, certas associações não são correctas serão mesmo injustas mas, sejamos claros, nesses desgraçados meios também surgem exemplos de delinquência. Ou não ??
O que foi transportado para Lisboa e outras zonas é o quê?
Não posso comentar com segurança, pois não conheço, mas algumas questões ficam no ar, as quais não me parece que tenham interessado os jornalistas:
> Há quantos anos/ décadas, a CMSeixal conhece a situação do tal de Jamaica?
> A CMSeixal fornece água e assegura a limpeza da zona e a recolha do lixo?
> As forças de segurança percorrem aquela zona rotineiramente e sem problemas, ou só lá vão quando o rei faz anos e de forma muito musculada?
> Aquele chamado bairro está legalizado?
> A EDP e as companhias de gás asseguram a distribuição das respectivas "utilities"?
> Em que ano a CMSeixal iniciou um eventual processo de realojamento daquelas pessoas (quantas são, estão identificadas, registadas na Junta de Freguesia?) e se eventualmente pediu apoio aos sucessivos governos?
> Se nunca pediu apoio ou se pediu e nunca o teve, quando denunciou esse drama social?
> E no âmbito da grandiosa área metropolitana de Lisboa, este assunto nunca foi abordado?
> E nas assembleias de freguesia, das últimas três décadas, os "deputados" municipais do PCP o que foram deixando em actas sobre este desgraçado assunto?
> Quando se interessou Fernanda Câncio e o BE por esta situação que, pelos vistos, terá décadas de existência?
Para lá das perguntas pertinentes, óbvias, mas que quem as devia colocar não o faz, continua certa gentinha politiqueira a fingir que não percebe que o êxodo de África continua e não é por acaso, porque pensam que na Europa ficarão bem mas, depois, temos estes políticos por cá e por essa Europa que diariamente se auto-contemplam nas vaidades, grandiloquentes, mas deixam durante décadas guetos imundos como Jamaica e muitos outros, e depois admiram-se.
2º CASO - O menino espanhol que caiu num buraco.
Vejo muito pouca TV. Contudo, nos dias que correm estou a ver bastante, pois ando a seguir o torneio de ténis na Austrália.
Mas quanto à tragédia em causa, penso que foi há mais de uma semana que terá acontecido, uma criança de tenra idade caiu num buraco que, pelo que percebi do pouco que vi há dois dias, terá um diâmetro muito pequeno e uma profundidade enorme.
Diz-me quem mais tem acompanhado a coisa, que todos os dias a toda a hora nos canais de notícias TV, o assunto é exposto, os dias que passam a remover terra, os buracos que vão fazer, a maquinaria presente na zona. E que o menino estará ainda vivo.
E andam todos os jornalistas por cá entretidos horas e horas com isto. Como lá por fora, mas isso não me interessa nada.
Já perguntei a pessoas amigas e a muitos familiares e ninguém me garantiu o que acho devia ter sido logo perguntado.
Tal como não o descobri nos Online. E que é o que se segue.
Num tempo em que se condena e criminaliza a violência doméstica (e muito bem), em que se condena e criminaliza quem deixa filhos a asfixiar dentro de carros ao Sol (e muito bem), parece-me, mas pode ser falha minha, que nenhum jornalista tratou de colocar a seguinte pergunta perante as câmaras TV senão mesmo aos pais da criança: como é que e porque carga de água, uma criança (2 anos?) é deixada no campo sem qualquer acompanhamento.
Mas gastar horas nos espectáculos da zona isso sim, importa para o "share". Mas devo ser eu que estou doido.
3º CASO - As poucas vergonhas na CGD.
É interessantíssimo ver agora certos jornalistas a colocar muitas interrogações - como é que?
Há no entanto uns muito escassos da económica que me parece colocam as coisas com alguma transparência, e há vários anos que andam polidamente a denunciar o que no presente cada vez se vem confirmando mais.
Confirmando os desmandos a que a classe política TODA, mas sobretudo PS, PSD e CDS, sabiam perfeitamente o que há décadas se vinham passando. Tal como o Banco de Portugal.
Mas DEMOCRATICAMENTE, claro está.
Não é por acaso que estão perfeitamente consignados nos códigos certo número de anos para as prescrições, SIM, porque podem ficar descansados, VAI TUDO PRESCREVER a muito curto prazo.
Mesmo no meio do "GARANTE" do governo, do Banco de Portugal e de mais uma série de gentinha nada confiável.
É esta a minha avaliação do caso, usando as terminologias desta tralha banqueira, o mecanismo "fit and proper"!!!
E nem preciso de nenhum conselho de crédito para não DAR NENHUM CRÉDITO a ESTA TROPA FANDANGA que com a maior lata, e rindo-se na nossa cara, vai à TV.
E o curioso é ver uns patetas a escrever coisas como - suspeita de - mas não tem arguidos!!!
Sigilo bancário, segredo de justiça, confiança nas instituições bancárias. POIS!!!!
Uma coisa me descansa muito, CENTENO GARANTE ESTAR a ACOMPANHAR a SITUAÇÃO.
Injectam dinheiro, o dinheiro de todos nós, mas tratar depois de o tentar recuperar e portanto executar essa malandragem devedora "está quieto".
Questões cíveis? Isso é para o desgraçado que roubar uns sapatos ou cebolas, aos finórios não se toca, são amigos.
Desgraçado país, democraticamente a ser estoirado por uma cambada de filhos de mães nada sérias.
AC
quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
OPINIÃO AINDA É LIVRE?
Então acho isto sempre engraçado.
O quê? Este pedaço de texto do Expresso.
"Houve um tempo em que as vacas voavam. Tudo corria bem a António Costa: Portugal era o exemplo de que Bruxelas precisava e o Governo soube apanhar a onda. McNamara não faria melhor. Do défice à Eurovisão, da Nazaré e do turismo às agências de rating, o país conseguiu provar que era possível dar a volta. Mas, mais importante, Costa e Centeno mostraram aos radicais da escola de Chicago que o seu modelo económico assente na devolução de rendimentos e nos impostos indiretos daria frutos. O problema é que esse modelo começa a apresentar sinais de desgaste. Em alguns sectores já saímos do amarelo. Agora são os sinais vermelhos que piscam".
Por que considero engraçado?
Porque estes jornalistas do sistema, gostam de dizer coisas redondinhas.
O modelo não dá sinais de desgaste, ou é eficaz e apropriado ou não se mostra como tal.
Como com qualquer outra política, seja de governos geringôncicos, ou radicais, ou moderados, o que quiserem.
Esta coisa de no princípio - ai que bonito, reversão, agora é que é - e depois virem dizer que - mas dá sinais de desgaste - é mesmo deste tipo de farsolas.
Parece-me simples, não há dinheiro, sobretudo para malabarismos tolos.
As pessoas deviam ter muito melhor vencimentos?
Obviamente.
Eu também gostava de ter um Porsche!
Patetas e Patetos!!!!
AC
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
OS PODEROSOS
Entre outras manias, vícios, ou taras, chamem-lhe o que quiserem, tenho por hábito passar em revista periódica OCS nacionais e internacionais já passados. Há sempre coisas que merecem ser revisitadas já depois de esfriadas.
Estive a reler vários dos exemplares do Jornal de Negócios que em determinada época dos anos costuma ter durante semanas umas graças acerca de poderosos!!!! PODEROSOS, vejam bem.
No Passado dia 7 de Setembro o Jornal de Negócios designou Marcelo Rebelo de Sousa como o mais poderoso entre 50 candidatos ao título, entre portugueses e portuguesas e estrangeiros e estrangeiras.
Estive a rever os critérios desta espécie de concurso e são: poder da fortuna, rede empresarial, influência política, influência mediática e perenidade!
Marcelo foi o mais poderoso pelo 2º ano. É obra!!!
Sobretudo quando o seu antecessor nunca passou do 21º lugar, tendo Marcelo ganho o "ouro" em 2017 e 2018 e o bronze em 2016.
Ah, Costa, o nosso Costa, o António Costa, ficou em 2º, à frente de Xi Jinping o presidente Chinês que foi 3º, e de Angela Merkel que foi 4ª.!!!!!! É obra.
Os jornalistas são mesmo engraçados.
Nada subservientes, venerandos, agradecidos, curvados e sem dores nas costas.
E dizem que a nossa democracia está madura...............
AC
Entre outras manias, vícios, ou taras, chamem-lhe o que quiserem, tenho por hábito passar em revista periódica OCS nacionais e internacionais já passados. Há sempre coisas que merecem ser revisitadas já depois de esfriadas.
Estive a reler vários dos exemplares do Jornal de Negócios que em determinada época dos anos costuma ter durante semanas umas graças acerca de poderosos!!!! PODEROSOS, vejam bem.
No Passado dia 7 de Setembro o Jornal de Negócios designou Marcelo Rebelo de Sousa como o mais poderoso entre 50 candidatos ao título, entre portugueses e portuguesas e estrangeiros e estrangeiras.
Estive a rever os critérios desta espécie de concurso e são: poder da fortuna, rede empresarial, influência política, influência mediática e perenidade!
Marcelo foi o mais poderoso pelo 2º ano. É obra!!!
Sobretudo quando o seu antecessor nunca passou do 21º lugar, tendo Marcelo ganho o "ouro" em 2017 e 2018 e o bronze em 2016.
Ah, Costa, o nosso Costa, o António Costa, ficou em 2º, à frente de Xi Jinping o presidente Chinês que foi 3º, e de Angela Merkel que foi 4ª.!!!!!! É obra.
Os jornalistas são mesmo engraçados.
Nada subservientes, venerandos, agradecidos, curvados e sem dores nas costas.
E dizem que a nossa democracia está madura...............
AC
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terça-feira, 12 de junho de 2018
Oh Miguel, credo homem, você exagera,.....
não confunda uma arvorezita com a floresta viçosa que anda aí
" Eu conheço alguns jornalistas assim, que avaliam os governos e o estado do país pela facilidade que têm ou não têm em almoçar com os ministros, o primeiro-ministro ou o Presidente "
(Miguel Sousa Tavares, Expresso, 27AGO2005)
AC
Ps: algo mudou daí para cá? É uma pergunta tola?
não confunda uma arvorezita com a floresta viçosa que anda aí
" Eu conheço alguns jornalistas assim, que avaliam os governos e o estado do país pela facilidade que têm ou não têm em almoçar com os ministros, o primeiro-ministro ou o Presidente "
(Miguel Sousa Tavares, Expresso, 27AGO2005)
AC
Ps: algo mudou daí para cá? É uma pergunta tola?
segunda-feira, 28 de maio de 2018
PORTUGAL, em que País se está a transformar?
Sociedade equilibrada?
Decência?
Respeito pelos cidadãos?
Cada vez me parece menos.
> Morre Júlio Pomar, e logo é declarado que foi ele que abriu o mundo a Portugal. Obrigado pela parte que me toca. Isto começa a parecer as inaugurações sucessivas e o ser a primeira vez que lá foi depois da última vez.
> O MP abre inquéritos diários. Depois do que disse o alarve candidato a rei dos alarves, vou ficar á espera para ver se o MP abre algum.
> O pequenino comentador não conhece Siza o ministro, mas conhece quem lhe deu as melhores referências sobre a criatura. Gostei sobretudo da ênfase - isto não tem nada a ver com corrupção.
> Quanto a jornalistas, ninguém traça, de uma ponta a outra, o percurso do sério e competente ministro, por exemplo pelo menos desde 2005. Já agora, e como é muito hábito nos políticos e então no PS está na moda no Continente e nos Açores, seria muita maçada algum jornalista investigar se mais alguém da família anda à volta de Costa, a fazer assessoria directa?
AC
Sociedade equilibrada?
Decência?
Respeito pelos cidadãos?
Cada vez me parece menos.
> Morre Júlio Pomar, e logo é declarado que foi ele que abriu o mundo a Portugal. Obrigado pela parte que me toca. Isto começa a parecer as inaugurações sucessivas e o ser a primeira vez que lá foi depois da última vez.
> O MP abre inquéritos diários. Depois do que disse o alarve candidato a rei dos alarves, vou ficar á espera para ver se o MP abre algum.
> O pequenino comentador não conhece Siza o ministro, mas conhece quem lhe deu as melhores referências sobre a criatura. Gostei sobretudo da ênfase - isto não tem nada a ver com corrupção.
> Quanto a jornalistas, ninguém traça, de uma ponta a outra, o percurso do sério e competente ministro, por exemplo pelo menos desde 2005. Já agora, e como é muito hábito nos políticos e então no PS está na moda no Continente e nos Açores, seria muita maçada algum jornalista investigar se mais alguém da família anda à volta de Costa, a fazer assessoria directa?
AC
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quinta-feira, 5 de abril de 2018
BANCA NACIONAL, BANCO de PORTUGAL
Li designadamente no Jornal de Negócios um forte aplauso ao governador Carlos Costa. Porquê? Porque, diz o jornal, os bancos devem ser responsáveis pelas informações prestadas aquando do pedido de entrada em funções de administradores. E refere que esta é uma alteração que o Banco de Portugal quer introduzir na legislação, a qual revela sensatez. Até agora, os visados são os únicos responsáveis pelos dados enviados ao supervisor. A mudança faz todo o sentido porque os bancos não se devem demitir do dever de escrutinar quem convidam, nem podem alegar desconhecimento perante eventuais surpresas.
Devo rir?
Mas onde e desde quando, é que não se soube de onde vieram e foram depois, e voltaram a seguir, e quem eram, as criaturas que depois de 1974 andaram pelo Banco de Portugal, e por todas as instituições bancárias? Saltando entre as bancas, o regulador, os governos, as empresas privadas, as consultoras.
Que infindável e descarada ausência de vergonha na cara, desfaçatez, e criativo ilusionismo.
Entretanto, as ajudas (?????????) ás instituições (?????) bancárias somam cerca de 17 mil milhões, ou quase 20 mil milhões segundo alguns que me parecem mais rigorosos.
É o que temos, mas poucos merecem.
É o que temos, mas poucos merecem.
AC
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terça-feira, 27 de março de 2018
A notícia e a Locomotiva
Ana Sá Lopes - ......"Claro que Marques Lopes não sabe distinguir uma notícia de uma locomotiva a vapor".........
Salvo melhor opinião esta frase é uma delícia.
Aliás, Marques Lopes, que está no seu direito de dizer o que lhe apetece, creio que nem para carril serve. Sem ofensa.
Mas esta frase da jornalista supra citada pode aplicar-se a quase toda a malta que anda por aí, jornalistas, comentadores, políticos, titulares de órgãos de soberania.
Quando nas ruas se sente um mundo, diferente das grandes para as pequenas cidades, diferente das vilas maiores para as de menor população, diferente entre uma zona portuária ou uma aldeia em Trás-os-Montes, e se compara com o mundo descrito por jornais e canais de TV, dá muito que pensar.
É que como Marques Lopes andam por aí muitos ressabiados.
Desde os que eram e deixaram de ser convidados, aos que lhes tinham prometido e depois.........
Enfim, é a via cara rapaziada, que quer viver à conta do OE, dos cartões das empresas, andar nos Audi BMW e Mercedes, e tentar saber umas quantas fofocas.
Trabalhar, produzir ou, sendo servidor do Estado, ter um comportamento digno, isso já é pedir muito, não é?
Trabalho político, pois claro.
AC
segunda-feira, 19 de março de 2018
A PROPÓSITO DE BANHOS
Numa passagem rápida pelas "gordas" online, apercebo-me que Marques Mendes terá recomendado a António Costa um banho de humildade, creio que a propósito de certas tiradas sobre os jornalistas.
Estou à vontade no que se refere ao actual titular primeiro do órgão de soberania governo, zurzo bastante nele. Como bato nos jornalistas. E continuo convencido de que tenho muitas vezes razão para como cidadão me insurgir.
António Costa devia ter vergonha na cara, por variadas razões. Mas não tem. Não é o único, e existem em todos os partidos, desde Jerónimo o sectário das suas mulheres até Cristas a "Primeira Ministra", passando por grupelhos que quase só têm o comentador televisivo.
Mas acho grotesco as críticas a ACosta virem de certos senhores que, na minha opinião naturalmente, há anos que precisam igualmente de vários banhos. Aonde chega a rematada ausência de vergonha na cara.
É o que temos, nestes farsolas, perdão, comentadores encartados!
AC
Numa passagem rápida pelas "gordas" online, apercebo-me que Marques Mendes terá recomendado a António Costa um banho de humildade, creio que a propósito de certas tiradas sobre os jornalistas.
Estou à vontade no que se refere ao actual titular primeiro do órgão de soberania governo, zurzo bastante nele. Como bato nos jornalistas. E continuo convencido de que tenho muitas vezes razão para como cidadão me insurgir.
António Costa devia ter vergonha na cara, por variadas razões. Mas não tem. Não é o único, e existem em todos os partidos, desde Jerónimo o sectário das suas mulheres até Cristas a "Primeira Ministra", passando por grupelhos que quase só têm o comentador televisivo.
Mas acho grotesco as críticas a ACosta virem de certos senhores que, na minha opinião naturalmente, há anos que precisam igualmente de vários banhos. Aonde chega a rematada ausência de vergonha na cara.
É o que temos, nestes farsolas, perdão, comentadores encartados!
AC
ESTRANGEIRISMOS
Classicamente, é costume apontar-se os seguintes estrangeirismos consagrados na nossa língua:
> provençalismos e galicismos muito antigos (até sec XIV)
> castelhanismos (sec XV a XVII)
> italianismos (sec XVI)
> galicismos (sec XVIII)
> anglicismos (sec XIX)
Pelo que se vai vendo por aí, designadamente nas TV embora não só, abundam outros "ismos", como os "broncogalicismos" do tipo, "Tá", "Teve", ou que ouvi casualmente na SIC durante o relato sobre uma tragédia ocorrida na praia da Ursa, "Alemãos".
Será que o nome URSA, influenciou?
AC
Classicamente, é costume apontar-se os seguintes estrangeirismos consagrados na nossa língua:
> provençalismos e galicismos muito antigos (até sec XIV)
> castelhanismos (sec XV a XVII)
> italianismos (sec XVI)
> galicismos (sec XVIII)
> anglicismos (sec XIX)
Pelo que se vai vendo por aí, designadamente nas TV embora não só, abundam outros "ismos", como os "broncogalicismos" do tipo, "Tá", "Teve", ou que ouvi casualmente na SIC durante o relato sobre uma tragédia ocorrida na praia da Ursa, "Alemãos".
Será que o nome URSA, influenciou?
AC
terça-feira, 13 de março de 2018
TUGAS, AUTOMÓVEIS, CAMIÕES, MOTAS, ESTRADAS, SINISTRALIDADE.
MAS, TAMBÉM, MUITA FALTA de, EDUCAÇÃO, e RESPEITO PELOS OUTROS.
E, claramente, nada de repressão a sério, a doer.
É verdadeiramente escandaloso o que se passa nas vias rodoviárias nacionais. AEs, nacionais, IPs, ICs, municipais.
Um escândalo. A fotografia supra é apenas uma de um desfiar diário de tragédias.
Na passada 5ª Feira, mais um camião carregado de terra, rebentou com coisas na A1, circulação interditada horas.
De certeza que o condutor não teve culpa nenhuma, estava a chover, esse é que foi certamente o problema, o único problema.
No Sábado 3 de Março fui ao Porto.
No sentido Porto-Lisboa, do outro lado portanto, vi um carro virado de pernas para o ar, e como só vi a polícia e mais nenhum acidentado, presumo que se estatelou sozinho. Ainda bem que não aleijou inocentes.
Antes de chegar à portagem dos Carvalhos, vi um Porche Panamera que se espatifou sozinho, os "rails" e a frente dele todos estoirados. Tudo, APENAS, por causa da chuva, evidentemente.
Mais exemplos?
MAS, TAMBÉM, MUITA FALTA de, EDUCAÇÃO, e RESPEITO PELOS OUTROS.
E, claramente, nada de repressão a sério, a doer.
É verdadeiramente escandaloso o que se passa nas vias rodoviárias nacionais. AEs, nacionais, IPs, ICs, municipais.
Um escândalo. A fotografia supra é apenas uma de um desfiar diário de tragédias.
Na passada 5ª Feira, mais um camião carregado de terra, rebentou com coisas na A1, circulação interditada horas.
De certeza que o condutor não teve culpa nenhuma, estava a chover, esse é que foi certamente o problema, o único problema.
No Sábado 3 de Março fui ao Porto.
No sentido Porto-Lisboa, do outro lado portanto, vi um carro virado de pernas para o ar, e como só vi a polícia e mais nenhum acidentado, presumo que se estatelou sozinho. Ainda bem que não aleijou inocentes.
Antes de chegar à portagem dos Carvalhos, vi um Porche Panamera que se espatifou sozinho, os "rails" e a frente dele todos estoirados. Tudo, APENAS, por causa da chuva, evidentemente.
Mais exemplos?
São diários, incluindo os acidentes com carros das elites (???), como por exemplo, ocorrido anos atrás em plena Av da Liberdade porque uns cavalheiros tidos como muito importantes estoiraram dois enormes BMW e, claro, pagam os contribuintes. Responsabilidades para esses senhores ZERO.
Os políticos não falam, todos, nenhum fala. Não dá votos nem tempo de TV.
E por ser um escândalo, vou ser mais violento. Oxalá um destes dias em vez de se virar um carro da escolta, seja um pantomineiro dignitário a ficar gravemente ferido, mas muito, devido a estampanço do carro oficial em que seguia, e que mandou ir a 200 km/ h ou coisa parecida, para cumprir a sua agendazinha de propaganda!!! Oxalá aconteça, e seja muito grave.
Ou os carros das escoltas que se estoiram porque PM ministros e outra gentalha decidem que as limitações de velocidade são para os imbecis dos contribuintes, para o povão.
É um escândalo a ocorrer diariamente nas rodovias.
É um escândalo a ocorrer diariamente nas rodovias.
Os políticos não falam, todos, nenhum fala. Não dá votos nem tempo de TV.
Alguns preocupam-se com os cães nos restaurantes, os géneros, ou onde devem meter as flores, etc.
Os chamados jornalistas reportam apenas os acidentes.
Nenhum artigo de fundo, nenhuma investigação, nada sobre este problema que mata, mata, mata, mata, mata, mata.
Nenhum artigo de fundo, nenhuma investigação, nada sobre este problema que mata, mata, mata, mata, mata, mata.
Como já indiquei em cima, os motoristas dos titulares dos órgãos de soberania são dos primeiros a não cumprir o código da estrada, pois a isso são obrigados pelos chefes, por esses chamados dignitários.
Sinistralidade brutal nas rodovias, aqui está mais um assunto onde Marcelo não pode tirar uma "selfie" e portanto não lhe interessa falar.
UM ESCÂNDALO.
E por ser um escândalo, vou ser mais violento. Oxalá um destes dias em vez de se virar um carro da escolta, seja um pantomineiro dignitário a ficar gravemente ferido, mas muito, devido a estampanço do carro oficial em que seguia, e que mandou ir a 200 km/ h ou coisa parecida, para cumprir a sua agendazinha de propaganda!!! Oxalá aconteça, e seja muito grave.
Talvez assim, durante umas semanas (depois voltará tudo ao mesmo) parem para meditar, e passem a andar só a 150 km/h!!!!!.
A terminar: porque não tiram a carta a uns quantos, por exemplo camionistas, e isso seja publicitado, sem dizer nomes?
A culpa é sempre da chuva, não é ?
António Cabral
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titulares de órgãos de soberania
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
A CANETA
Há tempos coloquei um post intitulado - PODER. Terminei assim:
A caneta! Por trás de uma grande caneta, há sempre uma grande mãozinha!!
No meu caso, a mão é banal, mas a já com certa idade (comprei em1991) caneta MontBlanc Meisterstuck 149 é excelente.
Vem isto a propósito do jornalismo/ dos jornalistas em Portugal, e por exemplo, do que por cá não consigo obter, saber, ser informado.
Quem me visita e lê sabe o que escrevi por diversas vezes acerca de jornalistas e OCS em Portugal, desancando-os muitas vezes mas, salientando sempre, e isso para mim é indiscutível, que uma sociedade saudável, livre, decente, equilibrada, em desenvolvimento, efectivamente democrática, não existe sem comunicação social assertiva, investigadora, que informe sobre o que cá e lá fora se passa. Sem filtros. E o mais livre possível dos poderes económicos/ financeiros.
As redes sociais, a internet, criam certamente dificuldades mas, por exemplo, certo "jornalixo" muito contribui para, a quebra nas vendas de jornais, não se ver noticiários televisivos.
Este "4º poder" como está neste momento não serve o País.
António Cabral
Há tempos coloquei um post intitulado - PODER. Terminei assim:
A caneta! Por trás de uma grande caneta, há sempre uma grande mãozinha!!
No meu caso, a mão é banal, mas a já com certa idade (comprei em1991) caneta MontBlanc Meisterstuck 149 é excelente.
Vem isto a propósito do jornalismo/ dos jornalistas em Portugal, e por exemplo, do que por cá não consigo obter, saber, ser informado.
Quem me visita e lê sabe o que escrevi por diversas vezes acerca de jornalistas e OCS em Portugal, desancando-os muitas vezes mas, salientando sempre, e isso para mim é indiscutível, que uma sociedade saudável, livre, decente, equilibrada, em desenvolvimento, efectivamente democrática, não existe sem comunicação social assertiva, investigadora, que informe sobre o que cá e lá fora se passa. Sem filtros. E o mais livre possível dos poderes económicos/ financeiros.
As redes sociais, a internet, criam certamente dificuldades mas, por exemplo, certo "jornalixo" muito contribui para, a quebra nas vendas de jornais, não se ver noticiários televisivos.
Este "4º poder" como está neste momento não serve o País.
António Cabral
sábado, 30 de dezembro de 2017
JORNALISMO (!!??!!??!!??)
Nas minhas voltinhas pelos jornais ON LINE, (sim, sou ainda um pouco masoquista em consultar certos "media" nacionais), reparei que no "Observador" saiu uma notícia acerca do hospital em Beja.
Concretamente, que a seguir ao Natal os dois médicos cardiologistas meteram uns dias de férias, ficando o hospital durante 3 a 4 dias sem consultas da especialidade.
Apercebi-me que não é a primeira vez que o Observador se atira aos dois médicos, que serão casados.
Casados! De onde, digo eu, nada mais natural que tirem férias nos mesmos períodos do ano. Casados, família, percebe-se, NÉ???
Depois de pensar um pouco na coisa, reparei, e creio não me ter enganado, que o artigo, melhor, o jornalista, não se insurgiu contra o facto do hospital só ter nos seus quadros 2 cardiologistas. Espero ter percebido bem.
E se percebi bem, não será essa a questão de fundo, o hospital da cidade capital de distrito (creio) só ter 2 médicos da especialidade?
Será que sou eu que estou "tantan"?
Ou estamos perante mais um "brilhante" exemplo da porcaria de jornalismo nacional?
AC
Nas minhas voltinhas pelos jornais ON LINE, (sim, sou ainda um pouco masoquista em consultar certos "media" nacionais), reparei que no "Observador" saiu uma notícia acerca do hospital em Beja.
Concretamente, que a seguir ao Natal os dois médicos cardiologistas meteram uns dias de férias, ficando o hospital durante 3 a 4 dias sem consultas da especialidade.
Apercebi-me que não é a primeira vez que o Observador se atira aos dois médicos, que serão casados.
Casados! De onde, digo eu, nada mais natural que tirem férias nos mesmos períodos do ano. Casados, família, percebe-se, NÉ???
Depois de pensar um pouco na coisa, reparei, e creio não me ter enganado, que o artigo, melhor, o jornalista, não se insurgiu contra o facto do hospital só ter nos seus quadros 2 cardiologistas. Espero ter percebido bem.
E se percebi bem, não será essa a questão de fundo, o hospital da cidade capital de distrito (creio) só ter 2 médicos da especialidade?
Será que sou eu que estou "tantan"?
Ou estamos perante mais um "brilhante" exemplo da porcaria de jornalismo nacional?
AC
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
UM DESAFIO AOS JORNALISTAS (para alterar "isto"......)
Desafio aos jornalistas, nos OCS, porque quanto a blogues, alguns vão procurando deslindar algumas coisas que parecem mais estranhas, vão denunciando casos e situações, e desigualdades.
E, como eu, muitos estranham muito do que se está a passar.
Uma das questões recorrentes na vida política nacional (lá fora existe muito disto também) é a constatação de que o amigo, o antigo colaborador, o familiar, o conjugue, etc, vão ao longo dos anos ocupando cargos junto dos seus protectores e familiares.
A discursata na AR do rechonchudo ex-secretário de estado das finanças em dia não muito longínquo, dá bem nota do que é ser um fiel cão de fila, muito reconhecido, e com o pão à mesa garantido.
Olhando para outro lado, de repente, na ordem do dia, está aí uma sucessão na EDP, que comprovará ou não este FADO!!!
Sim, os amigalhaços de faculdade.
Olhemos ao que está em preparação.
E o que se passa na ERC? Finalmente parece que se vai compor, o quadro (presidente e mais 4 salvo erro) naturalmente, porque quanto ao resto veremos a seu tempo.
Existem várias curiosidades nestas coisas, e para nos centrarmos por exemplo apenas nos recentes e trágicos eventos, é ver as referências nos "media" sobre exonerações e nomeações.
Sempre, como lhes é habitual, de uma superficialidade atroz e crescente, deplorável, sem entrar a fundo nos antecedentes, quer da coisa quer das pessoas exoneradas e nomeadas.
Talvez venha a haver mais exonerações. Agora, novo MAI foi recentemente empossado, novo chefe existe também na ANPC, além de novo responsável operacional dentro da ANPC, o que acarretou azia imensa a Marta Soares!!!
Era bom que alguém um destes dias se pusesse à procura da corneta do corneteiro do rei Afonso Henriques, o qual não tocou para se parar com o saque habitual naquelas épocas simplesmente porque o decapitaram na peleja.!!!!
Por isso o saque na nossa sociedade prossegue no presente.
Quando se tocará a "fim de saque"???
Claro que o sr Carlos César, do cimo do seu altíssimo pedestal, e outros, virão dizer - mas os nossos familiares, os amigos, antigos colaboradores, colegas de faculdade, funcionários do partido, não podem ocupar esses cargos?
Claro que podem, e alguns o deverão fazer, pois certamente mérito e qualificações terão. Mas talvez uns concursos públicos, olhar sobretudo a qualificações, etc.
O problema é que essa gente têm famílias enormes e dezenas de amigos........e assim a coisa torna-se mais notada!!!
Se mudarmos a cor, para vermelho, laranja, azul, verde por fora vermelho por dentro, encontramos basicamente o mesmo figurino.
As coisas deviam ser transparentes, seguir normas específicas estabelecidas, caso contrário ficará sempre uma névoa passível de considerar coisas como, proteccionismo, nepotismo, corrupção passiva (não escamoteio a activa), amiguismo. Névoa que se vislumbra com facilidade, quando legitimamente se observa que determinadas pessoas passam anos numa mesma estrutura, ou sempre ligadas a certos dirigentes, ou a rodar de cargos públicos para privados e retorno a públicos.
Tal como desconfio de dirigentes sindicais décadas a fio à frente de um sindicato. E por aí fora.
Chinesices da minha parte, certo?
E a Tecnoforma?
E as refeições dos bombeiros?
E o negócio dos meios aéreos alugados ao longo de anos para a época de incêndios?
E o SIRESP?
E o presidente a dizer que é cedo para conclusões sobre responsabilidades no âmbito dos incêndios, porque o MP está a investigar?
E a inacreditável demora nas averiguações a Tancos, sem consequências nenhumas à vista? Não dói a ninguém, excepto aos cidadãos comuns que cada vez mais se distanciam da vida pública perante tudo isto.
E a avaliação inexistente dos professores?
E as rendas excessivas?
E os PDM? E os vários inexistentes planos das autarquias?
E os pornográficos vencimentos nos órgãos autárquicos de Lisboa?
E?...E?....E?.....E?......
Tenho poucas esperanças que os jornalistas queiram modificar profundamente este estado actual de grande podridão.
Pois nem sequer se organizam, a sério, como classe.
Fico-me por estes exemplos adicionais:
> o congresso de jornalistas realizado não há muito tempo e 19 anos depois do último (salvo erro); consequências/ melhorias concretas, para a classe, com reflexo para a sociedade?
> crescente ausência de rigor e profundidade na abordagem de assuntos e na envergonhada investigação (de que existe muito pouca);
> o caso, tempos atrás, dos 12 meses de Trump tão badalado nas TV e em papel e na rádio, é sintomático de ausência de estudo prévio e de rigor, quando essa inacreditável criatura ganhou a eleição em 8 de Novembro de 2016 mas só passou a ser presidente a 20 de Janeiro deste ano.
> a quebra vertiginosa de vendas dos jornais em papel
> a locução/ dicção inacreditáveis a que se assiste nas TV (i.e. Estados Unidos = Tados...)
É o que temos, quanto a rigor, manipulação, desinformação e alheamento.
Uma coisa é certa, e periodicamente o escrevo neste blogue, e o afirmo em conversas: democracia madura, equilibrada, diminuindo desigualdades, procurando incrementar segurança e progresso, exercendo-se os poderes públicos e a vida dos cidadãos num quadro constitucional respeitado, só existe com liberdade verdadeira e com OCS livres, independentes, organizados, exercendo o escrutínio e a investigação.
Temos aqui, portanto, um dos graves problemas nacionais.
Podem/ Querem os jornalistas inverter a situação presente?
E os partidos? Estão confortáveis com isto, não é?
António Cabral (AC)
Desafio aos jornalistas, nos OCS, porque quanto a blogues, alguns vão procurando deslindar algumas coisas que parecem mais estranhas, vão denunciando casos e situações, e desigualdades.
E, como eu, muitos estranham muito do que se está a passar.
Uma das questões recorrentes na vida política nacional (lá fora existe muito disto também) é a constatação de que o amigo, o antigo colaborador, o familiar, o conjugue, etc, vão ao longo dos anos ocupando cargos junto dos seus protectores e familiares.
A discursata na AR do rechonchudo ex-secretário de estado das finanças em dia não muito longínquo, dá bem nota do que é ser um fiel cão de fila, muito reconhecido, e com o pão à mesa garantido.
Olhando para outro lado, de repente, na ordem do dia, está aí uma sucessão na EDP, que comprovará ou não este FADO!!!
Sim, os amigalhaços de faculdade.
Olhemos ao que está em preparação.
E o que se passa na ERC? Finalmente parece que se vai compor, o quadro (presidente e mais 4 salvo erro) naturalmente, porque quanto ao resto veremos a seu tempo.
Existem várias curiosidades nestas coisas, e para nos centrarmos por exemplo apenas nos recentes e trágicos eventos, é ver as referências nos "media" sobre exonerações e nomeações.
Sempre, como lhes é habitual, de uma superficialidade atroz e crescente, deplorável, sem entrar a fundo nos antecedentes, quer da coisa quer das pessoas exoneradas e nomeadas.
Talvez venha a haver mais exonerações. Agora, novo MAI foi recentemente empossado, novo chefe existe também na ANPC, além de novo responsável operacional dentro da ANPC, o que acarretou azia imensa a Marta Soares!!!
Era bom que alguém um destes dias se pusesse à procura da corneta do corneteiro do rei Afonso Henriques, o qual não tocou para se parar com o saque habitual naquelas épocas simplesmente porque o decapitaram na peleja.!!!!
Por isso o saque na nossa sociedade prossegue no presente.
Quando se tocará a "fim de saque"???
Claro que o sr Carlos César, do cimo do seu altíssimo pedestal, e outros, virão dizer - mas os nossos familiares, os amigos, antigos colaboradores, colegas de faculdade, funcionários do partido, não podem ocupar esses cargos?
Claro que podem, e alguns o deverão fazer, pois certamente mérito e qualificações terão. Mas talvez uns concursos públicos, olhar sobretudo a qualificações, etc.
O problema é que essa gente têm famílias enormes e dezenas de amigos........e assim a coisa torna-se mais notada!!!
Se mudarmos a cor, para vermelho, laranja, azul, verde por fora vermelho por dentro, encontramos basicamente o mesmo figurino.
As coisas deviam ser transparentes, seguir normas específicas estabelecidas, caso contrário ficará sempre uma névoa passível de considerar coisas como, proteccionismo, nepotismo, corrupção passiva (não escamoteio a activa), amiguismo. Névoa que se vislumbra com facilidade, quando legitimamente se observa que determinadas pessoas passam anos numa mesma estrutura, ou sempre ligadas a certos dirigentes, ou a rodar de cargos públicos para privados e retorno a públicos.
Tal como desconfio de dirigentes sindicais décadas a fio à frente de um sindicato. E por aí fora.
Chinesices da minha parte, certo?
E a Tecnoforma?
E as refeições dos bombeiros?
E o negócio dos meios aéreos alugados ao longo de anos para a época de incêndios?
E o SIRESP?
E o presidente a dizer que é cedo para conclusões sobre responsabilidades no âmbito dos incêndios, porque o MP está a investigar?
E a inacreditável demora nas averiguações a Tancos, sem consequências nenhumas à vista? Não dói a ninguém, excepto aos cidadãos comuns que cada vez mais se distanciam da vida pública perante tudo isto.
E a avaliação inexistente dos professores?
E as rendas excessivas?
E os PDM? E os vários inexistentes planos das autarquias?
E os pornográficos vencimentos nos órgãos autárquicos de Lisboa?
E?...E?....E?.....E?......
Tenho poucas esperanças que os jornalistas queiram modificar profundamente este estado actual de grande podridão.
Pois nem sequer se organizam, a sério, como classe.
Fico-me por estes exemplos adicionais:
> o congresso de jornalistas realizado não há muito tempo e 19 anos depois do último (salvo erro); consequências/ melhorias concretas, para a classe, com reflexo para a sociedade?
> crescente ausência de rigor e profundidade na abordagem de assuntos e na envergonhada investigação (de que existe muito pouca);
> o caso, tempos atrás, dos 12 meses de Trump tão badalado nas TV e em papel e na rádio, é sintomático de ausência de estudo prévio e de rigor, quando essa inacreditável criatura ganhou a eleição em 8 de Novembro de 2016 mas só passou a ser presidente a 20 de Janeiro deste ano.
> a quebra vertiginosa de vendas dos jornais em papel
> a locução/ dicção inacreditáveis a que se assiste nas TV (i.e. Estados Unidos = Tados...)
É o que temos, quanto a rigor, manipulação, desinformação e alheamento.
Uma coisa é certa, e periodicamente o escrevo neste blogue, e o afirmo em conversas: democracia madura, equilibrada, diminuindo desigualdades, procurando incrementar segurança e progresso, exercendo-se os poderes públicos e a vida dos cidadãos num quadro constitucional respeitado, só existe com liberdade verdadeira e com OCS livres, independentes, organizados, exercendo o escrutínio e a investigação.
Temos aqui, portanto, um dos graves problemas nacionais.
Podem/ Querem os jornalistas inverter a situação presente?
E os partidos? Estão confortáveis com isto, não é?
António Cabral (AC)
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
O RIGOR do JORNALIXO TUGA
Televisões e inerentes jornalistas (???) e nos OCS em papel idem, passaram o dia 7 e 8 de Novembro a falar de "um ano de Trump".
Como grande parte dos meus concidadãos prima pela ignorância e ausência de rigor em quase todas as áreas, acredito que com este matraquear dos "jornalixotos" nacionais ficam com a noção de que a asquerosa criatura está à frente dos destinos dos EUA há já um ano.
Na realidade, Trump ganhou (????) a eleição em 8 de Novembro de 2016 e fez juramento perante o presidente do supremo tribunal de justiça americano em 20 de Janeiro do corrente ano.
Passou a ser presidente nessa altura, começando/ continuando então as bacoradas anunciadas do anterior.
Mas presidente é desde 20JAN2017.
Apenas uma questão de rigor, porque falar da criatura dá vómito.
António Cabral
Ps: actualização das 2356h, já descobri até blogs onde falam na presidência de 12 meses de TRUMP. É Portugal!!
Televisões e inerentes jornalistas (???) e nos OCS em papel idem, passaram o dia 7 e 8 de Novembro a falar de "um ano de Trump".
Como grande parte dos meus concidadãos prima pela ignorância e ausência de rigor em quase todas as áreas, acredito que com este matraquear dos "jornalixotos" nacionais ficam com a noção de que a asquerosa criatura está à frente dos destinos dos EUA há já um ano.
Na realidade, Trump ganhou (????) a eleição em 8 de Novembro de 2016 e fez juramento perante o presidente do supremo tribunal de justiça americano em 20 de Janeiro do corrente ano.
Passou a ser presidente nessa altura, começando/ continuando então as bacoradas anunciadas do anterior.
Mas presidente é desde 20JAN2017.
Apenas uma questão de rigor, porque falar da criatura dá vómito.
António Cabral
Ps: actualização das 2356h, já descobri até blogs onde falam na presidência de 12 meses de TRUMP. É Portugal!!
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
PRESIDENTE da REPÚBLICA, o seu "IRMÃO GÉMEO",
a DEFESA NACIONAL, e algumas "Coisinhas" Militares.
Como estabelece a CRP, Artº 120º, o PR é, por inerência, o Comandante Supremo das Forças Armadas, o tal que designo por irmão gémeo do PR.
É raro o dia que o PR não fale, não comente e, recentemente, discorreu sobre imensas coisas numa muito longa entrevista concedida a um dos jornalistas do "sistema". Nos últimos dias parece andar mais cauteloso, porque será?
Vou centrar-me numa pequena parte, as "coisinhas" militares.
Tancos, história mal contada, ou aldrabada, ou escondida, ou autêntica ópera bufa com já vi designar, falou muito sobre o que lá se passou e o que espera e, quase me pareceu, o que exige.
Noutra parte da entrevista o PR referiu ser importante o investimento económico e financeiro nas FA, pois isso acarreta desenvolvimento, e retorno económico.
Nada de especialmente novo nisto, mas nesta área o que é mesmo decisivo é, quer a efectiva transferência de tecnologia estrangeira para o nosso País, quer o desenvolvimento de indústrias nacionais que consigam depois ter um certo grau de exportação.
Como será importante, por exemplo, que o Arsenal do Alfeite consiga transformar-se e vir a fazer grande parte da manutenção dos submarinos nacionais (senão mesmo toda) e de estrangeiros.
O Presidente, por exemplo a propósito de Tancos, afirmou - "Se há responsabilidades, tem de haver responsáveis".
Ainda a propósito de Tancos li - O Presidente da República tem alguns poderes especificamente previstos em matéria militar, que foram alargados mais tarde, pontualmente, em revisão constitucional, mas o facto de ser Comandante Supremo das Forças Armadas não é acompanhado de um conjunto de poderes que existem onde o sistema de governo é presidencialista e não semi-presidencial. Portanto, cabe largamente ao Presidente da República interpretar o que é ser Comandante Supremo das Forças Armadas fora daqueles poderes que estão expressamente previstos na Constituição e, daí, eu dizer que fui até ao limite.
Portanto, e é o meu ponto aqui, o PR e o seu irmão gémeo falam muito de responsabilidades, no caso deles até de já terem ido ao LIMITE, visitaram Tancos pelo menos duas vezes, visitam militares lá fora, evocam a aviação naval, evocam o Instituto de Socorros a Náufragos, lisonjeiam a Marinha e por aí fora, mas há coisas que como cidadão me deixam um pouco pensativo.
É que somam-se as notícias sobre problemas complicados no Arsenal do Alfeite de índole sobretudo financeira, diz-se designadamente no DN que há mãozinhas tenebrosas por trás da coisa, e uns apontam responsabilidades aos homens das finanças, outros aos homens no chamado ministério da defesa dita nacional, e o PR e o seu irmão gémeo parece que, repito, parece que nada fazem?
Não se indignam, com o que se passa no Arsenal do Alfeite?
Parece-me esquisito mas, neste País de marinheiros, perdão, de banhistas manhosos, parece-me apenas esquisito porque já nada me espanta. Como esquisito me parece o silêncio de certos partidos.
AC
a DEFESA NACIONAL, e algumas "Coisinhas" Militares.
Como estabelece a CRP, Artº 120º, o PR é, por inerência, o Comandante Supremo das Forças Armadas, o tal que designo por irmão gémeo do PR.
É raro o dia que o PR não fale, não comente e, recentemente, discorreu sobre imensas coisas numa muito longa entrevista concedida a um dos jornalistas do "sistema". Nos últimos dias parece andar mais cauteloso, porque será?
Vou centrar-me numa pequena parte, as "coisinhas" militares.
Tancos, história mal contada, ou aldrabada, ou escondida, ou autêntica ópera bufa com já vi designar, falou muito sobre o que lá se passou e o que espera e, quase me pareceu, o que exige.
Noutra parte da entrevista o PR referiu ser importante o investimento económico e financeiro nas FA, pois isso acarreta desenvolvimento, e retorno económico.
Nada de especialmente novo nisto, mas nesta área o que é mesmo decisivo é, quer a efectiva transferência de tecnologia estrangeira para o nosso País, quer o desenvolvimento de indústrias nacionais que consigam depois ter um certo grau de exportação.
Como será importante, por exemplo, que o Arsenal do Alfeite consiga transformar-se e vir a fazer grande parte da manutenção dos submarinos nacionais (senão mesmo toda) e de estrangeiros.
O Presidente, por exemplo a propósito de Tancos, afirmou - "Se há responsabilidades, tem de haver responsáveis".
Ainda a propósito de Tancos li - O Presidente da República tem alguns poderes especificamente previstos em matéria militar, que foram alargados mais tarde, pontualmente, em revisão constitucional, mas o facto de ser Comandante Supremo das Forças Armadas não é acompanhado de um conjunto de poderes que existem onde o sistema de governo é presidencialista e não semi-presidencial. Portanto, cabe largamente ao Presidente da República interpretar o que é ser Comandante Supremo das Forças Armadas fora daqueles poderes que estão expressamente previstos na Constituição e, daí, eu dizer que fui até ao limite.
Portanto, e é o meu ponto aqui, o PR e o seu irmão gémeo falam muito de responsabilidades, no caso deles até de já terem ido ao LIMITE, visitaram Tancos pelo menos duas vezes, visitam militares lá fora, evocam a aviação naval, evocam o Instituto de Socorros a Náufragos, lisonjeiam a Marinha e por aí fora, mas há coisas que como cidadão me deixam um pouco pensativo.
É que somam-se as notícias sobre problemas complicados no Arsenal do Alfeite de índole sobretudo financeira, diz-se designadamente no DN que há mãozinhas tenebrosas por trás da coisa, e uns apontam responsabilidades aos homens das finanças, outros aos homens no chamado ministério da defesa dita nacional, e o PR e o seu irmão gémeo parece que, repito, parece que nada fazem?
Não se indignam, com o que se passa no Arsenal do Alfeite?
Parece-me esquisito mas, neste País de marinheiros, perdão, de banhistas manhosos, parece-me apenas esquisito porque já nada me espanta. Como esquisito me parece o silêncio de certos partidos.
AC
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