Mostrar mensagens com a etiqueta chefes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta chefes. Mostrar todas as mensagens

sábado, 6 de junho de 2026

GRANDES   COMANDANTES

O estudo de grandes génios, cientistas, artistas, militares, políticos, suscita sempre grande curiosidade pelas suas realizações, pelas suas personalidades.

De certa maneira a história mundial repousa sobre os ombros e cabeças de muitos tidos como génios, e muitos foram-no mesmo. 

Às voltas com a minha livralhada, espalhada por estantes e armários e pela garagem, ás vezes dou com livros de que já nem me lembrava.


É o caso deste, e verifico que me foi oferecido em 2010.

O autor do livro é norte-americano, nascido em Berlim, ingressou no exército da União em 1861, combateu na guerra civil americana. Aborda seis génios militares do passado mais ou menos longínquo.

O autor aborda sobretudo a confrontação na cena internacional de personalidades e o uso de ferramentas estratégicas. Vencedores e vencidos.

Anibal, Alexandre, Júlio César, Gustavo Adolfo, Frederico, Napoleão.

Da história antiga, os povos tidos como os maiores ou até os mais inteligentes eram, em regra, os vitoriosos, e de certa maneira por isso a marcha da civilização foi durante séculos sempre na senda da guerra.

Refere o autor que a arte da guerra deve a sua origem à acção de uns quantos grandes comandantes, particularmente às suas concepções intelectuais, às forças morais do seu carácter.

Depois de reencontrar este livro e de superficialmente reler algumas passagens dei comigo a pensar que esses e outros grandes comandantes e génios são pouco mais que sofríveis quando olho para os últimos anos e os compara com, Trump, Guterres, Macron, Suarez o grande salvador do Ocidente, Putin, António Costa, Ursula, Bibi, os aiatolas, Lula, Rutte, Zelensky, Fabien, Núncio, Ventura, Brilhante, Metz, Paulo Portas, etc.

Bom dia.
Tenham um bom Sábado.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

sábado, 6 de julho de 2024

L E M B R A N Ç A S

Ser chefe é uma coisa.

Ser líder é outra coisa, bem diferente, muito diferente. 

Porque cada vez mais esta lembrança me anda na cabeça?

Não deve ser por nada relacionado com os actuais titulares de órgãos de soberania (e com muitos dos anteriores), nem com certos empresários, nem com certos gestores, nem com certos chefes militares.

Depois, temos ainda a categoria dos "chefezinhos", tipo certos magistrados, certos advogados, certos historiadores, certos comentadores, certos jornalistas, certos autarcas, certos fazedores, certos habilidosos, certos empresários da comunicação social, e por aí fora.

AC