Visitei/visitámos este ano na companhia de amigos e amigas.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
domingo, 23 de agosto de 2026
"Na semana passada foi aqui que vi o eclipse solar. Num local que por vezes frequento, aprazível e ainda não devastado pela turistificação lisboeta – é um verdadeiro couto de “irredutíveis lusitanos” mas nada xenófobos. Tem a incomensurável vantagem de manter o nome na nossa língua – é perto, por exemplo, de um famoso Champalimaud Centre for the Unknown (as pessoas têm tanto medo do cancro que aceitam esta vilania afixada), isto para não recorrer a mais dados da disseminada toponímia “globalizada” que polui as cercanias do Tejo lisboeta.
Tem ainda o chamariz de apresentar um cardápio português, mesmo se nada fundamentalista, pois polvilhado com os víveres da “comida do mundo” – como é obrigatório na gastronomia de um povo que sempre se lambuza com o longínquo bacalhau enquanto carrega a honra de ter inventado o sarapatel e de o ter exportado quando galgou os mares em busca de condimentos. Pode-se (pude) petiscar uma meia-desfeita do tal bacalhau com grão (a qual por vezes leva outro nome mais popular). E de explicar a um jovem britânico, que há alguns anos fez por assomar na minha família nisso sendo bem-vindo, o que é um “arroz malandrinho” sem estar preocupado com a epidemia do imperialista e insuportável risoto.
Tudo isto na vizinhança do Padrão – esse que alguns alienados “intelectuais” querem eliminar por ser dedicado aos Descobrimentos e advir do “Estado Novo”. E também do Mosteiro – esse que alguns alienados “intelectuais” se esquecem de querer eliminar, apesar de ser dedicado aos Descobrimentos, àquela viagem de Gama, e de grande parte daquilo ser um muito tardio acrescento, um pastiche digno da “patrimonialização” do tal “Estado Novo”. E ainda da Torre, que também não abjuram mesmo tendo ela sido um enorme e longo investimento para defesa náutica, apesar de agora bramirem contra despesas desse tipo.
Enfim, detalhes desses à parte – que sempre me ocorrem quando por lá ando – ali decorreu o fim de tarde, naquele tão excêntrico, pois, interrupto ocaso (que os grunhos, até políticos empossados, agora chamam sunset).
quarta-feira, 29 de abril de 2026
sábado, 18 de abril de 2026
domingo, 22 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
domingo, 29 de janeiro de 2017
Boa tarde a todos os meus estimados, amigos, conhecidos, e desconhecidos, que me dão o gosto de visitar.
O que agradeço.
Entre outras relíquias nos meus milhares de fotografias, estive a olhar para alguns dos "destroços" nacionais, precisamente porque me lembrei desta coisa dos 30 (que já foram 31) monumentos em ruína que se diz deverão vir a ser recuperados.
Não tenho certezas, pode haver aqui muita coisa discutível mas, deixar cair completamente o que ainda está parcialmente visível é capaz de não ser boa escolha.
Por mim, não tenho dúvidas nenhumas que não se deve autorizar seja o que for que mansamente fosse apagando o que ali se passou, em Peniche.
Se calhar não era impossível.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
AUTARQUIAS e AUTARCAS
Estas fotografias são de chamados bancos de jardim mas estes estão colocados juntamente com outros ao longo da marginal em Alcochete e que é banhada pelo Tejo.segunda-feira, 11 de agosto de 2025
sexta-feira, 4 de julho de 2025
Sou curioso quanto baste. Não sou intrometido.
Às vezes a curiosidade leva-me a sítios e coisas interessantes outras . . . . . . . curiosas.
Ao longo da designada avenida Infante D. Henrique (para um e outro lado) há um aspecto muito diferente do que ali existia antes da Expo 98 ter sido pensada. Mas persistem "preciosidades" de degradação, também nas ruas para dentro. Basta andar por Xabregas, Beato, Poço do Bispo, Braço de Prata.
Havia depósitos de combustível, havia uma aspecto horrível entre aquela parte de Lisboa e o Tejo, havia por exemplo Beirolas cheirando a militar e guerra colonial/ guerra do ultramar, havia Braço de Prata onde residia um dos esforços para prosseguir a guerra em África.
Acabou a guerra que mantivemos em África, mas o horroroso mau aspecto daquela zona manteve-se décadas.
Há cerca de talvez 15 anos andei numa estranha ruela, Rua Capitão Leitão, à procura (com a minha mãe) da casa onde viveram por algum tempo os meus avós maternos, onde nasceram as duas filhas, sendo a mais nova a minha mãe (8 JUL 1925 - ??). Um sítio pouco recomendável. Já não se achou. Mas o que se via era ainda muita degradação.
Voltei lá ontem, melhor não estava. E por curiosidade fui ver aquilo que hoje chamam "Fábrica de Braço de Prata".
Depois de andar lá por dentro da agora dita "Fábrica", depois de observar bem e ver quem por lá andava, observar o estado daquilo, observar a limpeza e organização, tudo muito "semelhante" 😳😳 ao que se observa por toda a enorme área "Parque das Nações", decidi ir visitar a "Fábrica" pela NET.
Respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem (concordando e discordando), cheguei às seguintes conclusões":
- propaganda e realidade (como sempre soube), reconfirmei que são coisas muito diferentes.
- pareceu-me ser um daqueles sítios a que alguns chamam "da noite lisboeta".
- pareceu-me ser um aqueles sítios a que alguns chamam "ninhos de cultura".
- pareceu-me ser um daqueles sítios onde se pode colocar aquilo a que alguns chamam "palcos mais arrumados".
- a limpeza do local e o aspecto higiénico de certos residentes, de cujo odor me apercebi, conjuga bem com certos estilos. Respeito, mas não é o meu.
Das várias fotografias, deixo apenas quatro, as que imagino menos impressionáveis.
AC







































