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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

BARACK   OBAMA
Recebi um texto sobre a visita (que eu desconhecia) deste ex presidente dos EUA e exímio orador, actualmente ganhando a vida como palestrante (dizem que se faz pagar bem) por esse mundo fora, dizendo várias verdades puras e duras mas, muito convenientemente, esquecendo sempre coisas do passado dos seus dois mandatos na Casa Branca. 

E, como é costume nestas coisas, há sempre uns milhares que aplaudem de pé, não fazem perguntas incómodas. 
Não são hostis aos Obamas deste mundo. 

Nem os jornalistas que comentam a coisa deixam escritos a recordar certas coisas menos boas de Obama. 
Porque todos os seres humanos têm coisas boas e coisas más. 
Para alguns, Obama e outros são excepção, só coisas boas: mentira !

Leio que cerca de dez mil pessoas o aplaudiram muito, de pé, entusiástica e freneticamente, comovidas certamente.

Aposto que essas dez mil pessoas e os jornalistas que cobriram o evento pertencem todos aquele grupo de centenas de milhares de aflitos para pagar a renda de casa, que continuam com o carro modesto de há 15 anos, que compram muito esparguete e batatas fritas e frango no supermercado, nada de verduras, umas bananas.

Pelo que leio Obama centrou-se no autoritarismo a crescer no mundo, e nisso fez muito bem apontar baterias.

Abordou também temas da actualidade, mas na verdade temas de há pelo menos vinte anos, que no tempo dele presidente já eram agudos: imigração, emprego, questões sociais, IA, tecnologia, os problemas afligindo os jovens e os desfavorecidos, relações internacionais.

Como é de bom tom deixou várias farpas ao antecessor, o execrável TRUMPA. Provavelmente deixou farpas insuficientes. 
Para esse execrável oxigenado é sempre pouco dar-lhe nos lombos ainda que por palavras.

Não sei se inspirado em Marcelo e Seguro (com quem conversou),  lembrou uma questão premente, cada vez mais premente: a democracia, na história da humanidade, é um piscar de olhos.
Ou se luta por ela ou a coisa corre mal. 
Como se vê pela Europa e por muitas mais regiões do globo. 

Obama presidente dos EUA foi do tempo em que aparentemente as relações internacionais pareciam mais ou menos estáveis e dentro de certas regras, quase nenhuma escrita.

Foi e é de moda considerar Obama presidente como quase o mais decente dos presidentes americanos. 
Foi prémio Nobel, coisa que (prémios Nobel), como é público e notório, nunca nas últimas décadas teve aqui e ali algumas escolhas mais inesperadas ou curiosas, certamente inocentes, e nada políticas.

Claro que por esse mundo fora as pessoas sentem incerteza e medo quando as coisas na sociedade começam a descambar. 
Claro que nessas épocas do deslaçar das sociedades as pessoas tendem a encontrar refúgio e aqui, entre outras coisa, joga muito o factor cultural, formação das pessoas, o nível de literacia.

Claro que as pessoas notam quando os governos e os parlamentos e os presidentes da república não trabalham, não fazem uso rigoroso das suas competência constitucionais, servindo a sociedade.

Claro que as pessoas notam a sucessão de mentiras, a sucessão de casos de corrupção ao mais alto nível do Estado. 
Cá e lá fora.

Claro que as pessoas percebem os empregos a fugir, o poder de compra sempre a diminuir, os serviços públicos a degradar.
Claro que as pessoas ficam ansiosas.

Claro que as pessoas como as que estiveram a escutar Obama não querem que as incomodem com a Síria, com a Líbia, com a Primavera árabe e quem a patrocinou, com o Irão e seus palhaços amestrados, com os acordos e intrigas por baixo da mesa. 
Obama fez praticamente tudo bem, foram oito anos como nunca houve nem haverá. . . . terá sido exactamente assim ?

Para vários, sobretudo para vários personagens que saltitam de conferência para conferência, de vernissage para vernissage, e depois vão ter o seu bom jantar e o seu bom whisky de malte, Obama tornou-se o ídolo, a encarnação da decência no mundo malvado. 
Concordo que Obama é dos menos indecentes. 
 
Mas para Obama presidente dos EUA a Europa / UE era notoriamente um incómodo, deixemo-nos de tretas. 
Não lhe era grato haver uma economia pujante, algo concorrencial.
Claro que Obama fez rasgados elogios à UE. Criticou a burocracia.

Claro que fez bem em lembrar que quando os governos democráticos não fazem aquilo para que foram eleitos as pessoas chateiam-se, e havendo pouca formação, pouca cultura, pouca literacia, muitos equacionam entregar-se eleitoralmente nos braços de perigosos demagogos e bandidos porque não os olham assim. Obama terá ouvido isto que disse?

Pessoalmente acho imensa graça a esta conversa da treta - necessidade de haver líderes políticos capazes de representar o seu próprio povo e de valorizar as suas tradições, cultura e história, líderes que permitam ter a confiança dos cidadãos.

Sim, é muito importante isso, mas a confiança dos cidadãos aparece e ganha-se quando os cidadãos verificam na sociedade o resultado positivo do trabalho daqueles que foram eleitos para servir a sociedade.
Só conversa da treta não dá - dêem-me oportunidade para fazer reformas, desta vez é que as vou concretizar !

Essa coisa da empatia (Marcelo, ai que empático) tem muito que se lhe diga. Visões abrangentes e empáticas. 
Não, as pessoas querem a resolução dos problemas das suas vidas.

Como é natural, Obama falou nos jovens. É tema importante.

Mas, podia perguntar-se a Obama e outros empáticos então, com tantas ideias, com tanta empatia, com tanta energia, com tanta democracia, com tanto apego geracional, com tanto anseio, com tanta decência, como justifica que depoius de oito anos de decência (não terá sido assim tanta)  os americanos votaram para eleger maiorias republicanas e um execrável alucinado para presidente ?

Tanta conversa da treta, e deram-lhe o segundo mandato por porventura acreditarem que no segundo mandato as coisas seriam corrigidas.

Bom, o texto vai longo.
Sim, Obama não é dos mais indecentes.
Sim o alucinado que está na Casa Branca é do pior possível.

Mas, mesmo para terminar, muito bom falador, exímio orador, etc.

Mas um homem que com a maior lata deste mundo afirma no primeiro ou no segundo dia do primeiro mandato presidencial - vou fechar Guantanamo - e ao fim de oito anos . . . . . mantem Guantanamo aberto, diz bem da sua jactância, prudência, conhecimento de assuntos do Estado, etc.

Muita decência, sim, mas os priblemas nos EUA sempre a agravarem-se.
Com o alucinado actual as coisas continuam . . . . . por mau caminho.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

GUERRA  e  REALIDADE 

Como se acaba com uma guerra?

Aqui deixo a minha opinião, discutível certamente, mas deve ser respeitada, como respeito, SEMPRE, a opinião de outrem independentemente de com ela concordar ou discordar.

Por mim há apenas duas guerras no mundo.
A guerra da fé e a guerra dos interesses.
Apenas estas duas.
Estas são guerras sem fim.

A guerra entre a Cristandade e o Islão, tem séculos e séculos.
Uma guerra que não acabará, basta olhar à história, e sem recuar muito basta olhar aos séculos XIX, XX e sobretudo ao actual.

A guerra entre os interesses dos diferentes países também não acaba, basta olhar à história.
Podem dizer-me que muitas vezes a guerra tem sido uma só, que as duas coisas se interligam, fé e interesses.

Há séculos e séculos que prosseguem batalhas.
Batalhas sempre foram muitas, . . . . . e continuam
Como se acaba com uma batalha?

Acaba-se por derrota militar, pura e simples.
Acaba-se por retirada unilateral.
Acaba-se por mútuo acordo.
 
Há quem anteveja estar mais próximo o uso de armamento nuclear tático na Ucrânia e no Médio Oriente.

Violência e terror, ainda mais do que aquele que se regista na Ucrânia, e no Médio Oriente.

Onde vamos parar?

AC

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

"O MAR SEM FIM É PORTUGUÊS" 

"OUTROS HAVERÃO DE TER O QUE HOUVERMOS DE PERDER"

(Fernando pessoa)


MAR, OCEANO,  ÁGUA  IMENSA.

Mar territorial constituído pelas águas contadas da linha de Baixa-mar até 12 milhas marítimas.

Depois, até às 200 milhas marítimas temos as famosas ZEE, onde o país tem jurisdição; não são águas nacionais, exclusivas, mas sobre elas temos jurisdição vária.


Desde 2013 que Portugal entregou na ONU o pedido de alargamento da Plataforma Continental o que, se fosse aprovado, daria o aumento até cerca de 320 milhas marítimas.

Estou convencido que não será aprovado. Está lá o pedido há 13 anos e pot lá ficará.
Espanha e muitos outros dos nossos amigos na Europa não querem que fiquemos com jurisdição ainda sobre mais mar.
Primeiro querem ver se conseguem, à pala da burocracia e interesses da UE ficar sem grandes obstáculos ao que desejam opor lá fazer: pescar, investigar, extrair.

Adivinham quantas diligências e interesse manifestou o pastoso dez anos pelo pedido nacional ?
Está-se mesmo a ver, não está ? POIS!

AC

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

PARECE . . . 

Parece indesmentível, que um grande avião americano (se observei bem a fotografia que um bom amigo me enviou) sem inscrições de óbvia identificação de país de origem esteve umas horas em Moscovo.

Dizem por aí que o passageiro mais importante seria o chefe da CIA!

A ser real, o que lá terá ido fazer semelhante criatura?

Que foi dizer ao seu colega da FBS ou FBU ou lá o que é ? (ex-KGB)

Ou foi levar alguma mensagem importante ao porta-voz de Putin?

Ou foi mesmo encontrar-se com Putin?

Que raio de conversas terão tido lugar?

As exportações de cereais da Ucrânia?

A segurança da Crimeia?

Esclarecer se os EUA vão deixar de fornecer armamento anti-aéreo à Ucrânia?

Convencer Moscovo a retirar apoio ao Irão?

Combinar com Putin o emprego de armas nucleares tácticas, pela Rússia na Ucrânia, pelos EUA no Irão?

Gostava de ser mosca para ter assistido!

AC

sábado, 22 de agosto de 2026

INTROESPECTIVA ?

Putin, Boris Johnson, Biden, Trump, Metz, Macron, Sanchez, Ursula, Costa, Erdogan e muitos outros, já olharam bem para os vossos umbigos? Ainda não chega? . . . chega? Não, . . . ainda não basta?

Há mais de quatro anos que há guerra na Ucrânia.

A Rússia Caiu? Não!

A Ucrânia caiu? Não

Bom, e a mortandade em ambos os lados mas sobretudo sobre a população Ucraniana? É para continuar? Não vos interessa?

Diplomaticamente, não podiam olhar para uma hipótese de solução que desse alguma garantia de sustentabilidade quanto a territórios e segurança para ambas as partes, e para a Europa ocidental?

Ou é para continuar esta trágica telenovela, a Ucrânia a dar carne para canhão, a continuar a corrupção, a continuar a estoirar-se dinheiro, e a  encarecer a vida para milhões de cidadãos comuns, enquanto EUA e UE e UK continuam a testar armamentos?

É isto?

AC

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

O que seria de MIM, e da MAIORIA de NÓS ?
Sim, o que seria de nós sem o inarrável Komentariado que passa sobretudo nas TV?

Sim, o que seria de nós todos sem as afirmações graves e seguras sobre tudo e mais alguma coisa, desde as alterações climáticas, aos incêndios, ao desordenamento do território e ao desígnio nacional evocado por Seguro (inconsequente), ao estreito de Ormuz, à guerra na Ucrânia etc.?
Sim o que seria de nós?

Lugares comuns não faltam mas, felizmente, que quase não olho para o televisor.

Muitas vezes fica-me a convicção de que boa parte do que vomitam é para ajudar a desviar as atenções dos concidadãos dos reais problemas que a todos afligem. CADA VEZ MAIS.

Temos um que dizia que a Rússia não aguentava mais de 6 meses, e agora não tem dúvidas de que a Rússia vai invadir a Europa começando pelo Báltico. 

Temos outro para quem há uns dias a Ucrânia já tinha ganho a guerra. A Rússia estava perdida. 
Agora que vê noticiado o pedido desesperado de Zelensky admite a resiliência da Rússia.

Ou seja, não é só Trump que se desdiz constantemente.
O nosso komentariado produz a espaços vómitos contraditórios.
Tentam agradar ao momento! E a quem lhes paga. Coerência e rigor?

A realidade parece estar próximo disto: 
- Zelensky está infelizmente exaurido na defesa aérea.

- A Rússia, com ajuda provável do Irão (a quem fornece informação estratégia lixando os EUA) e da Coreia do Norte, estará a aumentar significativamente a produção de mísseis e drones baratinhos.
 
- Com os drones baratinhos, a Rússia faz gastar tudo o que é defesa aérea na Ucrânia; depois, a seguir, despeja mísseis atrás de mísseis, que raramente são intersectados, como está a acontecer, e o horror e tragédia caiem sobre a desgraçada população Ucraniana.

- A probabilidade de isto continuar assim parece-me grande. 

- Para os EUA o que é mais importante: a Ucrânia num prato da balança ou, noutro prato, Coreia do Sul, Japão, Taiwan, Filipinas, Austrália, Arábia Saudita, Koweit, Emiratos, Bahrein, Katar, Omã, Israel?
Para mim a resposta é clara: Ucrânia que se lixe, França, Espanha, e Alemanha que se desunhem. Estarei enganado?

- Ucrânia tem feito ataques em profundidade em território russo.
Creio que Putin está com paciência de chinês e vai devagar martelando Odessa e tudo o que é portos ucranianos. Asfixia comercial.

- Se for real o que penso, produção crescente de mísseis russos e milhares de drones baratos, ao mesmo tempo a Ucrânia com crescentes dificuldades na defesa aérea, o inverno próximo poderá ser terrível para o desgraçado povo ucraniano. 
Que fará a UE do shor Costa e da shora Ursula, e do shor Macron, e do shor Metz?

- Finalmente, Erdogan sorri, o Irão prossegue com Ormuz dominado diga o parvalhão o que disser, Bibi faz contas à vida e trata do Hesbolath e do Hamas enquanto vai afinando o que atacar proximamente e de surpresa no Irão, os EUA estão aflitos com a falta de armamento/ munições, os problemas com tripulações dos porta-aviões crescem, na Europa os chefes gritam - agarrem-me se não vou-me a ele (Putin).

- Finalmente (agora é que é), cresce a minha convicção de que na Europa conciliam as loas, as vacuidades, os discursos inflamados de amizade pura, com umas entregas de dinheiro e munições e outras coisas, mas a realidade é que estão tratar de utilizar a Ucrânia para testar os seus existentes equipamentos militares. 

E para verificar, de tudo o que tinham em paiol, o que já não serve para nada face ao que acontece na guerra sobretudo desde 2025.
Estão-se nas tintas se morrem ucranianos ou se aquele país fica todo partido. Até dará jeito para as suas empresas de reconstrução.

Estão escritas muitas asneiras? 
De uma coisa tenho a certeza, nada do que venho escrevendo se contradiz ao longo do tempo.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

NEM  SEI  BEM  PORQUE  VIM
Começo por recordar esta frase que ouvi na TV há uns dias quando da primeira horda que desembocou em Ceuta.
Um dos milhares que afirmou não saber bem porque estava ali.

Agora esta notícia espanhola já com vários dias.

Informes de inteligencia alertaron al Gobierno de una crisis en Ceuta los días previos al asalto 
Los servicios secretos lamentan que el Gobierno no activase al Ejército en la frontera desde un primer momento

Informes de inteligencia alertaron al Gobierno de una posible avalancha migratoria en las ciudades autónomas de Ceuta y Melilla en fechas próximas a la fiesta del Trono de Marruecos. Según revelan a THE OBJECTIVE diversas fuentes de la inteligencia militar y civil, el Ejecutivo ignoró sistemáticamente los avisos. Incluso días antes de la oleada masiva, cuando se advirtió de la llegada inusual de un gran número de autobuses a la localidad marroquí de Castillejos, la más próxima a la frontera ceutí, a donde se habían desplazado miles de ciudadanos. Poco después cruzaron en masa a Ceuta, según la previsión. Las estimaciones de la Policía y de la Guardia Civil cifran en 60.000 las personas que cruzaron el paso fronterizo a pie y a nado en menos de 24 horas, desencadenando la mayor crisis migratoria en la ciudad autónoma. Casi la totalidad (53.000) ya ha regresado a su país de origen, según los cálculos de Interior.

Estas mismas fuentes explican que, coincidiendo con la festividad de la monarquía, los servicios de inteligencia advirtieron de la «probabilidad» de un «gesto de magnanimidad» por parte del rey Mohamed VI. A estos primeros avisos, no obstante, se sumaron poco después todos los cruces a nado que se estaban realizando previamente desde Castillejos y la llegada masiva de autocares procedentes de distintos puntos del país vecino. En cuestión de diez días, alrededor de 1.000 inmigrantes habían logrado llegar a la ciudad autónoma tras una travesía por el mar. La inteligencia interpretó esos flujos como «tanteos» por parte de Marruecos y volvió a advertir al Ejecutivo.

La oleada de inmigrantes desbordó en cuestión de segundos a las fuerzas de seguridad desplegadas en la frontera del Tarajal. La Guardia Civil y la Policía Nacional no pudieron hacer nada para frenar el avance de estos ciudadanos, solo atender a los heridos. Fuentes de la inteligencia militar y civil lamentan que el Gobierno no activase al Ejército en la frontera desde un primer momento, habida cuenta de que había varias guarniciones preparadas para actuar tanto en Ceuta como en Melilla. «Se podría haber movilizado sin reuniones previas, simplemente tras la decisión política y la orden del mando de operaciones», explican.

Estas fuentes advierten características muy similares entre esta crisis y la que se desató en mayo de 2021, cuando Marruecos relajó la vigilancia en la frontera y 8.000 personas cruzaron a España, como respuesta al Gobierno por atender al líder del Frente Polisario, Brahim Ghali, en un hospital de Logroño. «Está claro que esta operación no se prepara en cuatro días», advierten a este periódico.

En la misma línea, fuentes de la Guardia Civil advierten de que la situación es mucho peor que hace cinco años. No solo por las cifras. La crisis de 2021, explican, fue repentina y puntual. Sin embargo, prosiguen, lo que ocurrió este jueves solo fue el resultado final de un fenómeno del que el instituto armado viene advirtiendo desde hace tiempo. El goteo de nadadores, como se conoce a este fenómeno migratorio, es constante en Ceuta y en los últimos días había alcanzado nuevos picos por una reciente sentencia del Tribunal Supremo que prohíbe las devoluciones en caliente de los inmigrantes que llegan nadando. La llegada masiva de inmigrantes no se explica solo por ese fallo judicial, sino también por la «inacción total» por parte de Marruecos en la frontera terrestre
.

Agora, a notícia desta tarde de 6ª Feira 14 de Agosto, com a indicação de continuarem em Ceuta 5 a 8 mil dos invasores de outro dia.
Afinal não tinham sido devolvidos quase todos, apenas restavam cerca de mil. POIS!

Depois,
- há quem refira que o que se passou em Ceuta há dias pode ter três tipos de razões, circunstanciais, estruturais e geopolíticas.

Ah, e que terá pesado uma questão jurídica, uma decisão do Supremo Tribunal espanhol, mas que não é de há duas semanas, tem muito mais tempo.

As redes sociais e as máfias terão trabalhado como de costume sendo certo que a miséria abunda em Marrocos, Sudão (são dois), Argélia, Líbia, e os vários países abaixo do Saara e Sahel. A miséria abunda mas não entre as monarquias e os senhores da guerra.

Depois há quem defenda que se fossem diferentes, para bem melhor, as condições sociais nesses Estados que basicamente são Estados falhados (opinião pessoal, naturalmente),  não haveria migrações, travessias a nado etc. RESPEITO. Mas tenho opinião contrária.

Por duas razões fundamentais:
- as oportunidades na Europa Continental são bem diferentes e serão sempre superiores ás do Norte de África e não só, por mais progresso que lá se verificasse.

- porque existem questões de geopolítica e há uma guerra de fé, que não parará. 
Turquia, Norte de África, Leste Europeu, Ásia. 
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, mas a minha é esta que refiro, não me iludo.

Todos esses países continuarão a fazer a sua pressão expulsando ou facilitando turbas e turbas e turbas.

Parece-me claro que Marrocos nunca invadirá militarmente Ceuta e Melila. 
Não precisa. 
Basta-lhe fazer o que vem fazendo e que aumentará.
Um bom facilitador! 
E, provavelmente, vai usar a ira do inarrável Trump contra o igualmente inarrável Sanchez.

Demorará, mas um dia Melila e Ceuta deverão regressar a Marrocos. 
E o Sahara Ocidental será mesmo independente, gostem Marrocos e Espanha ou não.

Por agora, talvez amanhã dia 15 surja nova invasão a Ceuta.
O Churchill da Ana Sá Lopes tratará do assunto!

AC
POTÊNCIAS,   SUPERPOTÊNCIAS . . . . . 
e  ASPIRANTES  a  POTÊNCIAS  NUCLEARES

Para muitos, por cá e lá por fora, o mundo vive . . . . como dizer, . . . um bocado amalucado?

Para que servem as armas nucleares?
Como refere alguém que conheço, até há pouco só serviam para nos sentarmos nelas. Para já continuamos assim!
É o que, por enquanto, os russos fazem pois ainda não empregaram armas nucleares tácticas na guerra na Ucrânia. 
Vontade não lhes deve faltar.

Mas lá está, a dissuasão nuclear serviu bem até agora. 
Nunca os EUA e URSS/ Rússia se agrediram com armas nucleares; têm-se combatido há décadas e ferozmente por interpostos "voluntários". É na Ucrânia, no Médio Oriente, e África, não?

Tal com a China e a Índia nunca se agrediram com NUCS, embora há décadas periodicamente se combatam em Caxemira.
Tal como a Índia e o Paquistão não se agridam com NUCS. 
E a Coreia do Norte? Vai fazendo uns disparos de testes muitas vezes passando por cima da Coreia do Sul e do Japão.

Ou seja a dissuasão nuclear tem persistido sossegada.
Foi assim na guerra fria. Há uns tempos que se anda na guerra . . . . como lhe . . . . . morna? Choca?

Nomeadamente nos últimos anos se vem falando da "revolução dos assuntos militares".
Será que a dissuasão nuclear está também em transformação?  
Para já parece manter-se tudo de acordo com o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares de 1970.

O que no presente está claro, creio eu, é que a posse de armas nucleares não protege o agressor de uma retaliação convencional,  como se vê na Ucrânia (para os dois lados da contenda), como se vai vendo no que o Irão vai fazendo. 

Recentemente EUA e Arábia Saudita parece terem estado a abordar o eventual desenvolver de um programa nuclear civil saudita. Claro que se fosse concretizado, haveria corrida aos armamentos. Para já, no imediato, Paquistão, Turquia e Arábia Saudita firmarem um acordo de proteção mútua, firmado em Meca. O que se seguirá?

Bem, o Egipto creio que tem programa nuclear civil. Andará nervoso? E Turquia? 

Certo certo, Líbano, Iémen, Irão, Gaza, Nigéria, Sahel, Saará, Mali, Norte de Moçambique, Afeganistão, Norte da América do Sul, Caraíbas, Congos, Sudões, Etiópia, Eritreia, o granel prossegue!

Onde vamos parar?

AC

terça-feira, 11 de agosto de 2026

 EXACTAMENTE

"Os interesses (materiais e imateriais) e não as ideias, dominam directamente as acções do homem"

(Max Weber)

AC

segunda-feira, 20 de julho de 2026

É isto? 
É nisto em que se anda, apesar da paz celestial desde 1945, e confirmada em 1989, e reconfirmada em 2000 ?

Bom dia, bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

segunda-feira, 6 de julho de 2026

A  GUERRA  na  UCRÂNIA
A   EURÁSIA
URSS, RÚSSIA, CIS, UCRÂNIA, os vários TÃOS, EUA 

Estive a reler este livro. 

Face ao presente, algumas coisas poderão estar um pouco desfasadas mas creio que o essencial continua a fazer todo o sentido. Posso estar a ver completamente mal as coisas, mas os últimos dez anos da política externa dos EUA creio que não tiveram em conta muito do que  aqui se defende. Talvez também por isso os EUA estejam a claudicar e a não perceber que o rumo que seguem vai destrona-los de primeira potência mundial. Falta pouco!


Em 30 de Abril de 1999, a conselho insistente de um quase oficial general das FA americanas com quem me relacionei e muito abordei a geopolítica durante cerca dois anos, comprei este livro, em Norfolk, no estado da Virgínia, EUA. Edição de finais de 1997.
Zbigniew Brzezinski (ZB), político e pensador americano foi um homem importante e, entre outras coisas, foi um conselheiro nacional decisivo na Casa Branca.

Está lá tudo bem explicadinho, como os EUA deviam tratar do mundo e manter a sua posição de super-potência.
Entre muitas perspectivas e orientações ZB junta mapas diversos, muito interessantes na minha opinião, de onde se percebe claramente o que se foi passando desde 1989.

Mas há quem acredite em histórias da carochinha, e do cinema e do entretenimento designadamente nos e sobre os EUA, sendo que sobre a URSS/ Rússia e China também há várias pitorescas.
AC

quarta-feira, 24 de junho de 2026

RECORDANDO

"VER OU NÃO VER"

Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver.

Com as nossas preocupações domésticas, não nos sobra o tempo para pensar em coisas muito mais séries como o expansionismo da Rússia.

Vem na Wikipédia, mas convém repetir, que a Rússia é uma federação de 22 repúblicas, 46 regiões autónomas (como a da Madeira) e nove territórios. Pior ainda, tem 160 etnias diferentes, 100 línguas diferentes, quatro grandes religiões diferentes (a ortodoxa, a islamita, a judaica e a budista) e uma enorme variedade de seitas, que constantemente varia e se multiplica.

Tudo isto para uma população relativamente pequena de 140 milhões de habitantes. Qualquer pessoa de senso compreenderá que, segundo um velho hábito do século XVIII, chamamos Rússia a um Império que só pode ser governado autocraticamente e onde a democracia está para sempre condenada.

O autocrata de hoje já não é o czar Nicolau II, nem Lenine, nem Estaline, nem Khruschev, nem Brejnev. É um antigo membro da polícia secreta e, por consequência, um dissimulador, um mentiroso, um torcionário e um assassino, que dá pelo nome de Putin e que preside a uma cleptocracia, largamente caótica, a que só a violência e o seu arbítrio garantem uma vaga coesão e uma aparência de Estado.

Além disso, na falta de uma legitimidade dinástica como a dos Romanov, ou ideológica como a URSS, Putin precisa, para se ir aguentando, de invocar a legitimidade imperial, principalmente depois da maior derrota que o Império sofreu desde 1613. O que não seria importante, se depois da implosão do comunismo, a Rússia não permanecesse a segunda potência militar do mundo.

E se a Europa não se tivesse desarmado, como desarmou, para pagar o Estado social. A Inglaterra, por exemplo, gasta em defesa menos do que 2 por cento do PIB, no momento em que Putin (de resto, provocado pela França e pela Alemanha) embarcou numa política claramente agressiva e revanchista. 

A Crimeia foi o primeiro objectivo, como já o fora para Catarina, porque o Império fica fechado ao exterior sem um porto de água quente; e o segundo foi parte da bacia do Donetsk, porque a Crimeia não serve de nada sem uma ligação fácil e segura ao coração do Império.

Estaline e Hitler perceberam este ponto essencial. 
Putin também; e não há a sombra de uma dúvida de que não recuará. Como, tarde ou cedo, vai acabar por querer que as repúblicas bálticas voltem ao seu domínio e que a Ásia Central aceite obedientemente a sua ordem. 
Os movimentos preliminares da III Guerra Mundial estão em curso: para o Ocidente ver – ou não ver.
(Vasco Pulido Valente,  2015)

António Cabral (AC)

segunda-feira, 22 de junho de 2026

EUROPA, UNIÃO EUROPEIA, COMISSÃO UE
E temos isto e mais o outro.
Não estamos bem, e temo que estamos a ir de mal a pior.
Ou estou a ser injusto? 
AC

sexta-feira, 5 de junho de 2026

 CRISES,  GUERRAS,   O COSTUME

Onde temos estado ?

Onde estamos ?

Para onde caminhamos ?

AC

terça-feira, 26 de maio de 2026

Da  BRUTALIDADE

Passando os olhos pelas gordas encontrei notícias de protestos violentos por parte de Ursula von der Leyen, António Costa e comparsas, bem como de personagens da 
Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Espanha e outros.

Protestos veementes condenando um recente ataque russo com recurso a um míssil que tem capacidade para transportar ogivas nucleares. Chama-se o "brinquedo" Oreshnik.

Nas proclamações veementes encontrei referências a "ataque massivo", “o terror contra civis não é força, é desespero”, "o ataque mostra a brutalidade do Kremlin", "mostra o desrespeito pela vida humana", "mostra o desrespeito pelas negociações de paz”.

Tenho de admitir que a deficiência é provavelmente da minha parte.
Não percebo bem o porquê destes tão distintos protestos por ter sido utilizado um míssil mais poderoso. Leva certamente mais explosivo pois pode ser usado até com cargas nucleares.

Mas devo ser eu que estou a ver mal as coisas.

A Rússia invadiu a Ucrânia. FACTO.

Há mais de 4 anos que isso ocorreu, tendo uns anos antes sido engolida a Crimeia. FACTO.

A Europa de então, os líderes (???) de então, face ao abarbatar da Crimeia  pouco mais que mudos andaram, ou estou enganado?

Desde há mais de 4 anos que voam centenas de drones e mísseis de todos os tipos. O massacre prossegue. FACTO.

Devemos eriçar-nos mais porque em vez de 300 drones um dia caem na massacrada Ucrânia por exemplo 400?
Devemos eriçar-nos mais porque um dia voam para dentro da Ucrânia mais mísseis que drones?
Devemos eriçar-nos mais porque Putin mandou empregar um míssil mais violento em carga explosiva?

Ou, como suponho que seja o adequado, devemos eriçar-nos violentamente porque aquele horror não pára?

Concretamente, que acções concretas, que propostas, a Europa apresentou à Rússia para a fazer parar com a barbárie?

Que negociações de paz?
Desrespeito pela vida humana é coisa evidente há muito, não é desde o emprego de um dado drone ou um certo míssil.

Que eficácia tiveram as ditas sanções à Rússia?
Que tem feito a Europa de concreto, coisa reais mensuráveis e não paleio para, diplomaticamente, economicamente, tentar parar a Rússia?

Pessoalmente nunca tive dúvidas:
- do que é o execrável Putin

- a brutalidade da Rússia, do Kremlin, de Putin é conhecida e não variou por haver mais ou menos um drone ou um míssil

- na Europa /UE ficam muito contentinhos com as proclamações de Costa, ou os gritinhos da Ursula ou da Kallas, com as visitas/ passeatas constantes a Kiev, com as reuniões frequentes para que convidam o chefe Ucraniano, com as vacuidades constantes e contínuas para enganar os cidadãos dos países da UE, enquanto na realidade nua e crua nada de palpável é executado, nada que cause dano sério à Rússia.

Como sempre admito estar a ver tudo isto mal.

Bom dia, tenham uma boa 3ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.

AC

segunda-feira, 18 de maio de 2026

domingo, 17 de maio de 2026

 O QUE ESPERAR DA CONDIÇÃO HUMANA ?

Este boneco pode ou não ser considerado um bom retrato do que se vai passando.

O "ambrósio" lá atrás, representando o subserviente, ou o apagado, ou o tristonho, ou o lacaio que ainda não percebeu bem de quem é lacaio e de quem quer vir a ser lacaio, bem podia ter o rosto de Costa ou da Leyen ou em alternativa da Kallas.

Os tudólogos e os do komentariado tuga desdobram-se em comentários, opiniões, considerações, efabulações, artigos, alguma Severianada, muita conversa da treta. Cavaco também palra!

Creio que em parte, e não só quanto à vida na tugolândia mas internacionalmente, andam muitos com histórias da carochinha, andam muitos a fingir que percebem o que se está a passar mas, sinceramente, creio que a maioria não sabe nada, não percebe de nada do que é o "busílis".

Eu também não percebo nada de praticamente tudo.

Mas, tal como Marguerite Yourcenar, tenho e sempre tive pouca confiança na condição humana. E não confio nada em Trump, Xi ou Putin.

Mas as conversações destes facínoras (Putin vai também à China) e o que vomitam cá para fora é para entreter o komentariado nacional e internacional.

Estou pessoalmente convencido que continuará a desordem, muita ruína, de vez em quando virá alguma ordem, como defendia Marguerite.

Pessoalmente, que de praticamente tudo nada percebo, continuo convencido que o cerne das questões está no domínio da EuroAsia, e para ela olham sempre Rússia, EUA, China, e a Índia tenta meter um bocadinho o bedelho.

A guerra anda há mais de 4 anos na Ucrânia, mas a verdadeira guerra não me parece que seja essa mas sim, a existência da NATO que se fracassar será do agrado da Rússia, mais a China a tentar sorrateiramente combater / se possível acabar com as alianças dos EUA no Pacífico e Índico. 

E o Médio Oriente é determinante para todo o jogo global, e por isso Trump foi à China pois a esta não creio que lhe interesse convulsão excessiva no Irão nem Ormuz fechado.

Naturalmente que como ignorante de quase tudo posso estar completamente enganado no que escrevi e penso. Aguardemos.

AC

terça-feira, 12 de maio de 2026

A  PROPÓSITO . . . . .
DO QUE VAI LÁ POR FORA,
DE TRUMP, PUTIN, AIATOLAS, XI, BIBI. . . . 

Apetece-me republicar este postal
AC


SILÊNCIO
Não é estranho que, neste tempo tão trágico para a paz no mundo, a voz de gente como Obama, os Clinton, Al Gore, Biden ou Harris não se faça ouvir, denunciando este presidente que tanto os insulta, que está a envergonhar a imagem da América? Ou será que eles acham que não está?
(Francisco Seixas da Costa)

Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.
Depois, concordo, discordo, e argumento se me apetecer.

Este pequeno texto deste jubilado embaixador segue aquele entendimento e discurso da esquerda caviar da enorme diferença entre democratas e republicanos americanos.

Não, não acho nada estranho silêncios nem outras coisas lá por aquelas bandas. Vindo de democratas ou republicanos.
E quanto ao troglodita de cabelo oxigenado não perco mais tempo.

Naturalmente, eu posso estar completamente enganado, mas a minha convicção DE SEMPRE, é que as diferenças são, de tom, demagogia, conveniência. Existem obviamente ténues diferenças de valores mas no essencial são praticamente da mesma massa.

Talvez devesse/ devessem olhar com rigor às eleições americanas depois de 1945, TODAS, e aí se percebe muitas coisa daquela sociedade, e dos cordelinhos por trás de tudo.

Talvez devessem reparar que o complexo industrial-militar americano não é dos republicanos, não é dos democratas, é de todas as elites americanas há décadas e décadas pós 1945.

Talvez devessem recordar uma das primeiras promessas do democrata  Obama, ídolo das esquerdas: encerrar rapidamente Guantanamo.
Ele, Obama, esteve lá dois mandatos. Não fechou Guantanamo.

Há um "cartoon" que circulou por aí que se calhar tem alguma razão, que talvez parcialmente explique muita coisa. 

Há sempre, lá na América do Norte e em muitos mais países quem passe a vida com grandiloquências e vacuidades - "pour epater les Bourgeois" - e depois mandam fazer certas coisas à socapa para manterem a auréola, ou esperam que outros mais tarde executem.

É sempre à Clinton - eu não tive sexo com essa mulher, ela apenas se ajoelhou à minha frente, só isso!

Mas, como sempre, admito estar a ver isto mal.

AC

segunda-feira, 4 de maio de 2026

COMO  VAI  o  NOSSO  MUNDO 
A cidade de Barcelona assistiu outro dia a uma cimeira progressista (??)  “em defesa da Democracia” em que, para além de outros dirigentes internacionais, se destacou a presença de Lula da Silva, que disse - “nenhum país, por maior que seja, tem o direito de impor regras aos outros”(absolutamente de acordo) - e do anfitrião Pedro Sánchez que afirmou - “não basta resistir, temos de propor”.

Parece que a cimeira visava a constituição de uma frente internacional das esquerdas e dos centro-esquerdas mundiais contra Donald Trump e Benjamin Netanyahu, mas também contra outros líderes da extrema-direita que seus aliados. 

O El País destacou o acontecimento em primeira página e transcreveu  tiradas de vários participantes.

Hoje, quando leio mais notícias sobre negociatas e esquemas de Sanchez e correligionários e aparentemente também de familiares, mais "convencido fico" da justeza (!?!?) do que muitos, incluindo em Portugal, chamam a Pedro Sanchez - superstar Europeu. É capaz de se poder designar - patético - ou não?

Por mim estou esclarecido, sobre Sanchez, Lula e quejandos.
Estes num lado da barricada.
Também estou esclarecido quanto ao outro lado, Bibi, o execrável Trump e quejandos.

Escolham o lado que quiserem, pessoalmente continuo convencido que o mundo está e desgraçado continuará seja com a seita Trump e companhia seja com a seita Sanchez, Lula e companhia. 

Temos democracias por muito lado, infelizmente várias são-no quase só formalmente. Regimes ordinários são aos montes.

Bom dia
Tenham uma boa 2ª Feira, bom início de semana.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte.
AC

domingo, 26 de abril de 2026

Neste artigo de opinião Clara Ferreira Alves aborda a guerra EUA/ Irão/ Israel e interroga-se quanto a várias questões e nomeadamente quanto ao designado Ocidente.
 

Creio pertinente esta ponderação de Clara Ferreira Alves, que vai muito para lá do que é o crápula e fdp conhecido por Trump.
AC