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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

AI  ESTES  JORNALISTAS . . . . .

Jornalistas?

Mário Soares dizia - já não há estadistas!

E eu estou cada vez mais tentado a dizer - já havia poucos jornalistas mas estão mesmo a acabar!

Estas palavras a propósito de uns tagarelas que se intitulam jornalistas, e sobretudo a propósito de eu ter ouvido sobre o ataque à Venezuela - estará aberto um precedente?

Precedente? Precedente? 

ATÃO, oh seus pés de microfone, Iraque e, ligeiramente mais atrás, Chile, Panamá, Nicarágua. . . . RING a BELL ?. . . . NÃO?

Enfim, o estado disto!

AC

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Cortesãos
por henrique pereira dos santos, em 16.11.25
(sublinhados da minha responsabilidade)

O título do post vem directamente da crónica de Alberto Gonçalves no Observador de ontem.

Lembrei-me porque andava aqui às voltas, na minha cabeça, com um programa da Rádio Observador que tinha ouvido quando vinha da SIC, onde fui dizer lugares comuns sobre gestão da paisagem, a propósito do tempo (no sentido meteorológico da palavra) dos últimos dias.

Era um programa que juntava vários jornalistas da secção de político do Observador a fazer comentários sobre o pacote laboral e a anunciada greve geral.

Claro que se eu protestar com a péssima qualidade do jornalismo do programa, virá um dos papas do jornalismo actual chamar-me ignorante porque o programa não é jornalismo, é um programa de opinião, embora feito por jornalistas, que só são chamados a pronunciar-se por serem jornalistas.

Nenhum deles é especialista em economia do trabalho, ou direito do trabalho, ou macro-economia, ou em desenvolvimento e produtividade, nada, nada, nada, todos eles são apenas jornalistas a comentar a actualidade num programa de actualidade política, mas não é jornalismo, são programas de opinião em que não se aplicam as regras do jornalismo.

Passando por cima destas questões semânticas, o nível de discussão sobre o pacote laboral pouco ultrapassava o nível das discussões dos meus netos sobre quem é responsável por haver água entornada no chão.

"A greve é um direito, sem sopinhas nada feito" é como se conclui a introdução ao programa, que os jornalistas que não estão a ser jornalistas confundem com um programa de humor, fazendo trocadilhos sem sentido de que se riem muito no estúdio (a tendência para os trocadilhos e para a poesia de terceira qualidade devem ser coisas que me irritam mais no jornalismo actual, mais ainda que a sua má qualidade e incumprimento de regras básicas).

Nem vou pela parvoíce de andarem a repetir cem vezes que o governo não tem legitimidade para propor alterações à legislação laboral porque na campanha eleitoral não falou no assunto (por acaso, até está no programa eleitoral " 4.1.1. REFORMAS DO MERCADO DE TRABALHO: MAIS PRODUTIVIDADE, MAIS RENDIMENTOS ... Modernizar as regras para confrontar a segmentação do mercado e ajustar às transformações no mundo do trabalho ... Simplificação do código do trabalho através da racionalização do articulado, fo cada em reduzir custos de contexto, assim garantindo a maior implementação e compreensão das regras pelas partes ... Revisitar o enquadramento legal e privilegiar a concertação social na definição das regras da relação laboral, ajustadas à realidade de cada setor, ao invés do código do trabalho e demais enquadramentos genéricos legislativos associados;" página 265 e seguintes do programa eleitoral da AD, mas isso até é razoavelmente irrelevante), depois do país ter sido governado com base em acordos entre partidos que foram activamente escondidos numa campanha eleitoral, sem que estes jornalistas que afinal não estão a fazer jornalismo questionassem a sua legitimidade.

"Não deixa de ser, a questão da amamentação ... é completamente contra a ideia de que o país tem de puxar pela natalidade" e parvoíces semelhantes (há alguma indicação, por ténue que seja, de que existe alguma relação entre a regulamentação da amamentação e a taxa de natalidade em algum país do mundo?) ocupam o tempo do programa sem que, em nenhum momento, uma parte relevante da secção de política do Observador ache relevante explicar as razões que levam o governo a querer alterar a legislação laboral.

O governo pode não ter razão nenhuma, as propostas podem ser a maior estupidez, mas o governo não acordou um dia a pensar que era boa ideia chatear os sindicatos (sim, quem anda chateado com as alterações da legislação laboral são os sindicatos, os trabalhadores, que os sindicatos de facto não representam, acharão bem uns, acharão mal outros, e não fazemos ideia do peso global de cada um dos pontos de vista no conjunto dos trabalhadores do país) alterando a lei laboral, há uma racionalidade relacionada com a capacidade das empresas se adaptarem aos contextos em que operam, por exemplo, seguindo o Bloco de Esquerda que despede trabalhadores quando as receitas disponíveis caem abruptamente por falta de votos.

Estes cortesãos, que se perdem em dichotes sobre questões marginais, em programas de jornalistas sobre a actualidade que não são jornalismo, acham inútil discutir as razões dos que estão contra ou a favor, limitam-se a dizer que "a greve é um direito, sem sopinhas nada feito", esperando que os ouvintes, leitores e afins estarão sempre disponíveis para pagar esta pessegada.

quinta-feira, 31 de julho de 2025

VASCULHANDO os MEUS ARQUIVOS
Entre muitas deliciosas recordações arquivadas, trago hoje este extraordinário texto do infelizmente já falecido, Coronel reformado, do Exército, Carlos de Matos Gomes.


BISCATES

Para que servem as primeiras páginas dos jornais e os grandes casos dos noticiários das TV?

Se pensarmos no que as primeiras páginas e as aberturas dos telejornais nos disseram enquanto decorriam as traficâncias que iriam dar origem aos casos do BPN, do BPP, dos submarinos, das PPP, dos SWAPs, da dívida, e agora do Espírito Santo, é fácil concluir que servem para nos tourear.

Desde 2008 que as primeiras páginas dos Correios das Manhas, os telejornais das Moura Guedes, os comentários dos Medinas Carreiras, dos Gomes Ferreiras, dos Camilos Lourenços, dos assessores do Presidente da República, dos assessores e boys dos gabinetes dos ministros, dos jornalistas de investigação, nos andam a falar de tudo e mais alguma coisa, excepto das grandes vigarices, aquelas que, de facto, colocam em causa o governo das nossas vidas, da nossa sociedade, os nossos empregos, os nossos salários, as nossas pensões, o futuro dos nossos filhos, dos nossos netos. Que me lembre falaram do caso Freeport, do caso do exame de inglês de Sócrates, da casa da mãe do Sócrates, do tio do Sócrates, do primo do Sócrates que foi treinar artes marciais para a China, enfim que o Sócrates se estava a abotoar com umas massas que davam para passar um ano em Paris, mas nem uma página sobre os Espirito Santo! É claro que é importante saber se um primeiro ministro é merecedor de confiança, mas também é, julgo, importante saber se os Donos Disto Tudo o são. E, quanto a estes, nem uma palavra. O máximo que sei é que alguns passam férias na Comporta a brincar aos pobrezinhos. Eu, que sei tudo do Freeport, não sei nada da Rioforte! E esta minha informação, num caso, e falta dela, noutro, não pode ser fruto do acaso. Os directores de informação são responsáveis pela decisão de saber uma e desconhecer outra.

Os jornais, os jornalistas, andaram a tourear o público que compra jornais e que vê telejornais.
Em vez de directores de informação e jornalistas, temos novilheiros, bandarilheiros, apoderados, moços de estoques, em vez de notícias temos chicuelinas.
Não tenho nenhuma confiança no espírito de auto critica dos jornalistas que dirigem e condicionam o meu acesso à informação: todos eles aparecerão com uma cara à José Alberto de Carvalho, à Rodrigues dos Santos, à Guedes de Carvalho, à Judite de Sousa (entre tantos outros) a dar as mesmas notícias sobre os gravíssimos casos da sucata, dos apelos ao consenso do venerando chefe de Estado, do desempenho das exportações, dos engarrafamentos do IC 19, das notas a matemática, do roubo das máquinas multibanco, da vinda de um rebenta canelas uzebeque para o ataque do Paiolense de Cima, dos enjoos de uma apresentadeira de TV, das tiradas filosóficas da Teresa Guilherme. Todos continuarão a acenar-me com um pano diante dos olhos para eu não ver o que se passa onde se decide tudo o que me diz respeito.

Tenho a máxima confiança no profissionalismo dos directores de informação, que eles continuarão a fazer o que melhor sabem: tourear-nos. Abanar-nos diante dos olhos uma falsa ameaça para nos fazerem investir contra ela enquanto alguém nos espeta umas farpas no cachaço e os empresários arrecadam o dinheiro do respeitável público.

Não temos comunicação social: temos quadrilhas de toureiros, uns a pé, outros a cavalo.
Uma primeira página de um jornal é, hoje em dia e após o silêncio sobre os Espirito Santo, um passe de peito.
Uma segunda página será uma sorte de bandarilhas.
Um editor é um embolador, um tipo que enfia umas peúgas de couro nos cornos do touro para a marrada não doer.
Um director de informação é um “inteligente” que dirige uma corrida.

Quando uma estação de televisão convida um Camilo Lourenço, um Proença de Carvalho, um Gomes Ferreira, um João Duque, um Judice, um Marcelo, um Miguel Sousa Tavares, um Angelo Correia, devia anunciá-los como um grupo de forcados: Os Amadores do Espirito Santo, por exemplo. Eles pegam-nos sempre e imobilizam-nos. Caem-nos literalmente em cima.

As primeiras páginas do Correio da Manhã podiam começar por uma introdução diária: Para não falarmos de toiros mansos, os nossos queridos espectadores, nem de toureios manhosos, os nossos queridos comentadores, temos as habituais notícias de José Sócrates, do memorando da troika, da imperiosa necessidade de pagar as nossas dividas.

Todos os programas de comentário político nas TV deviam começar com a música de um passo doble. Ou com a premonitória “Tourada” do Ary dos Santos, cantada pelo Fernando Tordo.

O silêncio que os “negócios “ da família "Dona Disto Tudo" mereceu da comunicação social, tão exigente noutros casos, é um atestado de cumplicidade: uns, os jornalistas venderam-se, outros queriam ser como os Espirito Santo. Em qualquer caso, as redacções dos jornais e das TV estão cheias de Espiritos Santos. Em termos tauromáticos, na melhor das hipóteses não temos jornalistas, mas moços de estoques. Na pior, temos as redacções cheias de vacas a que se chamam na gíria as “chocas”.

O que o silêncio cúmplice, deliberadamente cúmplice, feito sobre o caso Espirito Santo, o que a técnica do desvio de atenções, já usada por Goebels, o ministro da propaganda de Hitler, revelam é que temos uma comunicação social avacalhada, que não merece nenhuma confiança.

Quando um jornal, uma TV deu uma notícia na primeira página sobre Sócrates( e falo dele porque a comunicação social montou sobre ele um operação de barragem pelo fogo, que na altura justificou com o direito a sabermos o que se passava com quem nos governava e se esqueceu de nos informar sobre quem se governava) ficamos agora a saber que esteve a fazer como o toureiro, a abanar-nos um trapo diante dos olhos para nos enganar com ele e a esconder as suas verdadeiras intenções: dar-nos uma estocada fatal!

Porque será que comentadores e seus patrões, tão lestos a opinar sobre pensões de reforma, TSU, competitividade, despedimentos, aumentos de impostos, gente tão distinta como Miguel Júdice, Proença de Carvalho, Angelo Correia, Soares dos Santos, Ulrich, Maria João Avilez e esposo Vanzeller, não aparecem agora a dar a cara pelos amigos Espirito Santo?

Porque será que os jornais e as televisões não os chamam, agora que acabou o campeonato da bola?

Um grande Olé aos que estão agachados nas trincheiras, atrás dos burladeros
!

Este texto tem 10 anos.
Olhe-se para jornais revistas e televisões, jornalistas muitos apenas verdadeiros pés de microfone, comentadores, directores de informação, patrões (quase todos falidos) da comunicação social, programas de comentário político, . . . . . passaram dez anos. . . . . há grandes diferenças quanto ao que Carlos de Matos Gomes aqui referia?

Para onde caminha Portugal?

António Cabral (AC)

sexta-feira, 14 de março de 2025

NÃO ESTARÁ AQUI UM BOM EXEMPLO DE JORNALIX0?
ESTAREI A SER INJUSTO?

Transcrevo em baixo um texto do JN.
Sublinhados da minha responsabilidade.

Enquanto líder do PSD em campanha para as legislativas, o atual primeiro-ministro disse publicamente, em 2023, que iria entregar à Justiça toda a documentação relacionada com a sua casa de Espinho, na altura objeto de inquérito por parte da PGR. Segundo o "Expresso", o dossiê acabou por não ser disponibilizado.

No final de 2023, durante a campanha para as eleições legislativas, a Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou a abertura de um inquérito-crime relacionado com a construção da casa de Luís Montenegro em Espinho, após uma denúncia sobre possíveis benefícios fiscais indevidos. Logo no dia seguinte (30 de dezembro), Montenegro realizou uma conferência de imprensa em que apresentou um dossiê contendo todas as faturas e documentação da obra, comprometendo-se a entregá-lo à Justiça quando solicitado.

Em julho de 2024, já no cargo de primeiro-ministro (tinha tomado posse a 2 de abril), Montenegro foi contactado por uma inspetora da Polícia Judiciária (PJ), que solicitou a documentação mencionada. Montenegro respondeu afirmando que não obteve qualquer benefício fiscal que não fosse legal e sugeriu que as entidades competentes, como a Câmara Municipal de Espinho e a Autoridade Tributária, poderiam fornecer e explicar a documentação necessária. Contudo, segundo o jornal "Expresso", não entregou diretamente à PJ o dossiê que havia exibido anteriormente.

Em agosto de 2024, a PJ concluiu o seu relatório, não encontrando indícios de prática de ilícito criminal
Posteriormente, em dezembro de 2024, o Ministério Público arquivou o inquérito, não identificando interferências ilícitas no processo de decisão relacionado com os alegados benefícios fiscais atribuídos à construção da casa de Montenegro.

Basta ler com atenção.
Jornalixo é o mais simpático a dizer desta gentalha!

Relativamente à casa de Don Luís, quer a PJ quer depois a PGR disseram estar tudo bem.
Donde esta notícia do JN é, opinião pessoal naturalmente, do mais  puro e genuíno jornalixo, é para encher chouriços.

Outra coisa diferente, que parece muito diferente, para mim naturalmente, é o que se passa agora com a "SPIN".

Ou estou a ser injusto?

António Cabral 

terça-feira, 5 de julho de 2022

ORGÃOS de COMUNICAÇÃO SOCIAL (OCS)

Repito, MAIS UMA VEZ, o que ao longo dos anos aqui fui periodicamente escrevendo, umas vezes de forma mais prolixa outras mais resumida, REPITO, portanto, e agora muito sinteticamente: NÃO HÁ DEMOCRACIA madura e real designadamente sem OCS livres, independentes, assertivos, que informem com rigor, que empunhem o contraditório, e que as opiniões das direcções e dos jornalistas estejam  em colunas e páginas bem definidas, mas não infectem as notícias seja sobre o que forem. Relatem os factos, os eventos, as festas, os congressos, etc.

Vem isto a propósito dos OCS nacionais e dos internacionais. Vem isto a propósito das agências de informação, dos "spin doctors", da crescente promiscuidade políticos-jornalistas, da manipulação crescente.

Vem isto a propósito de que é muito interessante para mim ler o mais possível o que nos mostram os OCS e ponderar os acontecimentos "de per si" e cotejar com o noticiado.

Vem isto a propósito do copianço crescente que se observa entre certos OCS, ou como bebem de um trago o que nasce em agências de informação sem um mínimo de ponderação, como transmitem o que lhes sussurram ao ouvido, venha de governos, presidentes da República, deputados, banqueiros, chefes das grandes empresas, poder judicial nas suas diferentes componentes, médicos, enfermeiros, sindicalistas, jornalistas familiares de políticos, etc.

Vem isto a propósito, por exemplo, do que se noticia sobre os berbicachos em França, ou em certas zonas de Espanha, ou no Reino Unido, ou no Canadá, ou nos EUA, ou na Austrália.

Ou ainda sobre a Rússia/ CEI, sobre a China, sobre Ásia em geral, sobre África, bem....., por estes sítios a coisa fica mais ……como dizer……..

Vem isto a propósito, por exemplo, do que germina nos EUA à conta do temor crescente face ao execrável Trump. Neste caso, dos EUA, e ciente de que nada percebo de praticamente nada, apenas procuro diminuir as minhas fragilidades, não estou a ver como é que, FACILMENTE, resolvem o que há dias aqui referi do que me foi transmitido, e que é quase certo que infelizmente grassa por todo o país.

Recordando isso dos EUA, aqui coloquei há dias a miséria inacreditável que família e amigos observaram mal saíam dos centos e depois dos subúrbios, de grandes cidades, de pequenas cidades, de localidades, avançando de automóvel centenas de Km para outras paragens. Tendas, tendas, caravanas, tendas, caravanas, miséria, miséria. São milhares de miseráveis, sem condições, de todos os tons de pele. 

E agora lembrei-me de outro "paraíso" efervescente de "igualdades" (!!), o Brasil, o tal onde Marcelo diz que não há problemas só parece, e lembrei-me do final de 2011, do regresso de autocarro de Santos para S.Paulo. A guia, ao começarmos a ver barracas - estamos a chegar a S.Paulo isto é, às zonas antes da cidade grande que terá cerca de 18 milhões de pessoas; em todas as zonas limítrofes como esta a que estamos a chegar, calcula-se que aqui vivam cerca de 10 a 11 milhões de pessoas (18+11=29)! 

Andámos imenso até chegarmos a uma zona central de S.Paulo, onde almoçámos. As barracas que existiram nos arredores de Lisboa décadas atrás e se observavam bem quando se chegava de avião a Lx eram quase luxuosas comparadas com o que vi por ali.

Isto tudo, portanto, para lembrar o fosso enorme entre estratos sociais, entre miseráveis, remediados e ricos. Para lembrar como estes assuntos são tratados nos OCS nacionais e internacionais, ou como tratam a guerra na Ucrânia, ou os coletes amarelos em França, ou o aeroporto em Portugal, ou o preço dos combustíveis por cá, ou os assuntos dos militares das Forças Armadas, ou os preços nos supermercados, ou os preços das cerejas na Beira-Baixa e comparar depois com os praticados em vários locais de Lisboa, ou as questões laborais, ou o problema da assistência na saúde, ou…ou…ou..…etc.

SEM NUNCA IR A SÉRIO AO CERNE DOS PROBLEMAS NAS SOCIEDADES E ASSIM CONTRIBUEM PAULATINAMENTE PARA OS (para mim naturalmente) EXECRÁVEIS VENTURAs, TRUMPs, LE PENs, MELECHON, etc.

Como está a minha democracia, como anda a ser tratada a minha Constituição da República?

Boa semana. Saúde.

António Cabral (AC)