segunda-feira, 22 de junho de 2026

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7. Repito, admito, como SEMPRE, poder estar a ver mal as coisas.

Mas não encontro argumentos de peso que me digam que, sem que possa sem qualquer restrição ser hasteada em qualquer edifício do Estado ou monumento uma qualquer bandeira de associação, grupo, clube desportivo, etc, o pluralismo de expressão, o direito à palavra à imagem e à reserva da vida privada e familiar não ficam 100 % garantidos.
E que só assim estará definitivamente afastada qualquer discriminação.
E que só assim estarão plenamente assegurados direitos vários, como os direitos humanos, mais a preservação do clima, etc.

AC

Escrevi umas linhas a propósito da proposta de legislação sobre bandeiras, o hastear de bandeiras em edifícios públicos, proposta que o actual inquilino de Belém devolveu ao Parlamento sem promulgação solicitando aos deputados que reponderem o assunto e justificando a coisa com argumentos à volta do que refiro nesse parágrafo 7. das minhas considerações, mas apetece-me acrescentar mais o seguinte:

Haja democrática paciência. 
Admito poder estar a ver mal as coisas e respeito, SEMPRE, as opiniões de outrem (concordo, discordo, comento se me apetecer) , mas, sinceramente, haja paciência para argumentação como esta do actual e crescentemente palavroso PR. Legitimamente, quis e quer estar de bem com os sim não talvez.

Sem hastear bandeirinhas quando e onde apetecer, credo que só assim se asseguram direitos. . . . . . . . POIS!

Apenas com muitos desfiles e muitas bandeirinhas em todo o lado é que se garante o direito à imagem e à reserva da vida privada e familiar. . . . . . . À RESERVA! . . . . . . POIS!
Vou ao dicionário verificar o significado de reserva!
Haja democrática paciência. 
AC 

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