Não é estranho que, neste tempo tão trágico para a paz no mundo, a voz de gente como Obama, os Clinton, Al Gore, Biden ou Harris não se faça ouvir, denunciando este presidente que tanto os insulta, que está a envergonhar a imagem da América? Ou será que eles acham que não está?
(Francisco Seixas da Costa)
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.
Depois, concordo, discordo, e argumento se me apetecer.
Este pequeno texto desde jubilado embaixador segue aquele entendimento e discurso da esquerda caviar da enorme diferença entre democratas e republicanos americanos.
Não, não acho nada estranho silêncios nem outras coisas lá por aquelas bandas. Vindo de democratas ou republicanos.
E quanto ao troglodita de cabelo oxigenado não perco mais tempo.
Naturalmente, eu posso estar completamente enganado, mas a minha convicção DE SEMPRE, é que as diferenças são, de tom, demagogia, conveniência. Existem obviamente ténues diferenças de valores mas no essencial são praticamente da mesma massa.
Talvez devesse/ devessem olhar com rigor às eleições americanas depois de 1945, TODAS, e aí se percebe muitas coisa daquela sociedade, e dos cordelinhos por trás de tudo.
Talvez devessem reparar que o complexo industrial-militar americano não é dos republicanos, não é dos democratas, é de todas as elites americanas há décadas e décadas pós 1945.
Talvez devessem recordar uma das primeiras promessas do democrata Obama, ídolo das esquerdas: encerrar rapidamente Guantanamo.
Ele, Obama, esteve lá dois mandatos. Não fechou Guantanamo.
Há um "cartoon" que circulou por aí que se calhar tem alguma razão, que talvez parcialmente explique muita coisa.
Há sempre, lá na América do Norte e em muitos mais países quem passe a vida com grandiloquências e vacuidades - "pour epater les Bourgeois" - e depois mandam fazer certas coisas à socapa para manterem a auréola, ou esperam que outros mais tarde executem.
É sempre à Clinton - eu não tive sexo com essa mulher, ela apenas se ajoelhou à minha frente, só isso!
Mas, como sempre, admito estar a ver isto mal.
AC

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