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domingo, 1 de março de 2026

OS    NOSSOS    CONTURBADOS    DIAS
Na prática, III G. Mundial em marcha ?
A minha muito idosa mãe, com os seus 100 anos (8JUL), muito frágil fisicamente, mobilidade muito difícil mesmo com o levíssimo andarilho, dificuldades de audição há décadas e muito limitada na visão, muito lúcida, memória espantosa, uma cabeça a funcionar como se tivesse menos 20/30 anos, ouve os telejornais, conversa sobre tudo, interessa-se por tudo e, cada vez com mais frequência me diz durante as nossas conversas diárias - oh filho está tudo doido, o mundo está completamente louco.

Naturalmente que sou suspeito, sou filho, mas creio que tem bastante razão.

As notícias da vertente externa são crescentemente preocupantes.

Olhando para trás no calendário, tivemos/ temos por exemplo: 
* o estilhaçar da ex-Jugoslávia com as consequências conhecidas,

* instabilidade diversa no Burkina Faso, Mali, Chade, República Centro Africana, Sudão do Norte, Níger, Nigéria.

* o avanço de terroristas ou lutadores pela esperança consoante as cabecinhas formalmente pensantes, de cidade em cidade e Assad da Síria fugiu para Moscovo, e o terrorista chefe anda agora de fato,

* o recrudescimento da guerra nesse país onde "supostamente" Assad teria as coisas mais ou menos controladas, ultrapassou os apoios anteriores da Rússia e do Irão e aquilo implodiu; a paz está longe, curdos e outros continuam com bolsas activas,

* os tumultos acontecidos em Moçambique onde me parece que chegam constantemente informações algo contraditórias, 

* a visita a Angola do presidente Biden em final do seu desastrado mandato onde, pelo que se percebeu, aparentemente, os EUA andarão a fazer um esforço para recuperar terreno desde as parvoíces de Kissinger que deixou Angola e muitas outras partes de África a serem visitadas apenas pela URSS/ Rússia e China, 

* a Coreia do Norte, aparentemente, a apoiar mais decididamente a Rússia no conflito na Ucrânia,

* O Irão, aparentemente, a apoiar mais decididamente a Rússia no conflito na Ucrânia,

* a Geórgia em tumultos pós eleitorais, 

* o estoirar do Afeganistão e retirada americana e, AGORA, batatada forte entre Paquistão e Afeganistão,

* e AGORA, novamente, bombardeamento sobre o Irão e retaliação diversa do Irão sobre infra-estruturas americanas /bases em países árabes do golfo, países que não estarão nada satisfeitos.

A guerra fria ficou lá para trás. 
Estamos na célebre PAZ, como se vê, desde 1989! Certo?
Estaremos na guerra morna . . . . semi-fria ?

Bom, na realidade, creio, estamos numa guerra mundial ainda não muito alargada, nem declarada. Estarei enganado?

Os EUA estão a meter bombas e suponho mísseis e drones em cima do Irão. Israel também.
Provavelmente este novo ataque será maior e de maior duração que o anterior. 
Pelas declarações e comunicados já conhecidos parece claro que as acções de bombardeamento demorarão. Alvos muito diversos.

Isto não vai ficar por aqui. Nem lá nem por outros locais.

Aguardemos.

António Cabral (AC)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A  PROPÓSITO . . . . . 
A propósito de coisas da vida e de sempre.

Na vida, em todas as sociedades à superfície terrestre, há muita coisa que acontece no recato dos escritórios, no recato dos hotéis, no recato dos salões reservados, no recato das propriedades privadas, no recato de certas associações reservadas, no recato dos palácios, no recato das sumptuosas habitações de certos senhores, no recato das alcovas, etc.

Por isso é difícil provar que ocorreu isto e aquilo.
Por isso se passam anos e séculos e as coisas sucedem-se.
Por isso alguns, hoje, quando acusados de algo, não explicam o que sempre foram fazendo, por exemplo como facilitadores.

E a propósito do que sempre se passou, temos por exemplo o assédio. O assédio praticado por uns quantos mas, no presente, também, o assédio praticado por umas quantas. Deixemo-nos de fantasias, de exclusivos.
O assédio sexual.

Indo até ao início dos anos 50 do século passado, por exemplo na Beira-Baixa, praticou-se até aí, de vez em quando, sem ser a norma mas casos, o direito de pernada?

Vem nos livros que isso terá sido um costume particularmente em voga na idade média, porventura praticado durante muito mais tempo, porventura até tempos contemporâneos.
Terá sido praticado muitas vezes no âmbito da escravatura.
Supostas tradições.

O "direito de pernada" concederia ao senhor feudal o direito de ter relações sexuais com a noiva de um servo na véspera noite de núpcias.
É norma isso ser considerado mito, sem provas históricas, e certamente que não terá havido norma legal em país nenhum.

O que não invalida que fosse frequentemente praticado. UM ABUSO!

Claro que não se consegue provar que na Beira-Baixa (ou em qualquer outra área do mundo) como insinuo acima, até muito tarde, tenha havido casos de recurso ao direito de pernada: um "senhor" poderoso ter relações sexuais com uma jovem humilde na noite anterior ao seu casamento.  

Certamente casuístico, e obviamente um ABUSO repugnante, nunca um direito.

Mas lá está, recorrendo aos espanhóis - não acredito em bruxas mas que há . . . há - e a realidade é que havendo como havia grandes senhoriais, proprietários de quase toda a região (Beira-Baixa), portanto os empregadores maiores na altura, não custa a crer que por vezes o mito possa ter sido ocasionalmente convertido em realidade.

Lembrei-me disto não propriamente pelo que décadas atrás ouvi de anciãos, mas particularmente por causa de um artigo de João Miguel Tavares (JMT) publicado em 7 de Fevereiro do corrente no jornal Público.
Sobre assédio sexual e o partido Iniciativa Liberal (IL).

JMT começa o artigo com a pergunta; "porque é que a IL admitiu agora que teve queixas por assédio sexual, nenhuma contra Cotrim de Figueiredo, não fez essa declaração/ confissão antes da primeira volta da eleições presidenciais?"

JMT não dá a explicação para o atraso de quase 3 anos da confissão da IL mas não é preciso ter mais que o 4º ano de escolaridade para tirar a conclusão óbvia.

JMT termina o artigo afirmando - Uma omissão mentirosa, acompanhada de ameaça judicial. É muito feio

É uma educada e ligeira conclusão que acompanhou com - então a IL serve para quê?

Estamos no campo do costume: assédio sexual, mentira, opacidade, descarada ausência de vergonha na cara sempre da parte de quem mais pode.

Há dias, Margarida Davim escrevia na Visão - . . . "ele a mim nunca me fez nada", como se fosse preciso que o fizesse a todas para ser verdade que o fez a alguém" . . . 

Direito de pernada
Nunca houve, muito menos em Portugal, muito menos na Beira-Baixa.

Bom dia, bom início de semana.
Saúde e boa sorte

António Cabral (AC)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

O  INARRÁVEL  MARK  RUTTE
A opinião de outrem deve ser SEMPRE respeitada, ouvida/ lida, depois, concorda-se ou discorda-se, argumenta-se, rebate-se, ou segue-se em frente pura e simplesmente. 
Muitas opiniões nem merecerão contra-argumento. Basta silêncio. Deve respeitar-se, regista-se.

O inarrável actual secretário-geral da NATO terá afirmado que a Europa deve ou pode continuar a sonhar. Sonhar com quê?

Não precisar dos EUA para nada no que respeita a defesa e segurança.
Pelo que se lê por aí a criatura está a ser sovada com críticas.
mas antes de prosseguir quero deixar claro que este político sempre me pareceu um imbecil.

Isto dito, voltando ao tema, a criatura entende portanto que os países como França, Alemanha, Reino Unido, Dinamarca, Noruega, Suécia, Holanda, etc. devem “continuar a sonhar” se acreditarem que podem garantir a sua própria segurança sem o apoio dos Estados Unidos.

Se percebi bem a criatura disse isto no Parlamento Europeu. Blasfémia! 
Presumo que um dos mais irados e ofendidos tenha sido António Costa, respaldado com o que fez pela defesa em Portugal nos seus fantástico 8 anos e semanas de governação como (formalmente) Primeiro-ministro.

Uma das coisas que mais há no nosso enlouquecido mundo é instabilidade geopolítica, para a qual muito têm contribuído vários a começar em Trump e Putin. Parece-me inquestionável.

Mas quanto à afirmação de Rutte que, como acima expliquei me repugna como político e de há muito, a realidade nua e crua é que na Europa existe alguma coisa nuclear em França, existem uns mísseis de fabrico e origem americana que, provavelmente, estão pouco operacionais pois precisariam de manutenção especializada há muito.

Claro que nos principais países da chamada Europa Ocidental existem brinquedos aéreos e navais e terrestres evoluídos.
Mas sem ser algumas capacidades NATO que o  mesmo é dizer americanas, como é que independentemente da NATO/ EUA na Europa Ocidental se arranja capacidade logística que seja 25% da americana?
Como é que arranjam sistema de geo-localização?
Enfim, vou parar por aqui.
Basta reler o manancial de documentação CEE/ UE "parida" ao longo dos anos sobre defesa e segurança comuns para nos agarrarmos à barriga a rir.

O que Rutte afirmou é basicamente a realidade, triste, mas aquela que a Europa há décadas decidiu ter.
Tal como uma floresta, é num instante que se faz desaparecer uma, por incêndios ou desbastando-a.
Plantar nova floresta não é muito difícil, mas leva tempo a plantar, e sobretudo muitos anos até que seja mesmo floresta.

O exemplo recente do que se está a passar na telenovela da Gronelândia é o aparente acordo sobre segurança no Ártico mediado pelo próprio secretário-geral da NATO é disso u  bom exemplo. A colocação de uns soldadinhos.

Recordo o que escrevi noutro texto.
. . . . 
Mas além de me rir não posso deixar de recordar alguns detalhes do passado não muito longínquo:

1º - Os Estados membros da UE pretendiam estabelecer uma Política Europeia de Segurança e Defesa em conformidade com os tratados.

2º - Em Dezembro de 1999, o Conselho Europeu que teve lugar em Helsínquia fixou um objectivo específico: até 2003, repito 2003, estar em condições  de posicionar num teatro de operações, num prazo de 60 dias, uma força militar de 60 000,00 efectivos com apoio naval e aéreo, e de manter essa força  no terreno durante um ano.

3º - Essa força seria coordenada por um Comité Político e de Segurança, um Comité militar da UE, e um Estado-Maior permanente da UE, colocados sob autoridade do Conselho e sediados em Bruxelas.

4º - Presumia a UE nessa altura que os EUA aceitariam que em acções militares nas quais não quereriam intervir, a Europa pudesse utilizar certos meios da NATO, como por exemplo capacidades de informação, comunicação, comando e transportes.

Pois meus estimados amigos e estimados visitantes e leitores, estes quatro pontos supra não são por mim inventados. Constavam de documentos oficiais da UE, e foram bem explicados em documentação de propaganda da UE.

Agora, como dizia a mole criatura, é fazer as contas. 
Façam as contas à realidade, á poderosa realidade de política de defesa e de segurança da UE.
O Trump é um parvalhão, mas acredito que tudo isto o deve fazer rir.
A mim faz-me rir e chorar ao mesmo tempo.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

PERIGOSIDADE,  PERIGOS. . . 

Há muitos perigos na nossa vida. Todos o sabemos.

Para onde caminhamos ?

Quando vemos filmes e documentários do National Geographic ou do Odisseia vemos a lei da selva, a vida de animais, a sua luta pela sobrevivência.

Hienas, leões, panteras, chitas, hipopótamos, tigres, búfalos, cobras, tubarões, orcas, crocodilos, gorilas, texugos, e muito outros, mostram-nos perigosidade, mas que resulta do instinto animal, de defesa, de sobrevivência, de defesa de crias.

Mas outros animais existem que, aparentemente, não encerram em si mesmos perigosidade específica. Pelo menos para os humanos. Como por exemplo, patos, galináceos, pinguins, pardais, etc. 

Mas há pequenos animais, pequenos seres vivos que, aparentando ser inofensivos pela forma e tamanho físicos, por vezes são no entanto perigosíssimos. 

Estou a lembrar-me de certas aranhas minúsculas, cobras minúsculas, vespas, mosquitos transportadores de doenças muito graves, etc.

Em sociedade, entre os humanos, temos coisas idênticas. 

Perigosidade evidente em assaltantes.

Perigosidade evidente em condutores verdadeiramente criminosos pela maneira como se comportam nas estradas, egoístas exacerbados, de que temos exemplos diários. Infelizmente, muitas vezes esses criminosos atingem outros e desgraçam outros e outras famílias.

Perigosidade dramática derivada das alterações do clima, cheias, tempestades súbitas, tornados onde antes não surgiam, etc.

Perigosidade evidente nas tensões em muitas regiões do globo.

Crescentes perigos no âmbito da escassez de água um pouco por todo o lado.

Tudo pode ser relativo . . . . ou não. 

E como hoje está na moda, há percepções e . . . percepções!

Quando olho para o que se passa na sociedade, na nossa, ou na vertente externa (Europa e nos outros continentes), observam-se coisas crescentemente preocupantes.

Internamente, certas instituições são verdadeiras "madrassas", tendo no seu seio grupelhos que são autênticas rémoras, à margem da missão das instituições, e onde os deixam viver sustentados por dinheiros públicos para gritarem as suas fracturantes sentados ou não nas estradas.

Internamente e na vertente externa também, activismos no mínimo "curiosos" claramente á margem do razoável.

Internamente e externamente, crescentes casos de corrupção que minam a confiança nas instituições. 

Enfim, para onde caminhamos?

Tenham uma boa 4ª Feira.

Bom dia e boa sorte.

AC

sexta-feira, 6 de junho de 2025

 

Bom dia. 
O que faz lembrar este tronco de árvore? Algo retorcido?

É puxar pela imaginação.

Tenham uma boa 6ª Feira.
Bom início de fim de semana. Saúde, boa sorte.
E. . . . . muita paciência.
António Cabral

domingo, 6 de abril de 2025

ONU, a REALIDADE, a IMOBILIDADE, 
a INOPERÂNCIA, e JACTÂNCIAS Outras
O título vem a propósito da guerra na Ucrânia.
Na ONU, o mole vai discursando lamentos.
Sim, eu sei, que no Conselho de Segurança os movimentos são tolhidos, mas os discursos e lamentos podiam e deviam ser bem diferentes. Mas quem já nasceu pastoso . . . 

Macron e Starmer, mais do que em bicos de pés juraram ao mundo que vão colocar na Ucrânia uma força militar Europeia . . . . 
Ups . . . . Bom, passadas umas semanas de reuniões patéticas e conclusões não menos patéticas, e da maior parte dos países da UE se ter baldado a convocar soldadesca para ir para a Ucrânia (pois, é que a opinião publica de cada um . . . .as eleições . . . . ) a força parece que acabaria por ser à volta de franceses e britânicos. Se vier a ver a luz do dia. Estará a ser desenhada no papel.

Ora, eu que não percebo nada destas coisas faço aquilo que, creio, os sensatos, os que procuram se rigorosos, e pouco ou nada sabedores destas coisas faz, recorre às regras. Assim fiz.
Fui ler, recordar a lei internacional.

Estou a falar disto por causa da tragédia que continua na Ucrânia mas, sobretudo, agora que acabei de ler que, se percebi bem, dão notícia de que Zelensky está contente porque a coisa está muito avançada.

Bom, há um pequeno detalhe, a falta de memória de que me parece que Macron e Starmer padecem. 
Estarão eles esquecidos de que existe a inoperante ONU, estarão esquecidos de que existem a China, EUA e Rússia, e estarão esquecidos do que aconteceu à França e ao Reino Unido em 1956/ crise do Suez?

Para lá de outros pequenos detalhes, como os eventuais conluios entre os três grandes, ou pelo menos EUA-Rússia, o que é que a forçazinha que será certamente benzida por Brigitte Macron, tenciona fazer?

Os generaiszinhos franceses e britânicos não terão de perguntar aos patrões o que querem realmente fazer?
É que uma coisa é querer ir pela manutenção de paz (article 33); e paz ou cessar fogo não existem naquelas paragens. 

Outra coisa é querer impor a paz (chapter VII). 
Ora, mesmo não percebendo nada destas coisas, eu imagino que os franceses e os seus "irmãos" do outro lado do canal estarão ainda em piores lençóis se imaginam abalançar-se a ir para lá pela imposição da paz pela força deles.  Hum, . . . imagino uma certa embrulhada, e muitos sacos de plástico preto de volta a Londres e Paris.

Pequenos detalhes: os EUA forneceriam geo-localização?
Ou querem arriscar andar ceguinhos no terreno?
E que regras de empenhamento serão definidas para essas forças? 
Que missão concreta?
Autorizadas a atirar sobre russos? Hum . . . . 

Mas Zelensky parece estar eufórico!
Aguardemos. Tenham um bom Domingo
António Cabral (AC)

segunda-feira, 31 de março de 2025

 QUASE  APETECE

Quase apetece emborcar várias seguidas.

Não é solução, não resolveria os problemas, mas quando se olha para a vertente interna, para o desconchavo político que por aí grassa, e quando se reflete sobre o que se passa na vertente externa. . . . . quase apetece!
AC

sábado, 15 de fevereiro de 2025

Aqui deixo um texto meu de 21 Janeiro de 2017

MEMÓRIA . . . . . mas sobretudo a falta dela


O "melenas" TRUMP é formalmente presidente dos EUA.
Vai por aí um coro de alegrias, raivas, medos, marchas, violências, etc. Não é isso que me interessa, ainda que pessoalmente descortine horizontes muito carregados, e considere a criatura, no mínimo,.........patética.
A NATO, eis o que quero referir.

Muitos, melhor que eu, podem escrever muitas coisas acerca da organização.
Mas, a meu ver, ninguém intelectualmente honesto pode deixar de ponderar sobre esta coisa que me parece estranha e que é, a disparidade enorme de encargos suportada por cada um dos seus membros.

Porventura até ao início dos anos 70 do século passado, as percentagens que grosso modo hoje se mantêm fariam sentido.
Creio discutível a partir daí.

Mas, sobretudo, depois de constituída e sucessivamente alargada a CEE /UE, e depois de muitos mais países integrarem a NATO/ OTAN, parece-me intelectualmente pouco defensável que os encargos com a  organização Atlântica criada com intuitos estritamente defensivos continuem a ter a mesma distribuição.

TRUMP fala nisto, provavelmente, por razões com as quais discordo.
Mas o problema existe e devia ser ponderado.

Os Aguiar hífen Branco de todos os países Europeus (ministros da defesa), sejam de que partidos forem e, sobretudo, os diferentemente coloridos PM desses países, querem continuar a tentar desenvolver os seus países sempre decidindo que os outros assegurem a maior fatia da sua segurança.

Por mim, neste tipo de perspectivas tipicamente de Europeu, também desejava ter uma passeata anual à estranja longínqua, mais uma mensal pelos cantos do País, mais uma trimestral pela Europa, mais jantar fora todos os fins de semana, mudar de carro de dois em dois anos, comprar quadros todos os meses de forma a vir a ter uma colecção parecida com a de certas pessoas, e ter o triplo da pensão actual.


Não há por aí quem (pode não ser Silva) queira ter essas gentilezas para comigo? 

Só falo nisto por uma questão de fraternidade. Obg.
António Cabral

* * * * * * * * * * * * * * * * *

Olhando agora, em 15 de Fevereiro de 2025, ao que se está passar,  ao autêntico bullying político deste louco, às diárias diarreias verbais desta despudorada criatura, aos sucessivos anúncios de medidas muitas parecendo uma cortina de fumo para distrair de outros intentos internos, em termos gerais não auguro nada de bom.

Mas uma coisa se afigura diferente em relação ao ido Biden: pelo que se ouve nas notícias, parece que Trump e Putin se irão encontrar a curto prazo para falar sobre a guerra na Ucrânia.

Resta saber, entre outras coisas, se querem/ vão fazer um "negócio" a dois sem ter em conta a Ucrânia e a Europa, ou não. 

Aguardemos.

As diatribes Trumpianas devem prosseguir.

AC

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

ESTOU CADA VEZ MAIS DESCRENTE DA PROPALADA BONDADE HUMANA.

2025 fará mudar-me de opinião?

António Cabral 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

DEVE SER TAMBÉM POR ISTO

NÃO HÁ COMPARAÇÃO ENTRE A ENVERGADURA INTELECTUAL E ACADÉMICA DAS PRINCIPAIS FIGURAS DE SALAZAR, COM AS FORNADAS DE APARELHISTAS FABRICADOS NOS ISCTES OU NO LARGO DO RATO, SEM QUALQUER OBRA OU CURRÍCULO VISÍVEIS. 

NESTE ASPECTO FUNDAMENTAL, REGRESSÁMOS AO AMBIENTE DA PRIMEIRA REPÚBLICA.

António Barreto 

Jornal Público, 3 de Julho de 2021

Deve ser também por isto que António Barreto aponta que eles viviam tão felizes.
AC

terça-feira, 12 de novembro de 2024

AI, QUE HORROR . . . .
Ai que horror, atrevem-se a pensar diferente, atrevem-se a argumentar connosco, atrevem-se a querer ser respeitados apenas porque também nos respeitam embora discordem de nós, , . . . . não percebem que só há um pensamento correcto, o nosso?
É chocante!

Boa 3ª Feira, saúde.

AC

terça-feira, 5 de novembro de 2024

ESPANHA
Que triste espectáculo nos mostram os televisores.
A destruição, a lama, o rei amachucado pela urbe mas com espantosa dignidade, até porque na lista de culpados ele é o menos responsável por, incompetências, ódios, miséria moral escancarada para todos a podermos ver, falhanço completo de autoridades, corrupção.

Pobre Espanha, pobres espanhóis comuns, naturalmente. 
Mas o que se passou em Espanha, o que se está a passar em Espanha,  foi despontado pela mãe natureza pois ela conta sempre com a demagogia, a corrupção, a incompetência, o compadrio, o nepotismo dos políticos e decisores.

AC

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

NÃO COMENTAM ISTO?
PORQUÊ ?

Os despedimentos coletivos comunicados pelas empresas entre janeiro e novembro de 2023 totalizou 388, superando o registado nos dois anos anteriores, segundo dados divulgados pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).

Superado o registado em 2021 e 2022. Uma realidade.
Nem o tagarela nem o intrujão-mor comentam isto.

Era chato, não é?
AC