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quarta-feira, 9 de julho de 2025

BOAS  VISTAS


Confirmei, mais uma vez:
- viver não custa, saber viver é outra coisa.
- as maravilhas que o dinheiro consegue na renovação de "jóias" de património edificado.

De outra forma, há quem a leve na boa!

AC

terça-feira, 16 de julho de 2024

HABITAÇÃO, CASAS, IMOBILIÁRIO, ESPECULAÇÃO
Legitimamente, certamente como muitos milhões de concidadãos, gostava de mudar de casa.
Não me posso queixar.

Vivo num muito razoável T3, com 2 casas de banho, e garagem com espaço para dois carros. Vivo aqui há mais de 35 anos.
Quando me lembro do que paguei (dívida bancária há muito liquidada) e do que teoricamente agora vale, é de arrepiar. 

Gostava de mudar de casa.
Mas falta-me "tempo"!

Acresce que, se tivesse mais "tempo", creio que demoraria bastante a decidir o que escolher.

Presumo que muitos poderão concordar que, ao ponderar este tipo de assunto, para além de eventualmente consultar imobiliárias e tentar não ficar assustado com a especulação que grassa por todo o lado mesmo no interior profundo (inacreditável os preços pedidos em aldeias históricas), é complicado decidir nesta matéria.

Reparem.
Campo, cidade, arredores de cidade, perto ou não dos filhos e netos, acessibilidades, etc.

Acresce, pensar em, relaxar ou petiscar, segunda ou terceira habitação, centralizado, vistas do "skyline" ou não, privacidade parcial ou total, elegância clássica ou contemporânea, a vertente de investimento ou não, tipologia de um só piso ou eventualmente quatro, acabamentos de altíssima qualidade ou só de alta qualidade, distância em minutos aos centros, aos cinemas ou supermercados, uma nova vida de brilho leveza e inspiração, que integração na envolvente, com ou sem pérgulas bioclimáticas, a redução do impacto ambiental, o uso racional da energia, com ou sem vistas para a harmonia, sensações desafogadas, comodidade mas também muita sofisticação, tecnologia inovação mas também inspiração, refúgio de tranquilidade, combinações sublimes . . . . 
. . . .. . . . . . . . . 
concordarão não é fácil decidir!
AC

sábado, 13 de julho de 2024

EM  REFLEXÃO
Neste Sábado, que está razoavelmente soalheiro (por aqui), e depois de fazer o almoço, tenho estado a pensar/ meditar em muitas coisas. 
Sim, estou esticado num dos sofás e a matraquear o teclado do portátil.

Mói-me a situação de desemprego a que assisto sem ter qualquer possibilidade de alterar a situação.
Se fosse gémeo isto é, se tivesse irmão gémeo, pedia cunha ao que por acaso é meu filho ou ao que por acaso é meu pai. Mas não sou.

Tenho estado a meditar nos netos, e a pensar no futuro.
Tenho estado a meditar em muitas coisas e, por exemplo, em assuntos lidos esta manhã e que me puseram a reflectir sobre o estado DISTO!
 
Mas decidi há pouco tentar alhear-me das agruras pois, como dizia o avô Trindade, a preocupação é a mais comum forma de suicídio.

E dei comigo a lembrar-me, outra vez, que gostava de mudar de casa.

Ao olhar a certos anúncios vi-me de repente numa angústia, sem saber o que escolher. 
Explico.

Fixei-me em quatro aparentemente excelentes oportunidades, 
- um "chalet" na Parede por 7 500 000 €
- uma moradia em Colares por 998 000 €
- uma moradia em Belas Clube do Campo por 2 500 000 €
- uma moradia em Birre por 3 750 000 €.

Parece-me óbvio que a mais ao preço da chuva de tão barata deve ser uma porcaria. Passo adiante.

O "chalet" só me coloca ligeira reserva porque é capaz de ser complicado arranjar pessoal, criada de fora, criada de dentro, condutores.

Vou parar, e depois do lanche logo penso melhor. Não concordam?
AC

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

QUESTÕES  HABITACIONAIS

Li que a Riberalves, através do seu ramo imobiliário, pretende construir um complexo turístico de quatro estrelas junto à Praia dos Moinhos, em Alcochete.

Parece que será uma mistura de apartamentos e unidade hoteleira, dizendo ainda a notícia que a coisa está em avaliação de impacto ambiental até 9 de Outubro.

É curiosa a forma como estas coisas se desenvolvem, em tão apertado prazo. Eu costumava andar bem informado acerca do que se passa na zona mas soube agora pelo jornais. Ando muito distraído, só pode.

Entretanto os grandes empresários Asiáticos das amêijoas, alguns dos quais acolhendo-se periodicamente aos escombros da ex- Seca do bacalhau que por ali ainda não caíram completamente, vão mudar-se para onde?

Ah, e o areal onde eu e outros fazemos caminhadas, e que é domínio público marítimo, vai ser comido pelo empreendimento, deixa de ser 
publico? Aguardemos.
AC

segunda-feira, 8 de maio de 2023

DIA  8
Andando por aí um certo ou mesmo grande reboliço sobre imobiliário, sobre dificuldades no âmbito da habitação, lembrei-me dos meus tempos em que pagava renda a um senhorio, coisa que terminou há quase quatro décadas.

E deu-me para gastar um certo tempo a passar os olhos por legislação sobre o assunto, e o "pacotinho" deste governo sobre a coisa. A minha conclusão primeira é . . . Uff! Adiante.

Ao recordar os tempos em que pagava renda, veio à memória o célebre dia 8 de cada mês que, creio, a esmagadora maioria dos meus concidadãos tem na mente como sendo o dia de pagar a renda.
E não é bem assim.

A questão é - até quando se pode pagar a renda de casa ao senhorio?

Formal e legalmente o senhorio deve ser ressarcido no primeiro dia útil de cada mês, melhor dito, a renda vence-se 
no 1.º dia útil do mês imediatamente anterior a que diga respeito.

Mas como temos o famoso - calendário - o primeiro dia do mês pode por vezes calhar num feriado, ou num dos dias de fim de semana e, portanto, há que então fazer contas. 

Se o 1.º dia do mês calhar a um feriado, Sábado ou Domingo, avança-se até ao 1.º dia útil.

O mais curioso é que o limite para pagamento de renda pode ser o dia 9 do mês, basta para tanto que o dia 1 tenha sido numa segunda-feira.

Se o dia 1 cair num Domingo, o 1.º dia útil será a segunda-feira seguinte,  ou seja o dia 2. Significa então que somados 8 dias o último dia para pagar a renda ao senhorio é dia 10. 
Mas pode até ser a 11, ou a 12, se o dia 1 do mês calhar num Sábado ou numa 6ª Feira que seja feriado.

Mas voltando ao sururu sobre as casas, nada como uma boa e muito longa caminhada por aí para avaliar ainda que superficialmente o tema, que é complexo. 
Caminhada que fiz no burgo onde resido e onde observei habitação nova e observei o casco velho.
Depois, gastei bastante tempo a percorrer os olhos por algumas dos milhares de fotografias que tenho sobre imensas cidades, vilas e aldeias do Portugal Continental.

Admito, como sempre, que posso estar totalmente enganado mas, aumenta a minha convicção de que este problema de habitação é sobretudo premente em Lisboa e na área metropolitana de Lisboa.
Não estou a afirmar que é inexistente em outras áreas.
Em cima disto, a esquerda violentamente a cair nos costados de Costa. 
Tão amigos que eles eram.
Mas posso estar enganado. 
AC

sexta-feira, 10 de março de 2023

HABITAÇÃO, GOVERNO PS, ANTÓNIO COSTA 

Esta coisa da habitação vai dar muito que falar. O comentador-mor referiu-se também a isto na sua homilia de ontem à noite.

Este assunto recorda-me o famoso decálogo das fases de um projecto:

1º - optimismo geral
2º - desorientação geral
3º - granel generalizado
4º - período de excitação incontrolável
5º - salve-se quem puder
6º - procura desenfreada dos culpados
7º - castigo exemplar dos inocentes
8º - recuperação do optimismo perdido
9º - fim inexplicável do projecto
10º - condecoração e louvores aos não participantes

AC

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

LISBOA e o IMOBILIÁRIO
Parece faltar "poucochinho" para a muito idosa penitenciária de Lisboa começar a ser desmantelada. 
Processo que certamente se arrastará.

Perto da penitenciária continua há anos um terreno vazio, terreno onde há décadas existiu uma enorme infraestrutura do Exército.

Tal como vazios estão os terrenos da muito antiga e destroçada feira popular.

Será que nestes e em outros vazios irão construir "habitação muito social" para abrigar sem-abrigo, desalojados, imigrantes ?
Lembrei-me disto agora. 
Estou certo que todos esses terrenos terão a curto prazo um destino louvável!
AC  

quarta-feira, 1 de junho de 2022

COMO  CLASSIFICAR  ?

Há umas semanas, no Expresso, lá vinha mais um artigo daqueles que tenho sempre dificuldade em classificar. Não exactamente apenas pelo  texto mas mais por causa de quem o escreve. O título - "Custos da energia "empurram" portugueses para casas sustentáveis"

Até que é engraçado, cada vez pago mais electricidade e gás e muito antes da pandemia e guerra. Já aliás aqui em tempos deixei um registo comparativo sobre o gás.

No subtítulo da peça indicação de que a subida de preços leva a que a procura de casas mais sustentáveis suscite maior interesse do mercado. Ah o sempre bem-dito mercado, e a boa nova, o mercado está a tentar contrariar a tendência para grandes gastos de energia e de água! Obrigado mercado. E claro, nichos de mercado já a colar-se para beber do PRR. 

Depois seguem uns exemplozitos. Mas não deixam de confessar - "quanto menos for a área da casa mais cara fica a eficiência energética". Quanto a aspectos particulares, lá se abordam, painéis solares térmicos, coberturas fotovoltaicas, turbina de hidrogeração, etc., e lembram que  - "estes edifícios são o novo normal" - pois se antevê uma procura exorbitante por estes novos edifícios sustentáveis!

Não faço ideia se alguém pediu para publicarem um escrito assim, se alguém pagou, se o autor do texto está a pensar na maioria da população portuguesa que como se sabe tem o nível de vida Nórdico ou nos Marcianos.

Numa parte do texto, vem uma referência a - "….num T3, com um mínimo de 4000,00 € em obras cirúrgicas já é possível obter melhorias nos consumos". Já é possível! Obrigado pela dica.

Saberá o escriba quantos em Portugal podem gastar neste momento esse dinheiro, esse tal de "mínimo", que aliás nunca é esse mínimo apontado? 
Saberá o escriba, por exemplo quanto custa, para uma sala com janela em L para a rua, em que as pernas do L são 1,0 e 4,0 metros respectivamente, para janelas completas em material de média qualidade, vidro duplo, com corte térmico, e aberturas normais e basculantes? Eu sei, porque o paguei. E se fosse agora não me custava o mesmo de há poucos anos. Claro que pode ser sem corte térmico! Ou sem aberturas basculantes! Ou, talvez só com um vidro, mas mais grossinho!

Eu não sei se o escriba se inspirou em mínimos para casinhas na Quinta da Marinha. 
Este tipo de artigos servem a quem, a que portugueses se dirigem?
Aos estrangeiros ricos que por cá se fixam servem certamente, como casal francês meu amigo. Sabem onde estão as boas casas, as novas sustentáveis e baratinhas, e imóveis antigos que transformam com ………..uns mínimos, como fez o casal Francês meu amigo junto ao Largo do Carmo! Enfim.
AC

quarta-feira, 20 de abril de 2022

A U T A R Q U I A S,  Autarcas

SENHORES PRESIDENTES DE CÂMARAS MUNICIPAIS, PORQUE NÃO CONTROLAM E ACABAM COM ESTAS VERGONHAS?

NESTE CASO, QUE ASSIM PERMANECE HÁ MUITOS ANOS, SERÁ  POR O DONO SER UM DOS RICOS DA TERRA?

AC

sábado, 20 de novembro de 2021

KADAFI dos PNEUS. TESTA de FERRO.

Vi o 1º e o 2º episódio de uma investigação da SIC à volta de dívidas e da vidoca de Luís Filipe Vieira. O grosso das dívidas sobre o BES /Novo Banco, mas dívidas também relevantes no BCP e CGD. NATURALMENTE.

Esta investigação da SIC é notável a todos os títulos. E, pelo meio, tem coisas muito interessantes como, por exemplo e entre outros pormenores, recordar certa gentinha que se misturava em vergonhosas comissões de honra. 

Fica mais uma vez bem demonstrado que muito do que se passa neste desgraçado país tem envolvimento profundo de, CCDR's que fazem ou não o seu trabalho de serviço público em defesa do Estado, banca, autarcas que fazem o que muito bem se sabe. E não é por acaso que um dos títulos da investigação é "testa de ferro" pois é com este tipo de criaturas que certos outros malandros passam o dinheiro lá para fora, ficando sempre os balanços na banca por cá a arder! Desgraçado país.

E por isto se percebe muito bem a proximidade de certos dirigentes desportivos com certos autarcas e nomeadamente em Lisboa e no Porto, e por isso se percebem os sucessivos convites para viagens, férias, festas e etc., de que a investigação da SIC dá uma pequeníssima amostra.

E por isto se percebe muito bem porque é que, quem muito bem se sabe, tem feito tudo ao longo dos anos para que nunca se ponha em vigor em Portugal a questão do "ónus da prova" ou seja, o cidadão ter de provar os seus proventos e vida não compaginável com a profissão que tem e que, portanto, não actuou à margem da lei.

Querem que seja o Estado a provar, e para isso, o MP e a PJ não têm os meios que deviam ter, e para isso tivemos no passado certos ministros a interferir com o sistema de justiça, e para isso tivemos e temos certas hierarquias no MP, e para isso temos certos ministros de justiça! Sempre a bem da Nação!

AC

sábado, 13 de fevereiro de 2021

CHAMAM-LHE  DESPORTO  REI

AINDA a PROPÓSITO deste desporto

Desporto rei! Enfim!

De certa forma em complemento do meu post sobre o futebol, e sobre a violência a que impunemente se continua a assistir, e sobre o incitamento ao ódio por dirigentes e outros (e nesses outros incluindo-se uns quantos energúmenos que foram eleitos em actos eleitorais; desgraçado país com canalha desta) a que impunemente se continua a assistir, e continuando a sobrevalorização do chamado futebol, tudo isto demonstra bem quão terceiro-mundista Portugal pode ser considerado. Sim, olhe-se ao bombardeamento mediático em jornais e canais de televisão, constante, diário, horas a fio, olhe-se ao entrosamento de políticos, juristas e banqueiros com dirigentes de futebol, e compare-se toda essa cena com os reais e complexos problemas que a sociedade portuguesa enfrenta. Não há nisto qualquer coisa de anormal, de excessivo, de desproporcional? É razoável um incitamento claro ao ódio até por parte de eleitos, mesmo sendo da parte de quem há muito se revelou imbecil, sem categoria alguma? É razoável partir-se uma perna como aconteceu no último jogo do Porto?

AC

sábado, 5 de dezembro de 2020

QUEM O MANDA SER PARVO ?

SE VIVESSE EM PORTUGAL, O EX-MINISTRO DAS FINANÇAS AUSTRÍACO NUNCA SERIA CONDENADO A OITO ANOS DE CADEIA POR VENDER IMÓVEIS DO ESTADO MUITO ABAIXO DO SEU VALOR.

É SÓ LEMBRAR-MO-NOS  POR EXEMPLO, DESDE 1991, A VENDA DE IMENSO PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO QUE ESTAVA NO ÂMBITO DO MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL E QUE TEORICAMENTE IRIA REVERTER PARA FAZER RECONVERSÕES DENTRO DO MDN E DAS FA, PARA NÃO FALAR DE OUTRAS COISAS MAIS RECENTES..........ENVOLVENDO ........"ESTAMO" BEM NÃO É VERDADE..........

AC

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

 ESTRANGEIROS  "RICALHAÇOS" (!?!?)....

Numa daquelas brochuras que de vez em quando acompanham certos jornais, particularmente sobre imobiliário, li há tempos uma pequena entrevista em que uma certa criatura discorria sobre "Residente Não habitual" e "Vistos Gold" e "Aconselhamento de Pessoas Fora do País". De acordo com essa criatura, Portugal tornou-se num grande lugar para investir, em particular em Lisboa. Dizia o sr, que a capital aumentou as exportações até 40 % nos últimos anos e que entre os tais programas "Residente" acima referido e Vistos Gold foram recebidos milhares de milhões de investimento estrangeiro. Ena, milhares de milhões! A criatura e colegas viajam pelo mundo para reunir com potenciais clientes nas respectivas cidades!

Investimento estrangeiro é sem dúvida muito importante, e conseguir transferências de tecnologia e saberes, é indispensável. 

Mas esta coisa do imobiliário e à volta do imobiliário, e à volta de criaturas como esta, não só me cheira sempre a qualquer coisa menos saudável, como me lembra o vigarista que fotocopiou centenas de documentos antes de se ir embora, como de outros jeitosos apreciadores de Gold e fatos por medida. Mas estou certamente enganado, como de costume.

AC

terça-feira, 10 de novembro de 2020

A  CIDADE  do  CONHECIMENTO,  e 

O  BAIRRO  da  PARVOÍCE

Aqui têm as fotografias, não engano ninguém, nunca.

É tudo na mesma cidade, SETÚBAL.

Não é certamente caso único, quero com isto dizer que, certos anacronismos, certos paradoxos, certos extremos, disto tudo Setúbal não tem o monopólio.

Como se retrata no artigo (página 5 do SEMMAIS de 31 Outubro) em Setúbal existe um bairro designado "Parvoíce". Não, não é nenhuma parvoíce, é mesmo o nome dum sítio a que chamam bairro, onde vegetam cerca de 150 pessoas naquele local clandestino. A notícia diz que este inacreditável lugar está perto da paróquia de N.Sra. da Conceição. Parece que a coisa existe desde 2000. Só há vinte anos!

Claro, gente vinda de África, obvia e certamente muito bem tratada pela autarquia. Pela autarquia, e por entidades várias, certamente. Um dos Portugais, dentro do Portugal do hidrogénio verde, e dentro do Portugal onde os transportes públicos arrasam qualquer COVID que ousar lá entrar!

Parece que salubridade e faltas de água são duas das várias pedras de toque daquele sítio. A notícia não refere nada quanto a eventuais vistas desafogadas como em certos magníficos bairros do concelho de Almada.

No mesmo SEMMAIS, (página 10), dão a conhecer que daqui a nove anos vai arrancar em Setúbal a "Cidade do Conhecimento". Já há plano estratégico para a coisa. Irá implantar-se no "famoso" Vale da Rosa que, se a memória não me falha, é uma coisa que em tempos andou muito falada e ligada ao BPN e certos senhores. Ou estarei a fazer confusão?

A Câmara de Setúbal é parceira deste projecto. 

De acordo com a notícia, na apresentação do tal plano estratégico o vice-presidente da autarquia sadina debitou coisas como - será uma nova área urbana voltada para o conhecimento, associada a uma industria do conhecimento....há décadas que as sociedades comercializam o conhecimento, mas não com uma dimensão destas. POIS!

Conhecimento por um lado e, parece, desconhecimento e abandono por outros lados. Portugal e autarquia no seu melhor.

AC

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

ESCANDALEIRA  COLOSSAL
Escandaleira colossal, há anos, grassa em Lisboa à vista de todos, mas nada acontece. LESBOA, a rainha das escandaleiras.
Ninguém consegue arranjar forças para se revoltar.
A máfia sucialista e dos interesses, bem controlando tudo e todos.
Quem são os responsáveis primeiros na CMLisboa, por tudo isto?
Por um regabofe desde há anos, subindo em exponencial o regabofe? Há outros a adicionar?
Não escrevo isto na sequência de artigos recentes sobre estas coisas, nem na sequência de, aparentemente, o vereador Salgado andar a ser investigado.
Tenho bem presente a Lisboa, de 1966, 1970, 1980, 1988, 2000, a actual. O meu falecido pai tinha imensas fotos de Lisboa a Cascais.

Para quem como eu, há anos calcorreia Lisboa (eu calcorreio Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Ponte de Lima, Braga, e muitas outras cidades vilas e aldeias do Continente, e desde 2007 muito intensamente) com ou sem máquina fotográfica (a Nikon acompanha-me sempre) sabe, conhece, observa, regista, cogita, sobre tudo o que vê. E já se não vai espantando.
Centro-me agora em Lisboa.
Está moderníssima, cheia de turistas, com muitas lojas nas grandes avenidas, muitos restaurantes rascas e outros bons, muitos hotéis e prédios novos de traço discutível, crescem os AL e os hostel.
Restam poucos edifícios emblemáticos nas grandes avenidas, fruto de tempos passados, como os do inacreditável Abecassis das destruições de edifícios nas avenidas e dos canteiros na rua do Carmo, canteiros que "tanto jeito deram" quando do incêndio no Chiado.

Tem havido ou não descaracterização da cidade?
Como está a qualidade de vida, por exemplo:
> Na Avenida da Igreja?
> Na Avenida da Liberdade?
> No Rossio ou nos Restauradores?
> Na Defensores de Chaves?
> Na rua da Estefânia?
> Na Avenida Almirante Reis?
> No Beato?
> Na Duque de Loulé?
> Na Avenida de Roma?
> Na Madre de Deus?
> Em Carnide?
> Em Benfica?
> Na Buraca?
> Em Xabregas? ETC

Com está o trânsito? 
Olhem para a zona do Campo Pequeno, e para a rua em frente à sede da CGD, e para a Baixa.
Passeiem pelos miradouros da cidade, observem o que conseguem ver, ou já não.
Passeiem pelas zonas em volta de S.Bento e vão até ao Rato ou à Estrela.
Andem pelas avenidas e ruas. Andem pelos bairros típicos de Lisboa, reparem nos buracos em passeios, e nos buracos para tentar construir torres, nos tapumes e andaimes das obras. Lembrem-se dos sucessivos Martim Moniz.

Como infelizmente estou numa fase da vida em que, com cada vez maior cadência (neste Domingo, mais um amigo será cremado), frequentando cemitérios, capelas mortuárias e crematórios, observo e recordo coisas estranhas que a comunicação social veicula, que ninguém desmente, aliás tudo calado para não levantar mais ondas, mas a porcaria é nauseabunda. E sempre vários conhecidos lá estão no lamaçal.

Projectos, desejos, desrespeito provável por PDM ou inexistência de actualização de PDM, há sempre um pouco de tudo. Tal como ir a leilões e comprar barato aquilo que se sabe poder depois vir a render bom dinheiro especulativo. E sempre ginástica e engenharia nas contas camarárias.
Adicionalmente, arranjar maneira de se furtarem a vistos prévios, concursos, criação de mais empresas municipais ou seja, câmarazinhas dentro da câmara, para assim a porcaria ser ainda maior e mais à vontade. O cheiro pestilento chega a todo o lado mas os sorrisos cúmplices permanecem.

Claro que ninguém põe cobro a isto, sobretudo se quem o podia e devia fazer deu início a estas pouca vergonhas há anos, prossegue hoje aldrabando tudo e todos, e sonha acabar no estrangeiro.

Eu vou fotografando, e vendo o trágico em que tudo se vai transformando, sob o sorriso patético do patetinha que aspira a ser gente. Portugal, o País encantador, seguro , e acolhedor de reformados estrangeiros, com queimadas crescentes mas bonitas.
Que bovinidade.
AC

quinta-feira, 14 de março de 2019

AS  CASAS  e  a  REALIDADE
Naturalmente, não sendo directa ou indirectamente do sector das imobiliárias, e não tendo percorrido o Continente de alto abaixo nos últimos 12 meses, a minha percepção pode estar distante da realidade. Pode, mas palpita-me que não está.
Vem isto a propósito das declarações que ouvi ao inefável sr Mourinho Felix, que me dá a ideia de se estar a preparar para ser futuro ministro das finanças.
A ladainha debitada pela criatura fez-me lembrar Cavaco Silva, Marques Mendes e muitos outros descarados agentes da aldrabice nacional a propósito da solidez do BES em 2014, tal como me faz recordar os aldrabões políticos da sua cor e aparentados, vivos, e alguns já falecidos.
Disse a criatura, mais ou menos isto, que estão atentos e não há bolha imobiliária, existe apenas uma correcção de mercado face aos anos anteriores.
Para cromo político tem todos os ingredientes.

Conheço alguma realidade, e não é o "diz que", por exemplo de áreas de, Lisboa, Cascais, Parede, Carcavelos, Idanha-a-Nova, Setubal, Montijo, Covilhã, Alcochete, Samouco, Castelo Branco.
Escrevem alguns - É relativamente normal que o valor a que são colocados anúncios de casa para venda possa não ter a mesma tradução no preço pelo qual elas são efectivamente vendidas.
Eu arrisco dizer, é normal na situação em que andamos desde 2016 isto é, a especulação vem crescendo.
Mas uma coisa são os anúncios que se encontram na propaganda das imobiliárias já de si escandalosos, outra coisa é o preço que de viva voz se indica a quem vai lá ver. Depois, numa escritura, isso é outra cantiga.

Não foi com surpresa que ele me disse - é um bocadinho mais - depois de eu ter avançado com esta frase - se calhar uns 650000,00 € já compram esta casa.
O bocadinho, eram mais 300000,00 €.
Correcções de mercado, certamente Mourinho, haverá um pouco por toda a parte, mais nas grandes cidades ou locais exóticos ou históricos.
Mas pedir (outro exemplo) por uma "coisa" construída (mal) entre 1978 e 1980, mal dimensionada interiormente, sem garagem, com três pisos servidos por caricata escada de caracol, a bagatela de 650000,00 € quando, quem informa, muito honestamente até confessa que "aquilo" tem que ser tudo remodelado, indicia bem o estado em que isto tudo se encontra.
Naturalmente, nem um francês, e estão a aparecer vários pela zona que melhor conheço e que compram caro bons apartamentos junto à água, vai dar dinheiro a malucos.
Mas que há uma especulação brutal, .
E quanto a empréstimos bancários?
Será que estão a avaliar as casas com a mesma benevolência com que terá sido feita a avaliação ás antigas instalações da SIC?
Depende do apelido, não é?
Quanto a Mourinhos, que seja o do futebol, ao menos parece-me saber o que faz e diz.
AC

terça-feira, 10 de julho de 2018

COM um "DONO" do BANCO de PORTUGAL Assim......estamos sempre safos,...... NÉ ????
Avisou o sr Costa - que começaram a surgir “alguns sinais de sobrevalorização” dos preços no imobiliário em Portugal, em especial no segmento residencial, e considera que as indicações de sobrevalorização são “muito limitadas“, mas deixa um alerta de que “a duração e a rapidez do crescimento dos preços podem implicar riscos para a estabilidade financeira em caso de persistência ou reforço desta dinâmica“.
Obrigadinho oh Sr Costa, ainda ninguém tinha notado a especulação que anda aí há mais de um ano, ainda ninguém tinha notado como a banca está a emprestar a torto e direito como antes da crise e, digo eu, de certeza a fazer outra vez empréstimos a amigalhaços para, mais tarde, lá dar as imparidades habituais, e lá estarem os parvalhões do costume como eu a ter que ver retirado dinheiro de tudo e mais alguma coisa incluindo pensões e salários, para acorrer aos f***** de uma G*****   V**a.
António Cabral (AC)

Ps: tem uma série de dias o texto acima, retirado de um dos OCS "tugas", mas teve de certa forma uma recente actualização; parece que o governador do BdP anda mais contentinho com os critérios do crédito que anda a ser concedido. Que Pachorra.
E que pachorra também para ter de assistir à pouca vergonha de bonificações a torto e direito a uma séria de malandros que estoiraram com várias coisas.
Mas está na lei, NÉ????

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A PROPÓSITO do IMOBILIÁRIO e do IMI
Os rapazes que actualmente nos desgovernam, na senda dos anteriores mas piorando, ditam garrotes fiscais vários. Mas sempre numa de estabilidade fiscal!
Acham que o que estudaram pode não ser verificado face ás realidades do nosso País.
Salvo melhor opinião, não há nada como confrontar as medidas da sucessiva banditagem com a realidade.
Como acontece com todas as famílias, a marcha inexorável da vida faz com que as pessoas nos vão deixando.
É das realidades da vida pensar o que fazer com o que cá deixam. Em muitos casos, infelizmente, pois Portugal sempre foi um País pobre, deixam pouco ou nada, algumas vezes só chatices e dívidas.
O grupo dos que deixam muito é muito pequeno.
Conheço directamente um caso, em que uma pequena vivenda com basicamente quase 50 anos, numa cidade pequena, ficou vazia em 2010. A dona faleceu.
Como o Portugal da III República assim o incitou, eu e restantes herdeiros tendo cada um modesto e normal andar T3 (não há muito acabado de pagar ao banco)  decidimos colocar em venda o imóvel. Houve logo quem dissesse que valia mundos e fundos. 
Eu, com o meu famoso nariz empinado, logo disse o que pensava, sobretudo tendo em conta a avaliação das Finanças de 2009 (que nem lá foram a casa), e a realidade que se adivinhava (menos para os restantes familiares).
A avaliação por parte do Fisco só dava vontade de rir; a localização, e mais isto e aquilo.
Na família, "a casa está muito boa nem precisa de obras". Completa ausência de noção das realidades.
A realidade é que, se não surgisse de repente uma família aflita, porque ao lado da casa (paredes meias) onde viviam montaram uma tasca/ bar com barulheira até altas horas, a casa continuaria por vender, mesmo que se tenha a pouco e pouco descido o montante inicial. Foi vendida por essa razão, apenas e com muita sorte para nós, e por menos 30% do preço definido em Outubro de 2010. Seis anos depois!
Ah, e não precisava de obras. 
Pois não, é só ver ao fim de 3 meses o que lá têm feito, pinturas, reparações várias, etc. Ver como está agora, que se mudaram finalmente para lá.
Isto dito, estou a imaginar que este governo e os sucessivos, sejam de que cor forem, vão tratar de em acelerado mandar fazer reavaliações à distância, no gabinete, para todos e qualquer bem imobiliário, de rico ou de remediado. 
Pois é preciso chupar, como recomenda a famosa Estrela Serrano.
Mas numa coisa concordo com ela: porque carga de água, as brutais mansões que se encontram no Algarve, nas montanhas do Centro e Norte do País, que têm os alicerces em solo português, não hão-se ser fortemente penalizadas no plano fiscal lá porque estão em nome do offshore do sobrinho? Há que chupar nesses.
AC 

quinta-feira, 7 de abril de 2016

OS INTRUJÕES
Conheço muitas pessoas que se abespinham por eu dizer o que me parecem evidências. Incluindo familiares que nas última eleições votaram PS e António Costa, presumindo-o possuidor de créditos tais que só podiam acabar numa vitória eleitoral esmagadora..........como se viu!!!!!!
O que digo eu, há muitos anos? Que a maioria destes meninos são uns vigaristas da pior espécie.
Os que lá estão agora, e muitos dos que lá estiveram.
Para não me alongar, basta falar em três áreas: Defesa, ensino superior, cultura.
Na defesa, só distraídos não repararam nos contorcionismos do ministro das Forças Armadas (porque da Defesa nunca nenhum foi) no programa da D. Fátima Campos Ferreira, quando abordado sobre a questão das verbas.
Como se vê hoje claramente, aí está o corte/ cativação de verbas no ensino superior, como sempre tem acontecido. Eu não estou a dizer que está bem, não está, só aponto a mentira e vigarice dos actuais políticos/ governantes que prometiam um mar de rosas.
Nunca foi no passado, o que também sempre esteve mal.
Quanto à cultura, a criatura que lá puseram bem podia era dar de facto umas estaladas ao PM e ao ministro das Finanças por não lhe darem mais dinheiro. Claro que convinha ter uma orientação qualquer, de política cultural, e não andar a correr de carro cima abaixo pelo País qual barata tonta, em visitas  e almoçaradas.
Cativações? Sempre houve. Está certo? Critico. Mas a realidade é que Portugal é um País doente, cada vez mais doente, sem rumo, com um fartar vilanagem, tudo a roubar, directa ou indirectamente.
Ir buscar dinheiro ao Fundo da Segurança Social?
Que eu saiba o fundo não existe para recuperar imobiliário. Porque não reparam as CMunicipais o seu património, do seu orçamento? E as Misericórdias? Pessoalmente classifico isso como roubo. Quem rouba é ladrão. Ponto final.
É isto e nada mais............pintassilgos não são............pardais.
AC