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terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Gouveia e Melo foi esta quinta-feira à Madeira falar “olhos nos olhos” com os marinheiros
HOMEM DE GOUVEIA, 17 Março 2023, VÍTOR MATOS
Se estou contente com o estado da esquadra? Não! Se estamos a trabalhar empenhados, todos, em alterar esse estado de coisas? Sim!” Quando o almirante Gouveia e Melo usou esta frase no seu discurso, na Madeira, à guarnição do navio de patrulha oceânico “Mondego” foi um sinal político para dentro e para fora da instituição. Os problemas da Marinha são graves e difíceis de resolver — desde manutenção do equipamento a retenção do pessoal — e não vão acabar tão depressa, mesmo com a aprovação da proposta de revisão da Lei de Programação Militar (LPM) no Conselho de Ministros desta quinta-feira, que decorria enquanto o chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) fazia um discurso muito duro para os 13 amotinados que no sábado recusaram embarcar no ‘patrulhão’ para seguir um navio russo ao largo de Porto Santo.
“Pode o estado da esquadra mudar instantaneamente? Não! Requererá muito esforço de todos, muita imaginação, determinação, paciência e dedicação. Estamos todos empenhados, e aqui incluo necessariamente a tutela”, afirmou o almirante, englobando o Governo e a ministra da Defesa, Helena Carreiras, na solução (e no problema).
A crise da revolta no “Mondego” — Gouveia e Melo chegou a referir-se à célebre “Revolta na Bounty” no mesmo discurso — acabou por destapar os problemas e as necessidades da Marinha para uma opinião pública pouco sensível aos temas da Defesa Nacional: pessoal escasso, mal pago e exausto, num navio há 500 dias em estado de prontidão, degradação do material e falta de manutenção (o Presidente da República pediu reforço financeiro para a manutenção, quando sabia que o Governo já tinha 40% das verbas da LPM para esse fim). O Ministério da Defesa fez um comunicado, esta quinta-feira, com aspetos que destacou da revisão da LPM, mas ainda não divulgou a proposta de lei que será enviada à Assembleia da República.
GOVERNO NÃO APROVA EFETIVOS NECESSÁRIOS
A par do desgaste dos navios, a Marinha tem-se debatido com problemas sérios com a saída de militares em regime de contrato: segundo os números de um documento oficial apresentado em dezembro pelo CEMA na Comissão Parlamentar de Defesa, à porta fechada, 458 militares em regime de contrato abandonaram a Marinha em 2022: a média foi de 1,3 militares por dia. Mas o documento evidencia, também, que o Governo não tinha autorizado a Marinha a repor os níveis de pessoal contratado: a Armada propôs 397 admissões para 2022, mas o Ministério da Defesa, em despacho conjunto com as Finanças, apenas autorizou a admissão de 238 contratados. A diferença de 159 militares em falta “corresponde a praças para duas fragatas”, diz uma fonte militar.
Em 2022 a Armada pediu para contratar 397 militares, mas Governo só autorizou 238. Os 159 militares em falta davam para duas fragatas
O défice de pessoal nas fileiras afeta os três ramos — o Exército já deixou de ser uma pirâmide por falta de praças e a Força Aérea debate-se com lacunas sérias de pessoal especializado —, mas tem uma dimensão na Marinha que só não é pior porque a crise acompanha também o material. Se a esquadra estivesse toda operacional ou se estivessem quatro das cinco fragatas prontas e operacionais (só estão duas fully operacional), Gouveia e Melo não teria praças suficientes para as tripulações.
Aliás, o mesmo documento apresentado pelo CEMA aos deputados faz uma projeção preocupante para o futuro: caso se mantenha este ritmo de saídas, em 2027 a Marinha só terá 1218 praças, que é o número mínimo de marinheiros “disponíveis ou necessários para embarcar.”
DINHEIRO SIM, ARSENAL NÃO
O resultado é um enorme desgaste para o pessoal, sobretudo ao nível da motivação, o que pode afetar a disciplina, a que não será alheio o caso do “Mondego”. Paulo Amaral, presidente da Associação de Praças, diz ao Expresso que os contratados, que prestam seis anos de serviço nas Forças Armadas, deviam embarcar cerca de dois anos, “mas nas especialidades mais técnicas passam muito mais tempo nos navios”. E dá um exemplo: os sargentos e praças que vão substituir os militares que se revoltaram no “Mondego” não vêm de terra, mas do “Tejo”, outro ‘patrulhão’, que está atracado na Base Naval do Alfeite. Mesmo entre o pessoal do quadro permanente, diz Paulo Amaral, “são poucos os que passam os dois ou três anos em terra”.
Apesar de estar consciente das consequências que a taxa de esforço tem nos marinheiros, Gouveia e Melo não quis, no discurso aos militares do “Mondego”, que isso servisse de atenuante para os problemas de indisciplina: “A Marinha não pode esquecer, ignorar ou perdoar atos de indisciplina, estejam os militares cansados, desmotivados ou preocupados com as suas próprias realidades.” Mas reconheceu a “disponibilidade para sacrifícios e incómodos, a resiliência ao cansaço físico e psíquico”, que resulta “na ausência frequente das famílias”.
Segundo um estudo da Marinha, 57% dos militares saíram da Armada por “razões financeiras” e 35% fizeram-no pela “taxa de esforço” exigida (14% foram para as polícias).
Três dias depois da revolta de 11 de março no “Mondego” — por coincidência foi quando começou o PREC, em 1975 —, o Governo publicou um despacho a descativar €13 milhões por ano para a Marinha nos próximos três anos. No total, o ramo terá este ano mais €20 milhões para manutenção dos equipamentos, quando tinha estimado necessidades adicionais superiores a €30 milhões no ano passado — com um défice acumulado médio de €23 milhões nos últimos cinco anos.
“Precisamos, pelo menos, desses €20 milhões adicionais ao longo dos próximos cinco anos”, diz ao Expresso uma fonte da Armada. Mas daqui nasce outro problema: o Arsenal do Alfeite já não tem a capacidade de resposta de que a Marinha precisa e uma boa parte deste adicional de verbas será consumido pelo aumento dos preços cobrados à hora pelo mesmo estaleiro.
LEI DE PROGRAMAÇÃO MILITAR CRESCE 17,5%
● O Governo aprovou a revisão da LPM em Conselho de Ministros e anunciou em comunicado que a lei para a compra de equipamento militar cresce €830 milhões.
● Um dos objetivos da proposta enviada ao Parlamento é a “recuperação de défices de manutenção, modernização e sustentação das capacidades”.
● Com a falta de munições, mísseis e torpedos, “a verba destinada à reposição das reservas de guerra mais do que duplica, crescendo 108%”, para cerca de €300 milhões.
● A ciberdefesa é reforçada em 39%, para mais de €70 milhões.
● O Governo espera “retorno para a economia em torno dos 33%”.
sábado, 5 de outubro de 2024
A 13 de outubro de 2021 foi publicado o Decreto-lei nº 82/2021 que estipulava que “a cartografia de risco de incêndio rural compreende a carta de perigosidade de incêndio rural e a carta de risco de incêndio rural” e tinha como objetivo dividir em cinco classes (muito baixa, baixa, média, alta e muito alta) o território de Portugal continental, revelou o Diário de Notícias.
A carta terá sido criada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e teve apoios de grupos ambientais.
quarta-feira, 17 de julho de 2024
quarta-feira, 22 de maio de 2024
21 DE MAIO DE 2024
A Fiequimetal e o STAL, da CGTP-IN, lamentam que o anterior Governo PS tenha «sacado 100 milhões de euros para melhorar as contas públicas, em vez de terem as contas certas com os trabalhadores».
quinta-feira, 11 de abril de 2024
Redução da dívida pública foi “artificial”, avisa a UTAO
Lusa10 Abril 2024
A UTAO classifica a redução da dívida pública como “artificial”, alertando que “a obrigação de servir a dívida detida por entidades públicas permanece para os contribuintes”.
A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) alertou esta quarta-feira que a redução da dívida pública em 2023 foi “artificial” e que há casos em que as opções de gestão financeira foram condicionadas por orientações do Governo passado.
Num relatório sobre condições dos mercados, dívida pública e dívida externa até março, entregue no parlamento, a unidade coordenada por Rui Nuno Baleiras considera que o acréscimo substancial dos fatores de consolidação da dívida pública em 2023 resulta dos excedentes orçamentais e da “busca deliberada de aplicações em títulos”. A UTAO classifica a redução da dívida pública como “artificial”, alertando que “a obrigação de servir a dívida detida por entidades públicas permanece para os contribuintes”.
Segundo a UTAO, o Decreto-Lei de Execução Orçamental (DLEO) para 2024 estabelece para o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) a obrigação de ter no balanço do primeiro trimestre o mesmo valor nominal em instrumentos da dívida pública portuguesa que detinha a 31 de dezembro de 2023. Explica ainda que a lei prevê que o IGCP – Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública tem a “obrigação de remunerar o melhor possível estas aplicações do FEFSS”.
A UTAO recorda que recentemente o Conselho das Finanças Públicas (CFP) alertou para o risco de concentração excessiva da carteira do FEFSS em dívida pública portuguesa. Segundo os técnicos, o excedente orçamental consolidado de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023 é sinal de que houve muitas unidades orgânicas a fechar o ano com excedente, sendo que estas têm o IGCP como o seu banco.
“Portanto, os depósitos e as aplicações em CEDIC cresceram imenso em 2023 por causa de muitos excedentes orçamentais nas AP [Administrações Públicas]”, refere, acrescentando que “o acréscimo de aplicações de unidades orgânicas em instrumentos de dívida do setor AP se explica sobretudo pela vontade deliberada de reforçar a exposição a estes títulos (essencialmente, Bilhetes do Tesouro e Obrigações do Tesouro)”.
Para a UTAO, “haverá casos em que este reforço resultou de meras opções de gestão e casos em que as opções de gestão financeira foram condicionadas por orientações do Governo”. O rácio da dívida pública fixou-se em 99,1% do PIB em 2023 e em termos nominais diminuiu 9,3 mil milhões de euros face ao ano anterior, para 263,1 mil milhões de euros.
sexta-feira, 29 de março de 2024
"Estamos a trabalhar para encontrar soluções".
O jornalista Vitor Matos do Expresso é recorrente em artigos sobre as FA, seja sobre os recursos humanos das FA com foco nas saídas das fileiras cada vez em maior número, sejam olhando aos aspectos de material, equipamentos e infra-estruturas, seja acerca das pouca vergonhas envolvendo políticos e altos funcionários do dito ministério, de onde exalam e de há muito, crescentes fumos de corrupção.
Não é novidade nenhuma uma série de coisas, de há muito anos.
As carências em pessoal prosseguem.
As vacuidades e incompetência chegaram ao ponto de se desculparem com idênticas crises de vocações militares a nível internacional.
Particularmente depois de 1995, com crescentes garrotes financeiros, desrespeito por leis vigentes, manipulação diversa, incompetência, desprezo absoluto pela instituição militar, estão agora à espera que tudo se resolva por um governo que obteve uma vitória de Pirro?
sexta-feira, 15 de março de 2024

A ministra da Defesa diz que se trata de "apoiar a resistência a uma agressão" que tem sido feita pela Rússia à Ucrânia.
Portugal vai contribuir com 100 milhões de euros para a compra de munições de artilharia de grande calibre para a Ucrânia, que delas "precisa desesperadamente" para resistir à agressão russa.
Helena Carreiras detalhou a decisão tomada na véspera pelo Conselho de Ministros de apoiar a Ucrânia com 100 milhões de euros para munições de artilharia de grande calibre, um programa de aquisição conjunta liderado pela Chéquia e ao qual se associam vários países europeus.
sábado, 3 de fevereiro de 2024
A PROPÓSITO da IDEOLOGIA PURA
…. PPP que estavam a funcionar, saíam marginalmente mais baratas ao Estado que a situação que resulta do seu fim, tinham indicadores melhores de desempenho que a situação actual, havia maior satisfação dos seus trabalhadores e havia maior satisfação dos utilizadores quando essas PPP estavam a funcionar…..
Não vou perder tempo a analisar a questão PPP.
Mas há, pelo menos, um dado concreto que conheço, inquestionável.
Depois de terminarem com a PPP do Hospital Novo em Vila Franca de Xira a desorganização aumentou. Houve médicos que encheram e se fartaram.
Um, concretamente, saiu rapidamente.
Vão lá ver agora como aquilo anda.
AC
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024
Não há muitos dias escrevi um texto que começava como indico em cima. Foi a propósito do que vem acontecendo na Força Aérea.
Mas hoje interrogo-me sobre outra coisa dentro da mesma Força Aérea. E gostava de perceber.
Concretamente, ficou ou não na "mão" da Força Aérea a gestão de helicópteros e outras aeronaves de combate a incêndios?
E se foi de facto assim, onde estão os dados concretos sobre acções, contratos, etc.?
Sim, se é isso em que estão a pensar, estou a referir-me a dinheiro, muitos milhões, quem gere, quem determina, quem explica, quem pede contas.
AC
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024
Publicado por Vital Moreira
Era um manifesto excesso e um fator de incerteza jurídico-penal criminalizar a "discriminação política ou ideológica" no chamado hate speech.
Felizmente, triunfou o bom-senso político!
sábado, 13 de janeiro de 2024

Antes de prosseguir, há sempre dinheiro para muita coisa legitimamente questionável mas, para pagar melhores vencimentos a militares ou forças de segurança, ou tratar de que os modernas bombas para diabéticos sejam distribuídas, ou preparar as celebrações a Camões, ou para unidades de saúde familiar, ou olhar às corporações de bombeiros, já não há.
Por fim, há umas linhas sobre o que a criatura que momentaneamente capitaneia (??) o Palácio das Necessidades terá bolsado em Luanda. Por razões higiénicas passo à frente dessa parte.
Não é de agora, pouco ou muito, há sempre dinheiros dos nossos impostos cuja aplicação é quase sempre pouco compreendida.
Muitas vezes porque a quem competia promover a transparência nunca o faz, porque nada explicam, porque nada justificam.
Quando li isto questionei-me: este dinheiro será bem ou mal empregue? Não sei, ninguém explicou ou melhor, eventualmente por inépcia minha, não encontrei explicação.
Ficaram-me as dúvidas seguintes:
- a fortaleza estava em bom ou mau estado quando da independência de Angola?
- Se estava em bom estado não consigo compreender esta pornográfica generosidade socialista, generosidade sempre com o dinheiro dos outros. Generosidade a que Marcelo, julgo, não terá votado um segundo a comentar.
- Se já estava em mau estado, porque carga de água temos de o recuperar agora? Por mim, isto é mais do que inconcebível que Portugal gaste dinheiro naquilo quando estamos aqui com tantas aflições.
Mas da nossa história muito temos com que nos honrar e muito temos para celebrar.
E os nossos diversos e necessitados museus, não mereciam ter parte substancial desses 34 milhões?
O que ocorre é isto: um nojo.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2024
O Tribunal de Contas identificou "muitas fragilidades" no processo de descentralização de competências. Atreveu-se a dizer que não encontra evidência da existência de estudos atualizados que permitissem identificar os domínios a descentralizar da administração central para os municípios. E referiu graves deficiências no domínio do financiamento.
Pequeno almoço tomado, café caseiro, a espera pelo neto de 22 meses para a "creche Avós", passei os olhos pelas gordas dos jornais.
Quanto aos partidos e aos governos e designadamente aos governos PS/ Costa é cada vez mais caricato o comportamento e acções aflitas por exemplo de José Luís Carneiro.
Prometer à pressa uns milhões, bolsar que "estamos a trabalhar" isso vale alguma coisa para as pessoas, que sabem do que, não só mas particularmente o PS, vem fazendo há anos e anos?
A PJ pode abrir os inquéritos que quiser ou que lhe mandarem abrir.
As pessoas, TODAS, gradualmente, estão de facto fartas de palmadinhas nas costas, dos afectos patéticos, das aldrabices, das promessas de anos e anos e, como dizem alguns polícias, quando acaba a festa todos voltam às suas esquadras, muitas degradadas há anos, e aos seus salários miseráveis.
Ah, estão todos com os polícias, que bom!
Registe-se isto: O presidente do maior sindicato da PSP, a Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) sublinhou, por seu lado, que os sindicatos há muito que têm alertado o ministro para a situação na polícia e para o conjunto dos problemas, mas nada tem sido feito e agora está a entrar-se “numa fase perigosa” em que os protestos já não são organizados pelos sindicatos. Em entrevista ao DN, diz que vê estes protestos “como naturais e consequência da incompetência e cegueira do Ministro da Administração Interna”. Porque não falam do Costa, que é chefe do governo há mais de 8 anos?
Em 8 anos os Governos PS de Costa apenas deram caridade e assistencialismo e isso não resolve os problemas que são estruturais e graves. Subsídios e tretas.
sexta-feira, 8 de dezembro de 2023
É que isto tresanda a léguas de distância. . .
Marcelo Rebelo de Sousa, o cidadão titular do cargo de Presidente da República (PR) andaria incomodado com uma história à volta de duas crianças, gémeas, brasileiras, infelizmente nada saudáveis.
Marcelo mandou publicar isto:
07 de dezembro de 2023
Na sequência das notícias hoje surgidas, o Presidente da República reafirma que não teve conhecimento de quaisquer diligências junto do Ministério da Saúde no caso das gémeas luso-brasileiras, após o envio do dossier para o Gabinete do Primeiro-Ministro a 31 de outubro de 2019.
Não tenciono perder mais tempo com isto mas parece-me curioso, interessante, esquisito, estranho, o que quiserem:
Por mais que Marcelo diga o que disser, e tudo indica que já percebeu a burricada que fez, e pode ainda insistir em nos dizer que ninguém o representa, a sua decisão despoletou um óbvio favorecimento. Se o fez porque sabia o resultado, alguém terá de descobrir se sim ou se não.
Podem vir os donos disto tudo, mais os turbo dirigentes Pro Bono e etc. dizer que têm a certeza que Marcelo é propenso a ações deliberadas de favorecimento de alguém, porque o que vem emergindo legitima que se questione -mas será mesmo assim?
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
Escusavam de ter gastos uns milhares de euros para produzirem uns tristes rectângulos coloridos.
quinta-feira, 30 de novembro de 2023
Como sempre refiro e PRATICO, respeito a opinião de outrem.

- as justificações que as criaturas avançaram para tal ter sucedido é de bradar aos céus de ridículo e demencial,



