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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

NÃO

Respeitosamente , NÃO!

Não entrei e não tenciono entrar nessa coisa do "Volta".

Não trabalho para os que têm por tarefa separar vasilhame e outros desperdícios e depois reciclar.

Continuarei religiosamente a separar e a depositar nos diferentes contentores de lixo e Moloks tudo o que resulta da nossa actividade caseira.

Como também não coloco cartões caixas utensílios estragados etc sem me assegurar da recolha de monos por parte dos serviços camarários.

AC












quarta-feira, 10 de junho de 2026

NÃO É SÓ NAS CIDADES E VILAS

É TAMBÉM NAS ALDEIAS


Não há serviços camarários nem das juntas de freguesia que consigam suplantar o egoísmo e a falta de civismo de muita gente, o desprezo de muita gente pelo ambiente dos locais onde vivem.

Há imensa gente egoísta, preguiçosa, desleixada, que bem podia usar o telefone a combinar a recolha de monos, mas não, é assim que procedem. 

Desconfio que nem daqui a 100 anos muitos portugueses se tornem civilizados.

AC 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

INCOERÊNCIA  e  os  sem VERGONHA
Abateu-se sobre imensas regiões de Portugal Continental uma tragédia desenhada pela mãe Natureza. Começou a 28 de Janeiro p.p., continua no dia de hoje, prosseguirá mais uns dias.
Consequências? Terríveis! 
Consequências que perdurarão não por meses, porventura anos.

Creio que não estou enganado: antes de 25 de Abril de 1974 o caudal do Mondego e do Douro por exemplo não estavam relativamente controlados por barragens e diques como no presente.

Idem para certos diques no Tejo, que minimizam inundações a jusante de Abrantes e Santarém. E barragens.

A realidade é que a situação é tão gravosa que se coloca neste momento o risco sério de diques no Mondego colapsarem. COLAPSO.

Mesmo com barragens e diques, se a mãe Natureza se zanga  anormalmente os resultados são maus apesar de todo o esforço em controlar as águas.
Porque falta muita coisas e a hidrologia.
Porque designadamente o Douro e o Tejo nascem em Espanha, país vizinho com o qual apesar de tudo parece haver protocolos e  procedimentos harmonizados connosco para a operação coordenada das barragens nas épocas em que a natureza fica demasiado zangada.

Mesmo com anos de maior controlo dos caudais, as zangas iradas da natureza não se compadecem com as bacoradas dos humanos e no concreto com as bacoradas de muitos portugueses, responsáveis (formalmente) diversos e nomeadamente titulares de órgãos de soberania e cidadãos comuns.

A começar em alguns concidadãos, ignorantes, arrogantes, e inconscientes, que entendem que - no meu terreno faço o que me apetece, construo onde me apetecer.
"Maria, olha aqui, a poucos metros da água podemos fazer uma casinha, ficamos com uma vista porreira, posso pescar e depois se podermos compramos um barquito à vela!

Licença camarária? PDM? Etc. Era só o que faltava.

"Zé, tá li um fiscal"  . . . . 

A questão dos PDM e do papel das autarquias no edificado português devia ser avaliado no âmbito do que creio vai ser trabalhado face à catástrofe que se abateu sobre Portugal.

Voltando às barragens, a construção de barragens sempre tem sido depois do 25 de Abril um tema "querido" dos "fracturantes" e dos "inconsequentes".
Algumas dessas criaturas chatearam anos a fio. 
Só patetas, burros, ignorantes, insensíveis (deveria escrever sem empatia?) ou gente movida por interesses obscuros defende barragens.
Creio que essa posição é profundamente errada, mas registei essas posições e continuo a delas discordar.

Pessoalmente creio que foi uma medida acertada não construir a barragem que destruiria o vale do Coa.
Mas estou convicto de que o país devia ter mais barragens, nomeadamente para retenção de águas, e concretamente em certas áreas do Alentejo e no Algarve.
Admito, como sempre, estar a ver mal o assunto.

Repugna-me o que tem sido defendido por certa gente.
Mas repugna-me mais ainda o imobilismo de anos dos poderes públicos e nomeadamente do PS sempre pronto a imobilizar-se perante os das fracturas. 

AC

domingo, 26 de outubro de 2025

LIXO

A vida contemporânea produz cada vez mais lixo.
Que lixo?
Resíduos provenientes das habitações, das actividades de comércio, da indústria, dos serviços, da construção civil.

LIXO: materiais sujos de gorduras, fraldas, loiças partidas, guardanapos, lenços, embalagens as mais diversas, garrafas de vidro, pilhas, cápsulas de café, óleo, electrodomésticos avariados (máquinas de café, máquinas de lavar, microondas, materiais eléctricos e electrónicos), bio-resíduos (restos orgânicos, sobras alimentares, restos de vegetais e cascas), resíduos verdes/ jardinagem, roupas, calçado, livros, brinquedos, mobiliário degradado, sanitários, resíduos de demolições / construção civil, etc.

Nos dias de hoje existem Ecopontos (amarelo, azul, verde), Oleões, Ecocentros com diversos contentores, Moloks, recipientes os mais diversos espalhados por avenidas, jardins, etc. 

Nos dias de hoje, em muitas autarquias, há recolhas programadas, há em alguns casos ecocentro móvel, há serviços de recolhas programadas para o ciclo diurno e para o ciclo noturno, há serviços de recolhas para dias específicos de cada semana. 

Em várias autarquias os munícipes não recebem esta programação, e vê-se aparecerem os camiões (AMARSUL, por exemplo) com periodicidades diferentes. Às vezes periodicidade ocasional!!!!!

Em várias autarquias os chamados carros vassoura aparecem periodicamente em certas ruas mais centrais e depois. . . . passam-se tempos e. . . . . evaporaram-se.

Em várias autarquias, quando próximo de eleições, ocorrem repentinas labutas de limpezas das ruas e de jardins!

Porque se acumula o lixo em muitos municípios e freguesias?

Porque em muitos municípios, cidades, vilas e aldeias, as estruturas que deviam existir para adequadamente tratar desta importante área da sociedade estão desfalcadas em meios humanos e materiais.
E muito, também, porque muitas vezes não há organização e planeamento.

Mas também, por imensa falta de civismo.
Por exemplo à minha porta isto é habitual.

Há constantes BESTAS e ALARVES que, por exemplo, deixam os garrafões de plástico junto dos contentores mas no chão. Custa~lhes muito meter dentro.

Ou ter trabalho e dobrar a caixa de cartão de modo a mete-la no contentor respectivo. É mais cómodo para os alarves deixarem no chão.

E estamos nisto, não passamos disto, no melhor país do mundo, como refere uma patética criatura.

AC 

sábado, 19 de outubro de 2024

ALIMENTAÇÃO, IOGURTE, e a GRETTA

Periodicamente como este tipo de iogurtes. Alterno com leite e sumos.

Como se vê na figura, têm uma embalagem separada, onde estão cereais para misturar no dito. Embalagem com plástico e película de alumínio.

Não sei porquê, esta manhã ao pequeno almoço, ao prepará-lo lembrei-me da sueca Greta (bem podia lembrar-me de coisa melhor) e interroguei-me - de certeza que a criaturazita não comerá estas coisas, nem deve beber leite talvez vá directa à teta da vaca, pois é  tanto plástico e embalagens em que muitas não são recicláveis. E a embalagem da manteiga?
Adiante, a Greta que se lixe.

Importante é sobretudo separar o lixo e adequadamente o colocar nos contentores respectivos.

Claro que persistem os energúmenos.

Ontem, ao fim da tarde, fui colocar uma série de papeis e cartão no contentor respectivo.
Verifiquei que para alguém, duas embalagens de lixívia são para colocar ali, no papel e cartão.

E não, não pode ser distração, pois estava bastante cheio e via-se bem o que lá estava. Cartão, papeis!
Enfim, siga para Bingo. 
AC

sábado, 5 de outubro de 2024

Carta de Perigosidade de Incêndio Rural nunca entrou em vigor
A 13 de outubro de 2021 foi publicado o Decreto-lei nº 82/2021 que estipulava que “a cartografia de risco de incêndio rural compreende a carta de perigosidade de incêndio rural e a carta de risco de incêndio rural” e tinha como objetivo dividir em cinco classes (muito baixa, baixa, média, alta e muito alta) o território de Portugal continental, revelou o Diário de Notícias
.

Presumo que nunca entrou em vigor.
Aparentemente e entre outras razões, por contestação dos municípios.
A carta terá sido criada pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e teve apoios de grupos ambientais.

Enfim, é Portugal, não faz mal. 
Enquanto isso vendem-se cada vez mais casas entre 1,5 e 3,5 milhões de Euros, por exemplo no Norte.
Quem as compra? Isso, adivinharam!

É Portugal, não faz mal.
AC

domingo, 14 de janeiro de 2024

ESTADO.  AUTORIDADE  do  ESTADO
Dizem por aí que, "em 2023, saíram diariamente do rio Tejo cerca de sete toneladas de amêijoa-japonesa, o que perfaz um total de aproximadamente 2.550 toneladas. Destas, de acordo com a Polícia Marítima, terão sido apreendidas cerca de dez toneladas. Uma percentagem ínfima de um negócio ilegal que já extravasa a fronteira e que até já foi referenciado na Polónia".

Dizem também por aí - É uma ou a mais rentável de todas as atividades que se fazem ilegalmente naquele curso de água e que é explorada, de acordo com os investigadores contactados pelo Negócios, por "máfias". A amêijoa, que é vendida para países como a Espanha, França, Itália, Países Baixos ou Polónia, não é, no entanto, caso único. Há também redes organizadas que se dedicam à captura e venda de espécies muito valiosas, como são a corvina e, sobretudo, o meixão, ao qual as comunidades piscatórias, conscientes do seu valor comercial, apelidam de "ouro do rio".

Há quem indique que - "apanhar amêijoa-japonesa no Tejo pode ser mais rentável do que traficar droga". "No tráfico de droga, a moldura penal pode acabar numa condenação mínima de oito anos, para além da apreensão de bens e diversas restrições envolvendo várias gerações de familiares. Na amêijoa, o risco é bem menor. Os materiais utilizados são apreendidos, assim como os bivalves, mas condenações, de quatro ou cinco anos, são sempre suspensas por igual período. Ainda por cima, nos tribunais, há muita gente que desconhece a gravidade deste delito. Há funcionários judiciais e até magistrados que só muito recentemente se começaram a aperceber da gravidade destes casos".

Portanto, com base nisto, ilegalidades várias, imigração ilegal, fuga ao fisco, atentados à saúde pública, exploração de seres humanos, e à mistura a criminalidade diversa.
A GNR, a Polícia Marítima, as autoridades nos ministérios, das finanças, do ambiente, da economia, a ASAE, etc., desconhecem estas coisas? Porque não se acaba com isto?
E o panorama diário que se avista da ponte Vasco da Gama?
E não se sabe onde habitam (????) as centenas de criaturas romenas, asiáticas brasileiras e outras?
Sabe-se isto e muito mais.

Aqui está mais um excelente exemplo do não exercício da autoridade do Estado, da inoperância de diversas autoridades.
Falência completa, nas barbas de centenas de concidadãos em Alcochete, Seixal, Montijo, Rosário, Samouco, etc.

Mais um excelente exemplo do controlo de fronteiras, da integração de estrangeiros. etc.
Depois admiram-se.
AC 

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

COMO  QUALIFICAR ?

Umas criaturas brindaram o titular da pasta do ambiente com ovos e umas coisas cheias de tinta verde. Creio ter sido isto. Quem os instiga ficou na sombra. Os iluminados do costume.

Há vários aspectos que se podem ponderar nesta cena montada para  terem microfones e câmaras de Tv e tempo de antena.

Modas - há muito que andam na moda estas agressões, contra pessoas, contra quadros de pintores famosos, contra monumentos, etc. Modas, designadamente mas não só, de "índole Gretiana".

Eficácia - estas acções têm, penso eu, eficácia zero ou próximo disso. Basta ver por exemplo a história da marcação de datas para eliminar o diesel e a gasolina e o sucessivo adiar das datas. A decisão no Reino Unido há dias é apenas um exemplo. Mas estas criaturas ficam muito contentes por poderem aparecer em público. Elas e quem as patrocina, "Pro Bono" ou não.

Propaganda - mesmo neste âmbito parece-me que o efeito é coxo.

Prestação do ministro - creio que o ministro teve uma reação adequada e se comportou decentemente. 
Manifestou o seu desagrado, educadamente, comentou e a meu ver bem, o que sucedeu. 
Mas andará muito mal se não formalizar uma queixa. 
Estas coisas não devem passar em claro.

Prestação das autoridades - quanto aos agentes da autoridade, identificaram as criaturas, fizeram registo processual adequado, ou fica tudo em águas de bacalhau?
O Estado não deve ser policial, mas há que ter conta peso e medida. Que eu saiba houve um crime. Isto não deve ser tolerado. A indignação, é uma coisa, isto e outras do género são outra coisa.

O meu entendimento - creio que está claro no que antecede. 
A revolta das pessoas é legítima, e as questões climáticas devem ser olhadas muito seriamente e não me parece que isso esteja a acontecer, mas por culpa de todos os lados.
Discordo do emprego de violência, seja de que forma for interpretada. E nestas coisas gosto sempre de apreciar a coerência de quem protesta e contra o quê, face ao seu "modus vivendi"

AC

sábado, 17 de junho de 2023

MENINA à JANELA ?

Não, ramos de vegetação à janela. 

Um prédio de dois pisos, bem no centro da cidade, sabe-se quem é o proprietário, bem conhecido. Degradação que deve ter pelo menos 3 décadas. Exemplo eloquente do poder autárquico, do desleixo de certos cidadãos, da degradação do ambiente visual no casco velho de uma cidade. Portugal no seu melhor.


AC

domingo, 16 de outubro de 2022

BRASIL,  AMAZÓNIA,  REALIDADES,  PROPAGANDA
Estas fotografias são de um extenso artigo publicado pela "National Geographic" no seu nº de Dezembro de 1988. Título: Rondônia's settlers invade Brasil's imperiled rain forest".

Entre muitos outros terríveis aspectos relatados no extenso artigo, a indicação de que em 1970 foi fundada a localidade "Ouro Preto do Oeste". Repare-se, fundada, portanto começou tudo muito antes.

Deve ser tudo culpa dos portugueses.

A devastação amazónica foi incrementada quando? Vamos a hipóteses:
- antes da ditadura militar
- durante a ditadura militar
- depois da ditadura militar
- durante os mandatos de todos os presidentes do Brasil

Em qualquer dos casos, culpa completa e inteira dos portugueses.

E as confrontações violentas entre os novos colonos (settlers) e as tribos indígenas que ao longo de décadas foram sendo dizimadas?
Em 1986 representantes da FUNAI (national foundation for the indian)  foram violentamente recebidos pelos colonos, índios que mais tarde ripostaram com violência equivalente. 

O artigo de 1988, certamente baseado em elementos e pesquisas de um ou dois ou três anos antes, traça um quadro negro.
Sobre a Rondônia apresenta um quadro com as áreas de agricultura intensiva, outros tipos de agricultura, produtos florestais, extração de madeira, unidades de conservação, zonas de floresta tropical, reservas biológicas, parques nacionais, floresta nacionais, reservas Índias.

Tudo culpa completa e inteira dos portugueses.

As estradas pavimentadas cortando a Amazónia  para não falar das de terra batida, dão bem a ideia da destruição. 
De 1988 até ao presente passaram 36 anos. 
O descalabro na Amazónia não pode ser apenas atribuído a Lula e a Bolsonaro. 

É tudo culpa dos portugueses.

Deixemo-nos de ilusões.
Olhemos mas é à exportação Brasileira, de madeira, frutas, cereais, carne, etc. 
E como estão, onde estão e quantos são os Índios Urueu-Wau-Wau.

AC

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

GARANTEM  SEMPRE  TUDO
“Não há guerra nenhuma com Espanha relativamente à água”, diz ministro do Ambiente.
O ministro do Ambiente e da Acção Climática, Duarte Cordeiro, assegurou que Portugal e Espanha “continuam a privilegiar o diálogo” e que a segurança energética do país será garantida
(Público).

Como cordelinhos manhosos, garantem sempre tudo, asseguram sempre tudo. 
É ver bem como estamos e onde estamos, nada de ideologias, olhar apenas FACTOS, relativamente à dívida, desemprego, habitação, saúde, escolaridade, professores, forças armadas, forças de segurança, índices de preços, ordenamento do território, corrupção, sistema de justiça com por exemplos inacreditáveis nomeações, industrialização, etc.
AC

sexta-feira, 22 de julho de 2022

PROTEGER: NATUREZA, AMBIENTE, BIODIVERSIDADE

Gosto de observar cuidados que gradualmente se vão tempo para com a natureza, a biodiversidade, o clima. Sem excitações parolas e ou parvas.

AC

sábado, 19 de fevereiro de 2022

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

O cretino do Trump dizia, salvo erro,  que era tudo invenção e exagero de cientistas e outros.

A realidade mostra-me que, se existe algum exagero aqui e ali e se existem alguns grupos de pressão ambientais com fins outros, estão a acontecer situações que em décadas anteriores eram menos frequentes. Isso é verdadeiro. E quando se olha para registos, sim, encontram-se eventos brutais como o grande incêndio de 1910 nos Estados Unidos.

Estão a acontecer fenómenos mais intensos e em épocas em que no passado não ocorriam ou eram raros.

As tempestades que neste momento assolam o Reino Unido é apenas um caso. Por outras regiões do Centro e Norte Europeu é outra situação. O período de seca que nos assalta desde Dezembro é apenas outro caso. A este propósito, ouvi no rádio do carro que uma senhora lá da UE manifestou grande preocupação pela nossa seca e em particular pelo Norte e Centro da nossa parte Continental. Para ela deve andar a chover imenso de Lisboa para Sul!

Isto recorda-me de certa maneira aquela frase Espanhola acerca das bruxas, "não acredito nas ditas mas.....que as há......há"!

17 de Fevereiro, 1245 horas, Torre, Serra da Estrela, estava um frio de rachar................15º C ! Neve? Qual neve?

Covilhã, mesmo dia, 1330 horas, gélido...............20ºC

Aldeia, Sábado, 0800 horas, 8ºC lá fora, bastantes nuvens, e um vento danado, vento que tem estado ausente. 

Tenham um bom fim de semana. Saúde.

Antonio Cabral (AC)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

NÚVENS

E não chove!

Como diz a criatura - "não faço a mínima ideia, se vai chover daqui a uma semana ou um mês". Aliás, ele não faz ideia de coisa nenhuma.

Aliás, não faz ideia de nada, é uma extraordinária inutilidade ACPN, Autoridade Competente de Porra Nenhuma!

AC

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

ENERGIA  e  o  PLANETA

Estou cheio de energia, baterias carregadas. O ar da aldeia e de outros pontos fantásticos do interior fazem bem ao corpo e ao espírito.

Setembro começou, os dias vão rápidos, ainda agora Agosto partiu e já estamos no 6º dia de Setembro. SAFA (onde é que já ouvi isto?), isto corre depressa.

Mas é o planeta e a energia de que precisamos para a vida contemporânea que aqui abordo. 

Setembro começou e, pela Europa, as questões da defesa do ambiente, do clima, estão a mexer mais. Mas, claro, por cá, a anestesia com o futebol e o futebolês por um lado, as patéticas explicações e práticas contorcionistas e mexeriqueiras do rei e, particularmente, as deploráveis e cada vez mais insuportáveis palhaçadas e propaganda patrocinadas e protagonizadas por Costa e turba respectiva (ai que ele vai sair, ai quem lhe sucede, ai jovens voltem, ai a ferrovia, ai a bazuca, ai que agora é que é, ai a TAP, ai que ele ficou calado, ai que ela é que vai ser, ai que vão ser três faculdades, ai o OE, ai o fassismo, ai as nossas autarquias que temos de proteger à socapa, ai a reforma das Forças Armadas, ai a pandemia, ai o herói da pandemia, ai os novos militantes do partido, ai, ai, ai), remetem para o fundo da gaveta os temas importantes e decisivos para a vida colectiva.

Na Europa estão a mexer, por cá o intrujão - mor e o seu ajudante barbudo, inauguram coisas ridículas e vomitam enormidades, enquanto o Tejo de Constância para montante quase seca, no meio do mutismo e cegueira destes irresponsáveis.

É sabido, há gigantes da energia que não se conformam.

Por cá, sem ser um gigante, é no entanto á sua maneira um dono disto. Monopólio, praticamente, negociatas escandalosas com a conivência de poderosos dentro e fora das instituições do Estado, preços exorbitantes. Um escândalo a que não põem cobro.

Lá fora a coisa mexe, mete tribunais vários, e está a ficar claro que a defesa do ambiente e do clima é definitivamente um direito fundamental, gostem ou não os gigantes que ainda vivem à conta dos combustíveis fósseis. É observar, por exemplo, decisões de tribunais Alemães, designadamente o Constitucional.

Ora por cá, a regulação (???) e as enormidades e incontinência do barbudo mostram bem o que não deve ser o caminho. Que pensa Costa e o barbudo do Tratado da Carta da Energia? Posso andar distraído mas, creio, que as criaturas nada disseram sobre isto. Repito, posso andar distraído e ser assim injusto. 

Ah, e o comentador do reino, já se terá debruçado sobre o assunto e alertado o povão e dado explicações sobre o tema? Hum, penso que não, anda muito entretido com as suas trivialidades e tricas.

AC

domingo, 2 de maio de 2021

E  o  INTERESSE  NACIONAL ?
A refinaria de Matosinhos fechou.
Diz o governo designadamente pelo sr Cabrita, diz a GALP, dizem outros doutores, que era um passo essencial no combate no âmbito das alterações climáticas.
O transporte em centenas de camiões vindos de Espanha (da Repsol ao que julgo saber), de óleos, aromáticos diversos, ceras, alcatrão etc., é inofensivo para o ambiente. Zero impacto!
Como inofensivo é para o OE nacional. Zero despesa.
E não tem problema algum mais uma dependência do estrangeiro, nosso grande amigão.
Não faço a mínima ideia que tipo de consequências este encerramento acarreta para outras empresas nacionais, mas suponho que há ligações várias com a actividade que a GALP ali tinha.
Na senda do sr Catroga, estou a imaginar os Srs. Cabrita e Fernandes a dizerem que isso são - pintelhos!
Pintelhos quanto a, desemprego, capacidade produtiva nacional, dependência do exterior, etc.
Esses senhores já devem ter sido saudados pelos ricaços que vão lucrar no campo da exploração e especulação imobiliária.
Grande governo, grandes deputados, …….ah, e agora reparo, o papagaio - mor do reino não disse nada sobre isto, ou disse e eu não reparei ?
AC

segunda-feira, 29 de março de 2021

TEMOS ENTÃO, na nossa vida contemporânea,

um "Green deal", a cidade verde, a descarbonização, as ecopistas, a economia verde, a biotecnologia azul, a economia azul, o azul é o novo verde, o pacto ecológico Europeu, o 5G, o certificado COVID, o concelho de prevenção da corrupção, a ecologia profunda, a agenda global, a economia dos mares, o turismo sustentável, a produção sustentável, a bazuca ou vitamina, o desenvolvimento sustentável, a capacitação para o desenvolvimento sustentado, a bioprospecção, o novo modelo de desenvolvimento económico, actividades ambientalmente sustentáveis como o abacate no Algarve, ou amendoeiras no concelho de Idanha - a - Nova. ETccccccccccccccccccccccccc.

E as atitudes? Atitudes sustentáveis? E a decência e a verdade?

Ah, esqueci-me, temos também e muito recomendado por ele o tal Fortimel (eh,..eh..). Tudo isto me faz lembrar o "Melhoral", não faz bem mas também não faz mal!

Bem, quanto ao Tejo, mesmo à beira de Alcochete, oh sr Matos Fernandes, sabe que continua a aparecer isto? 

Pois…….não deve ser consigo………...

AC