FÉ do PESCADOR
AC
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sábado, 31 de agosto de 2019
sábado, 25 de agosto de 2018
sábado, 17 de março de 2018
DIÁSPORAS, MIGRAÇÕES, RACISMOS, ÓDIOS
"O melhor de nós todos, o melhor dos melhores" (mais ou menos o que Marcelo diz de Guterres em estilo - obrigado por não teres concorrido a PR, e responde o amigo - estás doido, o pântano fica tu com ele, eu andei a preparar-me há anos para outros voos, para agora viver no luxo...) veio a Lisboa com aquele ar cada vez mais enfatuado participar numa cerimónia na mesquita erigida em Lisboa.
Pessoalmente entendo que foi uma cerimónia importante para a sociedade portuguesa, e é crucial que exista e se aprofunde na nossa sociedade um clima de paz, de respeito mútuo, entre todos os cidadãos que aqui vivem, no respeito pelos valores que a CRP estabelece.
Isto dito, é bom ter-se presente o que corre no nosso sangue. E certamente que existem traços muçulmanos, árabes, espanhóis, e por aí fora.
Mas também se não deve perder de vista que uma sociedade não vive quotidianamente em paz, equilibrada, estável, saudável, se além da lei primeira que é a CRP o tecido jurídico não estiver adequado e, sobretudo, se as leis e os cidadãos cumpridores não forem respeitados, pelo Estado e pelos outros, independentemente da fé, do género, da ideologia, da cor da pele.
A desculpabilização constante do que fazem certas etnias, certos grupos, a pressão excessiva sobre instituições do Estado como as forças de segurança, é para mim intolerável, e a diferença de tratamento para com o comum cidadão branco não ajuda nada a que certas coisas sejam vistas com bons olhos.
Por exemplo: todos pagam IMI? todos pagam as rendas? As contas da electricidade? Todos saem da escola aos 12 anos?
António Guterres veio falar de que em Portugal tem mais ou menos havido "investimento" e por isso existe paz social, e que em outros países nem tanto. Só lhe faltou dizer, portanto, que foi por isso que um maluco branco verdadeiro ANIMAL massacrou pessoas na Suécia, ou que ocorreram os atentados terroristas em França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, coisas exactamente derivando da falta do tal "investimento"
É capaz de haver no senhor Guterres algum excesso de superficialidade.
Ou será porque em New York o obrigam a comer só no McDonald's, ou no Starbucks, e já não tem ajudas de custo para os bons restaurantes, tipo River Café ?
Basta ler um bom livro ou mesmo até um simples Atlas sobre civilizações e diásporas para se aperceber o que ao longo da história mundial tem ocorrido.
Por exemplo, no tocante a diásporas, em inglês para dar um toque de conhecimento - jewish, armenian, gypsy, black, chinese, indian, irish, greek, lebanese, palestinian, vietnamese, korean - para não tornar longa a lista.
Some-se o que sucedeu/ sucede de extermínios como, por exemplo, o acontecido com os peles vermelhas nos EUA, com os negros nesse país, com o apartheid na África do Sul, com as etnias na Malásia ou na Indonésia, ou com um dos maiores exemplos de ódio e racismo que é o que se passa na India (tão democrática) das castas. E se olharem para os curdos, shiitas, sunitas, e etc, então a coisa fica ainda mais engraçada.
Na sociedade portuguesa, que apesar de tudo quase parece um "oásis", não está tudo bem no tocante a etnias, fé, género, cor da pele e integração de quem vem de fora.
Mas parece-me que existe, TAMBÉM, muita coisa mal em relação à defesa do cidadão comum.
Que, só por acaso, só por acaso, é a maioria, uma maioria que por isso mesmo deve ser respeitadora das minorias todas, repito, TODAS, mas que deve ser igualmente respeitada. A começar pelo Estado e por esses senhores como Guterres e Sampaio e Marcelo.
Os problemas são só num sentido?
É só o lamentável caso de alguns brancos contra ciganos, negros, chineses, muçulmanos, etc?
Não existe o contrário? Ai existe e não é pouco.
E o caso dos sírios, salvo erro, que vieram e desapareceram depois?
Sobre isso o lacrimoso nada diz. Já para não falar dos rapazelhos iraquianos que deram de "frosques" depois das agressões em Ponte de Sor.
Enfim, modas, falta de carácter, superficialidade, falta de noção das realidades concretas, e o politicamente correcto.
Defender o cidadão comum cumpridor, enquanto condómino, enquanto contribuinte, enquanto numa fila no supermercado ou no banco ou na unidade de saúde familiar ou na farmácia, ou quando arruma o carro em espinha salvaguardando espaço para outro carro, ou não ocupando mesa na pastelaria antes de chegar a sua vez de ser atendido, tudo isso são parvoíces.
NÃO INTERESSA NADA, como diria José Sócrates.
É o que temos.
Mas nem todos merecemos, nem as actuais dificuldade várias, nem estes bacocos que se arrastam há décadas por mordomias, e discursam sempre do alto da sua superioridade (??!!??)
AC
"O melhor de nós todos, o melhor dos melhores" (mais ou menos o que Marcelo diz de Guterres em estilo - obrigado por não teres concorrido a PR, e responde o amigo - estás doido, o pântano fica tu com ele, eu andei a preparar-me há anos para outros voos, para agora viver no luxo...) veio a Lisboa com aquele ar cada vez mais enfatuado participar numa cerimónia na mesquita erigida em Lisboa.
Pessoalmente entendo que foi uma cerimónia importante para a sociedade portuguesa, e é crucial que exista e se aprofunde na nossa sociedade um clima de paz, de respeito mútuo, entre todos os cidadãos que aqui vivem, no respeito pelos valores que a CRP estabelece.
Isto dito, é bom ter-se presente o que corre no nosso sangue. E certamente que existem traços muçulmanos, árabes, espanhóis, e por aí fora.
Mas também se não deve perder de vista que uma sociedade não vive quotidianamente em paz, equilibrada, estável, saudável, se além da lei primeira que é a CRP o tecido jurídico não estiver adequado e, sobretudo, se as leis e os cidadãos cumpridores não forem respeitados, pelo Estado e pelos outros, independentemente da fé, do género, da ideologia, da cor da pele.
A desculpabilização constante do que fazem certas etnias, certos grupos, a pressão excessiva sobre instituições do Estado como as forças de segurança, é para mim intolerável, e a diferença de tratamento para com o comum cidadão branco não ajuda nada a que certas coisas sejam vistas com bons olhos.
Por exemplo: todos pagam IMI? todos pagam as rendas? As contas da electricidade? Todos saem da escola aos 12 anos?
António Guterres veio falar de que em Portugal tem mais ou menos havido "investimento" e por isso existe paz social, e que em outros países nem tanto. Só lhe faltou dizer, portanto, que foi por isso que um maluco branco verdadeiro ANIMAL massacrou pessoas na Suécia, ou que ocorreram os atentados terroristas em França, Alemanha, Espanha, Reino Unido, coisas exactamente derivando da falta do tal "investimento"
É capaz de haver no senhor Guterres algum excesso de superficialidade.
Ou será porque em New York o obrigam a comer só no McDonald's, ou no Starbucks, e já não tem ajudas de custo para os bons restaurantes, tipo River Café ?
Basta ler um bom livro ou mesmo até um simples Atlas sobre civilizações e diásporas para se aperceber o que ao longo da história mundial tem ocorrido.
Por exemplo, no tocante a diásporas, em inglês para dar um toque de conhecimento - jewish, armenian, gypsy, black, chinese, indian, irish, greek, lebanese, palestinian, vietnamese, korean - para não tornar longa a lista.
Some-se o que sucedeu/ sucede de extermínios como, por exemplo, o acontecido com os peles vermelhas nos EUA, com os negros nesse país, com o apartheid na África do Sul, com as etnias na Malásia ou na Indonésia, ou com um dos maiores exemplos de ódio e racismo que é o que se passa na India (tão democrática) das castas. E se olharem para os curdos, shiitas, sunitas, e etc, então a coisa fica ainda mais engraçada.
Na sociedade portuguesa, que apesar de tudo quase parece um "oásis", não está tudo bem no tocante a etnias, fé, género, cor da pele e integração de quem vem de fora.
Mas parece-me que existe, TAMBÉM, muita coisa mal em relação à defesa do cidadão comum.
Que, só por acaso, só por acaso, é a maioria, uma maioria que por isso mesmo deve ser respeitadora das minorias todas, repito, TODAS, mas que deve ser igualmente respeitada. A começar pelo Estado e por esses senhores como Guterres e Sampaio e Marcelo.
Os problemas são só num sentido?
É só o lamentável caso de alguns brancos contra ciganos, negros, chineses, muçulmanos, etc?
Não existe o contrário? Ai existe e não é pouco.
E o caso dos sírios, salvo erro, que vieram e desapareceram depois?
Sobre isso o lacrimoso nada diz. Já para não falar dos rapazelhos iraquianos que deram de "frosques" depois das agressões em Ponte de Sor.
Enfim, modas, falta de carácter, superficialidade, falta de noção das realidades concretas, e o politicamente correcto.
Defender o cidadão comum cumpridor, enquanto condómino, enquanto contribuinte, enquanto numa fila no supermercado ou no banco ou na unidade de saúde familiar ou na farmácia, ou quando arruma o carro em espinha salvaguardando espaço para outro carro, ou não ocupando mesa na pastelaria antes de chegar a sua vez de ser atendido, tudo isso são parvoíces.
NÃO INTERESSA NADA, como diria José Sócrates.
É o que temos.
Mas nem todos merecemos, nem as actuais dificuldade várias, nem estes bacocos que se arrastam há décadas por mordomias, e discursam sempre do alto da sua superioridade (??!!??)
AC
quinta-feira, 26 de maio de 2016
A demora a comentar
O Professor Vital Moreira é um dos mais acérrimos defensores do Estado Constitucionalmente laico. Há anos que escreve sobre isto, Um dos seus escritos interessantes foi até para dar uma estocada em Jorge Sampaio. Por essa razão e outras para mim ainda mais relevantes, sigo com atenção há anos o que ele escreve e diz (por exemplo, ouviu-o a defender o famoso acordo sobre o comércio internacional), ainda que dele discorde imensas vezes. Natural, portanto que eu registe certos detalhes, além de que releio periodicamente, peças suas ao tempo da Constituinte. Pelas minhas contas, VM demorou a saltar a pés juntos sobre esta história da mesquita em Lisboa. Demorou, o que é para mim curioso. Ainda que eu seja um simples e comum cidadão, acho que fez muito bem. O que se está a passar ultrapassa todas as marcas. E estou-me borrifando se um importantão mundialmente conhecido veio a Lisboa eventualmente por causa da mesquita, como me estou a borrifar para a quem esse senhor veio pedir cunhas. Que, para já, estão infelizmente a resultar. Apesar de revoltas várias e do vem na comunicação social há semanas, e de VM e eu próprio, aposto que a coisa vai para a frente. Grande presidente de Câmara.
AC
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
FINGE!!!!!!!!!!!!!!
Porventura sem correspondência real, mas conta-se que um padre desesperado, por sentir que já não acredita em Deus, pede audiência ao Papa.
E confessa-lhe - " eu já não acredito em Deus,......estou desesperado,......que devo fazer? "
Resposta do Papa - "finge"
Presente esta história, atentando no meu desgraçado País, olhando à catadupa de tristes acontecimentos, de desgraças, de contínua ausência de rumo, de demagogia e mentiras, a que se soma estes políticos de todas as cores e estes candidatos a presidentes da República que visitam hoje hospitais, porventura amanhã os desvalidos que dormem nas arcadas do terreiro do Paço, continuo farto desta gentinha toda.
E HÁ MUITO QUE DEIXEI DE FINGIR!!!
AC
Porventura sem correspondência real, mas conta-se que um padre desesperado, por sentir que já não acredita em Deus, pede audiência ao Papa.
E confessa-lhe - " eu já não acredito em Deus,......estou desesperado,......que devo fazer? "
Resposta do Papa - "finge"
Presente esta história, atentando no meu desgraçado País, olhando à catadupa de tristes acontecimentos, de desgraças, de contínua ausência de rumo, de demagogia e mentiras, a que se soma estes políticos de todas as cores e estes candidatos a presidentes da República que visitam hoje hospitais, porventura amanhã os desvalidos que dormem nas arcadas do terreiro do Paço, continuo farto desta gentinha toda.
E HÁ MUITO QUE DEIXEI DE FINGIR!!!
AC
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
O Day After. O engraçado de certas contas e comentadores.
Faz-se um zapping pelas NET, hoje. Recorda-se o tempo que ontem passei a saltar de canal TV para canal TV (ontem abri uma excepção) e observam-se coisas a que acho piada!!!
Todos ganham, todos perdem!
Segue-se a jactância do senhor jornalista da RTP1 designadamente quanto à infalibilidade (também dele?), vários dos comentadores, os barõezinhos de todos os partidos, e os que só eles têm o passo certo. Depois, a passagem das muitas mentiras, para que, repetidas várias vezes, oxalá se tornem verdades.
Só um exemplo, entre os vários relativos ás cores todas: o senhor Rui Tavares, que afinal não arranjou lugar à mesa do orçamento, afirma hoje num seu escrito, - não é mais possível excluir partidos que representam um quinto dos portugueses da possibilidade de governar o País!
Como sempre respeito as opiniões alheias, gostaria que respeitassem a minha.
Aparentemente: dos votantes, ontem deu, PSD/CDS - 38,5%, PS - 32,4, BE - 10,2, PCP/melancias - 8,3, PAN - 1,4. Dos votantes, portanto.
Salvo melhor opinião, a abstenção continuou a ser brutal.
Com base nestes números, espero não me ter enganado, a soma dá 90,8%; ora BE representa destes portugueses votantes apenas 11,233%; se juntar então BE com PCP e melancias, essa representação passa para 21,48%.
Portanto, senhor articulista semanal/comentador, estas duas formações partidárias, nestas eleições, representam de facto cerca de um quinto dos portugueses QUE VOTARAM. Não representam um quinto dos portugueses. É só por uma questão de rigor.
Quanto aos outros partidos, e para contas equivalentes, muito haverá também a dizer.
Mas é o que há.
Uma coisa é para mim certa, é que por esta ou aquela razão, na sociedade portuguesa, continua a exclusão de muitos portugueses, olhe-se por que perspectiva se quiser.
Venha fotografia.
AC
EM TEMPO, a começar no meu relógio ás 1224h
Fazendo mais umas continhas, baseadas nos números acima mencionados, a soma das % do PS (32,4), com BE (10,2) e PCP e melancias (8,3) dá pelas minhas contas 50,9%. Se juntar os 1.4 do PAN dará então 52,3%.
Espero não me ter enganado nas contas. Se estão certas, e ainda que eu tenha sido fracote aluno de liceu, com ou sem acordo ortográfico ou outra coisa qualquer, 50,9 ou mesmo 52,3 %, continuam a ser nos países civilizados uma coisa diferente de 60%. Estes 60% é o número que acabo de ouvir ao líder parlamentar do PCP (na AR que agora cessa) dizer que é a maioria de esquerda que agora passa a estar na AR. Claro, devem ser contas à Coreia do Norte.
Faz-se um zapping pelas NET, hoje. Recorda-se o tempo que ontem passei a saltar de canal TV para canal TV (ontem abri uma excepção) e observam-se coisas a que acho piada!!!
Todos ganham, todos perdem!
Segue-se a jactância do senhor jornalista da RTP1 designadamente quanto à infalibilidade (também dele?), vários dos comentadores, os barõezinhos de todos os partidos, e os que só eles têm o passo certo. Depois, a passagem das muitas mentiras, para que, repetidas várias vezes, oxalá se tornem verdades.
Só um exemplo, entre os vários relativos ás cores todas: o senhor Rui Tavares, que afinal não arranjou lugar à mesa do orçamento, afirma hoje num seu escrito, - não é mais possível excluir partidos que representam um quinto dos portugueses da possibilidade de governar o País!
Como sempre respeito as opiniões alheias, gostaria que respeitassem a minha.
Aparentemente: dos votantes, ontem deu, PSD/CDS - 38,5%, PS - 32,4, BE - 10,2, PCP/melancias - 8,3, PAN - 1,4. Dos votantes, portanto.
Salvo melhor opinião, a abstenção continuou a ser brutal.
Com base nestes números, espero não me ter enganado, a soma dá 90,8%; ora BE representa destes portugueses votantes apenas 11,233%; se juntar então BE com PCP e melancias, essa representação passa para 21,48%.
Portanto, senhor articulista semanal/comentador, estas duas formações partidárias, nestas eleições, representam de facto cerca de um quinto dos portugueses QUE VOTARAM. Não representam um quinto dos portugueses. É só por uma questão de rigor.
Quanto aos outros partidos, e para contas equivalentes, muito haverá também a dizer.
Mas é o que há.
Uma coisa é para mim certa, é que por esta ou aquela razão, na sociedade portuguesa, continua a exclusão de muitos portugueses, olhe-se por que perspectiva se quiser.
Venha fotografia.
AC
EM TEMPO, a começar no meu relógio ás 1224h
Fazendo mais umas continhas, baseadas nos números acima mencionados, a soma das % do PS (32,4), com BE (10,2) e PCP e melancias (8,3) dá pelas minhas contas 50,9%. Se juntar os 1.4 do PAN dará então 52,3%.
Espero não me ter enganado nas contas. Se estão certas, e ainda que eu tenha sido fracote aluno de liceu, com ou sem acordo ortográfico ou outra coisa qualquer, 50,9 ou mesmo 52,3 %, continuam a ser nos países civilizados uma coisa diferente de 60%. Estes 60% é o número que acabo de ouvir ao líder parlamentar do PCP (na AR que agora cessa) dizer que é a maioria de esquerda que agora passa a estar na AR. Claro, devem ser contas à Coreia do Norte.
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