GRANDES COMANDANTES
O estudo de grandes génios, cientistas, artistas, militares, políticos, suscita sempre grande curiosidade pelas suas realizações, pelas suas personalidades.
De certa maneira a história mundial repousa sobre os ombros e cabeças de muitos tidos como génios, e muitos foram-no mesmo.
Às voltas com a minha livralhada, espalhada por estantes e armários e pela garagem, ás vezes dou com livros de que já nem me lembrava.
É o caso deste, e verifico que me foi oferecido em 2010.
O autor do livro é norte-americano, nascido em Berlim, ingressou no exército da União em 1861, combateu na guerra civil americana. Aborda seis génios militares do passado mais ou menos longínquo.
O autor aborda sobretudo a confrontação na cena internacional de personalidades e o uso de ferramentas estratégicas. Vencedores e vencidos.
Anibal, Alexandre, Júlio César, Gustavo Adolfo, Frederico, Napoleão.
Da história antiga, os povos tidos como os maiores ou até os mais inteligentes eram, em regra, os vitoriosos, e de certa maneira por isso a marcha da civilização foi durante séculos sempre na senda da guerra.
Refere o autor que a arte da guerra deve a sua origem à acção de uns quantos grandes comandantes, particularmente às suas concepções intelectuais, às forças morais do seu carácter.
Depois de reencontrar este livro e de superficialmente reler algumas passagens dei comigo a pensar que esses e outros grandes comandantes e génios são pouco mais que sofríveis quando olho para os últimos anos e os compara com, Trump, Guterres, Macron, Suarez o grande salvador do Ocidente, Putin, António Costa, Ursula, Bibi, os aiatolas, Lula, Rutte, Zelensky, Fabien, Núncio, Ventura, Brilhante, Metz, Paulo Portas, etc.
Tenham um bom Sábado.
AC

Sem comentários:
Enviar um comentário