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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

GUERRAS,  HÍBRIDA  e  de  FALSA  BANDEIRA

Como cidadão comum, relativamente ignorante, este crescendo de incidentes é preocupante, muito preocupante e não me parece fácil  a atribuição de culpas sem qualquer margem para dúvidas. Refiro-me aos casos no Báltico, aos drones perto de aeroportos, agora perto da cidade alemã de Leipzig. Etc.

Já o escrevi neste modesto blogue várias vezes. Putin não é flor que se cheire.
Mas, sem os colocar no mesmo exacto plano, Volodymyr Zelensky, Boris Jonhson, Musk, Trump e tantos mais são para mim igualmente mal cheirosos.

Parece-me por demais evidente que a Rússia deve andar a dar largas a vários proxy para atuarem dentro da Ucrânia e em alguns países da UE e não só.

Parece-me por demais evidente que dentro da UE e da NATO vários andam mortinhos para que os conflitos escalem. Seria óptimo para os negócios do armamento.

Parece-me por demais evidente que Volodymyr Zelensky está desesperado com várias coisas, e particularmente com a pouca vontade por parte de alguns em o apoiar com armamento. Designadamente os EUA, que estão mais interessados, creio, com a pancadaria noutros teatros.

O recente alerta de 
Volodymyr Zelensky - "Os céus russos infestados de drones não são local adequado para a aviação civil”, parece-me ser claro indicativo da vontade de repetição do que a URSS fez há décadas abatendo um avião civil, para assim tentar virar o rumo de algumas coisas.

Se recordo bem o avião que a URSS maldosamente abateu voou durante bastante tempo fazendo sombra radar para um avião espião americano.

No espaço aéreo da Rússia creio que isso será mais complicado de fazer mas . . . . . 
Aguardemos.

AC

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

PARECE . . . 

Parece indesmentível, que um grande avião americano (se observei bem a fotografia que um bom amigo me enviou) sem inscrições de óbvia identificação de país de origem esteve umas horas em Moscovo.

Dizem por aí que o passageiro mais importante seria o chefe da CIA!

A ser real, o que lá terá ido fazer semelhante criatura?

Que foi dizer ao seu colega da FBS ou FBU ou lá o que é ? (ex-KGB)

Ou foi levar alguma mensagem importante ao porta-voz de Putin?

Ou foi mesmo encontrar-se com Putin?

Que raio de conversas terão tido lugar?

As exportações de cereais da Ucrânia?

A segurança da Crimeia?

Esclarecer se os EUA vão deixar de fornecer armamento anti-aéreo à Ucrânia?

Convencer Moscovo a retirar apoio ao Irão?

Combinar com Putin o emprego de armas nucleares tácticas, pela Rússia na Ucrânia, pelos EUA no Irão?

Gostava de ser mosca para ter assistido!

AC

sábado, 22 de agosto de 2026

INTROESPECTIVA ?

Putin, Boris Johnson, Biden, Trump, Metz, Macron, Sanchez, Ursula, Costa, Erdogan e muitos outros, já olharam bem para os vossos umbigos? Ainda não chega? . . . chega? Não, . . . ainda não basta?

Há mais de quatro anos que há guerra na Ucrânia.

A Rússia Caiu? Não!

A Ucrânia caiu? Não

Bom, e a mortandade em ambos os lados mas sobretudo sobre a população Ucraniana? É para continuar? Não vos interessa?

Diplomaticamente, não podiam olhar para uma hipótese de solução que desse alguma garantia de sustentabilidade quanto a territórios e segurança para ambas as partes, e para a Europa ocidental?

Ou é para continuar esta trágica telenovela, a Ucrânia a dar carne para canhão, a continuar a corrupção, a continuar a estoirar-se dinheiro, e a  encarecer a vida para milhões de cidadãos comuns, enquanto EUA e UE e UK continuam a testar armamentos?

É isto?

AC

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

COISAS  DO  JURIDIQUÊS
A questão do direito varia de país para país.

Vem isto a propósito dos EUA onde, desde há muito, existe a figura do "perdão presidencial".

Não sei se todos, mas muitos presidentes dos EUA usaram essa figura "salvando" muitas criaturas de terem de comparecer perante a justiça.
Posso estar errado, mas a noção que tenho é que a esmagadora maioria desses perdões se destinaram a salvar as criaturas perdoadas mas sobretudo o passado de presidentes.

Um dos últimos casos foi recentemente relembrado.

É sobre o tristemente famoso "Fauci" em que parece estar mais que confirmado que ele e as suas equipas e inerentes actos/ acções / omissões/ inações durante a pandemia Covid - 19 são merecedores de severas censuras.

Ora o que se sabe é que "Fauci" vai continuar a dormir descansado pois o antecessor do inarrável Trump (o inarrável Joe Biden) concedeu-lhe perdão presidencial.
Perdão presidencial muito confortável, pois é incondicional, tenha o tipo cometido os actos que cometeu. 

Ora toma!

AC

terça-feira, 7 de julho de 2026

O  MUNDO  OCIDENTAL
Penitencia-se, pede desculpa, chicotadas nas costas . . . .

Já aqui falei da EURÁSIA.
É só olhar para o mapa.
O Zbigniew Brzezinski e outros falaram insistentemente nisso.

No mundo Ocidental, designadamente EUA, Reino Unido, França, Bélgica, Holanda, Polónia, actuam na política externa e nas relações internacionais sempre com a mentalidade dos anos 30 do século passado.

Ciente que quase nada percebo de quase tudo, reparo que no "festival" perdão, no funeral do Khamenei em Teerão estiveram representantes (claro) da Rússia e China e Índia.

E evidentemente que a Turquia também se fez representar tal como muitos outros da EURÁSIA. Só por acaso e cortesia!

EURÁSIA, EURÁSIA, EURÁSIA, nada importante!

AC

segunda-feira, 6 de julho de 2026

A  GUERRA  na  UCRÂNIA
A   EURÁSIA
URSS, RÚSSIA, CIS, UCRÂNIA, os vários TÃOS, EUA 

Estive a reler este livro. 

Face ao presente, algumas coisas poderão estar um pouco desfasadas mas creio que o essencial continua a fazer todo o sentido. Posso estar a ver completamente mal as coisas, mas os últimos dez anos da política externa dos EUA creio que não tiveram em conta muito do que  aqui se defende. Talvez também por isso os EUA estejam a claudicar e a não perceber que o rumo que seguem vai destrona-los de primeira potência mundial. Falta pouco!


Em 30 de Abril de 1999, a conselho insistente de um quase oficial general das FA americanas com quem me relacionei e muito abordei a geopolítica durante cerca dois anos, comprei este livro, em Norfolk, no estado da Virgínia, EUA. Edição de finais de 1997.
Zbigniew Brzezinski (ZB), político e pensador americano foi um homem importante e, entre outras coisas, foi um conselheiro nacional decisivo na Casa Branca.

Está lá tudo bem explicadinho, como os EUA deviam tratar do mundo e manter a sua posição de super-potência.
Entre muitas perspectivas e orientações ZB junta mapas diversos, muito interessantes na minha opinião, de onde se percebe claramente o que se foi passando desde 1989.

Mas há quem acredite em histórias da carochinha, e do cinema e do entretenimento designadamente nos e sobre os EUA, sendo que sobre a URSS/ Rússia e China também há várias pitorescas.
AC

segunda-feira, 29 de junho de 2026

PORTUGAL  -  EUA  -  PORTUGAL

Portugal e os EUA nas duas guerras mundiais:
a procura do plano bi-lateral
Socorrendo-me sobretudo de um estudo de José Medeiros Ferreira (JMF, Doutor em História Institucional e Política, infelizmente já não entre nós) de que acima mostro o início, voltei a debruçar-me sobre aspectos das relações entre o nosso país e os EUA, particularmente quanto à questão dos Açores / base das Lajes.

De algum modo conexo com isso há a questão/ criação da Fundação Luso-Americana sediada em Lisboa, cuja criação creio não assentar exactamente na narrativa habitualmente divulgada, nem quanto aos créditos de que alguns importantes se reclamavam. 
Dos dois ou três que assistiram à conversa inicial num certo gabinete, poucos são os vivos que (como é muito costume) não falam e deixam que continue a narrativa que, tanto quanto saber, não é completamente exacta.

Mas vamos ao que antecede o presente
E o presente a que me refiro é o conjunto de episódios e declarações anteriores e subsequentes aos aviões americanos que recentemente estacionaram nas Lajes para os bombardeamentos sobre o Irão.

O que antecede é exactamente o que o estudo de JMF aborda e explica e é muito interessante.
E que devia ser tido em conta no tempo contemporâneo.
Mas que, de uma ponta a outra, creio que ou desconhecem ou. . . 

No decreto referido na página da segunda fotografia havia um 4º artigo sobre o direito ao comércio (sobretudo comércio marítimo) lícito da potência declarada como neutral, direito sobretudo consagrado na Conferência de Paris de 1856 que terminou com a guerra da Crimeia.
Portugal usou largamente este direito.

Um aspecto interessante /curioso é o do reconhecimento imediato da I República por parte dos EUA.
O reconhecimento aconteceu mal a Constituinte proclamou o regime como Republicano. Aliás, havia uma instrução do Departamento de Estado dos EUA para tal acontecer logo que a Constituinte confirmasse o regime.
A 3 de Agosto de 1911 o representante dos EUA apresentou credenciais ao nosso Presidente da República.

O Reino Unido demorou mais tempo a reconhecer a I República.

Em 25 de Julho de 1917 chegaram 5 navios de guerra americanos à ilha de S. Miguel.
A este acontecimento seguiram-se depois outros, e outros pedidos americanos.
Mas o governo nacional de então antes de dar respostas aos EUA envolveu nos assuntos o Reino Unido.
É um aspecto interessante da diplomacia nacional.

Data portanto da I GG o início de concessão de facilidades nos Açores aos EUA.
A diplomacia nacional ao tempo de Salazar geriu as respostas às pretensões americanas da mesma maneira que décadas atrás, envolvendo sempre o Reino Unido nos assuntos.

JMF explica que com a chegada da II GG os Açores vão ser encarados pelas potências marítimas de duas formas:
- como fronteira entre o "perturbador continental" e as potências marítimas,
- ou, mais tarde, como zona de articulação entre as margens do Atlântico.

Neste âmbito, JMF recorda as memórias de Churchill e as suas várias descrições sobre o esforço de guerra, e concretamente sobre os comboios marítimos e as rotas diferentes tomadas em função designadamente da cobertura aérea disponível ou não.
Os americanos foram os primeiros a apreciar a importância dos Açores para a sua aviação.

JMF recorda também o papel de Humberto Delgado em apoio aos estudos americanos e ingleses para escolha/ definição da localização das diferentes facilidades, por exemplo pistas / aeroportos.

JMF explica um certo atraso verificado na implementação das facilidades nos Açores. 
Isso deveu-se ao facto das potências marítimas quererem primeiro assegurar-se da impossibilidade da Alemanha nazi invadir a Península Ibérica. 
Daí a guerra no Norte de África, e as vitórias dos aliados. 
Com derrota nazi ficou claro um certo enfraquecimento do poderio nazi.
Ocorrem por outro lado intensas negociações com Lisboa em 1943.

As facilidade concedidas na ilha de Sta Maria ficaram ligadas ao problema de Timor-Leste ocupada pelos japoneses.
A negociação diplomática para a cedência da Base das Lajes foi sobretudo feita com Londres mas veio a ser Washington a mais decisivamente utilizar as facilidades na ilha.

Em 28 de Novembro de 1944 foi assinado um acordo Portugal-EUA para a construção de um aeroporto na ilha de Sta Maria. 
Conexo com isto, acordado que os EUA garantiria que Timor -Leste regressaria à posse de Portugal.

Durante a II GG os Açores foram encarados também como um "teatro de refúgio".
As facilidades nos Açores tiveram características que se mantiveram depois da guerra.

Os Açores sempre foram encarados pelos EUA depois da II GG como importante base. 
Um estudo militar americano de 19 de Outubro de 1945 incluiu os Açores no conjunto das "Primary Base Áreas" a estabelecer em várias partes do planeta.

Em 2 de Junho de 1946 o aeroporto de Sta Maria regressou ao controlo português.
Em 3 de Julho de 1947 iniciaram-se conversações oficiais para a continuação de facilidades na base das Lajes.
Em 5 de Janeiro de 1951 foi assinado um novo acordo.
Daí para cá sabe-se o fundamental do que se passou antes e depois de 1974.

Os presidentes americanos sucederam-se. 
O Congresso (Senado + Câmara de Representantes) teve maiorias diferentes ao longo do tempo.
A tecnologia aumentou e continua a aumentar a permanência no ar sem reabastecimento de aeronaves e "veículos não tripulados/ drones".

Os interesses americanos variaram alguma coisa ao longo dos últimos 80 anos.
A localização geográfica dos Açores é a mesma.

António Cabral (AC)

terça-feira, 23 de junho de 2026

REPUBLICO

quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

Alemanha Nazi. Holocausto. Filme Berstein-Alfred Hitchcock.

RTP1, o canal público de televisão e porque deu serviço público "obrigou-me" ontem a estar bastante tempo em frente ao televisor. 
Boa parte eu conhecia, porque ao longo dos anos me fui dedicando a isso, como presumo que muitos outros cidadãos conheceriam já.

Os horrores do holocausto, as monstruosidades que em 12 anos cresceram, e que de facto, quase se pode dizer que a humanidade não recuou 12 anos mas 12 000.
Mas houve para mim novidades.

Uma, a de que o filme global, de que vimos partes, ficou quase concluído no final da guerra, e quando Alfred H regressou aos EUA, o argumento e, sobretudo, o encadear para a montagem do filme estava assente e a montagem muito avançada.

Mas, apesar das monstruosidades havidas, os aliados, creio que sobretudo EUA e UK, decidem não divulgar ao mundo o que se passara, pois rapidamente estavam já na fase de olhar como conter a URSS. Propósito que entendo, olhar ao que veio a ser a guerra fria, mas inaceitável o terem escondido do mundo o que fez a Alemanha Nazi. 
Os filmes ficaram "adormecidos" no "War Museum" (salvo erro).

Outra novidade, a de que recentemente o filme foi acabado, em memória não só dos seus autores, supra referidos, mas sobretudo pela verdade histórica, que deve continuar a ser levada ao conhecimento da humanidade.

Outra novidade ainda, para mim muito importante, a de que no filme e por decisão de Alfred H, estão incluídos mapas da Alemanha com a localização de todos os campos de concentração/ extermínio, com o desenho de círculos concêntricos, centrados em cada um desses campos, com distâncias várias (raios de 1,5 - 3,0 km, etc).

Assim se pode ver, as aldeias, vilas, cidades, que ficavam dentro desses círculos.
E, desta forma, se podendo desmentir que os alemães não sabiam o que se passava dentro desses campos, ou, pelo menos, da sua existência.
Foi um bom serviço público. Custa sempre a ver, muito.
Mas tem que ser mostrado muitas mais vezes.
AC

segunda-feira, 15 de junho de 2026

MINISTRA  DA  ENERGIA  VÊ  COMO  BOA  NOTÍCIA  O ACORDO  EUA - IRÃO  PARA  BAIXAR  O  PREÇO  DOS COMBUSTÍVEIS.

Qual acordo? Qual PAZ ?

Mais uma tontice!

AC

O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou neste domingo o novo acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã, classificando-o como um “passo crucial” para o fim do conflito.

Que palavra se lhe deve aplicar ?
Pateta ?
Ignorante ?
Tolo ?
Imbecil ?
Ou mesmo parvalhão ?

Não é preciso ter mais do que o 4º ano de escolaridade para saber que não há paz nenhuma, que um acordo de paz é uma coisa, que um memorando é outra coisa, que paz de facto, real, é ainda outra coisa.

Não haverá nos moles serventuários na ONU ninguém que lhe chame à atenção para não proferir tantas alarvidades ?

AC

BEM   LEMBRADO

Como bem lembrado por uma pessoa que muito respeito, Timothy Garton Ash entende que o continente europeu está sob ataque militar da Rússia, económico da China e político dos Estados Unidos.

Concordo com Timothy Garton Ash.

Mas, respeitosamente, Timothy esqueceu-se de referir outra importante decisiva e lamentável coisa: que a Europa está há décadas e décadas sob constante ataque por parte de  imbecis e incompetentes que têm estado à frente dos governos e parlamentos europeus. 

Não é possível dizer que essas criaturas têm governado!
Muitos só se têm servido dos cargos que ocuparam.

AC

terça-feira, 2 de junho de 2026

AI  QUE  TOMARAM  O  CASTELO

Vai por esse mundo fora e por cá certamente com certos indignados, um SURURU enorme porque tropas israelitas se apoderaram das ruínas imponentes do que outrora foi um muito importante e imponente castelo no Líbano. Líbano, basicamente a antiga Fenícia.

Por exemplo Macron quis logo uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para debater a coisa. É esta noite.

Creio que o castelo/ ruínas consta da lista de património mundial da UNESCO.

Que Israel deve ser condenado internacionalmente por várias coisas (basta ver as centenas de crianças a morrer à fome) não tenho a menor dúvida.

Mas porventura interessante, se calhar para mim apenas, é que não me lembro (eu sei que sou distraído) de qualquer revolta de Macron pelo facto de há vários anos a força de interposição estacionada no Líbano e que devia assegurar tranquilidade junto da fronteira com Israel ande  por lá sempre a dormitar e a permitir há anos e anos que os "proxy" do Irão (Hesbolath) disparem diária e continuamente centenas de misseís para dentro de Israel.

Interessante, se calhar para mim apenas, é que não me lembro (eu sei que sou distraído) de qualquer revolta de Macron pelo facto de há vários anos os "proxy" do Irão dentro do Líbano e já referidos e os dentro de Gaza (Hamas) andarem há anos e anos a desviar dinheiro internacional teoricamente destinado às vítimas na Cisjordânia e Gaza e utilizar esses meios a construir km e Km de túneis e outras infra-estruturas para atacar Israel.

Quando falo de Macron não esqueço os algozes na China Rússia e EUA nem os patéticos do Reino Unido.

A pergunto que me coloco: ficaram aborrecidos porque os israelitas  tomaram o castelo ou porque o Hesbolath terá perdido um dos seus pontos fortes para bombardear Israel?

O Ocidente cada vez mais trágico e patético e sempre ufano da sua auto-destruição.

AC

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Trump garante que o Irão vai ter de entregar o urânio enriquecido aos EUA, apesar de Washington "não precisar"

AC

domingo, 17 de maio de 2026

 O QUE ESPERAR DA CONDIÇÃO HUMANA ?

Este boneco pode ou não ser considerado um bom retrato do que se vai passando.

O "ambrósio" lá atrás, representando o subserviente, ou o apagado, ou o tristonho, ou o lacaio que ainda não percebeu bem de quem é lacaio e de quem quer vir a ser lacaio, bem podia ter o rosto de Costa ou da Leyen ou em alternativa da Kallas.

Os tudólogos e os do komentariado tuga desdobram-se em comentários, opiniões, considerações, efabulações, artigos, alguma Severianada, muita conversa da treta. Cavaco também palra!

Creio que em parte, e não só quanto à vida na tugolândia mas internacionalmente, andam muitos com histórias da carochinha, andam muitos a fingir que percebem o que se está a passar mas, sinceramente, creio que a maioria não sabe nada, não percebe de nada do que é o "busílis".

Eu também não percebo nada de praticamente tudo.

Mas, tal como Marguerite Yourcenar, tenho e sempre tive pouca confiança na condição humana. E não confio nada em Trump, Xi ou Putin.

Mas as conversações destes facínoras (Putin vai também à China) e o que vomitam cá para fora é para entreter o komentariado nacional e internacional.

Estou pessoalmente convencido que continuará a desordem, muita ruína, de vez em quando virá alguma ordem, como defendia Marguerite.

Pessoalmente, que de praticamente tudo nada percebo, continuo convencido que o cerne das questões está no domínio da EuroAsia, e para ela olham sempre Rússia, EUA, China, e a Índia tenta meter um bocadinho o bedelho.

A guerra anda há mais de 4 anos na Ucrânia, mas a verdadeira guerra não me parece que seja essa mas sim, a existência da NATO que se fracassar será do agrado da Rússia, mais a China a tentar sorrateiramente combater / se possível acabar com as alianças dos EUA no Pacífico e Índico. 

E o Médio Oriente é determinante para todo o jogo global, e por isso Trump foi à China pois a esta não creio que lhe interesse convulsão excessiva no Irão nem Ormuz fechado.

Naturalmente que como ignorante de quase tudo posso estar completamente enganado no que escrevi e penso. Aguardemos.

AC

terça-feira, 12 de maio de 2026

A  PROPÓSITO . . . . .
DO QUE VAI LÁ POR FORA,
DE TRUMP, PUTIN, AIATOLAS, XI, BIBI. . . . 

Apetece-me republicar este postal
AC


SILÊNCIO
Não é estranho que, neste tempo tão trágico para a paz no mundo, a voz de gente como Obama, os Clinton, Al Gore, Biden ou Harris não se faça ouvir, denunciando este presidente que tanto os insulta, que está a envergonhar a imagem da América? Ou será que eles acham que não está?
(Francisco Seixas da Costa)

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.
Depois, concordo, discordo, e argumento se me apetecer.

Este pequeno texto deste jubilado embaixador segue aquele entendimento e discurso da esquerda caviar da enorme diferença entre democratas e republicanos americanos.

Não, não acho nada estranho silêncios nem outras coisas lá por aquelas bandas. Vindo de democratas ou republicanos.
E quanto ao troglodita de cabelo oxigenado não perco mais tempo.

Naturalmente, eu posso estar completamente enganado, mas a minha convicção DE SEMPRE, é que as diferenças são, de tom, demagogia, conveniência. Existem obviamente ténues diferenças de valores mas no essencial são praticamente da mesma massa.

Talvez devesse/ devessem olhar com rigor às eleições americanas depois de 1945, TODAS, e aí se percebe muitas coisa daquela sociedade, e dos cordelinhos por trás de tudo.

Talvez devessem reparar que o complexo industrial-militar americano não é dos republicanos, não é dos democratas, é de todas as elites americanas há décadas e décadas pós 1945.

Talvez devessem recordar uma das primeiras promessas do democrata  Obama, ídolo das esquerdas: encerrar rapidamente Guantanamo.
Ele, Obama, esteve lá dois mandatos. Não fechou Guantanamo.

Há um "cartoon" que circulou por aí que se calhar tem alguma razão, que talvez parcialmente explique muita coisa. 

Há sempre, lá na América do Norte e em muitos mais países quem passe a vida com grandiloquências e vacuidades - "pour epater les Bourgeois" - e depois mandam fazer certas coisas à socapa para manterem a auréola, ou esperam que outros mais tarde executem.

É sempre à Clinton - eu não tive sexo com essa mulher, ela apenas se ajoelhou à minha frente, só isso!

Mas, como sempre, admito estar a ver isto mal.

AC

sábado, 2 de maio de 2026

TRUMPICE . . . . . .  para (não) variar

Trump diz que não precisa de nada do Congresso pois a guerra acabou.

Devemos, RIR, ESBUGALHAR os OLHOS, CHORAR, tomar um DUCHE GELADO ?

Ou será que ficou assustado pois íamos mandar estes peças de artilharia ao Irão para compensar a passagem de aviões US pelas Lajes?

AC

domingo, 26 de abril de 2026

Neste artigo de opinião Clara Ferreira Alves aborda a guerra EUA/ Irão/ Israel e interroga-se quanto a várias questões e nomeadamente quanto ao designado Ocidente.
 

Creio pertinente esta ponderação de Clara Ferreira Alves, que vai muito para lá do que é o crápula e fdp conhecido por Trump.
AC

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Eliminar o Irão é uma obsessão sionista e também a condição que falta cumprir para desenhar “um novo Médio Oriente”.

Esta é uma comum afirmação normalmente ligada às esquerdas.

Pessoalmente (mas admito poder estar a ver mal as coisas) creio que esta afirmação tem por trás uma boa parte de realidade.

Mas também continuo convicto de que a afirmação que coloco em baixo não tem menos realidade.

"Eliminar Israel é uma obsessão do Irão escudado na Rússia e na  China e também a condição que falta cumprir para desenhar “um novo Médio Oriente"

António Cabral (AC)

domingo, 12 de abril de 2026

TAKE . . . . TAKES . . . . 

Creio não estar muito enganado que nestas coisas de filmes, filmagens para cinema há uma sucessão de TAKES . . . . vão-se filmando cenas que no final se juntam e dá filme.

Creio que é mais ou menos isto.

Estou a referir isto porque ontem e neste Domingo houve /há mais uma sucessão de TAKES  ou melhor, não é bem uma sucessão, é tudo em catadupa, quase não dá para acabar de ponderar com calma qual o significado real, concreto, do anteriormente dito para as TV.

Estamos assim numa sucessão rápida de TAKES . . . . ou melhor, Trump 1, Trump 2, Trump 3, Trump 4, Trump 5, Trump 6, Trump 7, Trump 8, Trump 9, Trump 10, Trump 11, Trump 12, Trump 13, Trump 14, Trump 15, . . . . Trump 295 . . . . . Trump 518, . . . . 

Enfim, onde é que vamos parar?

AC

quinta-feira, 9 de abril de 2026

SILÊNCIO
Não é estranho que, neste tempo tão trágico para a paz no mundo, a voz de gente como Obama, os Clinton, Al Gore, Biden ou Harris não se faça ouvir, denunciando este presidente que tanto os insulta, que está a envergonhar a imagem da América? Ou será que eles acham que não está?
(Francisco Seixas da Costa)

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.
Depois, concordo, discordo, e argumento se me apetecer.

Este pequeno texto desde jubilado embaixador segue aquele entendimento e discurso da esquerda caviar da enorme diferença entre democratas e republicanos americanos.

Não, não acho nada estranho silêncios nem outras coisas lá por aquelas bandas. Vindo de democratas ou republicanos.
E quanto ao troglodita de cabelo oxigenado não perco mais tempo.

Naturalmente, eu posso estar completamente enganado, mas a minha convicção DE SEMPRE, é que as diferenças são, de tom, demagogia, conveniência. Existem obviamente ténues diferenças de valores mas no essencial são praticamente da mesma massa.

Talvez devesse/ devessem olhar com rigor às eleições americanas depois de 1945, TODAS, e aí se percebe muitas coisa daquela sociedade, e dos cordelinhos por trás de tudo.

Talvez devessem reparar que o complexo industrial-militar americano não é dos republicanos, não é dos democratas, é de todas as elites americanas há décadas e décadas pós 1945.

Talvez devessem recordar uma das primeiras promessas do democrata  Obama, ídolo das esquerdas: encerrar rapidamente Guantanamo.
Ele, Obama, esteve lá dois mandatos. Não fechou Guantanamo.

Há um "cartoon" que circulou por aí que se calhar tem alguma razão, que talvez parcialmente explique muita coisa. 

Há sempre, lá na América do Norte e em muitos mais países quem passe a vida com grandiloquências e vacuidades - "pour epater les Bourgeois" - e depois mandam fazer certas coisas à socapa para manterem a auréola, ou esperam que outros mais tarde executem.

É sempre à Clinton - eu não tive sexo com essa mulher, ela apenas se ajoelhou à minha frente, só isso!

Mas, como sempre, admito estar a ver isto mal.

AC