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segunda-feira, 6 de julho de 2026

JÁ  EM  1998 . . . .


Já em 1998 se sabia o que andava a ser urdido n
o Médio Oriente 

O mundo Ocidental estava e esteve e ficou . . . . como de costume, chicotadas várias nas costas e pedidos de perdão múltiplos!

AC

quinta-feira, 30 de abril de 2026

 TRUMPICES,  OCIDENTALICES . . . . . 

O Ocidente tem dentro de si mesmo os germes da destruição.

O execrável Trump, todos os dias, muitas vezes mais de uma vez no próprio dia, vomita as coisas mais inarráveis e contraditórias.

Na sequência das acções militares por parte dos EUA, Trump vomitou  o cessar-fogo, prolongando as ténues tréguas por dias e dias. 
Prorrogou o prazo ao mesmo tempo que a cabeça oxigenada garantia sucessivas coisas e designadamente que o acordo estava quase, que o Irão estava ansioso pelo acordo, etc.

Uma coisa Trump logo mandou fazer e que prossegue, bloquear o estreito de Ormuz e muito concretamente a passagem de navios para portos do Irão.

Sendo um comum cidadão, sem quase informação alguma, e a anos luz da "competência" (???) do Komentariado (jornalixo, estrelas civis e militares) que passa nas TV e que praticamente não vejo, tenho sensações que passam por muito distintas desse Komentariado.

1º - Estou convencido que uma grande parte do que o Irão tinha quanto a defesa anti-aérea foi destruído.

2º China e Rússia tentaram e tentam abastecer urgentemente o Irão com esse tipo de material com vista a dificultar ao máximo que Israelitas e americanos se passeiem sossegadamente no espaço aéreo Iraniano.

3º Esse problema logístico só pode ser assegurado em quantidade apreciável por via marítima e creio que é isso que está na origem do actual bloqueio aos portos do Irão: içai entrar nada.

4º O reabastecimento por via aérea ou terrestre é detectável e as quantidades são muito inferiores ao transporte marítimo.

5º O Irão deve ter gasto muito dos seus mísseis e drenos.

6º Tenho muitas dúvidas que eles não tenham alguma capacidade de recompletar esses material. Acredito que têm.

7 º Os EUA e Israel devem igualmente ter gasto imenso material pelo que estes tréguas servem basicamente para tratar de restabelecer "munições"

8º Quer Israel quer EUA devem estar a fabricar a ritmo muito elevado  mísseis e etc.

9º Consequências quanto ao abastecimento de petróleo? Creio que não preocupa os EUA.

10º Esta prolongada pausa serve também para mais apurado trabalho de satélites.

Admito, como sempre, estar redondamente enganado. Aguardemos.
AC

domingo, 26 de abril de 2026

Neste artigo de opinião Clara Ferreira Alves aborda a guerra EUA/ Irão/ Israel e interroga-se quanto a várias questões e nomeadamente quanto ao designado Ocidente.
 

Creio pertinente esta ponderação de Clara Ferreira Alves, que vai muito para lá do que é o crápula e fdp conhecido por Trump.
AC

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Líbano, formalmente tem governo etc.

Na prática continua a parecer-me um Estado falhado, onde o Hesbolath manda, nas barbas do contingente da ONU que lá está "plantado" para, teoricamente, assegurar tranquilidade, mas o Hesbolath faz o que quer. Nem uma linha sobre o que o Irão e o Hesbolath lá fazem.
 

AC

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Eliminar o Irão é uma obsessão sionista e também a condição que falta cumprir para desenhar “um novo Médio Oriente”.

Esta é uma comum afirmação normalmente ligada às esquerdas.

Pessoalmente (mas admito poder estar a ver mal as coisas) creio que esta afirmação tem por trás uma boa parte de realidade.

Mas também continuo convicto de que a afirmação que coloco em baixo não tem menos realidade.

"Eliminar Israel é uma obsessão do Irão escudado na Rússia e na  China e também a condição que falta cumprir para desenhar “um novo Médio Oriente"

António Cabral (AC)

terça-feira, 7 de abril de 2026

CRISE, VIOLÊNCIA, CONFLITO, GUERRA

Sou um ignorante destas coisas.
Mas lembrando-me de algumas explicações, alguns ensinamentos do meu melhor amigo militar (almirante, reformado) mas pensando pela minha cabeça e, repito, ignorante que sou nestas coisas, para mim o que se passa no Médio Oriente há muito que deixou de ser tensão, crise, violência armada, conflito, é claramente guerra aberta.
Há décadas que é guerra aberta. Então desde Fevereiro de 1979 sem espinhas.

A grande diferença desde salvo erro 28 de Fevereiro passado, é que os EUA entraram directamente nela (sempre lá estiveram, indirectamente e não só com apoio directo a Israel).
Na fase presente Israel entrou com quase toda a sua força.

Do outro lado temos o Irão que sempre tem estado em guerra com Israel (indirectamente, via HAMAS, Hesbolath, Hostis, e terrorismo).
Desde que começou a ser bombardeado em Fevereiro passado fez alastrar a guerra directamente a todos os países do golfo Pérsico.

E por via do Irão sempre têm estado em guerra com Israel a China mas sobretudo a Rússia. Rússia de onde saíram milhares e milhares de  judeus que há muitas décadas ajudaram a povoar o que hoje é Israel.

Onde irá isto parar isto é, que patamares se vão subir, que agressividade maior por aí virá?

Auguro o pior. Oxalá esteja enganado.
AC

domingo, 29 de março de 2026

IRÃO.  QUE PAÍS É ?
Não vou olhar aos aspectos tradicionais de análise como PIB, emprego, desemprego, cultura, economia, indústria, turismo, moeda, língua, clima, etc. etc.

Fico-me pela geografia, que mostra ser um país com imensas áreas montanhosas mais que propícias a esconder o que se quiser, e outras desérticas. 

Se não estou enganado, no tão falado estreito de Ormuz o lado iraniano é bastante alto. Olham do alto para quem passa. 
Além de um rosário de ilhas, duas ou três grandes e depois uma série de ilhotas, todas proporcionando vantagens militares.

Fico-me por etnias (pardos, medos, persas, azeris, curdos, etc.), o Irão-Pérsia tem milhares de anos e no tempo recente, concretamente 1946, foram brutalmente esmagadas revoltas de curdos e azeris com algum apoio soviético. 
Na República Islâmica actual devem ser centenas de milhares as pessoas mortas e enclausuradas nas prisões que já vinham do tempo do Xá.

Fico-me pela população que em 2003/ 2005 andaria por volta de 65 a 70 milhões e na actualidade é capaz de ter pelo menos 90 milhões. Crescimento demográfico galopante.

Fico-me pela tentativa de nacionalizações nos anos 50 do século passado em que agências americanas conseguirem o afastamento do então PM. Mistérioooooo!

Fico-me pelo regime, que mudou em 11 de Fevereiro de 1979. Instalou-se a República Islâmica do Irão. Que esteve em guerra 8 anos com o Iraque (do Sadam sunita), que a desencadeou.

Fico-me pela geopolítica, sendo certo que a política externa do Irão teve variados desenvolvimentos, desde fases de tentar boas relações com todo o mundo islâmico, golfo Pérsico e Eurásia, fases de maliciosamente tentar o enfraquecimentos de Estados na região, fases de política mais pragmática e realista com outras nem tanto, fases de aproximações e afastamentos com a União Soviética e depois Rússia e China.

Fico-me pela geopolítica, sendo certo que antes de 2001 o Irão estava basicamente rodeado de regimes sunitas. A partir desse ano parte dessa muralha sunita caiu.
É conhecido que o Irão /República Islâmica do Irão não reconhece a existência de Israel e quer um dia riscá-lo do mapa. 
Clarinho, borrifa-se para o facto de que a ONU reconhece a existência de Israel. Este por sua vez vai fazendo o que se sabe quanto à Palestina.

Fico-me essencialmente pelo nuclear. Ponto longo. 

* o Irão tem poder militar convencional muito relevante. Grande parte dos seus meios navais estarão presentemente destruídos, mas é bem provável que mantenha dezenas e dezenas de lanchas com capacidade de infligir grandes danos a navegação mercante e mesmo à naval/ militar.

* o programa nuclear do Irão iniciou-se na década de 70 do século XX, monarquia, com o Xá ainda no poder. 
Quando Khomeini assume o poder em Fevereiro de 1979 o programa é abandonado/ suspenso. 
Sairam do país muitos cientistas iranianos e muito técnicos alemães. Ficaram dois reactores nucleares inacabados.

* depois do fim da guerra com o Iraque o Irão reconsiderou o programa nuclear. E certamente considerou importante para a sua segurança dotar-se de armas químicas, radiológicas, biológicas e nucleares.

* desde 1988 o Irão tem aumentado o seu potencial militar. 
Do que se sabe o Irão virou-se muito para a União Soviética para os mais diferentes tipos de armamento.

* durante a administração americana Clinton houve algumas tentativas de normalização das relações norte-americanas-iranianas.

* do que se sabe, na década de 90 do século XX o apoio soviético e também chinês foi determinante no programa nuclear do Irão.

* o Irão montou há muitos anos uma estratégia indireta violenta contra Israel, municiando os Houtis, os Hamas e os Hezbollah.

* em 14 de Agosto de 2002 ficou-se a saber da existência de mais duas instalações nucleares, Natanz (enriquecimento de urânio) e Arak (produção de água pesada).

* Depois desta descoberta o Irão notificou a AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) do projecto nuclear em curso.

* em Dezembro de 2002 ficou confirmado por imagens satélites que o Irão trabalhava activamente para desenvolver capacidades nucleares militares.

* em 2003 o Irão confirmou a intenção de explorar as minas de Urânio na região de Savand.

* as subsequentes visitas / inspeções pela AIEA confirmaram um estado muito avançado do programa nuclear e foram-se confirmando violações várias do Irão quanto aos acordos firmados com a AIEA.

* entre 2000 e 2003 o Irão importou muito armamento da Rússia e China.

* terá começado sobretudo nessa data o empenho e incremento do desenvolvimento de mísseis balísticos de tipos diversos.

* em 2003 França, Alemanha e Reino Unido tentam manter um acordo com o Irão.

* aparentemente em 2003 o mundo Ocidental terá ficado meio convencido que o referido programa militar nuclear estaria ou iria ser interrompido.

* no Ocidente manteve-se em épocas diferentes incerteza quanto aos reais progressos Iranianos no seu programa nuclear.

* a partir de 2004 a estratégia do Irão foi claramente de não cooperação, quanto ao nuclear, mas sobretudo quanto a uma estratégia visando a derrota geopolítica dos EUA na região Médio Oriente/ Golfo Pérsico. 
Foi notório o inerente incremento de relações com a China e Rússia.

* em 13 de Março de 2005 as denúncias da AIEA quanto à falta de cooperação do Irão escalaram.
O Irão confirmou prosseguir o seu programa nuclear.

* ao longo de todo o século XXI tem sido evidente por parte do Irão um jogo diplomático de avanços e recuos numa clara tentativa de ganhar tempo. Como por exemplo quando de uma reunião em Londres em 16 de Janeiro de 2006.

* em Junho de 2006 o Irão confirmou ter alcançado níveis de enriquecimento de urânio na ordem de 5%.
Em Julho deste ano o Conselho de Segurança da ONU dá um novo e inequívoco apoio às inspeções da AIEA face às crescentes dificuldades sentidas nas idas ao Irão.

* O Irão nunca cedeu perante pelo menos duas resoluções da ONU sobre esta matéria.

* em 2007 um estudo americano dava a entender que face às pressões, às sanções e ameaças o Irão estaria eventualmente com intenção de  parar o projecto militar nuclear.

* a realidade dos anos seguintes mostrou ser séria a crescente ameaça nuclear Iraniana, nunca pararam, sendo certo que a vida da AIEA foi decisivamente e crescentemente dificultada. Passou a nada resultar.

A minha conclusão:
*  Quem quer desenvolver um programa nuclear para fins pacíficos e industriais certamente que NÃO PRECISA de estabelecer infra-estruturas a 90 metros de profundidade. 

* Quem quer desenvolver capacidades militares nucleares e o mais depressa possível obter armas nucleares prontas e operacionais, PRECISA de ter muitas infra-estruturas para esse fim e muitas delas enterradas a 90 metros de profundidade.

António Cabral (AC)

terça-feira, 17 de março de 2026

ORMUZ 

Publico como recebi.
AC

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Texto da lavra de um português que prefere ficar incógnito.

E aqui se recorda um curioso e oportuno
Apontamento Histórico...

Em 2026 o mundo parou devido ao controlo de algo que Portugal controlou por mais de 100 anos.
O Estreito de Ormuz foi de Portugal desde 1515 a 1622.
O domínio sobre esta passagem foi um dos pilares da estratégia de Afonso de Albuquerque para estabelecer o Império Português no Oriente.

1. A Conquista (1507 e 1515)
Afonso de Albuquerque compreendeu que, para controlar o comércio de especiarias no Oceano Índico, era necessário dominar três pontos-chave: Áden, Malaca e Ormuz. Primeira tentativa (1507): Albuquerque atacou a Ilha de Ormuz e começou a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória. No entanto, devido a uma revolta dos seus próprios capitães, teve de abandonar a posição temporariamente. Consolidação (1515): Albuquerque regressou com uma força maior e consolidou o domínio português, transformando o Reino de Ormuz num estado vassalo da Coroa Portuguesa.

2. O Papel do Forte de Ormuz
Os portugueses construíram o imponente Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz. A partir dali, controlavam quem entrava e saía do Golfo Pérsico:
* Sistema de Cartazes: Qualquer navio que quisesse navegar na região precisava de uma licença paga aos portugueses (o cartaz).
* Alfândega: Ormuz tornou-se uma das fontes de rendimento mais lucrativas para o império, devido às taxas alfandegárias cobradas sobre cavalos, seda e especiarias.

3. A Perda do Controlo (1622)
O domínio português durou cerca de 107 anos, mas terminou devido à ascensão de novas potências e alianças locais:
* Aliança Anglo-Persa: O xá persa Abbas I desejava expulsar os portugueses, mas não tinha frota. Ele aliou-se à Companhia Inglesa das Índias Orientais, que forneceu o apoio naval necessário.
* A Queda: Após um cerco intenso em 1622, a guarnição portuguesa rendeu-se. A cidade de Ormuz foi praticamente destruída e o centro de comércio foi transferido para o continente (Bandar Abbas).

* Curiosidade: Ainda hoje é possível visitar as ruínas da fortaleza portuguesa na ilha de Ormuz (atual Irão), onde as paredes de pedra avermelhada e as cisternas de água permanecem como testemunhos dessa época.

sexta-feira, 13 de março de 2026

A  GUERRA  NO  MÉDIO  ORIENTE

NÃO, não está a ser como alguns dizem, incluindo o bronco Trump.

Na próxima 2ª feira gasóleo e gasolina subirão mais um bom bocado.

Desenganem-se todos os que acreditam que isto acabará dentro de dias.

Desenganem-se os que acreditam que a tal libertação de uns milhões de barris das reservas de vários países incluindo a Tugolância vai aliviar a coisa, e que os preços nas bombas de combustíveis irão gradualmente baixar.

Desenganem-se os que pensam que as consequências não vão ser muitas. Vão, vai tudo subir brutalmente, combustíveis, carros, alimentação, medicamentos, empréstimos bancários, casas, . . . . tudo.

E consoante a parte do país podemos ter situações bem diferentes.

Aqui na aldeia, há muitos anos que o fornecedor de garrafas de gás é de uma pequena empresa em Penamacor, de onde é natural o actual Presidente da República.

Na última vez que estive aqui na aldeia, em Fevereiro, esgotei a última garrafa de gás, gás que fornece a caldeira, equipamento que funciona como esquentador habitual e me aquece a casa toda pelos diversos radiadores (Água). 

Na 3ª Feira passada combinei que estaria hoje na aldeia e pedi três garrafas, quantidade que cabe no compartimento adequado lá fora.

Pois quando chegou vinham duas, e duas por especial favor e atenção para comigo (cliente há 26 anos), pois esteve para ser só uma

Perguntei, então porquê? 

Sabe sr António Cabral, está tudo com medo e quase toda a gente está a pedir mais garrafas e ainda não conseguimos que nos reabasteçam, dizem-nos que não há camiões !

Eloquente. Já estou mentalizado! Não vai ser bonito!

AC

terça-feira, 10 de março de 2026

Há uma barbárie

Há uma barbárie no Médio Oriente. Obviamente.

Mas o que acho interessante é certas agências internacionais se preocuparem agora.

Questões de direitos humanos, maus tratos das mulheres . . . . isso não interessa para nada, como diria José Pinto de Sousa!

AC

domingo, 1 de março de 2026

OS    NOSSOS    CONTURBADOS    DIAS
Na prática, III G. Mundial em marcha ?
A minha muito idosa mãe, com os seus 100 anos (8JUL), muito frágil fisicamente, mobilidade muito difícil mesmo com o levíssimo andarilho, dificuldades de audição há décadas e muito limitada na visão, muito lúcida, memória espantosa, uma cabeça a funcionar como se tivesse menos 20/30 anos, ouve os telejornais, conversa sobre tudo, interessa-se por tudo e, cada vez com mais frequência me diz durante as nossas conversas diárias - oh filho está tudo doido, o mundo está completamente louco.

Naturalmente que sou suspeito, sou filho, mas creio que tem bastante razão.

As notícias da vertente externa são crescentemente preocupantes.

Olhando para trás no calendário, tivemos/ temos por exemplo: 
* o estilhaçar da ex-Jugoslávia com as consequências conhecidas,

* instabilidade diversa no Burkina Faso, Mali, Chade, República Centro Africana, Sudão do Norte, Níger, Nigéria.

* o avanço de terroristas ou lutadores pela esperança consoante as cabecinhas formalmente pensantes, de cidade em cidade e Assad da Síria fugiu para Moscovo, e o terrorista chefe anda agora de fato,

* o recrudescimento da guerra nesse país onde "supostamente" Assad teria as coisas mais ou menos controladas, ultrapassou os apoios anteriores da Rússia e do Irão e aquilo implodiu; a paz está longe, curdos e outros continuam com bolsas activas,

* os tumultos acontecidos em Moçambique onde me parece que chegam constantemente informações algo contraditórias, 

* a visita a Angola do presidente Biden em final do seu desastrado mandato onde, pelo que se percebeu, aparentemente, os EUA andarão a fazer um esforço para recuperar terreno desde as parvoíces de Kissinger que deixou Angola e muitas outras partes de África a serem visitadas apenas pela URSS/ Rússia e China, 

* a Coreia do Norte, aparentemente, a apoiar mais decididamente a Rússia no conflito na Ucrânia,

* O Irão, aparentemente, a apoiar mais decididamente a Rússia no conflito na Ucrânia,

* a Geórgia em tumultos pós eleitorais, 

* o estoirar do Afeganistão e retirada americana e, AGORA, batatada forte entre Paquistão e Afeganistão,

* e AGORA, novamente, bombardeamento sobre o Irão e retaliação diversa do Irão sobre infra-estruturas americanas /bases em países árabes do golfo, países que não estarão nada satisfeitos.

A guerra fria ficou lá para trás. 
Estamos na célebre PAZ, como se vê, desde 1989! Certo?
Estaremos na guerra morna . . . . semi-fria ?

Bom, na realidade, creio, estamos numa guerra mundial ainda não muito alargada, nem declarada. Estarei enganado?

Os EUA estão a meter bombas e suponho mísseis e drones em cima do Irão. Israel também.
Provavelmente este novo ataque será maior e de maior duração que o anterior. 
Pelas declarações e comunicados já conhecidos parece claro que as acções de bombardeamento demorarão. Alvos muito diversos.

Isto não vai ficar por aqui. Nem lá nem por outros locais.

Aguardemos.

António Cabral (AC)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

GAZA, HAMAS, ONU, FLOTILHA, o COSTUME

Muito se disse sobre a famosa flotilha onde embarcaram certas personalidades . . . . internacionais e nacionais.

De certos sectores nacionais e internacionais, sempre que alguém /pessoa ou instituição ou governo questiona o suporte financeiro da tal  flotilha e coisas similares, ou do Hamas, saltam logo a dizer que é tudo fabricação e conspiração sionista. Estão a soldo de Israel. Eu idem!

Pessoalmente não tenho dúvidas que Israel combate ferozmente na contra-informação, na gestão comunicacional etc.

Mas, convenhamos, Hamas, Hesbolath e muitos outros grupos são apoiados pelo Irão e grupos "proxy", provavelmente também por testas de ferro da China e da Rússia, e deve haver ainda muita gentalha em Gaza e fora de Gaza que desvia imenso dinheiro que muitos países e a ONU descarregam para Gaza.

Tem isto a propósito da notícia do Expresso de 2 de Janeiro passado dando conta de detenções em Itália de certa malta ligada . . . . ao costume. Fala a notícia em desvios de milhões. O costume, há décadas.

Aliás, por exemplo as centenas de túneis construídos pelo Hamas foram executados APENAS com dinheiro do Irão !

Bom, eu já desconfiava mas, agora, fico com a certeza de que o Expresso está a soldo de Israel E Itália também.

Ah, o Expresso, maroto, tentou obter reações da agremiação BE. Silêncio. . . . . . obviamente.

AC  

domingo, 30 de novembro de 2025

ONU, PALESTINA, ISRAEL

Passaram 78 anos.

Em 29 de Novembro de 1947 pela resolução 181 a ONU decidiu que passariam a existir dois Estados: um, Israel, e outro Árabe. 

Mal Israel proclamou a independência os exércitos de vários países árabes iniciaram a agressão ao território israelita. Perderam.

Tudo começou mal no início do século XX.

O mundo Árabe foi sempre enganado concretamente pela França e pelo Reino Unido.

Mas a realidade é que quem começou logo por se borrifar na resolução da ONU foi o mundo Árabe.

No presente temos o execrável "Bibi" e um atoleiro no Médio Oriente com culpas de todo o lado.

Muito triste. Lamentável.

AC

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

ÓRGÃOS de COMUNICAÇÃO SOCIAL e GAZA

Nota prévia - O governo israelita, particularmente os membros ortodoxos e o "Bibi", não são flor que se cheire. Opinião pessoal, naturalmente.

Isto dito, e para quem normalmente vê muito pouco TV, foi com grande surpresa que, nos meus breves "zapings" pelos canais noticiosos deparei com imagens de Gaza que há muito não via, prédios e prédios intactos.

Achei curioso, pois o que conhecia do anterior eram apenas escombros e escombros, era apenas isso que era mostrado nas TV.

Afinal está tudo destruído ou não?

Gostava de perceber.

AC

domingo, 12 de outubro de 2025

Hamas está disposto a sair do Governo de Gaza, mas recusa entregar armas

Líder do Hamas diz que discussão sobre o desarmamento depende da criação do Estado da Palestina. Grupo não vai participar na assinatura do acordo de paz e será representado pelo Qatar.

Ai meu Deus, não estava nada à espera de uma coisa destas. Que grande surpresa. Não estava nada à espera de uma reacção destas vinda de gente tão simpática. Uma inesperada surpresa vinda de democratas como são e sempre foram os rapazes do Hamas e do Qatar.

AC

sábado, 11 de outubro de 2025

COMPLETAMENTE   de  ACORDO
. . . . . . 
Aliás, só quem não conhece o Médio Oriente pode confundir o que é um plano de rendição do Hamas com um plano de paz para a Palestina, como se verá a curto prazo.
. . . . . . (Pacheco Pereira, Público, 11OUT20259

AC

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

CREIO  SER  UMA  BOA  SÍNTESE
sendo certo que Trump é uma criatura mais que discutível, este boneco que um bom amigo me remeteu parece ser uma boa síntese do que se estará a passar.

AC 

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

JÁ o ESCREVI MAIS de UMA VEZ, e REPITO,
O que se passa no Médio Oriente, Gaza, é inqualificável.

Isto dito, será preciso sugerir que por trás das atrocidades na Nigéria está Israel, para que Marcelo, Mortágua, Guterres e tantos mais idiotas úteis, comecem a gritar bem alto, que o que se lá passa há anos é igualmente inqualificável?

A mortandade sem parar de cristãos, as violências sobre mulheres e crianças, não incomodam os do costume?

A mim incomoda-me, igualmente. Sudão idem, etc.
AC