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segunda-feira, 15 de junho de 2026

A  PROPÓSITO  DO  PORTUGAL  ACTUAL
A propósito de várias aspectos do Portugal actual começo com esta fotografia por mim tirada com telemóvel na tarde deste Sábado 13 de Junho, na R. do Ouro em Lisboa, pouco passava das 15 horas.
É um TVDE conduzido por asiático.
Mas vou começar pelo princípio.

Neste Sábado fui de novo à Feira do Livro, em Lisboa, no Parque Eduardo VII. 
Para ir à apresentação (e obviamente comprar) de um livro cujo autor é irmão da autora do livro que aqui já referi (no 10 de Junho) sobre Camões. Nossos amigos, irmãos Buescu, de que a mãe era de Monsanto.

Mas fiz uma coisa que não fazia desde antes da Covid: fui a pé do Cais do Sodré até à feira e regressei a pé. O telemóvel disse.me - 8,4 Km !
Uma boa caminhada portanto. Quase sempre pela sombra!

Portanto, Cais do Sodré, R. do Arsenal, virei para a R. do Ouro, Rossio, Restauradores, Avenida da Liberdade acima pelo lado esquerdo.
Regresso pelo mesmo trajecto.

Pois foi na R. do Ouro que ia assistindo a um acidente, um TVDE (o da fotografia) resolve abrandar e PARAR na faixa da esquerda. INCRÍVEL.
O que vinha atrás travou e quase bateu, outros travaram e tudo a buzinar.
Acham que o asiático se incomodou? Ali ficou provavelmente à espera de alguém.

Igualmente notável, com o trânsito já a rolar pela direita daquela besta, passar um carro da polícia municipal e não parou!
É assim que estamos, e por todo o lado, pois já os vi parar onde na real gana lhes dá. E polícia nada faz!

Voltando à minha caminhada, centenas de turistas, raramente ouvi falar português, e isso foi ao passar às portas dos hotéis na Av da Liberdade e nas lojas caras, ou aos condutores dos autocarros.
Turismo maioritariamente pé descalço, muitos verdadeiramente andrajosos e porcos. Verdadeira fauna.
Esplanadas a vender cervejas e refrigerantes a rodos.

E é nisto que em boa parte a economia nacional se apoia! Que bom!
AC

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

A PROPÓSITO de CULTURA e NÃO SÓ

. . . . . . 
Não se deve confundir Portugal com Lisboa. Lisboa não presta para nada. Lisboa é o pior que há. Portugal não é assim.
. . . . . . 
(António Victorino d' Almeida, JE)

Ressalvando um ligeiro exagero concordo a 95%

AC

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

RECORDANDO

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

A LISBOA encantada do sr Medina
Dei-me ao trabalho, neste Domingo, de calcorrear algumas zonas da cidade de Lisboa. Sempre com a minha companheira Nikon na mão.
E passar por outras, devagar, mas de carro, porque mais vale prevenir que remediar. Zonas onde esses milhares de turistas tão adorados e idolatrados não vão!! PONTO!
E com a máquina fotográfica na mão recolhem-se boas coisas.
Por agora deixo apenas um escasso exemplo da desgraça humana que se encontra mesmo nas zonas nobres: no caso, na rua do Carmo, mas outras vi. São várias, infelizmente.
A cidade das trotinetes eléctricas, da mobilidade eléctrica, do sr Medina e do barbudo ministro; o país que parece preparar-se para dar centos de euros para ajuda nas compras de veículos eléctricos, mas não se consegue acabar com esta desgraça humana!
E fica tudo esclarecido.

Depois, quando se observa atentamente a fauna que deambula por alguns sítios fica-me a sensação de que, se antes não se estava bem, agora não está nada melhor.

Naturalmente que todos têm direito à vida mas, também tenho direito à opinião, encontrar por todo o lado os "esborrachadores" destes silicones em que, como ia acontecendo, o braço vai ao alto para atirar a coisa contra o caixote, no exacto momento em que se vai a passar perto por força do magote na rua, fica-se sempre a poucos centímetros de se ser atingido inadvertidamente.
Mas a Lisboa das trotinetes, a Lisboa do sr Medina, no que respeita a trotinetes tem muito a fazer, como parece pelo crescente avolumar de questões, pertinentes.
Uma delas, a questão da arrumação, do parqueamento.

Até porque existem imensos energúmenos que, entre outras coisas, fazem o que se vê; Parque das Nações, atirada para a água.
Enfim.
Quando às zonas onde não convém andar a pé e menos ainda de máquina fotográfica, sítios onde pouco vai a PSP e GNR, fica para outra altura.
AC

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

LISBOA, TOPONÍMIA, IGREJA, LIMPEZA 

Igreja dos Mártires, na rua Garrett
Dia 8 de Dezembro, dia de N. Sra. da Conceição.

Estava de manhã e manteve-se durante o dia um céu bastante nublado, a espaços curtos o Sol conseguiu espreitar uns minutos.

Fui fazer o que não fazia há talvez bem mais que um ano. Ir a Lisboa para andar bastante a pé, observar a Lisboa que tantas loas merecem a Moedas e ao inquilino em Belém. 

Em boa verdade foi uma coisa muito limitada no espaço, não foi Lisboa, apenas uns pedacinhos:andei pela avenida da Liberdade, algumas das suas transversais, Restauradores, Rossio, Praça da Figueira, Praça do Comércio, Largo de São Carlos, Largo de Camões, Campo das Cebolas, Cais do Sodré, e todas as zonas em seu redor.

Vou frequentes vezes a Lisboa, sempre de carro, com objectivos precisos, e a demorar-me o menos tempo possível : consultas hospitalares, visitas familiares, funerais, almoços ou jantares, supermercados, centros comerciais, eventos culturais nomeadamente concertos de música clássica.

Ontem, 8 de Dezembro, fui a Lisboa com missão precisa, observar, e lembrar-me dos "doutores", "dos das bolhas várias". E para almoçar onde não almoçava há bem mais de 3 ou 4 anos.

Começo pelo almoço, foi no café/ restaurante Austríaco, perto de São Carlos, a fazer 17 anos de idade. Almocei bem. O ambiente estava um pouco diferente do que me recordava, a decoração idêntica e a simpatia e acolhimento iguais, bons. 

Já alguma clientela deu-me ligeira indicação do estado de algumas camadas sociais: um casal, pais jovens, com duas crianças, (raparigas, qual ser gestante), bem mal educadas, a mais velha não teria mais de 4 anos, ambas com as unhas pintadas de verde meio escuro, pelo menos um terço do tempo a chorar ou berrar, de pé nas cadeiras, e atirando constantemente os casacos para o chão. Comportamento à mesa sem palavras, comida na mesa e no chão. SIGNIFICATIVO.

Muitos portugueses, muitos estrangeiros, basicamente alarves. Sinal vermelho para peões  nas transversais às ruas do Ouro Augusta e Prata . . . . . passa-se na mesma, os carros abrandam para turista passar.

Muitos portugueses, muitos estrangeiros, basicamente porcos e com falta de educação e civismo. Lixo no chão, abundante, em muito por onde andei. Não há carros aspiradores e varredores que consigam dar conta do recado.

Em muitas ruas da Baixa de Lisboa imensas casas/ lojas/ comércio fechados. Na rua do Coliseu como aliás em muitos outros sítios obras e obras, hotéis e hotéis.

Outras ruas também mas a rua Augusta parece um comboio de restauração. 

Será muito giro, muito bom, ai que bom, por mim deixo aos outros desvanecerem-se com aquilo tudo.

Livraria Ferrin, na parede continua o nome, por dentro é outra coisa.

A não regressar!

AC

domingo, 21 de setembro de 2025

ISTO  É  PORTUGAL

E NÃO, NÃO É SÓ A TRAGÉDIA DO ELEVADOR da GLÓRIA.
Aqui, Parque das Nações, a manutenção anda por outros lados! 

AC

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

PORTUGAL, o QUE É ?

Portugal é só Lisboa?

É só Lisboa e Porto?

A avaliar pelo vomitado que se ouve no rádio do carro todas as manhãs - acidente na A5, acidente na Vci, chega à Prelada, camião parado no tabuleiro da ponte 25 de Abril - PARECE!

AC

quarta-feira, 9 de julho de 2025

BOAS  VISTAS


Confirmei, mais uma vez:
- viver não custa, saber viver é outra coisa.
- as maravilhas que o dinheiro consegue na renovação de "jóias" de património edificado.

De outra forma, há quem a leve na boa!

AC

sexta-feira, 4 de julho de 2025

FÁBRICA  de  BRAÇO  de  PRATA
"Curiosity killed the cat"

Sou curioso quanto baste. Não sou intrometido.

Às vezes a curiosidade leva-me a sítios e coisas interessantes outras . . . . . . . curiosas. 

Ao longo da designada avenida Infante D. Henrique (para um e outro lado) há um aspecto muito diferente do que ali existia antes da Expo 98 ter sido pensada. Mas persistem "preciosidades" de degradação, também nas ruas para dentro. Basta andar por Xabregas, Beato, Poço do Bispo, Braço de Prata.

Havia depósitos de combustível, havia uma aspecto horrível entre aquela parte de Lisboa e o Tejo, havia por exemplo Beirolas cheirando a militar e guerra colonial/ guerra do ultramar, havia Braço de Prata onde residia um dos esforços para prosseguir a guerra em África.

Acabou a guerra que mantivemos em África, mas o horroroso mau aspecto daquela zona manteve-se décadas.

Há cerca de talvez 15 anos andei numa estranha ruela, Rua Capitão Leitão, à procura (com a minha mãe) da casa onde viveram por algum tempo os meus avós maternos, onde nasceram as duas filhas, sendo a mais nova a minha mãe (8 JUL 1925 - ??). Um sítio pouco recomendável. Já não se achou. Mas o que se via era ainda muita degradação.

Voltei lá ontem, melhor não estava. E por curiosidade fui ver aquilo que hoje chamam "Fábrica de Braço de Prata".

Depois de andar lá por dentro da agora dita "Fábrica", depois de observar bem e ver quem por lá andava, observar o estado daquilo, observar a limpeza e organização, tudo muito "semelhante" 😳😳 ao que se observa por toda a enorme área "Parque das Nações", decidi ir visitar a "Fábrica" pela NET.

Respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem (concordando e discordando), cheguei às seguintes conclusões":

- propaganda e realidade (como sempre soube), reconfirmei que são coisas muito diferentes.

- pareceu-me ser um daqueles sítios a que alguns chamam "da noite lisboeta".

- pareceu-me ser um aqueles sítios a que alguns chamam "ninhos de cultura".

- pareceu-me ser um daqueles sítios onde se pode colocar aquilo a que alguns chamam "palcos mais arrumados".

- a limpeza do local e o aspecto higiénico de certos residentes, de cujo odor me apercebi, conjuga bem com certos estilos. Respeito, mas não é o meu.

Das várias fotografias, deixo apenas quatro, as que imagino menos impressionáveis. 

AC 

sexta-feira, 6 de junho de 2025

A   DEGRADAÇÃO   GALOPANTE
(notícia antiga do JN online) (sublinhados da minha responsabilidade)

O presidente da Câmara do Porto revelou, esta terça-feira, estranhar a abertura de tantas lojas de “souvenirs” (lembranças) em locais de destaque no centro da cidade. Rui Moreira recusa que o Porto seja transformado num “far-west” e insiste no fim do licenciamento zero.
Rui Moreira pede ao Governo poderes para regular lojas de souvenirs
“Como é possível, em sítios premium, de repente, abrirem determinadas lojas cujo produto da venda não parece suscitar o consumo dessas lojas?”, questionou o presidente da Câmara do Porto, insistindo que está de mãos atadas, uma vez que, devido ao licenciamento zero, a Autarquia só sabe que atividade vai funcionar numa loja quando esta abre.
“Muitas vezes, só sabemos que um estabelecimento noturno abriu, apesar das regras com a movida, depois de os espaços abrirem e quando os moradores vêm reclamar que há ruído. Não é normal que os presidentes de Câmara não possam ter relativamente à sua cidade, na regulação do comércio e das atividades económicas, qualquer capacidade de interferir para além do que está no PDM (Plano Diretor Municipal”, considerou Rui Moreira.
Manifestando-se preocupado com algo que “está a degradar a imagem da cidade”, Rui Moreira manifestou, assim, estranheza quanto ao facto de lojas que vendem “souvenirs” conseguirem receita suficiente para suportarem rendas de estabelecimento comerciais nobres do centro da cidade.
O autarca revelou, nesse sentido, que a sua estranheza não é única, informando que, em setembro do ano passado, foi contactado pelo então ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, para lhe solicitar “um levantamento e o mapeamento” daquele tipo de lojas no Porto, referindo que estaria a ser efetuada uma investigação pela Procuradoria-Geral da República ao “boom” daquele tipo de comércio em Lisboa.
“Pedimos à Polícia Municipal. Há um ano, em 47 artérias do centro da cidade havia 181 lojas dessas. A preocupação então do ministro é que não parecia haver uma relação direta entre as vendas e as rendas, na medida em que se vão apropriando de locais 'premium' da cidade do Porto, o que não parece ser compaginável com o tipo de produtos que vendem. Há, de facto, um problema”, vincou.
Ainda assim, Rui Moreira recusou especular sobre eventuais “interesses ocultos” na proliferação das lojas de “souvenirs” no centro do Porto. “Não me compete avaliar se há interesses ocultos ou não. Apenas transmitir a preocupação que o Ministério da Administração Interna tinha e que acho que a maior parte dos cidadãos do Porto também tem”, referiu, para reforçar: “A burocracia não se acaba com tudo ao molhe e fé em Deus”.
“Tem-se procurado combater a burocracia pelos automatismos. Qual é o problema? Transforma-se a cidade num far-west, onde qualquer pessoa pode abrir qualquer atividade sem ter qualquer satisfação”, sustentou o autarca.
Manifestando-se “incomodado” com o encerramento da Livraria Latina, o presidente da Câmara do Porto responsabilizou sobretudo os hábitos de consumo dos cidadãos, que optam, cada vez mais, por compras online.
“Muitas das pessoas que estão indignadas nunca lá compraram um livro. Uma loja não é um papel de parede. É um sitio onde temos de ir. Isso leva a que este tipo de atividades extingam. Um presidente de Câmara nada pode fazer, pode apenas chorar como os outros. Tem muito a ver com as opções que os cidadãos fazem. Temos que perceber que ditamos o futuro de uma cidade através das nossas práticas de consumo. Se queremos comércio e restaurantes tradicionais temos que ser nós os consumidores”, sustentou
.

Quantos dos meus concidadãos se incomodam com este crescente estado de coisas?
Nada de xenofobia, e de racismo mas, quando é que se olha seriamente para estas coisas?
AC

domingo, 13 de abril de 2025

Igreja dos Mártires, rua Garrett, Lisboa, Sábado, 12 Abril

AC

UMA ÁRVORE NÃO É UMA FLORESTA

Sim, eu sei, sei que uma árvore não é uma floresta.

Sim, eu sei, sei que uma árvore, ou duas, ou três, mesmo umas quantas mais árvores, NÃO constituem uma floresta.

A floresta é coisa imensa, e há-as de diversos tipos, digo assim.

A Floresta Negra na Alemanha, por exemplo, é uma coisa.

As florestas no Norte da Suécia e da Finlândia e da Noruega são outra coisa, bem diferente.

As floretas Siberianas outra coisa.

A zona de Shenandoah na Virginia é outra coisa ainda mais diferente, colossal nas suas cores e imensidão.

Sim, eu sei que umas quantas árvores não constituem uma floresta.

Mas também sei que, se as árvores forem crescendo mas, sobretudo, se mais árvores do mesmo tipo forem paulatinamente plantando, daqui a uns anos o arvoredo começa a aproximar-se de uma  floresta.

Vêm estas palavras a propósito do meu dia de Sábado, 12 de Abril de 2025.

A notícia chegou-nos na véspera, já noite avançada. Por essa razão, estivemos no Sábado a partir das 0930 horas nas capelas mortuárias / Centro Funerário da Servilusa, na avenida dos EUA.

Cumprimos o nosso dever para com a amiga (cunhada de uma senhora, figura pública muito conhecida em Lisboa) de meninice da minha mulher e, depois, estava a barriga a dar horas, tínhamos de comer alguma coisa. Mais tarde, depois de comer, aliviámos o espírito assistindo a um pequeno concerto de música polifónica sacra, na igreja dos Mártires na rua Garrett, Lisboa. 

Portanto, tivemos de atravessar a ponte Vasco da Gama e percorrer de carro e a pé certas zonas da cidade de Lisboa.

Do Centro Funerário, fomos descer a avenida Almirante Reis directos à Praça da Figueira onde deixámos o Smart no parque subterrâneo. Descemos portanto, de carro, parte da avenida de Roma, Praça de Londres, zonas em redor do Instituto Superior técnico, Avenida Almirante Reis, Martim Moniz, Praça da Figueira.

Depois, andámos a pé, e observámos com atenção, a Praça da Figueira, várias ruas transversais às do Ouro Prata e Augusta, Rossio, rua do Carmo, rua Nova do Almada, rua Garrett, Chiado, largo Luís de Camões.

E o que fomos observando?

Da ponte Vasco da Gama observámos a imensidão (70/ 80 ou mais?) de barcos (???) dos grandes empreendedores imigrantes (todos obviamente legais) das amêijoas japónicas, actividade que constitui uma das maiores alavancas da economia portuguesa.

Ao descer a Almirante Reis, os prédios espectaculares de há 60/ 70 anos e, a ver pelas pacatas pessoas nas varandas, devem certamente estar com uma família normal por andar/ apartamento. 

No Martim Moniz, a caminho da Praça da Figueira . . . o habitual!

Ao começar a entrar na Praça da Figueira consegui, sem excessiva dificuldade, abrir caminho por entre tuk-tuks e táxis e gentalha que acha que no meio da estrada é que é o seu lugar, e meter então o Smart no parque subterrâneo.

Andando pelas ruas da Baixa (Ouro, Prata, Augusta e várias transversais, fomos por três vezes abordados por escumalha perguntando em voz baixa se precisávamos de marijuana ou cocaína.

Nesta Baixa, é cada vez mais rasca (opinião pessoal naturalmente) o ambiente, quer olhando para as lojas (???) de "souvenirs "(???), quer olhando para a gentalha em cima das trotinetes ou com lençóis no chão e exposição de . . . . . coisas que pretendem vender.

Ruas, Nova do Almada mas, sobretudo, Garrett e algumas transversais , Carmo e Chiado e Largo Luís de Camões, com ambiente turístico (???) explosivo isto é, montanhas de gente, na maioria com todo o ar de, CERTAMENTE, gastar por cá muito dinheiro. Muito bom para a economia TUGA!

Fiquei muito bem impressionado. Vi naquilo tudo um lindo e promissor futuro. Como sempre, admito poder ter reparado mal em todas as coisas e situações.

Ah, certamente por acaso, não me cruzei com um único polícia. Admito que talvez por ser hora da paparoca, pois comecei a andar a pé cerca das 1145 horas ao emergir do parque subterrâneo, e entrámos num restaurante na zona do Chiado seriam pelo menos 1330 horas.

António Cabral  (AC)

terça-feira, 8 de abril de 2025

 LISBOA

HARMONIOSA?  TECNOLÓGICA?  SUSTENTÁVEL?

Admito que o seja.
Mas, opinião pessoal naturalmente, CADA VEZ MAIS INSUPORTÁVEL!

Insuportável o estado de certas vias de saída e entrada, insuportável o caos de trânsito desde as zonas junto ao Tejo até por exemplo Marquês de Pombal, ou até ao Principe Real.

Insuportável o caos de trânsito que por exemplo sofri ontem à tarde depois de sair do CUF Tejo e querer virar à direita para ir apanhar a saída para a ponte 25 de Abril. Com a quantidade de selvagens que não respeitam os semáforos e lixam tudo.

Insuportável e muito perigoso andar a pé nos passeios, pois se com pouca atenção arrisco-me (como me ia acontecendo) a levar com um filho da puta de trotinete.

Insuportável e perigoso andar em muitos passeios dado o excelente nivelamento do piso e ausência de buracos (como acontece em muitos outros locais do país).

Eis o Brilhante resultado da gestão socialista (Costa e Medina) e que agora Moedas pouco consegue modificar.
Admito, como sempre, poder estar a ver mal o assunto.

Fico por aqui.
Tenham uma boa 3ª Feira, saúde e boa sorte.
AC

domingo, 29 de setembro de 2024

MUSEUS
Domingo de lazer e um banho de cultura.
Os dois museus dentro do Palácio Nacional da Ajuda são qualquer coisa de extraordinário.
A não perder.
AC