Curiosidades dos nossos políticos
Fiz há pouco uns "zappings" pela NET.
Então não é que vi umas fotografias do que suponho terão sido os instantes da chegada da comitiva PS à sede do PCP e do início da reunião PS-PCP, e Jerónimo de Sousa está engravatado a rigor?
Lembrando-me de o ver na AR e em outras ocasiões, só dá vontade de rir.
Não pretendo achincalhar nem ofender ninguém, mas não consigo deixar de rir com esta pompa, para tentar transmitir aos cidadãos uma aura de grande responsabilidade institucional no momento complicado do País.
Primeiro ponto de convergência: todos de gravata!
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
O Day After. O engraçado de certas contas e comentadores.
Faz-se um zapping pelas NET, hoje. Recorda-se o tempo que ontem passei a saltar de canal TV para canal TV (ontem abri uma excepção) e observam-se coisas a que acho piada!!!
Todos ganham, todos perdem!
Segue-se a jactância do senhor jornalista da RTP1 designadamente quanto à infalibilidade (também dele?), vários dos comentadores, os barõezinhos de todos os partidos, e os que só eles têm o passo certo. Depois, a passagem das muitas mentiras, para que, repetidas várias vezes, oxalá se tornem verdades.
Só um exemplo, entre os vários relativos ás cores todas: o senhor Rui Tavares, que afinal não arranjou lugar à mesa do orçamento, afirma hoje num seu escrito, - não é mais possível excluir partidos que representam um quinto dos portugueses da possibilidade de governar o País!
Como sempre respeito as opiniões alheias, gostaria que respeitassem a minha.
Aparentemente: dos votantes, ontem deu, PSD/CDS - 38,5%, PS - 32,4, BE - 10,2, PCP/melancias - 8,3, PAN - 1,4. Dos votantes, portanto.
Salvo melhor opinião, a abstenção continuou a ser brutal.
Com base nestes números, espero não me ter enganado, a soma dá 90,8%; ora BE representa destes portugueses votantes apenas 11,233%; se juntar então BE com PCP e melancias, essa representação passa para 21,48%.
Portanto, senhor articulista semanal/comentador, estas duas formações partidárias, nestas eleições, representam de facto cerca de um quinto dos portugueses QUE VOTARAM. Não representam um quinto dos portugueses. É só por uma questão de rigor.
Quanto aos outros partidos, e para contas equivalentes, muito haverá também a dizer.
Mas é o que há.
Uma coisa é para mim certa, é que por esta ou aquela razão, na sociedade portuguesa, continua a exclusão de muitos portugueses, olhe-se por que perspectiva se quiser.
Venha fotografia.
AC
EM TEMPO, a começar no meu relógio ás 1224h
Fazendo mais umas continhas, baseadas nos números acima mencionados, a soma das % do PS (32,4), com BE (10,2) e PCP e melancias (8,3) dá pelas minhas contas 50,9%. Se juntar os 1.4 do PAN dará então 52,3%.
Espero não me ter enganado nas contas. Se estão certas, e ainda que eu tenha sido fracote aluno de liceu, com ou sem acordo ortográfico ou outra coisa qualquer, 50,9 ou mesmo 52,3 %, continuam a ser nos países civilizados uma coisa diferente de 60%. Estes 60% é o número que acabo de ouvir ao líder parlamentar do PCP (na AR que agora cessa) dizer que é a maioria de esquerda que agora passa a estar na AR. Claro, devem ser contas à Coreia do Norte.
Faz-se um zapping pelas NET, hoje. Recorda-se o tempo que ontem passei a saltar de canal TV para canal TV (ontem abri uma excepção) e observam-se coisas a que acho piada!!!
Todos ganham, todos perdem!
Segue-se a jactância do senhor jornalista da RTP1 designadamente quanto à infalibilidade (também dele?), vários dos comentadores, os barõezinhos de todos os partidos, e os que só eles têm o passo certo. Depois, a passagem das muitas mentiras, para que, repetidas várias vezes, oxalá se tornem verdades.
Só um exemplo, entre os vários relativos ás cores todas: o senhor Rui Tavares, que afinal não arranjou lugar à mesa do orçamento, afirma hoje num seu escrito, - não é mais possível excluir partidos que representam um quinto dos portugueses da possibilidade de governar o País!
Como sempre respeito as opiniões alheias, gostaria que respeitassem a minha.
Aparentemente: dos votantes, ontem deu, PSD/CDS - 38,5%, PS - 32,4, BE - 10,2, PCP/melancias - 8,3, PAN - 1,4. Dos votantes, portanto.
Salvo melhor opinião, a abstenção continuou a ser brutal.
Com base nestes números, espero não me ter enganado, a soma dá 90,8%; ora BE representa destes portugueses votantes apenas 11,233%; se juntar então BE com PCP e melancias, essa representação passa para 21,48%.
Portanto, senhor articulista semanal/comentador, estas duas formações partidárias, nestas eleições, representam de facto cerca de um quinto dos portugueses QUE VOTARAM. Não representam um quinto dos portugueses. É só por uma questão de rigor.
Quanto aos outros partidos, e para contas equivalentes, muito haverá também a dizer.
Mas é o que há.
Uma coisa é para mim certa, é que por esta ou aquela razão, na sociedade portuguesa, continua a exclusão de muitos portugueses, olhe-se por que perspectiva se quiser.
Venha fotografia.
AC
EM TEMPO, a começar no meu relógio ás 1224h
Fazendo mais umas continhas, baseadas nos números acima mencionados, a soma das % do PS (32,4), com BE (10,2) e PCP e melancias (8,3) dá pelas minhas contas 50,9%. Se juntar os 1.4 do PAN dará então 52,3%.
Espero não me ter enganado nas contas. Se estão certas, e ainda que eu tenha sido fracote aluno de liceu, com ou sem acordo ortográfico ou outra coisa qualquer, 50,9 ou mesmo 52,3 %, continuam a ser nos países civilizados uma coisa diferente de 60%. Estes 60% é o número que acabo de ouvir ao líder parlamentar do PCP (na AR que agora cessa) dizer que é a maioria de esquerda que agora passa a estar na AR. Claro, devem ser contas à Coreia do Norte.
domingo, 4 de outubro de 2015
Domingo, 4 de Outubro de 2015.
É cedo para falar sobre este assunto com segurança. Existem projeções, perante as quais me parece ser razoável e possível dizer meia dúzia de palavras, sem insultos, sem gritaria.
A olhar para as projeções, e vários dos resultados, parece-me:
1 - possível que a coligação fique muito perto da maioria absoluta.
2 - que o PS perde clamorosamente as eleições.
3 - que António Costa tem uma derrota monumental, veremos se continua aos pulinhos.
4 - que o BE tem uma saborosa vitória.
5 - que o PCP mais o partido melancia têm (na boca deles) uma vitória, mas terá de explicar o facto de passar para 4º lugar na hierarquia parlamentar.
6 - que Rui Tavares é capaz de ter assegurado continuar à mesa do orçamento.
7 - óbvio que nem PCP e melancias nem BE queriam correr o risco de desaparecer, de diminuir muito a presença na AR e, por isso, as continhas de António Costa quanto a possíveis votos úteis constituíram-se como um sonho (e a vida tem poucos sonhos cor de rosa, a cor do partido não chega)
8 - Existirá muita gente em choque, nas áreas ligadas ou perto do PS, muitos devem estar a mostrar com vigor a sua faceta de independentes. Pois!! Por exemplo, alguns que nos últimos seis meses tanto se posicionaram para ministro num governo PS, em artigos e blogues..............
9 - que é positivo que, como tudo indica, a abstenção diminuiu, pena que não tenha sido drasticamente.
10 - que, naturalmente, as pessoas que perdem não podem ficar satisfeitas, é uma coisa normal na vida.
Mas, sem surpresa para mim, existem várias criaturas que se apressam a escrever nas redes as maiores barbaridades. Uma delas é chamar estúpidos aos portugueses.
Pessoalmente, acho curioso que tantos votem em alguns partidos. Mas essa é a realidade com que se tem de viver. E pugnar para que, na sociedade, a ignorância e o não pensar, desapareçam gradualmente ao longo das próximas décadas.
11 - evidente que, António Costa e muitos dos lideres de outros partidos que se puseram em bicos de pés, devem tirar ilações do que esta noite aconteceu.
12 - igualmente evidente que, Pedro Passos Coelho tem que tirar ilações da sua escassa vitória. Porque é uma vitória, mas não tem a maioria absoluta, e parecendo-me que não é admissível deixar de lhe propor formar governo minoritário, creio inaceitável atrever-se, eventualmente, a prosseguir com todas as políticas anteriores quando, algumas delas, bem deviam ter ficado na gaveta. Isto para não entrar nos insultos.
Mesmo que tivesse hoje maioria absoluta, devia/ DEVE mudar radicalmente várias coisas.
AC
PS: no meu relógio são 2216. Vou publicar o post.
É cedo para falar sobre este assunto com segurança. Existem projeções, perante as quais me parece ser razoável e possível dizer meia dúzia de palavras, sem insultos, sem gritaria.
A olhar para as projeções, e vários dos resultados, parece-me:
1 - possível que a coligação fique muito perto da maioria absoluta.
2 - que o PS perde clamorosamente as eleições.
3 - que António Costa tem uma derrota monumental, veremos se continua aos pulinhos.
4 - que o BE tem uma saborosa vitória.
5 - que o PCP mais o partido melancia têm (na boca deles) uma vitória, mas terá de explicar o facto de passar para 4º lugar na hierarquia parlamentar.
6 - que Rui Tavares é capaz de ter assegurado continuar à mesa do orçamento.
7 - óbvio que nem PCP e melancias nem BE queriam correr o risco de desaparecer, de diminuir muito a presença na AR e, por isso, as continhas de António Costa quanto a possíveis votos úteis constituíram-se como um sonho (e a vida tem poucos sonhos cor de rosa, a cor do partido não chega)
8 - Existirá muita gente em choque, nas áreas ligadas ou perto do PS, muitos devem estar a mostrar com vigor a sua faceta de independentes. Pois!! Por exemplo, alguns que nos últimos seis meses tanto se posicionaram para ministro num governo PS, em artigos e blogues..............
9 - que é positivo que, como tudo indica, a abstenção diminuiu, pena que não tenha sido drasticamente.
10 - que, naturalmente, as pessoas que perdem não podem ficar satisfeitas, é uma coisa normal na vida.
Mas, sem surpresa para mim, existem várias criaturas que se apressam a escrever nas redes as maiores barbaridades. Uma delas é chamar estúpidos aos portugueses.
Pessoalmente, acho curioso que tantos votem em alguns partidos. Mas essa é a realidade com que se tem de viver. E pugnar para que, na sociedade, a ignorância e o não pensar, desapareçam gradualmente ao longo das próximas décadas.
11 - evidente que, António Costa e muitos dos lideres de outros partidos que se puseram em bicos de pés, devem tirar ilações do que esta noite aconteceu.
12 - igualmente evidente que, Pedro Passos Coelho tem que tirar ilações da sua escassa vitória. Porque é uma vitória, mas não tem a maioria absoluta, e parecendo-me que não é admissível deixar de lhe propor formar governo minoritário, creio inaceitável atrever-se, eventualmente, a prosseguir com todas as políticas anteriores quando, algumas delas, bem deviam ter ficado na gaveta. Isto para não entrar nos insultos.
Mesmo que tivesse hoje maioria absoluta, devia/ DEVE mudar radicalmente várias coisas.
AC
PS: no meu relógio são 2216. Vou publicar o post.
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