A propósito de várias aspectos do Portugal actual começo com esta fotografia por mim tirada com telemóvel na tarde deste Sábado 13 de Junho, na R. do Ouro em Lisboa, pouco passava das 15 horas.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 15 de junho de 2026
A propósito de várias aspectos do Portugal actual começo com esta fotografia por mim tirada com telemóvel na tarde deste Sábado 13 de Junho, na R. do Ouro em Lisboa, pouco passava das 15 horas.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
RECORDANDO
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Dei-me ao trabalho, neste Domingo, de calcorrear algumas zonas da cidade de Lisboa. Sempre com a minha companheira Nikon na mão.
E passar por outras, devagar, mas de carro, porque mais vale prevenir que remediar. Zonas onde esses milhares de turistas tão adorados e idolatrados não vão!! PONTO!
E com a máquina fotográfica na mão recolhem-se boas coisas.
Por agora deixo apenas um escasso exemplo da desgraça humana que se encontra mesmo nas zonas nobres: no caso, na rua do Carmo, mas outras vi. São várias, infelizmente.
A cidade das trotinetes eléctricas, da mobilidade eléctrica, do sr Medina e do barbudo ministro; o país que parece preparar-se para dar centos de euros para ajuda nas compras de veículos eléctricos, mas não se consegue acabar com esta desgraça humana!
E fica tudo esclarecido.
Mas a Lisboa das trotinetes, a Lisboa do sr Medina, no que respeita a trotinetes tem muito a fazer, como parece pelo crescente avolumar de questões, pertinentes.
Uma delas, a questão da arrumação, do parqueamento.
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
LISBOA, TOPONÍMIA, IGREJA, LIMPEZA
Estava de manhã e manteve-se durante o dia um céu bastante nublado, a espaços curtos o Sol conseguiu espreitar uns minutos.
Fui fazer o que não fazia há talvez bem mais que um ano. Ir a Lisboa para andar bastante a pé, observar a Lisboa que tantas loas merecem a Moedas e ao inquilino em Belém.
Em boa verdade foi uma coisa muito limitada no espaço, não foi Lisboa, apenas uns pedacinhos:andei pela avenida da Liberdade, algumas das suas transversais, Restauradores, Rossio, Praça da Figueira, Praça do Comércio, Largo de São Carlos, Largo de Camões, Campo das Cebolas, Cais do Sodré, e todas as zonas em seu redor.
Vou frequentes vezes a Lisboa, sempre de carro, com objectivos precisos, e a demorar-me o menos tempo possível : consultas hospitalares, visitas familiares, funerais, almoços ou jantares, supermercados, centros comerciais, eventos culturais nomeadamente concertos de música clássica.
Ontem, 8 de Dezembro, fui a Lisboa com missão precisa, observar, e lembrar-me dos "doutores", "dos das bolhas várias". E para almoçar onde não almoçava há bem mais de 3 ou 4 anos.
Começo pelo almoço, foi no café/ restaurante Austríaco, perto de São Carlos, a fazer 17 anos de idade. Almocei bem. O ambiente estava um pouco diferente do que me recordava, a decoração idêntica e a simpatia e acolhimento iguais, bons.
Já alguma clientela deu-me ligeira indicação do estado de algumas camadas sociais: um casal, pais jovens, com duas crianças, (raparigas, qual ser gestante), bem mal educadas, a mais velha não teria mais de 4 anos, ambas com as unhas pintadas de verde meio escuro, pelo menos um terço do tempo a chorar ou berrar, de pé nas cadeiras, e atirando constantemente os casacos para o chão. Comportamento à mesa sem palavras, comida na mesa e no chão. SIGNIFICATIVO.
Muitos portugueses, muitos estrangeiros, basicamente alarves. Sinal vermelho para peões nas transversais às ruas do Ouro Augusta e Prata . . . . . passa-se na mesma, os carros abrandam para turista passar.
Muitos portugueses, muitos estrangeiros, basicamente porcos e com falta de educação e civismo. Lixo no chão, abundante, em muito por onde andei. Não há carros aspiradores e varredores que consigam dar conta do recado.
Em muitas ruas da Baixa de Lisboa imensas casas/ lojas/ comércio fechados. Na rua do Coliseu como aliás em muitos outros sítios obras e obras, hotéis e hotéis.
Outras ruas também mas a rua Augusta parece um comboio de restauração.
Será muito giro, muito bom, ai que bom, por mim deixo aos outros desvanecerem-se com aquilo tudo.
Livraria Ferrin, na parede continua o nome, por dentro é outra coisa.
A não regressar!
AC
sexta-feira, 17 de outubro de 2025
domingo, 21 de setembro de 2025
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
quarta-feira, 9 de julho de 2025
domingo, 6 de julho de 2025
sexta-feira, 4 de julho de 2025
Sou curioso quanto baste. Não sou intrometido.
Às vezes a curiosidade leva-me a sítios e coisas interessantes outras . . . . . . . curiosas.
Ao longo da designada avenida Infante D. Henrique (para um e outro lado) há um aspecto muito diferente do que ali existia antes da Expo 98 ter sido pensada. Mas persistem "preciosidades" de degradação, também nas ruas para dentro. Basta andar por Xabregas, Beato, Poço do Bispo, Braço de Prata.
Havia depósitos de combustível, havia uma aspecto horrível entre aquela parte de Lisboa e o Tejo, havia por exemplo Beirolas cheirando a militar e guerra colonial/ guerra do ultramar, havia Braço de Prata onde residia um dos esforços para prosseguir a guerra em África.
Acabou a guerra que mantivemos em África, mas o horroroso mau aspecto daquela zona manteve-se décadas.
Há cerca de talvez 15 anos andei numa estranha ruela, Rua Capitão Leitão, à procura (com a minha mãe) da casa onde viveram por algum tempo os meus avós maternos, onde nasceram as duas filhas, sendo a mais nova a minha mãe (8 JUL 1925 - ??). Um sítio pouco recomendável. Já não se achou. Mas o que se via era ainda muita degradação.
Voltei lá ontem, melhor não estava. E por curiosidade fui ver aquilo que hoje chamam "Fábrica de Braço de Prata".
Depois de andar lá por dentro da agora dita "Fábrica", depois de observar bem e ver quem por lá andava, observar o estado daquilo, observar a limpeza e organização, tudo muito "semelhante" 😳😳 ao que se observa por toda a enorme área "Parque das Nações", decidi ir visitar a "Fábrica" pela NET.
Respeitando, SEMPRE, a opinião de outrem (concordando e discordando), cheguei às seguintes conclusões":
- propaganda e realidade (como sempre soube), reconfirmei que são coisas muito diferentes.
- pareceu-me ser um daqueles sítios a que alguns chamam "da noite lisboeta".
- pareceu-me ser um aqueles sítios a que alguns chamam "ninhos de cultura".
- pareceu-me ser um daqueles sítios onde se pode colocar aquilo a que alguns chamam "palcos mais arrumados".
- a limpeza do local e o aspecto higiénico de certos residentes, de cujo odor me apercebi, conjuga bem com certos estilos. Respeito, mas não é o meu.
Das várias fotografias, deixo apenas quatro, as que imagino menos impressionáveis.
AC
sexta-feira, 6 de junho de 2025
O presidente da Câmara do Porto revelou, esta terça-feira, estranhar a abertura de tantas lojas de “souvenirs” (lembranças) em locais de destaque no centro da cidade. Rui Moreira recusa que o Porto seja transformado num “far-west” e insiste no fim do licenciamento zero.
Rui Moreira pede ao Governo poderes para regular lojas de souvenirs
“Como é possível, em sítios premium, de repente, abrirem determinadas lojas cujo produto da venda não parece suscitar o consumo dessas lojas?”, questionou o presidente da Câmara do Porto, insistindo que está de mãos atadas, uma vez que, devido ao licenciamento zero, a Autarquia só sabe que atividade vai funcionar numa loja quando esta abre.
“Muitas vezes, só sabemos que um estabelecimento noturno abriu, apesar das regras com a movida, depois de os espaços abrirem e quando os moradores vêm reclamar que há ruído. Não é normal que os presidentes de Câmara não possam ter relativamente à sua cidade, na regulação do comércio e das atividades económicas, qualquer capacidade de interferir para além do que está no PDM (Plano Diretor Municipal”, considerou Rui Moreira.
Manifestando-se preocupado com algo que “está a degradar a imagem da cidade”, Rui Moreira manifestou, assim, estranheza quanto ao facto de lojas que vendem “souvenirs” conseguirem receita suficiente para suportarem rendas de estabelecimento comerciais nobres do centro da cidade.
O autarca revelou, nesse sentido, que a sua estranheza não é única, informando que, em setembro do ano passado, foi contactado pelo então ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, para lhe solicitar “um levantamento e o mapeamento” daquele tipo de lojas no Porto, referindo que estaria a ser efetuada uma investigação pela Procuradoria-Geral da República ao “boom” daquele tipo de comércio em Lisboa.
“Pedimos à Polícia Municipal. Há um ano, em 47 artérias do centro da cidade havia 181 lojas dessas. A preocupação então do ministro é que não parecia haver uma relação direta entre as vendas e as rendas, na medida em que se vão apropriando de locais 'premium' da cidade do Porto, o que não parece ser compaginável com o tipo de produtos que vendem. Há, de facto, um problema”, vincou.
Ainda assim, Rui Moreira recusou especular sobre eventuais “interesses ocultos” na proliferação das lojas de “souvenirs” no centro do Porto. “Não me compete avaliar se há interesses ocultos ou não. Apenas transmitir a preocupação que o Ministério da Administração Interna tinha e que acho que a maior parte dos cidadãos do Porto também tem”, referiu, para reforçar: “A burocracia não se acaba com tudo ao molhe e fé em Deus”.
“Tem-se procurado combater a burocracia pelos automatismos. Qual é o problema? Transforma-se a cidade num far-west, onde qualquer pessoa pode abrir qualquer atividade sem ter qualquer satisfação”, sustentou o autarca.
Manifestando-se “incomodado” com o encerramento da Livraria Latina, o presidente da Câmara do Porto responsabilizou sobretudo os hábitos de consumo dos cidadãos, que optam, cada vez mais, por compras online.
“Muitas das pessoas que estão indignadas nunca lá compraram um livro. Uma loja não é um papel de parede. É um sitio onde temos de ir. Isso leva a que este tipo de atividades extingam. Um presidente de Câmara nada pode fazer, pode apenas chorar como os outros. Tem muito a ver com as opções que os cidadãos fazem. Temos que perceber que ditamos o futuro de uma cidade através das nossas práticas de consumo. Se queremos comércio e restaurantes tradicionais temos que ser nós os consumidores”, sustentou.
domingo, 13 de abril de 2025
UMA ÁRVORE NÃO É UMA FLORESTA
Sim, eu sei, sei que uma árvore não é uma floresta.
Sim, eu sei, sei que uma árvore, ou duas, ou três, mesmo umas quantas mais árvores, NÃO constituem uma floresta.
A floresta é coisa imensa, e há-as de diversos tipos, digo assim.
A Floresta Negra na Alemanha, por exemplo, é uma coisa.
As florestas no Norte da Suécia e da Finlândia e da Noruega são outra coisa, bem diferente.
As floretas Siberianas outra coisa.
A zona de Shenandoah na Virginia é outra coisa ainda mais diferente, colossal nas suas cores e imensidão.
Sim, eu sei que umas quantas árvores não constituem uma floresta.
Mas também sei que, se as árvores forem crescendo mas, sobretudo, se mais árvores do mesmo tipo forem paulatinamente plantando, daqui a uns anos o arvoredo começa a aproximar-se de uma floresta.
Vêm estas palavras a propósito do meu dia de Sábado, 12 de Abril de 2025.
A notícia chegou-nos na véspera, já noite avançada. Por essa razão, estivemos no Sábado a partir das 0930 horas nas capelas mortuárias / Centro Funerário da Servilusa, na avenida dos EUA.
Cumprimos o nosso dever para com a amiga (cunhada de uma senhora, figura pública muito conhecida em Lisboa) de meninice da minha mulher e, depois, estava a barriga a dar horas, tínhamos de comer alguma coisa. Mais tarde, depois de comer, aliviámos o espírito assistindo a um pequeno concerto de música polifónica sacra, na igreja dos Mártires na rua Garrett, Lisboa.
Portanto, tivemos de atravessar a ponte Vasco da Gama e percorrer de carro e a pé certas zonas da cidade de Lisboa.
Do Centro Funerário, fomos descer a avenida Almirante Reis directos à Praça da Figueira onde deixámos o Smart no parque subterrâneo. Descemos portanto, de carro, parte da avenida de Roma, Praça de Londres, zonas em redor do Instituto Superior técnico, Avenida Almirante Reis, Martim Moniz, Praça da Figueira.
Depois, andámos a pé, e observámos com atenção, a Praça da Figueira, várias ruas transversais às do Ouro Prata e Augusta, Rossio, rua do Carmo, rua Nova do Almada, rua Garrett, Chiado, largo Luís de Camões.
E o que fomos observando?
Da ponte Vasco da Gama observámos a imensidão (70/ 80 ou mais?) de barcos (???) dos grandes empreendedores imigrantes (todos obviamente legais) das amêijoas japónicas, actividade que constitui uma das maiores alavancas da economia portuguesa.
Ao descer a Almirante Reis, os prédios espectaculares de há 60/ 70 anos e, a ver pelas pacatas pessoas nas varandas, devem certamente estar com uma família normal por andar/ apartamento.
No Martim Moniz, a caminho da Praça da Figueira . . . o habitual!
Ao começar a entrar na Praça da Figueira consegui, sem excessiva dificuldade, abrir caminho por entre tuk-tuks e táxis e gentalha que acha que no meio da estrada é que é o seu lugar, e meter então o Smart no parque subterrâneo.
Andando pelas ruas da Baixa (Ouro, Prata, Augusta e várias transversais, fomos por três vezes abordados por escumalha perguntando em voz baixa se precisávamos de marijuana ou cocaína.
Nesta Baixa, é cada vez mais rasca (opinião pessoal naturalmente) o ambiente, quer olhando para as lojas (???) de "souvenirs "(???), quer olhando para a gentalha em cima das trotinetes ou com lençóis no chão e exposição de . . . . . coisas que pretendem vender.
Ruas, Nova do Almada mas, sobretudo, Garrett e algumas transversais , Carmo e Chiado e Largo Luís de Camões, com ambiente turístico (???) explosivo isto é, montanhas de gente, na maioria com todo o ar de, CERTAMENTE, gastar por cá muito dinheiro. Muito bom para a economia TUGA!
Fiquei muito bem impressionado. Vi naquilo tudo um lindo e promissor futuro. Como sempre, admito poder ter reparado mal em todas as coisas e situações.
Ah, certamente por acaso, não me cruzei com um único polícia. Admito que talvez por ser hora da paparoca, pois comecei a andar a pé cerca das 1145 horas ao emergir do parque subterrâneo, e entrámos num restaurante na zona do Chiado seriam pelo menos 1330 horas.
António Cabral (AC)
terça-feira, 8 de abril de 2025
LISBOA
HARMONIOSA? TECNOLÓGICA? SUSTENTÁVEL?
































